PONTO DE VISTA

Caro(a) leitor(a),

Quando vejo em praticamente todas as mídias de ontem pra cá uma empolgação tão grande em torno da figura do presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia, depois de um eloquente discurso, auto promocional, ontem ao final da sessão que aprovou a PEC da reforma da previdência em primeiro turno, fico me perguntando: a quem interessa toda essa promoção de Rodrigo maia? Realmente ele foi o grande responsável por essa vitória acapachante do governo?

Não vamos nos enganar com certas encenações teatrais baratas! Com o choro emocionado do sr. Rodrigo Maia, nem com os elogios a ele direcionados. O Congresso Nacional é o maior e mais competente templo da dramaturgia brasileira. Por isso não nos iludamos e continuemos vigilantes até o final da votação em segundo turno. E olho vivo em Rodrigo Maia, pois não é flor que se cheire. De bom moço só tem a cara!

Se Maia é tão bom, por que a reforma do Meirelles não foi aprovada?

Athos Menezes

Publicado  em 

Por  

 

Luis Macedo | Câmara dos Deputados

 

Alguns jornais estão dando destaque a vitória governista da PEC que trata das mudanças do sistema previdenciário.

Diante disso, boa parte da grande mídia afirma que a vitória é da articulação de Rodrigo Maia.

Mas por que a reforma do Temer não foi aprovada?

Henrique Meirelles criou uma proposta que foi desidratada para R$ 500 bilhões, mas sem a quantidade de votos para aprovar.

Analogamente, a proposta de Meirelles dava muito mais privilégios e mesmo assim não ganhou força.

Entretanto, o apoio popular ao Presidente Bolsonaro e seus parlamentares deu força para uma nova reforma com uma economia maior.

De acordo com Marcel Van Hattem, Estados e Municípios entrarão numa nova proposta para o mês de setembro.

Tal proposta deverá ser baseada no texto original criado por Paulo Guedes.

Ou seja, mesmo com as desidratações da reforma original a economia deve girar em torno de R$ 1 trilhão.

Se o tal Rodrigo Maia fosse realmente bom teria aprovado todas as reformas propostas pelo alinhamento ideológico com Temer e Meirelles.

Fonte: Conexão Política

Deixe uma resposta