Por G1

 

Monitor da Violência mostra hoje que o número de assassinatos teve uma queda de 24% no 1º trimestre do ano no Brasil: foram mais de 10 mil mortes violentas em janeiro, fevereiro e março. O presidente Jair Bolsonaro confirma que indicará o ministro Sérgio Moro quando abrir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, trata-se de um compromisso firmado com o ex-juiz. Familiares, amigos, colegas e fãs se despedem hoje do ator Lúcio Mauro, que será velado no Rio. A Caixa ainda não revelou de onde é a aposta que ganhou, sozinha, a bolada de R$ 289 milhões da Mega-Sena no sábado. E conheça a ferramenta do G1que permite saber como votaram os deputados e senadores que representam você no Congresso.

Monitor da Violência

 — Foto: Editoria de Arte / G1Foto: Editoria de Arte / G1

O número de assassinatos caiu 24% no 1º trimestre do ano no Brasil, segundo dados do Monitor da Violência. O país teve 10.324 mortes violentas em janeiro, fevereiro e março. Apenas o Paraná não informa os dados. No mesmo período de 2018, houve 13.552 assassinatos. O índice nacional de homicídios criado pelo G1 acompanha os crimes violentos mês a mês.

Adeus a Lúcio Mauro

Lúcio Mauro como o personagem Sabiá em 'A Favorita', em dezembro de 2008 — Foto: Ivone Perez / TV GloboLúcio Mauro como o personagem Sabiá em ‘A Favorita’, em dezembro de 2008 — Foto: Ivone Perez / TV Globo

Morreu no sábado (11) o ator Lúcio Mauro. Ele tinha 92 anos e estava internado havia 2 meses com problemas respiratórios. O velório será aberto ao público e começa às 9h no Theatro Municipal do Rio. O anúncio da morte foi feito pelo filho, Lúcio Mauro Filho, pelas redes sociais: “Meu amado pai serenou. Ele merecia esse descanso. Lúcio Mauro teve uma vida linda, uma carreira vitoriosa”, escreveu. Leia a íntegra da mensagem.

Lúcio Mauro contracena com Chico Anysio em 'Escolinha do Professor Raimundo'. Mauro participou do programa de 1990 a 1994 — Foto: Acervo TV GloboLúcio Mauro contracena com Chico Anysio em ‘Escolinha do Professor Raimundo’. Mauro participou do programa de 1990 a 1994 — Foto: Acervo TV Globo

Lúcio Mauro estreou na Globo em 1966 e integrou alguns dos principais programas de humor da emissora, como “Chico City” (1973), “Os Trapalhões” (1989) e “Escolinha do Professor Raimundo” (1990). Participou da criação, dirigiu e atuou em outras dezenas de atrações na televisão, com destaque para “Balança Mas Não Cai” (1968), em que estrelou o quadro Ofélia e Fernandinho.

Nos últimos anos, participou de “Os Normais”, “A Grande Família”, “A Diarista”, “Sob Nova Direção”, “Programa Novo”, “Faça a Sua História” e “Zorra Total”.

Bolsonaro e Moro

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro — Foto: José Cruz / Agência BrasilO presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro — Foto: José Cruz / Agência Brasil

Bolsonaro afirmou ontem que pretende indicar o ministro da Justiça, Sérgio Moro, para uma vaga no STF. Em entrevista à rádio Bandeirantes, o presidente disse que firmou um compromisso com o ex-juiz da Lava Jato e que vai honrar o que foi acertado.

“Eu fiz um compromisso com ele porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Eu falei: a primeira vaga que tiver lá, vai estar a sua disposição”, disse Bolsonaro.

O Supremo tem 11 ministros, e a próxima vaga deve ser aberta em novembro de 2020, quando irá se aposentar o decano Celso de Mello. Quem indica é o presidente, mas o candidato precisa ser sabatinado e aprovado em votação no Senado. Sobre isso, Bolsonaro afirmou: “Sei que não lhe falta competência para ser aprovado lá. Mas [queremos] uma sabatina técnico-política, tá certo?”. Moro não se pronunciou sobre as declarações de Bolsonaro.

Ministério das Cidades

Em meio ao mal-estar entre o governo e o Congresso, causado pela votação da reforma administrativa, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), conversou ontem com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Até então, em aceno à Câmara, o governo negociava umaindicação de Maia e de deputados para o futuro Ministério das Cidades. No entanto, Maia disse ao ministro que não indicará o ex-deputado Alexandre Baldy (PP) para o cargo nem apresentará outro nome. Argumentou que, se fizer isso, o governo pode acusá-lo de querer o ‘toma lá, dá cá’.

Como votou meu deputado?

G1 lançou no sábado uma ferramenta que mostra o posicionamento de cada deputado e de cada senador nas principais votações deste ano. Com ela, você poderá acompanhar o trabalho dos seus representantes no Congresso. As páginas serão atualizadas sempre que ocorrer uma votação relevante. Veja abaixo:

Balança comercial

Ministério da Economia divulga hoje o resultado de abril da balança comercial. Em março, houve superávit de US$ 4,99 bilhões, isto é, quando as exportações superam as importações.

De olho na bagagem

Novas regras para bagagens em aeroportos — Foto: Reprodução / TV GloboNovas regras para bagagens em aeroportos — Foto: Reprodução / TV Globo

Os passageiros que voarem a partir de hoje de Congonhas (SP), Galeão (Rio), Santos Dumont (Rio), Santa Genoveva (Goiânia) e Salgado Filho (Porto Alegre) terão que prestar mais atenção ao tamanho da bagagem de mão. Nesses terminais, será obrigatório despachar as malas que estiverem acima do tamanho padrão: 55 cm de altura, 35 cm de largura e 25 cm de profundidade, com até 10 kg de peso. A regra está sendo implantada aos poucos nos principais aeroportos do país.

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Dezenas sorteadas na Mega-Sena — Foto: Gabriela Sarmento / G1Dezenas sorteadas na Mega-Sena — Foto: Gabriela Sarmento / G1

Ainda não se sabe de onde é a aposta que, no sábado, levou o histórico prêmio de R$ 289 milhões da Mega-Sena. O jogo foi registrado pela internet, e a Caixa não divulgou a cidade nem o estado. Esse foi o maior prêmio de concursos regulares da Mega-Sena. A Caixa diz ter recebido mais de 126 milhões de apostas.

É campeão!

Brasil supera os EUA e leva título inédito no revezamento 4x100m

Brasil supera os EUA e leva título inédito no revezamento 4x100m

Pela primeira vez, o Brasil foi campeão mundial de atletismo no revezamento 4 x 100 metros. O feito é do quarteto formado por Rodrigo Nascimento, Derick Silva, Jorge Vides e Paulo André, que derrotou os sempre favoritos norte-americanos e ainda cravou o melhor tempo do ano: 38s05. Importante lembrar: o time dos EUA conta com Justin Gatlin, atual campeão mundial nos 100 metros rasos.

Brasileirão

Três times paulistas venceram neste domingo (12) e chegaram a 10 pontos de 12 possíveis, no topo da tabela. O Palmeiras bateu o Atlético-MG em Belo Horizonte e está em 1º por causa do saldo de gols. O vice-líder é o Santos de Sampaoli, que atropelou o Vasco no Pacaembu. O São Paulo se reencontrou com Rogério Ceni, venceu o Fortaleza e manteve a 3ª posição. Os três paulistas são os únicos invictos do campeonato. Veja como ficou a classificação após 4 rodadas.

Curtas e Rápidas:

Fonte: G1

 

 

Por Blog do BG

Bolsonaro diz que vai corrigir tabela do IR pela inflação a partir de 2020

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende corrigir pela inflação a tabela do imposto de renda em 2020. A declaração foi dada neste domingo, 12, à Rádio Bandeirantes. “Falei para o Guedes (ministro da Economia, Paulo Guedes) corrigir a tabela do IR de acordo com a inflação no ano que vem. Pedido não é uma ordem, mas pelo menos corrigir o IR pela inflação para o ano que vem, com certeza vai sair”, declarou o presidente.

Bolsonaro disse que tentará realizar uma reforma tributária, mas que solicitou à sua equipe que os trabalhos sejam feitos “devagar”. “Não pode ir com muita pressa. Pedi ao pessoal para ir mais devagar para resolver mais coisa”, afirmou.

Segundo o presidente, Guedes ouviu um segundo pedido em relação à reforma tributária: que o limite de dedução com gastos em saúde e educação possam ser ampliados.

Especialistas consideram que correção aventada por Bolsonaro atenuaria a defasagem acumulada pela tabela do IR diante da inflação, que é de 95,46% nos últimos 22 anos, segundo cálculo do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional). Caso a tabela de IR fosse corrigida integralmente desde 1996, os contribuintes que ganham até R$ 3.689,93 por mês seriam isentos do imposto, em vez de um teto de R$ 1.903,98 como há hoje.

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Flávio Bolsonaro pede fim da investigação por ser ilgal e diz que pode ter errado por ‘confiar demais’ em Queiroz

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse neste domingo (12) que é alvo de uma investigação ilegal do Ministério Público do Rio de Janeiro, defendeu o arquivamento do caso e afirmou que seu erro pode ter sido “confiar demais” no ex-assessor Fabrício Queiroz.

O filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que a apuração que o atinge é ilegal e que o único caminho possível é o encerramento dela.

Os promotores investigam uma movimentação financeira atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz enquanto ele trabalhava no gabinete do político na Assembleia Legislativa do Rio.

Para ​Flávio, a indicação de que o Ministério Público pedirá a quebra de sigilo bancário e fiscal dele é uma medida para dar “verniz de legalidade” à investigação.

“Para que esse pedido, se meu extrato já apareceu na televisão? Eles querem requentar uma informação que conseguiram de forma ilegal. Como viram a cagada que fizeram, agora querem requentar, dar um verniz de legalidade naquilo que já está contaminado e não tem mais jeito”, disse.

“Não tem outro caminho para a investigação a não ser ela ser arquivada, e eles sabem disso.”

A investigação, baseada em relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), já está perto de completar 500 dias sem que tenha havido até agora nenhuma conclusão. No mês passado, a Justiça negou pedido do senador para suspender a apuração contra seu ex-assessor.

Neste domingo, Flávio disse que não sabe o paradeiro de Queiroz. “Ele tem um CPF e eu tenho outro. Não sei onde ele está, não tenho informação da família, não sei nada.”

Ele afirmou ainda que o ex-funcionário gozava de sua confiança quando trabalhava no gabinete, mas agora “está demonstrando que não é merecedor dela”. O parlamentar reclamou que o ex-assessor demorou a se manifestar quando surgiram as primeiras suspeitas e que, por isso, foi “sendo fritado enquanto ele não falava nada”.

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Aceno de Bolsonaro a Moro com vaga no STF dá força à discussão no Congresso para retardar aposentadoria de ministros

A pretensão de indicar o ministro Sergio Moro (Justiça)para a primeira vaga que for aberta no Supremo, anunciada por Jair Bolsonaro neste domingo (12), pode ser frustrada pelo Congresso. Integrantes do STF foram avisados de que uma nova revisão da chamada PEC da Bengala está sendo discutida por deputados e senadores. A ideia é incluir no texto da reforma da Previdência uma emenda que eleva a idade de aposentadoria obrigatória de ministros da corte de 75 para 80 anos.

A medida está sendo rascunhada por caciques do Congresso há algumas semanas. A fala do presidente em entrevista ao programa do jornalista Milton Neves, da rádio Bandeirantes, neste domingo, tende a dar gás ao movimento.

Se aprovada, a medida pode estender a permanência dos ministros Celso de Mello e Marco Aurélio Mello na corte. Pela regra atual, eles teriam de deixar o STF em 2020 e 2021, respectivamente.

Na magistratura, a fala de Bolsonaro foi interpretada como um “sossega leão” no ministro da Justiça. A avaliação é o que presidente quis afagar Moro e impedi-lo de, diante das dificuldades que enfrenta, abandonar o governo tão cedo.

PAINEL / FOLHA

Dinheiro fica menos decisivo em campanha eleitoral para deputado federal

Em 2018, os gastos com a campanha eleitoral foram menos decisivos para a eleição de deputados federais que em pleitos anteriores. A conclusão é de estudo inédito da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a Fundação Brava. A pesquisa analisou despesas e arrecadações nas disputas para a Câmara desde 2002.

O último pleito foi o primeiro em que se observou queda na concentração de recursos pelos que conquistaram o cargo. De 2002 a 2014, os deputados federais eleitos responderam por uma média de 62% de tudo o que foi gasto na campanha à Casa. Em 2018, esse percentual caiu para 44%.

Ainda foi reduzida pela metade a disparidade entre os gastos de homens e mulheres, considerando todos os candidatos. Em 2014, os homens gastaram R$ 1,2 bilhão a mais. No ano passado, a diferença ficou em cerca de R$ 550 milhões.

A desigualdade de gastos entre candidatos brancos, negros e pardos também caiu.

A principal explicação para o fenômeno são as novas regras para financiamento de campanhas. Com a proibição de doações por empresas, o poder de arrecadação dos candidatos à Câmara caiu.

Os mais afetados foram aqueles que costumavam ser os grandes beneficiados pelas doações empresariais: candidatos veteranos, homens, brancos, com ensino superior e, em geral, de estados considerados de maior peso no cenário político nacional.

“Quem foi o grande perdedor? O candidato à reeleição que tinha acesso a recurso empresarial. Isso favoreceu os outsiders. Você tira a arma dele [o veterano], que era o acesso ao recurso”, diz o professor da FGV e coordenador do estudo, George Avelino.

A legislatura atual tem o menor percentual de reeleitos desde 1998 (48,9%). Também tem a maior representatividade feminina já registrada, com 77 deputadas —em 2014, foram 53 eleitas, entre os 513 parlamentares da Casa. Diferentemente do que ocorreu com os homens, o gasto das candidatas durante a campanha teve leve alta.

Principal fonte de recursos, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (ou fundo eleitoral) colocou R$ 1,7 bilhão de dinheiro público nas campanhas de 2018. Os partidos tinham autonomia para determinar as regras de distribuição, desde que reservassem mínimo de 30% para candidaturas de mulheres.

Também puderam ser usadas nas eleições verbas oriundas do fundo partidário, dinheiro público que serve para subsidiar o funcionamento das legendas. Em 2018, foram repassados cerca de R$ 889 milhões, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Para efeito de comparação, as eleições 2014 arrecadaram, só em doações de empresas, R$ 3,44 bilhões (considerando todos os cargos em disputa).

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Fonte: Blog do BG

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