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NUTRIÇÃO: PRIORIZE O SEU CÉREBRO E FAÇA UMA NUTRIÇÃO A BASE DE ÔMEGA-3

A nutrição do nosso corpo é primordial à nossa saúde e começa pelo cérebro. Nesta terça-feira o destaque, aqui na coluna NUTRIÇÃO é uma dieta do mediterrâneo e ômega-3, priorizando o cérebro e uma melhor saúde mental. Então, aproveite essa oportunidade incrível e leia o artigo completo a seguir!

A melhor nutrição está no cérebro: dieta do mediterrâneo e ômega-3 é a receita para uma melhor saúde mental

Alimentos ricos em ômega 3 sobre mesa de madeira.
Tatjana Baibakova / 123RF

A digestão ocorre no estômago e no intestino, mas é o hipotálamo, no cérebro, que controla o apetite e a necessidade de ingestão de alimentos, sendo o responsável pelo controle da fome e da sede.

Essa região do cérebro está relacionada à sobrevivência, estando por essa razão localizada no chamado cérebro reptiliano. Ela é responsável por nos “lembrar” que devemos nos alimentar e beber. Nosso cérebro representa 2% do peso no nosso corpo, mas usa 20% da energia, por isso a alimentação é uma fonte de energia vital. Em relação à água, o cérebro consiste em 73% de água. Se retirarmos a água, nosso cérebro consiste em 60% de gordura e a gordura de melhor qualidade é o ômega-3.

O ômega-3 é retirado de peixes gordos, como salmão, arenque e sardinha. Leite e ovos também têm ômega-3, mas há um porém: se os animais se alimentaram do pasto, terá ômega-3, caso seja alimentado de forma industrializa este não será produzido. Exatamente como o salmão de cativeiro, que representa a maioria do consumo e que não possui ômega-3, sendo ideal que o salmão seja selvagem. Que tal as nozes, sementes de chia, linhaça? Também contêm ômega-3 e é uma ótima gordura para o nosso cérebro. Para bebês, o leite materno tem ômega-3 e pesquisas já revelaram que crianças que foram amamentadas por ele tiveram melhor desempenho escolar.

Não produzimos ômega-3, ela vem da dieta, no caso da amamentação, vem da nutrição na dieta da mãe. A melhor alternativa são as fontes naturais e não de vitaminas, estas não são comprovadamente um substituto com a mesma qualidade dos alimentos naturais.

Bebê sendo amamentado pela mãe.
Anna Shvets / Pexels

O cérebro cresce a uma taxa de 250 mil células nervosas por minuto, durante a gestação, nos 3 primeiros meses o cérebro do recém-nascido vai de 55% do tamanho do cérebro adulto.

E a melhor dieta? A do mediterrâneo, confira uma rotina nesta dieta:

Café da manhã

Chá de ervas e frutas, não muitas, o suficiente. Pode optar pelo sanduíche com duas fatias de pão integral com queijo de cabra ou minas, azeite, tomate, ervas e manjericão.

Pode optar pelos frutos secos na parte da manhã, pois como têm muitas calorias, sustenta ao longo do dia e são “queimados“ no decorrer do dia.

Almoço

Peixe em especial os mais gordurosos que contenham ômega-3. Tempere-o com ervas e especiarias como noz moscada, tomilho, alecrim e orégano. Arroz integral com lentilhas, legumes como cenoura, tomate, couve-flor e salada. Pode substituir o peixe por carne sem gordura, seja de vaca, porco, que esteja bem cozida. O cogumelo é uma ótima opção aos vegetarianos e contém alta fonte de proteína.

Salmão fatiado sobre folhas verdes e tomates.
Ponyo Sakana / Pexels

Sobremesa

Espere uns 30 minutos após a refeição para comer frutas como ameixa, laranja, abacaxi, tangerina ou kiwis.

Lanche da tarde

Iogurte natural com frutas vermelhas com farelo de aveia e um fio de mel. Pode variar no dia seguinte com iogurte com lactobacilos vivos para ajudar na microbiota intestinal.

Jantar

Uma sopa leve ou uma refeição mais leve como sardinha, atum, com berinjela, azeite, azeitonas, pimentão, cebola, alho podendo acrescentar uma fatia de pão integral para acompanhar.

Ceia

Um bom chá de camomila, manjericão com alecrim, maçã, chás que favoreçam um bom relaxamento.

Obrigado

Fabiano de Abreu
Escrito por Fabiano de Abreu
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ALIMENTAÇÃO: ENTENDA O QUE OS ALIMENTOS E CHÁS DIURÉTICOS FAZEM REALMENTE COM O NOSSO CORPO

Ledo engano, pura ilusão…as pessoas acham que remédios, alimentos e chás diuréticos podem ajudar a a emagrecer e se perdem com isso durante muitos anos de suas vidas. Nada disso resolve. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir para entender o que realmente funciona!

Diuréticos emagrecem? Entenda o que eles fazem com o corpo

Remédios, alimentos e chás diuréticos não emagrecem e ainda podem trazer consequências graves para o corpo

Por stocknroll / Getty Images

Por stocknroll / Getty Images

Muitas pessoas buscam emagrecer, mas às vezes confundem emagrecer com perder peso. Perder peso pode significar subir na balança e o valor numérico reduzir.

Para isso, algumas pessoas usam remédios ou alimentos diuréticos, suplementos e às vezes chás caseiros ou industrializados para emagrecer. Mas isso está errado.

Qualquer um desses métodos que fazem urinar mais vão fazer o peso diminuir. No entanto, a perda é apenas de líquido. Assim, eles não emagrecem, pois a gordura corporal continua igual.

Para emagrecer, é preciso diminuir gordura corporal, enquanto o que você consegue com diurético é apenas desidratar.

Riscos dos diuréticos

E o pior: junto com a água, você também perde nutrientes importantes como o cálcio, sódio e potássio, que podem trazer sintomas e doenças como cãibras, queda de pressãotontura, fraqueza, desmaios e arritmias cardíacas.

Seu corpo é basicamente composto por gordura, músculo, ossos, líquido, órgãos e tecidos. O peso dos seus ossos, órgãos e tecidos variam muito pouco no seu dia a dia. O que pode mudar rápido é o líquido.

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Atualmente você pode avaliar quanto você tem de líquido, gordura e massa magra usando bioimpedância. Esse tipo de balança mostra quanto do seu peso é gordura, músculo e líquido no total.

Esses indicadores são divididos entre cada perna, braço e circunferência abdominal, ao promover a passagem de energia elétrica por todo o seu corpo através dos 8 eletrodos (metais) presentes nos suportes dos pés e mãos.

Portanto não se engane. Diurético faz você desidratar, o que é diferente de emagrecer, e ainda pode pode por em risco sua saúde e sua vida.

Reginaldo Rena
Escrito por Reginaldo Rena
Nutrologia – CRM 69236/SP
Por Especialistas – Em 29/9/2020
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ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: PESQUISA APONTA QUE COMER TARDE AFETA O METABOLISMO E ATRAPALHA O EMAGRECIMENTO

O artigo a seguir tem como destaque uma pesquisa publicada no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism que focou no horário de alimentação a noite e chegou a conclusão que as pessoas que comem tarde da noite, próximo a hora de dormir afeta o metabolismo, prejudica a saúde e a longo prazo leva à obesidade. Leia o artigo completo a seguir e entenda como isso acontece!

Comer tarde da noite atrapalha o emagrecimento, diz estudo

Pesquisa indica que comer tarde, já perto do horário de dormir, altera o metabolismo e pode ser prejudicial à saúde

Escrito por Redação

Redação Minha Vida

Em 10/11/2020

Quando o assunto é dieta, o horário da alimentação sempre gera dúvidas. Afinal, comer tarde afeta o emagrecimento? De acordo com um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, sim, o horário da refeição pode influenciar na dieta tanto quanto o que está sendo consumido.

A pesquisa reuniu 20 voluntários saudáveis que foram divididos em dois grupos: um grupo fazia o jantar de rotina, às 18h, enquanto o outro realizava o jantar tardio, às 22h. Todos tinham o mesmo período fixo de sono, das 23h às 7h.

Para compreender quais são os efeitos que o horário da refeição pode exercer no corpo, os pesquisadores verificavam a glicose plasmática noturna e na manhã seguinte. Além de observar os níveis de insulina, triglicerídeos, ácidos graxos livres (FFAs), cortisol, oxidação de ácidos graxos na dieta e polissonografia durante a noite.

Comer tarde: resultados do estudo

Aqueles que foram comer tarde, às 22h, apresentaram glicose mais alta, um atraso de pico de triglicerídeo, menor FFA e oxidação de ácidos graxos. Esses efeitos, caso ocorram de forma crônica, podem levar à obesidade segundo a pesquisa.

Além disso, apesar de não afetar as fases e ciclos do sono, comer tarde causou aumento no cortisol, cuja produção elevada pode levar a problemas como:

  • Hipertensão
  • Hiperglicemia
  • Obesidade
  • Pele frágil
  • Listras roxas no abdômen
  • Perda de massa muscular e fraqueza
  • Osteoporose
  • Períodos menstruais irregulares
  • Excesso de pelos (em mulheres)
  • Atraso no desenvolvimento e baixa estatura (em crianças).

Com base nos dados colhidos entre os grupos, o estudo concluiu que a ingestão de calorias no final do dia, próximo ao horário de dormir, tem associação à obesidade e à síndrome metabólica. Por isso, a recomendação é evitar comer tarde, priorizando refeições sempre nos mesmos horários, criando uma rotina alimentar saudável e regular.

Síndrome metabólica: o que é e quais são os sintomas

A síndrome metabólica é um conjunto de doenças – como obesidade e pressão alta – que, quando associadas, aumentam o risco de problemas cardiovasculares. A causa é a resistência à insulina, que acontece geralmente com o ganho de peso ou com diabetes tipo 2.

O ganho de peso nesse processo promove aumento da pressão arterial e alterações de triglicérides e colesterol. Os sintomas mais comuns são:

  • Problemas de colesterol (que aumentam o risco de infarto e derrame)
  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Acantose nigricans, escurecimento da pele em regiões como cotovelos, axilas e pescoço
  • Acrocórdons, crescimento da pele do pescoço, levando ao aparecimento de lesões que lembram pequenas verrugas escurecidas.

Evitar comer tarde, adotar uma dieta saudável, rica em fibras, frutas, carnes magras e vegetais, e realizar atividades físicas regularmente é essencial para prevenção da síndrome.

Fonte: 

Redação

Minha Vida

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ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: APRENDA AS MELHORES RECEITAS DE PRATOS A BASE DEMANDIOCA

Em ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, aqui na coluna NUTRIÇÃO desta terça-feira você vai conhecer 10 receitas nutritivas e saborosas com mandioca, tanto de pratos doces como salgados,. A mandioca é uma raiz tuberosa rica em potássio, fibras, vitamina C e folato. Dentre inúmeras propriedades curativas, promove um bom funcionamento do intestino, fortalecem o cabelo, são benéficos para os olhos, previnem a anemia e reduzem o colesterol. Então, este tubérculo não pode faltar na sua mesa e nas suas refeições.

34 receitas incríveis com mandioca e os benefícios de se consumir essa raiz

10 receitas nutritivas e saborosas com mandioca

Saiba como fazer excelentes pratos doces e salgados com mandioca

Escrito por Redação

Redação Minha Vida

Em 3/11/2020

Originária da América do Sul, a mandioca é uma raiz tuberosa rica em potássiofibrasvitamina C e folato. Seus nutrientes promovem um bom funcionamento do intestino, fortalecem o cabelo, são benéficos para os olhos, previnem a anemia e reduzem o colesterol.

Além disso, a mandioca tem ação anti-inflamatória e antioxidante. Ela é ótima para quem pratica atividades físicas ou deseja emagrecer, pois é um carboidrato de baixo índice glicêmico.

Por causa da ação positiva no intestino e nutrientes essenciais, o consumo da mandioca também é indicado durante a gravidez e para introdução alimentar das crianças.

A seguir, veja uma lista de receitas com mandioca perfeitas para refeições principais e até mesmo lanches da tarde, com opções salgadas e doce.

Pizza fit com massa de mandioca

A pizza de massa de mandioca é uma ótima receita fitness para comer algo diferente sem sair da dieta. O prato é ideal para almoço, jantar e lanche da tarde, principalmente para os praticantes de atividades físicas.

O recheio fica a seu critério, então capriche no tempero e aproveite uma pizza leve e saudável! Veja o passo a passo de como fazer pizza fit com massa de mandioca.

Bolinho de mandioca assado

Um prato fácil de fazer e perfeito para qualquer hora do dia: assim é o bolinho de mandioca assado. O petisco é feito com apenas quatro ingredientes, e tempero a gosto.

Essa receita pode ser uma ótima escolha para introduzir o alimento na dieta das crianças e adolescentes. Confira como preparar o bolinho de mandioca assado.

Bolinho light de carne e mandioca

A mandioca é o ingrediente principal da massa do bolinho light, e a carne vermelha moída proporciona um recheio repleto de ferrozinco e vitamina B12. Essa receita também é assada.

Na hora de comprar a carne, não se esqueça de pedir para que ela seja moída na hora, garantindo assim maior segurança quanto ao corte e à higiene. Aprenda a fazer bolinho light de carne e mandioca.

Bolinho fit de mandioca com carne de sol

O bolinho fitness de mandioca com carne de sol e queijo é uma opção rápida e prática para um lanche com baixa caloria. O modo de preparo é bem simples: tudo junto e misturado, formando bolinhas que, após assadas, rendem um prato saboroso.

Nesse prato – caso prefira -, também é possível substituir a carne de sol por frango desfiado. Saiba como preparar bolinho fit de mandioca com carne de sol.

Bolinho funcional de mandioca

Alimentos funcionais aceleram o metabolismo e ajudam na prevenção de doenças. O mesmo acontece com as receitas. Adicionar esse bolinho funcional de mandioca à dieta pode melhorar a qualidade de vida.

Além da mandioca, entre os ingredientes tem iogurte natural e gergelim, que dão um toque especial ao prato. Confira o passo a passo da receita de bolinho funcional de mandioca.

Bolo de mandioca com coco

E que tal uma receita doce e saudável? O bolo de mandioca com coco é a melhor opção! O coco é rico em nutriente, além de ser um fruto funcional. Nessa receita, ele está presente na versão ralada e como leite vegetal, na massa.

A mandioca também é um dos ingredientes que compõem a massa. Veja como fazer bolo de mandioca com coco.

Pastelzinho de aveia, linhaça e mandioca

Pastel sem óleo? Também temos! O pastelzinho de aveialinhaça e mandioca é uma receita fitness e assada. É um ótimo snack para qualquer hora do dia, super fácil de fazer.

A linhaça é um grão muito presente nas dietas de quem deseja manter uma vida saudável, assim como a aveia, um cereal rico em fibras. Saiba como preparar pastelzinho de aveia, linhaça e mandioca.

Escondidinho de bacalhau com mandioca

Uma receita especial perfeita para reunir toda a família! O bacalhau é um peixe muito consumido na Páscoa, quase que um alimento típico do feriado. E o escondidinho de bacalhau com mandioca pode ser uma opção saudável para a época.

Quando estiver preparando o peixe, não se esqueça de deixá-lo de molho na água por um tempo, tirando assim o excesso de sal e evitando possíveis problemas na pressão arterial. Veja a receita de escondidinho de bacalhau com mandioca.

Empadão de frango e mandioca

Empadão é sempre bem-vindo para um delicioso petisco ou lanche da tarde. Nessa receita, o recheio é bem cremoso, feito com frango e mandioca.

O frango é um tipo de proteína que possui baixo teor de gorduras, além de ser rico em minerais, aminoácidos e vitaminas essenciais, como as do complexo B. Confira o passo a passo da receita de empadão de frango com mandioca.

Caldo de camarão com mandioca

Para quem gosta de frutos do mar, essa receita é imperdível. O camarão possui baixa caloria e é repleto de gorduras boas e proteínas. Além disso, ele pode ser um bom aliado na prevenção de diabetes e doenças cardiovasculares e na redução dos níveis de colesterol.

Aprenda a fazer caldo de camarão com mandioca.

Fonte:

Redação

Minha Vida

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NUTRIÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO ZINCO PARA A SUA NUTRIÇÃO E SAÚDE

Nesta edição da coluna NUTRIÇÃO você vai tirar as suas dúvidas sobre um elemento importantíssimo para a nossa nutrição e saúde: o Zinco. Aqui você vai saber de todos os benefícios comprovados dessa substância e o que a sua deficiência pode causar. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir e aprender como tirar o melhor proveito do zinco! 

Zinco é essencial para diabéticos e melhora a imunidade

A substância também é importante para o crescimento e auxilia na cicatrização

A carne possui boas quantidades de zinco - Foto: Getty ImagesA carne possui boas quantidades de zinco – Foto: Getty Images

zinco é uma substância conhecida como elemento-traço. Ele tem como função determinar a forma e disposição espacial das proteínas ligadas ao DNA e algumas enzimas importantes no nosso metabolismo. Cerca de 300 enzimas necessitam do zinco para sua ação nas células. Ele ainda melhora a memória e é fundamental na formação e regulação de hormônios da tireoide, suprarrenal, testículo e insulina. A substância também é essencial para o sistema imunológico e processo de cicatrização.

Benefícios comprovados do zinco

Ação antioxidante: O zinco se destaca pela ação antioxidante, diminuindo a quantidade de radicais livres no nosso corpo. Os radicais livres afetam negativamente as funções das células, aumentando as chances da pessoa desenvolver tipos diferentes de câncer.

Bom para diabéticos: A ação e a liberação da insulina ocorre de forma mais eficiente quando o zinco está presente no organismo. Como o diabético tem dificuldades na ação deste hormônio, a presença do elemento facilita esta questão, fazendo com que a insulina cumpra melhor seu papel, evitando a hiperglicemia.

Melhora a imunidade: O zinco tem ação direta no funcionamento dos linfócitos, células de defesa do nosso organismo, melhorando a imunidade. Além disso, o zinco age nos processos anti-inflamatórios e no nosso DNA, ambas as questões estão relacionadas com a imunidade.

Ajuda na cicatrização: O zinco auxilia na cicatrização porque tem um papel de ação nas células que ajudam no processo de cicatrização, como os fibroblastos.

Ajuda no crescimento e desenvolvimento: O zinco é diretamente responsável pela divisão celular, síntese de proteínas e modulação de hormônios. Todos estes fatores estão ligados ao crescimento das crianças e adolescentes e também ao desenvolvimento sexual. Por isso, é importante que elas tenham boas quantidades deste elemento. Também é necessário que as gestantes tenham as quantidades corretas de zinco para que o feto se desenvolva sem complicações e não tenha problemas de saúde.

Deficiência de zinco

A falta de zinco pode ser detectada por meio de exame de sangue ou dos fios de cabelo. A ausência do elemento pode causar falta de apetite, alterações no paladar, olfato e no comportamento, intolerância à glicose, disfunções imunológicas, retardo de crescimento e atraso da maturação sexual.

Interações

Semente de abóbora possui boas quantidades de zinco - Foto: Getty Images

Semente de abóbora possui boas quantidades de zinco – Foto: Getty Images

Algumas fibras podem dificultar a absorção do zinco, como os fitatos presentes em cereais integrais, soja e em algumas leguminosas. Porém, esta interferência parece estar ligada ao tipo de proteína presente na dieta e estudos tentam estabelecer esta relação. Ferro e zinco estão diretamente ligados. O aumento de um na dieta interfere negativamente na absorção do outro. Estudos sugerem que a vitamina A, presente no fígado, gema de ovo, leite e derivados e folhas verdes escuras, também pode interferir na absorção de zinco.

Combição com o zinco

Estudos apontam que as proteínas de origem animal podem melhorar a absorção de zinco.

Fontes de zinco

As principais fontes de zinco são carnes vermelhas, ostras, semente de abóbora e girassol, leguminosas, como feijão e lentilha, oleaginosas, como amêndoa, amendoim, noz-pecã, castanha do Pará, castanha de caju, gérmen de trigo e carne de porco cozida.

Quantidade recomendada de zinco

IdadeIngestão adequada – mg/diaLimite tolerável de ingestão
0 a 6 meses2 mg4 mg
7 a 12 meses3 mg5 mg
1 ano a 3 anos3 mg7 mg
4 anos a 8 anos5 mg12 mg
9 anos a 13 anos8 mg23 mg
Homens de 14 a 18 anos11 mg34 mg
Homens a partir de 19 anos11 mg40 mg
Mulheres de 14 a 18 anos9 mg34 mg
Mulheres a partir de 19 anos8 mg40 mg
Gestantes com menos de 18 anos13 mg34 mg
Gestantes a partir de 19 anos11 mg40 mg
Lactantes com menos de 18 anos14 mg34 mg
Lactantes com mais de 19 anos12 mg40 mg

Fonte: Institute of Medicine

Riscos do consumo em excesso de zinco

Feijão possui boas quantidade de zinco - Foto: Getty Images

Feijão possui boas quantidade de zinco – Foto: Getty Images

O consumo em excesso de zinco pode causar diarreia, náuseas e vômitos devido à uma irritação gastrointestinal. Pode ocorrer aumento da sudorese, taquicardia, visão turva e embaçada, hipotermia, complicações renais e até hemorragia. Além disso, ocorre a deficiência de cobre. O excesso de zinco por meio da alimentação é raro, normalmente ele ocorre devido a suplementação realizada de forma errada.

Uso dos suplementos de zinco

Os suplementos de zinco costumam ser orientados em casos de pessoas que se alimentam mal e atletas. Contudo, a necessidade da suplementação deve ser determinada por um nutricionista ou nutrólogo.

Fontes consultadas:

Nutrólogo André Veinert, da Clínica Healthme gerenciamento de Perda de Peso.

Nutrólogo José Alves Lara neto, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN)

Fonte: 

Bruna Stuppiello
Escrito por Bruna Stuppiello
Redação Minha Vida
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NUTRIÇÃO: CÚRCUMA, UMA ESPECIARIA INDIANA PARA CURAR TODOS OS SEUS MALES!

Você é literalmente o que você come, disso eu não tenho a menor dúvida. Por isso, nesta quarta-feira, aqui na coluna NUTRIÇÃO, temos um artigo especialíssimo sobre como aprimorar e proteger seu cérebro com uma especiaria fenomenal chamada de Cúrcuma. Essa substância fantástica, consumida por culturas ancestrais védicas da Índia, a aproximadamente 4.ooo anos, para curar todos os tipos de males e doenças, desde congestão nasal, intoxicações, feridas e até condições de pele, através da medicina Ayurveda. Então lhe convido a ler o artigo completo a seguir e descobrir os segredos da longevidade dos contumazes consumidores dessa maravilha de raiz!

Como aprimorar e proteger seu cérebro com cúrcuma

Raízes de cúrcuma cortadas em volta de um pote com cúrcuma em pó.
Foto: Sommai Larkjit / 123RF

Há cerca de 4.000 anos, culturas ancestrais védicas da Índia usavam cúrcuma como tempero para comidas e em cerimônias religiosas. Existem registros de aproximadamente 2.500 anos atrás da cúrcuma sendo uma importante parte da medicina ayurvédica. A ayurveda é uma prática ancestral indiana de cura natural e holística. A ayurveda pode ser traduzida como “ciência da vida” – ayur significando vida e veda ciência ou conhecimento. A cúrcuma é usada desde essa época para curar todos os tipos de males e doenças, desde congestão nasal, intoxicações, feridas e até condições de pele. A literatura ayurvédica tem mais de 100 termos distintos para cúrcuma, dependendo do seu uso e propósito.

Até os dias de hoje o país que mais produz e consome cúrcuma no mundo é a Índia. A cúrcuma como o tempero que conhecemos é extraída da raiz (rizoma) da Cúrcuma longa, nome científico da planta. Essa raiz é cozida em água alcalina e depois seca ao sol. Na maioria das vezes a raiz é triturada e transformada em um pó e embalada para venda.

Apesar de ser usada há milhares de anos como um tratamento da medicina tradicional, nos últimos dez anos a medicina moderna tem estudado essas evidências tradicionais mais a fundo. As pesquisas científicas com a cúrcuma demonstram uma variada gama de benefícios à saúde, especialmente para o cérebro.

O maior responsável pelos benefícios mentais da cúrcuma é a curcumina, um polifenol com propriedades impressionantes. Diversos estudos demonstram as propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes naturais da curcumina. Esse composto está sendo amplamente estudado pela ciência em diversas aplicações para melhora da capacidade e saúde cognitiva.

Raízes de cúrcuma ao redor de um pequeno pote com cúrcuma em pó.
Imagem de Nirmal Sarkar por Pixabay

Redução de inflamação e menores níveis de oxidação promovem uma série de benefícios para a saúde. O poder anti-inflamatório da curcumina é tão forte que na mesma dose chega a ser igual ao de alguns remédios anti-inflamatórios com o benefício adicional de não ter os efeitos colaterais. Essa redução da inflamação melhora a memória de curto e longo prazo, pois ativa e protege o hipocampo, centro de memória do cérebro.

O consumo desse tempero também pode ajudar nosso cérebro a se reparar e até crescer. A curcumina aumenta a produção natural de Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF, em inglês). BDNF é uma proteína usada pelo cérebro como hormônio de crescimento. Ela

é capaz de estimular a criação de novos neurônios e novas conexões entre os neurônios. Nosso cérebro tende a perder neurônios com a idade, diminuindo a capacidade cognitiva. Porém esse ciclo pode ser atenuado com níveis mais altos de BDNF.

Adicionalmente, a curcumina tem sido estudada como mecanismo de prevenção a Alzheimer. Esse polifenol tem capacidade de quebrar a placa de beta-amiloide que se acumula no cérebro dos pacientes que possuem a doença. Essa capacidade serve como um mecanismo para retardar a doença em pacientes que já apresentam sintomas ou para prevenção em pessoas que possuem predisposição à doença.

Outros estudos ainda apontam a curcumina como possível agente anticancerígeno. Um estudo realizado no Brasil, pela UFRGS, liga a cúrcuma à prevenção de câncer cerebral. Nos testes em animais, viram uma redução de 45 a 65% no seu número de tumores no cérebro com o consumo de curcumina.

Resumo dos benefícios:

Refratário com cúrcuma em pó sobre uma mesa.

Imagem de Nirmal Sarkar por Pixabay
  • Poderoso antioxidante e anti-inflamatório
  • Melhor memória de curto e longo prazo
  • Promove plasticidade neural (cria e repara neurônios)
  • Combate e previne Alzheimer
  • Evidências de propriedades anticancerígenas

Conseguir todos esses benefícios não é difícil nem caro. Cúrcuma em pó é facilmente encontrada em supermercados e lojas de produtos saudáveis e a raiz fresca pode ser encontrada em feiras e hortifrútis.

Um detalhe importante: sozinha, a poderosa curcumina não tem uma boa absorção pelo corpo. Porém, uma solução muito simples é consumi-la junto com pimenta-do-reino.

A piperina da pimenta aumenta significativamente a absorção e a biodisponibilidade da curcumina.

Algumas combinações para usar cúrcuma de forma natural no dia a dia:

  • Ovos mexidos ou omelete com cúrcuma e pimenta-do-reino
  • Molhos e marinadas com iogurte natural, azeite e cúrcuma
  • Sopas, caldos e curry temperado com cúrcuma
  • Arroz branco ou risoto tingido com cúrcuma em vez de açafrão
  • Shot de cúrcuma e gengibre triturado com limão espremido

Existem muitos outros temperos, que você talvez já conheça que trazem benefícios para memória, atenção, humor e disposição. Descubra mais com o e-book gratuito “6 Temperos para a Mente”.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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NUTRIÇÃO: SAIBA COMO FORTALECER SUA IMUNIDADE NATURALMENTE

Em tempos de pandemia de coronavírus, onde depois de 5 meses ainda se sabe muito pouco ou quase nada sobre esse vírus e as vacinas ainda devem demorar pelo menos mais 6 meses, é imprescindível fortalecer ao máximo a nossa imunidade. E a forma mais eficaz é através de uma alimentação absolutamente saudável e natural. Por isso lhe convido a ler o artigo completo a seguir e conhecer as dicas de como fazer isso! 

Fortalecendo a imunidade naturalmente

Pote em formato de coração com frutas e cereais, ao lado de um estetoscópio.
Foto: udra / 123RF

Em tempos de pandemia, o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é o isolamento social, seguido de formas de evitar o contágio, seja por meio de máscaras, do distanciamento humano, até que se encontre uma vacina eficaz contra o coronavírus (Covid-19). Além disso, as pessoas devem se preocupar em como fortalecer o sistema imunológico, evitando assim a probabilidade de contaminação, ou, caso ocorra, que os sintomas e a intensidade que afetam o organismo sejam minimizados de forma expressiva e perceptível.

O sistema imunológico humano funciona como uma barreira que blinda o corpo humano contra os antígenos: vírus, bactérias, entre outros. O método de defesa do organismo, por meio desse sistema, é denominado de resposta imune. Tal resposta ocorre de duas formas: a inata ou natural e a adquirida ou adaptativa.

A imunidade inata ou natural é nossa primitiva linha de proteção, visto que nos acompanha desde o nascimento, constituída por barreiras físicas, químicas e biológicas. Como exemplos, a pele é uma barreira física que nos protege contra os agentes patogênicos; a lágrima lubrifica os olhos, protegendo-os contra infecções; o suco gástrico é produzido pelo estômago e atua no processo de digestão; o suor tem ácidos graxos que auxiliam a pele a impedir a entrada de fungos; as plaquetas agem na coagulação do sangue.

A imunidade nata também é representada pelas células de defesa, como os leucócitos, neutrófilos e macrófagos; estes são, metaforicamente falando, os “soldados do organismo”.

Caso a imunidade natural não funcione, a imunidade adquirida entra em ação. A imunidade adaptativa consiste basicamente na defesa adquirida ao longo da vida, por meio de anticorpos e vacinas. A imunidade adaptativa opera diante de determinado problema. Depende do acionamento de células especializadas, chamadas de linfócitos.

Podemos fortalecer o sistema imunológico de forma natural, por meio do uso das plantas medicinais e alguns alimentos com funções antibióticas, antivirais e antibactericidas citados a seguir:

EQUINÁCEA

Foto ampliada de uma flor de equinácia.

Imagem de M W por Pixabay

Essa planta medicinal, também conhecida como Flor-de-cone, Púrpura ou Rudbéquia, é considerada um dos melhores imunoestimulantes naturais que existe, por sua capacidade de neutralizar a ação de micro-organismos patogênicos: vírus, fungos e bactérias. Outras propriedades: anti-inflamatória, antioxidante, desintoxicante; laxativa e antialérgica. As partes usadas da Equinácea são a raiz, as folhas e as flores, podendo ser utilizadas na forma de chá, infusão, compressa, e também encontrada em farmácias como cápsulas ou comprimidos.

UNHA DE GATO

Foto de um ramo de unha-de-gato.

Foto de keisotyo em Wikimedia Commons

Desenvolve-se na forma de cipó, formando arbustos. Seu nome científico é Uncaria tomentosa e é popularmente conhecido como Herinha. Suas principais propriedades são: anti-inflamatória, antioxidante e depurativa do organismo. Auxilia no tratamento de infecções e inflamações diversas do organismo humano, como artrite, úlcera e amigdalite. A casca, raiz ou folha da planta pode ser consumida em chás, infusões, ou em cápsulas.

CALÊNDULA

Foto de uma flor de calêndula.

Imagem de Heike Frohnhoff por Pixabay

A calêndula é uma planta medicinal, também conhecida como bem-me-quer, maravilha, margarida dourada ou verrucária, muito utilizada contra erupções, eczemas e outros problemas inflamatórios da pele. As propriedades medicinais são: adstringente, analgésica, anti-inflamatória, antifúngica, calmante, cicatrizante, antialérgica, antifúngica, antiviral e bactericida. As folhas e flores são componentes de pomadas, banhos, emplastos e chás e/ou infusões.

GINSENG

Prato com raízes de ginseng sobre uma mesa.

Imagem de whaltns17 por Pixabay

Erva comum na medicina chinesa, e a variedade mais recomendada é a Panaxginseng, sendo amplamente empregada para melhorar o raciocínio, a memória, a concentração e a resistência física. Foi comprovado cientificamente que seu principal componente ativo tem importantes propriedades anti-inflamatórias e anticâncer, além de ser antidepressivo e anticonvulsivante. No Oriente, principalmente na China, é muito empregado na forma de chás ou xaropes das folhas e caules, mas, no Brasil, é vendido em farmácias, como cápsulas ou comprimidos.

GINKGO BILOBA

Imagem ampliada de folhas de ginko biloba.

Imagem de Marzena P. por Pixabay

O Ginkgo Biloba é uma planta tradicional da medicina chinesa com ação anti-inflamatória, antioxidante e melhoria do fluxo sanguíneo corporal e cerebral. Este último benefício explica porque essa erva é mundialmente conhecida como excelente para a saúde mental, sendo recomendada contra demência, auxiliando a memória e o raciocínio. No Brasil, é encontrado nas farmácias em cápsulas ou comprimidos.

MACELA

Flores de macela em um campo.

Imagem de Vilve Roosioks por Pixabay

Essa erva brasileira é conhecida como Alecrim-de-parede, Camomila-nacional, Carrapichinho-de-agulha, Macela-de-campo, Macela-amarelo ou Macelinha e famosa por sua função calmante. Além de ser comum para tratamentos do sistema gastrointestinal e contra dor dentária, tendo em vista suas propriedades anti-inflamatórias. Ainda tem ação antiviral, antiespasmódica, antisséptica, calmante, antialérgica, adstringente, tônica, digestiva e expectorante. Utiliza-se as flores secas em chás ou infusões, além de tinturas.

PRÓPOLIS

Potes de vidro com mel e própolis empilhados.

Foto de formulário PxHere

Combinação de pólen, cera e resinas vegetais que as abelhas recolhem por meio das enzimas salivares. Dentre as variedades de própolis existentes e estudados para a saúde temos: marrom, verde e vermelha, todas com excelentes propriedades de antibiótico natural, anti-inflamatório, antifúngico e imunoestimulante. Pode ser utilizado na forma de extrato, tintura ou spray, tanto uso interno quanto externo (problemas de pele).

CÚRCUMA (AÇAFRÃO-DA-TERRA)

Cúrcuma em pó ao lado de cúrcuma em planta, com folhas decorativas.

Imagem de Nirmal Sarkar por Pixabay

Planta medicinal, também chamada de açafrão-da-terra, açafrão-da-índia, mangarataia e gengibre-dourado, utilizada tradicionalmente na Ayurveda (medicina tradicional da Índia), além de ser amplamente utilizada como especiaria na culinária. Apresenta inúmeras propriedades farmacológicas: antioxidante, anti-inflamatória, antibacteriana, antitumoral, diurética, hepatoprotetora, neuroprotetora, sedativa, entre outras. Pode ser empregada em tinturas, infusões ou como condimentos em molhos, carnes, sopas e outros pratos culinários.

GENGIBRE

Foto de gengibres cortados em fatias sobre uma mesa de madeira.

Imagem de Joseph Mucira por Pixabay

O gengibre é vegetal nativo da Ásia, onde a raiz é usada na culinária e na medicina natural. A planta tem benefícios terapêuticos: ação bactericida, anti-inflamatória, desintoxicante e termogênica. Amplamente utilizada no tratamento de enfermidades do sistema digestivo (cólica, gases, azia, diarreia, náusea), respiratório e circulatório. Utiliza-se na forma de chá ou infusão, xarope, pasta, ou como condimento culinário.

ALHO

Foto ampliada de quatro cabeças de alho, com uma delas pela metade.

Foto de formulário PxHere

O alho é uma planta comestível, rica em diversas vitaminas e minerais: enxofre, selênio, manganês, cálcio, cobre, potássio, fósforo, ferro, vitaminas B1, B6, C e fibras. Auxilia na redução da pressão arterial, níveis de colesterol LDL, desintoxicação por metais pesados, desempenho físico e combate a demência. Utilizado amplamente na culinária como tempero, mas tem as versões em cápsulas, tinturas ou óleos.

PIMENTÃO

Pimentões vermelhos e amarelos em uma cesta.

Foto de formulário PxHere

Vegetal parente das pimentas, em cores diferentes, do verde claro ao vermelho. O pimentão contém vitaminas A, C, B (1,3,5, e 6), E e K, além de antioxidantes carotenoides. Por suas propriedades auxilia na prevenção do câncer, degeneração cerebral, diminuição do risco de doença cardiovascular e saúde da visão. Amplamente utilizado na culinária na forma de saladas, molhos, sopas, entre outros.

ACEROLA

Imagem ampliada de frutas de acerola.

Imagem de Ponciano por Pixabay

Pequena fruta rica em vitaminas A, C, B1, B2, B3, B5 e B9, além de cálcio, zinco, cobre, magnésio, potássio e antioxidantes. A grande quantidade de vitamina C torna essa fruta importante aliada para aumentar a imunidade do organismo, sendo muito recomendada no combate de gripes e resfriados. Usada no preparo de refrescos, doces, geleias e sorvetes.

LIMÃO

Limão cortado ao meio sobre mesa de madeira.

Foto de formulário PxHere

Fruta enriquecida em vitamina C, minerais e antioxidantes, com propriedades antibióticas, antissépticas, cicatrizantes, diuréticas, imunoestimulantes. Podendo ser consumida na forma de sucos, shakes e molhos culinários.

Dica: um excelente shot de saúde para fortalecer o sistema imunológico de crianças e adultos – tomar em jejum meio limão (qualquer variedade) em meio copo de água filtrada com 10 gotas de própolis verde.

Se quiser conhecer mais a respeito do maravilhoso mundo da Medicina Natural, visite nosso site ou agende uma consulta.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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NUTRIÇÃO: A MASTIGAÇÃO É UM DOS REGULADORES DA SACIEDADE. POR ISSO AJUDA A EMAGRECER

O artigo publicado no site Minha Vida sobre Mastigação é o destaque desta segunda-feira na coluna NUTRIÇÃO. Saiba a importância da mastigação e o quanto ela sendo bem feita pode contribuir para uma melhor absorção, nutrição e para o emagrecimento.

Mastigar bem pode te ajudar a emagrecer - Veja o porquê

Mastigar bem os alimentos ajuda a emagrecer

Mastigação é um dos fatores que controlam quanto vamos comer em uma refeição

Por Especialistas – Em 3/7/2020

Diferente de alguns mitos sobre alimentação, a mastigação influencia não somente na digestão do alimento como também é um dos reguladores da saciedade. Antes de explicar como a mastigação interfere no processo, vamos entender o que é fome, apetite e saciedade.

Atitudes e comportamento alimentar são hoje assuntos largamente estudados e divulgados nas mídias. Com a evolução da ciência da nutrição, percebemos que comer não é apenas uma ato ?biológico?, mas que também envolve outros fatores como crenças, estado de humor, fatores sociais, ambientais e hábitos adquiridos ao longo da vida. Eles são influenciadores do nosso comportamento e nossas escolhas alimentares.

Antigamente, não havia supermercados, alimentos processados eram inexistentes e comer envolvia esforços que hoje não existem mais. Assim, nosso organismo foi adaptado para armazenar a maior quantidade de calorias possível como forma de sobrevivência.

Fome e saciedade

Para regular o processo de alimentação, sinais biológicos de fome e saciedade foram adaptados e fazem parte de um complexo sistema interno de regulação que envolve atributos biológicos e não biológicos.

Com a facilidade da vida moderna, obter alimento passou a ser algo fácil e, com isso passamos a comer sem estar com fome. O que antes era decorrente de um sinal biológico passou a ser um “hábito” com hora marcada. Assim, outro sinal que regulava o controle de ingestão alimentar também não é mais percebido. Como podemos sentir saciedade se não estamos com fome de fato?

saciedade é descrita como a percepção de plenitude gástrica, com a perda da sensação de fome após o ato de comer. Fome por sua vez é a necessidade fisiológica de comer. Se fomos educados a comer pois está “na hora”, os sinais internos de fome não são mais reconhecidos como algo biológico e passamos a perceber a fome mais como um fator ambiental.

Passamos a comer por satisfação e prazer, e o desejo de comer um alimento específico ou grupos de alimentos como forma de obter satisfação é algo comum. A esse processo damos o nome de apetite.

Benefícios da mastigação

E onde a mastigação entra nessa história toda? Como podem lembrar, no início deste artigo falamos que existem reguladores que determinam nossa ingestão alimentar, e a mastigação é um deles. Nosso cérebro demora em média 20 minutos para perceber que estamos saciados a contar da primeira mastigação. Se comermos muito rápido, nossa percepção de saciedade ocorrerá quando o estômago estiver “cheio” e enviar ao cérebro o sinal de plenitude gástrica, o que faz com que a ingestão de alimentos seja maior do que se mastigássemos mais vezes.

Além disso, mastigar bem os alimentos também auxilia no processo de digestão, uma vez que esses ficarão melhor triturados e com isso mais fáceis de serem digeridos. Outro benefício da mastigação é que, durante o processo de mastigar, nosso corpo recebe sinais e se prepara quimicamente para digerir e absorver os nutrientes dos alimentos, fazendo com que ocorra uma melhor absorção e digestão dos nutrientes ingeridos e sirva também como um regulador da ingestão alimentar.

Uma técnica muito utilizada na nutrição comportamental é a reeducação dos sinais biológicos de fome e saciedade. Para tal, ensinamos nossos clientes a durante as refeições fazerem pausas para perceber a saciedade e a fome. Muitos se surpreendem com o fato de se sentirem saciados com uma quantidade muito menor de alimentos do que àqueles habitualmente ingeridos.

Com esse simples hábito de comer com atenção aos sinais biológicos de fome e saciedade, muitas pacientes minhas conseguem controlar sem medicação e de maneira natural a ingestão adequada de alimentos. Assim, perdem peso e percebem que de fato comiam em excesso por fatores externos como ansiedade e hábito, não por “fome”.

Espero que esse artigo ajude vocês a entender que podem controlar a quantidade de ingestão de alimentos com o simples ato de “perceber” os sinais de saciedade. A mastigação será uma ação fundamental nesse processo.

Camilla Marques Meizler
Nutrição – CRN 26217/SP
Fonte: Minha Vida
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NUTRIÇÃO: QUANDO O GLÚTEN É MOCINHO OU VILÃO?

Nesta edição da coluna NUTRIÇÃO temos um artigo super interessante sobre o glúten que analisa o porquê de estar aumentando tanto a intolerância a essa substância nos últimos tempos. Também trás um receita maravilhosa de pão de amêndoas, claro, sem glúten, pra você fazer em casa.

Será que vale a pena tirar o glúten da sua alimentação?

Mulher com as duas mãos em frente ao seu corpo e a uma bandeja com pão.

Com certeza você já reparou a sua volta a oferta crescente de produtos sem glúten, assim como deve ter amigos ou parentes que optam por uma dieta livre desse composto.
Atualmente observa-se um número crescente de pessoas intolerantes ao glúten, além dos celíacos.

Os portadores da doença celíaca têm um grau de intolerância elevado de tal forma, que o mínimo contato com glúten pode colocar sua vida em risco, desencadeando diarreia, fechamento de glote, cólicas e diversos outros sintomas.

Os intolerantes podem apresentar anemia, enxaqueca, artrite, infertilidade, depressão, fadiga e vários outros desconfortos, porém não precisam de um controle tão rígido, não necessitando investigar se existem traços de glúten em tudo que consomem.

Trigo em campo, focado na imagem.

Pixabay/Martin Ludlam

Já parou para se perguntar por que isso está acontecendo?

Diante do crescimento da intolerância ao glúten, vários estudos passaram a ser realizados em busca de um fator que justificasse esses dados.

No livro “Barriga de trigo”, o cardiologista William Davis acredita que o desenvolvimento dessa intolerância está ligado à mudança genética que o próprio trigo sofreu ao longo dos anos.

Davis aponta diversos problemas que o consumo de glúten pode acarretar, mesmo para quem não é intolerante:

  • Dependência (tal qual substâncias viciantes)
  • Obesidade
  • Acnes e espinhas
  • Doenças cardiovasculares
  • Lipogênese
  • Envelhecimento precoce
  • Diabetes
  • Resultado metabólico de natureza acídica

Contudo, mesmo diante dos estudos apresentados, pode parecer desafiador optar de forma espontânea pela redução do consumo de glúten.

Deixar o pãozinho de lado, a pizza de domingo, assim como as pastas da mamma, é algo que não passa pela cabeça.

Porém, indo além dos estudos, existe um convite para você experimentar e provar como se sente ao reduzir o consumo de glúten no seu dia a dia, avaliando e percebendo como seu corpo se comporta, para então fazer uma escolha consciente, baseada na sua experiência.

Vou dizer que faz dez anos que optei por deixar o glúten fora das minhas refeições. Meu nível de vitalidade, imunidade e bem-estar cresceu de forma exponencial, mas essa é a minha percepção.

Diante de minha escolha, ao longo desses anos, desenvolvi diversas receitas que trazem satisfação e prazer.

Uma delas é o pão de amêndoas. Anota a receita, pega o avental, e vamos para a cozinha!

Pão de amêndoas

Serve: 6 pães

Ingredientes

  • 1 xícara de chá de farinha de amêndoa
  • 1/2 xícara de chá de aveia em flocos médios
  • 3/4 de xícara de chá de polvilho doce
  • 1/4 de xícara de chá de azeite
  • 2 colheres de chá de sal
  • 1 sachê de fermento biológico para pão
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • Mix de sementes a gosto

Modo de preparo

  1. Em um bowl pequeno, misture o fermento com o açúcar.
  2. Adicione 1/2 xícara de chá de água morna e misture. Reserve.
  3. Em um bowl grande, coloque a aveia, a farinha de amêndoa, o polvilho doce e o sal. Misture.
  4. Adicione o azeite, 1/2 xícara de chá de água e o fermento dissolvido em água.
  5. Misture, integrando todos os ingredientes.
  6. Unte 6 aros de modelar alimentos, de 8 cm de diâmetro, com azeite e farinha de mandioca.
  7. Distribua os aros sobre uma assadeira untada.
  8. Distribua a massa, preenchendo os seis aros por igual.
  9. Polvilhe a superfície dos pães com o mix de sementes.
  10. Deixe descansar por 15 minutos.
  11. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 45 minutos.
  12. Retire do forno e distribua os pães sobre uma grade.
  13. Espere esfriar antes de cortar (o pão continua seu processo de cozimento, depois que sai do forno).

Pão redondo com lascas de amêndoas.

Pexels/hermaion

Dicas

  • A água a ser misturada no fermento deve estar morna, com uma temperatura agradável para mergulhar o dedo, de forma que não desestabilize o fermento.
  • O pão pode ser armazenado em recipiente fechado por até 5 dias na geladeira, ou dois dias em temperatura ambiente.
  • Você pode enriquecer o seu pão, acrescentado algumas sementes à massa.
  • Você pode optar por assar o seu pão em uma forma de bolo inglês, no lugar dos aros.

Bom apetite!

Anah Locoselli
Escrito por Anah Locoselli

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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NUTRIÇÃO: CONHEÇA A AYURVEDA, CIÊNCIA ORIENTAL DA PREVENÇÃO

Na nossa coluna NUTRIÇÃO desta quinta-feira temos um artigo muito esclarecedor sobre a medicina Ayurveda oriental, ciência baseada na prevenção, a base de uma alimentação naturalista e super saudável. Convido você a conhecer melhor os segredos dessa ciência milenar!

Ayurveda: a ciência da prevenção

Mesa com velas e especiarias típicas da Ayurveda

Com o surgimento de diversos problemas crônicos e doenças degenerativas, cada vez mais há a procura por sistemas de cura alternativos e medicinas complementares.

A soma de hábitos ruins e comida de baixa qualidade fez surgir problemas de saúde que a medicina moderna não consegue solucionar, e dessa forma medicinas ancestrais como o Ayurveda entram em foco com a ideia central da prevenção.

Medicina Moderna X Ayurveda

Mulher sentada em um parque, com suco e flores, durante sessão de Ayurveda.

Flickr/Amila Tennakoon

Com toda a fé que desenvolvemos no século passado na ciência e medicina moderna, por que cada vez mais pessoas buscam racionalidades médicas ancestrais como o Ayurveda e a Medicina Chinesa?

A resposta está na vontade de viver os últimos anos com saúde e sem problemas crônicos. A medicina moderna é uma excelente ferramenta de correção para doenças e problemas graves, sabemos disso. Mas mesmo com o surgimento de um novo pensamento integrativo nos médicos de hoje, a indústria farmacêutica ainda domina o meio das ciências médicas modernas. E assim fez-se das doenças o mercado mais lucrativo do mundo, investindo-se pouco em prevenção e apostando na possibilidade quase que infinita de correção em curto prazo.

Mas o Ayurveda possui foco na prevenção e, antes de receitar qualquer ferramenta (intervenções, fitoterápicos) de correção, atua na mudança de estilo de vida e na supressão de hábitos prejudiciais.

Dessa forma evitamos que novas doenças se formem ou que novos desequilíbrios continuem aumentando as doenças já instaladas, podendo-se em médio prazo reduzir efeitos nocivos no corpo e partir para um reequilíbrio integral e completo.

Como Funciona a Prevenção no Ayurveda?

Profissional de Ayurveda em sessão de tratamento.

Foto: Pixabay

O Ayurveda aposta na adequação do estilo de vida ao biotipo de cada indivíduo. Ou seja, antes de receitar qualquer mudança na vida de alguém, o terapeuta ayurvédico realiza um diagnóstico completo e traça um biotipo psicofísico chamado de Dosha.

Esse diagnóstico permite que hábitos (ruins ou bons) sejam adequados à capacidade e necessidade de cada um, e que a alimentação seja ajustada de acordo com o fogo digestivo e a necessidade não só de nutrientes, mas de sabores e propriedades especiais dos alimentos para cada conjunto corpo-mente.

E dessa forma traça-se um caminho terapêutico de prevenção e cura em todos os níveis da vida, incluindo alimentação, rotina, sono, exercícios adequados e muito mais. Isso aumenta a longevidade, melhorando a absorção de nutrientes (físicos e emocionais) e diminuindo o desgaste dos tecidos.

Rotina Diária e Hábitos Saudáveis

Mulher sorri enquanto corta frutas em sua cozinha.

Foto de Nathan Cowley no Pexels

A ideia de prevenção no Ayurveda tem o nome de Svastravitta e possui a sua base nos hábitos adequados e estilo de vida saudável. A base da saúde, de acordo com o Ayurveda, está ligada a três fatores essenciais: alimentação, sono e atividade sexual saudável.

Quando nos alimentamos adequadamente, não são geradas toxinas, chamadas de AMA, que prejudicam a distribuição da energia densa e sutil no corpo, e permite-se uma absorção adequada de nutrientes.

Quando adequamos nosso sono e dormimos o suficiente sem viciar os tecidos corporais, conseguimos uma digestão sutil completa, um descanso absoluto e uma reconstrução celular perfeita.

Quando entendemos a rotina sexual saudável para o nosso biotipo, deixamos de desgastar excessivamente o nosso corpo e, além de evitar desperdício de energias densas e sutis, conseguimos uma atividade sexual completa e plena.

David Leys
Escrito por David Leys

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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NUTRIÇÃO: DESCUBRA OS SEGREDOS E AS BENESSES DO CHOCOLATE

Na coluna NUTRIÇÃO desta terça-feira conheça os segredos e as benesses do chocolate para a sua saúde que você nunca imaginou. São pelo menos 10 motivos para você consumir esse alimento maravilhoso. Portanto, não perca tempo e leia a texto completo a seguir!

Chocolate. Conheça os principais motivos para degustar essa iguaria

Não é preciso de muito esforço para saber que o chocolate é um dos doces mais amados pelo mundo inteiro, mas poucos sabem os benefícios que essa iguaria pode proporcionar ao corpo humano – mas, claro, se consumida com moderação, pois qualquer exagero pode desregular o organismo. É bem provável que você não precise de motivos para degustar essa delícia, mas, se precisar, saiba que hoje daremos a você 10 motivos para comê-la sem culpa!

Por que o chocolate faz bem ao corpo humano?

O chocolate pode ser um grande aliado à saúde, quando consumido de forma adequada, principalmente nas versões que possuem a concentração de cacau ideal. Alguns especialistas afirmam que em uma barra de chocolate pode ter diversos componentes como o principal ingrediente, como o cacau, a gordura, o açúcar, a castanha, a avelã, as nozes, entre outros que são grandes fontes de minerais e vitaminas. Além disso, o chocolate contém em sua composição algumas substâncias antioxidantes que podem até prevenir doenças cardiovasculares e muitos tipos de câncer.

Fique atento: não é qualquer tipo de chocolate que faz bem à saúde! Muitos estudos comprovam que boa parte dessas substâncias benéficas ao organismo é encontrada apenas em chocolates do tipo amargo ou dark – em que a concentração de cacau é maior ou igual a 70%. Entenda: quanto mais cacau, menos açúcar!

Duas barras de chocolate escuro no sabor meio amargo.

Imagem de Alexander Stein por Pixabay

Veja alguns motivos para degustá-lo e se beneficiar com essa iguaria:

1. O chocolate previne doenças

Pode parecer difícil de acreditar, mas o consumo diário moderado de chocolate amargo pode reduzir de forma considerável o risco de doenças do coração, pode melhorar o fluxo sanguíneo, diminuir os níveis de colesterol ruim e até mesmo reduzir a pressão arterial. Quer saber por quê? Porque essa iguaria possui flavonoides, que são compostos bioativos que possuem funções antioxidantes e anti-inflamatórias. Ah, é válido ressaltar que esse antioxidante existente no chocolate também previne o envelhecimento da pele!

2. Auxilia no emagrecimento

Acredite se quiser: os ácidos fenólicos que estão presentes no cacau auxiliam no processo da perda de peso. Essas substâncias têm o poder de interferir na produção do hormônio que proporciona aquela sensação de saciedade – a leptina – e ainda ajudam a queimar algumas calorias. Algumas pesquisas afirmam, inclusive, que o cacau pode evitar o fato de o organismo estocar gordura.

3. Aliado nos treinos e exercícios físicos

A Universidade de Kingston, na Inglaterra, realizou um estudo com um grupo de atletas onde foi comprovado que comer chocolate propicia um melhor desempenho durante atividades físicas. Segundo o estudo, isso ocorre porque um dos nutrientes do cacau, chamado catequina, age como um vasodilatador, proporcionando uma melhor circulação do sangue e aumentando consideravelmente as funções cardíacas.

Tablete quadriculado de chocolate amargo. Ele está meio embalado em um papel de alumínio.
Imagem de jacqueline macou por Pixabay

4. Melhora o humor

Esse pode ser um dos benefícios mais conhecidos e imediatos do consumo do chocolate. O chocolate é muito eficaz quando o assunto é melhorar o humor e talvez seja por isso que, nos períodos de TPM, as mulheres tendem a querer comprar uma barrinha para aliviar os sintomas causados pela baixa concentração de serotonina no organismo. O cacau é uma fonte rica em nutrientes que são capazes de estimular a produção de endorfina e serotonina no organismo – neurotransmissores que são responsáveis pela sensação de prazer, relaxamento e bem-estar.

5. Beneficia o cérebro

Aqui, os flavonoides entram em ação novamente! Além de possuírem um poder antioxidante, esses compostos facilitam a absorção de algumas vitaminas e têm efeito positivo sobre o processamento de informações visuais e sobre a memória humana. Quem come chocolate constantemente tende a sentir uma melhora na atenção, no raciocínio e até mesmo na dicção.

6. Fortalece os músculos

Um composto chamado epicatequina, que está presente nos chocolates com mais de 70% de cacau, auxilia no desempenho muscular e ainda evita a fadiga. Comer chocolate pode aliviar os músculos e reduzir o seu cansaço!

Quatro pedaços de chocolate preto um sobre o outro. Sob eles lascas de chocolate.
Imagem de StockSnap por Pixabay

7. Evita o estresse

Se você consumir o tipo certo de chocolate diariamente durante duas semanas, perceberá que o seu nível de estresse físico e mental reduzirá. Isso acontece porque algumas substâncias do cacau reduzem os níveis de cortisol do organismo – cortisol é conhecido como o famoso hormônio do estresse, que ainda pode causar alterações na produção hormonal, o aumento de inflamações e a pressão sanguínea. Sabendo disso, comer chocolate pode ser muito mais prazeroso do que você imaginava, não é mesmo?

8. Aliado na gravidez

Durante a gravidez, o chocolate pode ajudar a prevenir a pré-eclâmpsia! A Universidade de Yale, nos EUA, fez uma pesquisa no ano de 2013 em que foi constatado que as mulheres grávidas que comiam chocolate, em média cinco vezes por semana, eram 40% menos propensas ao desenvolvimento da hipertensão do que as que comiam menos de uma vez. Um composto chamado de teobromina, que está presente nas versões meio amargas e amargas, pode ser o grande responsável por tal benefício.

9. Alivia dores

Isso mesmo! Comer chocolate pode aliviar algumas dores! Segundo um estudo feito na Universidade de Chicago no ano de 2014, nos EUA, o ato de se distrair comendo ou bebendo algo por prazer atua como um remédio natural. Faça o teste! Se você está sentindo alguma dor muscular ou algo simples que pode ser tratado com algum medicamento de fácil acesso, tente comer um pedaço de chocolate e focar a sua atenção no prazer sentido quando ele é degustado!

Uma barra quadriculada de chocolate ao leite. Ela está com uma mordida.
Imagem de Ulrike Mai por Pixabay

10. Beleza

Além de possuir todos esses benefícios, o chocolate também é um aliado da beleza. Está presente em massagens, banhos de ofurô, máscaras e diversos cosméticos. Além de ter um grande poder hidratante, o chocolate pode combater os radicais livres e ajudar a evitar que as células sejam oxidadas.

Atenção: o chocolate branco não traz benefícios à saúde, pois a sua produção parte de alguns ingredientes com manteiga de cacau. Por não possuir a massa do cacau, automaticamente não contém as propriedades presentes nos chocolates amargos e meio amargos. Para completar, a versão branca é rica em gordura saturada e muito mais calórica.

Fonte: 

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras
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NUTRIÇÃO: DICAS DE ALIMENTAÇÃO PARA ALIVIAR OS SINTOMAS DA DEPRESSÃO

Neste sábado a nossa coluna NUTIRÇÃO tem dicas importantíssimas para aliviar os sintomas da depressão através de uma alimentação saudável e nutritiva para fazer a sua glândula pineal produzir mais serotonina, o hormônio do bem estar e trazer mais alegria pra sua vida. Então leia o texto a seguir, reflita e tire suas conclusões!

Alimentos que aliviam os sintomas da depressão

Mulher triste sentada em refeitório vazio, em frente a uma bandeja com comida intocada.

A depressão é uma doença que afeta grande parte da população mundial. Estima-se que 24 milhões de latino-americanos sofram desse mal.
Apenas os portadores desse transtorno sabem como é difícil conviver com a doença. A falta de disposição e insatisfação pessoal não as deixa realizar tarefas simples do dia a dia e, em casos mais graves, até mesmo trabalhar. Isso se deve ao fato de que o cérebro de pessoas com depressão não produz a quantidade correta de serotonina, um neurotransmissor capaz de causar a sensação de bem-estar, bom humor e disposição.

Pessoas que sofrem com a depressão muitas vezes têm os seus sintomas (como a falta de ânimo, indisposição e irritabilidade) confundidos com preguiça e falta de boa vontade, o que não é verdade de forma nenhuma! A depressão é uma doença e necessita de acompanhamento médico para ser tratada. Contudo, existem alguns alimentos que ajudam a amenizar a fadiga e a falta de bem-estar.

As substâncias listadas a seguir estão presentes em uma variada gama de alimentos e proporcionam melhores condições para o cérebro produzir a serotonina, aumentando o humor e a disposição:

Selênio

O selênio ameniza os sintomas da depressão e reduz o estresse. Alguns alimentos são a castanha do Pará, nozes e amêndoas. Duas castanhas do Pará oferecem selênio suficiente para seguir o dia mais feliz;

Ômega 3

Lata de sardinha aberta e inclinada, com capsulas em gel de um líquido amarelo saindo do interior.Dulla/SAÚDE é Vital

O Ômega 3 promove maior sensação de bem-estar no corpo a longo prazo e, além disso, protege o coração e suas artérias e reduz o colesterol ruim. Encontramos no salmão, atum, truta, óleos de peixes e semente de linhaça;

Triptofano

Melancia, abacate, limão, banana, tangerina e mamão são algumas das frutas onde podemos encontrar triptofano, que é um aminoácido capaz de auxiliar na produção da serotonina;

Cálcio

Alimentos ricos em cálcio, como queijos, leite, amêndoas, entre vários outros, espalhados em uma mesa. No centro da imagem, uma pequena lousa tem a palavra "cálcio" escrita.

Reprodução/Revista Interativa

O cálcio participa ativamente na transmissão de impulsos nervosos e contrações musculares e regula a pressão arterial. Também combate a irritabilidade. Ingerindo 300 ml de leite desnatado por dia pode-se sentir os efeitos a longo prazo;

Vitamina B6

A vitamina B6 tem participação na produção de neurotransmissores, incluindo a serotonina. Alguns alimentos que contém essa vitamina são atum, banana e cereais integrais;

Magnésio

Alimentos ricos em magnésio como mamão, peixe e castanhas, sobre uma mesa.

Tomás Arthuzzi/SAÚDE é Vital

O magnésio tem função importantíssima na produção de neurotransmissores, portanto sua ingestão é aliada na melhora dos sintomas da depressão. Podemos achá-lo na soja, tofu, caju, tomate, espinafre, aveia e arroz integral;

Vitamina C

Promove melhora no funcionamento do sistema nervoso, dá energia e previne o estresse e a fadiga. Laranja é uma ótima fonte da vitamina;

Mel

Colher de madeira cheia de mel, a ponto de escorrer na ponta.O mel estimula a produção de serotonina no cérebro.

Vale ressaltar que pessoas que sofrem com a depressão devem evitar alimentos gordurosos, açúcar refinado, massas, pães e arroz que não sejam integrais, pois esses alimentos podem agravar os sintomas.

Para combater a doença, além de uma alimentação adequada, também recomenda-se a prática de exercícios físicos todos os dias. Meia hora de corrida por dia, por exemplo, gera quantidade suficiente de endorfina (também conhecida como o hormônio do prazer) no organismo para que a pessoa se sinta melhor e mais disposta.

No entanto é importante lembrar que esses alimentos são apenas aliados no combate aos sintomas e não substituem a ida ao médico. A ajuda médica é imprescindível para que você consiga o melhor tratamento.

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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NUTRIÇÃO: VAMOS CONHECER UM POUCO DE NUTRIÇÃO NATURALISTA

Nesta sexta-feira vamos conhecer um pouco de dieta vegana na nossa coluna NUTRIÇÃO com uma orientação profissional sobre como consumir proteínas corretamente informando quais os alimentos naturais mais ricos dessa substância primordial para a saúde humana. Leia o artigo completo a seguir e conheça as diferenças proteicas entre alimentos naturais e de natureza animal!

Alimentos ricos em proteínas

Em média, um homem com 18 anos precisa de 52 gramas de proteína diariamente, mas muitas pessoas tendem a consumir o dobro do recomendado. Nosso guia de proteínas tem o objetivo de mostrar como consumi-las na medida certa através de uma boa dieta vegana.

Primeiro, vamos entender quanto cada faixa etária precisa de proteína diariamente:

CriançasMulheresHomens
1-3 anos: 13 gramas14-18 anos: 46 gramas14-18 anos: 52 gramas
4-8 anos: 19 gramas+19 anos: 46 gramas+19 anos: 56 gramas
9-13 anos: 34 gramas

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da América (USDA), a nossa necessidade proteica pode ser facilmente suprida com uma variedade de alimentos à base de plantas, como:

  • Hambúrguer vegano: uma unidade contém 13 gramas de proteína;
  • Grãos de soja cozidos: uma xícara contém 29 gramas de proteína;
  • Feijão de lima: uma xícara contém 15 gramas de proteína;
  • Feijão preto cozido: uma xícara contém 15 gramas de proteína;
  • Feijão fradinho: uma xícara contém 13 gramas;
  • Feijão cozido: uma xícara contém 15 gramas de proteína;
  • Feijão carioca cozido: uma xícara contém 15 gramas de proteína;
  • Iogurte de soja natural: 225 ml contém 6 gramas de proteína;
  • Quinoa: uma xícara contém 8 gramas de proteína;
  • Bagel: uma unidade contém 10 gramas de proteína;
  • Pão integral: duas fatias contém 7 gramas de proteína;
  • Seitan (Carne de Glúten): 100 gramas contém 75 gramas de proteína;
  • Brócolis cozido: uma xícara contém 4 gramas de proteína;
  • Ervilha cozida: uma xícara contém 8 gramas de proteína;
  • Grão de bico cozido: uma xícara contém 15 gramas de proteína;
  • Amêndoa: 1/4 xícara contém 8 gramas de proteína;
  • Castanha de Caju: 1/4 xícara contém 5 gramas de proteína;
  • Manteiga de amêndoa: duas colheres de sopa contém 7 gramas de proteína;
  • Manteiga de amendoim: duas colheres de sopa contém 8 gramas de proteína;
  • Lentilha cozida: uma xícara contém 18 gramas de proteína;
  • Leite de soja: um copo contém 7 gramas de proteína;
  • Salsicha vegana: uma unidade contém 8 gramas de proteína.
  • Tempeh: uma xícara contém 31 gramas de proteína;
  • Espinafre cozido: uma xícara contém 5 gramas de proteína;
  • Semente de girassol: 1/4 xícara contém 6 gramas de proteína;
  • Tofu firme: 115 gramas contém 11 gramas de proteína;
  • Tofu normal: 115 gramas contém 10 gramas de proteína;
  • Espaguete cozido: uma xícara contém 8 gramas de proteína.

Muitas vezes as plantas contêm mais proteínas do que as de origem animal, por exemplo: 1/2 xícara de feijão preto tem 7 gramas de proteína, enquanto um ovo grande contém apenas 6 gramas; a salsicha vegana apresenta 7 gramas, enquanto uma salsicha básica contém apenas 5 gramas; nuggets veganos têm 14 gramas de proteína, enquanto nuggets de frango contam com apenas 9 gramas.

Em geral, a proteína contida nas plantas são melhores que qualquer outra, elas são mais baratas e saudáveis quando comparadas às de fonte animal, e são tão deliciosas quanto.

Quando nos alimentamos com proteínas de origem animal acabamos cometendo excessos, e isso traz muitos prejuízos como osteoporose, câncer, doenças renais e pedras nos rins. Assim, para você ter uma vida mais saudável, o ideal é suprir sua necessidade proteica através de uma dieta vegana com grãos, legumes, nozes, sementes e frutas. Você estará consumindo nutrientes de forma segura — e sem cometer excessos.


Texto escrito por Amanda Magliaro Prieto da Equipe Eu Sem Fronteiras

Eu Sem Fronteiras
Continuar lendo NUTRIÇÃO: VAMOS CONHECER UM POUCO DE NUTRIÇÃO NATURALISTA

NUTRIÇÃO: SAIBA COMO SE ALIMENTAR CORRETA E SAUDAVELMENTE

NUTRIÇÃO: SAIBA COMO SE ALIMENTAR CORRETA E SAUDAVELMENTE
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Equilíbrio alimentar e a busca por um organismo saudável

Ter equilíbrio alimentar é essencial para manter um organismo saudável: tudo em excesso é prejudicial! É preciso elaborar, de acordo com a necessidade de cada um, um cardápio funcional que invista em alimentos específicos para cada momento do dia, para que assim seja possível ter uma ótima qualidade de vida.

Para ter uma alimentação equilibrada, é preciso moderar o consumo de alguns alimentos e, quando necessário, abrir mão daqueles produtos que podem ser prejudiciais à saúde. O corpo humano necessita de nutrientes específicos para funcionar corretamente – o consumo regrado de certos alimentos, além de garantir o bom desenvolvimento do organismo, é responsável pela sensação de bem-estar após uma refeição.

É muito importante cuidar da alimentação e estar sempre ligado ao que o corpo precisa, para que não haja um desgaste e para que doenças não sejam desenvolvidas pelo simples descuido alimentar. O poder de cuidar do seu corpo está nas suas mãos e nós vamos te ajudar com algumas dicas!

Confira agora o que é uma alimentação equilibrada, o que você deve consumir para manter esse equilíbrio para que o seu organismo esteja sempre saudável:

No que consiste uma alimentação saudável?

Imagem composta por vários alimentos saudáveis como: salmão, uvas, laranja, kiwi, limão, pêssego alho poró.

Imagem de Welcome to all and thank you for your visit ! ツ por Pixabay

Para cumprir com as necessidades naturais do organismo, uma alimentação equilibrada consiste em três requisitos básicos:

Alimentação completa: cardápio que contém basicamente todos os tipos de nutrientes, sejam eles com propriedades para fins estruturais como as proteínas, para produzir energia como carboidratos e gorduras e com funções de equilíbrio como as vitaminas e os minerais.

Alimentação saudável: cardápio que descarta qualquer exagero: separa-se as quantidades necessárias entre os distintos nutrientes, com a finalidade de evitar qualquer falta ou excessos entre eles.

Alimentação variada: consiste em consumir habitualmente alimentos de diversas origens para garantir a ingestão de todas as bases nutritivas essenciais.

Imagem de uma bancada cheia de alimentos saudáveis como: verduras e legumes como: abobrinhas, cheiro verde, alho, couve flor, pimentão, cebola, tomate, batata, milho e cenoura.
Imagem de Roberto Justo Kabana por Pixabay

Alimentos que podem ser consumidos diariamente, sem culpa!

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o consumo diário de aproximadamente 400g de verduras frescas, hortaliças e frutas, traz muitos benefícios à saúde. A OMS afirma que os alimentos destes grupos têm propriedades que auxiliam na prevenção de doenças, equilibram o corpo e fazem com que o organismo funcione de forma correta. Veja alguns exemplos:

Proteínas: as proteínas agem diretamente na síntese dos músculos, garantindo um desenvolvimento totalmente saudável e natural. São ainda uma grande fonte de energia para o corpo e atuam no controle hormonal. Não importa se as proteínas são de origem animal ou vegetal, elas garantem os mesmos benefícios ao corpo humano. Exemplos de proteínas de origem vegetal: quinoa, oleaginosas e soja; de origem animal: carnes, queijos e leite.

Frutas: ricas em fibras alimentares, as frutas auxiliam na saúde do coração e ajudam no equilíbrio da flora intestinal. Este grupo tem uma grande ênfase quando o assunto é imunidade, pois possui uma grande concentração de vitamina C, que é responsável por fortalecer o sistema imunológico e mantê-lo saudável para prevenir doenças como resfriados e gripes. Exemplos de frutas: morango, banana, laranja, limão, ameixa, uva, melancia, entre tantas as outras existentes!

Verduras e hortaliças: alimentos extremamente ricos em minerais como o ferro, magnésio, cálcio e fósforo, atuam diretamente na prevenção da anemia, na melhoria do funcionamento do cérebro e no fortalecimento dos ossos. Exemplos: couve, brócolis, batata doce, abóbora e espinafre.

Imagem de uma mesa decorada com juta. Sobre ela uma caneca de café, um bule e um arranjo de flores vermelhas decoram o espaço.
Imagem de Jill Wellington por Pixabay

Alimentos que devem ser consumidos moderadamente – de vez em quando não faz mal!

Alguns alimentos têm grandes concentrações de nutrientes, mas precisam ser consumidos com muita cautela, pois carregam consigo uma quantidade excessiva de calorias, açúcares, sódio, entre outras substâncias nocivas que podem desequilibrar o organismo. Veja alguns exemplos:

Carboidratos: responsáveis por gerar energia, os carboidratos beneficiam o coração e o cérebro, mas… quando consumidos em excesso, podem proporcionar um ganho de peso considerável. Presentes em pães, arroz e massas, por exemplo, não é indicado que uma pessoa coma mais de 6 gramas de carboidratos por dia. Uma opção para quem gosta destes alimentos é dar preferência às suas versões integrais que contém maior quantidade de fibras.

Café: o famoso cafezinho está presente na alimentação de boa parte da população mundial. Poucos sabem, mas ele faz com que o nosso sistema imunológico se mantenha saudável, afasta o mau humor e ainda nos dá energia para enfrentar um dia cheio. Mas claro, excessos cortam automaticamente qualquer benefício! É indicado que uma pessoa beba de 3 a 4 xícaras de café por dia, nunca mais do que 400 mg de cafeína.

Chocolate: o tão amado e ao mesmo tempo temido, chocolate costuma ser a primeira opção de sobremesas e até um “remédio” para amenizar os sintomas de uma TPM. O cacau em si é um alimento muito saudável por conter flavonoides, que beneficiam a saúde cardiovascular e ainda aceleram o metabolismo. Para comer esse doce sem culpa, prefira sempre a versão amarga, que contém maior quantidade de cacau – mesmo assim, não exagere!

Imagem de uma sorbeteria com a apresentação somente de vários tipos e sabores de sorvetes de massa dentro de potes de alumínio.
Imagem de Jan Vašek por Pixabay

Alimentos que devem ser evitados – estes atrapalham o equilíbrio alimentar

É claro que é bem provável que em algum momento da sua vida você consuma alguns destes alimentos, mas saiba que quanto menos eles estiverem no seu cardápio, mais saúde você terá ao longo da vida. O motivo? Eles inflamam o organismo e são os responsáveis pelo surgimento de diversas doenças. Saiba quais são eles:

Gordura trans: encontrada principalmente em sorvetes, salgadinhos, margarina e até em babatas pré-cozidas e congeladas, a gordura trans é uma vilã que sobe os níveis de colesterol ruim no organismo, aumentando consideravelmente os riscos de doenças no coração. Escolha sempre os alimentos que possuem gorduras boas, como o salmão, abacate ou prepare os alimentos de maneiras mais saudáveis.

Álcool: as pessoas sempre encontram uma desculpa para consumir bebidas alcoólicas sem peso na consciência: muito calor? Uma cervejinha cai bem; muito frio? Nada como um bom vinho para esquentar! Beber de vez em quando em poucas quantidades, tudo bem, mas os exageros podem desequilibrar completamente o funcionamento do organismo. Consumir bebidas alcoólicas com frequência faz com que o fígado tenha as suas funções diminuídas e, por conseguinte, danifica as células e aumenta a propensão da cirrose. Além de prejudicar o fígado, o álcool interfere em algumas capacidades cerebrais e causa alterações bruscas de humor. Prefira bebidas naturais, como sucos!

Alimentos industrializados: esses são um dos maiores vilões que você pode encontrar no ramo alimentício! Os alimentos industrializados são repletos de aditivos químicos e conservantes que causam danos à nossa saúde, além de interferir na absorção de vários nutrientes. Sejam sucos de saquinho ou de caixinha, carnes congeladas e processadas, massas instantâneas, retire todas essas opções do seu cardápio e sempre escolha os alimentos de preparação natural!

Fonte: Eu Sem Fronteiras

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NUTRIÇÃO: SAIBA O QUE É ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL COM DR. DALLE LASTE

Neste domingo você vai saber na coluna NUTRIÇÃO o que realmente é “ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL” através de um alerta do Dr. Samuel Dalle Laste para a sua REFLEXÃO. Assista a este breve vídeo e entenda a mensagem! 

Fonte:

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NUTRIÇÃO: A HORA CERTA DE COMER CONTRIBUI PARA A PERDA DE PESO

Na coluna NUTRIÇÃO deste domingo temos uma importante orientação para quem quer perder peso saudavelmente. É um estudo científico feito na Universidade de Harvard que determina a hora exata de se alimentar  para perder peso de verdade. Leia o artigo a seguir e saiba como!

ESTUDO APONTA HORA EXATA PARA VOCÊ SE ALIMENTAR SE QUER PERDER PESO

Por K. Aleisha Fetters, da WH EUA

perder peso

Você já deve saber que comer de forma saudável e balanceada é a chave para perder peso. Mas algum dia já imaginou que pode ter uma hora exata para você se alimentar se quer perder peso?

Um estudo recente da Universidade de Harvard (EUA) sugere que não importa quão saudável é a sua dieta. Se os lanches não conversam com seu relógio biológico, os níveis de açúcar no sangue podem saltar 18% mais do que o normal, o que é capaz de aumentar os níveis do hormônio de armazenamento de gordura, a insulina. Nada bom.

Então, quando você deve comer cada refeição e lanche se está tentando perder peso? Nós mergulhamos de cabeça em diversas pesquisas para dar a você o plano de alimentação perfeito.

Hora exata para você se alimentar se quer perder peso

Café da manhã

Enquanto a pesquisa sobre se comer o café da manhã estimula a perda de peso ainda é difusa, informações do National Weight Control Registry dão uma bela importância à primeira refeição do dia. Cerca de 80% das pessoas que perderam 13kg (e não recuperaram) declararam tomar café da manhã todo dia.

Em termos de programar todas as refeições importantes da manhã, um estudo de 2015 da Obesity descobriu que consumir um dejejum com altas quantidades de proteína entre às 6h e 9h45 teve relação com um risco reduzido de ganho de gordura corporal e menos fome ao longo do dia, quando comparado àqueles que esperaram para comer após as 10h da manhã.

“Sugiro tomar um café saudável pelo menos uma hora após acordar”, diz Jim White, da Academy of Nutrition and Dietetics. Afinal, quanto mais tempo você adiar, mais vai ficar sem os efeitos das propriedades que saciam a fome.

Além disso, uma vez que você acorda em um estado de jejum, cobrir suas reservas de glicogênio com carboidratos saudáveis, como aveia não açucarada, vai energizá-la, diz White. Dessa forma, você será mais ativa durante a primeira metade do dia, segundo ele.

Lanche da manhã

Lembre-se que o seu corpo leva entre duas e quatro horas para digerir e absorver o alimento. Mais do que isso, você está de jejum.

“Basear-se nessa janela de tempo ajuda a manter os níveis de energia e a prevenir uma queda do açúcar no sangue.”. E isso vai manter você longe de exageros no almoço.

Se está procurando por opções saudáveis de lanche, uma pesquisa apresentada no encontro anual do Institute of Food Technologists, em 2013, descobriu que as pessoas que comem um punhado de amêndoas no lanche da manhã acabam ingerindo menos calorias ao longo do dia.

Ainda assim é importante comer somente um lanche da manhã quando você está legitimamente com fome, segundo a nutricionista Betsy Opyt.

Almoço

Um estudo publicado em 2016 pelo periódico The American Journal of Clinical Nutrition acompanhou a dieta de cerca de 1.300 pessoas ao longo de 28 semanas e descobriu que quem almoçava mais cedo tinha mais sucesso na perda de peso.

A descoberta está relacionada a um estudo prévio, publicado no International Journal of Obesity. Nessa pesquisa, os participantes perderam aproximadamente 25% menos peso quando comeram após às 15h.

Lanche da tarde

perder peso

Assim como no lanche da manhã, uma boquinha à tarde duas ou quatro horas depois do almoço mantém os níveis de açúcar do seu sangue estáveis e previne que você coma demais no jantar, segundo White.

Além disso, um estudo da University of Illinois, em Chicago, nos EUA, com mulheres acima do peso, mostrou que aquelas que lancharam à tarde tenderam a ingerir muito mais frutas e vegetais ao longo do dia quando comparadas àquelas que não comeram. E isso é um bom sinal para sua meta de perder peso, já que uma pesquisa publicada em 2015 pela Harvard Medical School mostra que o aumento no consumo de frutas e vegetais tem relação com hábitos mais saudáveis.

Jantar

perder peso

Em um estudo da Brigham Young University, os pesquisadores pediram a 29 homens para pararem de comer depois das 19h por duas semanas e depois comer quando eles quisessem por outras duas semanas. Os homens comeram 244 menos calorias por dia quando pararam de comer após a hora de corte. White diz que esses resultados são porque as pessoas geralmente comem após o jantar, e não porque jantaram antes.

Outro estudo recente descobriu que quando as pessoas que usualmente comem 1/3 de suas calorias diárias entre as 18h e meia noite pararam de comer entre as 19h e 21h, perderam peso e dormiram melhor. Novamente, não é a hora em que comeram que importou, mas sim terem cortado o lanche pós-jantar. Então, se você tem que comer às 20h, só tenha certeza de que não vai espiar a geladeira depois.

Conclusão: Essa linha do tempo pode ajudá-la a fazer sua jornada de perder peso mais fácil. Contudo, se você não cumpre esses deadlines todos os dias, não se preocupe. “O importante é que você tenha uma dieta rica em frutas, vegetais e outros alimentos ricos em nutrientes. É importante também escutar os sinais da sua fome”, diz White. “Você deve comer quando sentir fome, e não raiva. Pare quando estiver satisfeita, mas não completamente cheia.”

Fonte: Womens Health Brasil
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SAÚDE: OS 8 BENEFÍCIOS DOS EXECÍCIOS FÍSICOS POR DR. MARCO MENELAU

Na coluna SAÚDE desta sexta-feira você vai saber com Dr. Marco Menelau os 8 benefícios dos exercícios físicos e como se processa essa transformação no seu corpo e na sua saúde. Assista ao vídeo e ganhe mais saúde e longevidade!

As informações transmitidas no canal do Dr. Marco Menelau, não visam o tratamento de doenças específicas, possuem apenas um caráter informativo de educação em saúde! Por este motivo, não devem ser utilizadas para o auto-diagnóstico, o auto-tratamento e a auto-medicação. Procure sempre seu médico!

Fonte: 

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SAÚDE: CARBOIDRATOS SÃO PIORES DO QUE AÇÚCAR REFINADO

Na coluna SAÚDE desta quinta-feira vamos assistir mais uma mini-palestra do Dr. Marco Menelau. Desta vez com o tema “Carboidratos, piores que o açúcar refinado”! Não deixe de assistir, pois é uma aula magnífica sobre o assunto onde você vai saber tudo sobre os prós e os contras desta substância.

As informações transmitidas no canal do Dr. Marco Menelau, não visam o tratamento de doenças específicas, possuem apenas um caráter informativo de educação em saúde! Por este motivo, não devem ser utilizadas para o auto-diagnóstico, o auto-tratamento e a auto-medicação. Procure sempre seu médico!

Fonte: 

Publicado em 2 de ago de 2019

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SAÚDE: VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA TER SAÚDE?, POR DR. SAMUEL DALLE LASTE

Na nossa coluna SAÚDE deste domingo trago mais uma mini-palestra do Dr. Samuel Dalle Laste. Desta vez sobre “Você sabe o que significa ter SAÚDE?”. Nesse vídeo ele mostra que NÃO TER SINTOMAS é DIFERENTE de SAÚDE. Assista ao vídeo e entenda essa diferença!

Fonte: 

Publicado em 7 de jun de 2019

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BOAS NOTÍCIAS: MARAVILHA! HORTAS URBANAS PRODUZINDO COMIDA SAUDÁVEL DE GRAÇA NO MEIO DA RUA

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira você vai ver uma grande iniciativa para beneficiar toda a população em geral. Veja a reportagem completa a seguir e saiba o que é!

Hortas urbanas produzem comida saudável de graça no meio da rua: vídeo

Horta urbana JK Shopping - Foto: reprodução / Momento Ambiental

Horta urbana JK Shopping – Foto: reprodução / Momento Ambiental

Horta urbana! A saída para a fome e para alimentação saudável agora está no meio das ruas e dos prédios. Esse movimento de metrópoles internacionais chegou ao Brasil e está fornecendo verduras e legumes orgânicos gratuitamente para pessoas de todas as classes sociais.

As hortas urbanas são plantadas em pequenos espaços públicos. Brasília já tem três exemplos que deram certo: um deles fica em um shopping center, que trocou flores por alimentos.

Os outros ficam em um praça da região central da capital, frequentada por dependentes químicos e ao lado de uma escadaria por onde passam milhares de pessoas todos os dia, que podem colher hortaliças gratuitamente para comer.

Horta urbana no shopping

No Shopping JK, o canteiro de flores que leva para o estacionamento foi substituído por uma horta urbana de 200 metros quadrados, sem gastar um centavo a mais.

Os jardineiros agora plantam hortaliças que são distribuídas gratuitamente para os clientes e para alunos de uma escola pública que fica ao lado.

“Nós temos ervas medicinais, ervas aromáticas, alface, tomate, beringela, espinafre… Nos colhemos a cada 15 dias e distribuímos para comunidade e para a escola 42 que fica atrás do shopping”, disse Monaliza Maia, gerente de Marketing do Jk Shopping.

Na horta urbana do shopping os alunos também aprendem a plantar, colher e a comer alimentos saudáveis, que são preparados no colégio.

Horta Linda, SCS /Brasília - Foto: reprodução Momento Ambiental

Horta Linda, SCS /Brasília – Foto: reprodução Momento Ambiental

Horta urbana na área central

No Setor Comercial Sul, a menos de dois quilômetros do Congresso Nacional, outras duas hortas urbanas alimentam moradores em situação de rua e pedestres que passam pelo local.

Elas foram plantadas por voluntários e são mantidas pelos próprios moradores em situação de rua.

A Horta Linda, como é chamada, devolve aos dependentes químicos que dormem em baixo de marquises a oportunidade de ter contato com a terra, com a vida e com a produção da própria comida.

“Pra gente que faz uso de drogas, de álcool, poder ensinar a comer uma alface, ensinar que aquela alface pode melhorar sintomas do álcool, que um cheiro verde pode melhorar sua dor de cabeça, que o boldo melhora a dor de estômago… eu acho que é ensinar e empoderar que isso tudo é da gente e deles também”, diz Juma Santos, coordenadora ONG Tulipas do Cerrado.

Juarez Martins, coordenador do projeto Horta Linda começou a ideia junto com estudantes de psicologia da UNB e a ONG Tulipas do Cerrado. Ele lembra que o projeto deu certo porque não foi uma imposição.

“A gente fez uma pesquisa com eles para saber o que eles queriam plantar e colher aqui. As pessoas pediram ervas medicinais, cebolinha, pimenta… Aí a gente fez uma lista e foi montando esse kit que a gente trouxe pra ca”, lembra.

Hoje os moradores em situação de rua cuidam da horta e se alimentam dela também.

“Além desse ambiente ficar mais bonito, esse ambiente pode ser comida”, concluiu Juarez.

Assista ao vídeo do Momento Ambiental “Horta Urbana” e leve a ideia para a sua cidade…

O programa

O Momento Ambiental tem 10 anos de jornalismo focado no Meio Ambiente. Em alta resolução e com uma fotografia diferenciada, o programa tem caráter educativo e usa uma linguagem simples para estimular nas pessoas práticas saudáveis com o próprio corpo e a natureza.

A proposta é mostrar que o telespectador pode ser o personagem principal de mudanças que o Planeta precisa. O interprograma, com duração de 5 a 7 minutos mostra iniciativas sustentáveis, tecnologias e pesquisas que contribuem para a preservação da biodiversidade.

Cuidar do Meio Ambiente é uma obrigação e também um desafio para todos os habitantes do Planeta e uma preocupação do Conselho da Justiça Federal.

O Momento Ambiental, produzido pelo Centro de Produção da Justiça Federal – CPJUS, é exibido nas TVs Justiça, NBR, em 27 emissoras regionais e nas redes sociais do programa.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa, com informações do Momento Ambiental

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: SAIBA MAIS SOBRE DOCES SEM AÇÚCAR

Na coluna SAÚDE deste sábado temos um artigo sobre doces sem açucar. Leia o artigo e saiba se esse tipo de doces são ou não mais saudáveis do que os convencionais!

AFINAL, DOCES SEM AÇÚCAR SÃO MAIS SAUDÁVEIS?

Por Aryelle Siclait – Women’s Health EUA

Doces sem açúcar

Foto Shutterstock

Você sabe que barras de chocolate cheias de açúcar não são tão boas para você. Então… doces sem açúcar devem ser melhores, certo?

“Eles ainda são doces”, diz Alyssa Lavy, nutricionista (EUA). Embora possa não ter a mesma quantidade de açúcar que a alternativa adoçada convencionalmente, ainda há falta no departamento de nutrição… Para não mencionar a abundância de outras coisas que não são necessariamente melhores para você.

“Mas os doces regulares e sem açúcar podem se encaixar em uma dieta equilibrada”, diz ela. Você só precisa saber mais sobre eles.

Qual é a diferença entre a forma como doces sem açúcar e regulares são adoçados?

“Doces sem açúcar podem ser adoçados com uma variedade de alternativas”, explica Lavy. Ela está falando de adoçantes artificiais, como sacarina, aspartame e sucralose; álcoois de açúcar, tais como eritritol, manitol, xilitol e sorbitol; ou aditivos alimentares, tais como maltodextrina.

Até agora, esses substitutos não provaram ser mais saudáveis do que o açúcar tradicional. “De fato, alguns deles, incluindo adoçantes artificiais, têm sido associados a uma possível alteração no microbioma intestinal – ou à coleta de organismos no trato digestivo que protegem o organismo contra vírus e doenças”, diz Lavy.

“Outros substitutos do açúcar, especialmente os álcoois de açúcar, podem causar gases, inchaço e diarreia em algumas pessoas”, completa. Então você ainda tem que ler as informações nutricionais – mesmo que seja um doce sem açúcar.

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Será que mel é melhor que açúcar? Descubra a resposta!

Cheque especificamente por que o doce leva para compensar a falta do açúcar, qual o tamanho recomendado da porção e a quantidade de calorias, gorduras saturadas e carboidratos.

“Sem açúcar” não significa necessariamente “livre de carboidratos”, segundo Lavy. Isso porque algumas alternativas às coisas doces, como açúcar-álcool e maltodextrina, ainda são carboidratos – e mesmo que não sejam completamente absorvidas pelo corpo, você ainda absorverá algumas delas (especialmente importante notar se você for diabético e precisa monitorar seus níveis de açúcar no sangue).

E, claro, calorias e gordura ainda são calorias e gordura. Um monte de doces sem açúcar tem números semelhantes aos doces regulares nesses departamentos. Além disso, Lavy diz que muitas pessoas se dão permissão para comer todos os doces sem açúcar de uma só vez, porque acham que são melhores. Desculpe, mas não. A moderação ainda é importante.

Fonte: Womens Health Brasil

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NUTRIÇÃO: APRENDA AQUI COMO SE ALIMENTAR PARA NÃO GRIPAR

Na coluna NUTRIÇÃO desta segunda-feira você aprender quais alimentos consumir para aumentar a imunidade e dar adeus a gripe!

Portanto leia o artigo a seguir e gripe nunca mais!

ADEUS, GRIPE! SAIBA QUAIS SÃO OS MELHORES ALIMENTOS PARA IMUNIDADE

Por Thieny Molthini

Aumentar a imunidade

Foto Shutterstock

É só mudar um pouquinho o tempo que aquela gripe indesejada – e que até derruba muita gente – já começa a aparecer. E o que podemos fazer para evitá-la? Uma boa forma de prevenir esse tipo de problema é apostando em alimentos para aumentar a imunidade.

Segundo o médico Theo Webert, de São Paulo, especialista em nutrologia e qualidade de vida, uma das formas mais efetivas de se fazer isso é melhorando a saúde intestinal.

“Hoje já é provado que os intestinos controlam a nossa saúde imunológica e que, ao melhorarmos nossa capacidade digestiva, estamos criando um território favorável para não adoecermos”, explica ele.

Portanto, uma boa dica é apostar nos alimentos prebióticos e probióticos para dar um boost em sua imunidade. Aqui estão alguns deles: legumes, feijões, ervilhas, aveia, bananas, aspargos, alho, cebola e kefir.

Também é importante (nesta época, principalmente) aumentar o consumo de frutas com poder antioxidante (como as vermelhas e cítricas). “E leve em consideração que alimentos industrializados, glúten e lactose atrapalham diretamente esse processo, portanto você deve evitá-los”, ressalta o profissional.

Fonte: Womens Health Brasil

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