SAÚDE: SEGUNDO DADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, A TAXA DE MORTALIDADE MATERNA NO RN DOBROU EM UM ANO

RN mais que dobra taxa de mortalidade materna em um ano

Redação/Portal da Tropical

 – Atualizado em: 

Covid-19 e isolamento social podem ter contribuído para aumento dos óbitos | Foto cedida

No Rio Grande do Norte, a taxa de mortalidade materna registrou um aumento de 103% entre 2020 e 2021, revelam os dados registrados no Painel de Monitoramento de Mortalidade do Ministério da Saúde, No ano de 2020 a razão de mortalidade materna foi de 72,5 por 100 mil nascidos vivos, enquanto em 2021 foi de 147,2 por 100 mil nascidos vivos. A taxa é superior à média nacional, que foi de 107 mortes. A Covid-19 e o isolamento contribuíram para o aumento dos óbitos. A mortalidade materna ocorre durante a gestação ou até 42 dias após o término da gravidez. Também se considera nesta categoria, a morte após um ano do parto, se houver causa relacionada com ou agravada pela gravidez, ou por medidas em relação a ela, como mortalidade materna tardia.

“A Covid-19 trouxe um agravamento na saúde materna em diversos sentidos. Primeiro pelo aumento da morbidade e mortalidade nas gestantes e puérperas acometidas pela doença, como também pelo afastamento das mulheres do consultório médico com temor em contrair a doença, e, dessa forma, descuidando de outras enfermidades, como hipertensão e diabetes. Além disto, diversas unidades básicas de saúde reduziram o atendimento devido ao isolamento social e de as unidades de terapia intensiva (UTIs) estarem superlotadas”, elenca os motivos Elvira Mafaldo, secretária executiva da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte (Sogorn).

De acordo com o Ministério da Saúde, 92% dos casos de mortalidade materna são por causas evitáveis; dentre as principais, destacam-se a hipertensão, hemorragia, infecções puerperais e doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, pelo parto ou pelo aborto. Nestes últimos anos, mais uma causa foi somada a essa lista, o que gerou forte impacto sobre os casos: a Covid-19. Antes da pandemia, a média era de 50 por 100 mil nascidos vivos. Apesar de menor, a taxa ainda era alta se comparada ao ideal, a Organização Mundial de Saúde preconiza que a taxa deve ser inferior a 20.

Com essa disparada de casos no contexto da pandemia, a especialista analisa, se tornou ainda mais difícil ao Brasil atingir a meta de redução da razão de mortalidade materna (RMM) para 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030, desafio esse assumido para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Infelizmente, o Brasil já não havia conseguido cumprir a meta prevista anteriormente de 35 óbitos por 100 mil nascidos vivos até 2015.

Para mudar esse cenário, Elvira Mafaldo elenca como necessário um planejamento reprodutivo adequado; o acesso aos métodos contraceptivos para os casais (conhecendo o mecanismo de ação, de efeitos colaterais, reversibilidade); o direito a consulta pré-concepcional; o acesso às vacinas e exames necessários para uma saúde adequada antes de engravidar; um pré-natal de qualidade e resultados de exames em tempo hábil, além da certeza de ter uma maternidade de referência onde a gestante possa ser atendida não só no parto, mas também caso haja alguma intercorrência durante a gravidez. “Somente assim, poderemos proporcionar à mulher uma melhor qualidade de saúde durante a sua vida reprodutiva e enfim alcançar a meta estabelecida ao País”, pontua.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SEGUNDO INFORMAÇÕES DAS SECRETARIAS DE SAÚDE E DOS HEMOCENTROS, 16 ESTADOS E DISTRITO FEDERAL ESTÃO COM ESTOQUES DE SANGUE BAIXO OU CRÍTICOS

Bancos de sangue de 16 estados e do DF estão com estoques baixos ou críticos

Manutenção dos estoques de bancos públicos de sangue depende da regularidade das doações

Giulia AlecrimCarolina FigueiredoLucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Cinco estados estão com estoques normalizados: Ceará, Rio Grande do Norte, Roraima, Paraná e AmapáCinco estados estão com estoques normalizados: Ceará, Rio Grande do Norte, Roraima, Paraná e AmapáDiego Nigro/PCR

Uma única doação de sangue pode beneficiar até quatro pessoas. A manutenção dos estoques de bancos públicos de sangue depende da regularidade das doações.

Segundo um levantamento da CNN, realizado com base em informações das secretarias de Saúde e dos hemocentros, 16 estados e o Distrito Federal estão com estoques baixos ou críticos nos bancos de sangue.

Além do DF, a escassez atinge Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Amazonas, Tocantins, São Paulo, Mato Grosso, Maranhão, Acre, Piauí, Sergipe, Goiás, Pará e Rondônia.

Outros cinco estados estão com estoques normalizados, considerando a maioria dos tipos de sangue: Ceará, Rio Grande do Norte, Roraima, Paraná e Amapá. Já os estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Alagoas e Paraíba não responderam à solicitação da CNN.

Critérios para a doação de sangue

  • Estar alimentado e evitar alimentos gordurosos 3 horas antes da doação
  • Caso seja após o almoço, aguardar 2 horas
  • Dormir pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas
  • Ter de 16 a 69 anos e pesar acima de 50 kg
  • Já ter doado antes dos 60 anos, caso tenha entre 60 e 69 anos
  • Máximo de quatro doações anuais para homens e três para mulheres
  • Intervalo mínimo entre uma doação e outra de dois meses para homens e de três meses para mulheres

Doação de sangue beneficia pessoas com talassemia

As talassemias são um grupo de doenças hereditárias crônicas associadas à redução ou ausência de hemoglobina – substância dos glóbulos vermelhos do sangue responsável pelo transporte de oxigênio para o organismo.

Pessoas com talassemia podem apresentar sintomas variados, incluindo anemia persistente, aparência pálida, aumento do baço, distúrbios cardíacos e endócrinos, atraso no crescimento, além de infecções recorrentes.

Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento e acompanhamento desses pacientes geralmente é realizado pela Rede Nacional de Hematologia e Hemoterapia (Hemorrede), integrada pelos Hemocentros Coordenadores Estaduais e hemorredes regionais.

O tratamento contribui para evitar complicações da doença que, em casos mais graves, pode levar à necessidade de transplantes de medula óssea.

Pacientes com o tipo de talassemia com anemia grave necessitam de transfusões de sangue de forma regular, geralmente a cada 20 dias, em média, para sempre, desde os primeiros dias de vida.

Sistema Único de Saúde (SUS) oferece o atendimento integral, desde o diagnóstico, monitoramento e o transplante de medula óssea quando indicado.

Segundo dados do Ministério da Saúde, até abril já foram registrados 930 pacientes com a doença no Brasil. Entre os pacientes, cerca de 36% tem entre 20 e 39 anos.

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SEGUNDO DADOS DO IPC, INFLAÇÃO NO REINO UNIDO É A MAIOR EM 40 ANOS

Reino Unido tem a maior inflação em 40 anos

O índice foi impulsionado pelo aumento nos preços da energia elétrica e do gás

O valor no Reino Unido ficou na média projetada pelos economistas

O valor no Reino Unido ficou na média projetada pelos economistas | Foto: Divulgação

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) — que mede a inflação no Reino Unido — disparou a 9% em ritmo anual em abril, um recorde em 40 anos, segundo dados publicados nesta quarta-feira, 18, pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS).

Em março, a inflação nos 12 meses anteriores foi de 7%. Em uma base mensal, o IPC subiu 2,5% em abril deste ano. No mesmo mês de 2021, o aumento foi de 0,6%.

“A inflação de abril foi impulsionada por um aumento brusco nos preços da energia elétrica e do gás”, disse Grant Fitzner, economista-chefe do ONS.

A alta no mês passado também foi puxada pela escalada do custo de alimentação e transporte. Fitzner destacou que foram registrados ainda “aumentos acentuados” nos preços dos metais, dos produtos químicos e do petróleo bruto.

Em comunicado, o ministro das Finanças britânico, Rishi Sunak, declarou que “países ao redor do mundo enfrentam uma inflação crescente” e que o índice no Reino Unido é impulsionado pelos preços nos mercados mundiais.

“Não podemos proteger a população por completo dos desafios globais, mas estamos proporcionando um apoio significativo onde podemos, e estamos dispostos a fazer mais”, disse.

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CRIMINALIDADE: SEGUNDO MINISTÉRIO, APENAS 10% DOS CASOS DE VIOLÊNCIA SEXUAL INFANTIL NO BRASIL SÃO DENUNCIADOS

Apenas 10% dos casos de violência sexual infantil são denunciados no Brasil, segundo ministério

Foto: Reprodução/Pixabay

Só nos quatro primeiros meses de 2022, foram registradas 4.486 denúncias de abuso sexual sofridas por crianças e adolescentes no país, de acordo com balanço do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. O número alto – cerca de 37 por dia – pode ser ainda maior, já que, ainda segundo a pasta, apenas 10 em cada 100 casos de vulnerabilidade, coação e medo são denunciados.

No caso da exploração sexual infantil, a subnotificação é ainda maior, com denúncia de apenas 7%. “Temos um silêncio de 93% dos casos de exploração sexual de crianças e adolescentes, isso porque a sociedade tem uma visão muito distorcida desse crime, que é confundido com a prostituição, algo que não é ilegal no Brasil”, comenta Eva Dengler, gerente de Programas e Relações Empresariais da Childhood Brasil, instituição internacional de proteção à infância.

De acordo com a pasta, na pandemia houve um crescimento de denúncias pelo Disque 100. Foram 18.681 entre janeiro e dezembro de 2021. O cenário da violação que aparece com maior frequência nas denúncias é a residência da vítima e do suspeito (8.494), a casa da vítima (3.330) e a casa do suspeito (3.098). O padrasto e a madrasta (2.617) e o pai (2.443) e a mãe (2.044) estão entre os maiores suspeitos nos casos. Em quase 60% dos registros, a vítima tinha entre 10 e 17 anos. Em cerca de 74%, a violação é contra meninas.

Fonte: Blog do BG

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SEGUNDO SOCIEDADE DE CARDIOLOGIA, MAIS DE 38 MILHÕES DE PESSOAS NO BRASIL QUE SOFREM DE HIPERTENSÃO ARTERIAL DESCONHECEM O DIAGNÓSTICO DA DOENÇA

Um terço das pessoas desconhece diagnóstico de hipertensão, diz entidade

Cardiologista Roberto Kalil, presidente do Incor e apresentador do CNN Sinais Vitais, abordou os principais riscos da pressão alta em entrevista à CNN

Lucas RochaElis Franco

da CNN

em São Paulo

A hipertensão arterial, também chamada de “pressão alta“, atinge mais de 38 milhões de pessoas no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. No entanto, um terço dos brasileiros que vivem com a doença desconhecem o diagnóstico, de acordo com a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

A condição é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de outros problemas de saúde, como doenças cardiovasculares e renais. Nesta terça-feira (17), Dia Mundial da Hipertensão, o médico cardiologista Roberto Kalil, presidente do Incor e apresentador do CNN Sinais Vitais, abordou os principais riscos da pressão alta em entrevista à CNN.

“A hipertensão arterial é um mal silencioso – 30% da população do mundo têm hipertensão, muitos não sabem. Acima de 60 anos de idade, 50% da população brasileira se torna hipertensa”, diz Kalil.

Dentre as principais causas da pressão arterial alta estão a obesidade, histórico familiar, o hábito de fumar, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, estresse, consumo exagerado de sal, níveis altos de colesterol e falta de atividade física.

“Pouca gente controla a hipertensão: 50% se tratam com exercício, medicação e acompanhamento médico, mas só 20% tem o controle ideal da pressão. A hipertensão arterial agride o coração, o cérebro, os rins e é um mal silencioso, que acomete tanto o homem quanto a mulher”, alerta o cardiologista.

Como identificar os sinais da hipertensão

Indivíduos considerados hipertensos apresentam pressão igual ou maior que 14 por 9. Dentre os sintomas mais comuns estão tontura, falta de ar, palpitações, dor de cabeça frequente e alteração na visão.

No entanto, a hipertensão geralmente é silenciosa o que indica a necessidade de realizar a aferição periodicamente. Pessoas acima de 20 anos devem realizar o procedimento ao menos uma vez ao ano. No caso de histórico na família, deve-se medir no mínimo duas vezes nesse período. A aferição permite o diagnóstico oportuno da doença em consultas médicas de rotina.

“Às vezes, pode se manifestar com dor na nuca, falta de ar, sensação estranha na cabeça, mas pode ser silencioso, como a grande maioria dos casos”, diz Kalil.

Conheça cinco estratégias para reduzir os riscos da hipertensão

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EDUCAÇÃO: SEGUNDO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, NÚMERO DE MATRÍCULAS NO RN É MENOR DO QUE ANTES DA PANDEMIA

Número de matrículas no RN é menor do que antes da pandemia

Foto: José Aldenir

De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC/RN), o Sistema Integrado de Gestão da Educação (SIGEduc) indica uma redução de mais de 2,5 mil alunos em relação a 2019, antes da pandemia de covid-19.

Naquele ano, a rede registrou 216.206 matrículas, ante 213.676 (-2.530 alunos) em 2022. Contudo, vários fatores podem contribuir para a queda e os dados finais sobre o número de estudantes matriculados só serão consolidados no final do ano pelo Censo Escolar.

Segundo a pasta, questões demográficas (distância entre o local onde aluno mora de uma escola estadual) e o aumento de matrículas em outras redes de ensino interferem nos números. Além disso, conforme explicou a Secretaria, “dentro do princípio constitucional, a SEEC tem dialogado com os municípios sobre a transferência de estudantes do ensino fundamental, etapa que compete às redes municipais de ensino”. A pasta destaca que o quantitativo deste ano é variável, “um retrato do número de estudantes em 16 de maio de 2022 e que pode sofrer alterações”.

Para a SEEC, durante o ano letivo, existe um fluxo de entrada e saída de estudantes, algo comum “em uma rede com muitos públicos distintos”. Em 2021, segundo a pasta o Estado registrou 215.733 matrículas; em 2020, foram 213.288. Os dados, informa a Secretaria, são uma demonstração de que a rede já espera por esses fluxos de matrículas.

Fonte: Blog do BG

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SUÉCIA SOLICITARÁ SUA ADESÃO A OTAN, SEGUNDO ANUNCIOU A PRIMEIRA-MINISTRA MAGDALENA ANDERSSON

Primeira-ministra anuncia que Suécia solicitará adesão à Otan

Governo russo é totalmente contrário à entrada de Suécia e Finlândia na aliança ocidental

Magdalena Andersson, primeira-ministra sueca, durante anúncio nesta segunda (16)

HENRIK MONTGOMERY/TT NEWS AGENCY/AFP – 16.05.2022

A Suécia solicitará sua adesão à Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), anunciou nesta segunda-feira (16) a primeira-ministra, Magdalena Andersson, que destacou que isso significa uma nova “era” para o país escandinavo.

O governo decidiu informar a Otan sobre a vontade da Suécia de virar um membro da aliança”, afirmou em uma entrevista coletiva. “Deixamos uma era para entrar em uma nova”, disse a primeira-ministra. O embaixador sueco na Otan apresentará em “pouco tempo” a candidatura de Estocolmo, segundo Andersson.

Suécia e Finlândia anunciaram o desejo de apresentar as candidaturas de forma simultânea. “Esperamos que (a adesão) não demore mais de um ano”, com a necessária ratificação pelos 30 membros da Aliança, declarou a chefe de Governo sueca.

Com a decisão, os suecos seguem os passos da Finlândia, que anunciou neste domingo (15), seu desejo de entrar para a Otan. A adesão dos dois países à aliança ocidental é uma reação à invasão da Ucrânia feita pela Rússia.

O país comandado por Vladimir Putin é radicalmente contra a entrada dos escandinavos na Otan, já que ficam geograficamente muito próximos do território russo. A Finlândia, por exemplo, tem fronteira de 1.340 quilômetros de extensão com a Rússia.Nesta segunda, Serguei Riabkov, vice-ministro das Relações Exteriores russo, afirmou que seu país considera um erro a adesão de Finlândia e Suécia à Otan. “Um grave erro adicional, cujas consequências terão um longo alcance”, declarou.

Desde 2007, a Rússia exige do Ocidente que não aumente os territórios da Otan.

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SEGUNDO IBGE, OS ESTADOS BAHIA, PERNAMBUCO E RIO DE JANEIRO TIVERAM AS MAIORES TAXAS D DESEMPREGOS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DESTE ANO

Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro lideram desemprego no país no 1º trimestre, diz IBGE

Entre as mulheres, a taxa de desemprego é de 13,7% no período, enquanto para os homens está em 9,1%

Thâmara Kaoru

do CNN Brasil Business

em São Paulo

 

Os estados da Bahia, de Pernambuco e do Rio de Janeiro tiveram as maiores taxas de desemprego no 1º trimestre deste ano, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (13).

Segundo o instituto, na Bahia, a taxa de desocupação foi de 17,6% nos primeiros três meses do ano, enquanto Pernambuco e Rio de Janeiro ficaram com 17% e 14,9%, respectivamente. As menores taxas de desemprego foram de Santa Catarina (4,5%), Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).

Frente ao 4º trimestre de 2021, a taxa de desocupação caiu somente no Amapá, ficando estável nas demais Unidades da Federação. Já frente ao 1º trimestre de 2021,
as maiores quedas foram observadas em Tocantins, Alagoas e Sergipe.

Entre as mulheres, a taxa de desemprego é de 13,7% no período, enquanto para os homens está em 9,1%. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional para os brancos (8,9%) e acima para os pretos (13,3%) e pardos (12,9%), segundo o IBGE.

Quando considerado os níveis de instrução, a taxa de desemprego para as pessoas com ensino médio incompleto foi de 18,3%, a maior para a categoria. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 11,9%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (5,6%).

Desalentados somam 4,6 milhões no 1º trimestre

O número de desalentados no 1° trimestre de 2022 foi de 4,6 milhões de pessoas, que são pessoas que desistiram de procurar trabalho por acharem que não vão conseguir emprego. O maior número estava na Bahia, com 648 mil desalentados ou 14,1% do contingente nacional.

Taxa de informalidade fica em 40,1%

A taxa de informalidade para o Brasil foi de 40,1% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Pará (62,9%), Maranhão (59,7%) e Amazonas (58,1%) e as menores com Santa Catarina (27,7%), Distrito Federal (30,3%) e São Paulo (30,5%), informou o IBGE.

Rendimento médio é de R$ 2.548

O rendimento médio real mensal habitual foi estimado em R$ 2.548, um aumento de 1,5% em relação ao 4º trimestre de 2021 (R$ 2.510) e uma redução de 8,7% frente ao 1º trimestre de 2021 (R$ 2.789).

Na comparação entre o 4º trimestre de 2021, somente as regiões Norte (R$ 1.985) e Sudeste (R$ 2.875) tiveram expansão significativa. Já em relação ao 1º trimestre de 2021, a Região Norte ficou estável e as demais regiões apresentaram queda do rendimento médio.

Santa Catarina tem mais trabalhadores com carteira assinada

No 1º trimestre de 2022, 74,1% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada. As regiões Norte (59,9%) e Nordeste (56,9%) apresentaram as menores taxas. Entre os trabalhadores domésticos, 25% tinham carteira de trabalho assinada no país.

Dentre as Unidades da Federação, os maiores percentuais de empregados com carteira assinada no setor privado estavam em Santa Catarina (88,2%), São Paulo (82,4%), Rio Grande do Sul (81,1%) e os menores no Maranhão (47,3%), Pará (51,3%) e Piauí (51,4%).

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SEGUNDO INDEC, A INFLAÇÃO NA ARGENTINA CHEGOU A QUASE 60% EM ABRIL

Inflação na Argentina alcança maior patamar em 30 anos

Dados de abril sinalizam que a alta dos preços deve ultrapassar 65% no fim do ano, conforme prevê o Banco Central

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a vice-presidente Cristina Kirchner, ao tomarem posse do governo do país - 10/12/2019 | Foto: Charly Diaz Azcue/Senado da Argentina

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a vice-presidente Cristina Kirchner, ao tomarem posse do governo do país – 10/12/2019 | Foto: Charly Diaz Azcue/Senado da Argentina

A inflação na Argentina chegou a quase 60% em abril, informou o Instituto de Estatística e Censos (Indec). Trata-se do maior avanço da inflação em 12 meses desde janeiro de 1992, sob o governo do então presidente Carlos Menem.

No quarto mês do ano, os preços aumentaram 6% em relação a março, queda de quase 1 ponto porcentual em relação ao registrado do mês anterior, quando ocorreu o maior aumento mensal dos últimos 20 anos (quase 7%).

Os dados sinalizam que as projeções do Banco Central do país estão corretas. A autoridade monetária estima que a inflação na Argentina no fim deste ano deve ultrapassar 65%. A meta do governo está entre 40% e 50%.

Em março, o presidente do país, Alberto Fernández, fechou um acordo com o Fundo Monetário Internacional para renegociar uma dívida de mais de US$ 40 bilhões. Uma das promessas é baixar a inflação da Argentina.

Inflação na Argentina em abril

A alta dos preços foi puxada pelos setores de roupas e calçados (cerca de 10%), restaurantes e hotéis (pouco mais de 7%), saúde (quase 6,5%) e comidas e bebidas (quase 6%). Pelo segundo mês consecutivo, a categoria que mais impactou em todas as regiões foi alimentos e bebidas não alcoólicas.

Fonte: R7

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HOTEL EM GRAMADO FOI ESCOLHIDO O SEGUNDO MELHOR DO MUNDO EM 2022, SEGUNDO SITE TRIP ADVISOR

Por g1 RS

 

Fachada do Hotel Colline de France, em Gramado, é inspirada na arquitetura de hotéis da França — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoFachada do Hotel Colline de France, em Gramado, é inspirada na arquitetura de hotéis da França — Foto: Felipe Valduga/Divulgação

Um hotel de Gramado, na Serra do Rio Grande do Sul, foi escolhido o segundo melhor do mundo em 2022 de acordo com uma votação feita anualmente por turistas no site TripAdvisor, especializado em viagens. O Hotel Colline de France, inaugurado em novembro de 2018, havia ficado no topo do ranking no ano passado, e, desta vez, ficou atrás apenas do Tulemar Bungalows & Villas, localizado no litoral da Costa Rica

Com arquitetura e decoração inspiradas nas construções francesas do século XIX, o hotel brasileiro tem diárias que variam entre R$ 900 e R$ 4 mil e já recebeu em suas dependências nomes como Glória Maria, Dira Paes, Eduardo Moscovis, Edson Celulari, Ana Hickman, Danielle Winits e a dupla sertaneja Cesar Menotti e Fabiano.

“Acredito que alguns dos diferenciais do hotel são a decoração inspirada no Segundo Império Francês, o cuidado que temos com os hóspedes e a sofisticação das suítes e das áreas comuns. Há uma dedicação em atender as particularidades de cada hóspede, seja atendendo particularidades de restrição alimentar, surpreendendo em datas especiais ou buscando entender anseios particulares de cada um”, explica Márcio Santos, gerente do hotel.

O levantamento é feito com base nas avaliações e opiniões publicadas em todo o mundo por clientes do Tripadvisor durante um período de 12 meses. Com 2,4 mil avaliações no site, o Colline de France tem uma avaliação média de cinco estrelas — são apenas quatro avaliações de quatro estrelas e nenhuma abaixo disso.

Jardim do Hotel Colline de France, com inspiração em estabelecimentos da França — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoJardim do Hotel Colline de France, com inspiração em estabelecimentos da França — Foto: Felipe Valduga/Divulgação

Com 34 suítes, o hotel aposta no atendimento personalizado. Há cinco tipos de hospedagens, que se adaptam ao tamanho e às necessidades de cada hóspede. A maior demanda de clientes, claro, acontece no inverno — mas a sazonalidade das buscas vem diminuindo, garante Márcio.

Gramado já sofreu com grandes baixas durante o verão, quando o pessoal procurava mais cidades litorâneas, mas ultimamente a região desenvolveu atrativos e eventos para o público vir durante o ano inteiro. Existe uma demanda maior durante o inverno e nos dias próximos ao Natal Luz, mas a baixa temporada já não é mais tão baixa”, sustenta.Uma das suítes do Hotel Colline de France, em Gramado — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoUma das suítes do Hotel Colline de France, em Gramado — Foto: Felipe Valduga/Divulgação

O estabelecimento é um sonho do casal Jonas e Ana Clara Tomazi, ambos apaixonados pela França e com algumas viagens para o país no currículo. Além da decoração e da arquitetura, a gastronomia do hotel também é inspirada no país europeu, com uma chef formada na França responsável pelo cardápio. Inaugurado em 2018, o hotel sofreu com as dificuldades da pandemia logo no seu início.

“Depois da inauguração, já veio a pandemia. Superamos alguns percalços neste tempo de funcionamento, mas crescemos. Inauguramos uma área de jardim e estamos prestes a finalizar uma área de piscina térmica e de sauna”, observa o gerente

Suítes do Hotel Colline de France, em Gramado, custam a partir de R$ 900 por dia — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoSuítes do Hotel Colline de France, em Gramado, custam a partir de R$ 900 por dia — Foto: Felipe Valduga/Divulgação

Confira a lista dos 10 melhores hotéis do mundo, segundo o TripAdvisor

  1. Tulemar Bungalows & Villas, no Parque Nacional Manuel Antonio (Costa Rica)
  2. Hotel Colline de France, em Gramado (Brasil)
  3. Ikos Aria, em Kefalos (Grécia)
  4. Romance Istanbul Hotel, em Istambul (Turquia)
  5. THE OMNIA, em Zermatt (Suíça)
  6. Kayakapi Premium Caves – Cappadocia, em Ürgüp (Turquia)
  7. Six Senses Laamu, na ilha de Olhuveli (Maldivas)
  8. Hamanasi Adventure and Dive Resort, em Hopkins (Belize)
  9. Padma Resort Ubud, em Payangan (Indonésia)
  10. BLESS Hotel Madrid, em Madri (EspanhSaguão do Hotel Colline de France, em Gramado, conta com obras de arte e muito dourado — Foto: Felipe Valduga/DivulgaçãoSaguão do Hotel Colline de France, em Gramado, conta com obras de arte e muito dourado — Foto: Felipe Valduga/Divulgação
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SEGUNDO INFECTOLOGISTA, DISPARADA DA DENGUE NO BRASIL EM 2022 TAMBÉM É UM FENÔMENO SOCIOECONÔMICO

Avanço da dengue pode estar relacionado a aumento da pobreza, diz infectologista

À CNN Rádio, Alexandre Naime explica que uma piora no quadro de famílias sem saneamento básico também é responsável pelo aumento de 135% de casos da doença no Brasil

Ricardo GouveiaBel Campos

da CNN

São Paulo

Cristine Rochol/PMPA

A disparada da dengue no Brasil em 2022 também é um fenômeno socioeconômico, na avaliação do vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alexandre Naime.

Ministério da Saúde aponta um aumento de 135% no número de infecções entre janeiro e abril de 2022, na comparação com o mesmo período de 2021.

“Dois estudos publicados esse ano já analisaram cidades distintas do Brasil onde há uma relação direta entre queda de renda e aumento no número de casos de dengue,” explicou Naime à CNN Rádio.

“São pessoas que vão morar em locais menos propícios a ter saneamento básico de qualidade, próximos de rios, passaram a ter menos condição de fazer uma limpeza correta da casa e vão ter que acumular lixo ou material de reciclagem por terem perdido o emprego.”

descoberta de uma nova cepa da dengue no Brasil é um possível agravante do cenário.

“Além de mais transmissível, essa variante do vírus provoca formas mais graves da doença, com fenômenos hemorrágicos e de queda de pressão arterial”, explica Naime.

A identificação desta cepa no Brasil foi comunicada pela Fundação Oswaldo Cruz no último dia 5.

O genótipo cosmopolita sorotipo 2 do vírus, que era uma linhagem já presente na Ásia, Pacífico, Oriente Médio e África, agora contaminou um morador de Aparecida de Goiânia.

Além da dengue, casos de outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti, como Zika e Chikungunya, já registram aumento superior a 50% este ano.

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SEGUNDO PESQUISA, 74% DOS BRASILEIROS DIZEM QUE O DINHEIRO É SUA MAIOR FONTE DE PREOCUPAÇÃO

Por Raphael Martins, g1

 

Notas, moeda, Real, dinheiro, notas de dinheiro — Foto: Reprodução/PixabayNotas, moeda, Real, dinheiro, notas de dinheiro — Foto: Reprodução/Pixabay

Uma pesquisa da fintech Onze, cedida com exclusividade ao g1, mostra que 74% dos brasileiros dizem que o dinheiro é sua maior fonte de preocupação. O número é maior do que a angústia pela família (60%), pela saúde (57%) e pelo trabalho (44%).

A sondagem colheu respostas de 1.603 pessoas, todas elas trabalhadoras assalariadas em regime CLT. A segmentação da amostra é ainda mais preocupante, pois trabalhadores formais costumam ter renda maior que os informais.

Das principais dificuldades quando o assunto é dinheiro, a pesquisa destaca o sacrifício de montar um “colchão” de conforto financeiro. Apenas 17,8% dos entrevistados afirmaram que conseguem cobrir os gastos e poupar algum dinheiro ao fim do mês.

Na outra ponta, 42,7% disseram que a renda atual cobre os gastos, mas sem sobras. Outros 33,7% confidenciaram que os gastos são maiores que a renda mensal. Os demais não fazem nenhum controle financeiro e não souberam responder.

Estresse financeiro

Esse sentimento de pressão causado pelo dinheiro é chamado de “estresse financeiro”. Os impactos se espalham tanto pela saúde física como pela produtividade no trabalho e nas relações pessoais.

Dos entrevistados, 30,6% disseram que a preocupação constante com o dinheiro afeta o desempenho no trabalho. Dessa fatia, o principal sintoma é a perda de sono pela aflição financeira (59,1%), seguida de perda de foco (54,8%), mau humor e impaciência com colegas (20,3%) e necessidade de resolver pendências ao longo do dia (20%).

“Levando em consideração que o dinheiro é a maior preocupação de 74% dos entrevistados e 31% afirmam ter seu rendimento afetado, chegamos a uma média de 25% de trabalhadores afetados pelo estresse financeiro. Ou seja, 1 em cada 4 trabalhadores CLTs”, diz relatório da Onze.

Oito em cada dez brasileiros têm dívidas a pagar; juros altos são armadilhas

Oito em cada dez brasileiros têm dívidas a pagar; juros altos são armadilhas

Quando o assunto é a vida pessoal, 54,5% dos entrevistados admite que a preocupação financeira tem atrapalhado.

Entre os sintomas, o principal é a falta de energia para aproveitar o tempo com entes queridos (62,3%). Em seguida, mau humor e falta de paciência com a família (47,9%) e desentendimentos com o parceiro (32,6%).

Por fim, a Onze também avaliou os efeitos do estresse financeiro na saúde mental. Nada menos que 75% percebem influência. Lidera a sensação de ansiedade (71,6%), seguida de pensamento constante sobre pagamentos e dívidas (64,5%), desânimo (58,3%), irritabilidade (46,7%) e medo do futuro (45,9%).

Como superar o estresse financeiro?

Em entrevista ao podcast Educação Financeira desta segunda-feira (9), Ana Paula Netto, consultora financeira da Onze, afirma que o principal gatilho de estresse financeiro é a falta de organização.

“Com base em outras pesquisas que fizemos, o que te leva a ter saúde financeira é a disciplina. Mas as pessoas relutam em se organizar porque, em geral, associam dinheiro a sentimentos negativos”, diz.

Segundo a planejadora financeira Paula Bazzo, a quebra dessa inércia pode vir de um estudo de si mesmo sobre estilo de organização.

“Tem pessoas que não funcionam ao tentar ‘planilhar’ esses números. É preciso tirar esse peso de que tudo tem que ser planilhado. Tem pessoas que desistem antes mesmo de começarem”, afirma.

Bazzo diz que separar uma ou duas horas por semana para pensar nas obrigações financeiras em cada área da vida já pode ser um bom início. Assim, já se pode ter um norte para avaliar se a pessoa está dentro ou ultrapassou os limites.

“Para aquela pessoa que é completamente desorganizada e não se reconhece no processo de organização financeira, ter um orçamento um pouco mais simples é mais funcional do que tentar fazer uma planilha super complexa e cheia de gráficos”, diz a especialista.

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SEGUNDOD INCA, 7 EM CADA 10 MULHERES DIAGNOSTICADAS COM CÂNCER DE OVÁRIO NO BRASIL MORREM EM DECORRÊNCIA DA DOENÇA

 Câncer de ovário mata 7 em cada 10 mulheres no Brasil, diz Inca

Doença, que tem os sintomas silenciosos, acomete mais de seis mil mulheres por ano no Brasil

Ingid Olivreira

da CNN

em São Paulo

 

O câncer de ovário é uma doença que acomete mais de seis mil mulheres todos anos anos no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse número, 7 em cada 10 pacientes morrem em decorrência da doença.

No domingo, 8 de maio, é estipulado o Dia Internacional de Combate ao Câncer de Ovário para que mulheres observem os sinais e sintomas da doença, e façam exames de rotina — estabelecendo um diagnóstico precoce.

Nesta sexta-feira (6), no quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes explica que nem sempre a doença mostrará sintomas e isso pode dificultar o diagnóstico.

“O grande problema dessa doença é a questão anatômica e como ela se manifesta no começo. A pessoa pode não ter sintoma nenhum”, afirmou.

“Se a pessoa apresentar sintomas, vai precisar procurar o médico, conversar com ginecologista e estabelecer o diagnóstico e tratamento”, disse Gomes.

De acordo com o Inca, o câncer de ovário é a segunda neoplasia ginecológica mais comum, atrás apenas do câncer do colo do útero.

Causas e diagnóstico

O médico explica que as principais causas do câncer de ovário podem estar associadas a diversos fatores como a idade, ele acomete mais as mulheres acima dos 50 anos, com menopausa tardia, aumentando chances de terem o câner de ovário.

Gomes cita outros fatores como mutações genéticas como o BRCA1 e BRCA2, histórico familiar, e excesso de gordura corporal.

“Por isso precisamos prestar atenção na saúde do nosso corpo sempre”, disse.

O neurocirurgião afirma que o diagnóstico pode ser feito nas consultas de rotina. As mulheres, se apresentarem qualquer um desses critérios devem ficar mais atentas e informar ao médico.

Segundo o Inca, o diagnóstico precoce desse tipo de câncer é possível em apenas parte dos casos, pois a maioria só apresenta sinais e sintomas em fases mais avançadas da doença.

“O relaionamento íntimo da mulher com a sua saúde, usando a ginecologia, é fundamental para identificar fatores de risco e fazer o diagnóstico precoce”, aponta.

Em relação ao tratamento, a abordagem pode ser variada. Normalmente, cirurgia de remoção do tumor e quimioterapia são usadas para tratar o câncer de ovário.

Fonte: CNN

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IANOMÂMIS DESAPARECIDOS FORAM LOCALIZADOS, SEGUNDO INFORMOU O LÍDER

Indígenas ianomâmi desaparecidos são localizados, segundo líder

Aldeia em Roraima foi incendiada e indígenas sumiram após denúncias contra garimpeiros

Paula Martini

da CNN

no Rio de Janeiro

O líder indígena Júnior Hekurari informou à CNN nesta sexta-feira (6) que os ianomâmi que haviam desaparecido da aldeia Aracaçá, no norte de Roraima, foram localizados.

De acordo com Hekuraki, presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kwana (Condisi-YY), a informação foi confirmada à Polícia Federal (PF) durante depoimento prestado nessa quinta-feira (5).

O novo local onde os indígenas estariam não foi informado, mas detalhes devem ser divulgados em uma nota oficial divulgada nesta sexta, segundo a liderança.

A Superintendência da Polícia Federal em Roraima convocou uma coletiva para a manhã desta sexta-feira para esclarecer as investigações relacionadas à denuncia de crimes de estupro e homicídio contra indígenas ianomâmi.

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CIÊNCIAS: SEGUNDO ESTUDO, SETE HORAS DE SONO POR NOITE É O TEMPO IDEAL PARA MEIA -IDADE E VELHICE

Sete horas de sono por noite é o ideal na meia-idade e na velhice, diz estudo

Pesquisa descobriu que pessoas que dormiram por pouco tempo, ou mesmo por longos períodos, apresentaram piora no bem-estar geral e mais sintomas de ansiedade e depressão

Katie Hunt

da CNN

Andisheh A/Unsplash

A quantidade ideal de sono não é muito pouco, mas não muito — pelo menos na meia-idade e na velhice.

Novas pesquisas descobriram que cerca de sete horas de sono é a noite de descanso ideal, com sono insuficiente e excessivo associado a uma capacidade reduzida de prestar atenção, lembrar e aprender coisas novas, resolver problemas e tomar decisões.

Sete horas de sono também estavam associadas a uma melhor saúde mental. As pessoas que dormiram por pouco tempo, ou mesmo por longos períodos, apresentaram piora no bem-estar geral e mais sintomas de ansiedade e depressão.

“Embora não possamos dizer conclusivamente que pouco ou muito sono causa problemas cognitivos, nossa análise observando indivíduos por um longo período de tempo parece apoiar essa ideia”, disse Jianfeng Feng, professor da Universidade Fudan da China e autor de o estudo publicado na revista científica Nature Aging.

“Mas as razões pelas quais as pessoas mais velhas têm um sono mais pobre parecem ser complexas, influenciadas por uma combinação de nossa composição genética e a estrutura de nossos cérebros“, explicou em um comunicado.

Pesquisadores da China e do Reino Unido analisaram dados de quase 500 mil adultos com idades entre 38 e 73 anos que faziam parte do UK Biobank — um estudo de saúde de longo prazo apoiado pelo governo.

Os participantes foram questionados sobre seus padrões de sono, saúde mental e bem-estar, e participaram de uma série de testes cognitivos. Imagens do cérebro e dados genéticos estavam disponíveis para quase 40 mil dos participantes do estudo.

Outra pesquisa descobriu que adultos mais velhos que têm dificuldade significativa em adormecer e que experimentam despertares noturnos frequentes correm alto risco de desenvolver demência ou morrer precocemente por qualquer causa, enquanto dormir menos de seis horas por noite tem sido associado a doenças cardiovasculares.

Uma razão para a ligação entre muito pouco sono e declínio cognitivo pode ser por causa da interrupção do sono profundo, que é quando o cérebro repara o corpo do desgaste do dia e consolida as memórias. Pouco sono também está associado ao acúmulo de amiloide, uma proteína chave que pode causar emaranhados no cérebro que caracterizam alguma forma de demência.

O estudo também disse que é possível que uma duração prolongada do sono seja decorrente de um sono fragmentado e de má qualidade.

Raj Dasgupta, porta-voz da Academia Americana de Medicina do Sono e professor assistente de medicina clínica na Escola de Medicina Keck da Universidade do Sul da Califórnia, disse que a duração do sono mais longa foi associada a problemas cognitivos, mas não ficou totalmente claro o motivo.

“Isso define uma marca para pesquisas futuras e a busca por tratamento”, disse Dasgupta, que não esteve envolvido na pesquisa.

“O sono é essencial à medida que envelhecemos e precisamos tanto quanto os mais jovens, mas é mais difícil de encontrar”.

O estudo teve algumas limitações – apenas avaliou quanto tempo os participantes dormiram no total e não qualquer outra medida da qualidade do sono, como acordar durante a noite.

Além disso, os participantes relataram sua quantidade de sono, de modo que não foi medida objetivamente. No entanto, os autores disseram que o grande número de pessoas envolvidas no estudo significa que suas conclusões provavelmente são robustas.

Os autores disseram que suas descobertas sugerem que é importante que o sono, idealmente de cerca de sete horas, seja consistente.

O estudo mostrou uma ligação entre muito e pouco sono e problemas cognitivos, não causa e efeito, alertou Russell Foster, professor da Universidade de Oxford e diretor do Sir Jules Thorn Sleep and Circadian Neuroscience Institute, que não estava envolvido. na pesquisa.

Ele disse que o estudo não levou em consideração o estado de saúde dos indivíduos e que o sono curto ou longo pode ser uma indicação de condições de saúde subjacentes com problemas cognitivos.

Ele também disse que tomar a média de sete horas como a quantidade ideal de sono “ignora o fato de que há uma variação individual considerável na duração do sono” e na qualidade. Menos ou mais sono pode ser perfeitamente saudável para alguns indivíduos, disse ele.

“Nos dizem regularmente que a noite ‘ideal’ de sono para os idosos deve ser sete horas de sono ininterrupto. Essa crença está errada de muitas maneiras. Muito tempo de sono, por exemplo,  pode causar confusão e ansiedade para muitos”, disse Foster.

“Quanto tempo dormimos, nossos horários de sono preferidos e quantas vezes acordamos durante a noite variam entre os indivíduos e à medida que envelhecemos. O sono é dinâmico, e todos temos padrões de sono diferentes, e o principal é avaliar quais necessidades são.”

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SEGUNDO PESQUISA, ALTA NA INFLAÇÃO LEVA RENDA DE BRASILEIRO A PATAMAR DE UMA DÉCADA ATRÁS

Inflação alta leva renda do brasileiro à patamar de dez anos atrás, mostra Pnad

Economistas avaliam que incertezas políticas e econômicas seguram a ampliação do mercado formal, responsável por puxar o crescimento da renda.

Pauline Almeida

da CNN

no Rio de Janeiro

 

Com uma inflação acumulada de 11,3% nos últimos 12 meses, o brasileiro vê sua renda real chegar a R$ 2.548, a menor para um primeiro trimestre do ano desde 2012, ou seja, em uma década.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) de março, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O coordenador do Índice de Preços ao Consumidor do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre), André Braz, destaca que a inflação vem consumindo o salário dos trabalhadores e a alimentação está entre os principais desafios.

Segundo o IBGE, o rendimento real habitual entre janeiro e março deste ano teve uma alta de 1,5% em relação ao trimestre anterior (outubro a dezembro de 2021).

No entanto, caiu 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

Das dez categorias usadas pelo IBGE para dividir os trabalhadores por atividades, apenas duas tiveram crescimento na renda real entre o primeiro trimestre deste 2022 e o de 2021: agricultura (+1,8%) e construção, que registrou um aumento médio de R$ 113 (5,8%).

Nesse período, outras sete tiveram redução: comércio e reparação de veículos (-2,8%); transporte, armazenamento e correio (-0,7%); alojamento e alimentação (-5,2%); informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-4,6%); outros serviços (-3,4%) e serviços domésticos (-0,6%).

As principais quedas em um ano foram registraram na indústria (-7,3%), com uma redução de R$ 198 no rendimento médio, e no grupo da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais, com uma diminuição de 15,7%, cerca de R$ 671.

Instabilidade barra crescimento do mercado de trabalho

Se o rendimento mostra uma queda em relação aos anos anteriores, ele teve uma leve reação no comparativo com o trimestre encerrado entre outubro e dezembro.

Neste caso, dos dez grupos, apenas transporte, armazenamento e correios (-1,1%) e administração pública (-1,6%) registraram redução.

Os principais crescimentos se deram nas categorias de agricultura, com aumento de 6%, cerca de R$ 93, chegando a R$ 1.649; indústria, com alta de 2,9%, chegando a R$ 2.509 (+R$ 71); construção, aumento de R$ 117, com rendimento médio de R$ 2.060 (+6,1%); comércio, uma alta de 3,2% e rendimento de R$ 2.107 (+R$ 65); alojamento e alimentação, aumento de 5,6%, acrescentando R$ 90 e chegando a R$ 1.696); e serviços domésticos, com 3,1% (R$ 30), com um rendimento de R$ 1.008.

Com renda média superior a do trabalho informal (de R$ 1.637), os postos de trabalho formais cresceram 1,1% entre janeiro e março e registraram um aumento também no valor, indo para R$ 2.467.

É esse segmento que costuma puxar a renda para baixo ou para cima.

O pesquisador e economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, do FGV Ibre, avalia que a ampliação das vagas de carteira assinada é contida pelo cenário econômico, com a expectativa de um PIB inferior a 1% neste ano.

“Isso tem a ver com a baixa taxa de crescimento. O trabalho formal é relativamente mais caro, é algo custoso. O empresário faz isso quando ele vê o ambiente mais tranquilo. A incerteza aumentou desde 2015 e não baixou”, pontuou.

O desemprego ficou estável no Brasil, neste primeiro trimestre de 2022, mas ainda são 11,9 milhões de pessoas desocupadas. Já a população ocupada caiu 0,5%, com 93,5 milhões, com 472 mil pessoas a menos do que no trimestre entre outubro e dezembro de 2021.

Barbosa Filho afirma que o mercado de trabalho também tem outros desafios pela frente, que extrapolam o campo econômico.

“Você ainda tem uma turbulência internacional e tem um ano eleitoral que tem tudo para ser polarizado”, colocou.

Fonte: CNN

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SEGUNDO PESQUISA, BRASILEIROS AINDA SE MOSTRAM CAUTELOSOS EM ABRIR MÃO DO USO DE MÁSCARA DE PROTEÇÃO CONTRA COVID-19

Maioria dos brasileiros mantém máscara em viagens e supermercados, diz pesquisa

Pelo menos 70% dos entrevistados afirmaram que continuariam a frequentar supermercados e a viajar de avião ou ônibus de máscara

Lucas RochaCarolina Figueiredo

da CNN

em São Paulo

Supermercado no Rio de JaneiroSupermercado no Rio de JaneiroTânia Rêgo/Agência Brasil

O uso de máscaras como medida de prevenção à Covid-19 deixou de ser obrigatório em todos os estados e no Distrito Federal. No entanto, os brasileiros ainda se mostram cautelosos em abrir mão do item de proteção facial.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Instituto FSB Pesquisa, pelo menos 70% dos entrevistados afirmaram que continuariam a frequentar supermercados e a viajar de avião ou ônibus de máscara.

A pesquisa ouviu 2.015 pessoas, com 16 anos ou mais, em todos os estados e no Distrito Federal, entre 1º e 5 de abril.

A maioria dos entrevistados afirmou que manteria o uso de máscaras em supermercados (73%), viagens de ônibus ou avião (70%), no comércio de rua (64%), nos shoppings (61%) e no trabalho (59%). O índice fica acima de 40% em atividades como cinemas, bares, restaurantes, shows e academias.

A pesquisa aponta que, nos últimos seis meses, o número de pessoas que usam máscaras em lugares abertos e fechados caiu quase pela metade – passou de 55% em novembro de 2021 para 29% em abril deste ano – enquanto houve um aumento entre os adeptos apenas em lugares fechados (de 40% para 53%). Já 17% disseram que não estão usando mais máscaras contra 4% em novembro de 2021.

“É precoce dizer que o uso das máscaras continuará a ser um padrão entre os brasileiros mesmo com o fim da obrigatoriedade. Os índices de contaminação e óbitos por Covid-19 estão muito presentes na memória da população. Precisamos continuar a avaliar esse comportamento nos próximos meses”, diz o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, em comunicado.

A pesquisa também aponta uma grande adesão à vacinação contra a Covid-19 no país. Entre os entrevistados, 95% afirmaram ter recebido pelo menos uma dose – e a maioria (82%) pretende tomar a dose de reforço e completar o esquema vacinal. De acordo com a pesquisa, para 33% da população o medo de conviver com pessoas não vacinadas é considerado grande ou muito grande.

Fonte: CNN

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SEGUNDO DADOS DA SAÚDE, NÚMERO DE MORTES DE MULHERES GRÁVIDAS OU ATÉ 42 DIAS APÓS O PARTO CRESCEU 41,9% NO BRASIL EM 2021

Mortes de gestantes crescem mais de 40% em 2021, apontam dados da Saúde

Foram registrados mais de 2,7 mil óbitos. Especialistas creditam aumento à pandemia de Covid-19

Pauline Almeida

da CNN

no Rio de Janeiro

Mortes de gestantes crescem mais de 40% em 2021, apontam dados da Saúde | W Radio Brasil

 

O número de mortes de mulheres grávidas ou até 42 dias após o parto cresceu 41,9% no Brasil no ano passado em relação a 2020, segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

O aumento dos óbitos, provocado pela pandemia de Covid-19, deixa o Brasil ainda mais longe da meta de reduzir a mortalidade materna, um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

O painel do Ministério da Saúde mostra que o país vinha registrando uma queda nos óbitos de gestantes e puérperas entre 2017 e 2019 — este último com 1.575 mortes. No entanto, em 2020, com o início da disseminação do coronavírus, a situação mudou: foram 1.964 mortes, uma alta de quase 25%. Já em 2021, o número saltou para 2.787.

CNN procurou o Ministério da Saúde para comentar os números e aguarda um retorno.

O obstetra e pesquisador do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Marcos Nakamura, explica que as gestantes e mulheres após o parto se mostraram um grupo de risco para a Covid-19.

“Desde o H1N1, a gente sabe que essas infecções respiratórias graves têm uma possibilidade de afetar desproporcionalmente as mulheres grávidas. Por que isso? A grávida, por conta das mudanças no organismo, acaba tendo uma capacidade pulmonar reduzida. O pulmão é afetado, isso faz com que rapidamente descompense, levando a um quadro de insuficiência respiratória”, relatou à CNN.

Segundo o médico, que também é presidente da Comissão de Mortalidade Materna da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), os dados do Sivep-Gripe (Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe, do Ministério da Saúde) indicam 461 óbitos de gestantes com diagnóstico confirmado de Covid-19, em 2020, e 1.519, em 2021.

“Em 2019, a razão de mortalidade materna é de 58 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos. Em 2020, 72 a cada 100 mil nascidos vivos. Em 2021, deve ficar acima de 100”, colocou, lembrando que o Ministério da Saúde ainda pode fazer pequenas correções nas estatísticas.

A Razão de Mortalidade Materna é um índice que expressa o número de mortes de gestantes ou mães até 42 dias após o parto por 100 mil nascidos vivos. Em países desenvolvidos, ela fica em torno de 10 por 100 mil nascidos vivos.

Marcos Nakamura também conta que outro efeito do coronavírus causa impacto sobre as gestantes.

“Além da questão respiratória, tem um distúrbio inflamatório, aumenta a chance de trombose. E a grávida ou a mulher que teve o parto tem uma predisposição a ter essas complicações, especialmente de trombose, em relação à população normal”, colocou.

Já o diretor médico da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Jair Braga, pontua que a pandemia prejudicou o acompanhamento pré-natal das gestantes, fundamental para a identificação de problemas e comorbidades, devido ao cancelamento de consultas e o medo de contaminação nos hospitais e consultórios.

“As grávidas demoraram um pouco para entrar no grupo de risco da Covid. E depois que entraram, ficaram”, colocou.

Diante dos números, ambos os médicos ressaltam a importância das mulheres gestantes receberem a vacina contra o coronavírus.

Como chegar à meta da ONU para 2030?

Com a melhora do cenário epidemiológico da pandemia, os olhares se voltam para como melhorar o atendimento e chegar à meta de 30 mortes por 100 mil nascidos vivos, até 2030.

Para Jair Braga, o pré-natal precisa ser seguido à risca. As consultas de acompanhamento, segundo o médico, servem para identificar problemas como hipertensão e diabetes, algumas das principais causas de mortes.

O diretor médico da Maternidade Escola da UFRJ também defende a qualificação dos profissionais de saúde. “É um desafio muito grande, principalmente nas cidades que têm menos recursos”, colocou.

O pesquisador do IFF/Fiocruz, Marcos Nakamura, ainda argumenta a necessidade da ampliação de UTIs obstétricas, a melhora do encaminhamento de gestantes de risco e a resolução de problemas de infraestrutura enfrentados em alguns hospitais.

“A pandemia veio escancarar alguns problemas que já eram crônicos na rede de atenção”, avalia.

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SEGUNDO JURISTA, O STF NÃO PODE IR CONTRA A PRÓPRIA JURISPRUDÊNCIA E ANULAR OU DERRUBAR O DECRETO PRESIDENCIAL

STF não pode ir contra a própria jurisprudência’, diz Ives Gandra sobre perdão a Silveira

Jurista destaca que, em 2019, Supremo validou indulto a condenados da Lava Jato.

Divulgação | Arquivo pessoal

Para o jurista Ives Gandra Martins, o Supremo Tribunal Federal não pode ir contra a própria jurisprudência e, consequentemente, buscar anular ou derrubar o decreto presidencial, assinado por Jair Bolsonaro (PL).

A medida, antecipada pelo Conexão Política, concedeu indulto ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), perdoando as penas aplicadas ao parlamentar pelo STF.

De acordo com o jurista, em 2019 a Corte reconheceu a constitucionalidade de um decreto editado pelo ex-presidente Michel Temer (2017). Naquela ocasião, o indulto contemplou penas de pessoas condenadas na Operação Lava Jato.

Desta maneira, ele avalia que, se for preciso analisar a situação de Silveira, o STF não pode se sustentar em uma decisão contrária a algo que já foi estabelecido anteriormente.

“Evidentemente, o decreto de Bolsonaro não agradou ao Supremo. Mas, juridicamente, não acho que seja muito fácil tentar derrubar ou pretender anular, com base na jurisprudência do próprio Supremo”, afirmou Gandra Martins, conforme registro do portal de notícias R7

Fonte: Conexão Política

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SEGUNDO PESQUISA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, NATAL É A 21ª CAPITAL COM MAIOR CONSUMO DE BEBIDAS ALCÓOLICAS

Natal é 21ª colocada em ranking de capitais com maior consumo de bebidas alcoólicas em 2021

Foto: Ilustrativa

Belo Horizonte é a capital que mais consumiu bebidas alcoólicas em 2021, segundo pesquisa do Ministério da Saúde. Natal fica apenas na 21ª colocação nessa lista.

O levantamento mostra que 25,20% dos moradores de BH consumiram mais de quatro doses de bebida alcoólicas em 30 dias. Com isso, a capital lidera o ranking da pesquisa. A segunda colocada é Vitória (ES), com 23,28%, seguida por Cuiabá (MT), com 23,17%.

Já a capital que menos ingere bebidas alcoólicas é Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Apenas 12,8% dos adultos da cidade consumiram mais doses deste tipo de bebida.

Veja o ranking com todas as capitais:

  • Belo Horizonte (MG): 25,20%
  • Vitória (ES): 23,28%
  • Cuiabá (MT): 23,17%
  • Distrito Federal (DF): 22,54%
  • Salvador (BA): 22,53%
  • Palmas (TO): 22,17%
  • Porto Velho (RO): 21,74%
  • Florianópolis (PA): 21,47%
  • Macapá (AM): 20,42%
  • Rio de Janeiro (RJ): 19,90%
  • João Pessoa (PB): 19,83%
  • Campo Grande (MS): 19,77%
  • Recife (PE): 19,43%
  • Teresina (PI): 18,50%
  • Goiânia (GO): 18,39%
  • Fortaleza (CE): 18,33%
  • Boa Vista (RR): 17,87%
  • São Luís (MA): 17,85%
  • Aracaju (SE): 17,28%
  • São Paulo (SP): 15,82%
  • Natal (RN): 15,40%
  • Belém (PA): 15,31%
  • Curitiba (PR): 15,18%
  • Manaus (AM): 14,80%
  • Rio Branco (AC): 13,67%
  • Maceió (AL): 13,16%
  • Porto Alegre (RS): 12,82%

Homens beberam mais
A pesquisa levou em consideração os moradores das capitais brasileiras que consumiram quatro ou mais doses de bebidas alcóolicas, no caso das mulheres e cinco ou mais doses no caso dos homens.

Se for separar por sexo, BH continua liderando a pesquisa com o consumo de álcool entre os homens: 36,21% dos belo-horizontinos consumiram bebidas alcoólicas no período e nas doses pesquisadas no levantamento.

No caso das mulheres, em primeiro lugar na lista das que mais ingeriram bebidas alcóolicas, em 2021, aparecem as moradoras da cidade de Florianópolis, em Santa Catarina: 17, 55% delas se enquadraram no perfil do estudo. As mulheres de BH aparecem em quarto lugar.

Fonte: Blog do BG

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SEGUNDO O TSE, A PROCURA DE JOVENS PELO TÍTULO ELEITORAL PARA O PLEITO DESTE ANO SUPEROU AS ELEIÇÕES DE 2018 E 2014

Procura de jovens pelo título de eleitor é maior do que em 2014 e 2018

Incentivo de figuras públicas pode ser um dos fatores que explica aumento, avalia analista do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Renata Souza

da CNN

em São Paulo

O e-Título pode ser utilizado para se identificar na seção eleitoral, caso o eleitor tenha registrado a biometriaO e-Título pode ser utilizado para se identificar na seção eleitoral, caso o eleitor tenha registrado a biometriaFoto: Reprodução / Justiça Eleitoral

Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a procura de jovens pelo título de eleitor para o pleito deste ano superou as eleições de 2018 e 2014. Entre janeiro e março de 2022, o país ganhou 1.144.481 novos votantes na faixa etária de 15 a 18 anos. Nas duas últimas eleições gerais, em 2018 e 2014, foram emitidos 877.082 e 854.838 novos documentos, respectivamente.

Em 2022, o cadastro seguirá aberto até o dia 4 de maio, prazo máximo para o eleitor solicitar o título, transferir o domicílio eleitoral e regularizar eventuais pendências com a Justiça Eleitoral.

“Vamos lá galera! Vocês ficam falando ‘Anitta, faz alguma coisa’, mas não dá pra salvar o país sozinha, não. Faz esse título de eleitor aí logo!”, publicou a cantora em suas redes sociais.

Além disso, a polarização do cenário eleitoral deste ano pode ser outro fator colaborando nesta procura. “Esse cenário tende a incentivar os jovens a terem um maior engajamento e, por consequência, procuram participar mais ativamente do processo eleitoral. E, para tanto, é necessário ter o título de eleitor. A população tem se conscientizado cada vez mais sobre isso”, afirma Cruvinel.

Resultados negativos em uma década

Apesar do crescimento em relação às duas últimas eleições gerais, o número de adolescentes de 16 e 17 anos que solicitou o primeiro título de eleitor caiu 82% em uma década, segundo um levantamento da CNN com base em dados do TSE.

Em 2012, 2.603.094 pessoas dessa faixa etária solicitaram o documento. Neste ano, faltando menos de duas semanas para o fim do prazo, o número de novos eleitores é inferior em quase 1,5 milhão de pessoas.

emissão do documento pode ser feita pela internet, no site do TSE. O interessado deve ir na aba “Eleitor e eleições”, clicar em “Autoatendimento do eleitor” e selecionar a opção “tire seu título”.

Debate

CNN realizará o primeiro debate presidencial de 2022. O confronto entre os candidatos será transmitido ao vivo em 6 de agosto, pela TV e por nossas plataformas digitais.

*Com informações de Pauline Almeida e Beatriz Puente, da CNN

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SEGUNDO ESPECIALISTA, ALTA NO PREÇO DO PETRÓLEO E A BUSCA PELA SUSTENTABILIDADE IMPULSIONAM O USO DE BIOCOMBUSTÍVEIS QUE REPRESENTA GRANDE OPORTUNIDADE PARA O BRASIL

Marcos Fava Neves: Alta no uso de biocombustíveis é grande oportunidade para Brasil

O Especialista CNN em agronegócio explica como o Brasil pode aproveitar a alta no uso de biocombustíveis para crescer no mercado internacional

Fernanda Pinotti

da CNN

em São Paulo

 

Especialista CNN em agronegócio Marcos Fava Neves explicou que a alta no preço do petróleo e a busca por sustentabilidade impulsionam o uso de biocombustíveis, o que representa uma grande oportunidade para a sociedade brasileira.

“Quando os Estados Unidos começaram a misturar 10% de etanol na gasolina em 2005, 140 milhões de toneladas de milho passaram a ser destinadas a esse uso, e o Brasil acabou ocupando esse espaço no mercado internacional”, explica.

Enquanto os americanos discutem aumentar essa porcentagem, outros países estão promovendo iniciativas semelhantes. Para Neves, o Brasil pode expandir a economia de maneira sustentável para ocupar o espaço no mercado internacional que deixa de ser ocupados por esses países.

“É uma grande oportunidade para aumentar exportações, geração de renda e criação de empregos.”

Fonte: CNN

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SEGUNDO INFECTOLOGISTA, FALTA CAMPANHA DE INCENTIVO À VACINAÇÃO CONTRA GRIPE

Adesão à vacina da gripe é baixa e falta campanha de incentivo, diz infectologista

À CNN Rádio, Rosana Richtmann afirmou que o público-alvo tem uma percepção de risco mais voltada à Covid-19

Amanda Garcia

da CNN

Vacinas contra a gripe são atualizadas anualmenteVacinas contra a gripe são atualizadas anualmenteThamyres Ferreira/MS

A campanha de vacinação contra a gripe imunizou apenas 8,8% do público-alvo até o momento. A infectologista Rosana Richtmann reforçou que este número é “muito baixo” e que há uma percepção de risco da população diferente.

Em entrevista à CNN Rádio, a diretora do Comitê de Imunizações da Sociedade Brasileira de Infectologia destacou que esta primeira etapa, que tem como público-alvo os profissionais de saúde e idosos acima de 60 anos, geralmente tem adesão mais forte à campanha.

“Eu julgo que a percepção de risco da população é muito mais voltada à Covid-19 do que o vírus da gripe, mas se se perguntar para qualquer pessoa que teve o influenza, aquele da dor no corpo, febre, com a descrição de que passou um trem sobre a pessoa, ela não teria dúvida em se vacinar”, disse.

A infectologista alerta que a gripe “continua sendo uma doença universal, que circula em todo o mundo” e que tem “poder de causar doença mais grave doença mais grave, em especial nos grupos vulneráveis.”

“Pode evoluir para uma pneumonia mais grave, por exemplo”, completou. A infectologista lembrou que a gripe “é uma caixinha de surpresas”: “Nunca sabemos a intensidade e a virulência do vírus que vai circular em 2022, nosso papel é de estar protegidos com a vacina, que impede de levar a quadros mais graves.”

Na opinião de Rosana Richtmann, quando eventualmente tiver casos, haverá corrida atrás da vacina, mas que essa ação “tem que ser preventiva.”

“Infelizmente falta muita campanha, a comunicação está muito ruim, muita gente me pergunta se pode tomar ou não as vacinas da Covid-19 e da gripe ao mesmo tempo, isso está liberado faz tempo”, reforçou.

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SAÚDE: SEGUNDO QUEIROGA, PORTARIA QUE ENCERRA EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA DEVE SER PUBLICADA ATÉ QUARTA-FEIRA

Portaria deve ser publicada até quarta-feira, diz Queiroga à CNN

Em pronunciamento, ministro da Saúde afirmou que atual cenário epidemiológico do país permite o encerramento do estado de emergência decretado com a pandemia do coronavírus

Gustavo Uribeda CNN

em Brasília

Marcelo Queiroga, ministro da SaúdeMarcelo Queiroga, ministro da SaúdeWalterson Rosa/MS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse à CNN que a portaria que encerra a emergência em saúde pública deve ser publicada até esta quarta-feira (20) no Diário Oficial da União (DOU).

“Nenhuma política pública essencial ao enfrentamento da Covid-19 será interrompida”, ressaltou.

Em pronunciamento, na noite deste domingo (17), o ministro afirmou que o atual cenário epidemiológico do país permite o encerramento do estado de emergência decretado com a pandemia do coronavírus.

“Graças à melhora do cenário epidemiológico, à ampla cobertura vacinal da população e à capacidade de assistência do SUS, temos condições de anunciar o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional – a ESPIN. Nos próximos dias, será editado um ato normativo disciplinando essa decisão”, disse.

O Ministério da Saúde avalia conceder um prazo de adaptação de pelo menos 30 dias, com possibilidade de prorrogação.

No pronunciamento, o ministro ressaltou ainda a cobertura vacinal no Brasil e falou que a decisão não significa o fim da pandemia do novo coronavírus.

“Esta medida, no entanto, não significa o fim da Covid-19. Continuaremos a conviver com o vírus. Hoje, mais de 73% da população brasileira completou o esquema vacinal e mais de 71 milhões receberam a dose de reforço. Temos vacinas disponíveis e os brasileiros acessam livremente essa política pública”, ressaltou.

Neste domingo (17), o Brasil registrou 22 mortes por Covid-19, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conasss). Esse é o menor número registrado desde 29 de março de 2020, no início da pandemia, quando o país também teve 22 mortes pela doença.

Fonte: CNN

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SEGUNDO LEVANTAMENTO DO SERASA, MAIS DE UM TERÇO DOS BRASILEIROS TIVERAM REDUÇÃO DE RENDA DEVIDO IMPACTOS CAUSADOS PELA PANDEMIA

Mais de um terço dos brasileiros tiveram redução de renda durante a pandemia

Segundo levantamento da Serasa e Opinion Box, as finanças de 34% da população foram reduzidas após dois anos de Covid-19

Fabrício Julião

do CNN Brasil Business

em São Paulo

Consumidores fazem compras em rua comercial de São PauloConsumidores fazem compras em rua comercial de São Paulo21/12/2020REUTERS/Amanda Perobelli

Um levantamento realizado pela Serasa e pelo Opinion Box apontou que pouco mais de um terço dos brasileiros tiveram redução de renda devido aos impactos da pandemia do coronavírus.

A pesquisa “Pandemia e os Impactos Financeiros” mostrou como a vida financeira dos brasileiros foi afetada após dois anos de enfrentamento da Covid-19 e os reflexos dessas transformações nos hábitos de consumo, lazer e comportamento.

Cresceu também o número de pessoas que afirmaram ter verificado aumento nas despesas. Saltou de metade, no ano passado, para 63% este ano.

No entanto, mesmo com o aumento de gastos e a queda da renda, os brasileiros voltaram a pagar as contas em dia. O percentual de pontualidade subiu de 46% em 2021 para 51% em 2022.

O estudo chama a atenção para os números da região Centro-Oeste. A pesquisa constatou que 62% dos entrevistados da região realizam o pagamento das contas em dia, — a maior proporção em relação ao geral do país.

Corte de gastos

Em razão dos impactos financeiros, houve aumento no corte de gastos. Para passar a pandemia sem dívidas ou sem atrasar as contas, 51% dos entrevistados disseram ter cortado os gastos desnecessários, enquanto em 2021 eram 46% nessa situação.

Além disso, 42% revelaram que começaram a se planejar mais, contra 21% em 2021. Isso fez com que os brasileiros começassem a guardar recursos para casos de imprevistos — 67% disseram que dão mais importância em ter dinheiro guardado, 62% admitiram ter aprendido a cuidar melhor do capital e 54% perceberam que gastavam muito com o que não precisavam.

Ainda assim, mesmo que a consciência tenha aumentado, a reserva financeira dos brasileiros diminuiu um pouco durante a pandemia. Em fevereiro de 2021, 50% disseram terem dinheiro guardado. Agora, esse percentual caiu para 48%.

Fonte: CNN

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SEGUNDO MINISTÉRIO DA SAÚDE, O PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA DOENÇA DE CHAGAS NO BRASIL TEM APRESENTADO MUDANÇAS

Ministério da Saúde chama atenção para transmissão oral da doença de Chagas

Perfil epidemiológico atual evidencia a transmissão oral pela ingestão de alimentos contaminados, principalmente na região amazônica

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Protozoário Trypanosoma cruzi, causador da doença de ChagasProtozoário Trypanosoma cruzi, causador da doença de ChagasEd Reschke/Getty Images

A doença de Chagas, infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, geralmente é transmitida pelo contato com fezes de insetos triatomíneos infectados, como o barbeiro, após a picada. No entanto, o perfil epidemiológico da doença no Brasil tem apresentado mudanças segundo o Ministério da Saúde.

O contexto atual evidencia a ocorrência de casos agudos relacionados à transmissão envolvendo espécies silvestres infectadas pelo parasito e à transmissão oral pela ingestão de alimentos contaminados, principalmente na região amazônica. Há ainda a predominância de casos crônicos decorrentes da infecção em décadas passadas.

Ministério da Saúde estima que 1,9 a 4,6 milhões de pessoas estão infectadas atualmente no país (1 a 2,4% da população). As informações foram divulgadas em evento realizado nesta quarta-feira (13), em alusão ao Dia Mundial da Doença de Chagas, celebrado no dia 14 de abril.

“A doença de Chagas ainda pode afetar uma população grande de pessoas, mais de 65 milhões de pessoas, sobretudo em países da América Latina, estão em risco para essa doença. Já vencemos muitos desafios, já melhoramos as condições socioeconômicas, mas ainda persiste em função das desigualdades sociais, não só a possibilidade da transmissão habitual, como outras formas de transmissão, como transmissão oral e a questão congênita”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Na transmissão vetorial, o Trypanosoma cruzi é transmitido durante a alimentação do barbeiro. Assim que o inseto termina de se alimentar, ele defeca, eliminando os protozoários que entram em contato com a ferida na pele humana.

O Ministério da Saúde chama atenção para outro modo de transmissão, que consiste na ingestão de alimentos contaminados com os insetos ou fezes triturados, incluindo o açaí, cana de açúcar e sucos de frutas. A doença de Chagas também pode ser transmitida por transfusão de sangue ou durante a gravidez, da mãe contaminada para o filho.

O chefe da Unidade de Doenças Tropicais Negligenciadas e Transmitidas por Vetores da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Luis Castellanos, afirmou que o enfrentamento da doença pelos países envolve três pilares fundamentais: estabelecer alianças, promover e apoiar a pesquisa e demonstrar compromisso.

“Estabelecer alianças devem ser vistas no interior do país e também fora do país, alianças interinstitucionais e intergovernamentais”, disse.

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima, destacou a importância do diagnóstico e tratamento oportunos da infecção. “Para a Fiocruz, a doença de Chagas constitui um grande desafio de saúde pública desde os primórdios da nossa instituição com a incrível descoberta científica de Carlos Chagas”, afirmou.

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SEGUNDO PESQUISA, NATAL É O SEGUNDO DESTINO NACIONAL MAIS VENDIDO E VISITADO DO BRASIL

Natal é o segundo destino mais procurado do Brasil, aponta pesquisa

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:12

Foto: Divulgação/ABIH-RN

O Rio Grande do Norte aparece mais uma vez como destaque no cenário do turismo nacional. Em anúncio realizado nesta segunda-feira (11), pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo – Braztoa, Natal, a porta de entrada do turista no RN, figura como segundo destino nacional mais vendido e visitado, empatado com Gramado/RS.

O resultado é fruto do trabalho realizado pela Emprotur – Empresa Potiguar de Promoção Turística em parceria com os gestores e o comércio turístico potiguar para a Promoção do Estado do Rio Grande do Norte em mercados públicos públicos estratégicos.

A capital potiguar superou destinos tradicionais como: Rio de Janeiro, Porto de Galinhas, Fortaleza e Maceió. “Esse é um resultado importante e que merece ser conhecido. Não estamos no ranking pelo segundo ano consecutivo, reunindo os resultados de um trabalho focado e direcionado para o aumento das vendas”, declara o diretor-presidente da Emprotur, Bruno Reis.

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SEGUNDO LEVANTAMENTO DA CNM, CADA DESASTRE NATURAL NO BRASIL AFETA 3,4 MIL PESSOAS

A cada desastre natural no Brasil, em média, 3,4 mil pessoas são afetadas

Em 2022, prejuízos financeiros causados por extremos ambientais somam mais de R$ 72 bilhões

Lucas Janone

da CNN

Rio de Janeiro

 

A cada desastre natural ocorrido no Brasil em 2022, cerca de 3,4 mil pessoas foram afetadas diretamente. Foi o que a reportagem da CNN apurou, com base em um levantamento produzido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). No estudo, foram contabilizados os desalojados, desabrigados, vítimas fatais e pessoas afetadas pelas estiagens.

Os dados mostram que quase oito milhões de brasileiros foram afetados por catástrofes ambientais nos primeiros três meses deste ano. Enquanto isso, no mesmo período analisado, foram contabilizadas 2,2 mil ‘anormalidades’ ambientais no país, como aponta o relatório.

Entre os eventos adversos, as secas e estiagens foram as mais recorrentes, sendo responsáveis por 40% dos problemas ambientais no Brasil em 2022. Já as fortes chuvas, as enxurradas, as inundações e os alagamentos representam, juntos, 15,7% das ocorrências. Os vendavais e os deslizamentos também aparecem na lista com um percentual de 3,2% e 1,3%, respectivamente.

O estado de Minas Gerais foi o mais afetado por catástrofes ambientais, com 8 mil eventos ao longo dos primeiros meses do ano. Logo em seguida aparecem Bahia, Paraíba e Santa Catarina, que totalizam 14 mil anormalidades. O Rio de Janeiro também aparece como destaque negativo, com quase 1,5 mil desastres.

No estado fluminense, os principais problemas foram referentes ao volume de chuvas e aos deslizamentos.

Na primeira semana de abril, o Rio de Janeiro registrou chuvas torrenciais em diversas regiões do estado. Pelo menos 20 pessoas morreram em diversos municípios fluminenses, segundo os dados da Defesa Civil. Já no mês anterior, a cidade de Petrópolis, município serrano do estado, registrou o maior volume pluviométrico dos últimos 90 anos. Nesta tragédia, 241 pessoas morreram e mais de 2,7 mil imóveis foram diretamente atingidos, segundo o Corpo de Bombeiros.

Para o pesquisador e biólogo, Mário Moscatelli, o cenário atual é um “filme de terror”. Ele destaca que as tragédias ambientais serão cada vez mais comuns, caso políticas públicas não sejam adotadas.

“O aquecimento global deixa um rastro que nós já estamos percebendo. São tragédia consecutivas e vamos ter cada vez mais dilúvios, desabamentos caso políticas públicas não sejam tomadas. Nós temos o exemplo de Ilha Grande, cidade do Rio de Janeiro, que teve os maiores níveis de chuvas da história. Extremos climáticos serão cada vez mais comuns e precisamos nos adaptar ou mais brasileiros irão morrer. É um filme de terror”, disse Moscatelli.

A pesquisa da CNM aponta que os prejuízos financeiros causados por desastres naturais no Brasil somam mais de R$ 72 bilhões em 2022 – recorde anual alcançado em apenas quatro meses, entre janeiro e abril. Em 2021, durante os 12 meses, o montante despendido foi de R$ 60,3 bilhões.

“É um dinheiro que poderia ser destinado para a prevenção e modernização das cidades, e não para tratar a consequência dos problemas. Caso fosse corretamente investido, esse valor poderia salvar vidas. Só pra termos nossa do prejuízo, o orçamento do estado do Rio de Janeiro prevê uma arrecadação de R$ 92 bilhões em 2022. Ou seja, o valor gasto com prejuízos ambientais está muito próximo de tudo que o estado fluminense espera receber até o fim do ano. Em comparação com o orçamento anual de São Paulo, estado mais rico do país, os valores gastos com eventos naturais representam um terço da economia anual”, explicou à CNN, o coordenador do MBA em Gestão Financeira da FGV, Ricardo Teixeira.

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SEGUNDO DCCI, CAI 87% O NÚMERO DE INFECÇÃO POR HIV EM CRIANÇAS DE ATÉ 5 ANOS NO BRASIL

Número de infecções por HIV em crianças de até 5 anos no Brasil cai 87% em 12 anos

Dados mostram que número de casos caiu de 562 para apenas 74 entre 2009 e 2021

Filipe Brasil

da CNN*

no Rio de Janeiro

Teste rápido para diagnóstico de HIVTeste rápido para diagnóstico de HIVBreno Esaki/Agência Saúde

O número de casos de infecção por HIV entre crianças de até 5 anos no Brasil caiu 87% entre 2009 e 2021, segundo indicadores do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI), do Ministério da Saúde (MS).

Em termos absolutos, o número de registros caiu de 562 para apenas 74 nesse período.

A transmissão do Vírus da Imunodeficiência Humana de mulheres grávidas para fetos acontece pela chamada transmissão vertical, que se dá durante a gestação, o parto ou até pela amamentação. Pessoas com o vírus podem ou não desenvolver a Síndrome da Imunodeficiência Humana (AIDS, na sigla em inglês), tudo depende de ter o diagnóstico e iniciar o tratamento o quanto antes.

“Além da maior informação que essas mães recebem hoje em dia, a queda aconteceu por conta do exame que é feito logo que a mulher fica grávida. Assim o risco diminui infinitamente, mas também é crucial que a gestante continue o acompanhamento. Isso porque aqui no projeto, por exemplo, temos casos de mães que passaram bem pela gestação, mas acabaram se infectando durante a amamentação sem saber e passaram para o bebê”, diz a assistente social.

Ainda segundo Adriana, os cuidados durante a gestação tiveram grande avanço nos últimos anos, mas “ainda há pouca comunicação sobre a AIDS para as crianças, que hoje nem sequer sabem o que significa”.

“O que me preocupa atualmente é que paramos de falar sobre a AIDS e as crianças de 8, 9 e até 10 anos muitas vezes não sabem o que é. São esses que em breve serão jovens e vão começar a vida sexual sem consciência, se relacionando sem proteção. E tudo isso pode gerar uma explosão de infecções novamente”, diz Adriana.

Queda de casos entre gestantes

Dados da plataforma de indicadores do Ministério da Saúde indicam que também houve queda na infecção de gestantes nos últimos anos. De 2017 a 2020, ano dos últimos dados compilados pelo ministério, o número de infectadas por mil nascidos vivos foi de 8.577 para 4.280 – uma redução de 50%. Especialistas ponderam, entretanto, que em 2020, por causa da pandemia, os dados podem apresentar alto grau de subnotificação, já que muitas pessoas deixaram de ir aos hospitais devido à Covid-19.

O presidente da Comissão Nacional Especializada em Doenças Infectocontagiosas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), o ginecologista Geraldo Duarte, afirma que a queda no número de casos se justifica principalmente pela melhora nos protocolos de tratamento e maior disponibilização de testes.

“Há cerca de 5, 6 anos, as pessoas diagnosticadas só começavam a receber tratamento no momento em que tinham sintomas de imunodeficiência por causa da AIDS. Depois de muita pressão da sociedade, esse protocolo foi modificado e o tratamento passa a ter início logo que acontece o diagnóstico. Por outro lado, a maior disponibilidade de testes permite diagnósticos antecipados e tratamento nas etapas iniciais da doença”, explica o ginecologista.

Para o médico, o número de infecções entre gestantes é um importante indicativo da situação da doença no país.

“Se cai o número de grávidas infectadas, cai também o de crianças e, consequentemente, o de adultos no futuro. Então a tendência é que o número de infecções totais no país acompanhe a variação da doença entre as gestantes”, explica o ginecologista.

Número total de casos também cai no Brasil

O número total de casos de AIDS no país cai a cada ano desde 2013. Nesse período, houve queda de 69%. De 43.493 casos em 2013, o Brasil foi para 13.501 em 2021.

As mortes causadas pela doença também caíram no país: de 2015 a 2020, ano do último dado compilado pelo ministério, os óbitos que tiveram por causa básica a AIDS foram de 12.667 para 10.417.

Para Paulo de Souza Júnior, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica da Fiocruz (ICICT/Fiocruz), o avanço no combate à doença no país se deve principalmente à atuação do DCCI no tratamento imediato após o diagnóstico da doença.

“Os números mostram que as ações do departamento têm sido bastante efetivas. Com o tratamento antecipado, além de reduzir os riscos de o paciente vir a ter infecções relacionadas ao HIV e reduzir o risco de óbito, aumentam também as chances de o paciente se manter vinculado ao serviço de saúde. Com isso, muitos nem chegam a ter a AIDS e morrem por outras causas”, diz o pesquisador da Fiocruz.

Números do estado do Rio

No Estado do Rio de Janeiro, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) identificou a mesma tendência de queda nas infecções. O número de crianças de até 5 anos com HIV no estado diminuiu 55,9% de 2018 para 2021.

Em 2018, o estado registrou 34 casos de transmissão vertical. Em 2019, o número caiu para 32. Em 2020, foram 19 e em 2021, 15.

Segundo a gerente de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST/AIDS) da SES, Juliana Rebello, quanto mais cedo o vírus for detectado e a terapia antirretroviral começar, melhor.

“Com o tratamento, é possível reduzir a carga viral da mãe até que ela fique indetectável e, assim, impedir a transmissão do HIV para a criança”, explica a servidora.

Fonte: CNN

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A LENDA: SEGUNDO MITOLOGIA JAPONESA, PEDRA MORTÍFERA SE ABRIU EM PARQUE NO JAPÃO SUPOSTAMENTE LIBERANDO ESPÍRITO MALIGNO DE RAPOSA APRISIONADO

Pedra da morte”, que supostamente tem espírito maligno, é partida no Japão

Tamamo-no-Mae, um espírito de raposa de nove caudas que ficou preso por quase 900 anos, está à solta após a rocha se partir

Megan Marples

da CNN

Uma pedra mortífera se partiu ao meio no Parque Nacional Nikko, no Japão, supostamente liberando um espírito maligno de raposa de nove caudasUma pedra mortífera se partiu ao meio no Parque Nacional Nikko, no Japão, supostamente liberando um espírito maligno de raposa de nove caudas Ministry of the Environment

Um espírito de raposa malvado está à solta depois de se libertar de sua prisão de pedra — isto é, se você acredita na mitologia japonesa.

Uma Sessho-seki, ou “pedra da morte”, foi encontrada rachada ao meio neste mês no Parque Nacional Nikko, cerca de 160 quilômetros ao norte de Tóquio.

Ninguém sabe exatamente o que causou a rachadura da pedra, mas os meses frios de inverno podem ter contribuído, disse Nick Kapur, professor associado de história da Universidade Rutgers em Camden, Nova Jersey.

A cada inverno, a água poderia ter infiltrado na rachadura, ter sido congelada e depois expandida, disse ele.

Existem várias versões da lenda, mas acreditava-se que Tamamo-no-Mae, um espírito de raposa de nove caudas, ficou preso na rocha por quase 900 anos.

As histórias giram em torno do imperador aposentado Toba, que reinou no Japão de 1107 a 1123. Tamamo-no-Mae era conhecida por suas habilidades de mudança de forma, então ela se transformou em uma bela mulher e chamou a atenção do imperador, disse Kapur.

À medida que ela se aproximava do imperador, ele adoeceu gravemente, disse Kapur. Um astrólogo da corte usou a adivinhação para determinar que Tamamo-no-Mae era o culpado, disse ele.

Uma vez que seu plano foi frustrado, ela fugiu para o deserto, mudando de forma para tentar ficar escondida, disse ele. No entanto, os samurais enviados atrás dela eventualmente alcançaram o espírito da raposa, disse Kapur.

Quando um dos guerreiros atirou nela com uma flecha, sua forma física foi morta, então seu espírito se transformou em pedra, disse ele.

A lenda diz que se você tocar a pedra, você morre, daí o nome pedra da morte, disse Kapur.

Não há provas das habilidades sobrenaturais da pedra, mas sua localização única pode ter dado substância aos rumores, disse Yoshiko Okuyama, professor de estudos japoneses da Universidade do Havaí em Hilo.

A pedra está perto de vários vulcões, então gases ocasionais que foram liberados podem ter matado alguns animais ou humanos ao longo dos anos, disse ela.

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Um espírito com uma mudança de coração

A rocha se tornou um dos principais locais de turismo e disparou em popularidade, mas não se compara à fama do espírito, disse Okuyama.

O espírito da raposa fez inúmeras aparições na mídia japonesa moderna, muitas vezes como o personagem vilão que virou herói, disse ela.

“Adaptações mais recentes em mangá e anime não querem retratar mulheres de maneira misógina”, disse Okuyama.

Em mitos japoneses mais antigos, as histórias giravam em torno de espíritos femininos malignos para minar o poder dos machos, disse Kapur.

Um presságio para o nosso tempo

Depois que a pedra rachou, as pessoas foram rápidas em informar o momento da quebra.

Muitos consideraram o evento um mau presságio, considerando a pandemia e a guerra entre a Ucrânia e a Rússia, disse Kapur.

Outros acreditavam que era um bom presságio, dizendo que ela foi libertada para impedir o presidente russo, Vladimir Putin, e a guerra na Ucrânia, disse ele.

“Se você estiver com vontade de encarar isso de forma negativa, certamente pode, mas se quiser dar uma olhada positiva, talvez esse espírito de raposa nos ajude em nosso momento de necessidade”, disse Kapur.

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SEGUNDO DIEESE, NO MÊS DE MARÇO PREÇO DA CESTA BÁSICA TEVE AUMENTO DE 3,2% EM NATAL

Por g1 RN

 

Pão francês foi um dos que mais subiram de preço — Foto: DivulgaçãoPão francês foi um dos que mais subiram de preço — Foto: Divulgação

O preço da cesta básica aumentou 3,2% em Natal no último mês de março em comparação com fevereiro.

O crescimento foi registrado na Pesquisa Nacional da Cesta Básica, publicada nesta quarta-feira (6) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O aumento foi o quinto menor entre as 17 capitais monitoradas pelo relatório, a frente apenas de Recife (2,2%), Belém (1,9%), Aracaju (1,5%) e Salvador (1,4%).

Já os principais aumentos foram no Rio de Janeiro (7,6%) e em Curitiba (7,4%). Todas as capitais tiveram aumento em março, segundo o Dieese.

Considerando todo o ano de 2022, esse aumento já ultrapassa os 8% em Natal. Ele é ainda mais sentido quando o recorte é de 12 meses: a cesta básica passou a custar 20% a mais na capital.

Preço

De acordo com a Pesquisa Nacional do Dieese, a cesta básica custou no mês de março em Natal a média de R$ 575,33valor equivalente a 51,3% do salário mínimo líquido.

Esse preço também é o quinto menor do país, a frente de João Pessoa (R$ 567,84), Recife (R$ 561,57), Salvador (R$ 560,39) e Aracaju (R$ 524,99).

As cestas mais caras em março foram vendidas em São Paulo (R$ 761,19) e no Rio de Janeiro (R$ 750,71).

Produtos

Entre as 17 capitais analisadas pelo Dieese, Natal teve altas significativas em alguns produtos componentes da cesta básica no mês de março.

quilo do pão francês subiu 5,8% na capital potiguar, a quarta maior alta o país no período.

Outro preço que subiu foi o do quilo do açúcar. Das 17 capitais, 15 registraram aumento e Natal o segundo maior, com um crescimento de 2,3%.

O quilo da manteiga também subiu em média em Natal, tendo avançado 3,1%, quarta maior variação positiva no país.

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SEGUNDO DECISÃO DO STJ, LEI MARIA DA PENHA SERÁ APLICADA A MULHERES TRANS

STJ decide que Lei Maria da Penha é aplicável a mulheres trans

Decisão dos ministros da 6ª turma do Superior Tribunal de Justiça foi unânime a favor de vítima que alega ter sido agredida pelo pai

Gabriel Hirabahasi

da CNN

em Brasília

 

A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, nesta terça-feira (5), que a lei Maria da Penha é aplicável a uma mulher transgênero.

Por unanimidade, os ministros foram favoráveis a um recurso apresentado em favor de uma mulher transgênero que alega ter sido agredida pelo pai.

Os desembargadores da 10ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) haviam entendido que a lei Maria da Penha somente poderia ser aplicada em casos de violência doméstica ou familiar contra pessoas do sexo feminino – levando-se em conta exclusivamente o aspecto biológico.

No caso concreto, a mulher alega que sofreu agressões que deixaram marcas visíveis, constatadas por autoridade policial. Segundo ela, seu pai chegou em casa alterado e, quando tentou sair da residência, ela foi imobilizada e jogada na parede e empurrada. Ela ainda foi ameaçada com um pedaço de madeira e conseguiu fugir.

O relator do caso, ministro Rogerio Schietti, afirmou que a decisão da Justiça em 1º e 2º Instâncias levou em consideração apenas a situação biológica, e não a identidade de gênero.

“Este recurso especial, que, como foi dito, se interpôs contra decisão do juízo de 1º grau e 2º grau do Tribunal de Justiça de São Paulo que afastaram a proteção a Lei Maria da Penha para recorrida com o argumento de que quando a Lei Maria da Penha se refere a mulher o conceito de mulher seria um conceito meramente biológico, não abrangendo situações em que pela identidade de gênero deveria estender essa proteção a todas essas pessoas que se identificam como mulheres”, afirmou.

O ministro argumentou, ainda, que a discussão toda está rodeada de “uma certa transfobia” e disse que a própria população e algumas instituições reproduzem uma cultura “patriarcal” e “misógina”.

“Aqui há por trás de toda essa discussão uma certa transfobia, e o Brasil infelizmente é um pais recordista em índices ignominiosos em relação ao trato que a própria população e algumas instituições direcionam a quem não se ajusta numa concepção heteronormativa, num binarismo, que até nas pequenas coisas costuma formar nossa cultura, uma cultura patriarcal, misógina, que se reflete em índices de assassinatos de transexuais e travestis que há 13 anos inserem o Brasil como país com maior número de assassinatos de pessoas trans no mundo”, disse.

Os ministros Antonio Saldanha, Olindo Menezes, Laurita Vaz e Sebastião Reis acompanharam o relator e também votaram a favor do recurso e pela imposição de medidas protetivas requeridas pela vítima.

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SEGUNDO A SEAD, O PAGAMENTO DA PRIMEIRA PARCELA DO REAJUSTE DO PISO SALARIAL PARA PROFESSORES TEMPORÁRIOS SERÁ REALIZADO ATÉ O DIA 15 DE ABRIL

Primeira parcela do reajuste do piso dos professores no RN será paga até 15 de abril, diz Sead

04 abr 2022

Governo envia projeto para reajuste do piso dos professores - 10/04/2019 - Notícia - Tribuna do Norte

A Secretaria de Estado da Administração (Sead) informou que, devido ao curto tempo para implantação da folha suplementar, o pagamento da primeira parcela do reajuste do piso salarial da educação para os professores temporários será realizado até o dia 15 de abril.

A Sead ratificou que neste sábado (2) recebem os servidores da ativa e na segunda-feira (4), ao longo do dia, recebem os aposentados e pensionistas.

Fonte: Política em Foco
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SEGUNDO PESQUISA DO PROCON, PREÇO MÉDIO DO GÁS DE COZINHA EM NATAL É DE R$ 119,86

Preço médio do gás de cozinha em Natal é de R$ 119,86, constata Procon

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Procon Natal (Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de Natal) realizou pesquisa de preço de Gás Liquefeito de Petróleo, mais conhecido como GLP ou gás de cozinha, no dia 23 de março de 2022 nas quatro regiões da cidade e passou pelos bairros de Potengi, Pajuçara, Igapó, Nossa Senhora da Apresentação, Rocas, Neópolis, Ponta Negra, Pitimbu, Cidade Alta, Mãe Luíza, Nova Descoberta e Quintas, contemplando todas as regiões da cidade. O Núcleo de pesquisa percorreu um total de 21 pontos de venda, levando em consideração o porte do estabelecimento e o registro de licenciamento de comercialização desse produto fixado e identificado junto com a placa de preço.

A pesquisa encontrou o botijão de 13 kg sendo vendido no comércio de Natal ao preço mais comum de R$ 120,00, ou seja, 42% dos estabelecimentos pesquisados tinha esse valor a venda para o consumidor, e também deve estar atento nos preços praticados no comércio, uma vez que a pesquisa encontrou estabelecimento com o menor preço de R$ 110,00, e isso representa uma economia de R$ 9,86, da mesma forma, foi observado que em 28,57% dos estabelecimentos estão com seus preços abaixo da média pesquisada, ou seja, uma economia significativa para o consumidor.

O reajuste do gás de cozinha anunciado pela Petrobras nesse mês de março chegou a 16% nas refinarias, passando de R$ 3,86 para R$ 4,48 o quilo. Assim o preço do botijão pago pelos consumidores nos pontos de revenda, dentre outros também estão incluídos os custos e as margens de comercialização das distribuidoras e dos pontos de revenda, onde representa 19,9% e 23,5% respectivamente. Esse reajuste, no entanto, afeta a vida dos brasileiros de baixa renda em um cenário de inflação no Brasil. Mesmo com aprovação de projeto no Congresso Nacional que estabelece a ampliação do auxílio gás, dobrando o alcance do beneficio que custeia o botijão de gás, essa iniciativa é paliativa, uma vez que a política da Petrobras é de equiparação de preço internacional – EPI.

Análise dos dados

A pesquisa realizada pelo Procon Natal, encontrou o preço médio do botijão GLP de 13 kg de gás de cozinha em Natal no mês de março por R$ 119,86, o maior preço encontrado foi de R$ 130,00 e o menor preço de R$ 110,00, preços praticados à vista, a variação entre o maior e o menor preço é de 13,64%.

Na última pesquisa em dezembro o preço médio desse produto era de R$ 108,48, o maior preço encontrado foi de R$ 113,00 e o menor preço de R$ 100,00, preços à vista, a variação entre o maior e o menor preço é de 13%. Analisando as duas pesquisas, a varição no preço médio da pesquisa anterior para a atual chega a 10,49%.

Mais uma vez, o Núcleo de pesquisa orienta os consumidores que existe diferença no preço desse produto à vista e no cartão que chega a R$ 5, uma vez que em determinados estabelecimentos o preço é de R$ 125,00 à vista e 130,00 no cartão, prática essa legal aos comerciantes pela Lei 13.455 de 2017 onde os mesmos estão autorizados a oferecer preços diferenciados para pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito ou débito, desde que devidamente explícito ao consumidor. Entretanto, a pesquisa também identificou que 38% dos pontos de venda localizados na zona norte e zona sul, não fazem diferenciação de preço a essa prática.

Conclusão

“Então, o ano praticamente se inicia para o consumidor com mais um aumento desse produto, ou seja, da mesma do ano anterior com sucessivos aumentos aplicados pela política da Petrobras ao gás de cozinha em uma economia de mercado com custo em reais e uma valorização dolarizada, com reflexos da globalização em lucros para a estatal brasileira para acionista, deixando de lado a parte social da empresa, agravando uma crise socioeconômica em muitas famílias para sobreviver”, destacou o instituto.

O Procon Natal disponibiliza a pesquisa na íntegra aos consumidores em sua página virtual no site, www.natal.rn.gov.br/procon/pesquisa, com preço do botijão de 13Kg mais barato, as médias e as variações encontradas, e orienta aos consumidores que utilizem-se da pesquisa para economizar na hora da compra desse produto uma vez que encontrará o endereço dos estabelecimentos pesquisados e os preços praticados à vista e no cartão.

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SEGUNDO LEVANTAMENTO, 16 ESTADOS E DF TORNARAM O USO DE PROTEÇÃO FACIAL FACULTATIVO

Entenda as questões legais envolvidas na liberação de máscaras pelos estados

De acordo com um levantamento feito pela CNN, ao menos 16 estados e o Distrito Federal já tornaram o uso da proteção facial facultativo

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

Supremo Tribunal Federal (STF) assegurou que governos estaduais e municipais têm competência para a adoção ou manutenção de medidas restritivasSupremo Tribunal Federal (STF) assegurou que governos estaduais e municipais têm competência para a adoção ou manutenção de medidas restritivasRovena Rosa/Agência Brasil

O avanço da vacinação e a melhora dos indicadores da pandemia de Covid-19 têm sido apontados como argumentos para a flexibilização do uso de máscaras por estados e municípios brasileiros.

De acordo com um levantamento feito pela CNN, ao menos 16 estados e o Distrito Federal já tornaram o uso da proteção facial facultativo. Entre as capitais, 20 cidades e o Distrito Federal flexibilizaram a medida. Em oito capitais, o uso do equipamento deixou de ser obrigatório tanto em locais abertos quanto em ambientes fechados.

As primeiras menções na legislação sobre o uso de máscara como medida preventiva contra a Covid-19 são de fevereiro de 2020, no início da pandemia. A decisão de governadores e prefeitos pela retirada da obrigatoriedade da proteção facial abre uma discussão sobre a validade dos dispositivos da lei federal.

Especialistas consultados pela CNN explicam o contexto jurídico envolvendo o tema.

O que diz a legislação vigente

Lei 13.979, que aborda medidas para enfrentamento da pandemia no país, entrou em vigor no dia 7 de fevereiro de 2020. Além da regulamentação sobre o uso de máscaras, o texto prevê regras de isolamento, quarentena e fechamento de portos, rodovias e aeroportos para entrada e saída do país. A eficácia da lei está associada à manutenção da situação de emergência nacional, declarada no dia 3 de fevereiro de 2020.

No dia 2 de julho de 2020, o presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou a Lei 14.019, que alterou a legislação vigente com vetos ao uso obrigatório de máscaras em locais fechados como indústrias, lojas, templos e escolas.

No entanto, o Congresso Nacional derrubou os vetos presidenciais no dia 19 de agosto de 2020.

STF assegura autonomia de estados e municípios

O Supremo Tribunal Federal (STF) assegurou que governos estaduais e municipais têm competência para a adoção ou manutenção de medidas restritivas durante a pandemia, no exercício de suas atribuições e no âmbito de seus territórios. As ações incluem a imposição do distanciamento social, suspensão de atividades de ensino, restrições de comércio, atividades culturais, circulação de pessoas, entre outras.

Em sua decisão, o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou que a gravidade da emergência causada pela pandemia exige das autoridades brasileiras, em todos os níveis de governo, a efetivação concreta da proteção à saúde pública, com a adoção de todas as medidas possíveis e tecnicamente sustentáveis para o apoio e manutenção das atividades do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Em momentos de crise, o fortalecimento da união e a ampliação de cooperação entre os três poderes, no âmbito de todos os entes federativos, são instrumentos essenciais e imprescindíveis a serem utilizados pelas diversas lideranças em defesa do interesse público”, afirmou o ministro.

A professora da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) Janaína Penalva da Silva explica que a decisão do STF organiza o funcionamento da federação no que diz respeito à repartição de competências. No entanto, segundo ela, há espaço para contestações.

“Há um segundo nível de reflexão sobre a constitucionalidade, em relação aos espaços fechados em que não é possível manter o distanciamento. No nível da proteção do direito constitucional à saúde, esses decretos que retiram a obrigatoriedade do uso de máscaras poderiam ser contestados”, explica.

A advogada especialista em Direito Constitucional Adriana Ramos, do escritório Paes Leme e Ramos, explica que a decisão do STF garante a autonomia dos estados e municípios para a flexibilização das medidas de restrição que, a partir de decretos, se estende às empresas.

“Uma vez que o município ou estado já decidiu pela retirada das máscaras, as empresas também poderão fazê-lo seguindo a orientação dessa legislação dos estados e municípios, com base em entendimento do STF e com base no artigo 23 da Constituição”, diz.

A advogada destaca que as empresas não podem decidir pela manutenção ou pela retirada da proteção facial por conta própria. “Se houver autorização municipal, poderão as empresas retirar a obrigatoriedade do uso das máscaras. Entretanto, se o município ainda estabeleceu a obrigatoriedade desse acessório, a empresa terá necessariamente que seguir a orientação do município e manter no seu estabelecimento o uso das máscaras”, completa.

Para a advogada, não há conflito entre as decisões dos estados e municípios e a legislação federal. Segundo ela, artigos na Constituição determinam uma atuação conjunta da União, dos estados e municípios para as situações envolvendo a saúde pública.

“A Constituição é nossa norma maior. Todos os atos dos estados, da União, do município devem obediência ao que está escrito na Constituição. Portanto, não há hierarquia entre lei federal, lei estadual e lei municipal. Se a Constituição prevê essa competência comum, cada estado e município poderá, a partir das suas situações específicas, determinar pela manutenção ou pela retirada das máscaras”, ressalta.

Para a professora da UnB Janaína Penalva da Silva, não há necessidade de atualização da legislação vigente.

“Há outras maneiras de atualizar a interpretação dessa lei, sem necessariamente alterando os seus dispositivos. Um exemplo é a esse da decisão do Supremo Tribunal Federal […] Eu acredito que seja temerária a aprovação de uma nova legislação a cada novo contexto da pandemia, que é muito transitória”, disse.

Recomendações devem seguir critérios técnicos, diz especialista

O acompanhamento do cenário epidemiológico da Covid-19 permite a definição, por parte de gestores e de autoridades de saúde, de estratégias de controle e redução de danos pela doença.

Indicadores como os números de casos e de óbitos, dados de hospitalização e de atendimento por sintomas respiratórios e o percentual da população vacinada fazem parte da rotina de vigilância por estados e municípios.

A pesquisadora em gestão de saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Chrystina Barros afirma que, embora seja possível realizar estimativas sobre o impacto da Covid-19 em nível local, gestores e governantes devem considerar o contexto global da pandemia, incluindo possíveis mudanças no cenário epidemiológico.

“A pandemia não acabou. Nós já vimos que o vírus não respeita fronteiras. A qualquer momento, pode surgir uma nova variante, como já aprendemos, em qualquer lugar do mundo onde a pandemia, no caso, a epidemia, de maneira local, não esteja sob controle, e esta variante pode romper fronteiras, chegar em qualquer lugar, inclusive aqui no Brasil e mudar o cenário”, diz.

Para a especialista, é possível fazer flexibilizações do uso de máscaras de acordo com critérios técnicos e indicadores de cada município. Porém, ela enfatiza a necessidade de ampliação da cobertura vacinal contra a Covid-19, incluindo a aplicação da dose de reforço.

Um levantamento do Ministério da Saúde divulgado no dia 18 de março apontou que mais de 59 milhões de brasileiros aptos a receber o reforço ainda não haviam retornado aos postos de saúde para receber o imunizante.

Segundo a pesquisadora, o avanço na cobertura vacinal e o número reduzido de casos e de óbitos são indicadores que favorecem a liberação da proteção facial.

“Cada um tem responsabilidade sobre o seu cuidado. Se a pessoa tem alguma comorbidade, ela deve preferir usar a máscara. Da mesma forma que em ambiente fechados e sem circulação de ar, a máscara também deve ser utilizada como um cuidado adicional, como transportes públicos e locais fechados de grande aglomeração”, conclui.

Fonte: CNN

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SEGUNDO ANUNCIOU MINISTÉRIO DA ECONOMIA, TARIFAS DE IMPORTAÇÃO SOBRE ETANOL E SEIS TIPOS DE ALIMENTOS SERÃO ZERADAS ATÉ O FIM DO ANO

Governo zera imposto de importação de etanol e de seis alimentos até o fim do ano

Medida anunciada ainda inclui a redução em 10% da alíquota para equipamentos de informática e telecomunicação de forma permanente

Pedro Zanatta

do CN

Brasil Business

Eduardo Hahon

da CNN

Bernardo Caram

da Reuters

Governo zera imposto de importação de etanol e de seis alimentos até o fim do ano | JORNAL DA CNN - YouTube

Ministério da Economia anunciou, nesta segunda-feira (21), que as tarifas de importação sobre etanol e de seis tipos de alimentos serão zeradas até o fim do ano, e a tarifa que incide sobre bens de capital, de informática e telecomunicação será reduzida em 10%, de forma permanente.

O secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz, disse que estimativas mostram que a redução a zero da tarifa do etanol poderá reduzir em 20 centavos o preço do litro da gasolina na bomba.

As medidas, que foram adotadas em meio a um cenário de alta de preços de alimentos e combustíveis, tem custo estimado em R$ 1 bilhão por ano aos cofres do governo federal. Essa perda de arrecadação não precisa ser compensada por se tratar de um imposto regulatório.

Sobre os alimentos, Ferraz disse que a medida não se trata de “nenhuma bala de prata” para combater a inflação, mas que zerar o imposto de importação de alguns itens da cesta básica “seria um fator que contribuiria para o arrefecimento da dinâmica inflacionária”.

Já a secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Ana Paula Repezza, comentou que o foco das medidas está voltado para o “aumento da competitividade, da produtividade da economia brasileira e da indústria nacional”.

Além disso, Repezza avaliou o objetivo das ações como “essencial quando parte da nossa indústria tenta se recuperar de um cenário de pandemia, precisando investir e adquirir máquinas e equipamentos inovadores, de mais tecnologia”.

Redução do IPI

No dia 25 de fevereiro, o governo federal publicou um decreto que altera a tabela do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). O decreto permite uma redução da alíquota até 25% para a grande maioria dos produtos, de acordo com o Ministério da Economia.

O tributo incide sobre a atividade industrial e é uma tentativa do governo federal de estimular a economia. O corte não é válido para produtos que contenham tabaco.

A expectativa é de que a redução do IPI em 25% deve beneficiar mais de 300 mil empresas, sobretudo a indústria de transformação.

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SEGUNDO ANP, RN TEM A SEGUNDA GASLINA MAIS CARA DO BRASIL

RN tem segundo maior preço médio da gasolina do país

Redação/Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Heilysmar Lima

O Rio Grande do Norte tem o segundo maior preço médio da gasolina comum no Brasil. O dado é da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em pesquisa realizada entre os dias 13 e 19 de março.

O preço do combustível no RN é de R$ 7.921, o valor só fica atrás do Piauí, que registrou R$ 7.992 em média. O custo potiguar é quase 20 centavos superior ao terceiro colocado, no Rio de Janeiro, que tem a média do litro de R$ 7.731.

O ranking é o mesmo em relação à capital. Natal ocupa a segunda posição, com preço médio de R$ 7.972, ficando atrás apenas de Teresina, capital do Piauí, que tem média de R$ 8.048. No Rio de Janeiro, a média do combustível é de R$ 7,67.

Na capital potiguar, o menor valor pesquisado foi de R$ 7,75 e o maior foi de R$ 7,99. No RN, o preço mais baixo foi de R$ 6,84 e o mais alto foi de R$ 7,99. A ANP foi realizada após o aumento da pesquisa realizada pela Petrobras no último dia 11 de março.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SAÚDE: SEGUNDO PESQUISA, SEIS EM CADA DEZ BRASILEIROS APRESENTAM EXCESSO DE PESO ‘

Obesidade é uma doença crônica que atinge mais de um quarto da população adulta brasileira

Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, realizada em parceria com o Ministério da Saúde, apontam que seis em cada dez brasileiros apresentam excesso de peso e a porcentagem de adultos com obesidade chegou a 26,8%, ou seja, mais de um quarto da população. Uma realidade alarmante que representa um grande problema de saúde pública e necessita de medidas urgentes para reverter a situação.

13/03/2022 às 09:00

Saúde Não Se Pesa

Os números da obesidade no Brasil têm crescido de modo expressivo em todas as faixas etárias. Entre os adultos, mais de 100 milhões estão acima do peso, com prevalência maior no público feminino (62,6%).

Outro dado alarmante é que a cada três crianças e adolescentes, entre 5 e 19 anos, um está acima do peso – sendo 11% com obesidade e 17,2% com sobrepeso.

As transformações, através das décadas, no mundo globalizado, mudaram os hábitos e o estilo de vida da população. Muitas crianças e adolescentes trocaram as brincadeiras ao ar livre por jogos eletrônicos e os alimentos industrializados ficaram cada vez mais acessíveis, tomando o lugar dos alimentos saudáveis. Além disso, a genética, hormônios, fatores psicológicos, alguns medicamentos e complicações neurológicas – fatores que não estão sob nosso controle – podem levar ao ganho de peso. Até 70% das causas da obesidade podem estar relacionadas à genética, histórico familiar e etnia.

Muito além dos padrões de estética, a obesidade é uma doença crônica, definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o acúmulo anormal ou excessivo de gordura no corpo. Sua principal causa é a desproporção energética entre as calorias consumidas e as calorias gastas. Esse processo provoca um desequilíbrio geral no organismo, que pode desencadear ou agravar muitas outras doenças como: diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares (hipertensão, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca congestiva e embolia pulmonar), apneia do sono, problemas no fígado, de circulação sanguínea e até alguns tipos de câncer.

Por ser uma doença multifatorial, que engloba fatores genéticos, metabólicos, sociais e psicológicos, a obesidade exige tratamento multidisciplinar, individualizado e a longo prazo.

A boa notícia é que todos os tipos de obesidade: leve, moderada e grave – têm tratamento, que deve ser contínuo, como no caso das demais doenças crônicas.

A procura por um profissional de saúde é essencial para iniciar o tratamento, que deverá ser personalizado, pois cada pessoa tem um histórico diferente. Em alguns casos, pode ser recomendado o uso de medicamentos e, em outros, até mesmo, uma cirurgia.

Para ajudar com informações sobre o assunto, foi criado o portal Saúde Não Se Pesa. O movimento foi lançado em 2016 pela Novo Nordisk, empresa global de saúde que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida de pessoas com obesidade.

O site conta com conteúdos sobre tratamentos e diagnóstico, além de depoimentos de pessoas com obesidade e uma janela que abre um link para ajudar na busca por um médico especialista.

Todos devem buscar a melhoria da qualidade de vida, por meio do bem-estar físico, mental e social. O único padrão que importa é o padrão da saúde.

Fonte: CNN

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UTILIDADE PÚBLICA: SEGUNDO DECRETO PUBLICADO PELA PREFEITURA DE NATAL, USO DE MÁSCARAS EM LOCAIS ABERTOS E FECHADOS PASSA A SER FACULTATIVO

Por Igor Jácome, g1 RN

 

Máscara — Foto: Divulgação/Prefeitura de BertiogaMáscara — Foto: Divulgação/Prefeitura de Bertioga

A prefeitura de Natal desobrigou o uso de máscaras de proteção contra a Covid-19 em decreto publicado nesta quarta-feira (9) no Diário Oficial do Município. A medida já está em vigor.

De acordo com o primeiro artigo do decreto 12.452, o uso de máscaras passa a ser facultativo na capital potiguar.

Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura, a medida vale para locais abertos e fechados e seguiu parecer do comitê científico do município.

Até então, o uso de máscaras em locais abertos e fechados só tinha sido desobrigado no Rio de Janeiro. Lá, pesquisadores do Observatório Fiocruz Covid-19 consideraram a liberação do uso de máscaras precipitada.

O decreto de Natal afirma que a nova regra poderá ser revista a qualquer tempo, “de acordo com as taxas e índices de transmissibilidade da doença” no município.

Ainda de acordo com o texto, a medida foi tomada por causa da “diminuição sistemática” no número de atendimentos de casos com nas unidades de saúde.

Na terça-feira (8), o governo do Rio Grande do Norte anunciou que vai desobrigar o uso de máscaras em locais abertos a partir de 16 de marçomas a obrigação deverá ser mantida para locais fechados.

O governo também disse que manteria o passaporte da vacinação – com exigência para entrada de pessoas em estabelecimentos – medida que não é seguida pela capital.

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SEGUNDO PESQUISA, RESERVA DE POTÁSSIO BRASILEIRO ESTÁ GARANTIDO ATÉ 2100

Brasil tem reservas de potássio para abastecer agricultura até 2100, diz pesquisa

Apenas 11% das jazidas estão em terras indígenas, segundo UFMG; projeto que prevê exploração mineral nessas áreas pode voltar à discussão nesta terça, na Câmara dos Deputados

Pauline Almeida

da CNN

no Rio de Janeiro

Armazém de mina de potássioArmazém de mina de potássio12/10/2019REUTERS/Nayan Sthankiya

Enquanto produtores agrícolas do país se preocupam com os efeitos da guerra na Ucrânia para o abastecimento de fertilizantes, uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais mostra que o Brasil tem reservas que poderiam garantir o abastecimento de potássio até 2100.

Atualmente, de acordo com dados da Embrapa, 50% da importação do insumo vem da Rússia e de Belarus.

Segundo o professor Raoni Rajão, do departamento de Engenharia de Produção da UFMG, dois terços das reservas se concentram nos estados de Sergipe, São Paulo e Minas Gerais.

Já entre as que estão na Amazônia, apenas 11% se sobrepõem a terras indígenas ainda não homologadas. Os números foram levantados com base em dados do Ministério de Minas e Energia.

A informação vem no momento em que o projeto do governo federal que busca autorizar a exploração mineral em terras indígenas pode voltar a ser discutido, após dois anos parado.

Líderes de bancadas da Câmara dos Deputados relataram à CNN, segundo apuração de Larissa Rodrigues, sobre uma reunião nesta terça-feira (8) para tratar do assunto.

Os parlamentares contaram que o presidente da Casa, Arthur Lira, quer acelerar a aprovação devido à dificuldade do Brasil de ter acesso a fertilizantes em meio à guerra entre Rússia e Ucrânia.

Em entrevista a uma rádio de Roraima nessa segunda-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro defendeu o projeto e criticou a demarcação de terras indígenas.

“Temos projeto desde 2020 que permite explorarmos essas terras indígenas, de acordo com o interesse do ministério, se eles concordarem, podemos explorar minérios, fazer hidrelétricas. O que o fazendeiro faz na tua terra, o indígena pode fazer do lado”, declarou Bolsonaro.

No entanto, o professor Raoni Rajão não vê da mesma forma. “A afirmação que é necessário mudar a legislação não corrobora”, declarou à CNN.

Já Everaldo Zonta, professor do departamento de Solos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), ainda avalia que as jazidas em terras indígenas trazem o desafio da tecnologia.

“É um potássio que não vai ser conseguido tão cedo, não por problemas ambientais, mas é um potássio em forma de salmoura, profundo. Nós não temos tecnologia ainda”, declarou.

Como conquistar independência?

O Brasil depende da importação de fertilizantes à base de nitrogênio, fósforo e potássio para garantir a produção agrícola. Eles são utilizados para corrigir o solo e garantir o aumento da safra.

Segundo os pesquisadores Raoni Rajão e Everaldo Zonta, o país tinha independência de potássio até 1990.

“Vem desde a privatização da Vale, que era a grande produtora. O aumento da produção de alimentos, que hoje mantém a balança comercial positiva, se deve ao aumento no consumo de fertilizantes, mas a produção nacional não seguiu a mesma linha”, analisa Zonta.

Os dois professores são unânimes em pedir uma política nacional para extração de potássio. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento deve lançar um plano nacional de fertilizantes ainda este mês.

Rajão acredita que o cenário da guerra mostra a importância de se investir no mercado brasileiro, mas defende que é preciso incentivo para iniciar uma concorrência com gigantes internacionais que dominam as vendas.

“O governo federal está preparando um plano de fertilizantes, mas isso passa por vários pontos importantes, como equiparar a questão dos impostos. No Brasil, se você produz, você paga 8% de ICMS. Se você importa, não paga imposto. Não faz sentido você ter esse tratamento diferenciado, além de ter a necessidade de uma ação de longo prazo, com estímulos de bancos públicos”, defendeu.

Já Zonta destaca a importância de investimentos em pesquisa para soluções para a busca por fertilizantes.

Estoques para três meses

A Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) divulgou que os produtores têm estoque de fertilizantes para três meses.

A entidade mantém diálogo com o governo federal para resolver o problema e espera que a guerra na Ucrânia acabe o quanto antes.

Procurado, o Ministério da Agricultura respondeu à CNN que o Brasil tem fertilizantes para garantir o plantio até outubro. E também que prepara uma caravana de treinamento sobre a eficiência dos insumos, na tentativa de garantir uma economia de US$ 1 bilhão em fertilizantes.

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SEGUNDO DADOS DA ANVISA,O ANO DE 2020 TEVE RECORDE DE CONSUMO DE ANSIOLÍTICOS NO BRASIL

Farmácias vendem em média 123 mil caixas de calmantes por dia no Brasil

Dados da Anvisa mostram um recorde do consumo de ansiolíticos no ano de 2020, início da pandemia de Covid-19

SAÚDE

 Fernando Mellis, do R7

Só no ano passado foram vendidas 38,1 milhões de caixas, segundo a Anvisa

EDU GARCIA/R7 – 23.02.2022

A cada hora nos últimos oito anos, em média, 5.144 caixas de remédios de tarja preta usados para o controle da ansiedade saíram das farmácias e drogarias brasileiras — cerca de 123,5 mil caixas por dia.

Informações do SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados), da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostram que entre 1º de janeiro de 2014 e 31 de dezembro de 2021 o Brasil comprou 345,5 mil caixas de cinco dos ansiolíticos (benzodiazepínicos) mais vendidos: alprazolam (Frontal), bromazepam (Lexotan), clonazepam (Rivotril), diazepam (Valium) e lorazepam (Lorax).

Em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, as vendas desses cinco princípios ativos somaram 47,3 milhões, uma alta de 4,26% em relação ao ano anterior.

No ano passado, os dados da Anvisa mostram vendas de 38,1 milhões de caixas. Entretanto, os relatórios de outubro, novembro e dezembro estão incompletos, o que não permite uma análise fiel de 2021 até o momento.

Em nota, a Anvisa ressalta que “possíveis informações não escrituradas pelo farmacêutico responsável técnico não estarão contidas no banco de dados do SNGPC e não estarão disponíveis para consulta nas ferramentas dos Dados Abertos e Painéis de Consulta aos Dados de Venda ao Consumidor para os Medicamentos Sujeitos à Escrituração no SNGPC”.

Os números também não levam em conta os ansiolíticos distribuídos nas farmácias do SUS.

Em janeiro de 2019, um trabalho feito pela OMS (Organização Mundial da Saúde) mostrou o Brasil como o país com maior número de pessoas ansiosas em todo o planeta: 18,6 milhões (9,3% da população).

Com a chegada da pandemia, especialistas falam sobre um aumento de pacientes com transtorno de ansiedade nos consultórios, o que explicaria a alta das vendas em 2020.

Porém, para o psiquiatra Guido Boabaid May, do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, é possível muitos brasileiros que usam esses fármacos não precisam deles ou estejam consumindo da forma errada.

“Via de regra, esses medicamentos devem ser de curto prazo, por 12 semanas. Às vezes a gente precisa usar por mais tempo. Mas o mais importante é que eles sejam utilizados como parte de uma estratégia de tratamento – e não é o que acontece na maioria das vezes. É como se a pessoa ficasse tomando Tylenol [paracetamol] o tempo todo para amidalite sem tomar antibiótico. Eles são para tratar sintoma, mas na grande maioria das vezes não vão atacar a causa.”

Ele ressalta ainda que a maioria das pessoas que fazem uso de benzodiazepínicos não o faz com acompanhamento psiquiátrico. As receitas são médicos de outras especialidades.

Transtornos de ansiedade e síndrome do pânico, por exemplo, são tratados com o uso de antidepressivos, que atuam na regulação de neurotransmissores. Os benzodiazepínicos entram, geralmente, no início, para uso específico em situações de crise.

Rivotril lidera vendas

Clonazepam responde por quase metade das vendas de ansiolíticos

EDU GARCIA/R7 – 23.02.2022

Quando se observa quais os medicamentos que puxaram a alta das vendas em 2020, aparecem o clonazepam e o alprazolam, justamente os que têm uma participação histórica maior no consumo.

O clonazepam, cujo nome comercial é Rivotril, representa 47% do consumo total dos cinco benzodiazepínicos.

Além de ser um medicamento barato, ele tem algumas vantagens em relação aos demais, explica o psiquiatra.

“O que a gente sempre quer é o máximo efeito ansiolítico possível e o menor efeito sedativo possível. Como o Rivotril tem uma meia vida intermediária, ele não tem um potencial tão grande de criar dependência quanto os de meia vida curta, como o lorazepam; ele não seda tanto como os de meia vida longa, como o diazepam.”

O alprazolam também possui um comportamento semelhante ao do clonazepam, segundo o médico, mas com um pouco mais de potencial de causar sonolência.

O que são os benzodiazepínicos

Benzodiazepínicos atuam em neurotransmissor que causa sensação de calma e relaxamentoBenzodiazepínicos atuam em neurotransmissor que causa sensação de calma e relaxamento
EDU GARCIA/R7 – 23.02.2022

O primeiro benzodiazepínico da história foi lançado no mercado em 1960. O princípio ativo era o clordiazepóxido, vendido sob o nome comercial Librium pela farmacêutica suíça Hoffmann-La Roche.

Nos anos seguintes, mais de uma dezena de medicamentos dessa classe foram desenvolvidos. Eles foram se popularizando e ocupando o espaço dos barbitúricos, que tinham pouca margem de segurança e eram responsáveis por mortes acidentais e overdoses, inclusive de famosos, como a atriz Marilyn Monroe.

Os benzodiazepínicos aumentam os efeitos do principal neurotransmissor inibidor do sistema nervoso central, o ácido gama-aminobutírico (GABA, na sigla em inglês).

O GABA é responsável por reduzir a atividade de áreas do cérebro que são responsáveis por raciocínio, memória, emoções e funções essenciais, como a respiração e a frequência cardíaca.

Quando uma pessoa está ansiosa e toma um medicamento dessa classe, ela vai experimentar uma sensação de relaxamento, que pode até causar sonolência em alguns casos e redução dos níveis de ansiedade.

“Eles são medicamentos muito eficazes para diminuir sintomas de ansiedade rapidamente. São úteis não somente para ansiedade, mas também são utilizados em tratamentos para depressão, junto com antidepressivos, são utilizados em tratamento de transtorno bipolar, epilepsia, para alguns tipos de surtos psicóticos, sempre em associação com outros remédios”, explica May.

Ele acrescenta que não deve haver preconceito ou receio por quem tem indicação para uso e faz acompanhamento médico. O que preocupa, de fato, é o consumo indiscriminado.

A tarja preta na embalagem destes medicamentos já alerta sobre o risco de eles causarem dependência. No Brasil, os benzodiazepínicos somente podem ser vendidos com uma receita especial do tipo B (azul).

Todos eles causam tolerância, que é a necessidade de uma dose mais elevada para obter o mesmo efeito do início. Além disso, o médico afirma que não são todas as pessoas que podem utilizá-los.

“[Não devem fazer uso] pessoas que têm histórico de abuso de substâncias, dependentes químicos, com comportamentos compulsivos ou autodestrutivos, com transtorno de personalidade, personalidade adicta. Elas tendem ao abuso, tolerância e dependência.”

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SEGUNDO PORTA-VOZ DA ONU, ORGANISMO MUNDIAL “PLANEJA MELHORAR ASSISTÊNCIA HUMANITÁRIA AO POVO DA UCRÂNIA”

Chefe da ONU conversa com presidente da Ucrânia e diz que vai aumentar ajuda

Secretário-geral António Guterres disse que a organização lançará na terça-feira (1º) um apelo de financiamento de suas operações

António Guterres conversou com Volodmir Zelenski neste sábado (26)

CARLO ALLEGRI/REUTERS – 23.02.2022

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, conversou com o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, neste sábado (26). Segundo um porta-voz da ONU, ele disse que o organismo mundial planeja “melhorar a assistência humanitária ao povo da Ucrânia”.

“Ele informou ao presidente que as Nações Unidas lançarão na terça-feira [1º] um apelo de financiamento de nossas operações humanitárias na Ucrânia”, disse o porta-voz da ONU em comunicado.

O chefe de ajuda da ONU, Martin Griffiths, disse nesta sexta-feira (25) que mais de 1 bilhão de dólares serão necessários para operações de ajuda na Ucrânia nos próximos três meses, já que centenas de milhares de pessoas estão refugiadas depois que a Rússia invadiu o país.

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SEGUNDO EMPARN, AS CHUVAS DOS PRÓXIMOS TRÊS MESES NO RN SERÃO DENTRO DA NORMALIDADE

Por Sérgio Henrique Santos, Inter TV Cabugi

 

Reunião sobre período de inverno no RN aconteceu nesta quarta (23) em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiReunião sobre período de inverno no RN aconteceu nesta quarta (23) em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

A Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn) espera chuvas dentro da normalidade no Rio Grande do Norte entre os meses de março, abril e maio.

O anúncio foi feito em uma reunião climática, que teve participação de órgãos e especialistas em meteorologia do Nordeste e do Estado, nesta quarta-feira (23), além de autoridades locais, como a governadora Fátima Bezerra (PT).

De acordo com o órgão, houve uma mudança na expectativa que era de chuvas acima da normalidade neste período em função da alta temperatura do Oceano Atlântico.

A perspectiva era ainda maior diante do bom cenário ocorrido no mês de janeiro em todo o estado, em que a média chuvosa foi de 144 milímetros quando era esperado 55 milímetros – foi o janeiro mais chuvoso desde 2004.

“O Oceano Atlântico continua mostrando tendência de aquecimento tanto na bacia do Atlântico Sul como na do Atlântico Norte. Isso dificultou um pouquinho o entendimento de como seriam as chuvas dos próximos meses. Ficou um pouco diferente da previsão feita em janeiro e a tendência é que nós tenhamos em março, abril e maio uma condição de normalidade na distribuição das chuvas”, explicou o meteorologista Gilmar Bistrot.

Quantidade de chuva

De acordo com a previsão apontada pela Emparn, o mês mais chuvoso deste período será abril, com perspectiva de média de 164 milímetros. Março tem previsão de média de 159 mm e maio de 108 mm.

Esses meses, segundo o meteorologista Gilmar Bistrot, são tradicionalmente os mais chuvosos do ano no estado e “contribuem com quase 60% das chuvas que acontecem no interior”.

A previsão inicial era de um período ainda mais chuvoso, acima da normalidade.

“As primeiras previsões realizadas desde novembro indicavam chuvas acima do normal, mas essa teimosia do Atlântico Norte em manter as temperaturas um pouquinho mais aquecidas influenciou pra essa tendência de chuvas próximas à normalidade“, explicou Bistrot.

O quadro pode melhorar e voltar a atingir o patamar anterior caso haja, nesse período, uma diminuição da temperatura no oceano.

“Isso poderá mudar caso o Atlântico Norte apresente uma diminuição da temperatura em torno de meio grau e aí nós teremos situação modificada, podendo sim aumentar as condições de chuva no interior do RN”.

Regiões mais afetadas

A Emparn prevê que a Região Leste do RN, que inclui parte do litoral potiguar, incluindo a capital Natal e a Região Metropolitana, será a com maior taxa de chuvas neste período, com um acumulado de 533 milímetros.

A Região Central também é citada pelo meteorologista Gilmar Bistrot, que diz que haverá “alguma dificuldade de chuva na região de Mossoró”.

Segundo a previsão da Emparn, a região que menos terá acumulado de chuva nesse período será o Agreste, com 342 mm nos três meses.

Reservatório de água

Para o diretor-presidente do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), Auricélio Costa, os dois primeiros meses do ano foram positivos para aumentar o volume de água dos reservatórios potiguares.

“Até agora as boas chuvas que caíram já permitiram encher os pequenos reservatórios, molhar a terra, permitir a distribuição de sementes e isso é muito importante para a economia do RN”, destacou.

Segundo ele, a expectativa de chuvas dentro da normalidade é visto de maneira positiva. O diretor aponta que o nível atual de reservas é de 38% e que a expectativa é de que se atinja os 50% nesse período.

“Tivemos uma série de anos secos. Os reservatórios atualmente estão com 38% das suas reservas e nós esperamos que com essa boa perspectiva de chuva possamos atingir ou passar os 50%. Isso nos dá maior segurança hídrica e maior possibilidade de abastecimento público, bem como maior disponibilidade de água para produção agropecuária, que fortalece o estado”, pontuou.

Segundo o meteorologista Gilmar Bistrot, “essa chuva bem distribuída poderá trazer um alívio para os reservatórios. Não vai enchê-los, mas poderá amenizar a situação”.

Para a governadora do RN, Fátima Bezerra, que participou da reunião, será um “bom inverno, pincipalmente se a gente comparar com 2021, que foi um ano muito difícil e com chuvas abaixo do normal, inclusive com regiões como a Agreste e Potengi que passaram por muitas dificuldades”.

Programa das sementes

Esse período de chuvas mais intensas é esperado e monitorado também para o plantio no interiores do estado. Por conta dessa previsão para os próximos meses, com boa perspectiva, o governo iniciou a distribuição das sementes para os agricultores.

“O que mais é pedido à nós pela governadora é para o Programa de Sementes, que precisa estar pronto para o início das chuvas, com segurança”, explicou o secretário de Agricultura, da Pecuária e da Pesca, Guilherme Saldanha.

“Desde 15 dias atrás, nós realizamos a entrega das sementes em todo o RN e nessa virada agora para março, com o inverno se consolidando, o agricultor vai estar com a semente para no momento certo poder plantar com maior segurança e ter uma colheita farta”.

Segundo a governadora do RN, Fátima Bezerra, foram mais de 705 mil toneladas entregues a agricultores.

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DAS DEZ MELHORES PRAIAS DO MUNDO TRÊS FICAM NO BRASIL, SEGUNDO TRIPADVISOR

Brasil tem 3 praias entre as 10 melhores do mundo em 2022, segundo TripAdvisor

Quarta Praia, em Morro de São Paulo, Baía do Sancho e Baía dos Golfinhos são os três destinos litorâneos brasileiros no top 10; Grace Bay Beach nas ilhas Turks & Caicos está em primeiro lugar

Forrest Brown

da CNN

Baía do Sancho: entre as top 10 praias para se visitar em 2022, segundo a TripAdvisorBaía do Sancho: entre as top 10 praias para se visitar em 2022, segundo a TripAdvisorGetty Images

Imagine um paraíso quente e intocado. Praias de areia branca. Água tingida de turquesa clara como gin. E você tem a praia número 1 do mundo em 2022, de acordo com os usuários do TripAdvisor.

A plataforma de viagens acaba de lançar o segundo de seus prêmios anuais Travelers’ Choice para 2022: The Best of the Best Beaches.

Saindo no topo está Grace Bay Beach nas ilhas Turks & Caicos.

Este local encantador no Oceano Atlântico não é exatamente novo no melhor circuito de praia. Na premiação de 2021 do TripAdvisor, ficou em 4º lugar.

O Caribe tem o maior número de praias na lista dos 10 melhores deste ano, e cinco continentes estão representados na contagem. O Brasil é o único destino a ter mais de um escolhido com impressionantes três praias.

Para 2022, as melhores praias são:

1. Praia de Grace Bay: Grace Bay, Turks & Caicos
2. Praia de Varadero: Varadero, Cuba
3. Baía Turquesa: Exmouth, Austrália
4. Quarta Praia: Morro de São Paulo, Brasil
5. Eagle Beach: Palm – Eagle Beach, Aruba
6. Praia Radhanagar: Ilha Havelock, Índia
7. Baía do Sancho: Fernando de Noronha, Brasil
8. Trunk Bay Beach: Parque Nacional das Ilhas Virgens, Ilhas Virgens Americanas
9. Baía dos Golfinhos: Praia da Pipa, Brasil
10. Spiaggia dei Conigli: Lampedusa, Itália

Número 1 do ano passado – Whitehaven Beach em Whitsunday Island na Austrália – não ficou no top 10 neste ano.

Grace Bay Beach: Este trecho de areia fina nas Ilhas Turks & Caicos é a melhor praia do mundo, de acordo com usuários do TripAdvisorCrédito: Ellen McKnight/Adobe Stock

Praia de Varadero: A Praia de Varadero em Cuba oferece areias brancas, palmeiras e um cenário tropical Crédito: Adobe Stock

Turquoise Bay: No Cape Range National Park, em Exmouth, Austrália Ocidental, Turquoise Bay é um local popular para mergulho com snorkel Crédito: Getty Images

Os usuários do TripAdvisor elogiam esta praia em Morro de São Paulo, Brasil, por ser um refúgio de calma com relativamente poucos turistas Crédito: Alamy Stock Photo

Eagle Beach: “Absolutamente linda”, diz um usuário do TripAdvisor desta praia em Oranjestad, capital da ilha caribenha holandesa de Aruba Crédito: Getty Images

Praia de Radhanagar: Há muitas praias incríveis nas Ilhas Andaman, na Índia, mas Radhanagar na Ilha Havelock se destaca por suas condições imaculadas e seu pôr do sol Crédito: Adobe Stock

Baia do Sancho: Esta praia no arquipélago brasileiro de Fernando de Noronha é bastante remota e a acessibilidade não é fácil, mas os usuários do TripAdvisor acham que vale a pena o esforço. Crédito: Adobe Stock

Trunk Bay Beach: No Parque Nacional das Ilhas Virgens, Trunk Bay é conhecida pelas tartarugas-de-couro Crédito: Getty Images

Baía dos Golfinhos: Golfinhos são uma das principais atrações deste trecho do litoral ao sul de Natal, Brasil Crédito: Adobe Stock

Spiaggia dei Conigli: Esta praia na ilha siciliana de Lampedusa, Itália, é um local de nidificação de tartarugas cabeçudas Crédito: Adobe Stock

O melhor de Grace Bay Beach

O TripAdvisor disse em um comunicado à imprensa que a praia de Grace Bay teve mais de 7.200 avaliações até o momento e que 90% delas recebem a classificação mais alta.

A praia fica na costa nordeste da ilha de Providenciales. Você pode pensar nisso como parte do Caribe – e é realmente próximo – mas todo o território de Turks & Caicos está tecnicamente no Oceano Atlântico.

Uma barreira de recife ajuda a manter Grace Bay Beach livre de algas e outros objetos, diz o site oficial de turismo de Turks & Caicos. Passeios de barco e outros esportes aquáticos são populares nas águas calmas e rasas entre a praia e o recife.

Indo para Turks e Caicos

Aqui está o que você precisa saber sobre uma viagem a Turks & Caicos durante a pandemia.

Primeiro, visitantes de todo o mundo são bem-vindos para passar férias lá; no entanto, eles devem estar totalmente vacinados se tiverem 16 anos ou mais.

Todos os viajantes com 2 anos ou mais precisam de um resultado negativo do teste de PCR Covid-19 realizado no máximo três dias antes da chegada, e não é necessário fazer quarentena. Um formulário de autorização de viagem precisa ser preenchido e também é necessário um seguro de viagem Covid-19.

As máscaras são obrigatórias em todos os locais públicos até 28 de fevereiro para maiores de 2 anos, e não há restrições de viagens entre as ilhas.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA tinham um aviso de viagem de Nível 4 (risco muito alto) nas ilhas em 22 de fevereiro. Esse é o nível mais alto do CDC, e a agência aconselha as pessoas a evitar as Ilhas Turks & Caicos por enquanto.

As 10 melhores praias dos EUA

O TripAdvisor também tem uma categoria separada apenas para praias nos Estados Unidos.

Estados com litoral do Pacífico ganham muito em 2022, com apenas uma praia do Golfo do México e um local no Atlântico na lista. O Havaí manteve quatro vagas para si.

As melhores praias dos EUA para 2022 são:

1. Área de recreação estadual de Hapuna Beach: Puako, Havaí
2. Praia Siesta: Siesta Key, Flórida
3. Poipu Beach Park: Poipu, Havaí
4. Moonstone Beach: Cambria, Califórnia
5. Kailua Beach Park: Kailua, Havaí
6. Praia de Driftwood: Jekyll Island, Geórgia
7. Ruby Beach: Parque Nacional Olímpico, Washington
8. Cannon Beach: Cannon Beach, Oregon
9. La Jolla Cove: La Jolla, Califórnia
10. Ho’okipa Beach Park: Paia, Havaí

A maior ilha do Havaí, Hapuna Beach, “tem as ondas perfeitas para surf, bodyboard e body surf”, afirmou o TripAdvisor.

O primeiro lugar em 2021, St. Pete Beach, em São Petersburgo, Flórida, não chegou ao top 10 de 2022.

Como os locais são escolhidos

De acordo com o TripAdvisor, as seleções homenageiam os locais mais populares entre seus avaliadores.

O prêmio Melhor dos Melhores da Travelers’ Choice foi baseado na qualidade e na quantidade de avaliações e nas avaliações dos viajantes do TripAdvisor sobre praias, reunidas entre 1º de janeiro de 2021 e 31 de dezembro de 2021.

Uma pesquisa recente também revelou que 37% dos viajantes farão uma viagem à praia em 2022, disse a plataforma.

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SEGUNDO A CORTE CONSTITUCIONAL DA COLÔMBIA, CONDUTA DO ABORTO NO PAÍS SÓ SERÁ PUNÍVEL QUANDO FOR REALIZADO DEPOIS DA 24ª SEMANA DE GESTAÇÃO

Colômbia descriminaliza o aborto nas primeiras 24 semanas de gravidez

Em sessão extraordinária, o Tribunal Superior do país decidiu pela mudança com cinco votos a favor dos nove possíveis

INTERNACIONAL

 Do R7, com informações da AFP e EFE

Ativistas pró-liberação do aborto comemoram decisão da Justiça pelas ruas da Colômbia

CARLOS ORTEGA/EFE – 21.2.2022

Um alto tribunal descriminalizou nesta segunda-feira (21) o aborto na Colômbia nas primeiras 24 semanas de gravidez, uma decisão inédita na nação, que o coloca na órbita de países latino-americanos que liberaram o procedimento.

A “conduta do aborto só será punível quando for realizada depois da 24ª semana de gestação”, informou a Corte Constitucional em um comunicado. Após a etapa inicial da gravidez, vigorarão as condições já fixadas pelo tribunal, que só permite o aborto em caso de estupro, se a saúde da mãe estiver correndo risco ou quando o feto tiver uma má-formação que comprometa sua sobrevivência.

A votação foi acolhida em sessão extraordinária por cinco votos a favor e quatro contra dos magistrados do Tribunal Superior, em um processo que está atrasado há meses por entraves administrativos, por impedimentos de juízes colocados por grupos contrários ao aborto.

Centenas de ativistas, reunidas nas ruas com adereços de cor verde, celebraram a decisão da Justiça colombiana. Por outro lado, manifestantes contra o aborto levantaram com dizeres como: “É fácil apoiar o aborto quando não é você a quem vão matar”.

Segundo o portal Voz de América, o Tribunal Superior da Colômbia pediu ao Congresso que “formule e implemente uma política pública abrangente” para evitar “amplas margens de falta de proteção à dignidade e aos direitos das mulheres grávidas”.

Fonte: R7

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SEGUNDO PESQUISA DA ANP, NATAL TEM O SEGUNDO MAIOR PREÇO DA GASOLINA ENTRE AS CAPITAIS BRASILEIRAS

Natal tem segundo maior preço da gasolina comum entre capitais do Brasil

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Heilysmar Lima

A mais recente pesquisa feita pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que abasteceu Natal tem o segundo preço maior entre as capitais do Brasil. Os dados foram levantados entre os dias 6 e 12 de fevereiro.

Em média, o preço na capital potiguar ficou em R$ 6,95, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro, onde a média foi de R$ 7,14. O pódio do preço alto é fechado por Rio Branco, capital do Acre, com média de R$ 6,93. Na outra ponta, estão Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, com R$ 6,34; Cuiabá, capital do Mato Grosso, com R$ 6,35; e São Paulo, com R$ 6,36.

Na média por estados, o Rio Grande do Norte tem a quarta gasolina comum mais cara do país, com um litro do custo de combustível, em média, R$ 6,94. O Rio de Janeiro lidera o ranking, com R$ 7,20; seguindo do Acre, R$ 7,03; e Bahia, com R$ 6,96.

Pesquisa do Procon

Uma pesquisa do último 9 de fevereiro, pelo Procon Natal, realizada em um aumento de 4% no preço da gasolina potiguar em relação ao mês de janeiro. Além da gasolina, um aumento de 0,22% foi registrado no diesel S-10. Por outro lado, oscombustíveis que encontraram negativa -4,88%, seguido pelo etanol com -2,59%, o diesel comum com -0,46% e gasolina aditivada com o menor percentual encontrado com – 0,09%.

O Núcleo de Pesquisa, setor responsável dos dados, realizou uma análise pela pesquisa em 83 postos de gasolina na cidade de Natal, contemplando as quatro regiões da cidade. Analisando os preços de fevereiro a pesquisa, redução de um mês para o outro mês, redução de um mês para o outro mês, uma tendência observada nas de janeiro, uma antes da Petrobras aumento do anúncio pela Petrobras, aumento esse no preço das refinarias e outras pesquisas e pesquisas no diesel, ocasião em que foi observado o consumidor que os preços da bomba para os menores que o anunciado.

As planilhas contendo o preço, média, e todos os dados de pesquisa, bem como o estabelecimento eletrônico para todos os compostos, entre outras informações, servir através do endereço eletrônico http://www.natal.rn.gov.br/ procon/pesquisa. É fonte permitida a publicação dos dados da pesquisa que seja citada a: Núcleo de Pesquisa Procon Natal. No entanto, é vedada a utilização deste, integral ou permitido, para materiais publicitários.

Análise dos dados

Para o Núcleo de pesquisa, os consumidores encontrados nos postos de gasolina seguem essa tendência de redução à aplicada por alguns consumos que prorroga o consumo do governador do preço médio ponderado ao final – (PMPF), que prevê um R$ 27 de outubro a dezembro de 2021 e foi prorrogado até março de 2022, esse dispositivo para base de cálculo para lucro de tributação do ICMS.

No mês de fevereiro do total de postos pesquisados ​​por combustível na bomba em 69,9% foi encontrado no preço da gasolina, em média o valor encontrado foi de R$ 6.952, o etanol com o preço médio de R$ 5.534, sendo que em 61,4% pesquisa estava com preços reduzidos, outro combustível que teve redução selecionada pela foi o diesel S-10 em que 47% dos postos reduziram o preço na bomba, em média o preço desse combustível foi encontrado a R$ 6.045, o atenção veicular chamou a atenção com 100% de pesquisas que estavam com seus preços de preços apresentados. Essa resolução no gás veicular dá-se pela resolução nº 01 de 31 de janeiro de 2022, do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, que homologa as tarifas do gás canalizado, distribuído pela Companhia de Gás Potiguar – POTIGÁS.

A pesquisa pesquisa localizada no preço de Natal R$ 4,99, em quatro postos de Potengi posto Pajuçara e Dunas, região norte vendido na avenida Moema Telhano Norteco e na avenida Voporanga, na Lagoa Azul na rua Bela Vista e no posto Vale Dourado no Santarém, localizado na avenida das Fronteiras. Já a gasolina mais barata foi encontrada no posto 30 de setembro no bairro de Candelária, ao preço de R$ 6.811.

O Etanol apresentou o resultado de 22,83% no comparativo entre o maior e o menor preço no mês corrente. Entre os meses de janeiro e fevereiro, a descoberta foi negativa de (-259%) e isso equivale a uma diferença de R$ 1.139 por litro. A região com a maior média encontrada pela pesquisa foi a região sul com R$ 5.642, o maior preço encontrado foi de R$ 6.129 nas regiões leste, no bairro de Tirol e na região sul no bairro de Ponta Negra, já o menor preço encontrado foi na região Norte de R$ 4.990, e a região com menor preço médio encontrado pela pesquisa é a oeste com R$ 5.387.

Em redução percentual ao preço do etanol anterior a 86 na redução percentual do preço do etanol em 92,71%, na região sul da região dos postos foi de 50% e 50,52%, respectivamente.

O GNV, no mês anterior o preço médio encontrado pela pesquisa de R$ 4.818 em média, e no mês de fevereiro o preço médio encontrado foi de R$ 4.583, esse livro em reais equivale a R$ (-0.235) centavos de reais por metro cúbico, a história é de (-4,8%). A maior e menor preço é de 1,30% e a diferença em reais de R$ 0,059 centavos por metro cúbico.

O menor preço constatado pela pesquisa foi de R$ 4.540 na zona oeste, no bairro das Quintas, no posto Santa Cruz, localizado na avenida Mário Negócio é o maior preço encontrado foi de R$ 4.599 na região leste do bairro de Tirol no posto São Luiz IV. No entanto, a região com a menor média encontrada pela pesquisa foi a oeste com R$ 4.573 e a região com a maior média foi a norte com R$ 4.590. O valor mais comum encontrado nos postos foi de R$ 4.590.

A pesquisa comum mais barata encontra-se na região que apresentou o menor preço dentre as quatro regiões com pesquisa de R$ 6, a pesquisa média o menor preço pode ser encontrada na região de R$ 6,81, na zona sul no bairro de delária. Já o maior preço da gasolina foi constatado também na região sul, no com o preço de R$ 7.059 nos bairros de Ponta Negra, no conjunto Alagamar e no bairro de Tirol, na zona leste da cidade.

A diferença entre o maior R$ 7.059 e o menor preço R$ 6.811 é de R$ 0,248 centavos de reais por litro de gasolina e equivale a uma trinca de isso,64%, a quantia mensal foi positiva de 0,4% com o preço médio atual de R$ 6.952 e R$ 6.929 na pesquisa anterior e isso equivale a R$ 0,023 centavos de real por litro de gasolina de diferença entre a atual e anterior.

Sendo assim, o consumidor tem a oportunidade de pesquisar preços na hora de abastecer seu veículo observando diferenças mínimas entre os preços praticados pelos postos de produtos químicos. Os dados da pesquisa realizada pela pesquisa do Procon Natal, uma planilha com variações entre o maior, como também os menores e os menores preços encontrados, por região eletrônica está disponibilizada no endereço www.natal.rn.gov.br /procon/pesquisa .

“Sempre prevalecendo o direito do consumidor de ser pesquisar o mais barato para pesquisar o produto e em caso de uso abusivo sugere-se ou o órgão competente em defesa do consumidor, o consumidor deve exercer o poder de aquisição e os produtos econômicos com preços mais baixos”, recomendou o Procon.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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CORONAVAC AUMENTA ANTICORPOS EM ATÉ QUATRO VEZES MAIS, AFIRMA ESTUDO FEITO PELO BUTANTAN

Terceira dose da Coronavac aumenta anticorpos em até quatro vezes, segundo estudo

Novos dados do projeto S, de vacinação em massa na cidade de Serrana (SP), mostraram que a vacina também mantém a proteção seis meses após a segunda dose

Lucas Rocha

da CNN

em São Paulo

De acordo com o Butantan, foram realizadas até o momento três coletas de sorologia nos participantes do Projeto SDe acordo com o Butantan, foram realizadas até o momento três coletas de sorologia nos participantes do Projeto STânia Rêgo/Agência Brasil

Instituto Butantan divulgou nesta segunda-feira (14) novos resultados do Projeto S, que realizou a vacinação em massa da população de Serrana, no interior de São Paulo, com a Coronavac.

O acompanhamento dos indivíduos imunizados mostrou que seis meses após a administração da segunda dose da Coronavac as taxas de anticorpos específicos contra o novo coronavírus em todas as faixas etárias se mantiveram cima de 99%. Além disso, a administração da dose de reforço da mesma vacina em idosos aumentou de duas a quatro vezes os níveis de anticorpos.

De acordo com o Butantan, foram realizadas até o momento três coletas de sorologia nos participantes do Projeto S, sendo a primeira em julho de 2021, três meses após a vacinação, a segunda em outubro de 2021, seis meses após a vacinação, e a terceira, em janeiro de 2022, nove meses após a aplicação da vacina.

Está prevista ainda uma última coleta de amostras em Serrana em abril, doze meses após a imunização.

“Foi possível observar um incremento grande nos níveis de anticorpos na população mais idosa da ordem de duas a quatro vezes quando comparados à etapa anterior, mostrando a capacidade da Coronavac em promover um aumento importante na resposta imune com a terceira dose mesmo nas faixas etárias mais elevadas”, explicou o médico Gustavo Volpe, diretor técnico do Hospital Estadual de Serrana e um dos coordenadores do Projeto S, em um comunicado.

Segundo o pesquisador, na população entre 18 e 59 anos, que não havia recebido a terceira dose, não houve uma queda significativa nos níveis de anticorpos entre as coletas de três e seis meses.

Expansão do projeto

O projeto S tinha previsão de conclusão neste mês, mas o Butantan pretende ampliar as análises pelo prazo de mais um ano.

A motivação está no acompanhamento do cenário epidemiológico da pandemia no Brasil e no mundo, que tem mostrado a necessidade de adaptações nos esquemas vacinais, com a administração de doses de reforço contra a doença.

Na nova fase, os pesquisadores pretendem continuar a coleta de informações sobre o perfil da imunidade gerada pela vacina ao longo do tempo. Além disso, será investigada a relação entre a quantidade de anticorpos e a imunidade celular com o desenvolvimento de casos mais graves da infecção.

Fonte: CNN

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SEGUNDO NOTA EMITIDA PELO SINDICATO DA POLÍCIA CIVIL DO RN, A CATEGORIA É MAIS UMA QUE SOFRE COM A FALTA DE RESPEITO E O DESCASO DO GOVERNO DO ESTADO


Sindicato da Polícia Civil emite nota relatando as condições de trabalho e a falta de respeito do governo com a categoria

14 fev 2022

Candidato à Polícia Civil morre após teste de aptidão física no RN

O impasse entre o Governo do Estado e a Polícia Civil parece não ter fim. A categoria está em estado de greve há quase 15 dias. Ontem após uma tarde de negociação, a categoria resolveu voltar ao trabalho de forma parcial, suas atividades.

Em um nota publicada pelo sindicato, os polícias relatam a situação das delegacias, as condições de trabalho, e informa sociedade em relação a luta pela manutenção de seus direitos.

Segue nota

VOCÊ SABIA? Muitas delegacias do RN precisam que os policiais civis trabalhem durante a folga e por isso estão fechadas*

População potiguar, na última sexta-feira, 11, seguindo determinação judicial, os policiais civis, em Assembleia promovida pelo SINPOL-RN, decidiram encerrar a paralisação iniciada no início da semana. No entanto, ainda sem avanço nas negociações com o Governo do Estado, a categoria optou por não aceitar se voluntariar para o serviço extraordinário, fora da carga horária estabelecida em lei.

Dessa forma, muitas delegacias, como a Delegacia de Plantão da Zona Norte de Natal e a Plantão de Mossoró, continuaram fechadas. Isso acontece pois essas unidades dependem da voluntariedade de policiais civis que aceitam trabalhar no horário de folga, em troca de Diárias Operacionais, para suprir a deficiência de pessoal da Polícia Civil.

Ou seja, devido ao baixíssimo efetivo da PCRN, os policiais civis aceitam se sacrificar e trabalhar além da carga horária estabelecida em lei para que delegacias funcionem e a população tenha o máximo possível de atendimento.

O próprio Governo do Estado usa esse sacrifício feito pelos policiais civis para fazer propaganda da Segurança Pública, mesmo não pagando as Diárias Operacionais em dia, chegando a dois meses de atraso, desrespeitando os trabalhadores.

Agora, como a categoria está se sentindo ainda mais desrespeitada pelo Governo, decidiu que não vale a pena ser voluntária para serviço extraordinário.

VOCÊ, CIDADÃO, ACEITARIA TRABALHAR DURANTE SUA FOLGA PARA UM PATRÃO QUE NÃO VALORIZA SEU TRABALHO E NÃO RESPEITA SEUS DIREITOS???

*SINPOL-RN*

Fonte: Política em Foco
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VARIEDADES: SEGUNDO ANÁLISE DO ISD, MENINAS ABAIXO DE 14 ANOS DERAM A LUZ À 5.652 BEBÊS NO RN DE 2010 -2021

Por g1 RN

 

Meninas abaixo de 14 anos deram à luz a 5.652 bebês no RN em 12 anos — Foto: Ascom ISDMeninas abaixo de 14 anos deram à luz a 5.652 bebês no RN em 12 anos — Foto: Ascom ISD

No Brasil, um em cada dez bebês nascidos vivos são filhos de crianças ou adolescentes de 10 a 19 anos de idade, segundo o Sistema Único de Saúde (SUS). No Rio Grande do Norte, dados da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) analisados pelo Instituto Santos Dumont (ISD), detalham que meninas abaixo de 14 anos deram à luz a 5.652 bebês no RN – de 2010 a 2021 -, o que configura a gravidez precoce.

Por ano, essas mulheres pariram, em média, 471 meninos e meninas em todo o território potiguar. Esse número, porém, poderia ser ainda maior se os casos de óbito materno-fetal e aborto entrassem na conta. Neste mês de fevereiro, autoridades de saúde ao redor do mundo chamam atenção para os riscos que envolvem a gestação entre crianças e adolescentes.

O número parece ser pequeno em percentual, variando de 1,2% a 0,7% do número total de nascidos vivos no Estado ao longo dos anos analisados. No entanto, acende o alerta para possíveis violações dos direitos de meninas e adolescentes que passam a desempenhar um papel de mãe enquanto deveriam se dedicar exclusivamente aos estudos. Apesar do decréscimo geral no percentual de bebês nascidos de adolescentes, a situação ainda apresenta índices relativamente altos, em especial, envolvendo a gestação de meninas entre 10 e 14 anos.

“Os dados parecem baixos mas significam números altos de uma gestação considerada precoce e é necessário pensar no tipo de relação que é estabelecida para que a gestação aconteça. Podem até ser relações consentidas, mas que, legalmente, a gente não pode considerar o consentimento de uma pessoa que é inimputável do ponto de vista legal”, explica a preceptora multiprofissional assistente social do ISD, Alexandra Lima.

O Ministério da Saúde, assim como a Organização Mundial de Saúde (OMS), definem como adolescência o período de 10 a 19 anos, ciclo que é constituído pela transição da infância para a vida adulta e carrega diversas mudanças e constantes adaptações. Entre as questões de saúde nessa faixa etária, a gravidez tem sido um desafio, pois são maiores as chances de ocorrerem complicações durante a gestação.

No Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi (Anita), uma das unidades do ISD em Macaíba, são inúmeros os casos de gravidez na adolescência acompanhados, em razão da unidade ser referência no acompanhamento pré-natal de alto risco no estado.

“Temos recebidos de forma recorrente adolescentes gestantes e as situações vivenciadas são inúmeras, desde a menina engravidar de um namorado da mesma idade ou dois, três anos mais velho, até o absurdo de uma garota de 14 anos engravidar de um homem de 42. Esse caso específico foi notificado como violência sexual, pois especialmente quando a adolescente tem menos de 14 anos, a relação é considerada, pela lei, estupro de vulnerável”, ressalta Alexandra Lima

Recuo

Apesar do número considerado alarmante de gestações de meninas menores de 14 anos, houve uma queda de 32,6% no número de nascidos vivos de mães de 10 a 19 anos de 2010 a 2021 no Rio Grande do Norte. Os números foram analisados pelo obstetra especialista em medicina fetal e diretor-geral do Instituto Santos Dumont (ISD), Reginaldo Freitas Jr.

Em 2010, foram 9.822 bebês nascidos de mães nessa faixa etária. O número veio caindo ao longo dos anos até que, em 2021, chegou aos 5.749 nascimentos de filhos de mães adolescentes notificados no RN. No entanto, o quantitativo não compreende todos os casos de ocorrência de gravidez na adolescência no território potiguar, uma vez que considera apenas nascidos vivos e desconsidera complicações como aborto ou óbito materno-fetal.

“Apesar da subnotificação, pois nessa conta não entram casos em que o bebê não chega a nascer vivo, por exemplo, essa queda é importante e positiva. Entretanto, a ocorrência de gestações na adolescência ainda é considerada alta aos olhos de indicadores sociais do mundo todo e a redução nos últimos anos não pode ser considerada uma grande vitória. A gente ainda tem muito a fazer, sobretudo disseminar o acesso a informações e estratégias educacionais em saúde sexual e reprodutiva”, defende Reginaldo Freitas Jr.

O índice brasileiro de gravidez na adolescência é considerado alto: a taxa é de 68,4 nascimentos para cada mil adolescentes entre 15 e 19 anos, segundo o relatório da Organização Pan-Americana de Saúde (PAHO), enquanto a média mundial é estimada em 46. Para Reginaldo Freitas Jr., se toda gestação deveria, idealmente, ser cuidada desde a concepção, na adolescência não deveria ser diferente.

“Estamos falando de uma fase da vida onde existe a exposição dessas meninas a um maior risco perinatal. A ocorrência da gravidez na adolescência está associada a condições perinatais muito mais desfavoráveis, como síndromes hipertensivas, prematuridade e baixo peso ao nascer, que acontecem com maior frequência em gestações de meninas nessa faixa etária da adolescência”, explica o obstetra. A gravidez na adolescência é um problema de saúde pública devido aos riscos à saúde da mãe e do bebê, que também incluem anemia, aborto espontâneo, eclâmpsia e depressão pós-parto, por exemplo.

Conforme Reginaldo Freitas Jr., a justificativa para os elevados índices de gravidez na adolescência envolve questões muito amplas, desde o nível socioeconômico e cultural à iniciação sexual precoce. O pouco conhecimento sobre os métodos contraceptivos,a dificuldade de acesso a essa política de saúde e até a falta de participação do parceiro na prevenção à gravidez também são alguns dos motivos.

“É importante considerar que, muitas vezes, as adolescentes querem mesmo engravidar e possuem isso como objetivo de vida. No entanto, nossos desafios são fazê-las entender que cada fase precisa ser vivida no seu tempo e, quem sabe, enxergar outras possibilidades, construir uma sociedade que garanta cidadania para os meninos e meninas, além de não criminalizar ou abominar os casos de gravidez na adolescência e sim, prestar todo cuidado necessário a essas vidas”, argumenta Reginaldo Freitas Jr.

A pedagoga do ISD, Luzia Guacira dos Santos Silva, avalia que a principal perda educacional das mães precoces está relacionada ao abandono da escola. “Muitas crianças e adolescentes que engravidam acabam abandonando a vida estudantil por causa da nova função que assumem”, frisa.

Prevenção

Um dos fatores mais importantes para a prevenção é a educação. Sobre o período ideal para se abordar o assunto com os adolescentes, de ambos os sexos, Reginaldo Freitas Jr. afirma que não existe fórmula mágica sobre uma idade adequada para abordar o assunto e esse momento está vinculado ao contexto cultural, social e familiar dos e das adolescentes.

“Para a prevenção ideal da gravidez na adolescência, estratégias de educação deveriam acontecer tão logo haja o desejo do início da atividade sexual. Quando a adolescente toma a decisão de que iniciará a atividade sexual, essa decisão também deveria contemplar o conhecimento de seus direitos sexuais e reprodutivos, entre eles o planejamento familiar, o planejamento de quando engravidar”, destaca.

Para fortalecer a prevenção dos casos de gravidez na adolescência, nove métodos contraceptivos que ajudam no planejamento familiar são ofertados pelo SUS, de forma gratuita, a essa população: anticoncepcional injetável mensal, anticoncepcional injetável trimestral, minipílula, pílula combinada, diafragma, pílula anticoncepcional de emergência (ou pílula do dia seguinte), dispositivo intrauterino (DIU), preservativo feminino e preservativo masculino.

No Instituto Santos Dumont (ISD), os atendimentos em saúde materno infantil incluem pré-natal de alto risco, assistência especializada às gestantes e crianças expostas e/ou com HIV/AIDS, medicina fetal, infectologia na gravidez, assistência à vítimas de violência sexual, psicologia, assistência social e outros. Além disso, mulheres acompanhadas pelo serviço do Instituto recebem orientações de contracepção e planejamento familiar, para decidir se e quando querem engravidar.

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