VARIEDADES: SEGUNDO ANÁLISE, CARANGUEJO, LAGOSTA E POLVO SÃO CAPAZES DE SENTIR DOR E SOFRIMENTO E NÃO DEVERIAM SER COZIDOS VIVOS

Lagostas e caranguejos sentem dor e não deveriam ser cozidos vivos, diz estudo

Especialistas britânicos analisaram 300 pesquisas científicas e apontaram que esses animais são sencientes

Katie Huntda CNN

Relatório conclui que cefalópodes (como polvos e lulas) e decápodes (como lagostas e caranguejos) devem ser tratados como seres conscientes.Relatório conclui que cefalópodes (como polvos e lulas) e decápodes (como lagostas e caranguejos) devem ser tratados como seres conscientes.Reprodução

Polvo, caranguejos e lagostas são capazes de sentir dor ou sofrimento, de acordo com uma análise encomendada pelo governo do Reino Unido, que acrescentou as criaturas a uma lista de seres sencientes a serem protegidos pelas novas leis de bem-estar animal.

O relatório de especialistas da London School of Economics analisou 300 estudos científicos para avaliar as evidências de senciência, e eles concluíram que cefalópodes (como polvos, lulas e chocos) e decápodes (como caranguejos, lagostas e lagostins) devem ser tratados como seres capazes de sentir ou perceber através dos sentidos.

Os vertebrados (animais com coluna vertebral) já são classificados como sencientes na nova legislação de bem-estar animal atualmente em debate no Reino Unido.

“O projeto de Lei de Bem-Estar Animal fornece uma garantia crucial de que o bem-estar animal seja corretamente considerado ao desenvolver novas leis. A ciência agora está clara que decápodes e cefalópodes podem sentir dor e, portanto, é justo que sejam cobertos por esta parte vital da legislação”, disse o ministro do Bem-Estar Animal, Lord Zac Goldsmith, em um comunicado.

O projeto de lei, que ainda não foi aprovado, estabelecerá um Comitê de Senciência Animal, que emitirá relatórios sobre como as decisões do governo levaram em consideração o bem-estar dos animais sencientes. É parte de um plano de ação governamental mais amplo para o bem-estar animal.

O relatório afirma que lagostas e caranguejos não devem ser cozidos vivos e inclui as melhores práticas para o transporte, atordoamento e abate de decápodes e cefalópodes.

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SEGUNDO PORTA-VOZ DA CASA BRANCA, BIDEN TEM INTENÇÃO DE CONCORRER À PRESIDÊNCIA DOS EUA EM 2024

Biden tem intenção de concorrer novamente à Presidência em 2024

Crise do Afeganistão e gestão do coronavírus fizeram aprovação pública do presidente norte-americano cair nos últimos meses

INTERNACIONAL

por Reuters

Aos 79 anos, Joe Biden é o presidente mais velho da história dos Estados Unidos

KEVIN LAMARQUE/REUTERS – 9.9.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tem a intenção de concorrer à reeleição em 2024, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, nesta segunda-feira (22).

Biden, de 79 anos, sofreu uma queda na aprovação pública nos últimos meses, levando alguns dos democratas a se perguntarem se ele buscaria um segundo mandato de quatro anos.

“Ele quer. É a intenção dele”, disse Psaki, enquanto Biden voava a bordo do Força Aérea Um para um evento de Ação de Graças com as tropas norte-americanas em Fort Bragg, no Estado da Carolina do Norte.

Os democratas ficaram abalados com as vitórias dos republicanos nas eleições estaduais da Virgínia neste mês, e como uma vitória democrata apertada em Nova Jersey.

Alguns têm cogitado a viabilidade de uma candidatura da vice-presidente Kamala Harris em 2024, caso Biden decida não concorrer de novo. Uma pesquisa recente do USA Today e da Universidade de Suffolk mostrou que ela tem aprovação de 28% no cargo.

Biden passou pelo primeiro exame físico na sexta-feira (19) desde que tomou posse em janeiro e médicos constataram que ele está caminhando de forma rígida e atribuíram frequentes episódios de tosse a refluxos ácidos. Os médicos afirmaram que ele está apto para trabalhar.

As perspectivas políticas de Biden pareciam estar balizadas na semana passada após a aprovação de um plano de infraestrutura de 1 trilhão de dólares. Ainda está sendo debatido um outro pacote de 2 trilhões de dólares de investimentos em segurança social.

Fonte: R7

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SEGUNDO MINISTRO DA EDUCAÇÃO, SE O GOVERNO TIVESSE INTERFERIDO NO ENEM CERTAS QUESTÕES NÃO TERIAM SIDO COLOCADAS

 

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante entrevista coletiva após a 1ª prova do Enem — Foto: ReproduçãoO ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante entrevista coletiva após a 1ª prova do Enem — Foto: Reprodução

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou neste domingo (21) que, se o governo tivesse interferido no Enem 2021, algumas das perguntas “talvez não estariam ali”.

“Sobre a cara do governo, vocês puderam notar que segue o mesmo padrão nas provas, em nenhum momento podemos discutir quando analisar as questões. Foi uma narrativa, tentaram politizar a prova e não teve nenhuma interferência. Talvez se tivesse, algumas perguntas talvez não estariam ali” disse durante entrevista sobre o 1º dia de prova do exame, em Brasília.

Ribeiro não especificou a quais questões se referia, mas afirmou que “quis salientar que se dependesse da visão de que o governo é radical, eu só bati o olhos, não analisei, mas tem alguns questões que tocam temas que numa visão mais conservadoras são mais caras ao nosso governo.”

Segundo professores que fizeram a prova, entre os tema tratados pela prova de 2021 estão racismo, mineração na Amazônia, escravidão, leitura crítica de notícias, erotização da mulher e emancipação feminina (veja aqui mais detalhes).

O tema da redação foi “‘invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil” e uma das questões citava a música Admirável Gado Novo, lançada por Zé Ramalho em 1979, durante a ditadura militar – o regime, entretanto, não foi tratado no exame, segundo os docentes.

Pouco antes da prova, 37 servidores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que organiza a prova, entregaram os cargos. Como o g1 mostrou, alguns deles alegaram pressão ideológica no processo de formulação das provas, com o objetivo de excluir do exame temas que pudessem desagradar ao governo.

Após as denúncias, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que a prova havia começado a ficar “com a cara do governo” (veja no vídeo abaixo).

“Ninguém precisa ficar preocupado. Aquelas questões absurdas do passado, que caíam tema de redação que não tinha nada a ver com nada. Realmente, algo voltado para o aprendizado”, disse, em 15 de novembro. Bolsonaro negou, depois, que tivesse visto a prova.

Bolsonaro diz que questões do Enem ‘começam agora a ter a cara do governo’

Um grupo de entidades da área de Educação chegou a pedir à Justiça Federal o afastamento do presidente do Inep, Danilo Dupas, sem sucesso. O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Walton Alencar Rodrigues também negou uma solicitação no mesmo sentido que chegou ao órgão, mas propôs em que o plenário da Corte analise se as questões do Enem atendem a critérios técnicos.

Ribeiro comemorou a queda na abstenção, que foi de 26% em 2021 ante 51,5% no primeiro domingo de prova de 2020.

“O Enem foi um sucesso, 24% [na verdade, 26%] de abstenção ainda na pandemia, é um número significativo. Sem o Enem, uma série de passos da educação brasileira sofreria um atraso”, disse.

Com abstenção menor, o número de pessoas que fizeram a 1º prova impressa em 2021 é maior que o de 2020, mesmo com um número de inscritos menor:

  • Fizeram a 1ª prova impressa do Enem 2020: 2.680.697
  • Fizeram a 1ª prova impressa do Enem 2021: 3.040.907
  • Fizeram a 1ª prova digital do Enem 2020: 29.703
  • Fizeram a 1ª prova digital do Enem 2021: 68.893

Fonte: G1

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SEGUNDO EX-VICE-GOVERNADOR, GOVERNADORA DO RN ESTÁ “FAZENDO CAIXA” PARA ELEIÇÕES EM 2022

Fátima está “fazendo caixa para o ano eleitoral”, diz Fábio Dantas

O ex-vice-governador Fábio Dantas tem uma teoria sobre o caos na saúde do Rio Grande do Norte, que diariamente sofre com hospitais lotados até os corredores, falta de insumos básicos e de pagamento de fornecedores e terceirizados. Para ele, o governo Fátima Bezerra deve estar “fazendo caixa” para 2022, ano de eleição para governador.

“Eu não sei o que passa na cabeça, eu imagino que deva ser fazer caixa para o ano eleitoral, não tem outra explicação, porque é tentar mostrar o eldorado no último ano de governo”, disse Fábio em entrevista ao Hora Extra da Notícia nesta sexta-feira (19).

Fábio lamentou ainda que “a população sofre diariamente” nos hospitais e criticou diretamente a governadora Fátima Bezerra pela falta de gestão e controle das finanças públicas do RN.

“A cada ano nós aumentamos a receita, mas aumentamos também a despesa, porque o Estado não tem um controle das suas finanças públicas. A governadora atual do Rio Grande do Norte nunca administrou nada, nem um carrinho de cachorro quente, então fica difícil você tem uma pessoa que possa entender o mínimo de um orçamento público”, observou.

Fonte: Blog do BG

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SEGUNDO A FIOCRUZ, DURANTE A PANDEMIA TRIPLICOU O NÚMERO DE BACTÉRIAS RESISTENTES A ANTIBIÓTICOS

Detecção de bactérias resistentes a antibióticos triplicou na pandemia, diz Fiocruz

Aumento do uso de antibióticos nos hospitais durante a pandemia tem sido apontado em pesquisas no Brasil e no exterior, com alguns trabalhos sugerindo prescrição exagerada

Anna Gabriela Costa

da CNN

em São Paulo

Laboratório da Fiocruz integra rede de vigilância em resistência microbiana coordenada pela Anvisa e pelo Ministério da Saúde (Foto realizada antes da pandemia)Laboratório da Fiocruz integra rede de vigilância em resistência microbiana coordenada pela Anvisa e pelo Ministério da Saúde (Foto realizada antes da pandemia)Josué Damacena/IOC/Fiocruz

A detecção de bactérias resistentes a antibióticos, no mínimo, triplicou durante a pandemia de Covid-19; é o que afirma o estudo feito com base em amostras recebidas pelo Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), referência na vigilância de bactérias resistentes a antibióticos, conhecidas como ‘superbactérias’.

“Em 2019, o laboratório recebeu um pouco mais de mil amostras de superbactérias de diversos estados para análise aprofundada. Em 2020, primeiro ano da pandemia, o número passou para quase 2 mil. Em 2021, apenas no período de janeiro a outubro, o índice ultrapassa 3,7 mil amostras confirmadas, um aumento de mais de três vezes em relação a 2019, período pré-pandemia”, explicou a Fiocruz.

“É um cenário que favorece a disseminação da resistência, agravando ainda mais um problema de alto impacto na saúde pública. Chamar a atenção para esse dado é fundamental, uma vez que o uso indiscriminado de antibiótico prejudica o tratamento de uma série de doenças bacterianas. As infecções causadas por superbactérias geralmente são associadas à alta mortalidade”, afirma a chefe do Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar, Ana Paula Assef.

De acordo com a pesquisadora, o aumento do uso de antibióticos nos hospitais durante a emergência sanitária tem sido apontada em pesquisas no Brasil e no exterior, com alguns trabalhos sugerindo prescrição exagerada.

Um estudo internacional publicado em janeiro, por exemplo, identificou tratamento com antibióticos em mais de 70% dos pacientes internados por Covid-19. Em contrapartida, a presença de coinfecções causadas por bactérias foi estimada em 8%.

Alta prescrição de antibióticos

Em agosto, a Anvisa publicou uma Nota Técnica com orientações para prevenção e controle da disseminação de bactérias resistentes em serviços de saúde no contexto da pandemia.

O texto reforça que os antibióticos não são indicados no tratamento de rotina da Covid-19, já que a doença é causada por vírus e esses medicamentos atuam apenas contra bactérias, explica a Fiocruz. Dessa forma, os fármacos são recomendados apenas para os casos com suspeita de infecção bacteriana associada à infecção viral.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que superbactérias causam cerca de 700 mil mortes anualmente.

“Bactérias como Acinetobacter e Pseudomonas são oportunistas, causam infecções em pacientes internados, com saúde debilitada. Quando esses microrganismos apresentam resistência, muitas vezes, não se consegue controlar a infecção e há risco de óbito. Esse já era um grande problema antes da Covid-19 e, agora, estamos evidenciando uma piora neste quadro”, diz Ana Paula.

A pesquisadora ressalta que, além do risco individual para os pacientes, o espalhamento da resistência aos antibióticos representa uma ameaça global, já que a capacidade de tratar infecções, considerada uma das maiores conquistas da medicina moderna, pode ser perdida no futuro.

“É importante que as pessoas entendam que os antibióticos só atuam contra bactérias e não têm efeito contra vírus ou qualquer outro microrganismo. Não se pode tomar antibiótico por indicação de conhecido ou familiar. Para que esses medicamentos continuem eficazes, eles devem ser usados com critério, apenas com prescrição médica. O paciente precisa seguir a receita de forma irrestrita, com a quantidade de dose e duração da administração exatas”, enfatiza a microbiologista.

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SEGUNDO MANDETTA, NOVO PARTIDO UNIÃO BRASIL OPTARÁ PELA TERCEIRA VIA

União Brasil não apoiará Bolsonaro ou Lula, diz Mandetta sobre 2022

À CNN, ex-ministro criticou a gestão de Jair Bolsonaro e, ao comentar sobre terceira via, disse que acha “complicado” as prévias do PSDB

João de Marida CNN

Em São Paulo

 

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), e possível candidato à presidência da República na eleição de 2022 pelo novo partido União Brasil, afirmou à CNN nesta quarta-feira (17) que a sigla não apoiará o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no próximo pleito.

A criação do União Brasil, fusão entre o DEM e PSL, ainda precisa do aval do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ser oficializada. A expectativa é que o TSE dê a permissão até fevereiro de 2022.

“Essa é a única opção que é categoricamente colocada por todos que participaram das conversas do União Brasil, é que o partido não apoiaria a reeleição de Bolsonaro ou a vota de Lula”, disse Mandetta à CNN. “O partido tem que fazer uma discussão interna para poder decidir seu caminho. Isso ainda não está maduro. Ainda existem discussões para definir o caminho do partido ate a eleição.”

Segundo o ex-ministro, a demora para alinhar o “caminho” do partido em 2022 acontece devido à “melhor via é sempre a mais difícil de ser construída”, referindo-se ao que ficou conhecido como terceira via.

“O que ele esta fazendo agora para tentar se reeleger, de fazer gasto público, de fazer calote nos precatórios, isso não é de um governo responsável. Ele faz muito mal ao pensamento liberal. O ministro da economia dele é incompetente, não entrega nada, é um animador de auditório que não consegue materializar sequer uma discussão sobre equilíbrio orçamentário”, disse.

“Aquilo [o governo] é um bando fazendo diariamente proselitismo em pautas de costumes e um diversionismo político irresponsável, jogando a população contra as instituições, arrebentando com as instituições, tencionando a democracia a ponto de nos preocupamos até com um golpe.”

Entrada de Moro e prévias do PSDB

À CNN, Mandetta comentou sobre a filiação do também ex-ministro Sergio Moro ao Podemos, tornando-se pré-candidato à presidência em 2022. Ao ser questionado se a entrada do ex-juiz ao jogo político poderia “embaralhar” a terceira via, Mandetta afirmou que “não se preocupa com Moro, pois ele vem para ajudar”.

Mandetta, no entanto, se disse preocupado com as prévias do PSBD. No próximo domingo (21), um total de 44.697 filiados e mandatários cadastrados votarão o representante do partido que disputará a presidência da República nas eleições de 2022.

“Acho mais complicado as prévias do PSDB, e o grau de disputa muito apertada e como podem ser essas feridas. Se as pessoas do PSDB possam sair de lá pensando que ‘só porque passaram pelas prévias já são candidatos a presidência da República”, avaliou o ex-ministro Mandetta.

Para ele, o desafio para o ex-juiz da Lava Jato será “dialogar com quem faz a pauta política e agregar pessoas a esse projeto [a terceira via]”.

“Acho que Moro vai ter que abrir a roda de conversa e ver o que é possível e não possível de aceitar de diversas pautas. Ele senta a mesa representando a luta contra a corrupção, mas temos lutas enormes na saúde, na educação, economia, fome. Vamos ver quem se junta com essas propostas”.

CNN Brasil entrou em contato com a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) do governo federal e com o Ministério da Economia, e aguarda um posicionamento sobre as declarações.

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SEGUNDO MINISTRO DA EDUCAÇÃO, O GOVERNO QUER QUE AS QUESTÕES DO ENEM SEJAM DE CUNHO TÉCNICO E NÃO IDEOLÓGICOS

Não houve interferência no Enem, diz Milton Ribeiro à CNN

Ministro da Educação afirmou que governo quer “que as questões sejam de cunho técnico, e não de cunho ideológico. Nem de esquerda e nem de direita”

João de Marida CNN

Em São Paulo

 

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou em entrevista à CNN nesta terça-feira (16) que “não houve interferência no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)”. Segundo ele, as polêmicas sobre o exame, que será realizado nos próximos dias 21 e 28, não passam de “ruídos pré-Enem”.

“O Enem está garantido, as provas já foram impressas e encaminhadas. Não há como interferir. A ideia de que houve interferência é uma narrativa de quem quer politizar a educação. A educação não tem partido”, afirmou Ribeiro.

Na segunda-feira (15), ao comentar sobre uma crise institucional no Inep, órgão que cuida do Enem, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o exame deste ano “começa a ter a cara do governo”. De acordo com o ministro, porém, Bolsonaro “nunca pediu e nem sugeriu nada”.

“O que nós queremos é que as questões sejam de cunho técnico, e não de cunho ideológico. Nem de esquerda e nem de direita. Ele [Jair Bolsonaro] nunca me pediu nada, nunca me sugeriu nada. O que ele falou, que ‘o Enem é a cara do governo’, é porque temos feito da melhor maneira possível”, contou. “O que ele [Bolsonaro] quis realmente dizer, vocês tem que perguntar para ele”, afirmou aos analistas da CNN.

O chefe do Ministério da Educação (MEC) também comentou sobre as demissões de dezenas de profissionais do Inep, nas últimas semanas, com a alegação de que havia ingerência no órgão.

De acordo com Ribeiro, as demissões só valem após publicadas no Diário Oficial, o que até agora não ocorreu. Até lá, ele garante que todos vão continuar em seus postos.

“Nenhum servidor foi demitido. Primeiro que são concursados, eles deixaram e alguns colocaram à disposição cargos em comissão. Quem quiser sair, pode sair, porque já recebi contatos de outros do Inep que têm qualificações técnicas para assumir os cargos”, disse o ministro à CNN.

“Eles só vão sair depois das provas do Enem, porque são responsáveis até agora por tudo que está acontecendo. Demos-lhes a competência de preparar as provas, então vão estar conosco até o final. Após, se resolverem reafirmar a demissão de cargos comissionados, eles podem fazer. Ninguém foi mandado embora”.

Em ofício encaminhado à diretoria do Inep, ao qual a CNN teve acesso, os servidores públicos afirmam que, “considerando a situação sistêmica do órgão e a fragilidade técnica e administrativa da atual gestão máxima do Inep”, solicitam a dispensa do cargo em comissão ou função comissionada que ocupavam.

“A alegação de um grupo, como eu disse extremamente politizado, é um direito, estamos numa democracia. Também posso falar uma série de coisas de cada um e tenho esse direito. Eu não acredito em nenhum tipo de coação, tanto que nenhum dos nossos diretores, além dos que estavam incumbidos disso, teve acesso às provas. Se me perguntar hoje, não sei o tema da redação, e não quero saber”.

Segundo ele, as alegações de intimidação são de cunho administrativo. Ribeiro alegou que os servidores envolvidos na polêmica institucional do Inep estão “olhando para si mesmo, ao invés de olhar para a Educação”.

“A intimidação, outras acusações são administrativas, têm a ver com a gratificação, vamos tratar em outro momento. É um custo, porque além do salário, eles têm o DAS, que é um valor a mais em comissão, e agora tem um terceiro item, o custo do trabalho do serviço público, tem uma gratificação por cursos em concurso. Todos que vão além da descrição da sua função é merecedor. Esses que pediram demissão são os que mais ganharam em termos dessa gratificação”, analisou Ribeiro.

Reedição do ProUni e Fies

À CNN, o ministro da Educação afirmou ainda que o governo Bolsonaro espera reeditar os programas federais de ingresso no ensino superior no Brasil: o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).

Mas, sem dar detalhes, Ribeiro disse que o “Brasil precisa entender que a resposta é curso técnico profissionalizante”.

“Não tenho compromisso com o erro. Hoje se você tiver um curso, um diploma de um curso superior isso não garante empregabilidade. Temos 600 mil vagas de técnicos que esão abertas. Falta mão-de-obra especializada de nível técnico. Não posso pegar um engenheiro e colocar para fazer a função de um técnico de edificações. Nós precisamos investir nos institutos federais”, disse.

“São programas interessantes [Fies e Prouni], vamos reeditá-los. Fies, Prouni, todos esses programas serão reeditados”, concluiu sem informar mais detalhes.

(*Com informações de Basilia Rodrigues, da CNN)

Fonte: CNN

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SEGUNDO MINISTRO DO STF, AS SUCESSIVAS DERROTAS EM VOTAÇÃO NO CONGRESSO FIZERAM BOLSONARO SE APROXIMAR DA POLÍTICA TRADICIONAL

Política tradicional deu estabilidade ao governo Bolsonaro, diz Gilmar Mendes

Ministro do STF também comentou a filiação do ex-juiz Sergio Moro ao Podemos

Da CNN

em São Paulo

 

Em entrevista exclusiva à CNN, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou neste domingo (14) a aproximação de Jair Bolsonaro com partidos do Centrão e a possível filiação do presidente ao PL.

“O presidente, quando assumiu lá atrás, disse que não repetiria o modelo do presidencialismo de coalizão e acabou optando por apoio parlamentar a partir das bancadas temáticas. As bancadas temáticas são muito fiéis aos seus próprios interesses. Quando se trata de votar uma emenda específica, que afeta daqueles que eles representam, aí já apresentam dúvidas”, declarou Mendes à analista de política da CNN Thais Arbex.

Na avaliação do ministro do STF, as sucessivas derrotas em votações no Congresso fizeram o presidente sentir a necessidade de se aproximar da política tradicional. “Ganhou estabilidade num governo que estava muito instável.”

A entrevista foi concedida em Lisboa, onde o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), do qual Mendes é sócio, organiza nesta semana o “Fórum Jurídico”, com a participação de políticos brasileiros.

Mendes também comentou a filiação do ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro ao Podemos, que pode viabilizar a candidatura dele à Presidência, e a possível entrada na política do ex-procurador Deltan Dallagnol, que chefiou a Operação Lava Jato.

“A política e os políticos devem comemorar a sinceridade. Se [eles] faziam política antes exercendo cargo de procurador e de juiz, agora o farão no campo certo, no campo da política, filiando-se a um partido político.  Certamente terão que prestar contas do que fizeram no passado”, afirmou Mendes.

“De fato, é a demonstração de que talvez já fizessem política antes, com uma outra camisa. Agora farão política a partir da vestimenta de um partido político e jogando no campo adequado. Boa sorte [a eles]”, acrescentou Mendes, crítico da atuação de Moro e Deltan na Lava Jato.

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SEGUNDO BOLETIM DE BALNEABILIDADE, DOIS TRECHOS DO LITORAL DO RN ESTÃO IMPRÓPRIOS PARA BANHO

Por g1 RN

 

Areia Preta (Praça da Jangada), em Natal, está imprópria para banho, segundo boletim da balneabilidade — Foto: DivulgaçãoAreia Preta (Praça da Jangada), em Natal, está imprópria para banho, segundo boletim da balneabilidade — Foto: Divulgação

Dois trechos do litoral do Rio Grande do Norte estão impróprios para banho e 31 pontos seguem com condições adequadas, de acordo com o Boletim da Balneabilidade publicado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) na sexta-feira (12).

Os trechos considerados impróprios são a Foz do Rio Pirangi e a praia de Areia Preta (Praça da Jangada), localizados em Nísia Floresta e Natal, respectivamente.

O Programa Água Azul analisa a quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas águas. Foram coletadas e classificadas amostras de água em 33 pontos distribuídos na faixa costeira situada entre os municípios de Nísia Floresta e Extremoz, a fim de informar aos banhistas quais as condições das praias monitoradas.

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PEC DOS PRECATÓRIOS É APROVADA PELA CÂMARA EM SEGUNDO TURNO

Câmara dos Deputados aprova PEC dos Precatórios em 2º turno de votação

Proposta, que abre espaço fiscal em 2022 para financiamento do Auxílio Brasil, segue agora para o Senado

Larissa Rodriguesda CNN

Em São Paulo e em Brasília

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira (9), por 323 votos a 172, o texto-base da proposta de emenda à constituição conhecida como PEC dos Precatórios em segundo turno. Agora, o texto será encaminhado para apreciação do Senado Federal, onde também será votado em dois turnos.

Pela regra, a votação da PEC na Câmara precisa ocorrer em dois turnos, com 308 votos, no mínimo, em cada um deles, para ser aprovada.

A análise dos destaques em primeiro turno também foi encerrada no início da noite desta terça (9). Apenas um dos dispositivos que permitem mudanças de conteúdo da matéria foi acatado. Com isso, foi retirado do texto um artigo que permitia a flexibilização da Regra de Ouro, norma que estabelece que o governo não pode emitir dívida além de sua capacidade de investimento, salvo em casos de despesas correntes – referentes ao custeio da máquina pública.

O trecho, que alterava a regra fiscal, previa que o descumprimento da Regra de Ouro passasse a ser autorizado pelo Congresso Nacional ainda durante a votação do Orçamento do ano seguinte. Com a aprovação do destaque, a norma continuará como é hoje. Desde 2018, a Regra de Ouro tem sido descumprida pelo governo federal. Este ano, a insuficiência está estimada em R$ 93,9 bilhões.

Negociações

Desde a última segunda-feira (8), o Palácio do Planalto trabalhava para angariar votos entre os parlamentares. Isso porque, na semana passada, durante a votação em primeiro turno, a PEC foi aprovada apenas por quatro votos a mais do que o mínimo necessário.

No entanto, o dia começou com um revés para a base governista, que perdeu votos dos deputados do PDT. Após críticas do ex-governador do Ceará Ciro Gomes e a suspensão de sua candidatura à Presidência, o partido pressionou os parlamentares que haviam votado a favor da PEC ainda no primeiro turno. Com isso, após reunião no início da tarde desta terça, a legenda orientou voto contrário à proposta, mas cinco deputados da sigla votaram pela aprovação da PEC.

Com a mudança no PDT, o governo seguiu pressionando. Deputados da base foram convocados para a votação, na tentativa de aumentar o quórum que, no primeiro turno, havia sido de 456 parlamentares. Paralelamente, a pressão em cima de partidos como MDB, PSDB e PSB aumentou, tanto do lado do governo quanto da oposição, que seguiu obstruindo as votações.

Entenda

Aposta do governo Bolsonaro para a abertura de espaço fiscal em 2022 para o financiamento do novo programa social Auxílio Brasil, que substitui o Bolsa Família, a PEC dos precatórios tinha como objetivo inicial adiar e parcelar o pagamento da dívida da União em precatórios e sentenças judiciais. O montante para o ano que vem é de quase R$ 90 bilhões.

Com pagamento obrigatório previsto na Constituição Federal, precatórios são dívidas do governo com pessoas físicas, jurídicas, ou ainda de um ente da federação com outro, já decididas em definitivo – transitados em julgado – pelo poder Judiciário. O débito pode ser devido por municípios, estados ou União.

Em meio às negociações, o texto ganhou dispositivos que ampliam o teto de gastos e driblam outras regras fiscais. Segundo o Ministério da Economia, o espaço aberto pela proposta será de cerca de R$ 91 bilhões, sendo R$ 44,6 bilhões resultado do subteto estipulado para o pagamento dos precatórios e outros R$ 47 bilhões pela mudança na regra de correção do teto de gastos.

Só o Auxílio Brasil será responsável por consumir R$ 50 bilhões do montante total. Parte dos recursos restantes deve ser usada para aumentar o valor a ser repassado para parlamentares em 2022 por meio de emendas de relatos, conhecida como RP9, e do fundo eleitoral.

Fonte: CNN

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SEGUNDO PRESIDENTE DA COLÔMBIA, AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES NA VENEZUELA NÃO SERÃO “LIVRES” NEM “DEMOCRÁTICAS”

Presidente da Colômbia questiona liberdade em eleições venezuelanas

Iván Duque afirmou que pleito na Venezuela em novembro não será ‘livre’ nem ‘democrático’ e chamou Nicolás Maduro de ditador

INTERNACIONAL

 por AFP

Presidente Iván Duque conversou com a imprensa em visita à FrançaPresidente Iván Duque conversou com a imprensa em visita à França

As próximas eleições regionais na Venezuela não serão “livres” nem “democráticas”, afirmou à AFP nesta quarta-feira (3) o presidente da Colômbia, Iván Duque, que também falou sobre os “desafios” pendentes dos acordos de paz com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e da luta contra o narcotráfico.

“Não serão livres, não serão democráticas”, disse Duque durante entrevista em Paris, referindo-se às eleições venezuelanas marcadas para 21 de novembro, das quais os principais partidos da oposição decidiram participar após anos de boicote.

Para Duque, “é a mesma estratégia que Maduro sempre busca: fraturar um setor da oposição, convidá-lo às eleições, deixá-lo ganhar quatro, cinco ou seis governadores, para que pareça um democrata aos olhos do mundo, e perpetuar sua ditadura”.

“Claramente, o renascimento da democracia na Venezuela só vai começar no dia em que Nicolás Maduro deixar o cargo que exerce como ditador”, acrescentou.

Durante visita-relâmpago à França, depois de participar da 26ª Conferência do Clima da ONU (COP26), em Glasgow, na Escócia, o chefe de Estado colombiano se encontrou com seu par francês, Emmanuel Macron, com quem também discutiu a situação na Venezuela.

O presidente colombiano, cujo mandato vai até agosto de 2022, destacou a visão compartilhada com Macron em aspectos como o combate às mudanças climáticas e garantiu que a relação bilateral “está em seu ponto histórico mais alto”.

O presidente francês prometeu que seu país, junto com seus parceiros da União Europeia, continuará a apoiar “as forças democráticas na Venezuela em seus esforços por conseguir eleições livres e transparentes”.

Os dois líderes também abordaram o processo de paz, cinco anos após os acordos entre o governo do presidente colombiano Juan Manuel Santos e a extinta guerrilha Farc.

Duque admitiu à AFP ter posições conflituosas, considerando que a “grande maioria” dos ex-combatentes “entrou no caminho da legalidade”, com o apoio também das autoridades, mas afirmou que ainda há “desafios” pendentes.

“Acredito que seja necessária uma reparação material e econômica mais efetiva por parte dos perpetradores. Em segundo lugar, não podemos negar as dissidências das Farc”, disse o governante, para quem também falta descobrir a verdade sobre os abusos de menores.

 

A Colômbia vive o pior surto de violência desde o desarmamento das Farc. Dissidentes, o ELN (Exército de Libertação Nacional) e grupos armados de origem paramilitar brigam em várias regiões pelos lucros do narcotráfico, da extorsão e da mineração ilegal.

Duque ressaltou na entrevista que não negociará com o ELN até que cessem “todos os atos criminosos” e todos os reféns sejam libertados, pois o contrário significaria “validar” seus “crimes atrozes” como um “mecanismo de pressão sobre o Estado”.

presidente colombiano afirmou que o combate às drogas passa também pelos países consumidores. “Quantas campanhas de dissuasão eles estão fazendo? Quantas prisões estão fazendo contra os traficantes de drogas em muitos dos países mais desenvolvidos?”, questionou Duque, que defendeu a “corresponsabilidade” nessa luta.

Fonte: R7

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SAÚDE: SEGUNDO ESTUDO, PESSOAS QUE PERDERAM OLFATO E PALADAR DEVIDO A COVID RECUPERAM EM ATÉ 6 MESES

Por g1

 

Josh Goldenberg, que perdeu o olfato devido à Covid-19, inala um perfume enquanto trabalha com a perfumista Sue Phillips em seu estúdio em Nova York, nos Estados Unidos, em foto de 14 de maio de 2021 — Foto: Brendan McDermid/Reuters/Arquivo

Josh Goldenberg, que perdeu o olfato devido à Covid-19, inala um perfume enquanto trabalha com a perfumista Sue Phillips em seu estúdio em Nova York, nos Estados Unidos, em foto de 14 de maio de 2021 — Foto: Brendan McDermid/Reuters/Arquivo

Um estudo feito por pesquisadores da universidade americana Virginia Commonwealth aponta que 80% dos que perdem olfato ou paladar após uma infecção por Covid recuperam os sentidos em até 6 meses.

As constatações foram divulgadas em meados de setembro. Os cientistas estão monitorando, a longo prazo, casos de perda de olfato e/ou paladar após a infecção pela Covid-19. Até agora, quase 3 mil pessoas nos EUA participaram do estudo.

Apesar de considerar esse um bom percentual, o pesquisador Evan Reiter, professor e vice-presidente do departamento de otorrinolaringologia da universidade, avaliou que 20% dos pacientes não recuperarem os sentidos em até 6 meses “ainda é muita gente, dados os milhões de pessoas que sofrem de Covid-19″.

Essa etapa da pesquisa considerou as respostas de 798 pessoas que tiveram perda de olfato ou paladar, todas com 18 anos ou mais. Veja outras conclusões:

  • Ter menos de 40 anos foi associado a uma maior chance de recuperação do olfato. Entre as pessoas estudadas, 83,2% daquelas abaixo de 40 anos recuperaram o olfato. Entre as que tinham mais de 40 anos, esse percentual foi de 74,5%.
  • Pessoas com histórico de traumatismo craniano tinham menor probabilidade de recuperar o olfato.
  • A recuperação também foi menos provável para aqueles que sofreram com falta de ar durante a infecção pela Covid-19.
  • Já aqueles com congestão nasal tiveram maior probabilidade de recuperação do olfato.

“O aumento da probabilidade de recuperação do olfato em indivíduos com congestão nasal é lógico, simplesmente porque você pode perder o sentido do olfato porque está muito congestionado e os odores não podem entrar em seu nariz”, explicou Evan Reiter, professor e vice-presidente do departamento de otorrinolaringologia da universidade.

Na prática, isso significa que, nesses casos, as pessoas teriam perdido pelo congestionamento do nariz, e não porque o coronavírus tivesse causado algum dano aos nervos responsáveis pelo olfato.

Resultados anteriores do mesmo grupo apontaram que:

  • 43% dos participantes relataram se sentir deprimidos.
  • 56% relataram diminuição do prazer de viver em geral durante a perda de olfato ou paladar.
  • A preocupação mais comum com a qualidade de vida foi a redução do gosto pela comida, com 87% dos entrevistados indicando que era um problema.
  • incapacidade de cheirar fumaça foi o risco de segurança mais comum, relatado por 45% dos entrevistados.
  • A perda de apetite (55%) e a perda de peso não intencional (37%) continuam a representar desafios para os pacientes.

‘Óculos’ de recuperação

Protótipo funcional dos óculos. Um pequeno sensor de gás fica perto das narinas, que seria montado em óculos ou outro dispositivo de retenção. Assim que o sensor de gás entra em contato com moléculas de odor, as informações sensoriais são enviadas a um processador externo. A informação é então entregue a uma matriz de eletrodos interna, que estimula o bulbo olfatório. — Foto: Virginia Commonwealth University

Protótipo funcional dos óculos. Um pequeno sensor de gás fica perto das narinas, que seria montado em óculos ou outro dispositivo de retenção. Assim que o sensor de gás entra em contato com moléculas de odor, as informações sensoriais são enviadas a um processador externo. A informação é então entregue a uma matriz de eletrodos interna, que estimula o bulbo olfatório. — Foto: Virginia Commonwealth University

O mesmo grupo de cientistas já trabalha, desde 2018, em um protótipo de “óculos” que pode ajudar pacientes com perda de olfato a recuperar esse sentido.

Em e-mail ao g1, o líder dessa pesquisa, o médico otorrinolaringologista Richard Costanzo, explicou que estão sendo feitos estudos clínicos no Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, para mapear áreas do cérebro que contribuem para a percepção do olfato.

Outra etapa do estudo está sendo feita na própria universidade: os cientistas estão trabalhando na tecnologia de detecção de odores necessária para desenvolver o detector do próprio protótipo. A ideia é que ele funcione como um implante coclear: esses aparelhos contornam as partes danificadas do ouvido para enviar sinais elétricos ao nervo auditivo, que então direciona os sinais para o cérebro.

No caso do protótipo, isso seria feito com os nervos olfativos, naturalmente. O dispositivo usaria um sensor externo e um processador interno para detectar e transmitir informações e estimular as regiões do cérebro que pararam de receber informações depois da perda do olfato.

A capacidade do cérebro de detectar e categorizar cheiros é função do sistema nervoso central. Os receptores olfativos na cavidade nasal detectam odores e enviam essa informação para o bulbo olfativo. Ele processa as informações do odor e as transfere para outras regiões do cérebro. Se a conexão entre os receptores olfativos e o bulbo for interrompida, entretanto, devido a uma lesão ou doença, o resultado será a perda do olfato.

Protótipos dos pesquisadores mostraram que pequenos sensores de gás detectam moléculas de odor e enviam informações a um microprocessador por meio de sinais elétricos. O microprocessador então usa sinais elétricos para estimular o bulbo olfativo, produzindo cheiro.

Para isso, o implante precisa ser capaz de identificar corretamente as moléculas e estimular o bulbo em locais que produziriam o cheiro correto.

Isso requer a criação de um mapa sensorial personalizado. Os médicos estimulavam o bulbo de uma pessoa sem olfato em vários padrões, e o paciente dava um retorno sobre o cheiro produzido para informar a programação do microprocessador.

“Nós programaríamos a entrada do sensor e o microprocessador para saber se este odor é uma banana e esse é uma rosa”, explicou Costanzo, na época, ao site da universidade.

“Então combinamos a entrada do sensor com um padrão de estimulação para o bulbo olfativo. Então, se um paciente entra em uma sala e há um cheiro de banana, um padrão de odor específico é ativado no bulbo”, disse.

Fonte: G1
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SEGUNDO COLUNISTA, ESTRANHAMENTE MODELO FAMOSA QUE ESTÁ MANTENDO CASO COM MINISTRO DO STF FOI NOMEADA PARA CARGO NO CNJ

O “romance” revelado e as estruturas de Brasília em colapso

Foto reproduçãoFoto reprodução

O colunista Leo Dias afirmou, em sua coluna no portal Metrópoles, que um dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), está tendo um caso com uma ex-modelo, famosa nos anos 80.

Segundo o colunista, os dois são amigos de longa data.

Eles teriam passado o feriado do dia 12 de outubro juntos, em um luxuoso hotel de São Paulo.

O romance já virou notícia nas rodas da alta cúpula do governo federal em Brasília.

Nos bastidores de Brasília a informação já está correndo solta e mexendo com a “comodidade” de alguns setores.

O que incomoda e causa estranheza é a nomeação da tal modelo para um cargo no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para integrar um grupo de trabalho denominado “Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário”.

As estruturas estão em colapso.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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SEGUNDO ANÚNCIO DO GOVERNO DOS EUA, MENORES DE 18 PODERÃO ENTRAR NO PAÍS SEM COMPROVAR VACINAÇÃO CONTRA COVID-19

Menores de 18 anos não precisarão de vacina para entrar nos EUA

Governo americano divulgou novas regras para estrangeiros que pretendem viajar ao país a partir de 8 de novembro

INTERNACIONAL

Lucas Ferreira, do R7,

com informações da Reuters

Embaixadas e consulados dos EUA no Brasil pretendem retomar em breve emissão de vistosEmbaixadas e consulados dos EUA no Brasil pretendem retomar em breve emissão de vistos BRIAN SNYDER/REUTERS – 03.08.2020

O Governo dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (25) que estrangeiros menores de 18 anos poderão entrar no país a partir de 8 de novembro sem comprovar vacinação contra a Covid-19. Pessoas com determinados problemas médicos também poderão ingressar no país sem documentos que atestem a imunização anti-Covid.

Os turistas brasileiros que desejam visitar os Estados Unidos precisam do esquema vacinal completo, ou seja, tomar as duas doses da vacina ou receber a dose única de um dos imunizantes autorizados pela FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA) ou que constem na lista de uso emergencial da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Dessa forma, as vacinas aceitas para que turistas entrem nos Estados Unidos são a Pfizer/BioNTech, Janssen, Oxford/AstraZeneca, Sinopharm e Sinovac/CoronaVac, imunizante chinês reproduzido no Brasil pelo Instituto Butantan.

Decreto passa a valer no dia 8

decreto do governo de Joe Biden, que valerá a partir de 8 de novembro, suspende as restrições em vigor desde o início de 2020 que impediam a maioria dos cidadãos não estadunidenses de lugares como China, Índia, África do Sul, Brasil e grande parte da Europa de viajar aos EUA.

Os viajantes não turistas dos cerca de 50 países com taxa nacional de vacinação abaixo de 10% também serão elegíveis para isenção das regras. Entretanto, na maioria dos casos, precisarão estar vacinados se pretenderem permanecer no país por mais de 60 dias.

Com a reabertura das fronteiras dos Estados Undios, as embaixadas e consulados americanos no Brasil planejam retomar o processo de emissão de vistos também em novembro, mas ainda sem data definida.

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SEGUNDO PAULO GUEDES, MINISTROS QUE PRESSIONÁ-LO TEM PRETENÇÕES ELEITORAIS

Paulo Guedes identifica adversários dentro do governo Bolsonaro

Para ministro da Economia, pressão pode vir daqueles com pretensões eleitorais

Da CNN

Em São Paulo

 

O “dia do fico” do ministro da Economia, Paulo Guedes, não significa o fim do embate. Guedes teria mapeando quem são seus adversários, que estão identificados e na mira do ministro. A informação é da analista de política da CNN Renata Agostini.

Segundo ele, os ministros que podem pressioná-lo são aqueles com pretensões eleitorais: Fábio Faria, ministro das Comunicações, Onyx Lorenzoni, do Trabalho e Previdência, e Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional.

Guedes retornou dos Estados Unidos na semana passada e viu um cenário que ele classificou para pessoas próximas como uma tentativa de deixá-lo “encurralado”. sso porque havia uma pressão interna do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para que o Auxílio Brasil, novo programa social do governo, pagasse R$ 600 aos seus beneficiários.

O ministro não vê uma pressão apenas do Congresso, mas já dentro do governo.

A história envolve também Ciro Nogueira, ministros da ala política. E ministros que seriam muito sensíveis ao que diz o Congresso, e o Congresso teria interesse em aumentar sim o benefício novo programa social.

Inclusive, os planos de João Roma, ministro da Cidadania seria de prorrogar o Auxílio. Para Guedes, ele funciona como um fator contenção de planos mais “generosos”.

Fonte: CNN

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SEGUNDO A MARINHA, AMERICANOS TESTARAM COM SUCESSO A TECNOLOGIA DE MÍSSEIS HIPERSÔNICOS

Estados Unidos testam com sucesso tecnologia de mísseis hipersônicos

Americanos anunciaram avanço armamentista após russos e chineses exibirem poderio bélico em exercícios militares

INTERNACIONAL

 por AFP

Pentágono pretende desenvolver novo míssil hipersônico até 2025

PIXABAY

Marinha dos Estados Unidos informou nesta quinta-feira (21) que os americanos testaram com sucesso a tecnologia de mísseis hipersônicos, um novo sistema bélico que já foi empregado por China e Rússia.

O teste, realizado na quarta-feira (20) nas instalações da Nasa na Virgínia, é um “passo vital no desenvolvimento de um míssil hipersônico comum desenhado pela Marinha”, reforçou em comunicado.

“Esse teste demonstrou tecnologias hipersônicas avançadas, capacidades e sistemas de protótipo em um entorno operacional realista”, explicou a Marinha.

Os mísseis hipersônicos, assim como os balísticos tradicionais, podem voar a mais de cinco vezes a velocidade do som (Mach 5). No entanto, são mais manobráveis do que os balísticos e podem traçar uma trajetória baixa na atmosfera, o que dificulta sua neutralização.

O embaixador Robert Wood, representante permanente dos Estados Unidos na Conferência do Desarmamento, expressou sua preocupação no começo desta semana após os informes de que a China tinha feito um teste em agosto com um míssil hipersônico com capacidade nuclear.

Segundo o jornal Financial Times, a China lançou um míssil hipersônico que completou uma volta ao mundo antes de aterrissar, falhando em alcançar seu objetivo.

“Estamos muito preocupados com o que a China está fazendo na frente hipersônica”, admitiu Wood, que na semana que vem deixará o cargo em Genebra depois de sete anos. A China insistiu em que o teste era rotineiro para uma nova missão espacial, e não para um míssil.

Wood advertiu que a Rússia também dispõe de tecnologia hipersônica e que, embora os Estados Unidos tenham se abstido de desenvolver capacidade militar nesse campo, agora não há outra opção a não ser responder da mesma forma.

A China apresentou em 2019 um míssil hipersônico de médio alcance, o DF-17, capaz de percorrer 2.000 quilômetros e que pode transportar ogivas nucleares.

O míssil mencionado no artigo do Financial Times é outro, de maior alcance. Pode ser posto em órbita antes de voltar à atmosfera para alcançar seu objetivo.

Rússia lançou recentemente um míssil hipersônico, o Zircon, de um submarino, e desde o fim de 2019 tem em serviço os mísseis hipersônicos com capacidade nuclear Avangard, capazes de viajar até Mach 27, mudando de rumo e altitude.

O Pentágono espera desenvolver suas primeiras armas hipersônicas até 2025 e disse que são uma de suas “maiores prioridades”.

Fonte: R7
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PODCAST: SEGUNDO PESQUISA, CERCA DE 9% DAS MULHERES BRASILEIRAS JÁ SOFRERAM VIOLÊNCIA SEXUAL NA VIDA

Por g1

 

Em livro sobre cultura do estupro, Ana Paula Araújo relata abuso

O podcast Abuso estreia nesta quinta-feira no Globoplay, no g1 e na Deezer. A jornalista Ana Paula Araújo mergulhou neste tema para publicar o livro “Abuso: A cultura do estupro no Brasil” (Globo Livros), que ganha sua versão em podcast, com seis episódios, publicados sempre às quintas-feiras.

Segundo dados da Pesquisa Nacional da Saúde (PNS), divulgada em maio deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, cerca de 9% das mulheres brasileiras já sofreram algum tipo de violência sexual na vida.

Produzido pelo Jornalismo da Globo, o podcast tem roteiro da Rádio Novelo. Os seis episódios narram a história de mulheres que passaram por episódios de violência sexual no Brasil e o “fantasma” do medo que mulheres têm de serem abusadas. O caso da adolescente Fernanda é o fio condutor do programa. No ano em que prestaria vestibular, ela foi abordada por um homem que anunciou um assalto e a violentou.

Ao lado da história de Fernanda, cada episódio apresenta outras mulheres que passaram por situações de abuso, muitas delas dentro da própria casa.

Para denunciar e buscar ajuda em casos de violência contra a mulher, ligue 180.

O que são podcasts?

Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.

Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…

Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

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SEGUNDO OMAR AZIZ ATRASO NA LEITURA DO RELATÓRIO FINAL DA CPI É PARA EVITAR BRECHAS JURÍDICAS PARA POSSÍVEIS INDICIADOS

Só Renan Calheiros teve acesso a relatório final da CPI, afirma Aziz à CNN

Presidente da comissão defende tempo maior entre leitura das 1.200 páginas e votação de relatório, que fica para dia 26

Produzido por Elis Franco

da CNN*

em São Paulo

 

Em entrevista à CNN, o presidente da CPI da Pandemia, o senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que a decisão em atrasar a leitura do relatório final da Comissão, divulgada neste domingo (17), se deu para evitar dar brechas jurídicas para os possíveis indiciados. Segundo Aziz, por enquanto, só o relator da CPI, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), teve acesso ao relatório final.

Segundo o presidente da CPI da Pandemia, a previsão de nova programação é que o relatório seja lido na próxima quarta-feira (20) e votado na terça-feira seguinte, dia 26 de outubro. O texto final teria mais de 1,2 mil páginas.

Segundo a analista de política da CNN Thaís Arbex, um dos motivos para o adiamento da leitura do relatório seria divergências entre os senadores sobre apontar o crime de genocídio e homicídio no relatório final, além do debater sobre alguns nomes que podem estar no texto final. Aziz negou a informação.

“Ninguém teve acesso ao relatório. Tem que ter uma tipificação: ‘genocídio, indicia esse por isso, isso e isso’. Nós precisamos ler o relatório para saber as causas que levaram ao indiciamento das pessoas. Não vou entrar no nome de A, B  ou C não. São muitas pessoas indiciadas. Tenho certeza que o senador Renan Calheiro embasa bem o relatório dele, que eu não tive acesso”, disse o senador.

“Lido o relatório na quarta, dado uma semana de vista coletiva, é  tempo suficiente para a gente se aprofundar. Repito, nenhum de nós teve acesso. Sabemos as tipificações, queremos saber a razões, para não termos vítimas de narrativas”.

Pedidos de indiciamento

Cerca de 60 pessoas devem ter o indiciamento recomendado pelo relator, conforme apurou a analista de política da CNN Basília Rodrigues. Apesar de não ser consenso na cúpula da CPI, Calheiros diz manter o nome do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, entre os pedidos de indiciados. Braga Netto responderia pelas primeiras ações do governo na pandemia, época em que atuava como ministro da Casa Civil.

Também o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e seus filhos Flávio (senador pelo Podemos-RJ), Eduardo (deputado federal pelo PSL-SP) e o Carlos (vereador pelo Republicanos-RJ) estão na lista.

Porém, esse documento ainda será finalizado e votado na Comissão Parlamentar de Inquérito. Se a proposta de indiciamento for aprovada, caberá à Procuradoria Geral da República (PGR) dar seguimento ou não à sugestão da CPI.

*(Com informações de Tainá Farfan, Gustavo Uribe e Basília Rodrigues, da CNN em Brasília)

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SEGUNDO ENVIADO DAS NAÇÕES UNIDAS À SÍRIA, GOVERNO E OPOSIÇÃO CONCORDARAM EM REDIGIR UMA NOVA CONSTITUIÇÃO PARA O PAÍS

Síria: governo e oposição acertam acordo para reforma constitucional

Informação foi repassada neste domingo (17) pelo enviado especial das Nações Unidas para o país, Geir Pedersen

Na imagem, presidente Bashar al-Assad, da Síria

SANA/HANDOUT VIA REUTERS – 12.8.2020

O enviado especial das Nações Unidas para a Síria disse neste domingo (17) que o governo e os copresidentes do grupo Comitê Constitucional da Síria concordaram em redigir uma nova Constituição para o país.

O comitê de redação, composto de 45 representantes do governo da Síria, oposição e sociedade civil, tem o mandato de redigir uma nova lei básica que conduza a eleições supervisionadas pela ONU.

O enviado especial Geir Pedersen disse que os copresidentes sírios, com quem ele se reuniu pela primeira vez antes de conversas de uma semana, concordaram em “preparar e começar a redigir uma reforma constitucional”.

As negociações, a sexta rodada em dois anos e a primeira desde janeiro para o comitê de redação, vão tratar de “princípios claros”, disse ele a repórteres em Genebra, sem entrar em detalhes.

Hadi Al-Bahra, copresidente do Comitê Constitucional da Síria, afirmou que sua delegação está buscando reformas, que incluem direitos iguais para todos os cidadãos sírios.

“Como não temos separação de poderes na Constituição atual, isso criou um desequilíbrio que foi utilizado de maneira errada”, disse ele a jornalistas na noite de domingo.

Cada lado apresentará propostas de texto sobre questões como soberania e Estado de Direito, disse ele. Os delegados do governo sírio para as negociações não falaram com a mídia.

A guerra na Síria, que durou uma década, resultou de um levante contra o governo do presidente Bashar al-Assad.

Após o apoio da aliada Rússia, Assad recuperou a maior parte da Síria, mas áreas significativas permanecem fora de seu controle: as forças turcas estão posicionadas em grande extensão do norte e noroeste e as forças dos Estados Unidos estão estacionadas no leste e nordeste, controlado pelos curdos.

Em janeiro, Pedersen, um veterano diplomata norueguês, disse que os representantes de Assad rejeitaram as propostas da oposição síria, bem como as próprias ideias do enviado para levar adiante o processo constitucional.

“Desde então, tenho tentado estabelecer um consenso sobre como vamos seguir em frente. E estou muito satisfeito em dizer que chegamos a este consenso”, disse ele neste domingo.

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SEGUNDO MP ELEITORAL, DEVEM SER JULGADAS IMPROCEDENTES AS AÇÕES DE CASSAÇÃO DA CHAPA BOLSONARO-MOURÃO NO TSE

MP Eleitoral opina por rejeição de ações de cassação de chapa Bolsonaro-Mourão

Ações acusavam a chapa de Bolsonaro e Mourão de abuso de poder econômico por disparo de mensagens no WhatsApp

Caio Junqueira

O Ministério Público Eleitoral afirma, em petição de 55 páginas obtida pela CNN, que devem ser julgadas improcedentes as ações de cassação da chapa Bolsonaro-Mourão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para o MPE, não existem ilícitos da conduta descrita pelo Partido dos Trabalhadores nas ações, que acusam a chapa de Jair Bolsonaro de abuso de poder econômico e utilização indevida dos meios de comunicação por disparos em massa no WhatsApp.

“Em síntese, ante o conjunto probatório dos autos, conclui-se pela não comprovação da gravidade dos ilícitos narrados em grau apto para viciar substancialmente a legitimidade e a normalidade das eleições, o que inviabiliza o pedido de cassação do diploma. Do mesmo modo, porque não existem elementos concretos sólidos caracterizadores da participação ou da anuência dos candidatos representados nos atos abusivos, não prospera a declaração de inelegibilidade postulada.”

A ação é assinada por Paulo Gustavo Gonet Branco, vice-procurador-geral eleitoral.

Leia a íntegra abaixo:

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SEGUNDO ORGANIZAÇÃO, SANTUÁRIO DE APARECIDA TERÁ TRIAGEM E CAPACIDADE REDUZIDA NAS CELEBRAÇÕES

Santuário de Aparecida terá triagem e controle para missas presenciais

Neste ano, com as celebrações presenciais liberadas, embora com restrições, a expectativa é de que mais de 17 mil fiéis compareçam no santuário

Stephanie Alvesda CNN

Em São Paulo

 

O Santuário de Nossa Senhora Aparecida, que fica na cidade de Aparecida, no interior de São Paulo, já começou a receber os fiéis para celebrar o feriado desta terça-feira (12), o Dia Nacional de Nossa Senhora Aparecida para os católicos.

No ano passado, mesmo com as comemorações apenas de forma online devido à pandemia de Covid-19, mais de 17 mil romeiros foram até Aparecida.

Neste ano, com as celebrações presenciais liberadas, embora com restrições, a expectativa é de um maior número de fiéis.

Segundo a organização do santuário, as celebrações vão acontecer com capacidade reduzida, acesso controlado e triagem com verificação de temperatura e higienização das mãos, além de um número maior de missas para evitar aglomerações.

Fonte: CNN

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SEGUNDO PESQUISA, IMPACTO ECONÔMICO DE INATIVIDADE FÍSICA DE BRASILEIROS REPRESENTA GASTOS DE R$ 300 MILHÕES AO SUS

Inatividade física causa gastos de R$ 300 milhões ao SUS

Falta de exercícios atinge mais mulheres do que homens

Fernando Frazão

Agência Brasil

Estudo realizado pela Universidade Federal Fluminense (UFF) constatou que o impacto econômico da inatividade física de brasileiros, em diferentes regiões do país, representa gastos no Sistema Único da Saúde (SUS) de cerca de R$ 300 milhões somente com internações, em valores de 2019

“Esse custo seria evitável na medida em que você ampliasse o acesso da população a programas de promoção de atividade física”, disse à Agência Brasil Marco Antonio Vargas, subchefe do Departamento de Economia da UFF e coordenador executivo da pesquisa, denominada “Implicações socioeconômicas da inatividade física: panorama nacional e implicações para políticas públicas”.

Ele afirmou que esses programas devem ser direcionados a variados segmentos de diferentes faixas da população. “Você tem carências muito claras em alguns setores, principalmente em populações mais vulneráveis”, ponderou. Aí entram ações promovidas pelos municípios. O estudo objetiva contribuir para a formulação e implementação de políticas em saúde preventiva, assim como ao estímulo à prática de atividade física no país.

O foco do trabalho se situou em pessoas maiores de 40 anos de idade, em função do volume de dados existentes. Buscou-se correlacionar os dados com os custos de tratamento no SUS, isto é, custos de hospitalização. O levantamento envolveu uma equipe interdisciplinar de pesquisadores, coordenada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia – (In) Atividade Física e Exercício da UFF – e foi feito em 2019, portanto, antes da pandemia do novo coronavírus. No momento, está se buscando a atualização dos dados de 2020 para cá, por pesquisadores do Laboratório de Ciências do Exercício (Lace) e do Núcleo de Pesquisa em Indústria, Energia, Território e Inovação (Neiti) da UFF.

Doenças crônicas

Vargas esclareceu que a inatividade está associada à incidência de diversas doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), entre as quais hipertensão, diabetes, neoplasias de cólon e mama e doenças isquêmicas do coração, entre outras. A inatividade física constitui um dos principais fatores de risco associados à mortalidade DCNTs no mundo e no Brasil.

“Em maior ou menor medida, essas enfermidades guardam correlação com a inatividade física. Algumas em percentual menor e outras, maior”, observou Vargas. Dentro do conjunto de custos no SUS associado ao tratamento de doenças crônicas não transmissíveis, a pesquisa buscou a parte que pode ser atribuída à inatividade física.

O coordenador informou que o nível de escolaridade e de renda está associado à prevalência maior de inatividade física. A partir de dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério de Saúde, de 2017, observou-se, por exemplo, que o sedentarismo é maior entre os indivíduos com sete anos ou menos de escolaridade (57,92%) em comparação com aqueles que possuem 12 anos ou mais de escolaridade (41,18%).

Atividades físicas e práticas saudáveis ajudam a aliviar a tensão da rotina / Getty Images (Buena Vista Images)

O nível de inatividade é maior entre mulheres do que entre homens e quanto menor for o nível de escolaridade, maior o nível de inatividade.

Vargas defendeu, ainda, que a promoção da atividade física deve ser encarada como parte integrante de uma política de saúde. “Ela não está separada e, portanto, deve ter uma atenção bastante especial do ponto de vista de programas voltados à prevenção”, salientou.

O estudo cita dados da Base de Informações Municipais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (BIM-IBGE). Eles mostram que  88% dos municípios brasileiros desenvolvem algum tipo de ação, projeto ou programa permanente na área de esporte e lazer.

Vargas argumentou, entretanto, que o percentual ainda é muito baixo quando se trata de programas na área de esporte voltados à inclusão social em comunidades carentes (26,4%) ou para pessoas com deficiência (16,8%).

O mesmo ocorre em relação a programas de inclusão social de idosos e de mulheres, por exemplo, que apenas 30% dos municípios apresentam. Ações para jovens e adultos já contam com um percentual maior: 50% das cidades têm iniciativas de inclusão social para essas camadas da população voltadas à educação física.

O coordenador destacou que esses dados necessitam de um olhar mais minucioso para identificar o que está ocorrendo nas cidades e como estão acontecendo esses programas de esporte nas escolas. Ao mesmo tempo, a pesquisa observou que, ao longo dos últimos anos, houve uma queda significativa de gastos com desporto e lazer na esfera federal, que representam, em média, apenas 0,024% do total de gastos federais.

Cenário mundial

Dados recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que a inatividade física é um fenômeno que envolve mais de 20% da população mundial de adultos e mais de 80% da população mundial de adolescentes. Isso significa que um em cada quatro adultos, e quatro em cada cinco adolescentes, não fazem atividades físicas regulares, suficientes para atender às recomendações globais estabelecidas pela OMS.

Ainda segundo a OMS, 27,5% da população global não atingem níveis mínimos desejáveis de atividade física durante a semana. Na América Latina e no Caribe, 39,1% da população são fisicamente inativos. A maior prevalência de inatividade física na região é encontrada no Brasil, onde 47% da população não atingem os níveis mínimos recomendados.

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SEGUNDO JUÍZ, NOVA LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA PODE CAUSAR UMA DIFICULDADE MAIOR DE INVESTIGAR O MAU USO DO DINHEIRO PÚBLICO

Corremos risco de ter uma impunidade maior”, diz juiz sobre lei da improbidade

Eduardo André Brandão afirmou à CNN que novo projeto precisaria ter um debate social maior

Produzido por Vinícius Tadeu*Alvaro Gadelha*da CNN

em São Paulo

Em entrevista à CNN, o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Eduardo André Brandão, afirmou que com a nova Lei de Improbidade Administrativa “corremos risco de ter uma impunidade maior”.

Segundo o juiz, as alterações no texto-base feitas no Senado “tornaram o projeto menos pior do que foi aprovado na Câmara dos Deputados”. No entanto, ele ainda ressalta que há a chance do projeto causar “uma dificuldade maior na apuração do mau uso do dinheiro público”.

Nesta terça-feira (5), a Câmara sete das oito emendas que vieram do Senado ao projeto. A votação será retomada na quarta-feira (6).

Um dos principais pontos de discussão sobre a nova lei é a necessidade da comprovação de dolo para punição a agentes públicos, ou seja, a intenção de prejudicar a administração pública. Atualmente, há a permissão para condenação dos mesmos por omissões ou atos dolosos e culposos — sem intenção de cometer crime.

“Toda lei com o tempo precisa se adequar a nova realidade”, pontuou Brandão. No entanto, ele reforça que a atualização não é motivo para essas mudanças drásticas e que alterações dessa envergadura precisariam de um debate social mais intenso.

“Não podemos usar esse argumento para desnaturar completamente uma lei que vem cumprindo os seus objetivos.”

A Câmara dos Deputados adiou a votação da Lei de Improbidade Administrativa para a próxima quarta-feira (5).

Lentidão nos processos

Na Câmara dos Deputados, o texto previa que investigações de atos de improbidade teriam de ser concluídas no prazo de 180 dias, prorrogável uma única vez pelo mesmo período. Porém, o relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Weverton Rocha (PDT-MA), aumentou o prazo para um ano, prorrogável uma única vez por igual período.

Segundo Brandão, alguns processos não podem ser acelerados, pois exigem um trabalho minucioso dos investigadores. “Sempre queremos a justiça efetiva, que seja rápida e atenda aos objetivos legais”, disse.

“Mas são condutas que não são tão fáceis de serem investigadas. Então não são processos imediatos.”

*(supervisionado por Elis Franco)

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EX-PRESIDENTE DONALD TRUMP NÃO ESTÁ NA LISTA DAS 400 PESSOAS MAIS RICAS DO MUNDO

Trump deixa grupo dos 400 mais ricos do mundo, segundo Forbes

Ex-presidente dos EUA sai da lista da revista americana, pela primeira vez em 25 anos, após perder R$ 3,2 bilhões de sua fortuna

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

Ex-presidente Donald Trump não está na lista das 400 pessoas mais ricas do mundo

MICHAEL REYNOLDS/EFE/EPA/

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump saiu, pela primeira vez em 25 anos, da lista com as 400 maiores fortunas do mundo, que é feita pela revista americana Forbes.

A fortuna do empresário é calculada em US$ 2,5 bilhões (R$ 13,5 bilhões), valor semelhante ao que está na edição de 2020 do ranking, em que Trump apareceu na 339ª colocação.

Neste ano, no entanto, os principais negócios do ex-presidente, focados no setor imobiliário, estagnaram diante do impulso dos setores de transação com criptomoedas e tecnológico, em que ele está ausente.

Em comparação com os valores anteriores à pandemia de Covid-19, a fortuna de Trump caiu US$ 600 milhões (R$ 3,2 bilhões), o que a Forbes atribuiu às decisões do empresário de não diversificar os investimentos, como ele foi aconselhado em 2016, ao chegar à Casa Branca.

Em comunicado, a publicação incluiu um gráfico com a evolução da fortuna de Trump desde 1996, ano em que foi registrada a maior alta e o colocou próximo aos 100 mais ricos do mundo. Entre altos e baixos, a riqueza do magnata se manteve estável entre 2000 e 2015, para depois apresentar queda.

Durante o período de Trump na Presidência dos EUA, sua fortuna não deixou de cair, mas houve a saída dele do grupo dos 200 mais ricos do planeta, em 2016; em seguida, da lista dos 300, em 2020; para, nesta edição, ele ter deixado a dos 400.

Até o momento, o ex-presidente não se pronunciou sobre a lista da Forbes, por comunicado, o que vem fazendo, já que está com contas suspensas no Twitter e no Facebook.

Fonte: R7

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EX-GOVERNADOR DO RN PASSA POR HEMODIÁLISE DEPOIS DE CONSTATADA INFECÇÃO GENERALIZADA

Ex-governador Lavoisier Maia tem infecção generalizada, aponta boletim médico

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Arquivo

O ex-governador do Rio Grande do Norte Lavoisier Maia, de 92 anos, passa por decorrência de hemodiálise depois de constatada infecção generalizada (sepse abdominal e de cateter). Um boletim médico foi divulgado, neste sábado (2), trazendo informações sobre o estado de saúde do político. Ele está em regime de cuidados semi-intensivos.

De acordo com o informativo, assinado por cinco médicos, Maia apresenta boa evolução clínica após uso de antibióticos e tem melhora progressiva de exames laboratoriais e de imagem. Ele permanece com medidas de prevenção de infecção e disfunção grave renal, necessitando de hemodiálise.

O boletim destaca que o estado de saúde do ex-governador é considerado estável e ele respira sem ajuda de aparelhos, além de apresentar boas funções cardíacas e pulmonar. A nota emitida pelos médicos também informa que Maia realiza fisioterapia respiratória e motora.

Assinam o boletim dos médicos Rui Alberto de Faria Filho, Arthur Quintiliano Bezerra da Silva, Paulo Roberto de Albuquerque, João Braz da Silva Bezerra e Marcelo Marinho de Figueiredo.

Lavoisier Maia é médico, ex-governador do RN, ex-senador e ex-deputado federal e estadual. No próximo dia 9 de outubro, completa 93 anos.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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SEGUNDO DECRETO ESTABELECIDO NO RN, EVENTOS COM MAIS DE 300 PESSOAS TERÁ OBRIGATORIEDADE DO ESQUEMA VACINAL

Decreto estabelece obrigatoriedade do esquema vacinal em eventos com mais de 300 pessoas

01 out 2021

Governo estabelece obrigatoriedade do esquema vacinal em eventos com mais de 300 pessoas - Notícias - Rio Grande do Norte - Nominuto.com

O Decreto Estadual Nº 30.940, de 30 de setembro de 2021, estabelece a obrigatoriedade do esquema vacinal de acordo com o calendário de imunização do Plano Nacional de Imunização. O objetivo é estimular a adesão da sociedade à imunização contra a Covid-19, e garantir um cenário epidemiológico favorável em todo o Rio Grande do Norte.

Estabelecimentos e serviços públicos ou privados destinados ao público em geral, sejam para eventos de massa, sociais, recreativos ou conferências, convenções, simpósios e afins, com participação de público superior a 300 pessoas, deverão controlar a entrada dos usuários exigindo o comprovante do esquema vacinal e um documento com foto. Além de seguir com todos os protocolos sanitários durante a realização dos eventos. A pena para o descumprimento do decreto é aplicação de multa e suspensão do estabelecimento ou do evento.

Para eventos em estádios, ginásios, eventos esportivos, cinemas, teatros, salas de concertos, museus, a obrigatoriedade da comprovação da vacina independe do número de pessoas.

O público pode comprovar a vacinação em dia através do Aplicativo RN Mais Vacina, do Conecta SUS, ou ainda, com a carteira de vacina emitida pelas secretarias de saúde dos estados e municípios, ou por institutos de pesquisa clínica ou outras instituições governamentais, sejam nacionais ou estrangeiras. Pessoas com devido atestado médico desautorizando o uso da vacina ou aquelas que ainda não entraram no Plano Nacional de Imunização estão isentas da comprovação.

Os municípios poderão ampliar essas exigências, no âmbito de suas competências. Permanece a necessidade dos eventos de massa com público superior a 600 pessoas apresentarem requerimento prévio à Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP), devidamente instruído com o protocolo sanitário a ser adotado.

O decreto será publicado nesta sexta-feira (1º), e entra em vigor sete dias a contar da sua publicação, ou seja, dia 08 de outubro de 2021.

Fonte: Política em Foco
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SEGUNDO MINISTRO INTERINO, O CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO PARA 2022 SERÁ DIVULGADO EM BREVE

Secretários cobram, e Saúde promete “em breve” calendário de vacinação de 2022

Ministro interino, Rodrigo Cruz disse que o calendário de 2022 deve ser anunciado “em breve”

Renata AgostiniNatália André

da CNN

Em Brasília

Vacinação em 2022 deve ser definida em breve, diz CruzVacinação em 2022 deve ser definida em breve, diz CruzPrefeitura de Jundiaí

O presidente do Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), Carlos Lula, cobrou nesta quinta-feira (30) do Ministério da Saúde mais agilidade no planejamento da pasta para a vacinação contra a Covid-19 no ano que vem e ouviu do ministro interino, Rodrigo Cruz, que o calendário de 2022 deve ser anunciado “em breve”.

Lula falou em “descompasso” nas decisões do ministério da Saúde e alertou para a baixa previsão orçamentária para o enfrentamento à pandemia em 2022. O discurso foi ouvido por integrantes da Comissão Intergestora Tripartite do SUS, da qual fazem parte também o ministério da Saúde e o Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde).

“De muito pouco, ou mesmo nada, tem adiantado a participação do Conass e do Conasems em reuniões técnicas, até mesmo na Câmara Técnica Assessora de Imunizações. As observações feitas, sempre com vistas à construção e à melhoria das propostas apresentadas, são ignoradas”, afirmou Lula, que também é secretário de Saúde do Maranhão, governado por Flávio Dino (PSB).

Rodrigo Cruz disse em seu discurso que as reuniões são para unidade, convergência e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde. “Divergências políticas acontecem, isso faz parte do processo. Mas não podemos deixar que isso contamine os trabalhos técnicos. E o governo federal vem trabalhando contra isso”, afirmou o interino.

Carlos Lula disse que estão previstos R$ 7,1 bilhões para o enfrentamento da pandemia, o que representa 15% do total autorizado em 2021.

“Não teremos mais vacinação no ano que vem? Ou restarão prejudicadas medidas outras essenciais para a retomada do sistema de saúde que vive as mazelas de uma guerra que não sabemos como findará?”, questionou o secretário.

Rodrigo Cruz voltou a dizer que, por enquanto, a única certeza para o ano que vem é o uso do imunizante da AstraZeneca, mas ressaltou que a Pfizer também já tem registro definitivo. Segundo o interino, o ministério da Saúde deve anunciar, em breve, o planejamento das vacinas contra a Covid-19 para 2022.

“Queria trazer conforto a todos. Estamos caminhando. Vamos continuar juntos, independentemente de divergências, focando no que é importante e viável”, concluiu Cruz.

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SEGUNDO DENÚNCIAS DE PACIENTES, ÚNICA MÁQUINA DE RAIO-X DA UPA DO POTENGÍ EM NATAL ESTÁ QUEBRADA

Por Geraldo Jerônimo, Inter TV Cabugi

 

UPA do Potengi, na Zona Norte de Natal. — Foto: Quezia Oliveira/Inter TV CabugiUPA do Potengi, na Zona Norte de Natal. — Foto: Quezia Oliveira/Inter TV Cabugi

A Unidade de Pronto-Atendimento do Potengi, na Zona Norte de Natal, não está oferecendo exame de raio-x aos pacientes porque a única máquina da unidade está quebrada. A situação foi denunciada por pacientes e confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

De acordo com a SMS, o equipamento quebrou há 10 dias e uma licitação será aberta para a compra de uma nova máquina. Segundo a pasta, o fabricante explicou que a peça necessária para o conserto da máquina não existe no mercado. A SMS Natal ainda disse que os pacientes que precisam do exame estão sendo encaminhados para outras unidades.

Uma paciente de 57 anos diagnosticada com Covid-19 está internada na unidade e precisa fazer um raio-x. Segundo a filha da paciente, o estado de saúde da mãe é grave. “Eles encaminham para fazer o exame em outra unidade, mas o paciente tem que ir por conta própria. Quem não tem carro ou não tem como pagar o transporte fica aqui”, disse Vitória Rodrigues.

De acordo com os pacientes, os problemas na UPA Potengi não se limitam à maquina de raio-x quebrada. Um homem, que preferiu não se identificar, disse que precisou pagar do próprio bolso o material necessário para a aplicação intravenosa do soro fisiológico.

“Quando eu cheguei aqui, estava faltando soro e o equipo – aquela mangueirinha que fica junto ao soro pra colocar a medicação. Aí o técnico de enfermagem pediu para eu ir até a farmácia comprar. Ele custa R$ 2,90. Todos os pacientes que estão chegando aqui tem que ir comprar. E também tá faltando soro de 100 ml. Estão usando o de 500 ml. Se o paciente precisar só de 100 ml, vai desperdiçar 400 ml”, disse.

Sobre a falta do material para a aplicação do soro, a SMS disse que até a quarta-feira (29) vai regularizar o abastecimento. A nota não respondeu sobre a falta de soro de 100 ml.

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SEGUNDO PESQUISA, CONSERVADORES E SEUS RIVAIS EMPATARAM NA ELEIÇÃO QUE VAI DEFINIR SUCESSOR DE MERKEL

Pesquisa mostra empate em eleição que vai definir sucessor de Merkel

União Democrata-Cristã e Partido Social-Democrata aparecem com 25% dos votos apurados em boca de urna do pleito alemão

INTERNACIONAL

Do R7, com Reuters

Boca de urna indica disputa acirrada na Alemanha

FABRIZIO BENSCH/REUTERS – 26.9.2021

Os conservadores da CDU/CSU (União Democrata-Cristã) e seus rivais da sigla SPD (Social-Democrata) empataram na eleição nacional realizada na Alemanha neste domingo (26), aponta uma pesquisa de boca de urna. O levantamento deixa em aberto qual dos grupos vai liderar o próximo governo no lugar de Angela Merkel, que se prepara para deixar o poder após 16 anos.

Conforme a pesquisa encomendada pela emissora ARD, o bloco CDU/CSU obteve 25% dos votos, o pior resultado em uma eleição federal desde o pós-guerra e o mesmo percentual alcançado pelo Partido Social-Democrata (SPD), de centro-esquerda. Outras pesquisas mostraram que o SPD estava marginalmente à frente.

 

O resultado confirma as previsões das pesquisas de intenção de voto, que mostravam um cenário bastante acirrado para Olaf Scholz e Armin Laschet. “Isso dói”, disse o secretário-geral da CDU, Paul Ziemiak, à ARD após a publicação das pesquisas de boca de urna.

A atenção agora mudará para discussões informais — provavelmente com os Verdes, com 15%, e os Liberais Democratas Livres (FDP), com 11% — seguidas por negociações de coalizão mais formais que podem levar meses, deixando Merkel no comando em uma função interina.

Depois de uma campanha eleitoral com foco doméstico, os aliados de Berlim na Europa e fora dela podem ter que esperar meses antes de ver se o novo governo alemão está pronto para se envolver em questões estrangeiras na medida em que eles gostariam.

Merkel está no poder desde 2005, mas planeja deixar o cargo após a eleição, tornando a votação um evento de mudança de era para definir o futuro da maior economia da Europa.

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SEGUNDO PESQUISA, QUATRO EM CADA DEZ BRASILEIROS RELATAM PROBLEMAS PSICOLÓGICOS DEVIDO A PANDEMIA

Pandemia afetou a saúde mental de quatro em cada dez brasileiros, diz pesquisa

Entrevistados relataram problemas psicológicos como ansiedade ou depressão desde o início da crise do coronavírus

Stephanie Alvesda

CNNem São Paulo

Uma pesquisa realizada pelo instituto de pesquisas Datafolha registrou o impacto da pandemia de Covid-19 na saúde mental das pessoas. De cada 10 indivíduos, pelo menos quatro relataram problemas psicológicos como ansiedade ou depressão desde o início da crise do coronavírus.

Os dados também mostram que as mulheres são mais atingidas que os homens, representando 53%. Já quando o corte é por faixa etária, os jovens entre 16 e 21 anos são os que mais sofrem, sendo 56%.

A pesquisa foi realizada em agosto, com mais de duas mil pessoas em cinco macrorregiões brasileiras. O estudo foi encomendado por uma empresa farmacêutica em parceria com a Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata).

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POLÍTICA:SEGUNDO DEPUTADO, GOVERNADORES PREJUDICAM A POPULAÇÃO AUMENTANDO PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS COM INTUITO DE SABOTAR O GOVERNO FEDERAL

Exclusivo: Deputado denuncia sabotagem dos governadores para aumentar preço dos combustíveis (veja o vídeo)

Foto: TV JCOFoto: TV JCO

Em entrevista à equipe da TV JCO, em Brasília, o deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) falou algumas verdades sobre o cenário político nacional e não poupou ninguém! Ele denunciou o golpe de alguns governadores para aumentar o preço dos combustíveis e sabotar o governo Bolsonaro:

“O presidente Bolsonaro não tem culpa alguma nisso. No início do ano, ele zerou os tributos federais sobre os combustíveis. Quando ele zerou, os governadores aumentaram ainda mais o ICMS para ter mais arrecadação”, explicou.

Ele também criticou a implantação do passaporte sanitário, segundo ele, um verdadeiro atentado aos direitos individuais.

“Muitos prefeitos totalitários, como Eduardo Paes, começam a tomar atitudes para forçar os cidadãos a se vacinar. Eu soube que o prefeito de Nitéroi, Axel Grael, que envergonha o nome da família Grael, que é uma família renomada de esportistas, está querendo implantar o passaporte sanitário em Niterói, minha cidade”, desabafou.

A culpa é do Bolsonaro?

Em análise certeira, o deputado Carlos Jordy mostrou como o velho sistema sente-se livre para agir:

“Os ministros do Supremo, sabendo que nada cai na conta deles, dobram a aposta. Eles fazem essa disputa pública de poder e, no final das contas, se a economia for mal, vai cair na conta do presidente Bolsonaro”, ressaltou.

Se eles infligem sofrimento ao povo para atingir o presidente, não merecem nossa confiança…

De forma corajosa, o deputado Carlos Jordy falou ainda sobre os crimes de Lula, a terceira via que tenta pavimentar caminho para os velhos caciques de esquerda, censura no Brasil e muito mais!

Confira:

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SEGUNDO BOLSONARO, APESAR DO MOMENTO CONTURBADO AS COISAS JÁ COMEÇARAM A SE AJUSTAR

Bolsonaro: Vivemos ainda momentos conturbados, mas as coisas começam a se ajustar

Em primeira viagem após atos de 7 de Setembro, presidente participou da Expointer, no Rio Grande do Sul, mas evitou falar com jornalistas

CNN Sábado

Bruna Macedoda CNN

Em Esteio

Bolsonaro: Vivemos ainda momentos conturbados, mas as coisas começam a se ajustar | CNN BrasilBolsonaro: As coisas já começam a se ajustar |

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, neste sábado (11), que o Brasil ainda vive momentos conturbados, mas que já começam a se ajustar. A declaração foi dada durante a visita na 44ª edição da Expointer, na cidade de Esteio, no Rio Grande do Sul.

Durante a passagem pelo evento, Bolsonaro encontrou apoiadores e tirou fotos, mas evitou contato com a imprensa no local.

Após a visita à feira, o presidente almoçou com lideranças do agronegócio, momento em que recebeu a Medalha de Mérito Farroupilha.

Essa foi a primeira viagem de Bolsonaro depois dos atos de 7 de Setembro, seguida de declaração em que voltou atrás nos ataques aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

No evento, Bolsonaro foi acompanhado pelo filho Carlos Bolsonaro, vereador na cidade do Rio de Janeiro, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o chefe do Gabinete de Segurança da República, general Augusto Heleno.

Em declaração, o presidente disse que “grande parte da população acordou e se interessou por política.”

“Vivemos ainda momentos um pouco conturbados, mas tenho certeza que as coisas já começaram a se ajustar. Não é dizer se esse ou aquele Poder saiu vitorioso. A vitória tem que ser do povo brasileiro”, afirmou Bolsonaro.

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SEGUNDO CIENTISTA POLÍTICO, BOLSONARO USOU A TÁTICA DO RECUO PARA NÃO SE PREJUDICAR

Bolsonaro fez um recuo tático”, diz cientista político

Christopher Garman ressaltou à CNN que comportamento próximo do conflito do presidente não deve mudar

Produzido por Thiago Felixem

São Paulo

Bolsonaro fez um recuo tático", diz cientista político | CNN Brasil“Bolsonaro fez um recuo tático”, diz cientista político | JORNAL DA CNN

Em entrevista à CNN, o cientista político e diretor da agência Eurasia Group Christopher Garman afirmou que a carta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi um “recuo tático”. Na declaração, ele diz que não tinha “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”.

Segundo o especialista, o chefe do Executivo tomou essa ação “vendo que nesse escalonamento ele poderia ser o maio prejudicado desse processo”

Bolsonaro fez a declaração após a repercussão das manifestações de 7 de setembro, que, de acordo com Garman, foi “dramática”. Nelas, ele chegou a dizer que não cumpriria mais determinações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

No dia seguinte, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, declarou que qualquer chefe de Poder que descumprir decisões judiciais estará cometendo um crime de responsabilidade.

“Trégua temporária”

O cientista político também ressaltou que o comportamento próximo do conflito do presidente da República não deve mudar, mesmo com a carta. Essa é uma trégua temporária”, disse.

“Ele deve novamente aumentar a retórica política ao longo desse próximo ano. Faz parte do DNA dele, foi como ele foi eleito e é uma demanda da sua base.”

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SAÚDE: SEGUNDO PESQUISA, MAIS DA METADE DOS BRASILEIROS ESTÁ DORMINDO MAL DURANTE A PANDEMIA

Recuperar sono perdido leva mais tempo do que se imagina, diz estudo

Pesquisa recente mostra que sono pode não ser recuperado mesmo após noites de descanso nem mesmo nos mais jovens

Sandee LaMotteda

CNN

Mais da metade dos brasileiros está dormindo mal durante a pandemia, segundo pesquisa do Instituto do SonoMais da metade dos brasileiros está dormindo mal durante a pandemia, segundo pesquisa do Instituto do SonoGetty Images

Bocejando e exausto de mais uma noite de pouco sono? Parabéns, você se juntou à multidão de pessoas ao redor do mundo que sofrem de privação de sono, um problema sério que pode afetar sua saúde física e mental.

Os problemas do sono constituem uma “epidemia global que ameaça a saúde e a qualidade de vida de até 45% da população mundial”, segundo estatísticas do Dia Mundial do Sono.

Mas é fácil se recuperar desse déficit de sono, certo, especialmente se você for jovem? Uma boa noite de sono ou duas – e certamente uma semana inteira de sono – e você está de volta ao seu pleno funcionamento?

Infelizmente, um novo estudo recente revelou que pode não ser o caso, mesmo para pessoas mais jovens. Treze pessoas na casa dos 20 anos que dormiram 30% menos do que o necessário, por 10 noites, não recuperaram totalmente a maior parte de seu processamento cognitivo após sete noites de sono irrestrito para se recuperar.

“Este é um estudo bem-feito, embora pequeno, com várias medidas para examinar o impacto da privação parcial do sono – examinando principalmente a duração do sono usando actigrafia de pulso, alterações no EEG e desempenho cognitivo”, disse o Dr. Bhanu Prakash Kolla, especialista em medicina do sono no Centro de Medicina do Sono da Clínica Mayo em Rochester, Minnesota, que não participou do estudo.

“Os tempos de reação melhoraram ao longo de sete dias e voltaram aos níveis basais, enquanto outras tarefas cognitivas, incluindo a precisão, não se recuperaram completamente”, disse Kolla.

“O que o estudo mostrou que há coisas como memória e velocidade de processamento mental que não serão restauradas tão rapidamente”, disse o especialista em sono Dr. Raj Dasgupta, professor assistente de medicina clínica na Keck School of Medicine da University of Southern California, que também não participou do estudo.

“Definitivamente, a maior parte da perda de sono pode ser recuperada, mas há coisas que você simplesmente não vai recuperar rapidamente”, disse Dasgupta. “É por isso que é tão importante, em primeiro lugar, não ter dívidas de sono.”

Seu cérebro precisa dormir

Pode ter sido um pequeno estudo, mas ecoa os resultados de pesquisas anteriores. Um estudo de sono baseado em laboratório descobriu que as pessoas que dormiam menos de seis horas por noite durante duas semanas – e que pensavam que estavam bem – funcionavam tão mal em termos cognitivos e reflexos quanto as pessoas que foram privadas de sono por dois noites inteiras.

Isso porque o cérebro precisa de ciclos de sono ininterruptos para absorver novas habilidades, formar memórias-chave e reparar o corpo do desgaste do dia. Durante o sono, seu corpo está literalmente se reparando e se restaurando em um nível celular.

A falta crônica de sono, portanto, afeta sua capacidade de prestar atenção, aprender coisas novas, ser criativo, resolver problemas e tomar decisões.

Até mesmo pular o sono por apenas uma noite interrompe o funcionamento.

Ficar acordado por apenas 18 horas pode prejudicar sua capacidade de dirigir se você tivesse uma concentração de álcool no sangue de 0,05%, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. Pule 24 horas inteiras de sono e você logo estará com 0,10% – bem acima do limite de direção legal dos EUA de 0,08%.

Um estudo de 2017 descobriu que adultos saudáveis ​​de meia-idade que dormiram mal por apenas uma noite produziram uma abundância da proteína beta-amiloide, responsável pelas placas características do Alzheimer.

E um estudo publicado em junho descobriu que adultos mais velhos que têm dificuldade significativa em adormecer e que passam por despertares noturnos frequentes têm alto risco de desenvolver demência ou morrer prematuramente por qualquer causa.

Dependendo da idade, devemos dormir de sete a dez horas por noite. Mas 1 em cada 3 americanos não dorme o suficiente, de acordo com o CDC.

Além disso, 50 milhões a 70 milhões de americanos lutam com distúrbios do sono, como apneia do sono, insônia e síndrome das pernas inquietas, que podem arruinar o sono de uma boa noite.

O CDC chama isso de “problema de saúde pública”, porque o sono interrompido está associado a um risco maior de doenças, incluindo pressão alta, desempenho imunológico enfraquecido, ganho de peso, falta de libido, alterações de humor, paranoia, depressão e um risco maior de diabetes, derrame, doença cardiovascular, demência e alguns tipos de câncer.

O que fazer

Quanto tempo você vai demorar para se recuperar da falta de sono?

“Não sabemos isso exatamente”, disse Kolla. “Este estudo mostra que talvez algumas tarefas, especialmente em pacientes mais jovens em recuperação, podem demorar mais se se seguir a privação de sono.”

A chave, segundo os especialistas, antes de mais nada, é evitar ficar sem dormir.

“Precisamos priorizar o sono e tentar dormir pelo menos sete horas por noite”, disse Kolla. “Quando não podemos, é importante ter certeza de que temos algum tempo para nos recuperar e estar cientes de que a privação de sono afeta nosso humor e cognição.”

Você pode se preparar para um bom sono não fumando e mantendo a ingestão de álcool ao mínimo. Comer uma dieta bem balanceada, praticar exercícios regularmente, permanecer mentalmente ativo e manter a pressão arterial e os níveis de colesterol sob controle também melhoram o sono.

Você também pode resolver quaisquer problemas de sono treinando seu cérebro para dormir melhor. Os especialistas chamam isso de “higiene do sono” e sugerem definir uma rotina de hora de dormir projetada para relaxar e acalmar, que não inclui TV, smartphone ou outro dispositivo emissor de luz azul pelo menos uma a duas horas antes de dormir.

Fonte: CNN

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SEGUNDO PRESIDENTE DA CÂMARA, DECISÕES DA JUSTIÇA SE CUMPREM MAS “NINGUÉM É OBRIGADO A CUMPRIR DECISÃO INCONSTITUCIONAL”

Decisões corretas se cumprem; as inconstitucionais, não, diz Lira

Segundo o deputado, a fala do presidente Jair Bolsonaro nos atos de 7 de Setembro está em análise na assessoria jurídica da Câmara dos Deputados,

da CNN

São Paulo

▷ Decisões corretas se cumprem; as inconstitucionais, não, diz Lira | CNN 360º » DomiplayDecisões corretas se cumprem; as inconstitucionais, não, diz Lira | CNN 360ºGuilherme Venaglia

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (9) que decisões da Justiça se cumprem, mas ponderou que “ninguém é obrigado a cumprir decisão inconstitucional”.

Lira foi instado a comentar a declaração do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) poderia cometer crime de responsabilidade caso descumprisse, como afirmou em ato do dia 7 de Setembro, decisões do ministro Alexandre de Moraes.

“Ninguém é obrigado a cumprir decisão inconstitucional, mas decisão correta, da Justiça, lógico que se cumpre. Decisão da Justiça se recorre, se contesta, mas se cumpre”, afirmou o presidente da Câmara.

Segundo Lira, a fala do presidente está em análise na assessoria jurídica da Câmara dos Deputados, incluindo uma interpretação de que Bolsonaro estaria falando apenas de decisões inconstitucionais.

Arthur Lira afirmou que a Câmara vai continuar a tramitação das reformas econômicas, que, diz, estariam alinhadas às propostas de campanha apresentadas em 2018. O deputado disse que pretende seguir com o plano de votar o Código Eleitoral nesta quinta.

Impeachment

O presidente da Câmara afirmou que o PP não discutiu até o momento a hipótese de prosseguir com um processo de impeachment contra Bolsonaro.

O Progressistas é o partido ao qual estão filiados tanto Arthur Lira quanto o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira.

Na quarta-feira (8), o Podemos se declarou contra a cassação de Bolsonaro, enquanto o PSDB e o PSD abriram comissões para estudar a possibilidade de apoiar a cassação do presidente da República.

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SEGUNDO SECRETÁRIO, AS ENTREGAS DE VACINAS EM SÃO PAULO ESTÃO DENTRO DO PLANEJADO E NEGA ATRASO DE DOSES PARA O ESTADO

Ministério não deve vacinas ao estado de SP, diz secretário-executivo

“De acordo com nosso planejamento, não há o que se falar em apagão ou atraso. Estamos no prazo”, diz Rodrigo Cruz

Tainá Falcão

da CNN

Em São Paulo

Ministério não deve vacinas ao estado de SP, diz secretário-executivo | CNN PRIME TIME - YouTubeMinistério não deve vacinas ao estado de SP, diz secretário-executivo | CNN PRIME TIME

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, negou que o governo federal esteja devendo vacinas ao estado de São Paulo e as entregas estão dentro do planejado.

O governo de São Paulo divulgou uma nota informando que há um “apagão” na segunda dose da AstraZeneca no estado, e cobrou o envio de 1 milhão de doses do governo federal.

A prefeitura de São Paulo informou nesta quinta-feira (9) que está com desabastecimento de vacinas contra a Covid-19. Segundo o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, o imunizante está em falta em cerca de metade dos 468 postos de saúde da capital paulista.

A Secretaria Municipal de Saúde da capital paulista informou que espera receber nesta quinta-feira 254.556 doses da vacina da Pfizer e 128.510 da Coronavac do governo do estado. Já as doses da AstraZeneca dependem de entrega do Ministério da Saúde, segundo a pasta.

À CNN, Cruz disse que foram distribuídas 21,6 milhões de doses da AstraZeneca, sendo 12,4 milhões para primeira dose e 9,2 milhões para segunda dose.

Cruz afirma que, de acordo com o que foi registrado no sistema Localiza SUS pelo estado, São Paulo aplicou 14 milhões de D1 e 6,6 milhões de D2, e o restante pode ter sido reservado próprios municípios.

“De acordo com nosso planejamento, não há o que se falar em apagão ou atraso. Estamos no prazo”, diz Cruz. “As próximas entregas são suficientes para honrar com nosso planejamento”, conclui.

O ministério da Saúde assegura que receberá 5,1 milhões de doses do imunizante na próxima semana e deve enviar a São Paulo, aproximadamente, 1 milhão de doses da vacina.

À noite, após as declarações de Cruz, a Secretaria de Saúde de SP emitiu nota e reafirmou as críticas ao governo federal.

Leia a íntegra:

“O Plano Estadual de Imunização (PEI) executou todo o calendário de vacinação com base nas perspectivas de entregas de doses publicizadas no próprio site do Ministério da Saúde, que por diversas vezes falhou nas entregas programadas e frustrou a dinâmica de vacinação no Brasil em momentos distintos.

Mesmo diante da inércia, falta de planejamento e problemas na distribuição e logística de vacinas por parte do órgão federal, o Estado já aplicou mais 55,2 milhões de doses de vacinas e tem mais de 96,9% de seus adultos vacinados, sendo 56,3% com esquema vacinal completo. Do total de doses aplicadas, 21,7 milhões referem-se ao imunizante da Astrazeneca.

Em eventual indisponibilidade de mais remessas da Astrazeneca, o Estado aguarda envio imediato de doses da Pfizer para suprir esta demanda e concluir os esquemas em conformidade com a solução de intercambialidade indicada pelo próprio PNI (Programa Nacional de Imunizações).”

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DURANTE A PANDEMIA RENDA DO BRASILEIRO CAI 9,4%, SEGUNDO FGV

Renda do brasileiro cai 9,4% durante a pandemia, diz FGV

Metade da população mais pobre, mulheres com filhos, nordestinos e idosos foram os grupos que mais sentiram os impactos da queda de renda média no país

Iuri Corsinida

CNNno Rio de Janeiro 
Atualizado 07/09/2021 às 09:47

Mulheres estão entre as que mais sentiram o impacto da queda da renda média, aponta FGVMulheres estão entre as que mais sentiram o impacto da queda da renda média, aponta FGV Foto: Reprodução / CNNIuri Corsinida CNN

Mesmo com o Poduto Interno Bruto (PIB) voltando aos patamares pré-pandemia, apesar de ainda ter apresentado retração na última divulgação, o mercado de trabalho do país segue em níveis alarmantes, piores do que os atingidos antes do início da pandemia do novo coronavírus.

Isso porque, segundo o economista Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Social, a renda média do brasileiro, incluindo informais e desempregados, atualmente está 9,4% abaixo do nível do final de 2019.

O número é ainda mais sentido entre a metade mais pobre da população, cuja perda de renda é de 21,5%.

Ainda de acordo com Marcelo Neri, a causa da queda de renda da metade mais pobre da população se deu em decorrência do aumento do desemprego, cujo efeito impactou em uma queda de renda de 11,5%.

Além disso, muitas pessoas na base da distribuição de renda se retiraram do mercado sem perspectiva de encontrar trabalho na pandemia, que os economistas chamam de efeito desalento – e que teve queda de renda 8,2 pontos de porcentagem.

“A redução de renda dos ocupados fruto da aceleração da inflação e do próprio desemprego e a redução da jornada de trabalho completam a queda de renda dos pobres entre o último trimestre de 2019 até o segundo trimestre de 2021 como aproximação dos efeitos totais da pandemia”, explica o economista.

Quem perdeu mais

Além da metade mais pobre da população, foram os idosos os que sentiram os maiores impactos no orçamento, com recuo de 14,2% na renda média. Segundo a FGV, isso se explica pois os idoso perderam espaço por terem que se retirar do mercado de trabalho em função da maior fragilidade em relação à Covid-19.

Depois aparecem os nordestinos, que tiveram 11,4% de perda de renda em relação ao final de 2019. A nível de exemplo, essa perda na região Sul foi de 8,4%.

Em seguida aparecem as mulheres que precisaram ficar com seus filhos em casa, que tiveram redução na renda de 10,35%, contra 8,4% entre os homens. Todos esses grupos citados tiveram quedas superiores às da média (-9,4%).

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PARQUES EÓLICOS É UMA AMEAÇA A CONSERVAÇÃO DA CAATINGA, SEGUNDO PESQUISADORES DA UFRN

Pesquisadores da UFRN observam ameaças dos parques eólicos à conservação da caatinga

Foto: Mauro Pichorim

Em análise publicada no site O Eco, na última quarta-feira, 1º, um grupo de pesquisadores encabeçado por alunos, ex-alunos e professores da pós-graduação em Ecologia da UFRN levanta preocupações com a rápida expansão dos projetos de energia eólica no Rio Grande do Norte, em detrimento das áreas prioritárias para a conservação da caatinga presentes no estado.

O texto leva em consideração o impacto ambiental que tais empreendimentos têm sobre a região e o aparente descaso com a fauna e flora protegidas por decreto federal, colocando em risco a biodiversidade local. Destaca ainda que a perda, degradação e fragmentação dos habitats naturais já é uma realidade que afeta especialmente as áreas mais conservadas.

A abertura de novas estradas para acesso aos parques eólicos pode provocar um aumento da caça, do desmatamento e do tráfico, afetando negativamente as populações de espécies já ameaçadas e raras, para as quais o bioma da caatinga é um refúgio. Animais voadores, por exemplo, “podem colidir com os aerogeradores, e morcegos morrem ainda por barotrauma, causado pela mudança repentina na pressão do ar”, enquanto os terrestres sofrem risco de atropelamento.

Apesar dos alertas emitidos como parte da análise, os pesquisadores que a assinam enfatizam que não condenam a energia eólica como alternativa energética. Eles apenas propõem um debate sobre o “melhor caminho para que a expansão do uso das fontes de energias renováveis aconteça de forma realmente sustentável”, de modo a respeitar os ecossistemas, a biodiversidade e as comunidades locais.

Para isso, o texto sugere “maior rigor na avaliação dos empreendimentos e de seus potenciais impactos”, indicando uma transparência e abertura de diálogo entre as empresas, órgãos ambientais, especialistas e a sociedade como um todo. Além disso, há também a destinação de recursos de compensação previstos nos estudos e avaliações de impacto ambiental, para a “criação e manutenção de áreas protegidas nas zonas impactadas pelos empreendimentos”.

A análise é assinada por Paulo Marinho e Juan Carlos Vargas Mena, doutorandos em Ecologia na UFRN; Damião Oliveira e Virgínia Paixão, mestres em Ecologia pela UFRN; Marina Antongiovanni da Fonseca, doutora em Ecologia pela UFRN; e pelos professores Eduardo Martins Venticinque e Mauro Pichorim, ornitólogo.

Fonte: Blog do BG

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SEGUNDO CONASS, BRASIL REGISTRA MENOR NÚMERO DE MORTES POR COVID-19

Brasil registra o menor número de mortes por Covid-19 desde novembro de 2020

Dados costumam ser menores às segundas-feiras, já que parte dos órgãos de Saúde não opera aos domingos

Anna Gabriela Costa

da CNNem São Paulo

Vacinação contra a Covid-19 em Jundiaí (SP)Vacinação contra a Covid-19 em Jundiaí (SP)Prefeitura de Jundiaí

O Brasil registrou 182 mortes e 9.154 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) nesta segunda-feira (6). Este é o menor número de óbitos registrados pela pandemia desde 15 de novembro de 2020, quando o país teve 140 mortes.

Com a atualização dos dados, o país passa a ter 20.899.933 de contaminados e 583.810 mortes provocadas pela Covid-19.

Os estados brasileiros com mais contaminados pelo novo coronavírus são: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Santa Catarina. Cada um destes estados já soma mais de 1 milhão de infectados pela doença.

São Paulo inicia dose de reforço e vacinação de 12 a 14 anos

A cidade de São Paulo inicia, nesta segunda-feira (6), a aplicação da dose de reforço contra a Covid-19 para idosos acima de 90 anos. A vacinação de adolescentes de 12 a 14 anos, sem comorbidades ou deficiência física permanente, também tem início nesta segunda.

No grupo de idosos, a prefeitura espera imunizar 52 mil pessoas com a dose de reforço. Já entre os adolescentes que receberão a primeira dose, a expectativa de público é de 360 mil pessoas.

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UTILIDADE PÚBLICA: SEGUNDO COMUNICADO, ACESSO À SEDE DO DETRAN SERÁ EXCLUSIVAMENTE PELO PORTÃO DA RUA QUE PASSA A LINHA DO TREM

UTILIDADE PÚBLICA: Mudança no acesso às dependências da sede do Detran em Natal

Foto: Detran-RN

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) comunica aos usuários que o acesso à sede, a partir dessa terça-feira (31), será exclusivamente pelo portão da Avenida Perimetral Leste (linha do trem).

A mudança é devido a realização das obras de melhoria estrutural da unidade.  Os agendados deverão apresentar o comprovante de agendamento na guarita e se dirigir ao setor ao qual o serviço será realizado. O cidadão deverá chegar com apenas meia hora de antecedência do horário agendado para evitar aglomerações, também deverá estar de máscara e respeitar as normas de segurança.

Aos servidores com veículo a entrada segue normal pela Avenida Perimetral Leste (linha do trem) e aos que acessam a pé pela Avenida Rio Grande do Sul será feita em horário diferenciado devidamente comunicado internamente, após isso somente pela Avenida Perimetral Leste.

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SEGUNDO DEPARTAMENTO DE ESTADO DOS EUA, AINDA RESTAM CERCA DE 250 CIVIS NORTE-AMERICANOS QUE TENTAM SAIR DO AFEGANISTÃO

Cerca de 250 cidadãos dos EUA ainda buscam sair do Afeganistão

A dois dias do fim da retirada militar norte-americana, ainda resta um grupo de civis tentando chegar ao aeroporto de Cabul

INTERNACIONAL

Do R7

Afegãos aguardam em fila diante do aeroporto de Cabul

WAKIL KOHSAR / AFP – 28.8.2021

O Departamento de Estado dos EUA afirmou, neste domingo (29), que ainda restam cerca de 250 civis norte-americanos ou naturalizados que tentam sair do Afeganistão antes do fim do prazo da retirada militar do país, que será na terça-feira (31).

Segundo o site The Hill, um porta-voz do departamento afirmou em um comunicado que algumas dessas pessoas podem estar a viajando a caminho do aeroporto internacional Hamid Karzai, em Cabul, ou podem já ter chegado.

Desde que o grupo extremista Talibã chegou às proximidades de Cabul em 14 de agosto e os EUA deram início à retirada de civis, quase 6 mil norte-americanos foram evacuados do país, 50 deles nas últimas 24 horas. Os soldados que mantém o controle do aeroporto e adjacências começaram a sair no sábado.

De acordo com o porta-voz, cerca de 280 norte-americanos que mantém contato com o Departamento de Estado decidiram permanecer no Afeganistão ou ainda não se decidiram.

Neste domingo, um grupo de 98 países afirmou que o grupo extremista lhes garantiu que pessoas com a documentação adequada que quiserem deixar o país após o fim da retirada norte-americana poderão sair.

“Vamos continuar emitindo documentos de viagens para afegãos designados e esperamos o compromisso do Talibã de que eles poderão viajar para nossos países”, diz o comunicado emitido pelo grupo.

Ainda existem, no entanto, muitas sobre a intenção do grupo de cumprir essas promessas.

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SEGUNDO MINISTRO, BRASIL VIVE “MAIOR CRISE HÍDRICA DE SUA HISTÓRIA”

Ministro diz que país vive ‘maior crise hídrica’ e bandeira vermelha continua

Bento Albuquerque afirmou que trabalha “com medidas para que não exista nem racionamento, nem a possibilidade de interrupção de fornecimento por pico de demanda”

Leandro Resende

Década de 2020 será crucial para conter a crise climática, dizem especialistasDécada de 2020 será crucial para conter a crise climática, dizem especialistas JOEL SILVA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou neste sábado (28) que o Brasil vive “a maior crise hídrica de sua história” e que a bandeira vermelha 2, que deixa a conta de luz mais cara, será mantida. Ele também afirmou que trabalha com medidas para que não haja racionamento de energia no país. “Estamos vivendo, essa situação excepcional, as bandeiras irão continuar porque elas refletem o custo mais elevado da energia”, afirmou o ministro após participar de um evento em Campos dos Goytacazes, cidade na região Norte do Rio de Janeiro.

A declaração de Bento Albuquerque vem um dia depois de a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciar a manutenção da bandeira vermelha 2, em vigor desde junho, para o mês de setembro. A tarifa é a mais alta e representa uma cobrança adicional de R$ 9,492 para cada 100 kWh consumidos.

Questionado sobre a possibilidade de apagão ou racionamento de energia, Bento Albuquerque afirmou que a pasta de Minas e Energia trabalha “com diversas medidas para que não exista nem racionamento, nem a possibilidade de interrupção de fornecimento por pico de demanda, ou seja, por excesso de carga no sistema”.

O ministro veio ao Rio de Janeiro lançar o Programa de Revitalização e Incentivo à Produção de Campos Marítimos (Promar) em Campos dos Goytacazes e participou de reunião com o prefeito da cidade, Wladimir Garotinho. O programa mapeia condições para revitalização de campos maduros de petróleo e gás natural, localizados no mar.

“O Promar é um programa essencial para a revitalização dos campos maduros e que vai trazer investimentos para toda a nossa região”, afirmou o prefeito de Campos dos Goytacazes. A Bacia de Campos é a segunda maior produtora de petróleo do Brasil, atrás apenas da Bacia de Santos.

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SEGUNDO BIDEN, É PROVÁVEL NAS 24 OU 36 HORAS OUTRO ATAQUE TERRORISTA NO AEROPORTO DE CABUL

Biden diz que outro ataque terrorista no aeroporto de Cabul é ‘altamente provável’ nas próximas horas

Presidente norte-americano afirmou ainda que ataque retaliatório dos EUA não foi o último

Barbara StarrPaul LeBlanc

da CNN

29/08/2021 às 00:31 | Atualizado às 01:01

O presidente dos EUA, Joe Biden, enviou mais soldados ao Afeganistão para uma "retirada segura" do paísO presidente dos EUA, Joe Biden, enviou mais soldados ao Afeganistão para uma “retirada segura” do país. Getty Images

Outro ataque terrorista ao aeroporto de Cabul, no Afeganistão é “altamente provável nas próximas 24 ou 36 horas”, afirmou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, após ser informado por comandantes. Horas após a comunicação ter sido feita, a embaixada dos EUA em Cabul emitiu um alerta de segurança.

“Devido a uma ameaça específica e confiável, todos os cidadãos dos EUA nas proximidades do aeroporto de Cabul (HKIA), incluindo o portão Sul (Círculo do Aeroporto), o novo Ministério do Interior e o portão próximo ao posto de gasolina Panjshir, no lado noroeste do aeroporto, devem deixar a área do aeroporto imediatamente “, dizia o alerta.

A declaração do presidente, feita neste sábado (28), veio horas após o Pentágono afirmar que dois alvos de “alto nível” do grupo Estado Islâmico-K foram mortos e outro ferido em um ataque de drones dos EUA no Afeganistão; uma medida de retaliação após o ataque terrorista que matou 13 militares dos EUA e pelo menos 170 pessoas fora do aeroporto na quinta-feira (26).

“Este ataque não foi o última”, disse Biden em seu comunicado. Ele prometeu “caçar qualquer pessoa envolvida naquele ataque hediondo e fazê-la pagar”.

“A situação no terreno continua a ser extremamente perigosa e a ameaça de ataques terroristas no aeroporto continua alta”, disse Biden, acrescentando que pediu aos comandantes que “tomem todas as medidas possíveis para priorizar a proteção da força”.

Ataque

Os Estados Unidos informaram que dois membros de “alto escalão” do Estado Islâmico de Khorasan foram mortos e um ficou ferido após o ataque conduzido por drones na sexta-feira (27), definido como uma ação contraterrorista. Nenhum civil foi ferido ou morto.

As informações são do Pentágono, a sede do Departamento de Defesa americano, e foram repassadas em coletiva de imprensa neste sábado (28).

De acordo com o general William Taylor, um dos alvos era um facilitador do Estado Islâmico-K, enquanto o outro era um estrategista.

contra-ataque aéreo não tripulado ocorreu na província de Nangarhar e veio após uma explosão, conduzida pelo Estado Islâmico-K, que deixou mais de 170 mortos e centenas de feridos nos arredores do aeroporto de Cabul.

(Texto traduzido, leia original em inglês aqui)

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SEGUNDO PROFESSOR, A ONU TERIA CONDIÇÕES DE ADIAR OU ELIMINAR POR COMPLETO O RISCO DE UMA GUERRA MUNDIAL PROVOCADA PELA CRISE NO AFEGANISTÃO

Há risco de a crise no Afeganistão evoluir para uma guerra mundial?

Segundo professor da Unicamp, ONU teria condições de adiar este perigo por muito tempo e possivelmente eliminá-lo por completo

INTERNACIONAL

Sofia Pilagallo, do R7*

:

Vitória do Talibã poderia fortalecer outros grupos extremistas e provocar conflitos regionais

AKHTER GULFAM / EFE – EPA – 25.8.2021

Com a crise política que se instalou no Afeganistão desde quando o Talibã invadiu a capital Cabul e assumiu o controle do país, no dia 15 de agosto, um pensamento possível é que o mundo estaria caminhando rumo a um novo conflito a nível global — que, se consumado, seria o terceiro da história da humanidade e o primeiro deste século.

Para o professor de Direito da Unicamp (Universidade Estadual Paulista), Luís Vedovato, que estuda o Afeganistão pelo viés dos direitos humanos, o risco de um conflito nessas proporções acontecer é consideravelmente baixo.

Não por acaso, a entidade foi criada em 1945, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, o maior e mais destrutivo conflito da história, que matou um total estimado de 70 a 85 milhões de pessoas.

“Há de se levar em conta ainda a questão econômica, que é internacionalmente conectada devido a estrutura da ONU. Conflitos são sempre prejudiciais à economia, ainda mais um conflito de proporções mundiais”, afirma o professor da Unicamp.

Um segundo fator a ser levado em consideração, de acordo com Vedovato, é a possibilidade, ainda que remota, de haver o uso de bombas nucleares em uma eventual nova guerra mundial. Esse tipo de armamento tem como característica uma grande liberaçao de energia e, por isso, tem um imenso poder de destruição.

O mundo ainda se lembra, com imenso pesar, dos dias 9 e 16 de agosto de 1945, quando os Estados Unidos lançaram bombas atômicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki e provocaram, instantaneamente, a morte de 70 mil pessoas.

“O Irã, por exemplo, enriquece urânio a 20% de pureza, o que não é o suficiente para a produção de bombas nucleares e, por hora, é usado apenas e tão somente para a produção de energia. Sabe-se, no entanto, que produzir bombas nucleares não seria um grande desafio naquela região, ainda mais tendo em vista que todos os países ali são muito bem armados”, diz.

Conflitos regionais

Apesar de Vedovato não acreditar que uma terceira guerra mundial seja uma possibilidade concreta, ele defende que, eventualmente, poderiam surgir conflitos regionais entre alguns países do Oriente Médio, que, assim como o Afeganistão, também abrigam grupos que fazem uma interpretação extrema da religião islâmica.

Um exemplo disso é o Iêmen, país onde o terrorismo gera preocupação desde muito tempo e há forte presença da organização fundamentalista Al-Qaeda, responsável pelo ataque às torres do World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001.

Para o professor, a recente vitória do Talibã sobre o governo do Afeganistão poderia fortalecer esses grupos, que cogitariam tomar o poder de seus respectivos países e provocar, assim, alguns conflitos na região do Oriente Médio. Dificilmente, no entanto, ele acredita que tais conflitos se espalhariam pelo mundo e evoluiriam para uma situação de proporções maiores.

“Ainda não há qualquer perspectiva de uma terceira guerra mundial, mas acho que o mundo deve ficar bastante atento aos próximos desdobramentos da crise no Afeganistão, sobretudo porque estamos em um momento de mudança de poder”, afirma.

“Os Estados Unidos estão agora saindo do centro das decisões políticas mundiais para compartilhar esse centro com outros países, tais como China e Rússia, que já sinalizaram apoio ao novo governo talibã”, completa.

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SEGUNDO PRESIDENTE DO CONSELHO DE COMANDANTES-GERAIS, MANIFESTAÇÃO DE 7 DE SETEMBRO CAUSA PREOCUPAÇÃO DE ADESÃO DE POLICIAIS A FAVOR DO GOVERNO

Conselho nacional de comandantes das PMs fala em ‘preocupação’ com 7 de setembro

Coronel Euller de Assis afirmou que ‘autoridade deve pregar a união’ e que PMs são ‘pacificadores sociais’|

CNN 360

Leandro Resende

Conselho nacional de comandantes das PMs fala em 'preocupação' com 7 de setembro | CNN Brasil

Presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares, que representa todos os 27 comandantes das PMs do Brasil, o coronel Euller de Assis afirmou à CNN que “existe preocupação” com a adesão de PMs aos protestos a favor do governo Jair Bolsonaro, convocados para o dia 7 de setembro.

Comandante há mais de 10 anos da Polícia Militar da Paraíba, ele afirmou que o tema mobiliza a atenção dos chefes das PMs nos estados e no Distrito Federal.

“Os comandantes estão comprometidos com a Constituição, as polícias têm hierarquia e a Carta Magna determina que somos subordinados aos governadores. Transgressões poderão ocorrer dentro de cada estado”, disse o policial.

Quem tem autoridade deve pregar união nesse momento

Coronel Euller de Assis, presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares

‘Dia de paz’

Nas conversas entre os comandantes das polícias em aplicativos de mensagens e reuniões virtuais, a diretriz para todos é atuar no 7 de setembro para “separar as torcidas”. Isso, segundo o coronel Euller, é encontrar uma forma de garantir que apoiadores e críticos do presidente Bolsonaro, caso se manifestem no feriado, o façam de forma “pacífica e ordeira”.

“Os PMs da ativa sabem de suas limitações de manifestação. O foco de todos os comandantes é atuar para garantir que seja um dia de paz”, reforçou.

Na segunda-feira (23), governadores manifestaram preocupação com o risco de policiais militares que apoiam o presidente Jair Bolsonaro aderirem a protestos no feriado da Independência e se insubordinarem contra a autoridade dos chefes dos Executivos estaduais.

Em ata do encontro do Fórum de Governadores, os gestores dos estados registraram a necessidade de “reafirmar o compromisso dos governadores no sentido de zelar para que a missão das policiais estaduais ocorra nos limites constitucionais e da lei, como se tem verificado na história do país desde a promulgação da Constituição de 1988”.

Respeito à hierarquia

Na avaliação do coronel Euller, os PMs da ativa têm “individualidades e preferências políticas”, mas devem respeito às hierarquias internas.

“Somos quase 500 mil policiais da ativa. Mas o comando tem noção de que temos uma democracia jovem e que precisa ser preservada”, afirmou ele, afastando a possibilidade de as corporações embarcarem em qualquer tipo de ruptura institucional — tema que ganhou força nas últimas semanas face a crise entre o Executivo e Judiciário e diante da escalada da retórica do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Há quem fale em ruptura, intervenção, golpe. Mas isso é um trauma muito grande para o Brasil. Pedimos às autoridades que foquem na melhoria do povo. As PMs são pacificadores sociais”, avaliou.

Com quase 40 anos de serviço policial militar, Euller enxerga, a partir de 2012, uma progressiva politização das PMs em todo o Brasil. Segundo ele, a adesão de parte significativa da categoria à candidatura de Bolsonaro, em 2018, se deve ao que chama de um “esquecimento de décadas” por parte do Estado brasileiro.

“O abandono histórico da categoria montou muitos palanques, para o Legislativo e Executivo”, ponderou.

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SEGUNDO PROFESSOR DE DIREITODA UNICAMP, O NOVO DISCURSO DO TALIBÃ NÃO DEVE SER TOMADO COMO VERDADE

O que está por trás da mudança de discurso do Talibã?

Para professor da Unicamp, as recentes declarações do grupo são estratégicas e não devem ser tomadas como verdade

INTERNACIONAL

 Sofia Pilagallo*, do R7

Milicianos são conhecidos por aplicar penas severas àquele que infringem a lei islâmicaMilicianos são conhecidos por aplicar penas severas àquele que infringem a lei islâmica STRINGER / EFE – EPA – 16.8.2021

Desde que o Talibã invadiu o palácio presidencial em Cabul, no último domingo (15), e assumiu o controle do Afeganistão após quase 20 anos, o mundo vem aguardando com apreensão as cenas dos próximos capítulos da crise política e humanitária que assola o país.

O grupo fundamentalista é conhecido por violar os direitos humanos e aplicar penas severas àqueles que infringem a lei islâmica, como cortar as mãos de ladrões, executar assassinos em público, esmagar homossexuais sobre a parede e apedrejar mulheres adúlteras.

Na primeira entrevista coletiva concedida pelo Talibã desde a tomada do poder, realizada na terça-feira (17), um porta-voz do grupo afirmou que, diferentemente de como ocorreu no período de 1996 até 2001, ninguém será perseguido e meninas e mulheres poderão exercer seus direitos, como estudar e trabalhar, mas “à luz da lei islâmica”.

Para o professor de Direito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Luís Vedovato, que estuda a crise do Afeganistão pelo viés dos Direitos Humanos, as declarações não vieram como nenhuma surpresa e não devem ser tomadas como verdade.

“Este não é o momento de o Talibã assumir qualquer outra postura que não seja essa. Se um porta-voz faz uma declaração indicando que haverá, sim, violações dos Direitos Humanos, seria muito mais fácil mobilizar o mundo contra o grupo agora do que daqui a algum tempo, quando o governo já estivesse estabilizado”, afirma.

Vedovato ressalta ainda que o Talibã tem plena consciência de que sua permanência no poder está ligada, acima de tudo, a sustentação econômica do grupo — o que significa, necessariamente, fazer pontes e alianças com outros países. Até o momento, China e Rússia, duas das maiores potências do mundo, já sinalizaram apoio ao governo talibã.

Os países que reconheceram o Talibã como governo do Afeganistão no passado — Emirados Árabes, Arábia Saudita e Paquistão — eram mal vistos pelo resto do mundo e não conseguiam estabelecer relações comerciais com nenhuma outra nação. Depois dos ataques às torres do World Trend Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001, apenas o Paquistão continuou a reconhecer o grupo como um governo legítimo.

“O Talibã precisa mudar essa imagem internacional se quiser ter o apoio de outros países e continuar se mantendo financeiramente. Eu duvido muito que qualquer nação teria reconhecido o novo governo caso eles tivessem indicado que continuariam a violar os Direitos Humanos”, diz.

Como deve ser a nova gestão?

O professor da Unicamp acredita o Talibã está agora diante de uma nova formação e que tem como objetivo um projeto de poder que não está meramente ligado a ideologia ou a religião. Ele imagina, portanto, que o grupo se utilizará de discursos mais amenos para conseguir se sustentar e garantir um país funcional economicamente, mas que a proteção aos Direitos Humanos ainda seguirá ameaçada.

O porta-voz do grupo disse que o governo ainda está sendo formado e que as leis só serão decididas uma vez que todos os cargos forem devidamente distribuídos. Houve uma sinalização de que os direitos das mulheres, o grupo mais vulnerável no Afeganistão, não seriam violados.

“Eles alegaram que as meninas poderão frequentar a escola, mas não deixaram claro qual escola e até que idade elas poderão estudar, por exemplo. O que se sabe até agora é que as meninas terão direitos ‘dentro da religião islâmica’, mas isso não quer dizer muita coisa — pode ser tudo ou pode ser nada”, afirma.

Apesar do disrcuso menos radiacal, na quarta-feira (18), houve uma repressão violenta de manifestantes que protestavam contra o uso da bandeira do Talibã no lugar da bandeira do país. Foram registadas pelo menos três mortes e alguns feridos por tiros disparados para dispersar a mobilização popular.

Fonte: R7
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SEGUNDO MINISTRO DA SAÚDE, ATÉ O FINAL DO ANO TODA POPULAÇÃO BRASILEIRA ESTARÁ VACINADA

Queiroga projeta retirar obrigatoriedade de máscaras até o fim do ano

Ministro da Saúde disse em Brasília que até o período em questão todos os brasileiros estarão vacinados contra a Covid-19

Nohlan Hubertus, da CNN, em Brasília

11 de agosto de 2021 às 22:06

Queiroga projeta retirar obrigatoriedade de máscaras até o fim do ano

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, sugeriu a possibilidade de retirar o uso obrigatório de máscaras até o fim do ano. A declaração foi feita na inauguração de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em Brasília.

“Garanto a vocês, em nome do presidente Bolsonaro, que até o final do ano toda a população brasileira estará vacinada contra a Covid-19“, disse o chefe da pasta.

“Poremos fim ao caráter pandêmico dessa doença, para tirar de uma vez por todas essas máscaras, e desmascarar aqueles que mesmo que nunca tenham usado máscaras precisam ser desmascarados, para que as políticas públicas possam ser de todos os brasileiros.”

Fonte: CNN

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SEGUNDO ESPECIALISTAS, DEVIDO MUDANÇA CLIMÁTICA O BRASIL PRECISA REPENSAR A MANEIRA COMO É CONDUZIDO O AGRONEGÓCIO NO PAÍS

Com mudança climática, Brasil precisa repensar agronegócio, dizem especialistas

Relatório do IPCC alerta para aumento do desmatamento e consequências para a Amazônia

Edison Veiga, colaboração para a CNN

09 de agosto de 2021 às 05:05

AmazôniaA estiagem decorrente do desmatamento já implica em gastos anuais adicionais de US$ 1 bilhão para a agropecuáriaFoto: Ernesto Carriço/NurPhoto via Getty Images

Diante do relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), divulgado na manhã desta segunda-feira (9), especialistas ouvidos pela CNN concordam que o papel que o Brasil precisa assumir diante do cenário de crise ambiental inclui mudanças na maneira como é conduzido o agronegócio.

As razões não são apenas ecológicas — são também econômicas. Conforme o físico Paulo Artaxo, pesquisador na Universidade de São Paulo (USP) e uma das maiores referências mundiais sobre aquecimento global, o relatório indica que no “Brasil central o aumento da temperatura pode chegar a 4 ou 5°C nas próximas décadas”. “São mudanças muito fortes que podem inviabilizar o agronegócio como temos hoje”, ressalta. “O Brasil precisa olhar com muito cuidado as conclusões do relatório do IPCC.”

Estudos recém-publicados já vinham sugerindo isso. Trabalho realizado pela engenheira ambiental Rafaela Flach, da Universidade Tufts, nos Estados Unidos — publicado pela revista World Development — estimou em mais de 3,5 bilhões de dólares por ano os prejuízos da indústria da soja por conta do calor elevado. Segundo o trabalho dela, a produtividade do grão cai 5% a cada dia com temperatura acima de 30ºC.

Em maio, a revista Nature publicou outro trabalho que seguia a mesma toada. De acordo com os pesquisadores, entre eles o engenheiro florestal Argemiro Teixeira Leite Filho, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a estiagem decorrente do desmatamento já implica em gastos anuais adicionais de 1 bilhão de dólares por ano para a agropecuária realizada na região sul da chamada Amazônia Legal.

Amazônia

O X da questão é a Amazônia. Com o avanço descontrolado da agropecuária para terras antes ocupadas pelo bioma, a floresta brasileira gradativamente deixa de ser um grande sumidouro de dióxido de carbono e se torna um emissor do gás.

“No caso brasileiro, não é tanto negacionismo climático, como se vê em outros países grandes como Estados Unidos e Austrália, mas sobretudo desconhecimento”, acredita o biólogo Mairon Bastos Lima, pesquisador no think tank sueco Instituto Ambiental de Estocolmo. “As coisas muitas vezes são apresentadas como ocorrendo dentro da sua variabilidade natural, como sendo fruto do El Niño ou de alguma outra dinâmica que se tenta explicar, mas o que este relatório do IPCC reafirma é precisamente que o clima do planeta não está dentro da sua variabilidade normal.”

“Talvez haja menos um negacionismo e mais um receio em contar ao público brasileiro que mais de 70% das emissões brasileiras provêm da agropecuária ou do desmatamento”, acrescenta.

O relatório mais recente do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), iniciativa do Observatório do Clima, mostra que em 2019 quase a metade de todas as emissões brasileiras vieram do desmatamento. Esses dados haviam caído de 2004 e 2010, e voltaram a subir a partir de 2012. “A agropecuária, por si só, mesmo excluindo as emissões pelo desmatamento, ainda emite mais do que toda a indústria brasileira e transpor somados”, calcula Lima.

O relatório IPCC apresenta o risco dos chamados “eventos de alto risco e baixa previsibilidade”. Um deles está na Amazônia. “É onde o desmate reduz a evapotranspiração, que por sua vez compromete ainda mais as chuvas”, explica Lima. “Isso pode fazer com que a floresta entre num ciclo autodestrutivo. Menos árvores, menos chuva, e se transformar numa savana. É o chamado ‘forest dieback’, que este relatório pela primeira vez explicitamente reconhece.”

“Para o Brasil já não basta zerar emissões, mas remover o que está na atmosfera. E, a floresta amazônica precisa ser protegida urgentemente, pois ela é um dos grandes sumidouros naturais de carbono do planeta. É necessário zerar o desmatamento e favorecer os serviços ecossistêmicos para reduzir nossa vulnerabilidade diante das mudanças climáticas”, comenta o engenheiro florestal Mauricio Voivodic, diretor-executivo do WWF-Brasil.

“Se passarmos do ponto de não-retorno no qual esse processo tem início, as consequências são gravíssimas”, acrescenta o Lima. “A Amazônia está diretamente envolvida no chamado Sistema de Monção da América do Sul, que gera as chuvas — das quais dependem muito da agricultura e das hidrelétricas brasileiras — do Sudeste e Centro-Oeste do Brasil de novembro a março. O relatório do IPCC aponta que esta região  pode experimentar um aumento de temperatura até duas vezes maior que a média global. Então o problema diz respeito a nós muito diretamente.”

Águas e conta de luz mais cara

Outro aspecto trazido pelo IPCC que implicaria diretamente sobre o Brasil, com seus 7,4 mil km de costa marítima, é o aumento do nível do mar, em decorrência do aquecimento global. “Pode chegar a até 1 metro nas próximas décadas. Imagine o impacto em cidades como Santo, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis? O impacto no Brasil é enorme e somos nós quem temos as maiores vulnerabilidades”, afirma, o físico Paulo Artaxo, pesquisador na USP.

Pesquisador no Instituto do Homem e Meio Ambienta da Amazônia (Imazon), o engenheiro florestal Paulo Barreto atenta para o que o brasileiro já está vendo na conta de luz, mais cara para frear o consumo. “O Brasil está mais seco e a tendência é que piorará sem a redução drástica das emissões de poluentes que causam o aquecimento global”, afirma.

“As secas mais frequentes, acompanhadas de queimadas, vão empobrecer a floresta amazônica. A floresta mais rala terá menos capacidade de modular a quantidade de chuvas em outras regiões do país. Já estamos vendo alguns efeitos do que isso significa: menos chuvas estão reduzindo a produtividade agropecuária no sul da Amazônia, reservatórios das hidrelétricas estão reduzidos e rios mais secos dificultam o transporte de cargas em hidrovias.”

Natalie Unterstell, presidente do think thank Talanoa, dedicado à política climática, e mestre em políticas públicas pela Universidade de Harvard, atenta para outros impactos decorrentes da previsão de aumento generalizado de secas afetando as regiões norte e nordeste do Brasil, “mesmo em cenários de baixa emissão”. “Diversas regiões da América do Sul vão experimentar o que chamamos de secas agrícolas e ecológicas. Isso quer dizer que eles preveem impactos em larga escala sobre a produção agrícola, quebras de safra e isso, obviamente, vai impactar em questões como inflação”, ressalta. “Isso tem conexão com as preocupações de bancos em tentar regular os riscos climáticos, gerir os riscos climáticos. Porque isso pode afetar nossa estabilidade financeira e controlar alguns componentes da macroeconomia.”

“Infelizmente, o poder público tem atuado na direção contrária do que seria necessário para reduzir e adaptar ao risco climático. Além de já ter reduzido a proteção ambiental que resultou em aumento de desmatamento, o governo e Congresso estão aprovando uma lei que tenderia a aumentar o desmatamento por vários anos”, diz ele, sobre o projeto conhecido como PL da grilagem. “A lei beneficia invasores de terras públicas – dando um perdão e possibilitando a compra das áreas por preços muito abaixo do mercado. Esse prêmio aos criminosos estimula novas ocupações e mais desmatamento.”

Essa postura brasileira pode sair cara economicamente. Conforme ele ressalta, há um movimento crescente na Europa que busca “impor uma taxa a produtos importados de países com políticas ambientais fracas”. “O Brasil deveria ser mais ativo na busca das soluções, interna e externamente”, defende. “O Brasil poderia conseguir recursos internacionais para ajudar a conservar as florestas nativas e a reflorestar para ajudar a ‘limpar o ar’, ou seja, retirar o carbono da atmosfera pelo crescimento das árvores.”

Agropecuária

Para o pesquisador Leite Filho, o IPCC deu uma “chamada”, indiretamente, ao Brasil ao indicar que o desmatamento impacta na questão das chuvas e, por consequência, prejudica o próprio agronegócio. Na fronteira agropecuária brasileira, ou seja, no limiar da Amazônia Legal, isso é um verdadeiro ciclo vicioso.

“Não tem como o Brasil continuar com essa narrativa de que desenvolvimento necessita de destruição florestal”, ressalta ele. “É importantíssimo a gente entender que é necessária a mudança de paradigma. O relatório fala que haverá um aumento de seca em várias regiões do globo, mas esses efeitos variam — em alguns pontos haverá aumento na precipitação; em outros, secas severas. Na bacia amazônica, a previsão é de secas fortes, a precipitação deve diminuir à medida que o mundo for se aquecendo.”

“Como grande parte da fronteira agrícola do Brasil avança ali, em direção à floresta, precisamos verificar também o desmatamento, qual a responsabilidade que temos quanto a isso. Já há evidências de que a Amazônia emite mais CO2 do que é capaz de absorver, devido ao desmatamento”, acrescenta o pesquisador.

Em comunicado divulgado à imprensa, o WWF-Brasil ressaltou que o relatório aponta, para o Brasil, que “não basta zerar as emissões — é preciso remover o carbono já existente na atmosfera”. “Como a floresta Amazônia é um dos grandes sumidouros naturais de carbono do planeta, sua preservação é mais importante que nunca”, diz o texto. “Estudos indicam que partes da floresta já estão emitindo mais carbono do que capturando, em função de sua degradação que, se persistir nos níveis atuais, poderá pressionar todo o bioma além de seu ponto de equilíbrio, afetando o clima em todo o planeta, mas mais especificamente na América do Sul, colocando em risco a segurança alimentar, hídrica e energética do Brasil.”

CNN procurou o Palácio do Planalto, os ministérios do Meio Ambiente, da Agricultura e de Minas Energia e o Conselho da Amazônia para comentar o relatório e a opinião dos especialistas e aguarda retorno.

Fonte: CNN

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SEGUNDO GOVERNADORA DO RN, SERÃO CONSTRUÍDAS MAIS 4 DELEGACIAS ESPECIALIZADAS EM ATENDIMENTO À MULHER NO ESTADO

RN terá mais quatro delegacias da mulher

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Divulgação

O Governo do Rio Grande do Norte lançamentos, nessa quinta-feira (05), a campanha Agosto Lilás. Dentro do evento, a governadora Fátima Bezerra anunciou as quatro novas Delegacias Especializadas em Atendimento à Mulher (Deam), que serão construídas nos municípios de Macau, Pau dos Ferros, Assú e Nova Cruz.

Quando as novas unidades ficarem prontas, o RN terá nove DEAMs para atendimento às vítimas de violências e investigação dos casos. As próximas medidas para implantar essas novas unidades de atendimento à mulher entram agora na fase de funcionamento entre as massas de governo envolvidas.

“Temos o dever de proteger e de contribuir para a ampliação dessa rede de proteção. E nesta rede de proteção dos direitos das mulheres se faz necessária a ampliação de delegacias ”, disse a governadora.

Atualmente, o Rio Grande do Norte tem cinco unidades em funcionamento. Duas em Natal – sendo uma zona Sul e outra na zona Norte -, uma em Parnamirim, uma Mossoró e a outra em Caicó, que estava sem prédio, mas foi instalada na Central do Cidadão do município. A delegacia da zona Norte da capital conta com atendimento 24 horas.

Nos municípios que não têm DEAMs, os atendimentos são feitos nas próprias delegacias municipiais. A última instalação de uma delegação especializada em atendimento à mulher ocorreu em 2004.

Ana Claudia Saraiva, delegada-geral de Polícia Civil, destacou a necessidade de integração e união de esforços no sentido de traçar projetos para promover dias melhores, oferecendo respeito, igualdade e paz para as mulheres e mães do estado.

“Logo no início da gestão, a Policia Civil implantou a primeira delegacia de plantão 24 horas, assim como o Núcleo de Combate ao Feminicídio. E isso resultou na diminuição, levando o RN a ser um dos poucos estados que reduziu esse índice de violência contra a mulher ”, explicou Ana Claudia, que destacou também o crescimento no número de casos elucidados, chegando a 95%.

Júlia Arruda, titular da Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (Semjidh), destacou a necessidade da existência e dedicação de cada secretaria ou instituição no tocante ao Agosto Lilás.

“É importante que todos os órgãos da estrutura do governo do estado, sobretudo neste mês, tenham ações concretas, relevantes, que visam resguardar o direito da mulher e que podem também instrumentalizar como políticas públicas”, explicou a secretária.

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: SEGUNDO ALERTA DA MARINHA, VENTOS PODEM CHEGAR ATÉ 60 KM/H NO LITORAL DO RN

Por G1 RN

 

Marinha alerta para ventos fortes no litoral do RN - Foto de arquivo — Foto: Natinho Rodrigues/SVMMarinha alerta para ventos fortes no litoral do RN – Foto de arquivo — Foto: Natinho Rodrigues/SVM

A Marinha do Brasil emitiu um alerta de ventos fortes no litoral do Rio Grande do Norte.

De acordo com o alerta, ventos de direção Sudeste a Leste, com intensidade de até 60km/h (33 nós), atingem a faixa litorânea entre os estados da Bahia, ao norte de Caravelas, e do Rio Grande do Norte, ao sul de Natal e também a faixa litorânea entre o RN, ao norte de Natal, e o Maranhão, ao sul de São Luís.

O alerta é válido entre a manhã do dia 6 de agosto e a manhã do dia 7 de agosto.

A Capitania dos Portos do RN recomenda que as embarcações de pequeno porte “evitem a navegação” e que as demais embarcações “redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança”.

A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no site.

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