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SAÚDE: DURAÇÃO DA IMUNIDADE DAS VACINAS CONTRA COVID-19 NO ORGANISMO É INFLUENCIADA POR DIVERSOS FATORES E VARIA DE PESSOA PRA PESSOA

O que a ciência sabe sobre a duração da imunidade das vacinas contra a Covid-19

Especialistas explicam que o desenvolvimento da imunidade é influenciado por diversos fatores e pode variar de uma pessoa para outra

Lucas Rocha, da CNN, em São Paulo
20 de julho de 2021 às 04:30

Profissional da saúde prepara vacina contra Covid-19 em Santos (SP)
Foto: Guilherme Dionízio/Estadão Conteúdo (22.jun.2021)

Desde o início das campanhas de vacinação no mundo, a comunidade científica global busca responder quanto tempo dura a proteção das vacinas disponíveis contra a Covid-19. Segundo especialistas consultados pela CNN, o desenvolvimento da imunidade é influenciado por diversos fatores e pode variar de uma pessoa para outra.

Além disso, a ausência de um teste específico que indique se uma pessoa está protegida também torna difícil estimar com precisão a duração da imunidade. No entanto, alguns estudos recentes fornecem algumas pistas.

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O que dizem os estudos
A Pfizer divulgou um comunicado em que afirma, com base nos resultados dos estudos de fase três, que a eficácia de sua vacina é de pelo menos seis meses após a vacinação com a segunda dose.

Em entrevista à CNN, o coordenador do teste clínico da vacina no Brasil, Cristiano Zerbini, adiantou resultados de um estudo que será publicado no periódico científico New England Journal of Medicine.

Os resultados apontam que sete dias após a 2ª dose da vacina da Pfizer houve proteção de 95% a 100% contra a Covid-19. Depois de seis meses, a proteção se manteve em 100% em um grupo de pessoas, mas chegou a reduzir para 86% em outras, principalmente na América Latina, incluindo Brasil e Argentina.

“Notamos que há uma diminuição de 6% da efetividade a cada 2 meses”, disse Zerbini à CNN. A imunidade robusta da vacina da Pfizer também foi verificada em um estudo publicado na revista científica Nature.

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Oxford, os níveis de anticorpos induzidos por uma única dose da vacina da AstraZeneca diminuem gradualmente, mas permanecem elevados por pelo menos um ano. A pesquisa não avaliou a duração da proteção após a segunda dose.

A farmacêutica Janssen divulgou que seu imunizante de dose única gera uma forte resposta de anticorpos neutralizantes que não diminuem com o tempo. Os estudos consideram um prazo de oito meses e também avaliam a ação das células do sistema imunológico.

Um dos estudos mais recentes sobre a Coronavac, publicado no New England Journal of Medicine, destaca que a vacina alcançou uma efetividade de cerca de 86% no Chile. Apesar dos dados positivos, a pesquisa não indica a persistência de anticorpos ou da ação de células de defesa ao longo do tempo.

Dose de reforço x terceira dose
O presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, Flávio Fonseca, explica que há uma diferença entre dose de reforço e terceira dose. “A terceira dose acrescenta uma dose aos protocolos atuais. Para uma vacina funcionar, você tomaria a primeira, segunda e terceira doses. Isso é diferente de uma dose reforço, que é dada depois de algum tempo, como acontece por exemplo com a febre amarela ou a tríplice viral. Essa dose é dada depois de algum tempo para compensar a queda da resposta imune”, diz.

Segundo os especialistas, ainda são necessárias evidências científicas para determinar a necessidade de uma terceira dose das vacinas contra a Covid-19. “A resposta que temos com base nos estudos publicados é que os protocolos incluem duas doses, com exceção da vacina da Janssen, que é de dose única. Portanto, uma terceira dose não é necessária para que sejam conferidas as respostas protetoras garantidas em bula”, afirma Flávio.

A opinião também é compartilhada pelo presidente do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), João Viola. “Não há nada concreto sobre a terceira dose ser importante ou não. Se isso realmente vai aumentar a imunidade e trazer uma eficácia maior do que a que já temos nesse momento e prolongar a resposta imune, ainda não está certo”, complementa.

O especialista defende a prioridade da imunização da população com as duas doses. “Nesse momento, eu diria que é muito mais necessário usar as doses que temos para completar mais rapidamente a imunização da população. Ainda temos uma baixa cobertura nacional”, diz.

Em relação à variante Delta, os especialistas afirmam que, apesar de uma certa resistência, a linhagem ainda é suficientemente sensível às duas doses dos imunizantes. “A variante Delta não é motivo para aplicação de uma terceira dose. São mais especulações do que conclusões baseadas em evidências”, diz Flávio.

Nesta segunda-feira (19), a Pfizer inicia um estudo com mais de 10 mil voluntários pelo mundo com a aplicação de uma dose de reforço. No Brasil, 885 pessoas participarão dos testes. Os voluntários serão acompanhados por um ano, e em até dois meses os pesquisadores devem ter uma análise preliminar que mostrará os efeitos da dose de reforço. “Vamos esperar os resultados da ciência antes de querer tomar a terceira dose e misturar vacinas”, disse o coordenador do teste clínico da vacina no Brasil, Cristiano Zerbini.

O Governo de São Paulo anunciou, nesta segunda-feira, que vai iniciar uma nova campanha de vacinação contra a Covid-19 em 17 de janeiro de 2022. Segundo o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, não há um estudo que comprove a necessidade de uma terceira dose. “Isto não é reforço, isto é uma necessidade que nós temos de estar sempre anualmente fazendo uma proteção”, afirmou, em entrevista coletiva.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta segunda-feira a realização de um estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade de uma terceira dose da vacina da AstraZeneca em participantes do estudo inicial que já haviam recebido as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações.

Entenda os mecanismos que conferem a imunidade
A indução da resposta imune pode ser feita por diferentes metodologias. As vacinas consideradas clássicas, como a Coronavac, utilizam o vírus inativado ou atenuado, incapaz de se replicar. Outro tipo de tecnologia é utilizado para as vacinas genéticas, como a da Pfizer, que utiliza o material genético do novo coronavírus, e da AstraZeneca e da Janssen, que utilizam um vírus enfraquecido para transportar os genes virais para dentro das células, desencadeando a resposta imune.

Segundo os especialistas, a geração da imunidade contra a Covid-19 é um processo complexo, que envolve diferentes estruturas do organismo. O principal alvo dos estudos de eficácia das vacinas são os anticorpos neutralizantes, capazes de bloquear a entrada do vírus nas células humanas.

No entanto, os especialistas afirmam que não é possível estimar a proteção de uma pessoa vacinada somente a partir da avaliação da presença de anticorpos neutralizantes. O presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, Flávio Fonseca, explica que a proteção contra a doença também envolve a resposta celular, que consiste na ativação de outras células do sistema imunológico.

Dessa forma, ainda que uma pessoa não tenha desenvolvido uma grande quantidade de anticorpos neutralizantes, é possível que ela esteja protegida pela ação das outras células de defesa do organismo.

Nível de imunidade pode ser influenciado por diversos fatores
Apesar das diferenças de tecnologia, todas as vacinas disponíveis no Brasil são seguras e eficazes. No entanto, uma série de fatores do organismo podem influenciar a potência e a duração da resposta imunológica.

O presidente da Sociedade Brasileira de Virologia explica que a resposta imunológica pode ser menos eficaz em pessoas que fazem parte dos extremos de idade, como idosos e crianças abaixo de cinco anos. A resposta imunológica também pode ser mais baixa em pessoas que apresentam algum tipo de alteração na imunidade, como pacientes com câncer e doenças autoimunes.

Cientistas buscam teste que indique a proteção após a vacinação
O pesquisador Jorge Kalil Filho, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), destaca que o conhecimento sobre a imunidade em relação à Covid-19 é dinâmico e tem sido ampliado ao longo da pandemia.

“No início da pandemia, eu dizia que quem teve a doença estava protegido. Como não havia variantes, as pessoas que já tinham tido a doença montavam uma resposta protetiva que se mantinha. As reinfecções surgiram com as variantes”, afirma.

Segundo Kalil, até o momento, não há um teste específico que permita confirmar o nível de proteção de uma pessoa vacinada contra a Covid-19.

Avaliação da duração da imunidade requer tempo
A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi, explica que além dos testes laboratoriais, a eficácia e a duração da imunidade induzida pelas vacinas podem ser avaliadas em estudos de efetividade, que fazem o acompanhamento de grandes populações vacinadas.

Segundo Mônica, cada laboratório produtor de vacina desenvolve uma metodologia própria de quantificação de anticorpos e da ativação da resposta celular. Por isso, não é possível comparar os números de anticorpos dos estudos entre imunizantes diferentes. “O mais importante é comparar os vacinados com os não vacinados e ver os números de casos entre os que receberam ou não a vacina”, explica.

A especialista diz que o tempo de aplicação das vacinas contra a Covid-19 no mundo é relativamente curto, o que limita a resposta com base em evidências sobre a duração da imunidade.

Todas as vacinas são eficazes
As vacinas contra a Covid-19 são desenvolvidas a partir de diferentes tecnologias, mas todas têm o objetivo comum de induzir a resposta imunológica, que envolve a produção de anticorpos neutralizantes contra o SARS-CoV-2, vírus causador da doença, e a ativação de células de defesa do organismo. Os imunizantes oferecem proteção, porque previnem a doença, especialmente nas formas graves, reduzindo as chances de morte e internações.

Fonte:CNN

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SEGUNDO SENADOR, NÃO VIU INDÍCIOS DE CRIME EM NEGOCIAÇÃO DE VACINAS FEITA POR PAZUELLO

Não vejo indício de crime em vídeo de Pazuello’, diz senador Marcos Rogério

Na gravação, o então ministro da Saúde aparece negociando doses da Coronavac com intermediários

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 16 de julho de 2021 às 18:03

Não vejo indício de crime em vídeo de Pazuello', diz senador Marcos Rogério

Em entrevista à CNN, o senador titular da CPI da Pandemia Marcos Rogério (DEM-RO) afirmou que não viu “indício de crime” no vídeo em que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello aparece negociando doses da vacina Coronavac.

No material obtido pela CNN, o então líder da pasta faz as tratativas com intermediários, a um preço três vezes maior do que o negociado pelo Instituto Butantan.

“Vejo esse vídeo desmentindo a narrativa dos acusadores da comissão, que diziam que o governo não queria comprar imunizantes”, disse Rogério.

O senador ainda declarou que não apoia marcar oitivas no Senado com os intermediários que aparecem nas gravações. “Querer convocar esse grupo é justamente fazer a CPI trabalhar na lógica do caranguejo: andando para trás”, afirmou.

“Não há o que investigar.”

A reunião com o então ministro Pazuello aconteceu fora da agenda oficial, no dia 11 de março de 2021, dias antes de sua exoneração. Nas imagens, ele aparece ao lado de quatro pessoas e fala sobre a possibilidade de negociar 30 milhões de doses da vacina “no mais curto prazo possível”.

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CAIXAS COM FRASCOS DE VACINAS SÃO ENCONTRADAS ÀS MARGENS DA BR 406 EM TAIPU- RN

Por Inter TV Cabugi

 

Caixas com frascos de vacinas são encontradas às margens da BR 406, em Taipu — Foto: ReproduçãoCaixas com frascos de vacinas são encontradas às margens da BR 406, em Taipu — Foto: Reprodução

Frascos de vacinas contra hepatite A, meningite, raiva humana, varíola e outras doenças foram encontrados nesta segunda-feira (12) descartados em uma fazenda às margens da BR-406, no município de Taipu, no interior do Rio Grande do Norte.

O material foi encontrado por moradores da região, que acionaram a polícia.

Alguns dos frascos estavam abertos, mas a maioria estava lacrado e ainda não tinha sido utilizado. Algumas vacinas encontradas têm prazo de validade até novembro desse ano. Outras vencem apenas em janeiro de 2022.

À Inter TV Cabugi, o prefeito de Taipu, Ariosvaldo Bandeira Junior, negou que as vacinas sejam do município. Ele disse, ainda, que vai ajudar a polícia nas investigações.

O secretário de Saúde de Poço Branco, cidade vizinha à Taipu, Wendell Costa, também negou que as vacinas tenham sido descartadas por equipes do município. Ele disse que irá fazer um levantamento, junto à regional de saúde, sobre o número dos lotes dos imunizantes, o que pode ajudar a identificá-los.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou que as equipes de vigilância em saúde ambiental vão visitar, nesta terça-feira (13), a regional de saúde, na cidade de João Câmara, para apurar informações sobre o caso. O número dos lotes estão sendo utilizados para identificar de qual município eram as vacinas.

O material foi recolhido e levado para a sede da Delegacia de Taipu, onde será contabilizado e catalogado. Um boletim de ocorrência será aberto para investigar o motivo do descarte.

Fonte: G1 RN
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CHEGA AO RN O REFORÇO DE MAIS TRÊS LOTES DE VACINAS CONTRA COVID-19

Vacinação no RN é reforçada com a chegada de mais três lotes de imunizantes

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Sandro Menezes

A vacinação contra um Covid-19 no Rio Grande do Norte tem um importante reforço neste sábado (3). Ao longo do dia, divididas em três lotes, uma Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebe 108.130 doses de imunizantes.

São vacinas da Janssen, de dose única, da AstraZeneca / Fiocruz e da Pfizer. O primeiro lote pousou no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante por volta das 10h, com 28.080 doses da Pfizer.

De acordo com o Ministério da Saúde, ainda entre o fim da tarde e o início da tarde entregues mais 47.750 doses da AstraZeneca / Fiocruz e 32.300 da Janssen, respectivamente, em voos vindos do Rio de Janeiro e de São Paulo.

A equipe da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) está trabalhando ao longo do fim de semana para agilizar o processamento dos carregamentos e encaminhar as vacinas o mais rápido possível aos municípios.

Estes carregamentos servirão para atender os novos públicos prioritários para vacinação pactuados entre a Sesap e os municípios, bem como dar continuidade ao processo de imunização de grupos anteriores e o escalonamento por idade.

Até acordar da manhã deste sábado, a plataforma RN + Vacina apontava o registro de 1.623.041 vacinas aplicadas. São 1.188.490 de potiguares que receberam ao menos uma dose, sendo 434.551 completamente imunizadas.

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PREFEITO DE CEARÁ-MIRIM COBRA TRANSPARÊNCIA E CELERIDADE DO GOVERNO DO ESTADO NA DISTRIBUIÇÃO DAS VACINAS

Prefeito de Ceará-Mirim cobra celeridade na distribuição de vacinas: “Governo do Estado tem que ser transparente”

01 jul 2021

Prefeito de Ceará-Mirim cobra celeridade na distribuição de vacinas: “ Governo do Estado tem que ser transparente” - Blog do BG

Em reunião com a equipe técnica do Governo do Estado, o prefeito de Ceará-Mirim, Júlio César Câmara, voltou a cobrar celeridade e transparência na distribuição de vacinas contra a Covid-19. Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta semana apontam que o Estado figura em último lugar entre as federações na distribuição das doses.

“A população está na expectativa para ser vacinada e os municípios estão prontos para vacinar. Precisa que o Governo do Estado dê maior celeridade na entrega das vacinas e, principalmente, seja mais transparente nos critérios utilizados para chegar ao quantitativo distribuído”, declarou.

Júlio César citou como exemplo municípios com menor população que receberam, por exemplo, 20% mais vacinas que Ceará-Mirim. “ A cada minuto que deixamos de vacinar, uma vida pode ser perdida. Fica aqui o nosso apelo para que essas questões sejam revistas e que providências adotadas para que a vacina chegue o mais rápido à população”, reforçou, lembrando que insumos com seringas também são distribuídas pelo Estado.

“A vida é o maior patrimônio que nós temos. Estamos correndo contra o tempo. O Governo Federal tem adquirido as vacinas e os municípios têm aplicado na população. O Estado tem que tomar as providências para que esta distribuição aconteça com urgência”, encerrou.

Fonte: Política em Foco
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POLÍTICA: MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES, FÁBIO FARIA DESMENTE GOVERNADORA FÁTIMA NA ATRIBUIÇÃO À COMPRA DE VACINAS PARA O ESTADO

Direto do RN, Fábio Faria desmascara petista Fátima Bezerra: “Cara de pau! Mentirosa!” (veja o vídeo)

Fábio Faria e Fátima Bezerra - Foto: ReproduçãoFábio Faria e Fátima Bezerra – Foto: Reprodução

Acompanhando o presidente Jair Bolsonaro em visita ao estado do Rio Grande do Norte, o ministro das Comunicações Fábio Faria não perdeu a oportunidade de dizer o que pensa sobre a petista Fátima Bezerra, governadora do estado.

Para o ministro, a petista é “cara de pau” e “mentirosa” pois atribuiu ao governo estadual do RN a compra de vacinas contra a covid-19.

“Aqui o governo federal do presidente Bolsonaro via MDR [Ministério do Desenvolvimento Regional] já investiu R$ 280 milhões, vai passar de R$ 300 [milhões]. E apenas R$ 20 [milhões] da governadora do Estado, que era para colocar para Oiticica, o dinheiro não está aqui”, disse.

E acrescentou:

“No site oficial, a governadora cara de pau dizendo que toda semana adquire 50 mil vacinas para o Estado do Rio Grande do Norte. Ela não adquire nenhuma, porque todas as vacinas até hoje aplicadas no Brasil foram compradas, adquiridas e pagas pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. A governadora nada mais faz do que receber as vacinas e distribuir para os prefeitos aplicarem”.

O povo bradou aos gritos de “mentirosa”.

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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GOVERNO DO RN PRODUZ MAIS UMA FAKE NEWS EM AFIRMAÇÕES SOBRE DOSES DE VACINAS ADQUIRIDAS SEMANALMENTE NO ESTADO

MAIS UMA FAKE NEWS: Governo do Estado diz que está adquirindo 50 mil doses de vacina por semana

Em publicações no Twitter e também no Instagram (veja aqui), o Governo do Estado produz mais uma fake news ao afirmar que “tem adquirido , em média, 50 mil doses de vacinas, semanalmente”.

De acordo com a plataforma RN + vacina, o RN recebeu 1.914.410 doses de imunizantes contra a Covid-19, entre vacinas das Coronavac, Oxford e Pfizer, todas adquiridas pelo Governo Federal.

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SEGUNDO BIDEN, OS EUA NÃO PEDIRÃO NADA EM TROCA PELAS VACINAS CONTRA COVID-19 QUE DOARÃO À OUTROS PAISES

Covid-19: Biden diz que EUA não doarão vacinas em troca de favores

Mais de 90 países receberão 500 milhões de doses do imunizante da Pfizer por meio do consórcio Covax

INTERNACIONAL

 Do R7, com EFE

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, participa esta semana da cúpula do G7

EFE/EPA/NEIL HALL

O presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou nesta quinta-feira (10) que os Estados Unidos não pedirão nada em troca pelas vacinas contra a covid-19 que doarão a outros países.

“Nossas doações de vacinas não incluem pressões por favores”, disse o mandatário, ao acrescentar que os EUA estão tomando a iniciativa para salvar vidas e “para acabar isto (a pandemia)”.

Em declarações à imprensa que o acompanha na cúpula do G7, em Cornwall, no Reino Unido, Biden anunciou formalmente a compra e a doação por parte dos EUA de 500 milhões de doses da vacina da Pfizer.

Os imunizantes serão entregues a 92 países que não têm condições de adquirir doses para imunizar a população por meio do consórcio Covax. O Brasil não faz parte da lista de países que receberão as doses dos EUA.

As entregas começarão em agosto com previsão de entregar até 200 milhões de doses do imunizante até o fim deste ano.

Segundo a Casa Branca, as outras 300 milhões de doses serão entregues até junho de 2022. Todas as doses serão produzidas em fábricas nos EUA.

Fonte: R7
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POLÍTICA: SEGUNDO MINISTROS DO TURISMO E DA INFRAESTRUTURA, O GOVERNO EFETUA MAIS DE 3. 240 OBRAS E MAIS DE 90 MILHÕES DE DOSES DE VACINA DISTRIBUIDAS

Governo efetua mais de 3.240 obras de infraestrutura no Turismo e distribui mais de 90 milhões de doses de vacina

Foto: Alan Santos/PRFoto: Alan Santos/PR

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) conversou com os Ministros do Turismo, Gilson Machado e da Saúde, Marcelo Queiroga e ficou surpresa ao saber que o Governo Federal efetua 3.247 obras de infraestrutura no turismo do Brasil, além das realizadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Ipham).

“No Brasil, hoje, são 3.247 obras de infraestrutura. Fora as do Ipham. São orlas, pórticos, teatros, reformas”, explicou o Ministro do Turismo, acrescentando que “nunca houve tantas ações no país”.

“(As obras de Turismo) eram monumentos ao descaso. Agora, o dinheiro do brasileiro, graças a Deus, está servindo ao brasileiro e não à Venezuela, Argentina, África… Tá sendo usado aqui dentro”, comemorou.

Em seguida, ela falou com o Ministro da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, sobre o êxito na campanha de vacinação contra a Covid-19 no país. Foram mais de 90 milhões de doses distribuídas para os Estados da Federação. Mais de 60 milhões de doses aplicadas.

“E, agora, este mês de junho, nós vamos ultrapassar a marca de mais de 100 milhões de doses distribuídas”, completou o médico.

“Só no Estado de São Paulo, nos últimos dois dias, distribuímos 1,5 milhão de doses”, informou.

“Então, seguindo a recomendação do presidente Bolsonaro, nós vamos, até o final do ano, vacinar toda a população brasileira acima de 18 anos e pôr fim à pandemia da Covid-19. E, aí, vamos ‘ativar’ a nossa economia e o turismo no Brasil”, avisou.

Fonte: Jornal da Cidade online

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LENTIDÃO NO PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO ESTIMULA PRÁTICA CRIMINOSA DE VENDA ILEGAL DE VACINAS NA VEZUELA E MÉDICOS PEDEM INVESTIGAÇÃO SOBRE O CASO

Médicos da Venezuela alertam sobre venda ilegal de vacinas

Entidade que representa a categoria pediu que a Procuradoria Geral do país abra uma investigação sobre essa prática criminosa

pandemia venezuela

RAYNER PEÑA/EFE – ARQUIVO

A Academia Nacional de Medicina da Venezuela pediu nesta sexta-feira (28) que a Procuradoria Geral do país abra uma investigação sobre vendas ilegais de vacinas contra a covid-19 e comentou que a “lentidão” no processo de imunização estimula essa prática criminosa.

Em uma carta, a academia pediu ao procurador geral, Tarek Saab, “para determinar a veracidade das informações sobre o suposto mercado ilegal com a venda de vacinas contra a covid que estão sob a custódia do Estado venezuelano com o Ministério da Saúde como órgão competente”

O pedido foi feito, segundo o texto, com o objetivo de “identificar aqueles que poderiam promover esta práeção dos venezuelanos e que sejam tomadas as medidas necessárias para erradicar esta prática criminosa odiosa”.

Os médicos também destacaram os perigos que este mercado ilegal provoca e que podem ser traduzidos em dosagens que “não tenham cumprido a devida manutenção da cadeia de frio essencial para sua viabilidade como produto biológico ou que seu conteúdo não corresponda à formulação adequada” da vacina.

A academia também vê esta prática como uma consequência da lenta implementação do plano nacional de vacinação que, segundo ela, “não foi devidamente oficializado”.

A entidade cobrou o Ministério da Saúde a divulgar imediatamente o plano de vacinação a fim de identificar aspectos técnicos “inerentes” aos grupos prioritários a serem vacinados, os períodos de tempo para imunização, as quantidades disponíveis e outras questões.

De acordo com organizações nacionais e internacionais, a Venezuela está entre os países da América Latina menos imunizados contra a covid-19, uma situação que o governo do presidente Nicolás Maduro evita mencionar.

A quantidade de vacinas que chegaram ao país não é conhecida com precisão, pois os dados anunciados pelas autoridades são contraditórios, variando em até 500 mil unidades, dependendo de quem os divulga.

Fonte: R7
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SEGUNDO EMBAIXADOR, O BRASIL DEVE SER COMTEMPLADO COM DOAÇÃO DE DOSES DE VACINAS PELA UE

Brasil deve ser contemplado com doação de vacinas da Europa, diz embaixador

Embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybáñez falou à CNN sobre o anúncio feito pelo bloco europeu de distribuição de 100 milhões de imunizantes

Produzido por Thiago Felix, da CNN, em São Paulo

21 de maio de 2021 às 16:28

Brasil deve ser contemplado com doação de vacinas da Europa, diz embaixador

 

Em uma declaração feita nesta sexta-feira (21) pela presidente da Comissão Europeia, Ursula van der Leyen, a União Europeia (UE) informou que doará ao menos 100 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 até o final de 2021. Embaixador da UE no Brasil, Ignacio Ybáñez afirmou, em entrevista à CNN, que o Brasil deve ser contemplado com as doações, pois a “ideia é cobrir todas as partes do mundo.”

Segundo ele, a ação faz parte do entendimento da União Europeia de que não será possível superar a pandemia do novo coronavírus de forma isolada

“Só vamos sair dessa se sairmos juntos, não vamos sair parte do mundo e o resto não; isso não é possível. Desse ponto de vista, a UE tem se focado para colaborar com todos os países”, disse Ybáñez.

Ursula van der Leyen também prometeu 1 bilhão de euros (o equivalente a R$ 6,49 bilhões) para a construção de fábricas de vacina na África.

Durante a conferência de saúde do G20, a Pfizer e a BioNTech se comprometeram a entregar 1 bilhão de doses da vacina desenvolvida em conjunto por elas até dezembro deste ano, e outro bilhão em 2022.

A Johnson & Johnson também informou, durante a conferência, que irá fornecer até 200 milhões de doses do imunizante dela até o fim do ano ao consórcio Covax, administrado pela Gavi e pela OMS.

A missão do Covax é comprar vacinas contra Covid-19 em grandes quantidades e enviá-las para as nações mais pobres, que não podem competir com os países ricos na obtenção de contratos com as principais empresas farmacêuticas.

Restrições a brasileiros

Países que compõem o bloco europeu decidiram aliviar as restrições e, com isso, discutir formas de reabrir as fronteiras para turistas em meio à pandemia de Covid-19. Nesta semana, embaixadores de 27 países aprovaram uma proposta que afrouxa alguns critérios na hora de determinar quais países já são considerados seguros.

A ideia é permitir a entrada de turistas totalmente vacinados vindos desses lugares. Ybáñez disse que a medida ainda não abrange brasileiros, sobretudo por causa do temor da variante identificada em Manaus.

“Tendo em conta a melhora da situação em alguns países começamos a pensar na reabertura, mas que será sempre baseada na situação epidemiológica de cada um dos países e a evolução da vacinação”, explicou. “Por agora, há um grupo muito reduzido, são oito países que podem entrar na UE e pouco a pouco vamos ir melhorando.”

Fonte: CNN

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MÉDICOS OMITEM IMUNIZAÇÃO COM DUAS DOSES PARA TOMAR A TERCEIRA COMO REFORÇO

Médicos são denunciados por tomar terceira dose de vacina contra a Covid-19

Os casos foram denunciados ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp)

José Brito,
da CNN, em São Paulo
Atualizado 20 de maio de 2021 às 00:54

 

A Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo registra pelo menos dois casos de médicos que omitiram já estarem imunizados com duas doses de vacina contra a Covid-19 para conseguirem novas aplicações do imunizante como reforço.

Os casos ocorreram nos dias 27 de março e na última segunda-feira (17), e foram denunciados ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).

Em comunicações internas da Prefeitura, às quais a CNN teve acesso, um pedido de orientação é feito pela direção da Covisa à Coordenação do Programa Municipal de Imunização.

Os relatos mostram que, mesmo tendo tomado duas doses da Coronavac, nos dias 26 de janeiro e 26 de fevereiro, no Hospital Estadual de Sapopemba, o médico ortopedista Alexandre Felicio Pailo se dirigiu ao Mega Posto de vacinação do Clube Hebraica, no dia 17 de maio, para uma nova aplicação da vacina.

Na denúncia também encaminhada ao Cremesp, é explicado que Pailo omitiu a informação de ter recebido anteriormente as doses, e, como o sistema Vacivida – o banco de dados do governo do estado para acompanhamento individualizado e em tempo real dos registros de pessoas imunizadas contra o novo coronavírus – estava oscilando, foi realizado o registro manual da aplicação do imunizante e ele recebeu uma terceira dose, dessa vez, da vacina Pfizer.

“O mesmo foi questionado e orientado que, caso tivesse tomado dose anterior, não seria vacinado; porém, notando que o sistema não estava online, fez uso de tal recurso para se vacinar novamente”, explica a Direção Regional de Vigilância.

A reportagem entrou em contato com Alexandre, que confirmou ter tomado a terceira dose da vacina, mas contestou que tenha sido questionado por equipes de saúde se já havia tomado alguma dose anterior.

Ele não quis dar entrevista, mas afirmou que é portador de doença autoimune e, por isso, não teria sido imunizado contra o novo coronavírus, mesmo com as duas doses da vacina recebidas.

Outro caso

Um outro caso foi constatado e configurado como erro de imunização, no dia 27 de março, em um mega drive-thru da Subprefeitura de M’Boi Mirim, na zona sul da capital paulista.

Ofício da Covisa, também encaminhado ao Cremesp, conta que o médico Antônio Miguel Santiago dos Santos recebeu duas doses da Coronavac, nos dias 20 de janeiro e 12 de fevereiro, na Unidade Básica de Saúde Parque Reide (UBS), em Diadema.

Mesmo assim, segundo a equipe de enfermagem conta por e-mail, Antônio não disse que já estava imunizado contra a doença e uma terceira dose de Coronavac também foi aplicada novamente sob a justificativa de instabilidade no sistema de registro de controle.

“No entanto, a UBS constatou que o usuário está ciente da sua prática, ou seja, ter mais de duas doses da vacina Covid-19 de forma intencional, visto ter realizado contato telefônico na UBS Zumbi dos Palmares, com o tom de intimidação informando que irá receber a 4ª dose (seja na UBS ou em qualquer lugar do MSP). Diante do exposto encaminhamos o presente para as medidas cabíveis pertinentes a este conselho”, diz o coordenador da Covisa.

Procurado, o médico Antônio dos Santos não foi localizado para comentar o caso. Por nota, o Cremesp confirma que recebeu duas denúncias e que está apurando os casos. As investigações tramitam sob sigilo determinado por lei.

Em nota, a Prodesp, empresa de Tecnologia do governo de São Paulo e responsável pelo desenvolvimento do Vacivida, diz que, para garantir que a imunização seja feita por doses do mesmo fabricante, a plataforma possui trava que impede inclusive o registro de dose adicional.

O órgão destacou também que, mesmo diante de eventuais lentidões sistêmicas, a recomendação do governo é que o registro das doses seja feito posteriormente, de forma correta, e que a responsabilidade é de cada município.

CNN aguarda um posicionamento das secretarias municipais de Saúde.

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BOAS NOTÍCIAS: 80 MILHÕES DE DOSES DE IMUNIZANTES DE 4 FARMACEUTICAS SERÃO DOADAS POR BIDEN PARA OUTROS PAÍSES

Num momento como esse uma notícia como uma doação de 80 milhões de doses de imunizantes por uma só fonte é pra lá de boa, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS. Joe Biden anunciou que vai doar essa quantidade de doses dos imunizantes Moderna, Pfizer e Johnson & Johnson e AstraZeneca. Leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes!

Biden anuncia doação dos EUA de 80 milhões de vacinas para o exterior

Imunizantes da Moderna, Pfizer e Johnson & Johnson e AstraZeneca serão enviados nos próximos dois meses

da CNN*
17 de maio de 2021 às 13:54 | Atualizado 17 de maio de 2021 às 16:29

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, declarou nesta segunda-feira (17) que irá enviar mais 20 milhões de doses da vacina contra Covid-19 a outros países, além das 60 milhões de doses da AstraZeneca que já havia anunciado no começo deste mês. Ao todo, serão 80 milhões de imunizantes.

Nessa remessa, estarão doses da Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson, a serem enviadas até o fim do junho.

Até o momento, os EUA já mandaram doses da AstraZeneca ao Canadá e ao México. Esse imunizante ainda não foi aprovado pela agência reguladora do país.

Biden disse que os EUA trabalharão com o consórcio Covax, da OMS, e outros parceiros para distribuir as doses de maneira igualitária em todo o mundo.

Ele declarou também que, nas próximas semanas, conversará com outras democracias para ampliar os esforços na mitigação da pandemia e que espera anunciar progressos até a cúpula do G7 em junho, que acontecerá no Reino Unido.

“Os EUA nunca estarão totalmente seguros até que a pandemia esteja sob controle globalmente. Nenhum oceano é largo o suficiente, nenhum muro é alto o suficiente para nos manter seguros”, declarou. “Doença e morte fora de controle em outros países pode desestabilizá-los e nos posar risco também”.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa (28.abr.2021)O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa (28.abr.2021) Foto: Getty Images

Biden planeja doar mais doses no futuro. “Os Estados Unidos continuarão a doar o estoque excedente conforme esse estoque nos for entregue, mas isso não será o suficiente”, afirmou, acrescentando que irá dialogar com outros países para aumentar a produção de imunizantes.

“Pediremos a outras nações para partilharem o custo econômico desse esforço, mas isso nos ajudará a vencer a pandemia e nos deixará a capacidade de produção para nos preparar para a próxima crise”.

Quem vai liderar essa distribuição será o coordenador da resposta à Covid-19 da Casa Branca, Jeff Zients, em conjunto com o conselho de Segurança Nacional e o Departamento de Estado.

Em pronunciamento na Casa Branca, Biden adiantou que os números da vacinação no país, que serão atualizados nesta terça-feira (18), mostrarão ques 60% da população americana já recebeu ao menos uma dose da imunização.

Ele disse ainda que, pela primeira vez, desde o início da pandemia, o número de casos da doença caiu em todos os 50 estados.

(*Com informações de Kaitlan Collins, da CNN Internacional)

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HOSPITAIS DA IRLANDA CANCELARAM CONSULTAS NÃO URGENTES DEVIDO A NOVO CIBERATAQUE NO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Ministério da Saúde da Irlanda é alvo de novo ciberataque

Hospitais tiveram de cancelar consultas não urgentes, mas campanha de vacinação contra a covid-19 não foi interrompida

INTERNACIONAL

 AFP

Hospitais cancelaram consultas não urgentes, mas vacinação foi mantida

CLODAGH KILCOYNE / REUTERS – 20.2.2021

O Ministério da Saúde da Irlanda foi alvo de um novo ataque cibernético neste domingo (16) semelhante ao que forçou na sexta-feira a paralisação do serviço público de saúde do país, disse o governo irlandês.

“O Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC) detectou na quinta-feira uma tentativa de ciberataque contra o Ministério da Saúde”, que suspendeu parcialmente seu sistema digital “como medida de precaução”, informou o governo em um comunicado.

“Esta tentativa de ataque continua a ser investigada, mas parece que se trata de um ataque ‘ramsomware’ similar ao que afetou” o serviço de saúde pública, o HSE Ireland, acrescentou.

Após esse ataque, que chamou de “operação criminosa internacional”, o serviço de saúde suspendeu completamente seus sistemas na sexta-feira.

Os hospitais tiveram que cancelar suas consultas não urgentes, mas a campanha de vacinação contra a covid-19 não foi interrompida.

Os ataques de ransomware explodiram nos últimos anos. Esse tipo de programa malicioso explora brechas de segurança de uma empresa ou de um indivíduo para criptografar e bloquear seus sistemas e exigir o pagamento de um resgate para desbloqueá-los.

Na quarta-feira, o ministro de Relações Exteriores britânico Dominic Raab defendeu o lançamento de uma coalizão internacional para responder à crescente ameaça de atores estatais e grupos criminosos que realizam ataques cibernéticos contra democracias, apontando para Rússia, China, Irã e Coréia do Norte.

Fonte: R7
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GOVERNO DO PERU DESCARTOU A EXISTÊNCIA DE UM MERCADO ILEGAL DE VACINAS CONTRA COVID-19 NO PAÍS

Peru descarta existência de mercado ilegal de vacinas

Investigação começou após vídeos circularem nas redes sociais mostrando seringas que seriam usadas em idosos vazias

INTERNACIONAL

Peru descarta existência de mercado ilegal de vacinas contra covid

PIXABAY

O governo do Peru descartou nesta sexta-feira (14) a existência de um mercado ilegal de vacinas contra a covid-19 no país e descreveu os casos de idosos cuja imunização foi simulada com seringas vazias como acontecimentos “isolados”.

“Não há sinal de mercado negro, as vacinas estão sob proteção policial”, disse o vice-ministro de Saúde Pública, Gustavo Rosell, ao anunciar as conclusões de uma rápida investigação de seu ministério.

Durante uma coletiva de imprensa, ele ressaltou: “É muito, muito difícil as nossas vacinas chegarem ao mercado negro, não temos nenhuma perda até ao momento”.

“Não há vínculo entre as pessoas envolvidas nas três denúncias [investigadas], são casos isolados”, afirmou Rosell.

A investigação começou em 11 de maio, após a divulgação de vídeos nas redes sociais que mostravam que seringas que seriam usadas para aplicar o imunizante a idosos estavam vazias.

Os três enfermeiros investigadas alegaram às autoridades que o ocorrido se deve a “erro humano, por distração”, segundo o relatório. Os casos aconteceram nos dias 1º e 30 de abril e 9 de maio, em diferentes postos de vacinação da capital.

“Esta foi uma clara violação do protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde com um rigor que vimos em todos os lugares”, disse o presidente interino do Peru, Francisco Sagasti, ao comentar o caso na terça-feira.

As denúncias desencadearam versões sobre um possível mercado clandestino de vacinas com a participação de profissionais de saúde.

Segundo dados oficiais, o Peru já vacinou 2,2 milhões de pessoas com a primeira dose e 732 mil já receberam as duas necessárias, o que corresponde a 2,3% da população.

A campanha, que usa as vacinas dos laboratórios Sinopharm, Pfizer e AstraZeneca, começou em 9 de fevereiro com profissionais da linha de frente e, em 8 de março, teve início a vacinação dos idosos.

Mas o processo avança lentamente devido à escassez de doses e centros de vacinação. Atualmente os maiores de 70 anos estão sendo imunizados.

O Peru tem 33 milhões de habitantes e acumula mais de 65 mil mortes e 1,8 milhão de infecções por covid-19 nos 14 meses da pandemia.

Fonte: R7
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NESTA TERÇA-FEIRA (11) A CPI DA COVID-19 OUVIRÁ O DIRETOR -PRESIDENTE DA ANVISA

CPI inicia segunda semana ouvindo diretor da Anvisa sobre vacinas e cloroquina

Segundo apuração da analista da CNN Renata Agostini, Antonio Barra Torres levará ‘malas de documentos’ e assessores para responder aos senadores

Renato Barcellos, da CNN, em São Paulo

11 de maio de 2021 às 04:30

Antonio Barra Torres, presidente-diretor da AnvisaFoto: CNN (10.fev.2021)

Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia de Covid-19 inicia a segunda semana de depoimentos e ouve nesta terça-feira (11), às 10h, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres.

A oitiva de Barra Torres estava marcada para a última quinta-feira (6), mas com o alongamento do depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a sessão precisou ser adiada.

Vacinas e bula da cloroquina

A convocação do diretor-presidente da Anvisa foi solicitada por quatro parlamentares. Em um dos requerimentos, o senador Angelo Coronel (PSD-BA) questiona o fato de a agência ter negado autorização à vacina Sputnik V.

Os outros requerimentos foram expedidos pelos senadores Eduardo Girão (Podemos-CE), Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Pandemia, e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente do colegiado.

Para Randolfe, Barra Torres precisa explicar por que houve “atraso e omissão” na compra de imunizantes. “Só foi possível chegar a essa situação catastrófica por conta dos inúmeros e sucessivos erros e omissões do governo no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil”, afirmou o senador no requerimento.

De acordo com a âncora da CNN Daniela Lima, o diretor-presidente da Anvisa também terá que explicar o episódio sobre a tentativa de alteração da bula da cloroquina para indicar o medicamento para o tratamento de Covid-19.

Os membros da CPI querem que Barra Torres diga de maneira detalhada quem sugeriu a mudança, em quais circunstâncias e quais foram as testemunhas do episódio, relatado pela primeira vez à comissão pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM).

Malas de documentos

Já sabendo que não terá vida fácil à frente da comissão, Barra Torres se prepara com diretores do órgão para a oitiva, e deve basear suas respostas em documentos que pretende levar ao Senado. As informações são da analista da CNN Renata Agostini.

A ideia é que Barra Torres traga respostas “ultra-técnicas” para os senadores, sempre apresentando documentos para basear suas falas. O diretor-presidente da Anvisa deve chegar ao Senado com malas de documentos.

Para se preparar para a audiência, Barra Torres fez diversos encontros com diretores da Anvisa, que estarão no Congresso no dia da audiência. O intuito é que a agência dê demonstração de “espírito de corpo” para os senadores — como se não fosse apenas o diretor, mas toda a agência depondo à CPI.

Outros depoimentos

Também foram convocados para prestar depoimento na CPI da Pandemia o ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten, e dois representantes da Pfizer no Brasil: Marta Diez, que assumiu o cargo em 2021, e seu antecessor, Carlos Murillo. Fernando Marques, presidente da União Química, representante da Sputnik V no Brasil, também deve ser ouvido.

Para a próxima semana, a terceira de audiências na comissão, dois depoimentos já estão marcados: do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o do ex-ministro de Relações Exteriores Ernesto Araújo.

A oitiva de Pazuello estava marcada para a terça-feira (4), porém ele alegou que teve contato com pessoas que testaram positivo para a Covid-19 e teve o depoimento reagendado para o dia 19.

Já Araújo seria ouvido nesta quinta-feira (13), mas a comissão adiou a fala para a quinta-feira (20) de forma a dar mais tempo para as oitivas com Wajngarten e com os dirigentes da Pfizer.

 Veja quem irá falar à CPI da Pandemia nesta semanaVeja quem irá falar à CPI da Pandemia nesta semana Foto: CNN Brasil

Veja a programação das audiências na CPI da Pandemia nesta semana:

Terça-feira (11)

  • Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa

Quarta-feira (12)

  • Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação da Presidência

Quinta-feira (13)

  • Marta Diez, presidente da Pfizer Brasil
  • Carlos Murillo, ex-presidente da Pfizer no Brasil
  • Fernando Marques, presidente da União Química, representante da vacina Sputnik V no Brasil

Veja a programação das audiências na próxima semana:

Quarta-feira (19)

  • Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde

Quinta-feira (20)

  • Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores

Audiências sem data definida:

  • Nísia Trindade, presidente da Fiocruz
  • Dimas Covas, diretor-presidente do Instituto Butantan
  • Marcellus Campêlo, secretário de Saúde do Amazonas

(Com informações de Murillo Ferrari e Agência Senado)

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BOAS NOTÍCIAS: ATITUDE DE BIDEN É ELOGIADA ATÉ PELOS MÉDICOS SEM FRONTEIRAS QUE JÁ PEDIAM HÁ 7 MESES ESSA QUEBRA DE PATENTE

Joe Biden faz um golaço ao pedir a quebra de patente para as vacinas contra a Covid-19 e ganha apoio do MSF – Médicos Sem Fronteiras, visto que, quase 130 países, onde vivem mais de 2,5 bilhões de pessoas, praticamente nenhuma vacina foi recebida. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes dessa publicação!

Quebra de patente de vacinas contra Covid: Biden defende e ganha apoio

O Presidente dos Estados Unidos começa a receber apoio internacional após defender a quebra de patente de vacinas contra a Covid-19, ou seja, a suspensão temporária da proteção de propriedade intelectual dos imunizantes.

A organização internacional de ajuda humanitária Médicos sem Fronteiras (MSF) aplaudiu o posicionamento de Joe Biden, anunciado nesta quarta-feira, 5.

A intenção é acelerar a produção e distribuição de imunizantes para países que ainda não receberam vacinas.

“Trata-se de uma crise sanitária mundial e as circunstâncias extraordinárias da pandemia exigem medidas extraordinárias […] Iremos participar ativamente de negociações necessárias com a Organização Mundial do Comércio para que isso aconteça”, disse a representante comercial dos Estados Unidos, Katherine Tai, em um comunicado.

Gavin Yamey, professor de Saúde Global e Políticas Públicas da Universidade Duke, nos Estados Unidos, diz que em quase 130 países, onde vivem mais de 2,5 bilhões de pessoas, praticamente nenhuma vacina foi recebida.

Aplausos

A organização internacional de ajuda humanitária Médicos sem Fronteiras alega que a quebra de patentes vai ajudar a salvar vida em locais onde as vacinas ainda não chegaram.

“A medida vai aumentar o acesso a essas ferramentas médicas que salvam vidas no momento em que a COVID-19 continua a devastar países em todo o mundo”, disse a MSF, que há 7 meses vem pedindo a quebra de patentes, incluindo vacinas, tratamentos e diagnósticos.

“Esta decisão espetacular ajudará a enfrentar os desafios históricos e extraordinários que enfrentamos e a aumentar o acesso equitativo às vacinas para COVID-19, ajudando a acabar com esta crise para todos”, afirmou Avril Benoît, diretora executiva da MSF-EUA.

Ela ressaltou a necessidade de acelerar o ritmo da imunização em todo o mundo: “Quanto mais tempo leva para vacinar todas as pessoas, maior o risco para todos nós, pois cresce a chance do surgimento de novas variantes”, alertou.

Doação de vacinas excedentes

A organização Médicos sem Fronteiras também defendeu que os EUA doem as vacinas que sobraram no país.

“Muitos países de baixa renda nos quais MSF opera receberam apenas 0,3% do suprimento global de vacinas para COVID-19, enquanto os EUA já garantiram doses suficientes para proteger toda sua população e ainda têm mais de meio bilhão de doses excedentes”

“Os EUA devem compartilhar suas doses excedentes de vacinas com a COVAX até que outros fabricantes possam aumentar a produção. Também devem exigir que as empresas farmacêuticas que receberam quantias significativas de financiamento do contribuinte dos EUA para criar essas vacinas compartilhem a tecnologia e o know-how com outros fabricantes para que mais pessoas tenham acesso à imunização em todo o mundo.”

Brasil

Avril Benoît chamou a atenção dos países que ainda são contrários à suspensão dos direitos de propriedade intelectual, incluindo o Brasil.

Ela pediu que mudem sua posição: “Os países que continuam a se opor à renúncia de direitos na OMC, como os países da União Europeia, Reino Unido, Suíça, Canadá, Austrália, Noruega, Japão e Brasil também deveriam tomar medidas para colocar a saúde das pessoas à frente dos lucros das empresas farmacêuticas”, afirmou.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do Só Notícia Boa – com informações do CorreioBraziliense CNN

Fonte: Só Notícia Boa

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O BRASIL PODERÁ RECEBER EM BREVE DOSES DE VACINAS EXCEDENTES DOS EUA

Bolsonaro afirma que Estados Unidos podem enviar vacinas ao Brasil em breve

Segundo Bolsonaro, governo tem feito “todo o possível” para ampliar o programa de vacinação contra a Covid-19 no Brasil

Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo

05 de maio de 2021 às 21:03

Presidente Jair BolsonaroPresidente Jair BolsonaroFoto: Mateus Bononi/Getty Images

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quarta-feira (5) que os Estados Unidos podem anunciar em breve o envio ao Brasil de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19.

Segundo Bolsonaro, seu governo tem feito “todo o possível” para ampliar o programa de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Os Estados Unidos já passaram da marca de 200 milhões de doses de vacinas aplicadas e têm doses excedentes do imunizante da AstraZeneca.

Na semana passada, o governo americano anunciou que vai compartilhar 60 milhões de doses da vacina, o que despertou o interesse de vários países preocupados em acelerar suas vacinações.

A novidade foi mencionada pelo presidente em entrevista coletiva dada no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, após Bolsonaro receber Robson Nascimento de Oliveira, ex-motorista do jogador de futebol Fernando Lucas Martins. Robson foi condenado à prisão na Rússia por tráfico de drogas, ao ser pego com um medicamento que é permitido no Brasil, mas proibido na Rússia.

No momento em que falou sobre a possibilidade do envio das doses de vacinas ao Brasil, Bolsonaro argumentava que seu governo tem mantido boas relações diplomáticas com nações importantes, como os Estados Unidos, a Rússia e também a China.

China

Nesta quarta-feira, a relação comercial e diplomática entre o Brasil e a China voltou ao noticiário depois que o presidente da República levantou a possibilidade de o coronavírus causador da Covid-19 ter sido criado em laboratório.

Sem citar nominalmente a China, maior parceiro comercial do Brasil há mais de uma década, Bolsonaro falou em “guerra química” e em “guerra bacteriológica” e questionou: “Qual o país que mais cresceu seu PIB [Produto Interno Bruto]? Não vou dizer para vocês”.

Em 2020, o PIB da China apresentou expansão de 2,3%, enquanto a maior parte das grandes economias do planeta registrou retração. Para efeito de comparação, o PIB do Brasil encolheu 4,1%, o dos Estados Unidos caiu 3,5% e o da Alemanha ficou 5% menor do que no ano anterior. No entanto, o impacto da pandemia na economia chinesa aconteceu antes do resto do mundo, já que o novo coronavírus foi primeiro encontrado no país asiático.

A fala de Bolsonaro repercutiu politicamente e rendeu comentários preocupados do senador Omar Aziz, que preside a Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia.

“Hoje foi ruim, viu, e chama de guerra química e tal. E a gente está dependendo, a gente está na mão dos chineses para trazer o IFA [insumo farmacêutico ativo], nós não temos produção de IFA aqui e não vamos ter tão cedo”, disse Aziz.

Questionado se teria sido “mal compreendido” ao falar da China, Bolsonaro respondeu que não mencionou a palavra “China” e reclamou da imprensa.

“Vocês da imprensa não falam onde nasceu o vírus. Falem, ou estão temendo alguma coisa?”, disse o presidente.

Fonte: CNN

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REFERINDO-SE A DISTRIBUIÇÃO DE VACINAS CONTRA COVID-19 DO GOVERNO FEDERAL, MINISTRO DA SAÚDE AFIRMOU QUE “NEGACIONISMO É QUERER NEGAR O ÓDIO”

Negacionismo é querer negar o ódio’, diz ministro da Saúde em chegada de doses

Marcelo Queiroga esteve no aeroporto de Viracopos, em Campinas, para receber primeira remessa de doses da Pfizer

Anna Gabriela Costa, da CNN, em São Paulo
Atualizado 29 de abril de 2021 às 21:24
Negacionismo é querer negar o ódio', diz ministro da Saúde em chegada de doses

Após receber o primeiro lote de vacinas da Pfizer no aeroporto de Viracopos, em Campinas, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que “negacionismo é querer negar o ódio”, referindo-se ao cronograma de distribuição de vacinas contra Covid-19 do governo federal.

A primeira remessa com um milhão de doses da Pfizer chegou ao Brasil nesta quinta-feira (29). O ministro da Saúde e outras autoridades acompanharam a chegada dos imunizantes.

“Nos próximos seis dias nós vamos distribuir 16 milhões de doses de vacinas. Não há como negar, negacionismo é querer negar o ódio. Nós vacinamos a nossa população [em uma escala] sem precedentes. A verdade vos libertará, vamos conhecer a verdade, vamos confiar no governo”, afirmou o ministro, citando versículo da Bíblia.

A expectativa é que o governo federal inicie a entrega das doses da Pfizer aos governadores a partir deste sábado (1). Ao longo da semana, mais 650 mil doses do imunizante serão enviadas ao Brasil. No mês de maio, o acordo é de 2,5 milhões doses, e até o final de junho, 15 milhões de vacinas Pfizer/BioNTech deverão ser entregues.

“Recebemos a incumbência do nosso líder, o presidente Jair Bolsonaro, de estar hoje no aeroporto de Viracopos para receber os imunizantes. O governo federal tem que levar imunizantes que sejam efetivos e que sejam aprovados pelas nossas vigilâncias sanitárias, é assim que vamos conquistar a confiança”, disse Queiroga.

O ministro destacou que o imunizante teve pesquisa realizada no Brasil. “Milhares de brasileiros participaram de ensaios clínicos, esse é o compromisso do governo federal com a ciência, com o desenvolvimento de pesquisas de qualidade. Vamos continuar firmes para vacinar a nossa população”.

Fonte: CNN

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MINISTRO DA SAÚDE MARCELO QUEIROGA, AFIRMOU QUE VAI RETOMAR A DIVULGAÇÃO DO CRONOGRAMA E ENTREGA DE VACINAS SEM SUBTRAIR DADOS

Não vamos subtrair dados’, diz Queiroga sobre retorno do cronograma de vacinas

Ministro da Saúde diz que nova versão não irá incluir marcas ainda não validadas pela Anvisa

Basília Rodrigues
 Basília Rodrigues, CNN  
21 de abril de 2021 às 09:21
O ministro da Saúde Marcelo QueirogaO ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Foto: Mateus Bonomi/Agif – Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo (24.mar.2021)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou à CNN que vai retomar a divulgação do cronograma de entrega de vacinas em uma nova versão em que não irá incluir marcas ainda não validadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Em nenhum momento queremos subtrair dados”, afirmou.

Com críticas a gestões passadas pela divulgação do cronograma considerado artificial, o ministro afirmou que não quer frustrar expectativas. Desde o início de sua gestão, a pasta deixou de divulgar as informações de longo prazo e tem se limitado a pontualmente informar quais e quantas vacinas vão ser distribuídas por semana. Isso tem sido criticado por governadores que reclamam da falta de um cronograma mais completo para prepararem os postos.

Queiroga explicou que voltará a divulgar o cronograma, porém, marcas como Sputnik e Covaxin, que estão em negociação com o Brasil, vão ser retiradas do texto informativo. Os dados sobre elas vão ser exibidos, segundo o ministro, provavelmente na internet, com a observação de que não possuem autorização de uso no Brasil. “Não vou ficar divulgando o que ainda está em negociação, isso envolve mercados, comércio, não pode ser algo online”, disse.

“Estamos reestruturando o portal do ministério da Saúde para as pessoas acessarem melhor. Antes divulgava vacina não aprovada pela Anvisa. Aquilo é uma expectativa, e o não cumprimento frustra a expectativa das pessoas”, complementou.

Como a CNN antecipou, o Ministério está em tratativas para compra de outros 100 milhões de doses da Pfizer. De acordo com interlocutores da pasta, também há em curso novo acordo de compra para a vacina da Moderna.

Coquetel

O ministro também não deu prazo para a inclusão no SUS do coquetel de anticorpos para o tratamento da covid-19. O medicamento teve uso emergencial autorizado pela Anvisa, nesta terça-feira, para o tratamento de pacientes, desde que não estejam em estágio grave da doença. Mas, a exemplo do Remdesivir, também estima-se que o coquetel seja uma droga cara. “Exige análise técnica, não foi fixado preço ainda, qual custo efetivo, impacto no orçamento”, explicou.

Queiroga afirmou que vai colocar o uso do medicamento em discussão por um painel de especialistas, em audiências públicas. “Se tiver efetividade comprovada, maravilha”, enfatizou.

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CIÊNCIAS: UMA NOVA ENGENHARIA EM VACINA TESTADA EM HUMANOS CONTRA A AIDS PRODUZIU 97

Temos uma notícia e tanto na coluna CIÊNCIAS desta segunda-feira como destaque, que você vai vibrar! Estamos muito próximos de uma vacina contra a AIDS. Cientistas da International AIDS Vaccine Initiative (IAVI) e Scripps Research fizeram o primeiro teste humano de vacina contra a AIDS e tiveram resposta imunológica em 97% dos voluntários. A boa notícia é que eles Acreditam que “esse tipo de engenharia de vacina pode ser aplicado de forma mais ampla, trazendo um novo dia para a vacinologia.” Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes sobre essa matéria!

Primeiro teste humano de vacina contra HIV produziu resposta imunológica em 97% dos voluntários

Um ensaio clínico de fase 1 de uma vacina experimental preparou o sistema imunológico usando uma abordagem única para prevenir o HIV.

Com resultados promissores, anunciados em fevereiro pela International AIDS Vaccine Initiative (IAVI) e Scripps Research, a vacina mostrou sucesso em estimular a produção de células imunes raras necessárias para gerar anticorpos contra o vírus de mutação rápida – e a resposta direcionada foi detectada em 97 porcentagem de participantes que receberam a vacina.

“Nós mostramos que as vacinas podem ser projetadas para estimular células imunes raras com propriedades específicas, e esta estimulação direcionada pode ser muito eficiente em humanos”, disse William Schief, PhD, professor e imunologista da Scripps Research e diretor executivo de projeto de vacinas da IAVI’s Neutralizing Antibody Center, cujo laboratório desenvolveu a vacina.

“Acreditamos que esta abordagem será a chave para fazer uma vacina contra o HIV e possivelmente importante para fazer vacinas contra outros patógenos.”

Como uma próxima etapa, a IAVI e a Scripps estão fazendo parceria com a empresa de biotecnologia Moderna para desenvolver e testar uma vacina baseada em mRNA que aproveita a abordagem para produzir as mesmas células imunológicas benéficas. O uso da tecnologia de mRNA pode acelerar significativamente o ritmo de desenvolvimento da vacina contra o HIV.

O HIV, que afeta mais de 38 milhões de pessoas em todo o mundo, é conhecido por estar entre os vírus mais difíceis de combater com uma vacina, em grande parte porque evolui constantemente para diferentes cepas para escapar do sistema imunológico.

“Essas descobertas empolgantes emergem de uma ciência extremamente criativa e inovadora e são uma prova do talento, da dedicação e do espírito colaborativo da equipe de pesquisa e da generosidade dos participantes do ensaio”, disse Mark Feinberg, MD, PhD, presidente e CEO da IAVI.

Um em um milhão

Há décadas, os pesquisadores do HIV buscam o Santo Graal de estimular o sistema imunológico a criar anticorpos raros, mas poderosos, que podem neutralizar diversas cepas do HIV. Conhecidas como “anticorpos amplamente neutralizantes”, ou bnAbs, essas proteínas especializadas do sangue podem se ligar a picos de HIV, proteínas na superfície do vírion que permitem que o vírus entre nas células humanas e os desabilita por meio de regiões importantes, mas de difícil acesso, que não o fazem t variam muito de cepa para cepa.

“Nós e outros postulamos há muitos anos que, para induzir bnAbs, você deve iniciar o processo ativando as células B certas – células que têm propriedades especiais que lhes dão potencial para se desenvolverem em células secretoras de bnAb”, diz Schief.

“Neste ensaio, as células-alvo eram apenas cerca de uma em um milhão de todas as células B virgens. Para obter a resposta certa de anticorpos, primeiro precisamos preparar as células B certas. Os dados deste ensaio afirmam a capacidade do imunógeno da vacina de fazer isso. ”

A etapa de preparação seria o primeiro estágio de um regime de vacina de várias etapas com o objetivo de induzir muitos tipos diferentes de bnAbs, diz ele.

Promessa além do HIV

A estratégia de direcionar células B virgens com propriedades específicas é chamada de “direcionamento da linha germinativa”, uma vez que essas células B jovens exibem anticorpos codificados por genes não mutados ou “germinativos”. Os pesquisadores acreditam que a abordagem também pode ser aplicada a vacinas para outros patógenos desafiadores, como influenza, dengue, Zika, vírus da hepatite C e malária.

“Esta é uma grande conquista para a ciência das vacinas como um todo”, diz Dennis Burton, PhD, professor e presidente do Departamento de Imunologia e Microbiologia da Scripps Research, diretor científico do IAVI Neutralizing Antibody Center e diretor do NIH Consortium for HIV / AIDS Vaccine Development. “Este ensaio clínico mostrou que podemos impulsionar as respostas imunológicas de maneiras previsíveis para fazer vacinas novas e melhores, e não apenas para o HIV. Acreditamos que esse tipo de engenharia de vacina pode ser aplicado de forma mais ampla, trazendo um novo dia para a vacinologia. ”

O ensaio clínico, IAVI G001, ocorreu em dois locais: George Washington University em Washington, DC, e Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, inscrevendo 48 voluntários adultos saudáveis. Os participantes receberam um placebo ou duas doses do composto da vacina, eOD-GT8 60mer, junto com um adjuvante desenvolvido pela empresa farmacêutica GSK.

“Este é um estudo de referência no campo da vacina contra o HIV, demonstrando o sucesso na primeira etapa de um caminho para induzir anticorpos neutralizantes amplos contra o HIV-1”, diz McElrath.

O estudo prepara o terreno para ensaios clínicos adicionais que buscarão refinar e estender a abordagem – com o objetivo de longo prazo de criar uma vacina segura e eficaz contra o HIV.

O financiamento da Fundação Bill & Melinda Gates, por meio da Colaboração para a descoberta de vacinas contra a AIDS – e doações do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) – apoiou uma rede de parceiros conduzindo análises e contribuindo para o desenvolvimento de vacinas, incluindo a Vacina NIH Centro de Pesquisa, o governo da Holanda e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional.

(FONTE: Scripps.edu )

Fonte: Good News Network

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SESAP ESCLARECE QUE SEGUE ORIENTAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE QUANTO A DISTRIBUIÇÃO DAS DOSES DE VACINAS CONTRA COVID-19

Secretaria de Saúde do RN esclarece sobre uso das doses das vacinas contra covid-19

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Amanda Perobelli / Reuters

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu uma nota, nesta segunda-feira (12), a fim de esclarecer que, a cada remessa de vacinas contra a covid-19 que recebe do Ministério da Saúde (MS), notas técnicas são emitidas para orientar os municípios do estado potiguar quanto ao público deve ser determinado aquelas determinadas doses da vacina, levando em consideração o cálculo estimado da população de MS, como faixa de idade e os públicos prioritários.

“Assim, a cada remessa, o MS orienta quais públicos devem ser atendidos com as doses, o que é repassado pela Sesap aos locais, atribuindo uma quantidade estimada para evitar a falta de imunizantes. Nessa lógica, a Nota Técnica nº10 / 2021 da SESAP , que acompanhou a distribuição de doses no dia 02 de abril, pontuou a necessidade do uso adequado das doses (D1 e D2) cada uma para a sua forma, e enfatizou a orientação dos municípios a não utilização das doses para os grupos estimados pois tal conduta poderia prejudicar uma garantia de acesso aos públicos prioritários que ainda não tiveram acesso à primeira dose “, disse em nota.

Ainda segundo a Sesap, nessa mesma nota, uma coordenação de imunização também alertou e recomendou que eram respeitados os prazos entre as doses 1 e 2 e o prazo máximo estabelecido para a dose 2, com vista em buscar uma maior eficácia da vacinação.

O anexo 2 dessa nota tratou da distribuição de doses (D2) por municípios para segunda dose referente a 7ª e 8ª remessa. Essas doses, por exemplo, tinha período e público certo para serem aplicadas. Após essa distribuição, o COSEMS e o FEMURN solicitadoam à SESAP para não mais distribuir como D2 para os municípios e só como distribuir quando estiver bem próximo de serem aplicadas.

Assim, ENFATIZA-SE que a SESAP AO RECEBER as doses do MS distribui AS DOSES PARA OS MUNICÍPIOS E CABE AOS MUNICÍPIOS GERENCIAR O SEU ESTOQUE.

Atualmente, de acordo com a Sesap, a reserva técnica da Coronavac é de 10.811 doses e da Oxford é de 2385 doses, que devem ser preservadas sob a tutela da Sesap para perdas técnicas como já explicado anteriormente ou para redistribuição com os grupos prioritários, se assim por decidido pela Câmara Técnica de Vacinas da CIB.

Assim, de acordo com a Nota Técnica nº10 / 2021 da Sesap, uma secretaria destacou que foi avisado aos munícpiosque “não seria autorizada a retirada de reserva técnica para antecipação de doses, sendo necessário que os municípios aguardassem o recebimento de novas doses pelo MS, daí a importância do gerenciamento de estoque por parte dos municípios “.

Na nota, a Sesap ainda frisou que:
• OS MUNICÍPIOS DEVEM SEGUIR ESTRITAMENTE OS GRUPOS PRIORITÁRIOS DO PNI;
• OS MUNICIPIOS NÃO DEVEM USAR DOSES QUE ESTÃO SOB SUA RESPONSABILIDADE E QUE SÃO D2 PARA FAZER COMO D1, POIS ESSAS SÃO DOSES QUE JÁ ESTÃO RESERVADAS PARA PESSOAS QUE FIZERAM ANTERIORMENTE A VACINA E PRECISARÃO DESSA DOSE PER.

No início da tarde desta segunda-feira (12), a Prefeitura de Natal informou que, por falta de doses suficientes, seria preciso suspender aplicação da segunda dose da CoronaVac  contra a covid-19. A suspensão acontece por falta de vacinas, conforme informou a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da capital potiguar em nota.

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BOAS NOTÍCIAS: BRASIL ATINGE 1 MILHÃO DE DOSES DE VACINAS APLCADAS EM 24 HORAS

Neste domingo temos a enorme alegria de informar que o Brasil atingiu mais de 1 milhão de doses de vacinas aplicadas em 24 horas. No total, 1.095.362 pessoas receberam a vacina, sendo que 963.429 receberam a primeira dose e 131.933 a segunda. Algo para comemorar, pois agora o processo de vacinação vai acelerar.

Inédito: Brasil aplica mais de 1 milhão de doses de vacinas em 24h

Pela primeira vez o Brasil conseguiu aplicar mais de 1 milhão de doses de vacinas em 24 horas. Isso não acontecia desde janeiro, quando a vacinação começou em São Paulo.

O feito foi divulgado pelo Consórcio de Veículos de Imprensa na última quinta, 1º e contém informações dos 26 Estados e do Distrito Federal.

No total, 1.095.362 pessoas receberam a vacina, sendo que 963.429 receberam a primeira dose e 131.933 a segunda.

Com isso, o Brasil chegou à marca de 18.548.301 pessoas vacinadas.

Desses, 5.233.544 receberam as duas doses.

Imunizados

A quantidade de pessoas imunizadas equivale a 8,78% da população brasileira – dos 211 milhões de habitantes, 18,5 milhões foram vacinados até agora.

Já a porcentagem de pessoas que receberam as duas doses é de apenas 2,47%.

Em números absolutos, São Paulo conta com o maior número de vacinados: 4,67 milhões.

A Bahia, com 1,66 milhão, e Minas Gerais, com 1,61 milhão vêm em seguida.

Já em termos proporcionais, a Bahia é o Estado que vacinou mais habitantes, com 11,15% da população recebendo ao menos a primeira dose.

Já o Mato Grosso, com 5,2% da população imunizada, é o pior Estado até o momento na vacinação.

No mesmo dia que a marca foi atingida, o Brasil registrou 91.097 casos e 3.679 mortes causadas pela doença, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS).

Vamos lá gente! Estamos no caminho certo, mas ainda dá pra melhorar!

Com informações da JovemPan

Fonte: Só Notícia Boa

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GOVERNO DO RN CONTRARIA RECOMENDAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE E ORIENTA MUNICÍPIOS QUE GUARDEM VACINAS PARA GANTIR A 2ª DOSE

Governo do RN recomenda que municípios guardem vacinas para garantir 2ª dose, contrariando orientação do Ministério da Saúde

Foto: Raiane Miranda

Contrariando orientação do Ministério da Saúde, do último dia 20 de março, o Governo do Estado recomendou na tarde desta sexta-feira (2) aos municípios que guardem vacinas para garantir a 2ª dose.

A indicação do sétimo informe técnico do ministério, divulgado em março, é de que todas as doses distribuídas do imunizante sejam aplicadas, sem necessidade de reserva da segunda dose para completar o esquema vacinal. A recomendação do governo estadual, contrária ao que orienta o ministério, pode prejudicar o avanço das faixas etárias na vacinação.

“Ressaltamos ainda que até o presente momento não há um cronograma fixado pelo Ministério da Saúde (MS) com datas, quantitativo de doses a serem entregues e a finalidade de uso dessas doses, o que impossibilita a realização de planejamento antecipado de como se dará a operacionalização da vacina diante do recebimento de uma nova remessa de vacinas, assim, atualmente o planejamento do progresso da campanha de vacinação tem ocorrido em até 24horas da distribuição (até em menos tempo) das doses aos municípios, diretamente condicionado ao recebimento do Informe Técnico publicado pelo MS”, diz o documento enviado aos municípios.

O documento diz ainda que “na próxima entrega da Butantan será também mais um quantitativo expressivo de D2 para fechar os 100% das 2a doses das D1 anteriormente enviadas. Se utilizarem de outra forma não temos como assegurar D2, pois apesar de esperarmos a entrega do Butantan não há confirmação formalizada.”

Fonte: Blog do BG

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44 MUNICÍPIOS POTUGUARES JÁ RECEBERAM REFRIGERADORES CIENTÍFICOS PARA ARMAZENAR VACINAS DOADOS PELA COSERN

Cosern já entregou refrigeradores científicos para armazenar vacinas a 44 municípios potiguares

31 mar 2021

Municípios recebem refrigeradores para vacinas doados pela Cosern - Secretaria de Estado da Saúde Pública

44 municípios potiguares já receberam os refrigeradores científicos para armazenar vacinas doados pela Cosern. As entregas começaram nos primeiros dias de março e até o final de abril todos os equipamentos chegarão aos 95 municípios contemplados, além de mais duas câmaras que serão doadas para o Governo do Estado e irão para II URSAP – Unidade Regional de Saúde Pública, em Mossoró.

Ao todo, a Neoenergia, empresa controladora da Cosern, está doando 674 refrigeradores científicos para 651 municípios no Rio Grande do Norte (Cosern), Pernambuco (Celpe), Bahia (Coelba) e São Paulo/Mato Grosso do Sul (Elektro). A doação totalizou R$ 7,2 milhões em recursos que fazem parte dos Programas de Eficiência Energética (PEE) das distribuidoras, regulados pela Agência Nacional de Eficiência Energética (Aneel).

Como ação preventiva, a Cosern enviou um comunicado às prefeituras que serão beneficiadas com a doação no início de fevereiro ressaltando a importância da realização de uma revisão elétrica das instalações internas dos locais que receberão esses equipamentos.

Para Júlio Giraldi, Superintendente de Relacionamento com Clientes da Cosern, a vacinação é, nesse momento, a ação mais importante para combater à pandemia da Covid-19, aliado a outras medidas preventivas tais como uso de máscara e o distanciamento social.

Em novembro, a Cosern doou 20 respiradores para os hospitais Giselda Trigueiro e João Machado, em Natal, e Tarcísio Maia, em Mossoró. Agora, estamos apoiando os municípios que mais necessitam dos refrigeradores adequados para o armazenamento da vacina”, lembra Júlio. “Todas essas inciativas reafirmam o compromisso social da Cosern com os potiguares”, complementa.

“O nosso objetivo é o de auxiliar a população dos municípios mais necessitados das nossas áreas de concessão a conter a pandemia. Os refrigeradores científicos doados são adequados para armazenar as vacinas que fazem parte das campanhas de imunização, por terem temperatura programável e constante entre 2ºC e 8ºC, sensores e bateria, para o armazenamento adequado das doses”, afirma a gerente de Eficiência Energética da Neoenergia, Ana Christina Mascarenhas.

Fonte: Política em Foco

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EUA VÃO AJUDAR O BRASIL EM SEUS ESFORÇOS PARA MAXIMIZAR O ACESSO ÀS VACINAS, AFIRMA EMBAIXADOR

EUA vão ajudar Brasil a ter acesso às vacinas, diz embaixador

Todd Chapman reuniu-se nesta terça com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga e garantiu colaborar no enfrentamento da covid

BRASIL

 Do R7

Todd Chapman, embaixador dos EUA no BrasilTodd Chapman, embaixador dos EUA no Brasil DIVULGAÇÃO/US EMBASSY

A Embaixada dos Estados Unidos afirmou em nota nesta terça-feira (30) que o país vai ajudar o Brasil em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas. O embaixador Todd Chapman reuniu-se por videoconferência com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga para revisar a cooperação dos Estados Unidos com o Brasil no combate à pandemia do novo coronavírus.

“Os Estados Unidos têm estado ao lado do Brasil e do povo brasileiro no enfrentamento da covid-19 desde o início da pandemia. A reunião entre o embaixador Chapman e o ministro Queiroga foi uma oportunidade importante para reiterar nosso compromiso”, diz a nota.

“O embaixador aproveitou a oportunidade para revisar a cooperação dos EUA e conversou sobre ao acesso às vacinas. Embora nossa primeira prioridade seja garantir o acesso dos norte-americanos às vacinas, estamos engajando ativamente o Brasil em maneiras de ajudar em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas seguras, eficazes e de qualidade para os brasileiros.”

O embaixador norte-americano também destacou o que os EUA já realizaram ao longo dos 12 meses da pandemia, como por exemplo,  o fornecimento de insumos, equipamentos de saúde, cestas basicas, ventiladores pulmonares, hospitais de campanha, equipamentos de proteção individual e assistência técnica médica.

O governo dos EUA e o setor privado norte-americano já doaram mais de US$ 75 milhões para comunidades brasileiras que lutam contra o ritmo acelerado do novo vírus.

Embaixador Chapman reafirmou o compromisso dos EUA com a continuidade dos esforços para reduzir o impacto da pandemia em comunidades brasileiras.

Fonte: R7

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NO CHILE, INFERMEIRA CONFUNDE VACINAS NO MESMO REFRIGERADOR E ADMINISTRA DOSE DA CORONAVAC EM BEBÊ DE 6 MESES

Bebê de 6 meses recebe vacina contra covid por engano no Chile

A criança foi levada para tomar a vacina adequada à idade, que estava no mesmo refrigerador que uma dose de Coronavac

INTERNACIONAL

Do R7

Enfermeira confundiu duas vacinas que estavam no mesmo refrigerador
ALBERTO VALDÉS / EFE – ARQUIVO

Uma bebê de cerca de 6 meses recebeu, por engano, uma dose da CoronaVac, a vacina chinesa contra a covid-19, na semana passada em Villarrica, no Chile. As autoridades sanitárias acompanham o caso para verificar se ela irá desenvolver algum sintoma adverso mas, até o momento, os relatos indicam que ela está com a saúde boa.

Segundo a emissora La Tercera, o caso aconteceu na semana passada e a família denunciou que a enfermeira se confundiu no momento de aplicar a vacina porque tanto a CoronaVac quanto a vacina pentavalente (indicada para crianças de 6 meses, que imuniza contra tétano, hepatite B, coqueluche, difteria e meningite tipo B) que ela iria tomar estavam no mesmo refrigerador.

A secretária regional de Saúde, Glória Rodriguez, contou que “fomos notificados imediatamente do erro que aconteceu e todas as medidas de controle e observação da criança foram tomadas”.

“Notificamos o Ministédio da Saúde e todas as instituições necessárias para realizar as investigações correspondentes. Estamos preocupados com a saúde da criança e estamos monitorando a evolução”, explicou ela.

Fonte: R7
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OPINIÃO: COM INVESTIMENTOS DO GOVERNO FEDERAL, A FIOCRUZ VAI PRODUZIR 6 MILHÕES DE VACINAS POR SEMANA

Produção de 6 milhões de vacinas por semana pela Fiocruz desmente narrativa infame contra Bolsonaro

Fotomontagem ilustrativaFotomontagem ilustrativa

Boa parte da mídia preferiu ignorar a notícia veiculada nos últimos dias, dando conta de que, já a partir desta semana, a Fiocruz irá produzir 6 milhões de doses de vacinas por semana.

Sim, produção brasileira, graças ao investimento e a aposta acertada do Governo Federal.

Essa notícia desmente todas as narrativas criadas contra o presidente Jair Bolsonaro, demonstrando que elesempre teve preocupação com a questão da vacina contra a Covid-19 e trabalhou para que fosse viabilizada.

Assim, além das vacinas já negociadas pelo Governo Federal, teremos ainda no 1º semestre, em torno de 100 milhões de doses produzidas pela Fiocruz e, no geral, mais de 500 milhões de doses até o final do ano, o que garantirá a vacinação de toda a população brasileira.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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EM 11º LUGAR NA TAXA MAIS ALTA DE VACINAÇÃO O RN ESTÁ ENTRE OS ESTADOS QUE MAIS RECEBE VACINAS

RN tem 11ª taxa mais alta de doses de vacinas recebidas no país

 SAÚDE

Técnica de Enfermagem é a primeira pessoa a receber a vacina contra a Covid-19 no RN: 'Chegou a ser um sonho e hoje é esperança' | Rio Grande do Norte | G1

Não procede a narrativa que o RN recebe “menos vacinas” que outros estados. De forma geral, baseado na população total e nas doses recebidas, o RN tem a 11ª taxa de doses recebidas. A média nacional é de 13,82%. O RN recebeu o equivalente a 13,42%, praticamente na média. Segue a lista:

AM 24,97%
RR 20,78%
RS 16,93%
RJ 15,73%
MS 15,12%
AC 15%
MG 14,9%
SP 14,84%
PB 14,43%
BA 13,71%

RN 13,42%

DF 13,35%
PE 13,19%
CE 12,87%
AL 12,27%
SC 12,25%
GO 12,08%
PI 11,98%
ES 11,24%
PR 11,02%
PA 11%
AP 10,8%
TO 10,6%
MT 9,6%
RO 9,4%
SE 9,33%
MA 8,9%

Ressalto que os envios do Ministério da Saúde devem seguir a proporcionalidade dos públicos alvos da campanha. Porém, o levantamento mostra que o RN não está sofrendo boicote. Outra observação pertinente é que para análise de população a ser atingida pela vacinação, os índices acima basicamente devem ser divididos por 2, já que as vacinas são em 2 doses.

Fonte: Blog do BG

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VACINAS RESERVADAS PARA APLICAÇÃO DA 2ª DOSE SÃO LIBERADAS PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA AMPLIAR O NÚMERO DE VACINADOS

Ministério da Saúde libera uso de vacinas reservadas para aplicação da 2ª dose

De acordo com o ministério, a ação deve ampliar o número de vacinados no Brasil e é válida também para os imunizantes entregues neste final de semana

Daniel Fernandes, da CNN, em São Paulo

Atualizado 21 de março de 2021 às 17:08

Profissional prepara vacina contra Covid-19 para aplicação no Rio de JaneiroProfissional prepara vacina contra Covid-19 para aplicação
Foto: Delmiro Júnior/Agência O Dia/Estadão Conteúdo (19.mar.2021)

Ministério da Saúde autorizou neste domingo (21) que estados e municípios usem todo o estoque de vacinas contra a Covid-19 para a primeira dose da imunização. Anteriormente, a orientação era de que 50% dos imunizantes fossem mantidos como estoque de segurança para a segunda etapa da vacinação.

De acordo com o ministério, a ação deve ampliar o número de vacinados no Brasil e é válida também para os imunizantes entregues neste final de semana – um total de 5 milhões de doses do Butantan e da AstraZeneca, produzidas pela Fiocruz.

Em comunicado, a pasta afirmou que a decisão era estudada há cerca de duas semanas, e que “levou em conta a previsão de entregas semanais do Butantan e da Fiocruz, que aceleraram a produção a partir da chegada de matéria-prima (IFA) importada, garantido assim a estabilização das distribuições aos estados por parte do Ministério”.

Imbróglio

No dia 19 de fevereiro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse à Frente Nacional de Prefeitos (FNP) que todas as vacinas disponíveis no país seriam usadas para a primeira etapa da imunização, e que não seria mais necessário reservar metade dos imunizantes para a segunda dose.

Porém, no dia 24 do mesmo mês, como informou o colunista da CNN Leandro Resende, o governo mudou a orientação e pediu aos municípios para fazerem a reserva para a segunda dose.

No documento, o Ministério da Saúde afirmou que a decisão foi tomada porque, à época, não havia “um fluxo de produção regular da vacina”.

Expectativa

De saída do Ministério da Saúde, o general Eduardo Pazuello afirmou neste domingo (21) à CNN que os números de vacinação no Brasil devem “dobrar” nesta semana, após a nova orientação.

“Com a liberação para aplicação de imediato de todo o estoque de vacinas guardadas nas secretarias municipais, vamos conseguir dobrar a aplicação essa semana, imunizando uma grande quantidade da população brasileira, salvando e protegendo mais vidas” disse o ministro à CNN.

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LEI QUE GARANTE COMPRA DE VACINAS EM CARÁTER DE URGÊNCIA É APROVADA PELA CÂMARA DOS VEREADORES DE NATAL

Câmara de Natal aprova em regime de urgência Lei que garante compra de vacinas

18 mar 2021

Vereadores aprovam lei que permite inclusão de Natal em consórcio para compra de vacinas contra Covid-19 | Rio Grande do Norte | G1

Durante a Sessão Ordinária virtual desta quarta-feira (17), os vereadores da Câmara Municipal de Natal se reuniram no plenário Érico Hacktrad para deliberar acerca de dois projetos em regime de urgência, encaminhados pelo Poder Executivo Municipal, que tratam do enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Aprovada, a lei Nº 77/2021, garante a inclusão de Natal no consórcio firmado entre os municípios, com a finalidade de adquirir vacinas para a população. Durante a discussão, foram apresentadas emendas, das quais, duas foram aprovadas, algumas retiradas, e foi rejeitada uma que tratava da proibição de medicamentos ou vacinas sem comprovação científica.

“O projeto da vacina é importantíssimo. Nós estamos autorizando agora que o município possa adquirir também essas vacinas, para que mais pessoas da nossa cidade possam ser imunizadas deste vírus. No atual momento, esse é um dos projetos mais importantes aprovados por esta Casa”, acrescentou o presidente da CMN, vereador Paulinho Freire (PDT).

“Ratificamos a presença de Natal dentro desse consórcio entre municípios, que vai fortalecer o SUS e dessa forma criar mais laços para adquirir as vacinas. Isso é importante, porque dará celeridade”, explicou a líder do Executivo, vereadora Nina Souza (PDT).

O segundo projeto aprovado de autoria do Executivo é o que concede benefício fiscal de redução de base de cálculo sobre o ISS das empresas do transporte coletivo municipal. Nesta matéria, foram apresentadas 17 emendas, sendo que algumas delas foram consensualizadas. Uma das consensuais aprovada foi a de autoria da vereadora Divaneide Basílio (PT), que garante a concessão do benefício apenas com a garantia do retorno de 100% da frota de ônibus na cidade. “É importante que essa casa se posicione e cobre o retorno de toda frota”, disse Divaneide.

Do vereador Tércio Tinôco (PP), foi aprovado dentro de uma emenda, um artigo que cobra das empresas de ônibus a manutenção dos elevadores para deficientes nos veículos de transporte. “Não se trata de um pedido de aumento de despesa, ou aumento no número de plataformas, apenas a manutenção das existentes para que o direito à acessibilidade possa ser respeitado”, explicou durante a discussão na sessão remota, o vereador Tércio.

“Uma tarde muito proveitosa, muitas discussões e a Câmara, com seus vereadores, cumpriu o seu papel aprovando essas duas matérias tão necessárias neste atual momento de pandemia”, finalizou o vereador Paulinho Freire.

Fonte: Política em Foco
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VACINAS PODEM SER IMPORTADAS POR ESTADOS, MUNICÍPIOS E SETOR PRIVADO, SEGUNDO RESOLUÇÃO DA ANVISA

Anvisa oficializa permissão para estados e setor privado importarem vacinas

Diretoria da agência também prorrogou até 30 de abril o prazo para o Instituto Butantan concluir os estudos da Coronavac

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

10 de março de 2021 às 22:30

Profissional de saúde prepara aplicação da vacina contra Covid-19 em São PauloProfissional de saúde prepara aplicação da vacina contra Covid-19 em São PauloFoto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo (27.fev.2021)

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (10) uma resolução que oficializa as regras da nova Lei 14.124/2021, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Entre as mudanças, a Anvisa confirmou que estados, municípios e o setor privado podem importar medicamentos e vacinas contra a Covid-19, mesmo aqueles que não tenham aprovação para uso no Brasil.

Nesse caso, informa a agência, o interessado precisará demonstrar que o medicamento ou vacina tenha sido classificado em seu país de origem como indicado para tratar a doença do novo coronavírus. Também é preciso que os testes de fase 3 tenham sido concluídos ou com resultados provisórios.

A diretoria da Anvisa também oficializou o novo prazo a que vai estar submetida. A agência passa a ter de analisar em até sete dias um pedido de uso emergencial de uma vacina contra a Covid-19 que tenha sido aprovada por uma agência entre uma lista das principais do mundo.

A legislação sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro também institui a permissão para que a União, os estados e os municípios possam assumir a responsabilidade civil por eventuais efeitos colaterais das vacinas. Esta é uma exigência da farmacêutica Pfizer, que negocia a venda do imunizante que desenvolveu com a BioNTech para o Brasil.

Mais prazo para o Butantan

A Anvisa aprovou também a prorrogação do prazo para que o Instituto Butantan conclua os estudos da vacina Coronavac e os apresente para a entidade. A entrega dos estudos faz parte das exigências da Anvisa quando da autorização de uso emergencial da vacina, em janeiro.

O prazo venceu no dia 28 de fevereiro. O Butantan pediu e a Anvisa autorizou que os resultados sejam entregues até o dia 30 de abril. O instituto alegou que alguns dos testes precisam ser repetidos e que houve atraso na importação de insumos necessários ao processo.

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A PREFEITURA DO NATAL VAI FAZER PARTE DO CONSÓRCIO PÚBLICO PARA AQUISIÇÃO DE VACINAS CONTRA COVID-19

Natal adere a consórcio nacional de municípios para compra de vacinas

09 mar 2021

Natal adere a consórcio nacional de municípios para compra de vacinas - Notícias - Saúde - Nominuto.com

A Prefeitura de Natal vai fazer parte do consórcio público para a aquisição de vacinas contra a Covid-19. O prefeito Álvaro Dias encaminhou a adesão da gestão municipal na última quinta-feira (4). Proposto pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), o consórcio será instalado no próximo dia 22, com as prefeituras integrantes do grupo.

Para o prefeito de Natal, a ideia lançada pela FNP é oportuna. “Assim que soubemos da proposta, decidimos inserir Natal nesse esforço liderado pela Frente Nacional de Prefeitos, juntamente com prefeituras de todo o país”, afirma Álvaro Dias. “Buscamos todas as soluções possíveis para ampliar a vacinação da população de Natal, e o consórcio público das prefeituras é uma alternativa muito viável nessa direção”.

Até o início desta semana, mais de 1,7 mil municípios haviam manifestado o interesse de aderir ao consórcio público, segundo a FNP. O presidente da Frente, Jonas Donizete, ressalta que a finalidade do Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras, batizado de Conectar, é atuar de maneira integrada e complementar com o Programa Nacional de Imunização (PNI), coordenado pelo Ministério da Saúde.

“A palavra é colaboração, e não enfrentamento. Ouvimos, inclusive, que o governo federal poderia requisitar as vacinas adquiridas por meio do consórcio. Isso não é problema nenhum, é esse o espírito”, disse o presidente da FNP. “A quantidade que vamos comprar é a que estiver disponível. Se acontecer de o governo requisitar as doses, para nós está de bom tamanho, porque elas vão chegar à população e é isso o que queremos”.

Fonte: Política em Foco
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EM MARÇO O TOTAL DE DOSES DE VACINAS CONTRA COVID-19 NO BRASIL PODE CRESCER DE FORMA EXPONENCIAL

Com maior produção local, Saúde espera 30 milhões de doses de vacina em março

Instituto Butantan e Fiocruz devem entregar neste mês lotes expressivos de doses produzidas no Brasil com insumos importados

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

Atualizado 06 de março de 2021 às 18:39

Com maior produção local, Saúde espera 30 milhões de doses de vacina em março

O total de doses de vacinas contra a Covid-19 disponíveis para o Brasil pode crescer de forma exponencial em março, a se confirmar a expectativa do Ministério da Saúde. De pouco mais de 6 milhões de doses em fevereiro, a projeção é a disponibilização de 30 milhões neste mês de março.

O gatilho para a expansão do quantitativo de imunizantes é a expansão da produção local da Coronavac e da vacina de Oxford, preparadas no Brasil pelo Instituto Butantan e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). É esperada, também, a primeira remessa do consórcio internacional Covax Facility.

O Butantan já produz localmente vacinas contra a Covid-19 desde janeiro, mas o quantitativo deve crescer em cinco vezes entre fevereiro e março. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que a entidade ligada ao Governo de São Paulo entregue 23,3 milhões de doses da Coronavac neste mês.

A Fiocruz é esperada para dar a largada na produção local da vacina de Oxford e da AstraZeneca. Até agora, o Brasil recebeu 4 milhões de doses importadas, produzidas em um laboratório indiano. A expectativa é de 3,8 milhões de doses do imunizante produzidas no país em março.

Por fim, a pasta conta ainda com a primeira remessa do Covax Facility, o consórcio ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS). O Covax deve enviar ao Brasil, segundo o cronograma, 2,9 milhões de doses, também da vacina Oxford/AstraZeneca.

O cronograma divulgado pelo Ministério da Saúde neste sábado (6) não lista a vacina indiana Covaxin. Nas projeções anteriores, o governo federal listava as primeiras 8 milhões de doses do imunizante da farmacêutica Bharat Biotech neste mês.

IFA importado

A produção local de vacinas contra a Covid-19 não depende apenas, no entanto, de insumos presentes aqui no Brasil. Na verdade, todos os registros do cronograma preveem que o Butantan e a Fiocruz trabalhem em “produção nacional com IFA importado”.

O IFA é o ingrediente farmacêutico ativo, a substância que carrega a função esperada para vacinas e medicamentos. A Coronavac é uma vacina cujo IFA é o próprio vírus, no caso o novo coronavírus, só que inativado. A vacina de Oxford é uma vacina feita com um vírus modificado para imitar o causador da Covid-19.

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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO “DILMOU” DIZ O MERCADO, POR JOSÉ NÊUMANNE PINTO

Sábado é dia de ANÁLISE POLÍTICA, aqui no Blog do Saber e hoje temos o irreverente José Nêumanne Pinto com a seguinte pauta: 1 – A elite empresarial paulistana, que ainda não utilizou a própria força para pressionar o chefe do governo a mudar a política negacionista no combate à pandemia, agora diz que ele segue o caminho da ex-presidente petista, por estar interferindo na política de preços da Petrobrás. 2 – O PGR quinta coluna pediu a abertura de inquérito sobre crimes de desacato e infração de medida sanitária pelo deputado federal Daniel O Quê na carceragem da PF no Rio. Mais um sinal de indiferença do chefão da patota golpista. 3. O chefe do Executivo jura que a mãe tomou vacina da AstraZeneca, rejeitada na Europa, e não da Coronavac do Butantan, de que o Ministério da Saúde encomendou mais 30 milhões de doses. Tudo isso e muito mais. Por isso não perca e assista agora!

Fonte:

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SAÚDE: TUDO QUE QUEM JÁ TEVE COVID-19 PRECISA SABER

Anticorpos, vacinas, variantes: o que pessoas que já tiveram Covid devem saber

Jacqueline Howard, Zamira Rahim, Maggie Fox, Jen Christensen, Amanda Sealy e Michael Nedelman, da CNN
05 de fevereiro de 2021 às 10:57 | Atualizado 05 de fevereiro de 2021 às 11:30
Pesquisa, laboratório, ciência, imunidade, covid-19Foto: Trnava University/Unsplash

Você pode ser uma das mais de 9,3 milhões de pessoas no Brasil que contrairam o novo coronavírus desde o início da pandemia, e quando se trata de vacinas contra a Covid-19, novas variantes ou risco de reinfecções, dúvidas podem surgir sobre a doença ainda estudada em todo o mundo.

“Continuamos aprendendo um ano após o início da pandemia”, diz à CNN, a médica Becky Smith, diretora de Prevenção e Controle de Infecções e especialista em doenças infecciosas do Duke University Hospital, dos Estados Unidos.

Por causa de novos aprendizados a cada dia, médicos avaliam que existem descobertas importantes que pessoas já infectadas pela Covid-19 devem saber.

Qual é o risco de reinfecção?

O risco de reinfecção “parece ser muito baixo” e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) afirmam que “o risco de reinfecção é ‘baixo’ nos primeiros 90 dias após a pessoa contrair a Covid-19″, comenta Smith. Embora raras, as chances existem.

“Com base no que sabemos de vírus semelhantes, algumas reinfecções são esperadas”, pontua o CDC dos Estados Unidos, em seu site.

“O risco de reinfecção continua baixo, mas temos que estar vigilantes com o surgimento de novas variantes”, salienta à CNN, Antônio Crespo, diretor médico de doenças infecciosas do Orlando Health Medical Group.

O novo coronavírus, que causa a Covid-19, mudou com o tempo, assim como todos os outros vírus. Através dessas mutações, surgiram outras variantes.

Os cientistas não estão surpresos ao ver o coronavírus mudando e evoluindo, pois é o que os vírus fazem para sobreviverem. Com tanta propagação não controlada pelos Estados Unidos e outras partes do mundo, o vírus tem muitas oportunidades para mutações.

Até agora, três variantes que circulam ao redor do mundo foram identificadas e estão recebendo muita atenção: a variante B.1.1.7, descoberta pela primeira vez no Reino Unido; a B.1.351, identificada pela primeira vez na África do Sul; e a P.1, que surgiu no Brasil.

As variantes do novo coronavírus que circulam globalmente devem se tornar mais dominantes nos Estados Unidos na primavera, espera Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca na semana passada.

A diretora do CDC, Rochelle Walensky, frisa que todos os casos de covid-19 nos Estados Unidos agora deveriam ser tratados como se fossem causados ??por uma das recentes variantes do coronavírus identificadas.

Outra razão pela qual o risco de reinfecção permanece um tanto misterioso é o fato de ainda não estar claro por quanto tempo os anticorpos da covid-19 podem durar no organismo.

Quanto tempo os anticorpos duram?

Anticorpos são proteínas que o corpo produz logo após a infecção. Eles ajudam a combatê-la e auxiliam na proteção contra reinfecções.

“O que sabemos é que, quando alguém é infectado pela Covid-19, a pessoa consegue anticorpos que podem durar”, disse Crespo. “Mas agora a nova ciência que está surgindo é a de que algumas das variantes do coronavírus podem escapar dos anticorpos e ser potencialmente infecciosas para alguém já infectado com uma variante conhecida”, alerta.

Becky Smith disse que em um grande estudo com mais de 12 mil profissionais de saúde nos hospitais da Universidade de Oxford, no Reino Unido, poucos pacientes com anticorpos com covid-19 foram infectados pela segunda vez durante um período de seis meses. Esse estudo, publicado no New England Journal of Medicine em dezembro, sugere que os anticorpos estão associados a “um risco substancialmente menor de reinfecção”.

“Aqueles que desenvolveram reinfecção tinham infecções assintomáticas”, disse Smith, por email. Ela acrescenta que as evidências da experiência do hospital onde trabalha no gerenciamento de profissionais de saúde infectados por covid-19, sugerem que os anticorpos provavelmente protegem contra reinfecção.

“Até o momento, cerca de 0,5% dos profissionais de saúde experimentaram eventos de reinfecção, embora reconheçamos não ter verificado sistematicamente os anticorpos como no estudo de Oxford”, calcula Smith, que não estava envolvida no estudo.

Pessoas infectadas com Covid-19 provavelmente estarão protegidas contra o contágio novamente por pelo menos cinco meses, de acordo com um novo estudo conduzido pela Public Health England.

O estudo – ainda não revisado por pares – descobriu que a infecção anterior foi associada a um risco 83% menor de reinfecção, em comparação com pessoas não infectadas anteriormente.

Por outro lado, os pesquisadores alertaram que a proteção não era absoluta, o que significa que algumas pessoas pegam o vírus novamente e que não está claro quanto tempo dura a imunidade.

Também é possível que aqueles que têm algum grau de imunidade contra o vírus ainda sejam capazes de transportá-lo no nariz ou na garganta e, portanto, transmiti-lo a outras pessoas.

Eu já tive Covid-19. Preciso tomar vacina?

As autoridades de saúde e os médicos incentivam as pessoas já infectadas a serem vacinadas. Dados de ensaios clínicos em estágio final sugerem que as vacinas são seguras e ajudaram a proteger as pessoas com infecções anteriores contra a reinfecção. Isso, independentemente do grau anterior, caso tenha sido leve ou grave.

“Mesmo se alguém já teve covid-19, minha recomendação é ser vacinado assim que a vacina estiver disponível para essa pessoa”, orienta Smith.

“Está muito claro que as duas vacinas disponíveis oferecem um alto nível de proteção, medido nos títulos de anticorpos neutralizantes. Isso pode ser particularmente importante para pessoas que tiveram uma infecção assintomática ou leve”, completa. “Ter um nível mais alto de títulos de anticorpos irá protegê-lo por mais tempo”.

Smith acrescentou que as vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna, autorizadas para uso emergencial nos Estados Unidos, parecem fornecer proteção contra as variantes emergentes do coronavírus que circulam ao redor do mundo.

“Não temos certeza se a imunidade natural protegerá alguém de ser infectado com as novas cepas”, disse Smith.

Uma pessoa que está atualmente doente com Covid-19 deve, no entanto, esperar para receber a vacina depois que os sintomas desaparecerem e puderem sair do isolamento. Não há tempo mínimo recomendado entre a infecção e a vacinação.

Além disso, não há dados de segurança sobre pessoas que receberam terapia com anticorpos ou plasma convalescente para tratar uma infecção por Covid-19. Como a reinfecção parece ser incomum nos 90 dias após a infecção inicial, como precaução, o CDC recomenda que a pessoa espere pelo menos 90 dias.

Não há dados que mostrem que uma vacina protegeria alguém que foi exposto recentemente. Uma pessoa não está totalmente protegida até uma ou duas semanas após receber a segunda dose da vacina.

Eu preciso tomar duas doses da vacina?

As vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna autorizadas para uso emergencial nos Estados Unidos são administradas em duas doses, com 21 e 28 dias de intervalo, respectivamente.

Atualmente, é recomendado que as pessoas sigam esse esquema de vacinação até que mais pesquisas sejam realizadas e as autoridades de saúde recomendem o contrário.

“O conceito de dar apenas uma vacina de reforço para aqueles que tiveram infecção natural foi levantado como uma forma de preservar o fornecimento limitado de vacina e torná-la disponível para aqueles que nunca desenvolveram a infecção”, explica Smith.

Algumas evidências em um artigo pré-impresso, postado no servidor online “medrxiv.org”, na segunda-feira (1º), descobriu que depois de receberem apenas uma injeção da vacina Covid-19, as pessoas previamente infectadas com o vírus tendiam a possuir níveis de anticorpos que eram igual ou superior ao das pessoas que receberam as duas doses, mas nunca foram infectadas anteriormente. O estudo não especifica quais vacinas os participantes receberam.

“Logicamente, as pessoas que tiveram infecção provavelmente começarão com uma linha de base de algum anticorpo neutralizante detectável, então você não está começando do zero como faria para indivíduos que nunca tiveram covid-19”, esclarece Smith.

“No entanto, como a quantidade de anticorpos neutralizantes diminui com o tempo, isso precisa ser cuidadosamente estudado antes de ser lançado”, complementa. “Precisamos de dados para determinar o momento ideal de reforço da infecção natural e se a duração da proteção é equivalente à proteção que você obtém com duas doses da vacina”.

Smith acrescentou que as variantes do coronavírus também parecem ser um risco.

“Também não temos certeza sobre as cepas variantes e como os anticorpos desenvolvidos a partir de uma infecção natural protegem alguém contra uma nova cepa. As vacinas foram testadas e oferecem proteção com base em dados limitados”, disse. “Finalmente, esta abordagem exigiria que os pacientes testassem os anticorpos antes da vacinação e isso pode não estar disponível para todos”.

Eu ainda posso estar sentindo efeitos persistentes do Covid-19?

Muitos dos infectados por Covid-19 podem apresentar sintomas por semanas ou meses.

“Os pacientes podem sentir fadigas severas e persistentes, dores de cabeça, ‘névoa cerebral’, comprometimento ou dificuldade cognitiva leve para pensar ou se concentrar, dores nas articulações, tosse, falta de ar, febres intermitentes, alterações no paladar e no olfato, entre outros sintomas”, avisa Smith. “Esses sintomas persistentes podem durar até 12 semanas e muitos dizem que aumentam e diminuem ou vêm e vão durante esse tempo.”

Se você sofre de sintomas permanentes de covid-19, isso pode depender da gravidade da doença que você tem.

“Algumas pessoas têm sintomas leves e se recuperam rapidamente e não têm grandes problemas. Um dos efeitos colaterais que vimos com frequência é a fadiga crônica”, pontua Crespo.

“Parece que, com pacientes com covid-19, sintomas comuns podem durar vários meses”, acrescentou. “Além disso, se os pacientes tiveram envolvimento pulmonar significativo com pneumonia grave, podem ter dificuldade em se recuperar daquela falta de ar persistente, tosse e cansaço fácil”.

Crespo frisa que, mesmo que a pessoa tenha efeitos prolongados, ainda é importante tomar a vacina contra a covid-19 quando chegar a vez dela.

“Eles deveriam tomar a vacina”, disse. “Não creio que efeitos prolongados tenham um efeito particular na resposta à vacina”.

Fonte: CNN Brasil

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PREFEITO DE NATAL GARANTE NOVO LOTE DE VACINAS PARA NATAL APÓS AUDIÊNCIA COM O MINISTRO PAZUELLO

Em audiência com ministro,  novo lote de vacinas para Natal

04 fev 2021

Resultado de imagem para Em audiência com ministro, prefeito confirma novo lote de vacinas para Natal

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, continua sua agenda em Brasília para pleitear recursos para a capital potiguar. Nesta quarta-feira (3), ele teve uma audiência com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e conseguiu a confirmação do envio de novas doses da vacina para o Rio Grande do Norte. O ministro confirmou que até o final desta semana o Estado receberá 51.800 doses de vacinas do Instituto Butantan, em 259 caixas. A previsão para Natal é de aproximadamente 13 mil doses, considerando que a cidade abriga 25,19% da população do Estado.
“Tratamos de vários assuntos, entre eles a questão das vacinas, que é uma grande preocupação para o povo de Natal e de todo o Rio Grande do Norte. A boa notícia é que até a próxima sexta-feira nós vamos ter disponíveis a nossa parcela de imunizantes para continuar vacinando o público prioritário do plano de imunização”, informou Álvaro Dias, que esteve no MS acompanhado da secretária municipal de Planejamento, Joanna Guerra, do secretário especial da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município de Natal (Arsban), Rossini Fernandes, e do secretário-executivo de Governo, Esdras Alves.
As doses serão distribuídas nos postos de saúde da capital e destinadas a complementar a vacinação do restante dos profissionais de saúde ainda não imunizados e os idosos, de acordo com os protocolos. Em 10 dias, Natal já vacinou 23.962 pessoas com as primeiras doses contra a Covid-19. Até a noite da última segunda-feira (1º), o “Vacinômetro” da Secretaria de Saúde de Natal marcava a aplicação de 23.362 doses. O restante foi aplicado na manhã de terça (2) apenas nas unidades de saúde, com as atividades nos drive thru suspensas. Nesta quarta-feira, o atendimento foi interrompido temporariamente até a chegada do novo lote.
 
Novo Hospital Municipal
Outro tema tratado no encontro com o ministro Eduardo Pazuello diz respeito aos recursos para a construção do novo Hospital Municipal de Natal, um compromisso administrativo assumido pelo prefeito. “Hoje, o hospital mantido pela Prefeitura opera em imóvel alugado. Com o futuro hospital, queremos ampliar e melhorar ainda mais os serviços que já oferecemos à população”, disse Álvaro Dias.
O prefeito conta que o ministro Eduardo Pazuello mostrou muita receptividade ao projeto e elogiou a proposta da Prefeitura de Natal. “Já demos entrada no projeto e acredito que a situação está bem encaminhada, estamos confiantes nesta parceria. Nós vamos conseguir, sim, recursos para Natal e para construir o nosso hospital municipal”, enfatizou o prefeito.
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NO INÍCIO DE FEVEREIRO O BRASIL ESPERA RECEBER DA ÍNDIA UMA SEGUNDA LEVA COM 4 MILHÕES DE DOSES DE VACINA

Brasil espera receber mais 4 milhões de vacinas da Índia no início de fevereiro

Por Pedro Duran, da CNN, no Rio de Janeiro

23 de janeiro de 2021 às 02:22

Brasil espera receber mais 4 milhões de vacinas da Índia no início de fevereiro

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou em pronunciamento ao lado do avião que trouxe as vacinas da Índia, que espera mais uma leva do produto no início de fevereiro. A origem será a mesma, o Instituto Serum, em Mumbai.

A reportagem da CNN apurou com fontes do governo federal que a nova remessa tem mais 4 milhões de doses prontas da vacina de Oxford. A previsão é receber o carregamento nos primeiros 15 dias de fevereiro.

Por estratégia, o governo não quis mais divulgar quantitativos e doses. É que isso foi o fator decisivo para a negociação com a Índia nessa primeira remessa de 2 milhões de doses enroscar.

Interlocutores do governo e da Fiocruz disseram que a grande exposição do translado das vacinas da Índia antes mesmo de o país começar a campanha de vacinação por lá, incomodou as autoridades locais.

O Brasil ainda tenta resolver dificuldades com a China para liberar a vinda de insumos tanto para a vacina do Butantan quanto para a de Oxford.

O próprio ministro Ernesto Araújo disse em entrevista exclusiva à CNN que não há previsão pra isso, mas que se preciso for, ele viaja a Índia ou à China para destravar negociações de liberação da vacina.

Fonte: CNN

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CHEGA AO RIO DE JANEIRO O AVIÃO COM VACINAS DE OXFORD TAZIDAS DA ÍNDIA

Avião com vacinas de Oxford trazidas da Índia chega ao Rio de Janeiro

Daniel Fernandes, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 22 de janeiro de 2021 às 22:27

Avião com vacinas de Oxford chega no Rio de JaneiroAvião com vacinas de Oxford chega no Rio de Janeiro

Foto: CNN (22.jan.2021)

O avião que transporta 2 milhões de doses da vacina de Oxford importadas da Índia para o Brasil aterrizou no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, por volta das 22h desta sexta-feira (22).

Depois de decolar na Índia na noite de quinta-feira (21), o avião chegou ao Brasil nesta sexta às 17h30. A aeronave passou primeiro por São Paulo e às 21h decolou de Guarulhos rumo ao RJ.

Os ministros Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo, o embaixador da Índia e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, vão participar da cerimônia que celebra a chegada dos imunizantes do

Em São Paulo, o carregamento foi recepcionado em São Paulo por três ministros. Eduardo Pazuello, da Saúde; Ernesto Araújo, das Relações Exteriores; e Fábio Faria, das Comunicações. Eles estavam acompanhados do embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy.

aeronave deixou o país asiático por volta das 20h da quinta-feira (21) em direção a Dubai. De lá, o imunizante foi embarcado em um voo comercial da companhia aérea Emirates até o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

distribuição das vacinas aos estados pelo ministério deve acontecer no sábado (23), após as caixas passarem por um processo de rotulagem. Segundo a Fiocruz, que será a responsável pelo procedimento, o processo deve durar de três a quatro horas.

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OPINIÃO: O GRANDE MAL DA HUMANIDA É A IGNORÂNCIA

Ignorância, o grande mal da humanidade

Imagem em destaque

Depois de assistir tantos conflitos devido à pandemia do Coronavírus, dentre os quais, brigas por vacinas, imposição de máscaras, “fica em casa”, não ao tratamento precoce, e outros mais, que possivelmente vão surgir enquanto a “torneira das verbas” estiver aberta, tenho a certeza que o grande mal da humanidade é a ignorância.

Basta parar para observar comentários nas redes sociais ou participar de uma breve conversa com amigos, que logo percebo o quanto as pessoas sofrem, não pela falta de remédios ou mesmo pela pandemia, e sim por desconhecerem a verdade. Uma hora não querem tomar determinado remédio ou vacina, outra hora querem. Como a falta de conhecimento deixa o povo vulnerável à manipulação!

Contudo, não vejo a falta de conhecimento por comodismo, e sim por medo. Medo de adoecer, medo de sofrer, medo da morte. Medo de descobrirem a verdade e perceberem o quanto foram e estão sendo enganados, pelo simples fato de se deixarem adoecer pela ignorância.

Grande parte da população brasileira, quiçá mundial, não sabe o real motivo dessa guerra “invisível”, porém perceptível. Muitos acreditam que é porque o povo quer sair e se divertir. Outros porque pensam que as pessoas são desobedientes às leis, e tem aqueles que só precisam de um motivo para serem do contra.

Somos todos escravos da nossa própria estupidez. Nos tornamos sórdidos com nossos amigos, familiares, colegas de trabalho e até mesmo com os poucos que lutam por nossa liberdade. Não a liberdade das correntes, e sim a liberdade da falta de conhecimento.

Ficamos ouvindo mídias que poluem nossos ouvidos e visões com desinformação em benefício próprio. Acordos entre mídias, políticos e “impérios” arrecadam bilhões para nos manterem desinformados, alienados, escravos de propagandas enganosas, modismo, sofismo, promessas e demagogias.

Quando vamos perceber que nosso pensamento não tem legenda?

Quando vamos perceber que somos donos de nossas ideias e sentimentos?

Quando vamos perceber que basta apertar um botão para desligar qualquer canal de televisão e dar um basta em poluidores de mentes.

Nossa liberdade não precisa de chaves para tirar as algemas. Nossa liberdade precisa de leitura, de sermos curiosos para descobrir o que está por trás das cortinas desse teatro chamado vida.

Podemos nos ajudar a sermos todos livres, independentes. Quem sabe ler, ensine a ler, quem sabe a verdade mostre-a aquele que está próximo, sem imposições, sem lados.

Nem esquerda e nem direita. Sem protecionismo. Precisamos de equilíbrio. Não é o povo que precisa ser expurgado para sermos livres, e sim aqueles que noticiam, que fazem e aplicam as leis.

É hora de nos unir, pensar em nossas famílias, nossas crianças, em nossa vida. Nossa liberdade está em nossas escolhas.

Podemos estabelecer a paz em nossas vidas a partir do momento que temos conhecimento e esclarecimento que, nós, o povo que vota, que escolhe, que trabalha, que mantém um país, somos a raiz da liberdade. Vamos sacudir nosso tronco para que os frutos podres e as folhas mortas caiam e não prejudiquem mais nossa evolução.

Nossa saúde está na coragem de lutarmos pelo que acreditamos.

Tenhamos fé e estabeleçamos uma nova aliança com Ele, que é quem verdadeiramente nos guia.

Para tanto, é necessário eliminarmos o grande mal que nos assola, a ignorância, e só assim estaremos imunes à perversidade da Nova Ordem Mundial.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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SERÁ TRANSMITIDO AO VIVO NESTE DOMINGO PELA ANVISA A VOTAÇÃO SOBRE USO EMERGENCIAL DE VACINAS

Anvisa transmitirá votação sobre uso emergencial de vacinas ao vivo no domingo

Gabriel Hirabahasi, da CNN, em Brasília

Atualizado 13 de janeiro de 2021 às 00:50

Anvisa alertou contra o uso de radiação UV para prevenir Covid-19Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou contra o uso de radiação UV para prevenir Covid-19

reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa, que decide no próximo domingo (17) sobre os pedidos de uso emergencial das vacinas da Fiocruz e do Instituto Butantan contra a Covid-19 será transmitida ao vivo, em horário ainda não definido.

A agência costuma fazer transmissões ao vivo, de reuniões colegiadas, por meio do canal que mantém no YouTube.

A data representa o penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria Anvisa como meta para a análise dos pedidos de uso emergencial das vacinas.

Em nota, a Anvisa disse que, para que os pedidos sejam avaliados, “faz-se necessária a entrega, em tempo hábil para análise, dos documentos faltantes e complementares”.

Segundo painel de andamento da análise das vacinas atualizado pela Anvisa, a Fiocruz ainda precisa complementar 14,4% da documentação.

Já no caaso do Butantan, 33,7% da documentação consta como “pendente de complementação”, enquanto 5,4% consta como “não apresentado”.

A Diretoria Colegiada da Anvisa é formada por cinco diretores. O diretor-presidente é o médico e contra-almirante Antonio Barra Torres, indicado ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro.

O governo federal aguarda o aval da Anvisa para iniciar o Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19.

Na segunda-feira (11), em evento para apresentação do Plano Estratégico de Enfrentamento da Covid-19 no Amazonas, o ministro Eduardo Pazuello afirmou que o Brasil tem capacidade para começar a aplicar a primeira dose da vacina contra a Covid-19 em três a quatro dias após o imunizante receber a autorização para uso emergencial.

“Todos os estados receberão simultaneamente as vacinas, no mesmo dia. A vacinação vai começar no dia D, na hora H, no Brasil”, disse o ministro, na segunda (11).

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TECNOLOGIA: COVID DATA TRACKER É A NOVA FERRAMENTA PARA RASTREAR A DISTRIBUIÇÃO DAS VACINAS CONTRA COVID-19

Uma ferramenta incrível que vai rastrear a distribuição de vacinas contra a Covid-19 é o destaque, aqui da coluna TECNOLOGIA deste sábado. Você vai pode acompanhar em tempo real todo os números referentes a distribuição das vacinas no seu estado ou região através do  COVID Data Tracker dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, que possui um mapa interativo que inclui contagens estado a estado. No final desta postagem você pode acessar a ferramenta através do link.

O rastreador de distribuição de vacinas COVID-19 permite que você veja para onde as doses nos EUA estão indo

Se você gostaria de ver a rapidez com que as vacinações estão progredindo em seu estado, o COVID Data Tracker dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças possui um mapa interativo que inclui contagens estado a estado.

No site, você verá dados do número total de vacinas distribuídas, bem como o número total de pessoas que receberam a primeira dose. Outro painel de dados mostra a distribuição em instalações de cuidados de longo prazo, que são priorizadas nas diretrizes atuais de vacinação dos Estados Unidos.

Na quinta-feira, você pode ver no mapa do CDC que os estados que receberam a maioria das doses per capita até agora são: New Hampshire, Connecticut, DC, Alasca, West Virginia, Kentucky, Tennessee, Oklahoma, Novo México, Colorado, Iowa , Nebraska, Dakota do Sul, Dakota do Norte e Montana.

Ao todo, de acordo com o CDC, mais de 21 milhões de doses foram distribuídas.

Os dados vêm de provedores de saúde e espera-se que os dados no site do CDC sejam atualizados três vezes por semana: às segundas, quartas e sextas-feiras.

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BOAS NOTÍCIAS: MINISTRO EDUARDO PAZUELLO AFIRMA QUE VACINAÇÃO EMERGENCIAL PODE COMEÇAR AINDA EM DEZEMBRO

A pressão é grande de todos os lados e o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse hoje em entrevista à CNN que a vacinação contra Covid-19 no Brasil poderá começar de forma emergencial ainda este mês, com a vacina da Pfiser/BioNTech. No artigo a seguir você vai se atualizar com as vacinas que estão despontando como candidatas a aprovação pela Anvisa.

Vacinação emergencial pode começar ainda este mês no Brasil, diz ministro

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello disse hoje em entrevista à CNN que a vacinação contra Covid-19 no Brasil poderá começar de forma emergencial ainda este mês, com o imunizante desenvolvido pela Pfizer/BioNTech, o mesmo que começou a ser aplicado esta semana no Reino Unido.

“Se a Pfizer conseguir a autorização emergencial e nos adiantar alguma entrega, isso [o início da vacinação] pode acontecer no final de dezembro ou em janeiro”, afirmou.

“Isso em quantidades pequenas, de uso emergencial”, lembrou Pazuello.

Mais adiantada

O ministro fez a afirmação porque a vacina da Pfizer é a que está mais adiantada.

“Estamos fechando o memorando de entendimento com a Pfizer. É a vacina que está mais adiantada, mas mesmo ela ainda não tem registro”, afirmou.

E ele não descartou que isso também aconteça com outras candidatas, como a da AstraZeneca/Oxford ou do Instituto Butantan.

Registro

Para ser usada de forma emergencial, a vacina precisa primeiro conseguir o registro, que dependeria do desenvolvimento e da aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Depois disso a aplicação poderia começar já entre janeiro e fevereiro, disse Pazuello.

O ministro garantiu que, se a Coronavac receber o aval da agência reguladora, ela será usada no plano de imunização.

“A vacina que estiver registrada na Anvisa e garantida sua eficácia e segurança será comprada e distribuída para todos os brasileiros”, afirmou.

O restante

Caso a vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech tenha o uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), será possível conseguir doses suficientes para aplicar o imunizante em 2 milhões de brasileiros, até o final do primeiro trimestre de 2021.

A informação foi dada pelo presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murillo, nesta terça-feira, 9, em audiência na Câmara dos Deputados. “Estamos trabalhando para começar a vacinar quase imediatamente depois de receber uso emergencial da Anvisa“, afirmou.

Apesar de o acordo ainda não estar fechado, o Brasil prevê a importação de 70 milhões de doses dos imunizantes Pfizer/BioNTech ao longo do próximo ano.

Estima-se que as primeiras 8,5 milhões de doses deverão chegar ao país no primeiro semestre, possibilitando a vacinação de aproximadamente 4 milhões de pessoas, uma vez que a imunização completa depende de duas doses.

Plano de vacinação

Na entrevista à CNN, Pazuello falou sobre o plano de vacinação contra a Covid-19 no Brasil, que foi finalizado nesta quarta, 9.

O ministro disse que a vacinação será incluída no Programa Nacional de Imunização e usará a mesma logística já operacionalizada pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

“O SUS trabalha de forma tripartite, com estados e municípios, e cada um já tem sua função dentro desse programa”, disse.

Ele detalhou que o governo federal distribuirá as doses, por via aérea e rodoviária, até os estados.

Então, será responsabilidade estadual distribuir entre as cidades e os municípios que executariam, efetivamente, a vacinação.

E disse que o governo federal vai oferecer o imunizante “garantindo que a vacina chegue e governadores/prefeitos tenham essa segurança. Não é por imposição, é por garantia”, finalizou.

Com informações da CNN e Metrópoles

Fonte: Só Notícia Boa

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CIÊNCIAS 1: MUITAS DÚVIDAS E MÁ INFORMAÇÃO ESTÃO TOMANDO CONTA DA OPINIÃO PÚBLICA SOBRE AS VACINAS

A guerra para desenvolvimento de vacinas contra a covid numa velocidade considerada absurda para desenvolvimento de vacinas pode causar um grave problema na população mundial, já que está se levantando muitas suspeitas em torno da idoneidade dessas vacinas e talvez muita gente de deixe de se vacinar por medo ou por falta de informação. Então, sugiro que leia o artigo completo a seguir para entender o que realmente está acontecendo!

Desinformação pode levar pessoas a rejeitar vacinas contra covid-19

Pesquisa com britânicos e americanos mostra que um número menor de pessoas do que seria preciso para atingir a imunidade de rebanho tomaria uma vacina contra a doença

Do repertório contra a covid-19, a opção vacina é a mais promissora – mas as pessoas precisam estar dispostas a tomá-la. Crédito: Bicanski/Pixnio

Teorias conspiratórias e desinformação alimentam a desconfiança e poderiam deixar a inoculação com vacinas contra covid-19 abaixo dos níveis necessários para proteger comunidades da doença nos Estados Unidos e no Reino Unido, revelou pesquisa divulgada nessa quinta-feira (12).

O estudo, com 8 mil voluntários nos dois países, mostrou que menor número de pessoas “certamente” receberia uma vacina contra a covid-19 do que os 55% da população que cientistas estimam ser preciso para proporcionar a chamada “imunidade de rebanho”.

“Vacinas só funcionam se as pessoas as tomam. A desinformação atua sobre os receios e incertezas existentes a respeito de novas vacinas [contra covid], além das novas plataformas que estão sendo usadas para desenvolvê-las”, disse Heidi Larson, professora da Escola de Higiene e de Medicina Tropical de Londres, que coliderou a pesquisa.

“Isso ameaça minar os níveis de aceitação de vacinas contra covid-19”, acrescentou ela, que também é diretora da iniciativa internacional Vaccine Confidence Project.

O estudo chega no momento em que um dos maiores esforços de criação de vacinas mostrou resultados promissores nesta semana.

Na segunda-feira, a Pfizer informou que sua vacina experimental contra a covid-19 tem eficácia de mais de 90%. Ela se baseia em dados provisórios de testes de estágio avançado. Os dados foram vistos como um passo crucial na luta para conter uma pandemia que já matou mais de 1 milhão de pessoas.

Fonte: Revista Planeta

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SEGUNDO DIRETOR DA ANVISA, A EXPECTATIVA É QUE NA VIRADA DE 2020 PARA 2021 JÁ TENHAMOS UMA VACINA EFICAZ CONTRA CORONAVIRUS

Diretor diz que Anvisa garantirá segurança de vacinas contra Covid-19 no Brasil

Guilherme Venaglia, da CNN em São Paulo

22 de julho de 2020 às 20:52

Diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, em entrevista para a CNN (22Diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, em entrevista para a CNN (22.jul.2020)

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o médico Antônio Barra, afirmou em entrevista exclusiva à CNN que o órgão acredita que uma vacina contra a Covid-19 possa estar disponível no início de 2021.

“Temos uma expectativa, espero que não seja frustrada, que nessa virada de 2020 para 2021 já tenhamos uma resposta vacinal eficaz”, disse Barra.

O diretor da Anvisa afirmou que a agência pretende adotar o processo mais célere possível para registrar uma vacina tão logo algum dos projetos de pesquisa em andamento reúna o suficiente para que esta seja considerada eficaz.

Barra afirma que a Anvisa vai acompanhar as etapas da pesquisa para que esse processo seja acelerado quando chegar a hora. “No momento do registro, não teremos nenhuma documentação ou fato que não tenhamos conhecimento”, afirma.

Antonio Barra avaliou que o projeto da farmacêutica AstraZeneca e da Universidade de Oxford seja o mais avançado, posição também externada mais cedo pelo ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello.

O diretor da agência disse, no entanto, que o acompanhamento próximo também inclui outros projetos, como o da chinesa Sinovac, e que todos terão o mesmo tratamento da Anvisa. O teste da Sinovac é feito no Brasil em parceria com o Instituto Butantan e promovido pelo Governo de São Paulo.

Na entrevista à CNN, o médico afirmou que está comprometido a combater o “negacionismo” e que a Anvisa sustentará que é segura qualquer vacina que seja autorizada pela agência no país. “Confie nas suas instituições”, defendeu Barra.

O diretor-presidente da Anvisa defendeu acreditar que “estamos em uma fase de estabilização” e que apesar de ser preocupante, por ser uma estabilização em patamar alto, a sua expectativa é que seja o ponto de inflexão para que se inicie uma queda.

Fonte: CNN

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PESQUISAS DE VACINA CONTRA COVID-19, SÃO ALVOS DE HACKERS QUE TERIAM LIGAÇÃO COM O GOVERNO RUSSO

O que é o ‘Cozy Bear’, o grupo hacker acusado de espionagem de vacinas

Grupo de hackers que teria ligações com o governo russo é apontado como responsável pela invasão aos e-mails do Partido Democrata dos EUA em 2016

INTERNACIONAL

Fábio Fleury, do R7

 

Pesquisas da vacina contra o coronavírus são alvos de grupo de hackers Pesquisas da vacina contra o coronavírus são alvos de grupo de hackers

Especialistas britânicos denunciaram ao mundo nesta quinta-feira (16) que o grupo de hackers russos conhecido como “Cozy Bear” estaria espionando pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina contra o novo coronavírus nos EUA, Reino Unido e Canadá. O governo da Rússia negou veementemente.

Mas o que é o Cozy Bear? O grupo é um velho conhecido das agências de cibersegurança pelo mundo, cujo nome nos relatórios de inteligência é a sigla APT29 (de “Advanced Persistent Threat”, ou “ameaças avançadas persistentes”, em tradução livre).

APTs são grupos que acessam clandestinamente redes de outros países, normalmente patrocinados por agências governamentais, e se tornam ameaças para a segurança de dados de países ou instituições importantes.

Histórico de invasões

O Cozy Bear foi apontado como responsável por diversas invasões importantes desde que sua atuação foi detectada pela primeira vez por especialistas em cibersegurança, em 2014.

O incidente aconteceu em março daquele ano, quando um instituto de pesquisas sediado em Washington (EUA) detectou um trojan em sua rede, executado a partir de uma animação em flash com desenhos de macacos em um escritório. Por esse motivo, o episódio ficou conhecido como “Office Monkeys”.

Alguns meses depois, agentes do Serviço Geral de Inteligência e Segurança (agência da Holanda equivalente ao FBI) se infiltraram na rede de onde partiu o trojan e descobriu a existência do grupo, além de indícios de que ele estaria subordinado ao serviço de inteligência russo SVR.

Interferência eleitoral

Nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016 o Cozy Bear se tornou conhecido pela invasão dos servidores de e-mail do Comitê Nacional do Partido Democrata. Milhares de mensagens da então candidata Hillary Clinton e outros membros do partido foram vazados para o Wikileaks e divulgados.

Uma investigação da CIA concluiu que o Cozy Bear e outro grupo russo, chamado pelas autoridades de Fancy Bear, invadiram os servidores simultaneamente, num esforço para prejudicar a campanha de Hillary e ajudar o republicano Donald Trump, que acabou sendo eleito.

O grupo também é suspeito de tentar invadir o servidor de e-mails do Pentágono em 2015 e servidores dos governo da Noruega e da Holanda na mesma época em 2017. Após essas descobertas, o Cozy Bear sumiu dos radares dos investigadores, mas a descoberta de novos malwares em 2019 mostrou que eles apenas modernizaram suas ferramentas, tornando-as mais difíceis de localizar.

Roubo de propriedade intelectual

Segundo Bill Conner, presidente da empresa norte-americana de cibersegurança SonicWall, esse tipo de ataque pode ser feito para obter lucro, capital político, destruir arquivos ou roubar propriedade intelectual.

“Este último objetivo nunca foi mais aparente do que agora, em um momento em que a Rússia está na corrida pela vacina contra o coronavírus. Chegar primeiro pode ser uma vantagem significativa”, analisa o especialista.

O fato de muitas empresas e instituições terem precisado recorrer ao trabalho remoto e, com isso, os funcionários usarem redes menos seguras do que as disponíveis nos locais normais de trabalho, facilita o trabalho dos hackers, afirma Conner.

Fonte: R7

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BOAS NOTÍCIAS: AS PESQUISAS PARA UMA VACINA CONTRA O CONAVÍRUS AVANÇAM RAPIDAMENTE

Vacinas contra o coronavírus é o destaque deste domingo na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS. Pesquisadores chineses dizem que já terão uma vacina para o coronavírus em até 40 dias. Em Hong Kong pesquisadores também anunciam que estão desenvolvendo outra vacina e a farmacêutica americana Johnson & Johnson começou a desenvolver mais uma vacina. Leia a reportagem completa a seguir e saiba os detalhes dessas pesquisas.

Pesquisadores chineses criam vacinas contra coronavírus

Cientistas chineses anunciaram que devem começar em menos de 40 dias os testes com a vacina que  desenvolveram contra o novo coronavírus, surgido na cidade de Wuhan.

O projeto envolve o Hospital Oriental de Xangai — parte da Universidade de Tongji — e a empresa de biotecnologia de Xangai, Stemirna Therapeutics, , informou a agência de notícias estatal Xinhua.

O CEO da empresa, Li Hangwen, disse hoje que não serão necessários mais de 40 dias para produzir as amostras de vacina, graças aos avanços tecnológicos do ARN mensageiro, o ácido ribonucleico que contém a informação genética do DNA e está envolvido na síntese de proteínas.

Depois disso, as amostras serão enviadas para testes e fornecidas aos centros médicos “o mais rápido possível”, embora ele não tenha indicado uma data para sua chegada ao mercado.

Outra vacina

No último domingo, Xu Wenbo, cientista do Centro de Prevenção e Controle de Doenças da China, explicou em entrevista coletiva que os pesquisadores estavam trabalhando em um remédio para a doença “depois de isolar com sucesso a primeira cepa do vírus”.

Outros pesquisadores chineses também anunciaram que já criaram uma vacina contra o novo coronavírus.

Yuen Kwok-yung, microbiologista e diretor do Centro de Doenças Infecciosas da Universidade de Hong Kong, disse que ela ainda precisa ser testada em animais, o que pode levar meses, e mais um ano de testes em humanos, antes do lançamento da vacina.

A nova vacina é uma modificação da vacina da gripe que pretende proteger tanto do coronavírus da China, quanto de gripes comuns.

Para Kwok-yung, a vacina que está em desenvolvimento na China atualmente deve ser baseada em uma versão inativa do vírus, que tem sua propriedade contagiosa destruída em laboratório, o que poderia resultar na apresentação de sintomas mais graves do que o normal em pessoas que tomarem a vacina e forem contaminadas com o vírus.

Além da China, pesquisadores dos Estados Unidos também se esforçam para criar uma vacina contra o novo vírus.

A farmacêutica americana Johnson & Johnson começou a desenvolver uma vacina, embora os prazos dados sejam muito menos otimistas do que os da empresa chinesa, já que essa poderia levar até um ano para o produto ficar acessível no mercado.

O vírus

O coronavírus da China é um novo vírus que já matou mais de 100 pessoas, a maioria na província de Hubei, epicentro da propagação.

Já existem  mais de 6 mil casos confirmados em 17 países, incluindo Estados Unidos, Japão e vários da Europa.

Com sintomas parecidos com os da gripe, o vírus é da mesma família que o SARS, que no começo dos anos 2000 causou uma epidemia conhecida como gripe asiática.

Com informações da Exame e R7

Fonte: Só Notícia Boa

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