BOAS NOTÍCIAS: A ONU, ATRAVÉS DA OMS ESTÁ ANTECIPANDO 8 MILHÕES DE DOSES CONTRA COVID-19

BOAS NOTÍCIAS: A ONU, ATRAVÉS DA OMS ESTÁ ANTECIPANDO 8 MILHÕES DE DOSES CONTRA COVID-19
RJ - VACINA/CACIQUE DE RAMOS - GERAL - Segundo dia de Vacinação contra Covid19 na Quadra do Cacique de Ramos na Zona do Rio de janeiro na manhã desta sexta feira (09). Hoje estão sendo vacinados mulheres com 64 anos , homens com 65 anos e quem vai tomar a segunda dose. 09/04/2021 - Foto: ALEXANDRE SILVA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Mais um alento para os brasileiros foi anunciado pela ONU. O consórcio Covax Facility vai liberar na próxima semana 8 milhões de doses de vacinas contra covid-19 para o Brasil. O anúncio da antecipação das doses foi feito pela secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e pelo assistente do diretor-geral da OMS,Bruce Aylward. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes desta boa nova!

ONU anuncia antecipação para o Brasil de 8 milhões de doses contra Covid-19

Dentre essas 8 milhões, na próxima semana, o consórcio irá definir se virão doses da vacina da Pfizer ou da vacina de Oxford para o Brasil

Leandro Resende
Por Leandro Resende, CNN  
16 de abril de 2021 às 19:44 | Atualizado 16 de abril de 2021 às 22:25

A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou nesta sexta-feira (16) a antecipação de 8 milhões de doses de vacinas contra covid-19 para o Brasil através do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A informação foi passada à CNN por Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, após encontro com governadores.

Na próxima semana, o consórcio irá definir se virão doses da vacina da Pfizer ou da vacina de Oxford para o Brasil.  “Foi uma reunião muito produtiva. Serão 4 milhões de doses para abril e mais 4 que a OMS tenta antecipar para o mês de maio. Vacinas são um bem escasso. Mas o consórcio está fazendo uma gestão e direcionando as doses para quem mais precisa.”

O anúncio da antecipação das doses foi feito pela secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e pelo assistente do diretor-geral da OMS,Bruce Aylward. 24 governadores e três vices participaram do encontro virtual. O Brasil recebeu pouco mais de 1 milhão de doses dos 42 milhões contratados junto ao consórcio Covax.

Noleto destacou que, no encontro, os representantes globais da ONU e da OMS destacaram a “grande preocupação do mundo” com o Brasil, que vive recordes de óbitos, mortes e é celeiro da variante P1, uma versão mais contagiosa do mundo. “O momento do Brasil é muito difícil. Foi feito um apelo da comunidade internacional para que o Brasil adote medidas que permitam reduzir essa curva tão alta de casos. Só a vacinação não irá resolver os problemas do país”.

Profissional de saúde prepara dose de vacina contra o coronavírusProfissional de saúde prepara dose de vacina contra o coronavírus Foto: Alexandre Silva/FotoArena/Estadão Conteúdo

A representante da ONU no Brasil também destacou que as Nações Unidas atenderão os apelos dos governadores por uma melhor interlocução com a China para facilitar a exportação do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), que é a matéria-prima usada na produção das vacinas de Oxford, pela Fiocruz, e Coronavac, pelo Butantan.

“A questão com a China está superada, com a chegada do novo chanceler Carlos França. O Brasil está conversando diretamente e a ONU apoia esses esforços de negociação”, afirmou.

Antes do encontro, o Fórum de Governadores encaminhou uma carta para as Nações Unidas cobrando ajuda humanitária para o Brasil, lembrando que o país já auxiliou outros países em situações de extrema gravidade.

A proposta para a agenda com a ONU surgiu na primeira reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia de Covid-19 em março e foi encabeçada pelo governador do Piauí Wellington Dias, coordenador da temática de vacinas no grupo dos chefes dos Executivos estaduais.

Fonte: CNN

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BOAS NOTÍCIAS: O POVO BRASILEIRO AGRADECE! ANVISA CONCEDE REGISTRO DEFINITIVO À VACINA DE OXFORD

O nosso destaque deste sábado, aqui na coluna BOAS NOTÍCIAS é na área da saúde e merece comemoração. A Anvisa concedeu nesta sexta, 12, o registro definitivo da vacina Oxford/AstraZeneca. Com esse status a vacina poderá ser aplicada em qualquer pessoa, não apenas nos grupos prioritários, como ocorre com o registro emergencial. Então, temos que comemorar muitoooo!

Vacina de Oxford recebe registro definitivo da Anvisa

A Anvisa concedeu nesta sexta, 12, o registro definitivo da vacina Oxford/AstraZeneca, com isso ela poderá ser aplicada em qualquer pessoa, não apenas nos grupos prioritários, como ocorre com o registro emergencial.

O imunizante, que já está sendo usado no Brasil para uso emergencial, é a segunda vacina a receber o registro sanitário da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

O pedido de registro definitivo foi feito pela Fiocruz no dia 29 de janeiro. Diferentemente do uso emergencial, essa autorização permite que a vacina seja comercializada e disponibilizada no país.

Segundo a Anvisa, “o registro definitivo é a avaliação completa com dados mais robustos dos estudos de qualidade, eficácia e segurança, bem do plano de mitigação dos riscos e da adoção das medidas de monitoramento”.

“Para a vacina foram concedidos dois registros diferentes: um em nome da AstraZeneca, outro da Fiocruz. As duas empresas podem, assim, adotar estratégias diferentes de distribuição e comercialização do produto”, informou a agência.

A vacina Oxford/AstraZeneca já tinha autorização para uso emergencial, assim como a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan. O primeiro registro definitivo foi dado para a vacina da Pfizer, em 23 de fevereiro, mas ela não tem acordo com o governo ou distribuição no Brasil.

“A vacina [de Oxford] já vinha sendo utilizada pelo uso emergencial no Brasil, mas agora vai ser registrada aqui na agência com uma etapa de fabricação no Brasil. A gente acredita que [a aprovação] representa maior autonomia, maior acesso à vacina”, disse o gerente Geral Medicamentos e Produtos Biológicos, Gustavo Mendes.

Outras vacinas

Mendes também falou sobre as outras vacinas analisadas pela agência:

Johnson: a vacina fez os testes de fase 3 no Brasil. “Em novembro de 2020, a empresa iniciou o processo de submissão contínua. A Anvisa concluiu a certificação de boas práticas de vacinação e agora aguardamos a submissão de um pedido de uso emergencial ou de registro. Agendamos uma reunião no dia 16 de janeiro, para que possamos viabilizar mais essa opção”.

Moderna: a agência ainda não recebeu nenhum pedido de importação, uso emergencial ou registro da vacina. “Não vemos nenhuma barreira sobre essa vacina, já que ela teve autorização no Canadá, EUA e Reino Unido, que são agências que compartilham dos mesmos procedimentos técnicos da Anvisa”.

Sputnik V: A União Química (representante da vacina no Brasil) fez o pedido de uso emergencial em janeiro e a Anvisa devolveu o pedido com algumas considerações. Segundo Mendes, as discussões com a empresa seguem.

Covaxin: Ainda não existe um pedido formal de autorização de uso emergencial. A Anvisa terá uma reunião com a Precisa Medicamentos (representante da vacina no Brasil) no dia 15 de março. “Concluímos a inspeção de certificação de boas práticas na semana passada, mas ainda não temos o resultado”.

Remdesivir

A Anvisa também anunciou nesta sexta, 12, o registro do primeiro medicamento para tratar a Covid-19, o Remdesivir.

O medicamento já está sendo usado de maneira emergencial nos Estados Unidos desde novembro.

Logo após a aprovação americana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que o remdesivir não é recomendado para pacientes hospitalizados com Covid-19, uma vez que o antiviral não evita mortes, nem o agravamento da doença.

A Anvisa diz que, na prática, o remédio não é tratado como um medicamento capaz de curar a enfermidade, mas é visto como importante aliado na ajuda da redução do tempo de internação.

Segundo Gustavo Mendes, gerente-geral Medicamentos e Produtos Biológicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o remédio terá impacto na superlotação dos leitos, já que estudos indicam redução no período de hospitalização.

“O que vimos é que o medicamento auxilia no tempo de hospitalização e do uso de oxigênio suplementar. Significa que ajuda a desonerar os hospitais por ter um tempo médio de internações diminuído. Não estamos falando de cura, mas é um importante auxilio durante a pandemia”, explica.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação do Só Notícia Boa – com informações do G1, CNN e Metrópoles

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: VACINA DE OXFORD É LIBERADA PELA ANVISA E FIOCRUZ QUER VACINAÇÃO AINDA ESTE MÊS

Ano Novo começando e a vacinação também, pois a Anvisa acaba de liberar importação da vacina de Oxford e a Fiocruz já quer iniciar a vacinação ainda neste mês, a partir do dia 20. O primeiro lote de 2 milhões de doses já foi pedido em caráter excepcional. Então leia o artigo completo a seguir e saiba de todos os detalhes!

Anvisa libera importação da vacina de Oxford. Fiocruz quer vacinação este mês

A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, anunciou neste sábado, 2, que liberou a importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina da Oxford/AstraZeneca contra o novo coronavírus pela Fiocruz.

A Fiocruz, Fundação Oswaldo Cruz, vai importar 2 milhões de doses da vacina de Oxford e quer começar vacinação contra Covid-19 ainda este mês.

O pedido para a importação excepcional das doses foi feito em ofício no dia 31 de dezembro de 2020, um dia depois de o Reino Unido autorizar o uso emergencial da vacina de Oxford/AstraZeneca contra o novo coronavírus.

A importação é considerada excepcional porque o uso do medicamento ainda não foi autorizado formalmente pela agência, mas será trazido ao país para que a vacinação possa ser iniciada imediatamente após o uso ser liberado, possivelmente ainda neste mês. A Fiocruz disse que fará o pedido de utilização até o próximo dia 6.

“De acordo com o pedido da Fiocruz, a importação excepcional é uma preparação para antecipar a disponibilização de vacinas a partir do momento em que o seu produto estiver aprovado pela Anvisa”, diz o comunicado da agência.

Como se trata de uma autorização emergencial, a Anvisa estabeleceu algumas regras. A mais importante é que todas as doses serão armazenadas pela Fiocruz, que tem parceria com a Oxford e a AstraZeneca, até que o uso seja liberado.

Estratégia

A estratégia é trazer algumas doses totalmente preparadas no exterior.

O laboratório disse à Anvisa que busca formas de antecipar a entrega do produto finalizado, “considerando o grave quadro sanitário” e a “aceleração dos números de mortes associadas à Covid-19”.

Nos ofícios enviados à Anvisa, a Fiocruz não informa quantas pessoas pretende imunizar a partir dos dois milhões de doses, nem a data prevista para o início da campanha.

A vacinação

O Ministério da Saúde afirma que, no melhor cenário, a vacinação começa em 20 de janeiro no País.

A ideia é distribuir 210,4 milhões de doses em 2021, que serviriam para imunizar mais de 105 milhões de pessoas.

Cerca de R$ 2 bilhões foram investidos para a compra de doses e transferência de tecnologia para a Fiocruz.

No plano nacional de imunização, o governo prevê aplicar doses desta vacina em cerca de 50 milhões de brasileiros de grupos prioritários ainda no primeiro semestre.

A aplicação da vacina de Oxford é feita em duas doses completas, com intervalo de um a três meses.

Com informações do R7, Estadão/Jovem Pan

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: FINALMENTE VACINA DE OXFORD É APROVADA NO REINO UNIDO

O destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta quinta-feira é a aprovação da vacina de Oxford/Astrazeneca, contra a Covid-19, pelo Reino Unido. Esta é justamente a vacina que o governo brasileiro mais apostou. A vacina recebeu a certificação de boas práticas de fabricação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 23 de dezembro. Estamos quase lá!

Vacina Oxford AstraZeneca é aprovada no Reino Unido: Covid

Finamente a tão esperada notícia boa sobre a vacina de Oxford. O Reino Unido acaba de aprovar o uso do imunizante contra Covid-19 desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca.

“O governo aceitou hoje a recomendação da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) para autorizar o uso da vacina da Universidade de Oxford com a AstraZeneca”, disse o Ministério da Saúde britânico.

A aprovação ocorre no momento em que a região enfrenta uma grande onda de Covid-19, causada por uma nova variante do vírus, que é mais contagiosa.

Brasil

A notícia pode facilitar a aprovação aqui no Brasil, já que é justamente a vacina que o governo brasileiro mais apostou.

Em entrevista à CNN, o vice-presidente de produção da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Marco Krieger, disse que o cronograma está seguindo o planejamento inicial da fundação, que é de fazer o registro em janeiro de 2021.

A vacina da AstraZeneca recebeu a certificação de boas práticas de fabricação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 23 de dezembro.

Com o certificado, o imunizante tem uma chancela maior do órgão para pedidos de uso emergencial.

Eficácia

No começo de dezembro, a Universidade de Oxford publicou o primeiro resultado revisado do terceiro e último teste clínico da sua vacina.

Na época, a eficácia média ficou em 70,4% em pessoas com idade entre 18 e 55 anos. Mas no último domingo, 27, depois de refazer testes por divergência nos resultados, a AstraZeneca anunciou ter encontrado “uma fórmula vencedora” para fazer com que sua vacina contra Covid-19 – feita em parceria com a Universidade de Oxford – tenha uma eficácia semelhante à da Pfizer/BioNTech, de 95%, e da Moderna, 94%.

A afirmação foi dada por Pascal Soriot, diretor executivo do laboratório farmacêutico AstraZeneca:

“Acreditamos ter encontrado a ‘fórmula vencedora’ para atingir uma eficácia que, após duas doses, é tão elevada quanto todas as outras”, explicou Soriot ao jornal Sunday Times.

Com informações da CNN e SundayTimes

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS : IDOSOS E JOVENS TÊM RESULTADOS POSITIVOS COM VACINA DE OXFORD

Os primeiros testes revelam que a vacina de Oxford apresentou resultado positivo em idosos e jovens. As respostas imunológicas da vacina foram similares entre adultos mais velhos e mais jovens, segundo informou a farmacêutica AstraZeneca. Uma bela notícia que você precisa ler para saber de todos os detalhes.

Vacina de Oxford dá resultados positivos em jovens e idosos

Por redação
Vacina Oxford/AstraZeneca - Foto: REUTERS/Dado RuvicVacina Oxford/AstraZeneca – Foto: REUTERS/Dado Ruvic

Notícia boa sobre a vacina de Oxford contra Covid-19, que está sendo testada no Brasil: testes revelam que ela apresentou resultado positivo em idosos e jovens.

A farmacêutica AstraZeneca informou que as respostas imunológicas da vacina foram similares entre adultos mais velhos e mais jovens. E disse também que as reações adversas foram menores em adultos idosos, que são mais sensíveis à Covid-19, doença provocada pelo coronavírus.

A notícia foi divulgada pela agência de notícias Reuters. Na reportagem, um porta-voz da AstraZeneca disse que os resultados obtidos foram animadores e que “ajudam a construir a evidência para a segurança e imunogenicidade da AZD1222”.

Já o jornal Financial Times informou a vacina de Oxford deverá ser uma das primeiras aprovadas.

O medicamento provocou a produção de anticorpos e células T em idosos.

Brasil

Brasil participa do estudo global da vacina desenvolvida pela Oxford com 5 mil voluntários.

No último dia 15, um brasileiro que integrava os estudos morreu em decorrência de complicações causadas pela doença, mas a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, informou que os testes não serão interrompidos, apesar da morte do voluntário João Pedro Feitosa, de 28 anos.

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou, no início deste mês, em entrevista à CNN Brasil, que 30 milhões de doses da vacina estarão disponíveis no país a partir de janeiro.

Fonte: sonoticiaboa.com.br

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BOAS NOTÍCIAS: AGORA É OFICIAL. O BRASIL VAI PRODUZIR 100 MILHÕES DE DOSES DA VACINA DE OXFORD

texto

Fiocruz vai produzir 100 milhões de doses da vacina de Oxford: Covid

Agora é oficial. O Brasil vai produzir 100 milhões de doses da vacina de Oxford, que se mostrou segura e induziu resposta imune, como divulgou a revista científica The Lancet.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Ministério da Saúde, e a farmacêutica britânica AstraZeneca assinaram um “memorando de entendimento” nesta sexta, 31, informou a Agência Brasil.

De acordo com o Ministério da Saúde, o documento define os parâmetros econômicos e tecnológicos para a produção da vacina da Covid-19 e, de acordo com o ministério, garante a incorporação da tecnologia em Bio-Manguinhos, da Fiocruz, para que o Brasil tenha condições de produzir a vacina de forma independente.

A Fiocruz recebeu informações técnicas fornecidas pela Astra Zeneca necessárias para a definição dos principais equipamentos para o início da produção industrial.

A instituição brasileira também colocará à disposição sua capacidade técnica para a aceleração do escalonamento industrial da vacina junto a outros parceiros.

De acordo com o Ministério da Saúde, ao mesmo tempo, a Fiocruz constituiu um comitê de acompanhamento técnico-científico das iniciativas associadas às vacinas para a covid-19, com a participação de especialistas da Fiocruz e de instituições como as universidades de São Paulo (USP) e as federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e de Goiás (UFG).

A vacina

O medicamento já está em fase de testes clínicos no Brasil e em outros países.

A assinatura do acordo final de encomenda tecnológica está prevista para a segunda semana de agosto e deve garantir o acesso a 30 milhões de doses da vacina entre dezembro e janeiro de 2021 e 70 milhões ao longo dos dois primeiros trimestres do próximo ano.

Investimento

O Ministério da Saúde informou que prevê um repasse de R$ 522,1 milhões na estrutura de Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos, para ampliar a capacidade nacional de produção de vacinas.

Outros R$ 1,3 bilhão são despesas referentes a pagamentos previstos no contrato de encomenda tecnológica.

Os valores contemplam a finalização da vacina.

Distribuição

A vacina produzida por Bio-Manguinhos será pelo SUS, Sistema Único de Saúde.

O acordo com a AstraZeneca permitirá, além da incorporação tecnológica desta vacina, o domínio de uma plataforma para desenvolvimento de vacinas para prevenção de outras enfermidades, como a malária.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Só Notícia Boa

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MINISTÉRIO DA SAÚDE ESPERA QUE ATÉ DEZEMBRO DESTE ANO O PRIMEIRO LOTE DA VACINA DE OXFORD SEJA APLICADO NA POPULAÇÃO BRASILEIRA

15 milhões de brasileiros podem virar o ano vacinados, diz Ministério da Saúde

Da CNN

 Atualizado 28 de julho de 2020 às 18:16

Com os avanços nas pesquisas da vacina contra a Covid-19, o Ministério da Saúde espera que até dezembro deste ano os medicamentos sejam aprovados para que o primeiro lote da vacina de Oxford seja aplicado na população. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, explica que o Brasil deve receber um primeiro lote de vacinas – total de 15,2 milhões de doses – em dezembro e que, caso os testes e estudos sobre a eficácia do medicamento sejam aprovados até lá, o processo de vacinação poderá se iniciar.

“Fechamos acordo para o envio de 100 milhões de doses da vacina em três lotes. O número se baseia na campanha de vacinação contra a influenza no Brasil. O primeiro lote deve chegar na primeira quinzena de dezembro, com 15,2 milhões de doses, e o segundo terá o mesmo número de aplicações e chega entre dezembro em janeiro. O terceiro lote, de 70 milhões de doses chega entre março e abril. Se todos os estudos derem certo, nós iremos iniciar a campanha de vacinação em dezembro.”

Questionado pela CNN se 15 milhões de brasileiros poderiam passar a virada do ano já vacinados, Medeiros respondeu: “A gente espera que sim, esse é o nosso sonho. Estamos trabalhando arduamente para isso.”

Medeiros explica que os primeiros grupos a receberem a vacina serão os idosos, aqueles com comorbidades e os profissionais da saúde da linha de frente. Segundo ele, o Ministério da Saúde já está mobilizando suas equipes para montar uma estratégia de aplicação das vacinas para “não criar pânico nem tumulto” na população para que seja um processo seguro.

“A Secretaria de Vigilância em Saúde cuidada do sistema nacional de imunização. Nossa capacidade de aplicar vacinas é de longa data, somos eficientes para aplicar no país inteiro de forma rápida.”

O secretário também destaca o acordo feito entre o governo brasileiro e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a Universidade de Oxford e a AstraZeneca – laboratório responsável pelo desenvolvimento da vacina – que garante ao Brasil a transferência da tecnologia do medicamento, que poderá ser produzido no laboratório de Bio Manguinhos, da Fiocruz.

“Nessa encomenda com a Oxford e a AstraZeneca, o governo brasileiro assumiu compromisso de transferência de tecnologia para termos autonomia de produção da vacina, que será produzida no laboratório de Biomanguinhos.”

Fonte: CNN

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BOAS NOTÍCIAS: SAI RESULTADO DA VACINA DE OXFORD, SEGURA E INDUZ RESPOSTA IMUNE

Vamos começar esta terça-feira com uma ótima notícia aqui no BOAS NOTÍCIAS. Finalmente saiu o resultado tão esperado sobre a vacina de Oxford. Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, confirmaram que a vacina é segura e induziu resposta imune. Leia o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes!

Vacina de Oxford é segura e induz resposta imune: saiu resultado

Saiu a notícia boa tão esperada! Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, confirmaram que vacina contra Covid-19 que está em testes é segura e induziu resposta imune, como eles esperavam.

O anúncio dos resultados preliminares dos testes foi feito nesta segunda-feira, 20, pela revista médica The Lancet.

Os resultados se referem às duas primeiras fases de testes da imunização, já que a terceira fase continua sendo aplicada no Brasil e outros países.

De acordo com os cientistas, o efeito do imunizante deve ser reforçado após uma segunda dose da vacina.

Os resultados

A resposta imune foi medida em laboratório.

As fases 1 e 2 dos testes foram conduzidas simultaneamente no Reino Unido com 1.077 voluntários.

Os ensaios mostraram que a vacina,  à empresa AstraZeneca foi capaz de induzir a resposta imune tanto por anticorpos como por células T até 56 dias depois da administração da dose.

Foi vista uma resposta por células T (células do sistema imune capazes de identificar e destruir outras células infectadas) 14 dias após a dose.

Já os anticorpos, capazes de destruir o próprio vírus, foram identificados 28 dias após a administração da vacina.

Mas o trabalho não para. Os cientistas disseram que agora são necessários mais testes para confirmar se a vacina protege efetivamente contra infecções.

A vacina britânica poderá ter o registro liberado em junho de 2021, de acordo com Soraia Smaili, reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

No Brasil

Ao todo, 50 mil pessoas participam dos testes em todo o mundo, 10% delas no Brasil: 2 mil em São Paulo, 2 mil na Bahia e outras 1 mil no Rio de Janeiro.

Em São Paulo, o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Unifesp coordena a aplicação da vacina, que começou em junho com voluntários da área da saúde.

“Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho”, afirma Soraia Smaili, reitora da Unifesp.

Mais adiantada

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a vacina de Oxford como a mais adiantada no mundo e, também, a mais avançada em termos de desenvolvimento.

Um dos centros que testa essa vacina é coordenado por uma brasileira, a cientista Daniela Ferreira, doutora pelo Instituto Butantan.

Com informações do G1 e R7

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: BRASIL LARGA NA FRENTE E PODERÁ TER VACINA DE OXFORD AINDA EM DEZEMBRO

O engajamento de profissionais brasileiro à vacina, conhecida como vacina de Oxford, está trazendo bons frutos para o nosso país. Dentre eles a prioridade de testagem e em sendo aprovada também será um dos primeiros países a receber a distribuição. Veja o artigo completo a seguir e saiba dos detalhes!

Brasil fecha acordo e poderá ter vacina de Oxford em dezembro: Covid

Foto: CDC/Unsplash

O Brasil fechou acordo para desenvolver e produzir aqui a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, do Reino Unido, e a farmacêutica AstraZeneca.

O anúncio da parceria, feito neste sábado, 27, pelo Ministério da Saúde, prevê fabricação de 100 milhões de doses em três lotes, se a eficácia de imunização da vacina for comprovada nos testes que ainda estão sendo feitos.

Desse total, 15 milhões de doses serão distribuídas no Brasil em dezembro deste ano e mais 15 milhões em janeiro do ano que vem.

Depois dessas primeiras duas entregas, mais 70 milhões de doses poderão ser produzidas,  para distribuição pelo SUS, Sistema Único de Saúde.

“Nessa fase inicial, de risco assumido, serão 30,4 milhões de doses da vacina, no valor total de U$ 127 milhões, incluídos os custos de transferência da tecnologia e do processo produtivo da Fiocruz, estimados em U$ 30 milhões. Os dois lotes a serem disponibilizados à Fiocruz, de 15,2 milhões de doses cada, deverão ser entregues em dezembro de 2020 e janeiro de 2021”, diz comunicado do Ministério da Saúde.

Prioridades

A prioridade na distribuição das primeiras vacinas será para pessoas do grupo de risco – como idosos e pessoas com comorbidades – profissionais de saúde e trabalhadores da segurança pública.

No Brasil, a tecnologia será desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz – que será preparada para fabricar a imunização distribuída no país com a tecnologia estrangeira.

Em entrevista coletiva em Brasília, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, justificou que é preciso assumir o risco, mesmo sem a comprovação da eficácia do medicamento.

“O risco é necessário devido à urgência de busca de solução efetiva para as demandas de saúde pública. Consideramos um avanço para a tecnologia nacional e uma amostra do esforço do governo de encontrar soluções para a população brasileira.”

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros, lembrou que a vacina só será distribuída para a população se for comprovado que ela funciona e que é segura.

“A vacina já está na fase 3, em fase clínica. O Brasil é representante do conjunto de nações que estão testando a vacina. A gente tem uma oportunidade de produzirmos e avançarmos com a oferta desta parceria e encomenda tecnológica. É óbvio que toda e qualquer entrega à população será feita com respeito aos critérios farmacológicos e clínicos e da segurança à população”, declarou.

As etapas

O acordo tem duas etapas.

A primeira, consiste na encomenda de frascos da imunização e também que o país assuma os custos de parte da pesquisa. O Brasil se compromete a pagar pela tecnologia, ainda que não tenham se encerrado os estudos clínicos finais.

Na segunda fase, caso a vacina se mostre eficaz e segura, será ampliada a compra.

O Ministério da Saúde estima a compra de mais 70 milhões de doses, no valor estimado de US$ 2,30 (cerca de R$12,60) por dose, se a vacina for aprovada e licenciada.

“Nesse primeiro momento, o IFA (ingrediente farmacêutico ativo) vem pronto (do exterior)… Ele vai ser processado e distribuído para a população brasileira”, explicou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Hélio Angotti Neto.

Mais adiantada

Na sexta-feira (26), a cientista Soumya Swaminathan, da Organização Mundial da Saúde, disse que a vacina testada no Brasil contra a Covid-19 – feita pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca – é a mais adiantada no mundo e a mais avançada em termos de desenvolvimento.

Aqui no país, os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 foram anunciados no início do mês e vão contar, de acordo com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com 2 mil voluntários em São Paulo e com 1 mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

Com informações da Agência Brasil G1

Fonte: Só Notícia Boa

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SAÚDE: PROFISSIONAIS DE SAÚDE COMEÇARAM NESTA SEXTA-FEIRA A TESTAR VACINA CRIADA POR OXFORD

Na nossa coluna SAÚDE desta quarta-feira temos uma notícia muito boa. Processo de testagem, em parceria com Universidade de Oxford e Unifesp, teve início neste final de semana em São Paulo, com o apoio financeiro da Fundação Lemann no custeio da infraestrutura médica e equipamentos necessários. Leia o artigo completo a seguir e saiba de todos os detalhes!

Covid: SP inicia teste de vacina criada por Oxford

Ana Luiza Menezes – 23/06/2020 01h00 | atualizado em 23/06/2020 01h03

Profissionais de saúde de SP começaram a testar vacina anti-Covid desenvolvida por Oxford Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (22), a Fundação Lemann e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) confirmaram o início dos testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19, em São Paulo. A vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

De acordo com o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Unifesp, que coordena a aplicação da vacina em São Paulo, os testes começaram na última sexta-feira (19) e continuaram nesta segunda. A vacina é uma das 13 em todo o mundo, que já estão em fase de testes em humanos.

Pelo menos 2 mil profissionais de saúde vão testar a vacina em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Em São Paulo, os testes contaram com a viabilização financeira da Fundação Lemann no custeio da infraestrutura médica e equipamentos necessários.

– Há um caminho importante a ser percorrido agora pelos especialistas antes de podermos celebrar bons resultados. O que virá depois, ainda não sabemos. Enquanto isso, o foco da Fundação Lemann está em acompanhar a iniciativa. Há muitas pessoas e organizações trabalhando colaborativamente para o sucesso e, junto delas, esperamos dar nossa contribuição para que a pandemia seja superada – destacou a fundação por meio de uma nota:

Fundação Lemann mantém apoio focado em testes da vacina

No último final de semana (20 e 21 de junho), a Fundação Lemann teve a oportunidade de celebrar, com os parceiros envolvidos e especialistas responsáveis, o início dos testes em São Paulo para a vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford. Em São Paulo, onde a iniciativa contou com o financiamento da Fundação Lemann, os estudos clínicos estão sob responsabilidade do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na liderança da Dra. Lily Yin Weckx e com o apoio da Dra. Sue Ann Costa Clemens, responsável pela articulação que colocou o Brasil como o primeiro a integrar a fase de testes para além do Reino Unido.

Há um caminho importante a ser percorrido agora pelos especialistas antes de podermos celebrar bons resultados. O que virá depois, ainda não sabemos. Enquanto isso, o foco da Fundação Lemann está em acompanhar a iniciativa. Há muitas pessoas e organizações trabalhando colaborativamente para o sucesso e, junto delas, esperamos dar nossa contribuição para que a pandemia seja superada, com foco e atenção ao Brasil e sua gente, nosso maior compromisso.

Atenciosamente,
Denis Mizne e equipe Fundação Lemann

Fontes: Pleno News e Fundação Lemann

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BOAS NOTÍCIAS: A FARMACÊUTICA ASTRAZENECA COMEÇOU A FABRICAR A VACINA DE OXFORD

Vamos começar a semana com uma notícia e tanto na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS. A farmacêutica AstraZeneca anuciou que começou a produzir em massa a vacina AZD1222, mais conhecida como Vacina de Oxford em fábricas na Índia , Oxford, Suíça e Noruega. O plano é distribuir centenas de milhões de doses até setembro. Leia a matéria completa a seguir e conheça todos os detalhes!

Laboratório começa a fabricar vacina de Oxford: covid

A farmacêutica AstraZeneca começou a produzir em massa a vacina AZD1222, desenvolvida pela Universidade de Oxford, em fábricas na Índia , Oxford, Suíça e Noruega.

A ideia é distribuir centenas de milhões de doses até setembro, logo após saírem os resultados dos testes humanos em agosto.

A confirmação foi dada por Pascal Soriot, executivo-chefe da AstraZeneca, em entrevista ao programa Today da BBC Radio 4:

“Estamos começando a fabricar esta vacina agora. Temos que ter prontas para serem usadas quando saírem os resultados.”

É claro que, com esta decisão, existe um risco, mas é um risco financeiro e esse risco financeiro é de que a vacina possa não funcionar.”

Ele ainda disse que AstraZeneca não deverá lucrar com o fornecimento da vacina.

“Sentimos que há momentos na vida em que as empresas precisam acelerar e contribuir para resolver um grande problema como esse, então decidimos fazê-lo sem lucro”, revela o CEO.

Acordo

A empresa com sede em Cambridge, Inglaterra, espera ter distribuído centenas de milhões de doses da vacina este ano e pelo menos 2 bilhões até meados de 2021.

A empresa assinou acordos para produzir doses de 400 milhões para os EUA e 100 milhões para o Reino Unido, se for bem-sucedida em testes em humanos.

A Grã-Bretanha concordou em pagar as doses “o mais cedo possível” – esperando que um terço delas esteja pronto para setembro, comprovada a eficácia.

Fase 4

Após uma fase inicial de teste em 160 voluntários saudáveis ​​entre 18 e 55 anos, o estudo do AZD1222 passou para as fases dois e três.

Isso envolverá o aumento dos testes para até 10.260 pessoas e a ampliação da faixa etária dos voluntários para incluir crianças e idosos.

Estimativas sugerem que o mundo precisará de cerca de 4,5 bilhões de doses de vacina para acabar com a pandemia.

O vírus é tão difícil de rastrear e se espalha tão facilmente que os especialistas acreditam que ele continuará se espalhando pela população humana indefinidamente, se uma vacina não puder ser encontrada.

A AstraZeneca anunciou um acordo na semana passada com a Oxford BioMedica para fabricar a vacina Covid em seu centro de fabricação em Oxford.

A AstraZeneca terá acesso à fábrica de 84.000 mil metros quadrados e produzirá a maior parte do suprimento clínico e comercial da vacina este ano.

Soriot também anunciou um acordo de licenciamento com o Serum Institute of India para fornecer 1 bilhão de doses da vacina a países de baixa e média renda até 2021.

Brasil vai começar a testar a vacina e é um dos fortes candidatos a ter prioridade para usar as doses, assim que a imunização for aprovada.

Com informações do Daily Mail

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: O FATO DE FAZER PARTE DA PESQUISA COLOCA O BRASIL NA PRIORIDADE PARA USAR VACINA DE OXFORD

Brasil poderá ter prioridade para usar vacina de Oxford: covid

O fato de ser o primeiro país a testar a vacina de Oxford contra a covid-19, pode fazer o Brasil ter prioridade para usar as doses, assim que a imunização for aprovada.

A participação do nosso país – o primeiro fora do Reino Unido a fazer parte das pesquisas da vacina – coloca o Brasil como “grande candidato” a usá-la, disse Soraya Smaili, reitora da Unifesp, Universidade Federal de São Paulo, à Agência Brasil.

A Unifesp vai participar da terceira fase de pesquisas da vacina inglesa nas próximas semanas. Os testes serão feitos em mil voluntários que vivem em São Paulo e atuam em atividades com exposição ao vírus.

“Existem algumas conversas nesse sentido [para o país poder ter prioridade no uso da vacina]. Nós estamos trabalhando para que sim. O fato de estarmos integrando e sermos o primeiro país fora do Reino Unido e também o primeiro laboratório no Brasil a realizar esses estudos – semelhantes a esses não há nenhum outro no Brasil – torna o país um grande candidato”, afirmou.

A produção

De acordo com a reitora da Unifesp, com acesso à “receita” da vacina, o Brasil terá capacidade de reproduzi-la em grande escala, a partir de laboratórios nacionais.

“Tendo acesso à vacina, nós temos capacidade de produção em larga escala, por meio dos nossos laboratórios nacionais de fato, como o Instituto Butantan, e os laboratórios da Fiocruz, entre outros”, afirmou.

Por que Unifesp?

Soraya explicou porque a Unifesp foi uma das escolhidas para testar a vacina no Brasil.

Inicialmente é por conta da liderança da doutora Lily Yin Weckx, que é a coordenadora do estudo no Brasil e é coordenadora do laboratório do Centro de Referência em Imunização da Unifesp. Esse centro tem conexões com diversos outros pesquisadores do Reino Unido e da Europa. E também por conta da doutora Sue Ann Costa Clemens, chefe do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena, e também pesquisadora do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais da Unifesp. Por causa da experiência que elas têm na área e dos estudos que já realizaram anteriormente, com reputação muito boa internacional, o nosso laboratório aqui da Unifesp foi indicado para executar essa fase do teste da vacina”, disse.

Prazos

Os testes ainda não começaram. Isso deve acontecer por volta da terceira semana de junho.

“Essa fase será a fase de recrutamento. Em seguida, os testes desses voluntários selecionados. Depois, a aplicação da vacina, e o seguimento por alguns meses, até doze meses, para que os resultados possam ser conclusivos. Eu disse até 12 meses, porque a perspectiva é que este período pode ser de doze meses ou talvez um pouco menos”.

A vacina de Oxford, feita no laboratório da universidade do Reino Unido, é a que está em processo mais adiantado no mundo.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: O BRASIL VAI PARTICIPAR DOS TESTES MUNDIAIS DA VACINA DE OXFORD CONTRA A COVID-19

Depois da BOA NOTÍCIA sobre a brasileira que está à frente da testagem da vacina de Oxford contra covid-19, no dia seguinte temos uma outra BOA NOTÍCIA com a autorização da Anvisa para testar essa vacina no Brasil. Veja a reportagem completa a seguir e saiba de todos os detalhes.

Anvisa autoriza: Brasil vai testar vacina de Oxford contra covid

Vacina de Oxford - Foto: Dado Ruvic/ReutersVacina de Oxford – Foto: Dado Ruvic/Reuters

O Brasil vai participar dos testes mundiais da vacina de Oxford contra a covid-19. A autorização foi dada pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – e saiu em edição extra do Diário Oficial da União desta terça, 2.

O imunizante, que começou a ser testado esta semana em humanos na Inglaterra, será aplicado em 2 mil voluntários brasileiros que não entraram em contato com o novo coronavírus. No total, 10 mil pessoas no mundo inteiro vão participar dos testes.

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, os testes serão iniciados ainda neste mês.

As doses serão administradas em voluntários de São Paulo e do Rio de Janeiro, os dois estados que concentram o maior número de infectados.

No estado paulista, o CRIE – Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais – da Unifesp  – Universidade Federal de São Paulo – será o responsável por conduzir os estudos clínicos, que contam com o apoio financeiro da Fundação Lemann.

Segurança

Em nota oficial, a Anvisa falou sobre a segurança da vacina a ser testada:

“Os estudos iniciais não clínicos em animais e os estudos clínicos de fase 1 em humanos, para avaliar a segurança da vacina, foram realizados na Inglaterra e os resultados demonstraram que o seu perfil de segurança foi aceitável”, explicou a Anvisa em nota oficial.

O imunizante é considerado o mais avançado e um dos mais promissores, entre os mais de 70 que estão em desenvolvimento no mundo.

À frente da testagem na Escola de Medicina Tropical de Liverpool, está a imunologista brasileira Daniela Ferreira, de 37 anos, que o SóNotíciaBoa mostrou ontem.

Daniela explicou que a aposta nela é tão grande que, mesmo antes de aprovação, a vacina de Oxford já está sendo produzido em larga escala.

“Passamos da fase um para a fase três em apenas dois meses”, afirmou a brasileira.

A intenção é ter já o maior número possível de doses prontas para distribuição assim que o produto for aprovado e evitar um possível novo atraso na proteção da população mundial.

O processo de produção foi acelerado por que a vacina de Oxford já havia sido parcialmente testada em estudos feitos para a SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grade) e a Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), também causadas por coronavírus.

Com informações do R7 

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: A BRASILEIRA DANIELA FERREIRA ESTÁ À FRENTE DA TESTAGEM DA VACINA DE OXFORD NA ESCOLA DE MEDICINA TROPICAL DE LIVERPOOL

Na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta quarta-feira temos novidades sobre a vacina conhecida como Vacina de Oxford. A brasileira Daniela Ferreira, imunologista, especialista em infecções respiratórias e desenvolvimento de vacinas, está à frente da testagem na Escola de Medicina Tropical de Liverpool. Ela está bastante otimista. Leia a reportagem completa a seguir e fique por dentro de como está o desenvolvimento dessa vacina!

Brasileira está à frente dos testes da vacina de Oxford: covid

Daniela Ferreira e a vacina - Fotos: LSTM e Universidade de OxfordDaniela Ferreira e a vacina – Fotos: LSTM e Universidade de Oxford

A brasileira Daniela Ferreira, de 37 anos, faz parte da equipe de Oxford, na Inglaterra, que iniciou esta semana a terceira fase de testes de uma vacina contra Covid-19.  Dez mil pessoas serão vacinadas em todo o país para averiguar a eficácia do imunizante.

Daniela é imunologista. Especialista em infecções respiratórias e desenvolvimento de vacinas, ela está à frente da testagem na Escola de Medicina Tropical de Liverpool.

“O que está acontecendo agora é um trabalho de envolvimento global, com todos os cientistas compartilhando conhecimento em tempo real. A vacina é para o mundo inteiro; tem de haver uma colaboração internacional e tem de ser solidária, não pode ser ditada por interesses comerciais e preços”, disse Daniela Ferreira em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo.

Produção iniciada

Hoje mais de 70 vacinas estão em desenvolvimento no mundo, mas a de Oxford é considerada a mais avançada e também uma das mais promissoras, por isso, mesmo antes de aprovação, ela já está sendo produzida em larga escala, para ser usada o quanto antes, assim que for liberada.

“Passamos da fase um para a fase três em apenas dois meses”, contou a brasileira.

A intenção é ter o maior número possível de doses prontas para distribuição assim que o produto for aprovado evitando um possível novo atraso na proteção da população mundial.

“É preciso saber se ela pode ser produzida rapidamente e em larga escala, se será acessível globalmente, se terá um preço razoável ou poderá ser distribuída de graça. Enfim, tudo isso entra nessa conta”, contou. “Não adianta, por exemplo, uma vacina que proteja muito bem, mas esteja disponível apenas para um milhão de pessoas”, afirmou.

Quanto tempo isso levará?

“O que posso dizer é que entre dois a seis meses já saberemos se a vacina é eficaz.”

A vacina

A vacina de Oxford parte de estudos que já tinham sido feitos para a Síndrome Respiratória Aguda Grade (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers), também causadas por coronavírus.

Por isso, a segurança da substância já havia sido parcialmente testada, o que permitiu que o processo fosse um pouco mais acelerado.

Como

Em um vírus (adenovírus) atenuado da gripe comum de macacos é acrescentado um material genético semelhante ao de uma proteína específica do novo coronavírus, que é a maior responsável pela infecção. Assim, os especialistas esperam que a vacina induza à produção de anticorpos, tornando o organismo capaz de reconhecer o vírus no futuro, impedindo sua entrada.

Para que essa terceira fase de grande testagem em humanos não leve muito tempo, Oxford conclamou 18 centros de pesquisa em todo o Reino Unido fazer o trabalho.

Os cientistas estão recrutando prioritariamente profissionais de saúde, que são as pessoas mais facilmente expostas ao novo coronavírus.

Metade dos voluntários receberá o produto que é candidato à nova vacina. A outra metade receberá uma vacina feita a partir da mesma plataforma (adenovírus) da vacina contra a covid-19.

Com informações do Estadão

Fonte: Só Notícia Boa

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