PONTO DE VISTA: APESAR DOS GUERREIROS DO TRF4 AINDA CONTINUAMOS VULNERÁVEIS

Caro(a) leitor(a),

Felizmente para o cidadão de bem ainda existem dentro do judiciário algumas ilhas de seriedade, honestidade e lisura. Dentro desse contexto, ou seja, da nossa realidade, o ideal seria que uma dessas ilhas fosse o STF, a mais alta instância da nossa justiça, pois teríamos a certeza que no pior das hipóteses a justiça seria feita. Mas, infelizmente a nossa realidade é outra. Apesar de o TRF4 ter demonstrado que podemos confiar nessa instância e que ela não se dobra aos descalabros do STF, o que foi feito agora com a manutenção da condenação do meliante Lula e do aumento de sua pena, ainda poderá ser desfeito quando seus advogados apelarem ao STF. Por isso tudo não podemos seguir mantendo na ativa alguns togados que deveriam estar cumprindo pena junto com Lula. Algo precisa ser feito e me parece que o caminho mais sensato a seguir é provocar o impedimento desses togados. A pressão popular junto aos presidentes do senado e da câmara através de todo os meios de comunicação disponíveis é indispensável. Eu descobri o twitter dos dois e já comecei a perturbar. Faça isso você também e se todo brasileiro consciente o fizer em pouco tempo conseguiremos tudo que quisermos. 

Gebran Neto rejeita todas as preliminares de Lula, inadmite mensagens roubadas e detona o STF

“Não há nulidade alguma”, cravou o desembargador relator João Pedro Gebran Neto, para rejeitar todas as preliminares proposta pelo abobalhado Cristiano Zanin, requerendo a anulação do processo do sítio de Atibaia, que condenou o meliante Luiz Inácio Lula da Silva pelo cometimento dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Em seu voto, o relator foi categórico para indeferir a inclusão no processo de mensagens roubadas.

“É sabido até pelas pedras que o material é fruto de interceptação absolutamente ilícita.”

Por fim, Gebran Neto fez uma revelação e detonou o STF.

Todas as alegações finais foram entregues por todas as partes no “último dia, no último horário, não havendo qualquer prejuízo para a defesa”.

O magistrado arrematou mandando um recado para o STF, lembrando que inexiste previsão legal e que o STF resolveu escrever uma norma processual, que “jamais” poderia ter efeito retroativo.

“Com a devida vênia ao STF, me parece que ele cria uma norma processual não escrita, fazendo com que todos os juízes do Brasil tivessem que adivinhar que, em determinado momento, seria aplicada uma nova norma.”

da Redação

Fonte:Jornal da Cidade On Line

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