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INTERNACIONAIS

Por G1

 

Oito alpinistas estão desaparecidos na montanha Nanda Devi, no Himalaia — Foto: Reuters

Oito alpinistas estão desaparecidos na montanha Nanda Devi, no Himalaia — Foto: Reuters

A procura por oito alpinistas desaparecidos após uma avalanche na porção indiana da cordilheira do Himalaia foi suspensa neste domingo (2) pelo mau tempo e será retomada na segunda-feira, anunciaram as autoridades.

Quatro britânicos, dois americanos, um indiano e um australiano estão desaparecidos desde sexta-feira (31) no Nanda Devi, a segunda maior montanha da Índia, com 7.826 metros de altura.

Dois helicópteros e dezenas de agentes dos serviços de emergência trabalharam na área neste domingo, pelo segundo dia consecutivo, e as buscas foram suspensas à tarde pela concentração de nuvens.

Vijay Kumar Jogdande, um juiz do distrito de Pithoragarh, onde fica a montanha, afirmou que as operações de busca serão retomadas às 5h de segunda-feira (noite de domingo no Brasil), se o clima permitir.

“Esperamos encontrar algumas pistas, mas não é uma tarefa fácil”, disse Jogdande, que acredita que os alpinistas estavam acima dos 6.000 metros de altura no momento da avalanche.

Missões de busca

A segunda missão aérea foi concluída depois de rastrear “o último local conhecido e as pegadas” dos alpinistas do outro lado da montanha, disse Vijay Kumar Jogdande, o principal funcionário público no distrito de Pithoragarh, no estado indiano de Uttarakhand.

Pode levar dias para que a área atingida por avalanche onde eles foram vistos pela última vez seja alcançada. A primeira viagem de reconhecimento de helicóptero encontrou barracas, mas nenhuma presença humana.

O Nanda Devi é a segunda montanha mais alta da Índia e faz mais vítimas do que o Everest, o pico mais alto do mundo — Foto: Reuters

O Nanda Devi é a segunda montanha mais alta da Índia e faz mais vítimas do que o Everest, o pico mais alto do mundo — Foto: Reuters

Segundo funcionários do governo estadual, é improvável que sobreviventes sejam encontrados.

“As chances de sobrevivência são escassas”, disse Jogdande, funcionário do governo indiano.

A taxa de vítimas na região é quase cinco vezes maior do que no Monte Everest, o pico mais alto do mundo, que também fica na Cordilheira do Himalaia.

Superlotação no Everest

Pelo menos 11 pessoas morreram nesta temporada de escaladas no monte Everest, montanha que fica na fronteira entre o Nepal e o Tibete. A maioria das mortes foi atribuída ao cansaço dos alpinistas — piorado, segundo os mais experientes, devido à superlotação no caminho de subida e descida do topo.

Neste ano, o governo nepalês bateu um recorde histórico no número de passes concedidos para a subida: 381. Cada titular de uma permissão é acompanhado por um guia, o que significa que mais de 750 pessoas estão na rota para a escalada, de acordo com os últimos dados disponíveis.

Fonte: G1

Por BBC

 

Uma mulher tira fotos de depósitos de lixo cheios de plástico antes de enviá-los de volta ao país de origem em Port Klang, a oeste de Kuala Lumpur, na Malásia — Foto: Mohd Rasfan/AFP

Uma mulher tira fotos de depósitos de lixo cheios de plástico antes de enviá-los de volta ao país de origem em Port Klang, a oeste de Kuala Lumpur, na Malásia — Foto: Mohd Rasfan/AFP

Um navio de carga do Canadá encheu seus porões nas Filipinas, quinta-feira, para retornar a Vancouver.

Em vez de mercadorias, porém, a embarcação foi carregada mesmo com um monte de lixo.

Há 69 contêineres com mais de 1.500 toneladas de resíduos tóxicos ou não recicláveis ​​que, segundo o governo de Manila, capital das Filipinas, haviam sido enviados para o seu território entre 2013 e 2014 de forma ilegal.

Enviar o lixo de volta para o lugar de origem é apenas o capítulo mais recente da crescente tensão diplomática entre nações desenvolvidas e países do sudeste asiático que tradicionalmente importam resíduos ocidentais para processá-los.

Tudo começou a mudar há um mês, quando, em um movimento inesperado, o presidente filipino Rodrigo Duterte ameaçou enviar um carregamento de lixo de volta ao outro lado do mundo.

“Eu aviso ao Canadá que, se não vier tirar esse lixo daqui na próxima semana, eu vou levar ele pelo mar para jogar lá na sua costa”, disse. “Vamos declarar guerra ao Canadá”.

Embora a questão tenha começado a ser discutida entre os dois países há mais de cinco anos, foi somente nesta semana que o Canadá finalmente enviou um navio para recolher o lixo que havia transportado para as Filipinas.

Navio que levará lixo das Filipinas para o Canadá chega a porto perto da capital de Manila — Foto: Noel Celis/AFP

Navio que levará lixo das Filipinas para o Canadá chega a porto perto da capital de Manila — Foto: Noel Celis/AFP

O movimento de protestos nesse arquipélago se espalhou para outras nações asiáticas e a Malásia, que era um dos principais importadores de lixo do mundo, também condenou a chegada ilegal de lixo da Espanha, Reino Unido, Austrália e Alemanha, entre outros países.

“A Malásia não será o lixão do mundo (…) Nós vamos contra-atacar. Apesar de sermos um país pequeno, os países desenvolvidos não podem nos assediar”, disse a ministra do Meio Ambiente, Yeo Bee Yin, nesta semana.

Foi apenas o começo: poucos dias depois, Kuala Lumpur devolveu uma remessa de lixo para a Espanha e anunciou que outros dez contêineres com 450 toneladas de plástico poluente serão fretados para os Estados Unidos, China, Austrália, Canadá, Japão, Arábia Saudita e Bangladesh.

Como começou esta “guerra do lixo”?

Foi um longo processo com muitas idas e vindas que teve um momento decisivo no ano passado.

O principal receptor de lixo em âmbito mundial, durante décadas, foi a China.

Em 2016, o país processou pelo menos metade das exportações mundiais de resíduos de plástico, papel e metais, que incluíam resíduos do Reino Unido em quantidade bastante para encher 10.000 piscinas olímpicas, segundo o jornal britânico “The Guardian”.

Mas em meio a pressões ambientais, o governo de Pequim proibiu essas operações em 2018, o que fez com que os carregamentos de lixo fossem desviados para outras nações asiáticas.

Diante da avalanche de resíduos que começou a circular pelo Sudeste Asiático, muitos políticos e especialistas começaram a dizer que os países da região estavam se tornando um lixão para o Ocidente.

Finalmente, a Tailândia, a Malásia e o Vietnã aprovaram uma legislação no ano passado para evitar que resíduos estrangeiros que não sejam recicláveis ​​entrem em seus portos.

Somente de janeiro a julho de 2018, cerca de 754.000 toneladas de resíduos plásticos foram levados para a Malásia, segundo dados do governo.

Apesar dos esforços dos governos, o lixo não reciclável continuava chegando.

A que se deve isso?

Em tese, as nações desenvolvidas enviavam lixo reciclável até a Ásia para que ele fosse processado, o que era visto como uma fonte de emprego e lucros para os países de destino.

No entanto, nos últimos tempos, grupos de ambientalistas e analistas começaram a denunciar que o lixo que chegava a essas nações continha, na realidade, produtos tóxicos, tecnológicos ou plásticos não biodegradáveis, o que impossibilitava seu processamento.

Segundo as autoridades, em muitas ocasiões existia um mercado clandestino, em que o lixo era enviado para centros de reciclagem de plásticos ilegais, onde era queimado, o que implica em riscos à saúde e ao meio ambiente.

Como o comércio de lixo é geralmente feito através de empresas privadas, muitas têm usado técnicas ilegais para introduzi-lo em nações asiáticas, o que vai desde contrabando até falsificação de documentos.

Na semana passada, por exemplo, uma carga de lixo da Austrália, rotulada como combustível, foi confiscada em um porto nas Filipinas.

Qual o impacto desse lixo?

De todo o plástico que é descartado todos os dias no mundo, menos de 10% é reciclado.

O resto vai para aterros sanitários ou é incinerado, o que é proibido em muitos países desenvolvidos porque o material libera fumaças altamente tóxicas.

Moradores retiram lixo do rio Sabarmati, na cidade indiana de Ahmedabad — Foto: Sam Panthaky/AFP

Moradores retiram lixo do rio Sabarmati, na cidade indiana de Ahmedabad — Foto: Sam Panthaky/AFP

Por isso, muitas nações do Ocidente têm optado por enviar esses resíduos para nações asiáticas, onde existem empresas dispostas a aceitá-los por um custo menor do que seria cobrado em qualquer outro país.

De acordo com um relatório da Aliança Global por Alternativas à Incineração (GAIA), os resíduos tóxicos no Sudeste Asiático são uma das causas mais frequentes de poluição da água, mortes de culturas e doenças respiratórias.

Como medida internacional para evitar que isso continue, a Convenção da Basiléia, um acordo multilateral sobre gestão de resíduos em âmbito mundial, proibiu recentemente a ‘exportação’ de resíduos plásticos não recicláveis ​​e contaminados para países em desenvolvimento sem o consentimento deles.

A medida, no entanto, só entrará em vigor em 2020 e nem todos os países do Sudeste Asiático são signatários.

Fonte: G1

NACIONAIS

Por G1

 

Desde 2018, os índices de assassinatos no país têm apresentado uma nova tendência, pouco familiar à realidade brasileira: a de queda. O balanço do ano mostra que o Brasil teve uma redução de 13% nas mortes violentas em relação a 2017, a maior queda dos últimos 11 anos da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. E tudo indica que o movimento continua em 2019, já que os números apontam redução nos primeiros meses deste ano.

Os dados, coletados por repórteres do G1 mensalmente, são consolidados no índice nacional de homicídios, do Monitor da Violência, uma parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e com o Fórum.

Para entender o que pode estar por trás da tendência de queda, o G1 foi a fundo nos cenários de segurança pública de três estados que se destacaram por suas reduções: Acre, Ceará e Rio Grande do Norte. Especialistas, integrantes e ex-integrantes dos governos e entidades foram consultados para levantar as principais medidas tomadas nos estados que podem ter resultado na queda da violência.

Entre as medidas adotadas estão:

  • Ações mais rígidas em prisões, como constantes operações de revistas e implantação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD)
  • Isolamento ou transferência de chefes de grupos criminosos para presídios de segurança máxima
  • Criação de secretaria exclusiva para lidar com a administração penitenciária
  • Criação de delegacia voltada para investigar casos de homicídios
  • Integração entre as forças de segurança e justiça

Para Bruno Paes Manso, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP, o crime e o tráfico de drogas passaram a se estruturar a partir de conexões entre lideranças dentro e fora das prisões, replicando o modelo de negócio que vigorou em São Paulo e se expandiu para diversos estados nos últimos anos. “Essa nova configuração do crime permitiu aos governos e justiça terem mais capacidade de controlar os conflitos nesta ampla rede criminal a partir da identificação das cadeias de comando e das lideranças mais influentes, boa parte delas nos presídios.”

“Como os criminosos não fazem questão de guerra, já que isso significa custos elevados para seus negócios, ações inteligentes e estratégicas dos governos podem promover tréguas e suspensão de conflitos entre rivais. É importante jogar com a racionalidade deste novo perfil de criminoso”, diz Bruno Paes Manso, do NEV-USP.

Veja abaixo mais informações sobre cada estado:

Acre

Implantação do RDD foi uma das principais medidas tomadas para conter a atuação de chefes dentro do sistema penitenciário no Acre — Foto: Divulgação Iapen

Implantação do RDD foi uma das principais medidas tomadas para conter a atuação de chefes dentro do sistema penitenciário no Acre — Foto: Divulgação Iapen

A guerra entre facções fez com que os acreanos vivenciassem nos últimos anos o aumento desenfreado da violência no estado. A disputa entre grupos criminosos explodiu no fim de 2015, quando foram registrados os primeiros ataques em Rio Branco. Isso fez com que os índices de violência aumentassem muito nos anos seguintes, passando de uma taxa de 29 mortes por 100 mil habitantes em 2015 para o recorde de 63,9 em 2017.

Em 2018, porém, a taxa regrediu para 47,5 mortes por 100 mil habitantes, numa queda de mais de 20% no número de assassinatos em relação ao ano anterior. No primeiro trimestre de 2019, os números continuaram caindo, ficando também mais de 20% abaixo do registrado no mesmo período de 2018.

Analisando esses números, o G1 conversou com autoridades e ex-gestores que estavam à frente da Segurança pública quando a guerra começou para tentar entender que medidas foram tomadas e acabaram impactando no combate às organizações criminosas.

Juntos, eles destacam algumas ações tomadas ao longo dos anos para tentar controlar a atuação das facções criminosas no estado, como:

  • Implantação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), em que os presos são isolados em salas individuais e são monitorados de forma mais rígida, no Presídio de Segurança Máxima Antônio Amaro Alves em Rio Branco
  • Criação de uma delegacia voltada para investigar crimes de homicídio (DHPP)
  • Separação dos presos por facção dentro das cadeias do estado
  • Constantes operações de revistas dentro dos presídios

Ceará

Membros de facções atacaram prédios, equipamentos e veículos públicos e privados, em todo o estado, em janeiro de 2019 — Foto: José Leomar/G1

Membros de facções atacaram prédios, equipamentos e veículos públicos e privados, em todo o estado, em janeiro de 2019 — Foto: José Leomar/G1

Uma guerra entre facções levou o Ceará a ter um ano com recorde de violência em 2017, com 5.133 homicídios. O cenário de violência levou o estado a adotar medidas mais rígidas contra os criminosos, especialmente dentro dos presídios, de onde partem as ordens da maioria dos homicídios no Ceará.

Eleito para um segundo mandato, o governador do Ceará, Camilo Santana, criou uma pasta exclusiva para atuar nos presídios. A posse ocorreu em 1º de janeiro deste ano, e o secretário da Administração Penitenciária recém-empossado, Mauro Albuquerque, prometeu acabar com a divisão de facções por presídios e tornar mais rigoroso o controle de celulares nas unidades prisionais. Como represália, os mesmos grupos criminosos que cometiam homicídios entre si se uniram para realizar uma série de ataques no estado.

O medo que a população cearense teve da onda de ataques se contrapôs à queda drástica de homicídios registrada em janeiro deste ano. A Secretaria da Segurança contabilizou 192 mortes no mês no estado, uma redução de 60,1%, em comparação com janeiro de 2018, com 482 assassinatos. Fortaleza teve sete dias sem crimes fatais e outros oito dias com apenas um homicídio cada um.

Segundo especialistas, a queda foi consequência do que seria um “acordo” entre as facções, que passaram a se concentrar mais no Estado como inimigo do que nas brigas entre os grupos criminosos. Consequentemente, os índices de mortes violentas caíram.

Além disso, em reação aos ataques, a Justiça determinou a transferência de 40 chefes das facções criminosas para presídios federais de segurança máxima e tomou outras medidas para aumentar a disciplina nos presídios:

  • Controle mais rígido dos itens de familiares que visitam os presídios
  • Restrição da roupa dos visitantes e das comidas que eles podem levar
  • Vistorias mais frequentes em busca de celulares nas celas
  • Patrulha no entorno das unidades prisionais
  • Desativação de unidades no interior do estado que não cumpriam normas de seguranças e onde as fugas eram frequentes

Rio Grande do Norte

Agentes penitenciários no Pavilhão 5 de Alcaçuz, que foi alvo de massacre em janeiro de 207 — Foto: Thyago Macedo/G1

Agentes penitenciários no Pavilhão 5 de Alcaçuz, que foi alvo de massacre em janeiro de 207 — Foto: Thyago Macedo/G1

A retomada do controle dos presídios potiguares por parte do Estado, sobretudo com a identificação, o isolamento e a transferência dos chefes das facções que protagonizaram o massacre de presos na penitenciária de Alcaçuz em 2017 – justamente o ano em que o Rio Grande do Norte atingiu o ápice no número de assassinatos – é apontada por especialistas em segurança pública como o principal fator para a redução dos índices de violência fora das cadeias.

Levantamento divulgado pelo G1 mostra que o Rio Grande do Norte está entre os quatro estados do país que conseguiram reduzir em mais de 30% o número de mortes violentas no primeiro trimestre do ano.

O cume da violência no estado foi no ano de 2017, quando ocorreram 2.405 homicídios. O ano já começou violento, com o massacre de 26 presos dentro de Alcaçuz, o mais brutal e sangrento episódio da história do sistema prisional potiguar.

Para especialistas, a identificação dos chefes presos e o isolamento deles em presídios federais contribuiu para a retomada do controle dos presídios do estado e, consequentemente, para a redução dos índices de criminalidade fora das cadeias. Também foram promovidos concursos, contratações e formatação de método de trabalho de agentes penitenciários, reconstrução de unidades prisionais e maior integração entre as forças de segurança pública.

Fonte: G1

Por Ricardo Freitas, G1 MS

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, durante solenidade em Brasília nesta quinta (9) — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, durante solenidade em Brasília nesta quinta (9) — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Está prevista para esta segunda-feira (3) uma visita do ministro da Justiça, Sérgio Moro, a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, vizinha de Ponta Porã (MS). Moro deve desembarcar em Ponta Porã às 12 horas (de MS) e depois segue carro ao Paraguai.

O ministro vai se reunir na sede da Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD), com o presidente paraguaio Mario Abdo Benitez e com os ministros de segurança Arnaldo Giuzzio do Paraguai e Patricia Bullrich, da Argentina. O tema principal do encontro será a integração entre os países no combate ao tráfico de drogas.

A fronteira do Brasil com o Paraguai, em Ponta Porã, região sul de Mato Grosso do Sul, sempre foi marcada por execuções, tiroteios, tráfico de drogas e armas. O local é uma das principais portas de entrada de entorpecentes e armas de grosso calibre no país.

A característica violenta da região ganhou ares de guerra nos últimos anos com a disputa pelo controle do local entre facções criminosas. Junho de 2016 marca a intensificação desta guerra com a morte de Jorge Rafaat, conhecido como “Rei da Fronteira”. O G1 traçou um panorama desta disputa que, só em 2018, vitimou 30 pessoas.

Fonte: G1

Por Blog do BG

Jogadores da seleção saem em defesa de Neymar após acusação de estupro

O atacante Neymar recebeu o apoio do elenco da seleção brasileira após ter sido acusado de estupro por uma mulher.

Os três atletas direcionados pela CBF para dar entrevista tentaram se esquivar das perguntas sobre o jogador, por orientação da confederação. Mas apoiaram o atacante.

“Isso não vai contaminar o grupo e sabemos muito bem como é o Neymar como pessoa. Certeza que vai provar ser inocente. Os fatos apresentados são de estranheza e pareceu premeditado. Assim que tudo for esclarecido, Neymar vai ter a paz que merece e continuar o trabalho que tem feito”, disse o volante Fernandinho.

“Acredito que ele terá todo nosso apoio e respaldo, todo nosso suporte para que tudo o que foi falado, a acusação que foi feita, que não interfira dentro de campo. Vamos aguardar, mas o que diz do nosso ambiente nada vai mudar e terá nosso apoio total durante todo período da Copa América”, completou o meio-campista.

Neymar se reapresentou por volta de 12h deste domingo (2) e se juntou ao elenco da seleção após o grupo ter recebido folga na tarde de sábado (1º).

“É difícil falar, por ser o Neymar toma proporções maiores, e nesse momento tem que ter cuidado. É um assunto pessoal e vamos dar total apoio ao Neymar”, disse o atacante Everton.

“A gente sabe que é difícil, um momento que só ele sabe. Ele é um cara simples, muito gente boa e uma boa pessoa”, emendou o atleta do Grêmio.

O atacante Lucas Paquetá disse se tratar de um assunto pessoal do atacante do PSG: “Temos que continuar um ambiente natural. Se você almoçar com a gente, vai ver a felicidade de cada um por estarmos juntos. É um assunto pessoal dele, eu falo pelo que vivo com todos, não vai mudar o nosso ambiente”.

Folhapress

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Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo (2) que o governo está articulando para que o Senado aprove, nesta segunda-feira (3), a MP (medida provisória) para combater fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A proposta do pente-fino nos benefícios da Previdência Social precisa ser votada nesta segunda, ou então irá perder a validade.

“Estamos mobilizando os senadores para comparecer. Se Deus quiser, vai dar certo”, afirmou Bolsonaro ao entrar no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente, após passar parte do fim de semana na Granja do Torto, propriedade oficial da Presidência com características de casa de campo.

No Palácio da Alvorada, o presidente recebeu a visita do filho e senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

A equipe econômica espera economizar R$ 9,8 bilhões neste ano ao estabelecer regras mais rígidas para ter direito ao auxílio-reclusão, benefício pago ao dependente de presidiário; com os programas de combate a fraudes e demais medidas da MP.

O governo está confiante para a votação desta segunda e estima que haverá número suficiente de senadores para a sessão.

“Temos trabalhado para assegurar o quórum”, disse o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

Ele estima que cerca de 60 senadores comparecerão à Casa e, desse total, mais de 41 votarão pela aprovação da medida provisória.

Bezerra Coelho espera ainda que o Senado não aprove mudanças na versão que recebeu aval da Câmara. Se os senadores alterarem o texto, a MP precisará voltar para o plenário da Câmara.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), afirmou que a oposição tentará derrubar a medida provisória, pois considera que a proposta retira direitos dos trabalhadores do campo.

Um dos pontos mais discutidos nesta MP é a vedação de que sindicatos rurais emitam documento para atestar a atividade no campo para quem deseja pedir a aposentadoria rural. O documento, segundo a proposta, seria obtido em órgãos públicos.

“Não vamos fazer acordo. Vamos votar contra a MP e, se possível, derrubar a sessão”, declarou o senador. A estratégia é não marcar presença no plenário da Casa. Assim, o governo precisaria mobilizar 41 senadores para dar início à votação.

Para o pente-fino, está previsto um bônus para servidores do INSS que buscam irregularidades em benefícios.

Essa força-tarefa, contudo, ainda não foi iniciada, pois, antes de pagar os bônus, o governo precisa de autorização do Congresso para incluir essa despesa no Orçamento.

Apesar do aumento de despesas com o bônus, o ministro Paulo Guedes (Economia) espera que a identificação de fraudes compense os gastos e, assim, haja uma redução nos desembolsos da Previdência.

A medida provisória de combate a fraudes no INSS é um dos pilares da reforma da Previdência, cujo principal projeto é uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que endurece as regras para aposentadorias e pensões de trabalhadores da iniciativa privada e do setor público.

A MP foi aprovada na Câmara na madrugada de quinta (30). A ideia do governo era conseguir aprovar o texto no Senado na tarde do mesmo dia, mas não houve acordo.

Agora, o Palácio do Planalto precisa conseguir mobilizar sua base de senadores na segunda para não deixar a medida provisória perder a validade.

Ao chegar ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro cumprimentou apoiadores. Duas crianças pediram para conhecer a residência oficial. O presidente atendeu ao pedido. A visita durou cerca de 30 minutos.

Folhapress

Foto: Yara Nardi/Reuters

O papa Francisco disse neste domingo (2) que os políticos não devem “nunca semear ódio e medo” ao responder uma pergunta sobre Matteo Salvini, homem forte da Itália e líder da extrema direita

O pontífice disse aos jornalistas, no voo de volta de uma viagem de três dias à Romênia, que seria “muito imprudente” de sua parte expressar uma opinião sobre o vice-primeiro-ministro e ministro do Interior, líder do partido anti-imigração Liga.

Francisco insistiu que não recebeu Salvini – que sempre carrega um terço católico em seus comícios – apenas porque o ministro não solicitou uma audiência privada.

“Rezo por todos, para que os italianos avancem, para que se unam”, disse, dias depois de os partidos de extrema direita da Itália ganharem mais 40% dos votos nas eleições europeias, em grande parte graças a sua mensagem contra a imigração.

“Devemos ajudar os políticos a serem honestos (…) Um político nunca deve semear ódio e medo, nunca”, declarou.

Francisco também repetiu seu pedido para que a Europa “supere as divisões e as fronteiras”.

“Vemos fronteiras na Europa e não servem para nada. Por favor, não deixem que a Europa seja derrotada pelo pessimismo ou pelas ideologias”.

“A Europa não está sendo atacada por armas, ou bombas, mas por ideologias”, concluiu.

AFP

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Por G1 RN

 

Ônibus de viagens intermunicipais deixam a rodoviária de Natal (arquivo) — Foto: Olinto Bezerra/Inter TV Cabugi

Ônibus de viagens intermunicipais deixam a rodoviária de Natal (arquivo) — Foto: Olinto Bezerra/Inter TV Cabugi

Os ônibus que fazem as linhas intermunicipais dentro do Rio Grande do Norte agora terão que parar no local indicado por mulheres, idosos e pessoas com deficiência, para o desembarque destes passageiros. A previsão está na lei 10.516, sancionada pela governadora Fátima Bezerra (PT) na última quinta-feira (30) e publicada no Diário Oficial deste sábado (1º).

De acordo com o texto, a partir das 22h e até as 6h do dia seguinte, estes usuários o sistema de transporte coletivo podem optar pelo local mais seguro e acessível para desembarcar, mesmo que não seja um ponto de parada definido pelo Departamento de Estradas de Rodagens (DER), ou pela empresa.

Porém, mesmo que os passageiros possam escolher onde desembarcar, deve ser respeitado o itinerário original da linha e os preceitos da Lei de Trânsito. O motorista não poderá parar o ônibus em um local proibido, por exemplo.

“As empresas de transporte coletivo deverão divulgar, em local de alta visibilidade, no espaço interno dos veículos, a garantia da nova regra do desembarque noturno”, ressalta a lei.

Fonte: G1 RN

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