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BOAS NOTÍCIAS: BRASIL ATINGE 1 MILHÃO DE DOSES DE VACINAS APLCADAS EM 24 HORAS

Neste domingo temos a enorme alegria de informar que o Brasil atingiu mais de 1 milhão de doses de vacinas aplicadas em 24 horas. No total, 1.095.362 pessoas receberam a vacina, sendo que 963.429 receberam a primeira dose e 131.933 a segunda. Algo para comemorar, pois agora o processo de vacinação vai acelerar.

Inédito: Brasil aplica mais de 1 milhão de doses de vacinas em 24h

Pela primeira vez o Brasil conseguiu aplicar mais de 1 milhão de doses de vacinas em 24 horas. Isso não acontecia desde janeiro, quando a vacinação começou em São Paulo.

O feito foi divulgado pelo Consórcio de Veículos de Imprensa na última quinta, 1º e contém informações dos 26 Estados e do Distrito Federal.

No total, 1.095.362 pessoas receberam a vacina, sendo que 963.429 receberam a primeira dose e 131.933 a segunda.

Com isso, o Brasil chegou à marca de 18.548.301 pessoas vacinadas.

Desses, 5.233.544 receberam as duas doses.

Imunizados

A quantidade de pessoas imunizadas equivale a 8,78% da população brasileira – dos 211 milhões de habitantes, 18,5 milhões foram vacinados até agora.

Já a porcentagem de pessoas que receberam as duas doses é de apenas 2,47%.

Em números absolutos, São Paulo conta com o maior número de vacinados: 4,67 milhões.

A Bahia, com 1,66 milhão, e Minas Gerais, com 1,61 milhão vêm em seguida.

Já em termos proporcionais, a Bahia é o Estado que vacinou mais habitantes, com 11,15% da população recebendo ao menos a primeira dose.

Já o Mato Grosso, com 5,2% da população imunizada, é o pior Estado até o momento na vacinação.

No mesmo dia que a marca foi atingida, o Brasil registrou 91.097 casos e 3.679 mortes causadas pela doença, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS).

Vamos lá gente! Estamos no caminho certo, mas ainda dá pra melhorar!

Com informações da JovemPan

Fonte: Só Notícia Boa

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GOVERNO DO RN CONTRARIA RECOMENDAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE E ORIENTA MUNICÍPIOS QUE GUARDEM VACINAS PARA GANTIR A 2ª DOSE

Governo do RN recomenda que municípios guardem vacinas para garantir 2ª dose, contrariando orientação do Ministério da Saúde

Foto: Raiane Miranda

Contrariando orientação do Ministério da Saúde, do último dia 20 de março, o Governo do Estado recomendou na tarde desta sexta-feira (2) aos municípios que guardem vacinas para garantir a 2ª dose.

A indicação do sétimo informe técnico do ministério, divulgado em março, é de que todas as doses distribuídas do imunizante sejam aplicadas, sem necessidade de reserva da segunda dose para completar o esquema vacinal. A recomendação do governo estadual, contrária ao que orienta o ministério, pode prejudicar o avanço das faixas etárias na vacinação.

“Ressaltamos ainda que até o presente momento não há um cronograma fixado pelo Ministério da Saúde (MS) com datas, quantitativo de doses a serem entregues e a finalidade de uso dessas doses, o que impossibilita a realização de planejamento antecipado de como se dará a operacionalização da vacina diante do recebimento de uma nova remessa de vacinas, assim, atualmente o planejamento do progresso da campanha de vacinação tem ocorrido em até 24horas da distribuição (até em menos tempo) das doses aos municípios, diretamente condicionado ao recebimento do Informe Técnico publicado pelo MS”, diz o documento enviado aos municípios.

O documento diz ainda que “na próxima entrega da Butantan será também mais um quantitativo expressivo de D2 para fechar os 100% das 2a doses das D1 anteriormente enviadas. Se utilizarem de outra forma não temos como assegurar D2, pois apesar de esperarmos a entrega do Butantan não há confirmação formalizada.”

Fonte: Blog do BG

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44 MUNICÍPIOS POTUGUARES JÁ RECEBERAM REFRIGERADORES CIENTÍFICOS PARA ARMAZENAR VACINAS DOADOS PELA COSERN

Cosern já entregou refrigeradores científicos para armazenar vacinas a 44 municípios potiguares

31 mar 2021

Municípios recebem refrigeradores para vacinas doados pela Cosern - Secretaria de Estado da Saúde Pública

44 municípios potiguares já receberam os refrigeradores científicos para armazenar vacinas doados pela Cosern. As entregas começaram nos primeiros dias de março e até o final de abril todos os equipamentos chegarão aos 95 municípios contemplados, além de mais duas câmaras que serão doadas para o Governo do Estado e irão para II URSAP – Unidade Regional de Saúde Pública, em Mossoró.

Ao todo, a Neoenergia, empresa controladora da Cosern, está doando 674 refrigeradores científicos para 651 municípios no Rio Grande do Norte (Cosern), Pernambuco (Celpe), Bahia (Coelba) e São Paulo/Mato Grosso do Sul (Elektro). A doação totalizou R$ 7,2 milhões em recursos que fazem parte dos Programas de Eficiência Energética (PEE) das distribuidoras, regulados pela Agência Nacional de Eficiência Energética (Aneel).

Como ação preventiva, a Cosern enviou um comunicado às prefeituras que serão beneficiadas com a doação no início de fevereiro ressaltando a importância da realização de uma revisão elétrica das instalações internas dos locais que receberão esses equipamentos.

Para Júlio Giraldi, Superintendente de Relacionamento com Clientes da Cosern, a vacinação é, nesse momento, a ação mais importante para combater à pandemia da Covid-19, aliado a outras medidas preventivas tais como uso de máscara e o distanciamento social.

Em novembro, a Cosern doou 20 respiradores para os hospitais Giselda Trigueiro e João Machado, em Natal, e Tarcísio Maia, em Mossoró. Agora, estamos apoiando os municípios que mais necessitam dos refrigeradores adequados para o armazenamento da vacina”, lembra Júlio. “Todas essas inciativas reafirmam o compromisso social da Cosern com os potiguares”, complementa.

“O nosso objetivo é o de auxiliar a população dos municípios mais necessitados das nossas áreas de concessão a conter a pandemia. Os refrigeradores científicos doados são adequados para armazenar as vacinas que fazem parte das campanhas de imunização, por terem temperatura programável e constante entre 2ºC e 8ºC, sensores e bateria, para o armazenamento adequado das doses”, afirma a gerente de Eficiência Energética da Neoenergia, Ana Christina Mascarenhas.

Fonte: Política em Foco

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EUA VÃO AJUDAR O BRASIL EM SEUS ESFORÇOS PARA MAXIMIZAR O ACESSO ÀS VACINAS, AFIRMA EMBAIXADOR

EUA vão ajudar Brasil a ter acesso às vacinas, diz embaixador

Todd Chapman reuniu-se nesta terça com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga e garantiu colaborar no enfrentamento da covid

BRASIL

 Do R7

Todd Chapman, embaixador dos EUA no BrasilTodd Chapman, embaixador dos EUA no Brasil DIVULGAÇÃO/US EMBASSY

A Embaixada dos Estados Unidos afirmou em nota nesta terça-feira (30) que o país vai ajudar o Brasil em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas. O embaixador Todd Chapman reuniu-se por videoconferência com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga para revisar a cooperação dos Estados Unidos com o Brasil no combate à pandemia do novo coronavírus.

“Os Estados Unidos têm estado ao lado do Brasil e do povo brasileiro no enfrentamento da covid-19 desde o início da pandemia. A reunião entre o embaixador Chapman e o ministro Queiroga foi uma oportunidade importante para reiterar nosso compromiso”, diz a nota.

“O embaixador aproveitou a oportunidade para revisar a cooperação dos EUA e conversou sobre ao acesso às vacinas. Embora nossa primeira prioridade seja garantir o acesso dos norte-americanos às vacinas, estamos engajando ativamente o Brasil em maneiras de ajudar em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas seguras, eficazes e de qualidade para os brasileiros.”

O embaixador norte-americano também destacou o que os EUA já realizaram ao longo dos 12 meses da pandemia, como por exemplo,  o fornecimento de insumos, equipamentos de saúde, cestas basicas, ventiladores pulmonares, hospitais de campanha, equipamentos de proteção individual e assistência técnica médica.

O governo dos EUA e o setor privado norte-americano já doaram mais de US$ 75 milhões para comunidades brasileiras que lutam contra o ritmo acelerado do novo vírus.

Embaixador Chapman reafirmou o compromisso dos EUA com a continuidade dos esforços para reduzir o impacto da pandemia em comunidades brasileiras.

Fonte: R7

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NO CHILE, INFERMEIRA CONFUNDE VACINAS NO MESMO REFRIGERADOR E ADMINISTRA DOSE DA CORONAVAC EM BEBÊ DE 6 MESES

Bebê de 6 meses recebe vacina contra covid por engano no Chile

A criança foi levada para tomar a vacina adequada à idade, que estava no mesmo refrigerador que uma dose de Coronavac

INTERNACIONAL

Do R7

Enfermeira confundiu duas vacinas que estavam no mesmo refrigerador
ALBERTO VALDÉS / EFE – ARQUIVO

Uma bebê de cerca de 6 meses recebeu, por engano, uma dose da CoronaVac, a vacina chinesa contra a covid-19, na semana passada em Villarrica, no Chile. As autoridades sanitárias acompanham o caso para verificar se ela irá desenvolver algum sintoma adverso mas, até o momento, os relatos indicam que ela está com a saúde boa.

Segundo a emissora La Tercera, o caso aconteceu na semana passada e a família denunciou que a enfermeira se confundiu no momento de aplicar a vacina porque tanto a CoronaVac quanto a vacina pentavalente (indicada para crianças de 6 meses, que imuniza contra tétano, hepatite B, coqueluche, difteria e meningite tipo B) que ela iria tomar estavam no mesmo refrigerador.

A secretária regional de Saúde, Glória Rodriguez, contou que “fomos notificados imediatamente do erro que aconteceu e todas as medidas de controle e observação da criança foram tomadas”.

“Notificamos o Ministédio da Saúde e todas as instituições necessárias para realizar as investigações correspondentes. Estamos preocupados com a saúde da criança e estamos monitorando a evolução”, explicou ela.

Fonte: R7
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OPINIÃO: COM INVESTIMENTOS DO GOVERNO FEDERAL, A FIOCRUZ VAI PRODUZIR 6 MILHÕES DE VACINAS POR SEMANA

Produção de 6 milhões de vacinas por semana pela Fiocruz desmente narrativa infame contra Bolsonaro

Fotomontagem ilustrativaFotomontagem ilustrativa

Boa parte da mídia preferiu ignorar a notícia veiculada nos últimos dias, dando conta de que, já a partir desta semana, a Fiocruz irá produzir 6 milhões de doses de vacinas por semana.

Sim, produção brasileira, graças ao investimento e a aposta acertada do Governo Federal.

Essa notícia desmente todas as narrativas criadas contra o presidente Jair Bolsonaro, demonstrando que elesempre teve preocupação com a questão da vacina contra a Covid-19 e trabalhou para que fosse viabilizada.

Assim, além das vacinas já negociadas pelo Governo Federal, teremos ainda no 1º semestre, em torno de 100 milhões de doses produzidas pela Fiocruz e, no geral, mais de 500 milhões de doses até o final do ano, o que garantirá a vacinação de toda a população brasileira.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EM 11º LUGAR NA TAXA MAIS ALTA DE VACINAÇÃO O RN ESTÁ ENTRE OS ESTADOS QUE MAIS RECEBE VACINAS

RN tem 11ª taxa mais alta de doses de vacinas recebidas no país

 SAÚDE

Técnica de Enfermagem é a primeira pessoa a receber a vacina contra a Covid-19 no RN: 'Chegou a ser um sonho e hoje é esperança' | Rio Grande do Norte | G1

Não procede a narrativa que o RN recebe “menos vacinas” que outros estados. De forma geral, baseado na população total e nas doses recebidas, o RN tem a 11ª taxa de doses recebidas. A média nacional é de 13,82%. O RN recebeu o equivalente a 13,42%, praticamente na média. Segue a lista:

AM 24,97%
RR 20,78%
RS 16,93%
RJ 15,73%
MS 15,12%
AC 15%
MG 14,9%
SP 14,84%
PB 14,43%
BA 13,71%

RN 13,42%

DF 13,35%
PE 13,19%
CE 12,87%
AL 12,27%
SC 12,25%
GO 12,08%
PI 11,98%
ES 11,24%
PR 11,02%
PA 11%
AP 10,8%
TO 10,6%
MT 9,6%
RO 9,4%
SE 9,33%
MA 8,9%

Ressalto que os envios do Ministério da Saúde devem seguir a proporcionalidade dos públicos alvos da campanha. Porém, o levantamento mostra que o RN não está sofrendo boicote. Outra observação pertinente é que para análise de população a ser atingida pela vacinação, os índices acima basicamente devem ser divididos por 2, já que as vacinas são em 2 doses.

Fonte: Blog do BG

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VACINAS RESERVADAS PARA APLICAÇÃO DA 2ª DOSE SÃO LIBERADAS PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA AMPLIAR O NÚMERO DE VACINADOS

Ministério da Saúde libera uso de vacinas reservadas para aplicação da 2ª dose

De acordo com o ministério, a ação deve ampliar o número de vacinados no Brasil e é válida também para os imunizantes entregues neste final de semana

Daniel Fernandes, da CNN, em São Paulo

Atualizado 21 de março de 2021 às 17:08

Profissional prepara vacina contra Covid-19 para aplicação no Rio de JaneiroProfissional prepara vacina contra Covid-19 para aplicação
Foto: Delmiro Júnior/Agência O Dia/Estadão Conteúdo (19.mar.2021)

Ministério da Saúde autorizou neste domingo (21) que estados e municípios usem todo o estoque de vacinas contra a Covid-19 para a primeira dose da imunização. Anteriormente, a orientação era de que 50% dos imunizantes fossem mantidos como estoque de segurança para a segunda etapa da vacinação.

De acordo com o ministério, a ação deve ampliar o número de vacinados no Brasil e é válida também para os imunizantes entregues neste final de semana – um total de 5 milhões de doses do Butantan e da AstraZeneca, produzidas pela Fiocruz.

Em comunicado, a pasta afirmou que a decisão era estudada há cerca de duas semanas, e que “levou em conta a previsão de entregas semanais do Butantan e da Fiocruz, que aceleraram a produção a partir da chegada de matéria-prima (IFA) importada, garantido assim a estabilização das distribuições aos estados por parte do Ministério”.

Imbróglio

No dia 19 de fevereiro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse à Frente Nacional de Prefeitos (FNP) que todas as vacinas disponíveis no país seriam usadas para a primeira etapa da imunização, e que não seria mais necessário reservar metade dos imunizantes para a segunda dose.

Porém, no dia 24 do mesmo mês, como informou o colunista da CNN Leandro Resende, o governo mudou a orientação e pediu aos municípios para fazerem a reserva para a segunda dose.

No documento, o Ministério da Saúde afirmou que a decisão foi tomada porque, à época, não havia “um fluxo de produção regular da vacina”.

Expectativa

De saída do Ministério da Saúde, o general Eduardo Pazuello afirmou neste domingo (21) à CNN que os números de vacinação no Brasil devem “dobrar” nesta semana, após a nova orientação.

“Com a liberação para aplicação de imediato de todo o estoque de vacinas guardadas nas secretarias municipais, vamos conseguir dobrar a aplicação essa semana, imunizando uma grande quantidade da população brasileira, salvando e protegendo mais vidas” disse o ministro à CNN.

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LEI QUE GARANTE COMPRA DE VACINAS EM CARÁTER DE URGÊNCIA É APROVADA PELA CÂMARA DOS VEREADORES DE NATAL

Câmara de Natal aprova em regime de urgência Lei que garante compra de vacinas

18 mar 2021

Vereadores aprovam lei que permite inclusão de Natal em consórcio para compra de vacinas contra Covid-19 | Rio Grande do Norte | G1

Durante a Sessão Ordinária virtual desta quarta-feira (17), os vereadores da Câmara Municipal de Natal se reuniram no plenário Érico Hacktrad para deliberar acerca de dois projetos em regime de urgência, encaminhados pelo Poder Executivo Municipal, que tratam do enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Aprovada, a lei Nº 77/2021, garante a inclusão de Natal no consórcio firmado entre os municípios, com a finalidade de adquirir vacinas para a população. Durante a discussão, foram apresentadas emendas, das quais, duas foram aprovadas, algumas retiradas, e foi rejeitada uma que tratava da proibição de medicamentos ou vacinas sem comprovação científica.

“O projeto da vacina é importantíssimo. Nós estamos autorizando agora que o município possa adquirir também essas vacinas, para que mais pessoas da nossa cidade possam ser imunizadas deste vírus. No atual momento, esse é um dos projetos mais importantes aprovados por esta Casa”, acrescentou o presidente da CMN, vereador Paulinho Freire (PDT).

“Ratificamos a presença de Natal dentro desse consórcio entre municípios, que vai fortalecer o SUS e dessa forma criar mais laços para adquirir as vacinas. Isso é importante, porque dará celeridade”, explicou a líder do Executivo, vereadora Nina Souza (PDT).

O segundo projeto aprovado de autoria do Executivo é o que concede benefício fiscal de redução de base de cálculo sobre o ISS das empresas do transporte coletivo municipal. Nesta matéria, foram apresentadas 17 emendas, sendo que algumas delas foram consensualizadas. Uma das consensuais aprovada foi a de autoria da vereadora Divaneide Basílio (PT), que garante a concessão do benefício apenas com a garantia do retorno de 100% da frota de ônibus na cidade. “É importante que essa casa se posicione e cobre o retorno de toda frota”, disse Divaneide.

Do vereador Tércio Tinôco (PP), foi aprovado dentro de uma emenda, um artigo que cobra das empresas de ônibus a manutenção dos elevadores para deficientes nos veículos de transporte. “Não se trata de um pedido de aumento de despesa, ou aumento no número de plataformas, apenas a manutenção das existentes para que o direito à acessibilidade possa ser respeitado”, explicou durante a discussão na sessão remota, o vereador Tércio.

“Uma tarde muito proveitosa, muitas discussões e a Câmara, com seus vereadores, cumpriu o seu papel aprovando essas duas matérias tão necessárias neste atual momento de pandemia”, finalizou o vereador Paulinho Freire.

Fonte: Política em Foco
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VACINAS PODEM SER IMPORTADAS POR ESTADOS, MUNICÍPIOS E SETOR PRIVADO, SEGUNDO RESOLUÇÃO DA ANVISA

Anvisa oficializa permissão para estados e setor privado importarem vacinas

Diretoria da agência também prorrogou até 30 de abril o prazo para o Instituto Butantan concluir os estudos da Coronavac

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

10 de março de 2021 às 22:30

Profissional de saúde prepara aplicação da vacina contra Covid-19 em São PauloProfissional de saúde prepara aplicação da vacina contra Covid-19 em São PauloFoto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo (27.fev.2021)

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (10) uma resolução que oficializa as regras da nova Lei 14.124/2021, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Entre as mudanças, a Anvisa confirmou que estados, municípios e o setor privado podem importar medicamentos e vacinas contra a Covid-19, mesmo aqueles que não tenham aprovação para uso no Brasil.

Nesse caso, informa a agência, o interessado precisará demonstrar que o medicamento ou vacina tenha sido classificado em seu país de origem como indicado para tratar a doença do novo coronavírus. Também é preciso que os testes de fase 3 tenham sido concluídos ou com resultados provisórios.

A diretoria da Anvisa também oficializou o novo prazo a que vai estar submetida. A agência passa a ter de analisar em até sete dias um pedido de uso emergencial de uma vacina contra a Covid-19 que tenha sido aprovada por uma agência entre uma lista das principais do mundo.

A legislação sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro também institui a permissão para que a União, os estados e os municípios possam assumir a responsabilidade civil por eventuais efeitos colaterais das vacinas. Esta é uma exigência da farmacêutica Pfizer, que negocia a venda do imunizante que desenvolveu com a BioNTech para o Brasil.

Mais prazo para o Butantan

A Anvisa aprovou também a prorrogação do prazo para que o Instituto Butantan conclua os estudos da vacina Coronavac e os apresente para a entidade. A entrega dos estudos faz parte das exigências da Anvisa quando da autorização de uso emergencial da vacina, em janeiro.

O prazo venceu no dia 28 de fevereiro. O Butantan pediu e a Anvisa autorizou que os resultados sejam entregues até o dia 30 de abril. O instituto alegou que alguns dos testes precisam ser repetidos e que houve atraso na importação de insumos necessários ao processo.

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A PREFEITURA DO NATAL VAI FAZER PARTE DO CONSÓRCIO PÚBLICO PARA AQUISIÇÃO DE VACINAS CONTRA COVID-19

Natal adere a consórcio nacional de municípios para compra de vacinas

09 mar 2021

Natal adere a consórcio nacional de municípios para compra de vacinas - Notícias - Saúde - Nominuto.com

A Prefeitura de Natal vai fazer parte do consórcio público para a aquisição de vacinas contra a Covid-19. O prefeito Álvaro Dias encaminhou a adesão da gestão municipal na última quinta-feira (4). Proposto pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), o consórcio será instalado no próximo dia 22, com as prefeituras integrantes do grupo.

Para o prefeito de Natal, a ideia lançada pela FNP é oportuna. “Assim que soubemos da proposta, decidimos inserir Natal nesse esforço liderado pela Frente Nacional de Prefeitos, juntamente com prefeituras de todo o país”, afirma Álvaro Dias. “Buscamos todas as soluções possíveis para ampliar a vacinação da população de Natal, e o consórcio público das prefeituras é uma alternativa muito viável nessa direção”.

Até o início desta semana, mais de 1,7 mil municípios haviam manifestado o interesse de aderir ao consórcio público, segundo a FNP. O presidente da Frente, Jonas Donizete, ressalta que a finalidade do Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras, batizado de Conectar, é atuar de maneira integrada e complementar com o Programa Nacional de Imunização (PNI), coordenado pelo Ministério da Saúde.

“A palavra é colaboração, e não enfrentamento. Ouvimos, inclusive, que o governo federal poderia requisitar as vacinas adquiridas por meio do consórcio. Isso não é problema nenhum, é esse o espírito”, disse o presidente da FNP. “A quantidade que vamos comprar é a que estiver disponível. Se acontecer de o governo requisitar as doses, para nós está de bom tamanho, porque elas vão chegar à população e é isso o que queremos”.

Fonte: Política em Foco
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EM MARÇO O TOTAL DE DOSES DE VACINAS CONTRA COVID-19 NO BRASIL PODE CRESCER DE FORMA EXPONENCIAL

Com maior produção local, Saúde espera 30 milhões de doses de vacina em março

Instituto Butantan e Fiocruz devem entregar neste mês lotes expressivos de doses produzidas no Brasil com insumos importados

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

Atualizado 06 de março de 2021 às 18:39

Com maior produção local, Saúde espera 30 milhões de doses de vacina em março

O total de doses de vacinas contra a Covid-19 disponíveis para o Brasil pode crescer de forma exponencial em março, a se confirmar a expectativa do Ministério da Saúde. De pouco mais de 6 milhões de doses em fevereiro, a projeção é a disponibilização de 30 milhões neste mês de março.

O gatilho para a expansão do quantitativo de imunizantes é a expansão da produção local da Coronavac e da vacina de Oxford, preparadas no Brasil pelo Instituto Butantan e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). É esperada, também, a primeira remessa do consórcio internacional Covax Facility.

O Butantan já produz localmente vacinas contra a Covid-19 desde janeiro, mas o quantitativo deve crescer em cinco vezes entre fevereiro e março. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que a entidade ligada ao Governo de São Paulo entregue 23,3 milhões de doses da Coronavac neste mês.

A Fiocruz é esperada para dar a largada na produção local da vacina de Oxford e da AstraZeneca. Até agora, o Brasil recebeu 4 milhões de doses importadas, produzidas em um laboratório indiano. A expectativa é de 3,8 milhões de doses do imunizante produzidas no país em março.

Por fim, a pasta conta ainda com a primeira remessa do Covax Facility, o consórcio ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS). O Covax deve enviar ao Brasil, segundo o cronograma, 2,9 milhões de doses, também da vacina Oxford/AstraZeneca.

O cronograma divulgado pelo Ministério da Saúde neste sábado (6) não lista a vacina indiana Covaxin. Nas projeções anteriores, o governo federal listava as primeiras 8 milhões de doses do imunizante da farmacêutica Bharat Biotech neste mês.

IFA importado

A produção local de vacinas contra a Covid-19 não depende apenas, no entanto, de insumos presentes aqui no Brasil. Na verdade, todos os registros do cronograma preveem que o Butantan e a Fiocruz trabalhem em “produção nacional com IFA importado”.

O IFA é o ingrediente farmacêutico ativo, a substância que carrega a função esperada para vacinas e medicamentos. A Coronavac é uma vacina cujo IFA é o próprio vírus, no caso o novo coronavírus, só que inativado. A vacina de Oxford é uma vacina feita com um vírus modificado para imitar o causador da Covid-19.

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO “DILMOU” DIZ O MERCADO, POR JOSÉ NÊUMANNE PINTO

Sábado é dia de ANÁLISE POLÍTICA, aqui no Blog do Saber e hoje temos o irreverente José Nêumanne Pinto com a seguinte pauta: 1 – A elite empresarial paulistana, que ainda não utilizou a própria força para pressionar o chefe do governo a mudar a política negacionista no combate à pandemia, agora diz que ele segue o caminho da ex-presidente petista, por estar interferindo na política de preços da Petrobrás. 2 – O PGR quinta coluna pediu a abertura de inquérito sobre crimes de desacato e infração de medida sanitária pelo deputado federal Daniel O Quê na carceragem da PF no Rio. Mais um sinal de indiferença do chefão da patota golpista. 3. O chefe do Executivo jura que a mãe tomou vacina da AstraZeneca, rejeitada na Europa, e não da Coronavac do Butantan, de que o Ministério da Saúde encomendou mais 30 milhões de doses. Tudo isso e muito mais. Por isso não perca e assista agora!

Fonte:

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SAÚDE: TUDO QUE QUEM JÁ TEVE COVID-19 PRECISA SABER

Anticorpos, vacinas, variantes: o que pessoas que já tiveram Covid devem saber

Jacqueline Howard, Zamira Rahim, Maggie Fox, Jen Christensen, Amanda Sealy e Michael Nedelman, da CNN
05 de fevereiro de 2021 às 10:57 | Atualizado 05 de fevereiro de 2021 às 11:30
Pesquisa, laboratório, ciência, imunidade, covid-19Foto: Trnava University/Unsplash

Você pode ser uma das mais de 9,3 milhões de pessoas no Brasil que contrairam o novo coronavírus desde o início da pandemia, e quando se trata de vacinas contra a Covid-19, novas variantes ou risco de reinfecções, dúvidas podem surgir sobre a doença ainda estudada em todo o mundo.

“Continuamos aprendendo um ano após o início da pandemia”, diz à CNN, a médica Becky Smith, diretora de Prevenção e Controle de Infecções e especialista em doenças infecciosas do Duke University Hospital, dos Estados Unidos.

Por causa de novos aprendizados a cada dia, médicos avaliam que existem descobertas importantes que pessoas já infectadas pela Covid-19 devem saber.

Qual é o risco de reinfecção?

O risco de reinfecção “parece ser muito baixo” e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) afirmam que “o risco de reinfecção é ‘baixo’ nos primeiros 90 dias após a pessoa contrair a Covid-19″, comenta Smith. Embora raras, as chances existem.

“Com base no que sabemos de vírus semelhantes, algumas reinfecções são esperadas”, pontua o CDC dos Estados Unidos, em seu site.

“O risco de reinfecção continua baixo, mas temos que estar vigilantes com o surgimento de novas variantes”, salienta à CNN, Antônio Crespo, diretor médico de doenças infecciosas do Orlando Health Medical Group.

O novo coronavírus, que causa a Covid-19, mudou com o tempo, assim como todos os outros vírus. Através dessas mutações, surgiram outras variantes.

Os cientistas não estão surpresos ao ver o coronavírus mudando e evoluindo, pois é o que os vírus fazem para sobreviverem. Com tanta propagação não controlada pelos Estados Unidos e outras partes do mundo, o vírus tem muitas oportunidades para mutações.

Até agora, três variantes que circulam ao redor do mundo foram identificadas e estão recebendo muita atenção: a variante B.1.1.7, descoberta pela primeira vez no Reino Unido; a B.1.351, identificada pela primeira vez na África do Sul; e a P.1, que surgiu no Brasil.

As variantes do novo coronavírus que circulam globalmente devem se tornar mais dominantes nos Estados Unidos na primavera, espera Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca na semana passada.

A diretora do CDC, Rochelle Walensky, frisa que todos os casos de covid-19 nos Estados Unidos agora deveriam ser tratados como se fossem causados ??por uma das recentes variantes do coronavírus identificadas.

Outra razão pela qual o risco de reinfecção permanece um tanto misterioso é o fato de ainda não estar claro por quanto tempo os anticorpos da covid-19 podem durar no organismo.

Quanto tempo os anticorpos duram?

Anticorpos são proteínas que o corpo produz logo após a infecção. Eles ajudam a combatê-la e auxiliam na proteção contra reinfecções.

“O que sabemos é que, quando alguém é infectado pela Covid-19, a pessoa consegue anticorpos que podem durar”, disse Crespo. “Mas agora a nova ciência que está surgindo é a de que algumas das variantes do coronavírus podem escapar dos anticorpos e ser potencialmente infecciosas para alguém já infectado com uma variante conhecida”, alerta.

Becky Smith disse que em um grande estudo com mais de 12 mil profissionais de saúde nos hospitais da Universidade de Oxford, no Reino Unido, poucos pacientes com anticorpos com covid-19 foram infectados pela segunda vez durante um período de seis meses. Esse estudo, publicado no New England Journal of Medicine em dezembro, sugere que os anticorpos estão associados a “um risco substancialmente menor de reinfecção”.

“Aqueles que desenvolveram reinfecção tinham infecções assintomáticas”, disse Smith, por email. Ela acrescenta que as evidências da experiência do hospital onde trabalha no gerenciamento de profissionais de saúde infectados por covid-19, sugerem que os anticorpos provavelmente protegem contra reinfecção.

“Até o momento, cerca de 0,5% dos profissionais de saúde experimentaram eventos de reinfecção, embora reconheçamos não ter verificado sistematicamente os anticorpos como no estudo de Oxford”, calcula Smith, que não estava envolvida no estudo.

Pessoas infectadas com Covid-19 provavelmente estarão protegidas contra o contágio novamente por pelo menos cinco meses, de acordo com um novo estudo conduzido pela Public Health England.

O estudo – ainda não revisado por pares – descobriu que a infecção anterior foi associada a um risco 83% menor de reinfecção, em comparação com pessoas não infectadas anteriormente.

Por outro lado, os pesquisadores alertaram que a proteção não era absoluta, o que significa que algumas pessoas pegam o vírus novamente e que não está claro quanto tempo dura a imunidade.

Também é possível que aqueles que têm algum grau de imunidade contra o vírus ainda sejam capazes de transportá-lo no nariz ou na garganta e, portanto, transmiti-lo a outras pessoas.

Eu já tive Covid-19. Preciso tomar vacina?

As autoridades de saúde e os médicos incentivam as pessoas já infectadas a serem vacinadas. Dados de ensaios clínicos em estágio final sugerem que as vacinas são seguras e ajudaram a proteger as pessoas com infecções anteriores contra a reinfecção. Isso, independentemente do grau anterior, caso tenha sido leve ou grave.

“Mesmo se alguém já teve covid-19, minha recomendação é ser vacinado assim que a vacina estiver disponível para essa pessoa”, orienta Smith.

“Está muito claro que as duas vacinas disponíveis oferecem um alto nível de proteção, medido nos títulos de anticorpos neutralizantes. Isso pode ser particularmente importante para pessoas que tiveram uma infecção assintomática ou leve”, completa. “Ter um nível mais alto de títulos de anticorpos irá protegê-lo por mais tempo”.

Smith acrescentou que as vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna, autorizadas para uso emergencial nos Estados Unidos, parecem fornecer proteção contra as variantes emergentes do coronavírus que circulam ao redor do mundo.

“Não temos certeza se a imunidade natural protegerá alguém de ser infectado com as novas cepas”, disse Smith.

Uma pessoa que está atualmente doente com Covid-19 deve, no entanto, esperar para receber a vacina depois que os sintomas desaparecerem e puderem sair do isolamento. Não há tempo mínimo recomendado entre a infecção e a vacinação.

Além disso, não há dados de segurança sobre pessoas que receberam terapia com anticorpos ou plasma convalescente para tratar uma infecção por Covid-19. Como a reinfecção parece ser incomum nos 90 dias após a infecção inicial, como precaução, o CDC recomenda que a pessoa espere pelo menos 90 dias.

Não há dados que mostrem que uma vacina protegeria alguém que foi exposto recentemente. Uma pessoa não está totalmente protegida até uma ou duas semanas após receber a segunda dose da vacina.

Eu preciso tomar duas doses da vacina?

As vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna autorizadas para uso emergencial nos Estados Unidos são administradas em duas doses, com 21 e 28 dias de intervalo, respectivamente.

Atualmente, é recomendado que as pessoas sigam esse esquema de vacinação até que mais pesquisas sejam realizadas e as autoridades de saúde recomendem o contrário.

“O conceito de dar apenas uma vacina de reforço para aqueles que tiveram infecção natural foi levantado como uma forma de preservar o fornecimento limitado de vacina e torná-la disponível para aqueles que nunca desenvolveram a infecção”, explica Smith.

Algumas evidências em um artigo pré-impresso, postado no servidor online “medrxiv.org”, na segunda-feira (1º), descobriu que depois de receberem apenas uma injeção da vacina Covid-19, as pessoas previamente infectadas com o vírus tendiam a possuir níveis de anticorpos que eram igual ou superior ao das pessoas que receberam as duas doses, mas nunca foram infectadas anteriormente. O estudo não especifica quais vacinas os participantes receberam.

“Logicamente, as pessoas que tiveram infecção provavelmente começarão com uma linha de base de algum anticorpo neutralizante detectável, então você não está começando do zero como faria para indivíduos que nunca tiveram covid-19”, esclarece Smith.

“No entanto, como a quantidade de anticorpos neutralizantes diminui com o tempo, isso precisa ser cuidadosamente estudado antes de ser lançado”, complementa. “Precisamos de dados para determinar o momento ideal de reforço da infecção natural e se a duração da proteção é equivalente à proteção que você obtém com duas doses da vacina”.

Smith acrescentou que as variantes do coronavírus também parecem ser um risco.

“Também não temos certeza sobre as cepas variantes e como os anticorpos desenvolvidos a partir de uma infecção natural protegem alguém contra uma nova cepa. As vacinas foram testadas e oferecem proteção com base em dados limitados”, disse. “Finalmente, esta abordagem exigiria que os pacientes testassem os anticorpos antes da vacinação e isso pode não estar disponível para todos”.

Eu ainda posso estar sentindo efeitos persistentes do Covid-19?

Muitos dos infectados por Covid-19 podem apresentar sintomas por semanas ou meses.

“Os pacientes podem sentir fadigas severas e persistentes, dores de cabeça, ‘névoa cerebral’, comprometimento ou dificuldade cognitiva leve para pensar ou se concentrar, dores nas articulações, tosse, falta de ar, febres intermitentes, alterações no paladar e no olfato, entre outros sintomas”, avisa Smith. “Esses sintomas persistentes podem durar até 12 semanas e muitos dizem que aumentam e diminuem ou vêm e vão durante esse tempo.”

Se você sofre de sintomas permanentes de covid-19, isso pode depender da gravidade da doença que você tem.

“Algumas pessoas têm sintomas leves e se recuperam rapidamente e não têm grandes problemas. Um dos efeitos colaterais que vimos com frequência é a fadiga crônica”, pontua Crespo.

“Parece que, com pacientes com covid-19, sintomas comuns podem durar vários meses”, acrescentou. “Além disso, se os pacientes tiveram envolvimento pulmonar significativo com pneumonia grave, podem ter dificuldade em se recuperar daquela falta de ar persistente, tosse e cansaço fácil”.

Crespo frisa que, mesmo que a pessoa tenha efeitos prolongados, ainda é importante tomar a vacina contra a covid-19 quando chegar a vez dela.

“Eles deveriam tomar a vacina”, disse. “Não creio que efeitos prolongados tenham um efeito particular na resposta à vacina”.

Fonte: CNN Brasil

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PREFEITO DE NATAL GARANTE NOVO LOTE DE VACINAS PARA NATAL APÓS AUDIÊNCIA COM O MINISTRO PAZUELLO

Em audiência com ministro,  novo lote de vacinas para Natal

04 fev 2021

Resultado de imagem para Em audiência com ministro, prefeito confirma novo lote de vacinas para Natal

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, continua sua agenda em Brasília para pleitear recursos para a capital potiguar. Nesta quarta-feira (3), ele teve uma audiência com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e conseguiu a confirmação do envio de novas doses da vacina para o Rio Grande do Norte. O ministro confirmou que até o final desta semana o Estado receberá 51.800 doses de vacinas do Instituto Butantan, em 259 caixas. A previsão para Natal é de aproximadamente 13 mil doses, considerando que a cidade abriga 25,19% da população do Estado.
“Tratamos de vários assuntos, entre eles a questão das vacinas, que é uma grande preocupação para o povo de Natal e de todo o Rio Grande do Norte. A boa notícia é que até a próxima sexta-feira nós vamos ter disponíveis a nossa parcela de imunizantes para continuar vacinando o público prioritário do plano de imunização”, informou Álvaro Dias, que esteve no MS acompanhado da secretária municipal de Planejamento, Joanna Guerra, do secretário especial da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município de Natal (Arsban), Rossini Fernandes, e do secretário-executivo de Governo, Esdras Alves.
As doses serão distribuídas nos postos de saúde da capital e destinadas a complementar a vacinação do restante dos profissionais de saúde ainda não imunizados e os idosos, de acordo com os protocolos. Em 10 dias, Natal já vacinou 23.962 pessoas com as primeiras doses contra a Covid-19. Até a noite da última segunda-feira (1º), o “Vacinômetro” da Secretaria de Saúde de Natal marcava a aplicação de 23.362 doses. O restante foi aplicado na manhã de terça (2) apenas nas unidades de saúde, com as atividades nos drive thru suspensas. Nesta quarta-feira, o atendimento foi interrompido temporariamente até a chegada do novo lote.
 
Novo Hospital Municipal
Outro tema tratado no encontro com o ministro Eduardo Pazuello diz respeito aos recursos para a construção do novo Hospital Municipal de Natal, um compromisso administrativo assumido pelo prefeito. “Hoje, o hospital mantido pela Prefeitura opera em imóvel alugado. Com o futuro hospital, queremos ampliar e melhorar ainda mais os serviços que já oferecemos à população”, disse Álvaro Dias.
O prefeito conta que o ministro Eduardo Pazuello mostrou muita receptividade ao projeto e elogiou a proposta da Prefeitura de Natal. “Já demos entrada no projeto e acredito que a situação está bem encaminhada, estamos confiantes nesta parceria. Nós vamos conseguir, sim, recursos para Natal e para construir o nosso hospital municipal”, enfatizou o prefeito.
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NO INÍCIO DE FEVEREIRO O BRASIL ESPERA RECEBER DA ÍNDIA UMA SEGUNDA LEVA COM 4 MILHÕES DE DOSES DE VACINA

Brasil espera receber mais 4 milhões de vacinas da Índia no início de fevereiro

Por Pedro Duran, da CNN, no Rio de Janeiro

23 de janeiro de 2021 às 02:22

Brasil espera receber mais 4 milhões de vacinas da Índia no início de fevereiro

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou em pronunciamento ao lado do avião que trouxe as vacinas da Índia, que espera mais uma leva do produto no início de fevereiro. A origem será a mesma, o Instituto Serum, em Mumbai.

A reportagem da CNN apurou com fontes do governo federal que a nova remessa tem mais 4 milhões de doses prontas da vacina de Oxford. A previsão é receber o carregamento nos primeiros 15 dias de fevereiro.

Por estratégia, o governo não quis mais divulgar quantitativos e doses. É que isso foi o fator decisivo para a negociação com a Índia nessa primeira remessa de 2 milhões de doses enroscar.

Interlocutores do governo e da Fiocruz disseram que a grande exposição do translado das vacinas da Índia antes mesmo de o país começar a campanha de vacinação por lá, incomodou as autoridades locais.

O Brasil ainda tenta resolver dificuldades com a China para liberar a vinda de insumos tanto para a vacina do Butantan quanto para a de Oxford.

O próprio ministro Ernesto Araújo disse em entrevista exclusiva à CNN que não há previsão pra isso, mas que se preciso for, ele viaja a Índia ou à China para destravar negociações de liberação da vacina.

Fonte: CNN

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CHEGA AO RIO DE JANEIRO O AVIÃO COM VACINAS DE OXFORD TAZIDAS DA ÍNDIA

Avião com vacinas de Oxford trazidas da Índia chega ao Rio de Janeiro

Daniel Fernandes, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 22 de janeiro de 2021 às 22:27

Avião com vacinas de Oxford chega no Rio de JaneiroAvião com vacinas de Oxford chega no Rio de Janeiro

Foto: CNN (22.jan.2021)

O avião que transporta 2 milhões de doses da vacina de Oxford importadas da Índia para o Brasil aterrizou no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, por volta das 22h desta sexta-feira (22).

Depois de decolar na Índia na noite de quinta-feira (21), o avião chegou ao Brasil nesta sexta às 17h30. A aeronave passou primeiro por São Paulo e às 21h decolou de Guarulhos rumo ao RJ.

Os ministros Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo, o embaixador da Índia e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, vão participar da cerimônia que celebra a chegada dos imunizantes do

Em São Paulo, o carregamento foi recepcionado em São Paulo por três ministros. Eduardo Pazuello, da Saúde; Ernesto Araújo, das Relações Exteriores; e Fábio Faria, das Comunicações. Eles estavam acompanhados do embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy.

aeronave deixou o país asiático por volta das 20h da quinta-feira (21) em direção a Dubai. De lá, o imunizante foi embarcado em um voo comercial da companhia aérea Emirates até o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

distribuição das vacinas aos estados pelo ministério deve acontecer no sábado (23), após as caixas passarem por um processo de rotulagem. Segundo a Fiocruz, que será a responsável pelo procedimento, o processo deve durar de três a quatro horas.

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OPINIÃO: O GRANDE MAL DA HUMANIDA É A IGNORÂNCIA

Ignorância, o grande mal da humanidade

Imagem em destaque

Depois de assistir tantos conflitos devido à pandemia do Coronavírus, dentre os quais, brigas por vacinas, imposição de máscaras, “fica em casa”, não ao tratamento precoce, e outros mais, que possivelmente vão surgir enquanto a “torneira das verbas” estiver aberta, tenho a certeza que o grande mal da humanidade é a ignorância.

Basta parar para observar comentários nas redes sociais ou participar de uma breve conversa com amigos, que logo percebo o quanto as pessoas sofrem, não pela falta de remédios ou mesmo pela pandemia, e sim por desconhecerem a verdade. Uma hora não querem tomar determinado remédio ou vacina, outra hora querem. Como a falta de conhecimento deixa o povo vulnerável à manipulação!

Contudo, não vejo a falta de conhecimento por comodismo, e sim por medo. Medo de adoecer, medo de sofrer, medo da morte. Medo de descobrirem a verdade e perceberem o quanto foram e estão sendo enganados, pelo simples fato de se deixarem adoecer pela ignorância.

Grande parte da população brasileira, quiçá mundial, não sabe o real motivo dessa guerra “invisível”, porém perceptível. Muitos acreditam que é porque o povo quer sair e se divertir. Outros porque pensam que as pessoas são desobedientes às leis, e tem aqueles que só precisam de um motivo para serem do contra.

Somos todos escravos da nossa própria estupidez. Nos tornamos sórdidos com nossos amigos, familiares, colegas de trabalho e até mesmo com os poucos que lutam por nossa liberdade. Não a liberdade das correntes, e sim a liberdade da falta de conhecimento.

Ficamos ouvindo mídias que poluem nossos ouvidos e visões com desinformação em benefício próprio. Acordos entre mídias, políticos e “impérios” arrecadam bilhões para nos manterem desinformados, alienados, escravos de propagandas enganosas, modismo, sofismo, promessas e demagogias.

Quando vamos perceber que nosso pensamento não tem legenda?

Quando vamos perceber que somos donos de nossas ideias e sentimentos?

Quando vamos perceber que basta apertar um botão para desligar qualquer canal de televisão e dar um basta em poluidores de mentes.

Nossa liberdade não precisa de chaves para tirar as algemas. Nossa liberdade precisa de leitura, de sermos curiosos para descobrir o que está por trás das cortinas desse teatro chamado vida.

Podemos nos ajudar a sermos todos livres, independentes. Quem sabe ler, ensine a ler, quem sabe a verdade mostre-a aquele que está próximo, sem imposições, sem lados.

Nem esquerda e nem direita. Sem protecionismo. Precisamos de equilíbrio. Não é o povo que precisa ser expurgado para sermos livres, e sim aqueles que noticiam, que fazem e aplicam as leis.

É hora de nos unir, pensar em nossas famílias, nossas crianças, em nossa vida. Nossa liberdade está em nossas escolhas.

Podemos estabelecer a paz em nossas vidas a partir do momento que temos conhecimento e esclarecimento que, nós, o povo que vota, que escolhe, que trabalha, que mantém um país, somos a raiz da liberdade. Vamos sacudir nosso tronco para que os frutos podres e as folhas mortas caiam e não prejudiquem mais nossa evolução.

Nossa saúde está na coragem de lutarmos pelo que acreditamos.

Tenhamos fé e estabeleçamos uma nova aliança com Ele, que é quem verdadeiramente nos guia.

Para tanto, é necessário eliminarmos o grande mal que nos assola, a ignorância, e só assim estaremos imunes à perversidade da Nova Ordem Mundial.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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SERÁ TRANSMITIDO AO VIVO NESTE DOMINGO PELA ANVISA A VOTAÇÃO SOBRE USO EMERGENCIAL DE VACINAS

Anvisa transmitirá votação sobre uso emergencial de vacinas ao vivo no domingo

Gabriel Hirabahasi, da CNN, em Brasília

Atualizado 13 de janeiro de 2021 às 00:50

Anvisa alertou contra o uso de radiação UV para prevenir Covid-19Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou contra o uso de radiação UV para prevenir Covid-19

reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa, que decide no próximo domingo (17) sobre os pedidos de uso emergencial das vacinas da Fiocruz e do Instituto Butantan contra a Covid-19 será transmitida ao vivo, em horário ainda não definido.

A agência costuma fazer transmissões ao vivo, de reuniões colegiadas, por meio do canal que mantém no YouTube.

A data representa o penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria Anvisa como meta para a análise dos pedidos de uso emergencial das vacinas.

Em nota, a Anvisa disse que, para que os pedidos sejam avaliados, “faz-se necessária a entrega, em tempo hábil para análise, dos documentos faltantes e complementares”.

Segundo painel de andamento da análise das vacinas atualizado pela Anvisa, a Fiocruz ainda precisa complementar 14,4% da documentação.

Já no caaso do Butantan, 33,7% da documentação consta como “pendente de complementação”, enquanto 5,4% consta como “não apresentado”.

A Diretoria Colegiada da Anvisa é formada por cinco diretores. O diretor-presidente é o médico e contra-almirante Antonio Barra Torres, indicado ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro.

O governo federal aguarda o aval da Anvisa para iniciar o Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19.

Na segunda-feira (11), em evento para apresentação do Plano Estratégico de Enfrentamento da Covid-19 no Amazonas, o ministro Eduardo Pazuello afirmou que o Brasil tem capacidade para começar a aplicar a primeira dose da vacina contra a Covid-19 em três a quatro dias após o imunizante receber a autorização para uso emergencial.

“Todos os estados receberão simultaneamente as vacinas, no mesmo dia. A vacinação vai começar no dia D, na hora H, no Brasil”, disse o ministro, na segunda (11).

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TECNOLOGIA: COVID DATA TRACKER É A NOVA FERRAMENTA PARA RASTREAR A DISTRIBUIÇÃO DAS VACINAS CONTRA COVID-19

Uma ferramenta incrível que vai rastrear a distribuição de vacinas contra a Covid-19 é o destaque, aqui da coluna TECNOLOGIA deste sábado. Você vai pode acompanhar em tempo real todo os números referentes a distribuição das vacinas no seu estado ou região através do  COVID Data Tracker dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, que possui um mapa interativo que inclui contagens estado a estado. No final desta postagem você pode acessar a ferramenta através do link.

O rastreador de distribuição de vacinas COVID-19 permite que você veja para onde as doses nos EUA estão indo

Se você gostaria de ver a rapidez com que as vacinações estão progredindo em seu estado, o COVID Data Tracker dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças possui um mapa interativo que inclui contagens estado a estado.

No site, você verá dados do número total de vacinas distribuídas, bem como o número total de pessoas que receberam a primeira dose. Outro painel de dados mostra a distribuição em instalações de cuidados de longo prazo, que são priorizadas nas diretrizes atuais de vacinação dos Estados Unidos.

Na quinta-feira, você pode ver no mapa do CDC que os estados que receberam a maioria das doses per capita até agora são: New Hampshire, Connecticut, DC, Alasca, West Virginia, Kentucky, Tennessee, Oklahoma, Novo México, Colorado, Iowa , Nebraska, Dakota do Sul, Dakota do Norte e Montana.

Ao todo, de acordo com o CDC, mais de 21 milhões de doses foram distribuídas.

Os dados vêm de provedores de saúde e espera-se que os dados no site do CDC sejam atualizados três vezes por semana: às segundas, quartas e sextas-feiras.

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BOAS NOTÍCIAS: MINISTRO EDUARDO PAZUELLO AFIRMA QUE VACINAÇÃO EMERGENCIAL PODE COMEÇAR AINDA EM DEZEMBRO

A pressão é grande de todos os lados e o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse hoje em entrevista à CNN que a vacinação contra Covid-19 no Brasil poderá começar de forma emergencial ainda este mês, com a vacina da Pfiser/BioNTech. No artigo a seguir você vai se atualizar com as vacinas que estão despontando como candidatas a aprovação pela Anvisa.

Vacinação emergencial pode começar ainda este mês no Brasil, diz ministro

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello disse hoje em entrevista à CNN que a vacinação contra Covid-19 no Brasil poderá começar de forma emergencial ainda este mês, com o imunizante desenvolvido pela Pfizer/BioNTech, o mesmo que começou a ser aplicado esta semana no Reino Unido.

“Se a Pfizer conseguir a autorização emergencial e nos adiantar alguma entrega, isso [o início da vacinação] pode acontecer no final de dezembro ou em janeiro”, afirmou.

“Isso em quantidades pequenas, de uso emergencial”, lembrou Pazuello.

Mais adiantada

O ministro fez a afirmação porque a vacina da Pfizer é a que está mais adiantada.

“Estamos fechando o memorando de entendimento com a Pfizer. É a vacina que está mais adiantada, mas mesmo ela ainda não tem registro”, afirmou.

E ele não descartou que isso também aconteça com outras candidatas, como a da AstraZeneca/Oxford ou do Instituto Butantan.

Registro

Para ser usada de forma emergencial, a vacina precisa primeiro conseguir o registro, que dependeria do desenvolvimento e da aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Depois disso a aplicação poderia começar já entre janeiro e fevereiro, disse Pazuello.

O ministro garantiu que, se a Coronavac receber o aval da agência reguladora, ela será usada no plano de imunização.

“A vacina que estiver registrada na Anvisa e garantida sua eficácia e segurança será comprada e distribuída para todos os brasileiros”, afirmou.

O restante

Caso a vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech tenha o uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), será possível conseguir doses suficientes para aplicar o imunizante em 2 milhões de brasileiros, até o final do primeiro trimestre de 2021.

A informação foi dada pelo presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murillo, nesta terça-feira, 9, em audiência na Câmara dos Deputados. “Estamos trabalhando para começar a vacinar quase imediatamente depois de receber uso emergencial da Anvisa“, afirmou.

Apesar de o acordo ainda não estar fechado, o Brasil prevê a importação de 70 milhões de doses dos imunizantes Pfizer/BioNTech ao longo do próximo ano.

Estima-se que as primeiras 8,5 milhões de doses deverão chegar ao país no primeiro semestre, possibilitando a vacinação de aproximadamente 4 milhões de pessoas, uma vez que a imunização completa depende de duas doses.

Plano de vacinação

Na entrevista à CNN, Pazuello falou sobre o plano de vacinação contra a Covid-19 no Brasil, que foi finalizado nesta quarta, 9.

O ministro disse que a vacinação será incluída no Programa Nacional de Imunização e usará a mesma logística já operacionalizada pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

“O SUS trabalha de forma tripartite, com estados e municípios, e cada um já tem sua função dentro desse programa”, disse.

Ele detalhou que o governo federal distribuirá as doses, por via aérea e rodoviária, até os estados.

Então, será responsabilidade estadual distribuir entre as cidades e os municípios que executariam, efetivamente, a vacinação.

E disse que o governo federal vai oferecer o imunizante “garantindo que a vacina chegue e governadores/prefeitos tenham essa segurança. Não é por imposição, é por garantia”, finalizou.

Com informações da CNN e Metrópoles

Fonte: Só Notícia Boa

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CIÊNCIAS 1: MUITAS DÚVIDAS E MÁ INFORMAÇÃO ESTÃO TOMANDO CONTA DA OPINIÃO PÚBLICA SOBRE AS VACINAS

A guerra para desenvolvimento de vacinas contra a covid numa velocidade considerada absurda para desenvolvimento de vacinas pode causar um grave problema na população mundial, já que está se levantando muitas suspeitas em torno da idoneidade dessas vacinas e talvez muita gente de deixe de se vacinar por medo ou por falta de informação. Então, sugiro que leia o artigo completo a seguir para entender o que realmente está acontecendo!

Desinformação pode levar pessoas a rejeitar vacinas contra covid-19

Pesquisa com britânicos e americanos mostra que um número menor de pessoas do que seria preciso para atingir a imunidade de rebanho tomaria uma vacina contra a doença

Do repertório contra a covid-19, a opção vacina é a mais promissora – mas as pessoas precisam estar dispostas a tomá-la. Crédito: Bicanski/Pixnio

Teorias conspiratórias e desinformação alimentam a desconfiança e poderiam deixar a inoculação com vacinas contra covid-19 abaixo dos níveis necessários para proteger comunidades da doença nos Estados Unidos e no Reino Unido, revelou pesquisa divulgada nessa quinta-feira (12).

O estudo, com 8 mil voluntários nos dois países, mostrou que menor número de pessoas “certamente” receberia uma vacina contra a covid-19 do que os 55% da população que cientistas estimam ser preciso para proporcionar a chamada “imunidade de rebanho”.

“Vacinas só funcionam se as pessoas as tomam. A desinformação atua sobre os receios e incertezas existentes a respeito de novas vacinas [contra covid], além das novas plataformas que estão sendo usadas para desenvolvê-las”, disse Heidi Larson, professora da Escola de Higiene e de Medicina Tropical de Londres, que coliderou a pesquisa.

“Isso ameaça minar os níveis de aceitação de vacinas contra covid-19”, acrescentou ela, que também é diretora da iniciativa internacional Vaccine Confidence Project.

O estudo chega no momento em que um dos maiores esforços de criação de vacinas mostrou resultados promissores nesta semana.

Na segunda-feira, a Pfizer informou que sua vacina experimental contra a covid-19 tem eficácia de mais de 90%. Ela se baseia em dados provisórios de testes de estágio avançado. Os dados foram vistos como um passo crucial na luta para conter uma pandemia que já matou mais de 1 milhão de pessoas.

Fonte: Revista Planeta

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SEGUNDO DIRETOR DA ANVISA, A EXPECTATIVA É QUE NA VIRADA DE 2020 PARA 2021 JÁ TENHAMOS UMA VACINA EFICAZ CONTRA CORONAVIRUS

Diretor diz que Anvisa garantirá segurança de vacinas contra Covid-19 no Brasil

Guilherme Venaglia, da CNN em São Paulo

22 de julho de 2020 às 20:52

Diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, em entrevista para a CNN (22Diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, em entrevista para a CNN (22.jul.2020)

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o médico Antônio Barra, afirmou em entrevista exclusiva à CNN que o órgão acredita que uma vacina contra a Covid-19 possa estar disponível no início de 2021.

“Temos uma expectativa, espero que não seja frustrada, que nessa virada de 2020 para 2021 já tenhamos uma resposta vacinal eficaz”, disse Barra.

O diretor da Anvisa afirmou que a agência pretende adotar o processo mais célere possível para registrar uma vacina tão logo algum dos projetos de pesquisa em andamento reúna o suficiente para que esta seja considerada eficaz.

Barra afirma que a Anvisa vai acompanhar as etapas da pesquisa para que esse processo seja acelerado quando chegar a hora. “No momento do registro, não teremos nenhuma documentação ou fato que não tenhamos conhecimento”, afirma.

Antonio Barra avaliou que o projeto da farmacêutica AstraZeneca e da Universidade de Oxford seja o mais avançado, posição também externada mais cedo pelo ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello.

O diretor da agência disse, no entanto, que o acompanhamento próximo também inclui outros projetos, como o da chinesa Sinovac, e que todos terão o mesmo tratamento da Anvisa. O teste da Sinovac é feito no Brasil em parceria com o Instituto Butantan e promovido pelo Governo de São Paulo.

Na entrevista à CNN, o médico afirmou que está comprometido a combater o “negacionismo” e que a Anvisa sustentará que é segura qualquer vacina que seja autorizada pela agência no país. “Confie nas suas instituições”, defendeu Barra.

O diretor-presidente da Anvisa defendeu acreditar que “estamos em uma fase de estabilização” e que apesar de ser preocupante, por ser uma estabilização em patamar alto, a sua expectativa é que seja o ponto de inflexão para que se inicie uma queda.

Fonte: CNN

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PESQUISAS DE VACINA CONTRA COVID-19, SÃO ALVOS DE HACKERS QUE TERIAM LIGAÇÃO COM O GOVERNO RUSSO

O que é o ‘Cozy Bear’, o grupo hacker acusado de espionagem de vacinas

Grupo de hackers que teria ligações com o governo russo é apontado como responsável pela invasão aos e-mails do Partido Democrata dos EUA em 2016

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

 

Pesquisas da vacina contra o coronavírus são alvos de grupo de hackers Pesquisas da vacina contra o coronavírus são alvos de grupo de hackers

Especialistas britânicos denunciaram ao mundo nesta quinta-feira (16) que o grupo de hackers russos conhecido como “Cozy Bear” estaria espionando pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina contra o novo coronavírus nos EUA, Reino Unido e Canadá. O governo da Rússia negou veementemente.

Mas o que é o Cozy Bear? O grupo é um velho conhecido das agências de cibersegurança pelo mundo, cujo nome nos relatórios de inteligência é a sigla APT29 (de “Advanced Persistent Threat”, ou “ameaças avançadas persistentes”, em tradução livre).

APTs são grupos que acessam clandestinamente redes de outros países, normalmente patrocinados por agências governamentais, e se tornam ameaças para a segurança de dados de países ou instituições importantes.

Histórico de invasões

O Cozy Bear foi apontado como responsável por diversas invasões importantes desde que sua atuação foi detectada pela primeira vez por especialistas em cibersegurança, em 2014.

O incidente aconteceu em março daquele ano, quando um instituto de pesquisas sediado em Washington (EUA) detectou um trojan em sua rede, executado a partir de uma animação em flash com desenhos de macacos em um escritório. Por esse motivo, o episódio ficou conhecido como “Office Monkeys”.

Alguns meses depois, agentes do Serviço Geral de Inteligência e Segurança (agência da Holanda equivalente ao FBI) se infiltraram na rede de onde partiu o trojan e descobriu a existência do grupo, além de indícios de que ele estaria subordinado ao serviço de inteligência russo SVR.

Interferência eleitoral

Nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016 o Cozy Bear se tornou conhecido pela invasão dos servidores de e-mail do Comitê Nacional do Partido Democrata. Milhares de mensagens da então candidata Hillary Clinton e outros membros do partido foram vazados para o Wikileaks e divulgados.

Uma investigação da CIA concluiu que o Cozy Bear e outro grupo russo, chamado pelas autoridades de Fancy Bear, invadiram os servidores simultaneamente, num esforço para prejudicar a campanha de Hillary e ajudar o republicano Donald Trump, que acabou sendo eleito.

O grupo também é suspeito de tentar invadir o servidor de e-mails do Pentágono em 2015 e servidores dos governo da Noruega e da Holanda na mesma época em 2017. Após essas descobertas, o Cozy Bear sumiu dos radares dos investigadores, mas a descoberta de novos malwares em 2019 mostrou que eles apenas modernizaram suas ferramentas, tornando-as mais difíceis de localizar.

Roubo de propriedade intelectual

Segundo Bill Conner, presidente da empresa norte-americana de cibersegurança SonicWall, esse tipo de ataque pode ser feito para obter lucro, capital político, destruir arquivos ou roubar propriedade intelectual.

“Este último objetivo nunca foi mais aparente do que agora, em um momento em que a Rússia está na corrida pela vacina contra o coronavírus. Chegar primeiro pode ser uma vantagem significativa”, analisa o especialista.

O fato de muitas empresas e instituições terem precisado recorrer ao trabalho remoto e, com isso, os funcionários usarem redes menos seguras do que as disponíveis nos locais normais de trabalho, facilita o trabalho dos hackers, afirma Conner.

Fonte: R7

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BOAS NOTÍCIAS: AS PESQUISAS PARA UMA VACINA CONTRA O CONAVÍRUS AVANÇAM RAPIDAMENTE

Vacinas contra o coronavírus é o destaque deste domingo na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS. Pesquisadores chineses dizem que já terão uma vacina para o coronavírus em até 40 dias. Em Hong Kong pesquisadores também anunciam que estão desenvolvendo outra vacina e a farmacêutica americana Johnson & Johnson começou a desenvolver mais uma vacina. Leia a reportagem completa a seguir e saiba os detalhes dessas pesquisas.

Pesquisadores chineses criam vacinas contra coronavírus

Cientistas chineses anunciaram que devem começar em menos de 40 dias os testes com a vacina que  desenvolveram contra o novo coronavírus, surgido na cidade de Wuhan.

O projeto envolve o Hospital Oriental de Xangai — parte da Universidade de Tongji — e a empresa de biotecnologia de Xangai, Stemirna Therapeutics, , informou a agência de notícias estatal Xinhua.

O CEO da empresa, Li Hangwen, disse hoje que não serão necessários mais de 40 dias para produzir as amostras de vacina, graças aos avanços tecnológicos do ARN mensageiro, o ácido ribonucleico que contém a informação genética do DNA e está envolvido na síntese de proteínas.

Depois disso, as amostras serão enviadas para testes e fornecidas aos centros médicos “o mais rápido possível”, embora ele não tenha indicado uma data para sua chegada ao mercado.

Outra vacina

No último domingo, Xu Wenbo, cientista do Centro de Prevenção e Controle de Doenças da China, explicou em entrevista coletiva que os pesquisadores estavam trabalhando em um remédio para a doença “depois de isolar com sucesso a primeira cepa do vírus”.

Outros pesquisadores chineses também anunciaram que já criaram uma vacina contra o novo coronavírus.

Yuen Kwok-yung, microbiologista e diretor do Centro de Doenças Infecciosas da Universidade de Hong Kong, disse que ela ainda precisa ser testada em animais, o que pode levar meses, e mais um ano de testes em humanos, antes do lançamento da vacina.

A nova vacina é uma modificação da vacina da gripe que pretende proteger tanto do coronavírus da China, quanto de gripes comuns.

Para Kwok-yung, a vacina que está em desenvolvimento na China atualmente deve ser baseada em uma versão inativa do vírus, que tem sua propriedade contagiosa destruída em laboratório, o que poderia resultar na apresentação de sintomas mais graves do que o normal em pessoas que tomarem a vacina e forem contaminadas com o vírus.

Além da China, pesquisadores dos Estados Unidos também se esforçam para criar uma vacina contra o novo vírus.

A farmacêutica americana Johnson & Johnson começou a desenvolver uma vacina, embora os prazos dados sejam muito menos otimistas do que os da empresa chinesa, já que essa poderia levar até um ano para o produto ficar acessível no mercado.

O vírus

O coronavírus da China é um novo vírus que já matou mais de 100 pessoas, a maioria na província de Hubei, epicentro da propagação.

Já existem  mais de 6 mil casos confirmados em 17 países, incluindo Estados Unidos, Japão e vários da Europa.

Com sintomas parecidos com os da gripe, o vírus é da mesma família que o SARS, que no começo dos anos 2000 causou uma epidemia conhecida como gripe asiática.

Com informações da Exame e R7

Fonte: Só Notícia Boa

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