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Por G1

13/09/2019 20h09  Atualizado há 30 minutos


NACIONAIS

Macas são montadas do lado de fora do hospital Badim, no Rio, após incêndio na quinta-feira (12) — Foto: REUTERS/Ian Cheibub

Macas são montadas do lado de fora do hospital Badim, no Rio, após incêndio na quinta-feira (12) — Foto: REUTERS/Ian Cheibub

Tragédia no hospital

9 fatos sobre: incêndio no hospital

9 fatos sobre: incêndio no hospital

O incêndio que atingiu o Hospital Badim, no Rio, ontem à noite deixou 11 mortos. Todas as vítimas eram pacientes e tinham mais de 60 anos. Segundo o IML, a maioria das mortes foi por asfixia, e outras pelo desligamento de aparelhos.

Na hora do incêndio, 103 pessoas estavam internadas, e 77 foram transferidas para outros hospitais. Alguns chegaram a continuar recebendo atendimento improvisado na rua em frente ao hospital.

Buraco na parede da lateral do prédio do Hospital Badim, na Rua São Francisco Xavier, no Rio, nesta sexta-feira (13) — Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Buraco na parede da lateral do prédio do Hospital Badim, na Rua São Francisco Xavier, no Rio, nesta sexta-feira (13) — Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Um paciente foi retirado com maca pela escada dos bombeiros, e uma pulou do 3º andar do prédio. A paciente caiu ao usar uma corda de lençol e fraturou os tornozelos.

Na porta do hospital, o clima era de tristeza dos familiares em busca de informações dos pacientes que estavam internados na unidade.

Após uma análise inicial das imagens do circuito interno, peritos informaram que o fogo começou em um gerador no subsolo da unidade.

Imagens exclusivas mostram como ficou o interior de um dos andares do hospital. No vídeo, é possível notar grande quantidade de cinzas no chão e o andar completamente vazio. Segundo fonte ouvida pelo G1, no local havia muita fuligem e um cheiro de queimado intenso. Veja abaixo:

Imagens exclusivas mostram como ficou por dentro do hospital Badim depois do incêndio

Imagens exclusivas mostram como ficou por dentro do hospital Badim depois do incêndio

Reforma tributária

O ministro da Economia, Paulo Guedes, fala a jornalistas estrangeiros em entrevista coletiva no Rio de Janeiro — Foto: Sergio Moraes/Reuters

O ministro da Economia, Paulo Guedes, fala a jornalistas estrangeiros em entrevista coletiva no Rio de Janeiro — Foto: Sergio Moraes/Reuters

O ministro Paulo Guedes disse a jornalistas estrangeiros que o presidente Jair Bolsonaro telefonou para ele do hospital, “entubado”, para dizer que não queria a inclusão de uma nova CPMF na reforma tributária em estudo pelo governo.

Guedes confirmou que a equipe econômica avaliava taxar pagamentos em 0,4%. A polêmica envolvendo a recriação do imposto derrubou o chefe da Receita, Marcos Cintra. O ministro afirmou que o secretário já havia pedido para deixar o cargo ‘inúmeras vezes’.

Bolsonaro internado

Bolsonaro faz caminhada em hospital de SP nesta sexta

Bolsonaro faz caminhada em hospital de SP nesta sexta

O presidente continua se recuperando da cirurgia para correção de uma hérnia em um hospital de SP. Bolsonaro tirou a sonda nasográstica e voltou a receber dieta líquida, segundo o boletim. Ele segue afastado do cargo pelo menos até terça-feira.

Proteção da Amazônia

Governadores de estados na região amazônica se reuniram com embaixadores da Alemanha e Noruega, que suspenderam os repasses para o Fundo Amazônia. Segundo o governador do Pará, Hélder Barbalho, os repasses devem ser retomados “nos próximos dias”.

Nos EUA, o secretário de Estado, Mike Pompeo, reforçou a intenção de criar um fundo de US$ 100 milhões para a conservação da biodiversidade na Amazônia. O fundo terá um prazo de 11 anos, e será liderado pelo setor privado.

Saques do FGTS

Correntistas da Caixa nascidos entre janeiro e abril já puderam fazer os saques de até R$ 500 nas contas do FGTS. Nessa primeira leva, foram liberados R$ 5 bilhões para cerca de 12 milhões de pessoas. O dinheiro foi depositado automaticamente para quem tem conta poupança individual.

Despedida emocionada

Sandra Annenberg se despede da bancada do Jornal Hoje

Sandra Annenberg se despede da bancada do Jornal Hoje

Após 16 anos na bancada do Jornal Hoje Sandra Annenberg apresentou o telejornal pela última vez. Ela fez um depoimento emocionado sobre sua trajetória e o novo desafio no jornalismo da Rede Globo. Veja o vídeo completo acima.

Também teve isso…

Selo Rock in Rio — Foto: Juliane Souza/Editoria de Arte G1

Selo Rock in Rio — Foto: Juliane Souza/Editoria de Arte G1

Fonte: G1
Por Blog do BG

Fachin homologa acordo de delação de Léo Pinheiro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin homologou o acordo de delação premiada firmado entre a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o ex-presidente da construtora OAS, Léo Pinheiro, no âmbito das investigações da Operação Lava Jato. As acusações feitas pelo delator estão em segredo de Justiça.

Após a homologação, a defesa de Pinheiro pediu à 12ª Vara Federal em Curitiba que o ex-executivo deixe a prisão e passe a cumprir prisão domiciliar, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, conforme foi combinado no acordo. Em função das investigações da Lava Jato, Pinheiro está preso há 3 anos e 4 meses na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba.

O acordo de delação levou pelo menos dois anos para ser fechado e foi encaminhado na última semana pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao ministro Fachin, relator dos processos oriundos da Lava Jato no STF.

Em agosto de 2016, o então procurador-geral da República Rodrigo Janot suspendeu as negociações com a defesa de Pinheiro após o vazamento das informações sobre a delação para uma revista.

Agência Brasil

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Bolsonaro pediu para CPMF não entrar na reforma, afirma Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira, 13, que o presidente Jair Bolsonaro telefonou para ele do hospital, “entubado”, para dizer que não quer a criação de uma nova CPMF.

“Estávamos simulando um imposto de transação financeira, só que o presidente sempre foi contra esse imposto e pediu pra não colocar”, afirmou Guedes em entrevista a correspondentes estrangeiros no Rio de Janeiro.

O ministro confirmou que a equipe econômica trabalhava com uma alíquota de 0,4% para o tributo sobre pagamentos, mas, mostrando irritação, afirmou que os números não deveriam ter sido levados a público ainda.

Segundo Guedes, o ex-secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, exonerado esta semana, já havia pedido para deixar o cargo “inúmeras vezes” por achar que estava atrapalhando o governo.

“Eu dizia: se você tiver que cair um dia que caia junto com o imposto”, afirmou Guedes.

Estadão Conteúdo

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No Dia da Cachaça, setor busca reconhecimento como símbolo nacional

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Branquinha, a bendita, água-que-passarinho-não-bebe, pinga, mé, caninha, levanta-velho, danada. A lista de sinônimos é extensa, a cachaça está presente de várias formas no vocabulário e na história do Brasil. Mesmo com espaço para crescimento, a produção da bebida vem se mantendo estável nos últimos anos e ficou em torno de 700 milhões a 800 milhões em 2018. No Dia Nacional da Cachaça, celebrado nesta sexta-feira (13), o setor ainda busca o reconhecimento e a valorização da cachaça como produto típico e símbolo nacional.

Para o diretor-executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), Carlos Lima, a bebida ainda é uma grande desconhecida da população. “O brasileiro ainda não conhece a versatilidade, a riqueza que existe por trás da bebida. Ainda existe aquela marginalização da cachaça e um grande preconceito. As pessoas ainda preferem beber outros tipos de bebida porque acham que dá mais glamour do que beber uma bebida de qualidade, que é um produto exclusivo do Brasil”, disse.

De acordo com Lima, é um desafio de toda a cadeia produtiva promover a cachaça para o público, inclusive bares e restaurantes. “Muitas vezes, a pessoa que está fazendo o serviço, que está oferecendo o produto, ela mesma não conhece essa riqueza e versatilidade ou já parte do princípio que o consumidor não vai consumir uma cachaça e acaba oferecendo outros tipos de bebida”, explicou.

Diretor executivo do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), Carlos Lima, durante lançamento do Anuário da Cachaça, em Brasília – Arquivo/Agência Brasil

Ele destaca, entretanto, que já existem estabelecimentos e confrarias de consumidores que desempenham um papel importante de elevar o status da cachaça, assim como eventos gastronômicos. “A caipirinha tem um papel extremamente importante de difundir a cachaça, só que hoje é algo muito além. A bebida vem sendo consumida pura e de outras formas, inclusive na criação de novos drinks e em drinks tradicionais substituindo outros destilados. A gente vem observando nos últimos anos essa mudança de consumo”, disse.

O desenvolvimento de novos produtos pelas empresas e o trabalho da academia na inovação e correção de processos de produção também são lembrados por Lima no trabalho de valorização da cadeia. “Mas, apesar de ser um produto produzido de norte a sul, ainda não existe uma rede nacional de tecnologia da cachaça e que seria importante para o auxílio ao micro e pequeno produtor”, ressalta.

Mapa da Cachaça

Desenvolvida nos tempos em que o Brasil ainda era colônia portuguesa, a bebida esteve presente em momentos como a Inconfidência Mineira e durante a escravidão e também está na música e na culinária brasileiras. Para divulgar a cultura e a história que envolve esse destilado, Felipe Jannuzzi e alguns colegas criaram, em 2010, o Mapa da Cachaça, site com guias, receitas e artigos sobre a bebida.

Formado em comunicação, Felipe viaja pelo Brasil, conhecendo alambiques e pesquisando os aromas e sabores da cachaça. Em entrevista à Agência Brasil, ele explicou que o objetivo é inserir a cachaça na internet como patrimônio dos brasileiros e que a equipe está lançando agora a versão do site em inglês. “Conheci gente incrível. É uma bebida que tem uma grande diversidade de sabores. A cachaça produzida em Paraty é diferente da produzida na Serra Gaúcha, por exemplo. Eu fui aprendendo com o tempo, então o que começou como projeto cultural, acabou virando também um projeto sensorial do Brasil”, disse.

A cachaça pode ser tomada branca depois da destilação ou passar por madeiras – Arquivo/Agência Brasil

De acordo com Felipe, a paleta de sabores da cachaça se dá pela diversidade de madeiras utilizadas no seu envelhecimento. Ele explicou que a bebida pode ser tomada branca depois da destilação ou passar por madeiras. “O mundo inteiro faz isso com carvalho, uma madeira do hemisfério norte. A cachaça pode passar pelo carvalho, mas passa também por mais de 30 madeiras brasileiras. Isso está muito ligado à acessibilidade dessa madeira nos locais de produção”, explicou.

Felipe contou que na Paraíba, por exemplo, a madeira do freijó é muito utilizada; em Salinas (MG), é o bálsamo; e em São Paulo e no interior do Rio de Janeiro se usa o jequitibá ou uma madeira chamada amendoim.

Em 2012, o Mapa da Cachaça foi reconhecido pelo extinto Ministério da Cultura (MinC) como o melhor projeto de mapeamento cultural do Brasil, e em 2014 venceu um edital do MinC e da Embratur para representar a gastronomia brasileira durante a Copa do Mundo por meio de livros, vídeos e eventos.

O Dia Nacional da Cachaça foi criado em 2009 pelo Ibrac em homenagem à data em que a bebida passou a ser oficialmente liberada pela Coroa Portuguesa para fabricação e venda no Brasil: 13 de setembro de 1661. A rebelião ocorrida no Rio de Janeiro à época, conhecida como a Revolta da Cachaça, levou à legalização da bebida, proibida até então.

Mercado

A capacidade instalada de produção de cachaça atinge 1,2 bilhão de litros no país, enquanto a produção efetiva fica em torno de 700 milhões a 800 milhões por ano. Apenas 1% do que é produzido é exportado. Em 2018, a cachaça gerou receita de US$ 15,61 milhões (8,4 milhões de litros) em exportações. Atualmente, a bebida é exportada para mais de 60 países.

São mais de 6,3 mil marcas registradas, entre cachaça e aguardente, no setor que gera cerca de 600 mil empregos diretos e indiretos. Carlos Lima, do Ibrac, destaca também a cadeia por trás da cachaça, de geração de renda e fixação do homem no campo, e avalia que, apesar do grande mercado da cachaça estar dentro do país, o volume exportado está aquém do potencial.

Entretanto, os investimentos no setor esbarram na alta carga tributária, que chega a 82% para a cachaça. Segundo o diretor-executivo do Ibrac, a inclusão de pequenas empresas do setor no Simples Nacional, regime tributário simplificado, em 2016, deu um alento, mas grande parcela do volume de produção ainda está sujeito a uma carga tributária elevada.

Este ano a cachaça ganhou o reconhecimento e proteção da Indicação Geográfica da cachaça pela União Europeia – Arquivo/Agência Brasil

No ano passado, o instituto lançou um manifesto reivindicando políticas públicas que ajudem o mercado a crescer. Entre elas, o combate à clandestinidade e à informalidade, superior a 85%, segundo o setor, a reavaliação da carga tributária sobre a bebida e a ampliação dos esforços de promoção e de proteção do produto.

Nesse último ponto, este ano a cachaça ganhou o reconhecimento e proteção da Indicação Geográfica da cachaça pela União Europeia, com a assinatura do acordo entre Mercosul e o bloco europeu. As reduções de tarifas também tendem a facilitar os negócios com esse competitivo mercado. Até então, apenas quatro países protegiam a denominação da cachaça: Colômbia, Estados Unidos, México e Chile.

De acordo com Lima, mais importante que o ganho monetário, é a proteção intangível desse ativo que é a cachaça. “Ter a União Europeia reconhecendo a cachaça é como se mandasse uma mensagem do local onde é o berço das indicações geográficas, que existem as mais emblemáticas, como champagne, scotch whisky, produtos alimentícios como parma. E eles reconhecem a cachaça, isso é extremamente importante”, disse.

“A indicação geográfica tem o papel de evitar o uso indevido da denominação por terceiros, por produtos que não são originários do Brasil”, explicou.

Agência Brasil

Bolsonaro já tem votos na Comissão de Relações Exteriores para aprovar Eduardo como futuro embaixador do Brasil nos Estados Unidos

Foto: Ueslei Marcelino / REUTERS

Senadores da Comissão de Relações Exteriores informaram ao Palácio do Planalto que, no colegiado, há votos para aprovar a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como futuro embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

A comissão tem 19 integrantes e, pelos cálculos dos aliados, não será uma votação com folga, mas garantirá a aprovação do nome do filho do presidente Jair Bolsonaro.

Ministros palacianos e o próprio presidente, no entanto, mantêm incerta a data de envio da mensagem com a indicação do deputado, pois ainda mapeiam os votos do plenário do Senado. Para ser aprovado, Eduardo Bolsonaro precisa obter apoio de pelo menos 41 dos 81 senadores.

Coluna Esplanada

 

LOCAIS

RESSOCIALIZAÇÃO: Internos realizam manutenção de computadores e da rede elétrica da Seap

Internos do regime semi-aberto do Complexo Penal João Chaves (CPJC) realizaram, nesta sexta-feira (13), manutenção nas instalações elétricas e computadores da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap/RN).
A iniciativa faz parte de um projeto piloto de ressocialização desenvolvido pela direção do CPJC, sob a supervisão da diretora Jacinta da Costa, que permite aos internos trabalhar em diversas áreas, como jardinagem, manutenção de computadores e instalações elétricas e hidráulicas.

Ao todo, dez pessoas privadas de liberdade que tiveram o direito da progressão de pena aderiram ao projeto de ressocialização pelo trabalho. Em agosto, outros internos realizaram manutenção na Escola Estadual Professo Otto de Brito Guerra, onde funciona o Caic de Ceará Mirim, na Grande Natal.

A gestão do secretário da Seap, Pedro Florêncio Filho incentiva este tipo de iniciativa e apoia a expansão do projeto para outras unidades do sistema prisional. Os internos realizam as atividades sempre acompanhados de agentes penitenciários.
*Fonte: Assessoria de Imprensa Seap/RN*

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Agripino considera “injusta e desproporcional” indisponibilidade de bens

O ex-senador José Agripino Maia emitiu uma nota acerca da decisão judicial que determinou a indisponibilidade dos bens a partir do suposto esquema de funcionário fantasma.

No documento, ele afirma que a medida é injusta e desproporcional e adiantou que vai recorrer da decisão.

Confira a nota…

Por entender a medida injusta e desproporcional, baseada em acusações inverídicas que ao final do processo restarão esclarecidas e tendo em vista que os motivos que ensejaram a decretação de indisponibilidade de bens já foram considerados ilegais e inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal,exerço meu direito constitucional de defesa, entrando com o recurso cabível junto ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região ,confiando em que a verdade dos fatos se restabeleça .

José Agripino Maia

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STTU explica que suspensão de semáforos da Salgado Filho seguirá até “novos debates”

A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) emitiu uma nota sobre a suspensão do semáforo da avenida Salgado Filho, em frente à Igreja Universal.

No documento, a Prefeitura avisa que a suspensão seguirá até que sejam realizados novos debates e que a sinalização estava em fase de testes.

Confira nota na íntegra…

COMUNICADO DA PREFEITURA DE NATAL:

A Prefeitura informa que, diante da grande polêmica gerada durante a fase de testes do novo projeto de sinalização no corredor Hermes da Fonseca/Salgado Filho, decidiu suspender a operação para que sejam feitos novos debates com a sociedade a respeito do projeto e uma avaliação mais ampla do resultado da operação durante o período de testes.

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STTU suspende nova sinalização da Salgado Filho

Foto: Reprodução/ Kennedy Diniz

A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) decidiu suspender a nova sinalização que vinha sendo instalada na Avenida Salgado Filho.Ente as sinalizações, o semáforo em frente à Igreja Universal. Por volta das 18h, o trânsito provocado pelo sinal da Universal chegava nas proximidades do Midway, para quem seguia rumo à Parnamirim. Ele foi desligado por volta das 19h. Cerca de 15 minutos depois o trânsito estava fluindo.

 

O Globo destaca viagem de Mourão para capital potiguar em que discutirá segurança pública com governadora Fátima(PT); vice-presidente nega desconforto

Foto: Agência O Globo

O presidente em exercício Hamilton Mourão se encontra, na próxima segunda-feira, com a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). Na ocasião, ela apresentará um projeto para a área de Segurança Pública. Mourão negou que o encontro com a petista causará desconforto com o presidente Jair Bolsonaro, hospitalizado em São Paulo, após se submeter a uma cirurgia.

— Não, em absoluto. A governadora vai apresentar as ideias dela ali, a gente governa para o país como um todo – respondeu.

O presidente em exercício embarca no final da tarde de domingo para Natal. Segundo ele, a viagem já estava prevista para participar do Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2019, que ocorre na capital de domingo a terça-feira.

A agenda inclui ainda uma visita ao sítio histórico de Cunhaú, palco de uma disputa territorial e religiosa envolvendo colonos portugueses, holandeses e nativos (indígenas Janduís), e a um instituto de tecnologia. Bolsonaro deve ficar afastado da Presidência até a próxima terça-feira.

O Globo

Expansão urbana de Natal e Parnamirim: Mercado imobiliário aquece com entrega de mais um grande empreendimento aos clientes

  Fotos: Divulgação

A zona de expansão urbana de Natal e Parnamirim ganha, neste sábado (14), mais uma obra importante: o Condomínio Nova Iorque, que será entregue aos compradores pela empresa SCR, proprietária de ativos hoteleiros e imobiliários no Rio Grande do Norte. O Condomínio Nova Iorque é a concretização da primeira fase de um dos maiores projetos imobiliários do Estado, o Majestic Village. Ao todo, serão entregues 230 lotes, integralmente vendidos, contribuindo para o reaquecimento do mercado imobiliário.

A primeira fase do empreendimento Majestic Village foi concluída com toda a infraestrutura de segurança e lazer completa. Agora serão iniciados os preparativos para o lançamento das próximas fases. O projeto foi elaborado pelos arquitetos Luciano Barros e Alexandre Abreu e atendeu à concepção de um conceito desenvolvido com a ideia de ser um dos maiores condomínios urbanos em homenagem a várias capitais do mundo. Assim, foram idealizadas as etapas em nome de cidades-ícones como Nova Iorque, Londres, Lisboa, Sidney e Tokio.

O Majestic Vilage está sendo desenvolvido há 4 anos e envolveu a aquisição do terreno, projetos, licenciamento e obras. A estimativa do incorporador, que aposta no reaquecimento do mercado imobiliário, é continuar próximas etapas em meio a novos lançamentos em Cajupiranga, numa área de grande valorização.

    Fotos: Divulgação

São Gonçalo -(FOTOS): Obra da praça multiuso de Jardim Lola já está 50% concluída

  Fotos: Divulgação

No início deste ano, a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante assinou ordem de serviço para construção da praça multiuso, no bairro Jardim Lola. As obras seguem a todo vapor e já estão com metade dos serviços concluídos.

O espaço vai contar com pista de skate, espaço para caminhada, academia, quadra de esportes e um centro de convivência para receber eventos culturais. Iniciada em fevereiro, a obra tem previsão de término no mês de novembro deste ano e está orçada em mais de R$ 500mil.

O local, que em breve será inaugurado, também já recebeu iluminação de LED, através do programa Luz pela Paz.

Plano Diretor: Comissão debate na Câmara Municipal de Natal impactos da verticalização na orla

Fotos: Marcelo Barroso

Os vereadores da Comissão dos Direitos Humanos, Proteção das Mulheres, dos Idosos, Trabalho e Minorias receberam na manhã desta sexta-feira (13) moradores, representantes de ONGs, conselhos comunitários e pesquisadores, que debateram sobre os impactos da verticalização da orla para as comunidaddes e para a atividade da pesca, dentro da revisão do Plano Diretor de Natal.

Durante a reunião, os vereadores Eleika Bezerra (PSL), Ana Paula (PL), Maurício Gurgel (PSOL) e Divaneide Basílio (PT), que preside a comissão, tiveram conhecimento sobre pesquisas destas áreas e a visão das comunidades residentes próximas à orla. “Há uma diferença entre o que o povo está discutindo e o que o prefeito está anunciando e, por isso, estamos ouvindo o lado da população para que possamos nos posicionar e propor um plano mais inclusivo e que respeite os direitos humanos e as pessoas que moram nessas áreas”, disse a vereadora Divaneide.

A professora de arquitetura da UFRN, Amiria Brasil, que coordena o Fórum Direito à Cidade, explicou que um dos principais problemas que poderão surgir é pela falta de saneamento que comporte o adensamento a partir da construção de prédios mais altos. “É possível verticalizar com o que já está posto, porque liberar a verticalização impacta diretamente nas comunidades locais e paisagens que são protegidas por se tratar de Zonas Especiais de Interesse Turístico. O que está em jogo na verticalização também é a exclusão das pessoas que moram na área, além do impacto na infraestrutura. Há uma necessidade de adensar, mas planejando a infraestrutura porque pode até prejudicar o lençol freático”, explicou a professora.

Na reunião foram apresentadas imagens comparando como é atualmente e como ficaria a orla com as mudanças, inclusive citando exemplos de outras capitais. Algumas dessas áreas também coincidem com Áreas Especiais de Interesse Social (AEIS), destinadas à produção, manutenção e recuperação de habitações de interesse social, como no bairro de Mãe Luíza. “As AEIS impedem a verticalização sem sustentabilidade por não permitir o remembramento que é necessário para construções maiores. Isso garante a moradia das pessoas que são de lá e que, dificilmente, continuariam morando nos imóveis que chegariam com a verticalização”, prevê Rafael Uchoa, do Projeto Motyrum, da UFRN.

Natal tem cerca de 50 AEIS, mas apenas 10% estão legalizadas como tal. Há ainda a preocupação com a atividade pesqueira. A presidente da Colônia de Pescadores de Natal, Rosângela Silva, relatou que a categoria está apreensiva. “A gente teme a retirada dos pescadores do local onde nasceu, onde trabalha e tira o sustento. Isso já tem acontecido ao longo dos anos com as mudanças na cidade, mas esperamos que esta Casa defenda a população”, declarou.

A Câmara já está debatendo, por temas, a revisão do Plano Diretor em preparação para a votação do projeto que deverá chegar à Casa até dezembro. Nesta semana já foi realizada uma audiência pública que tratou da acessibilidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida na revisão da lei.

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