GEORGIANA DE 111 ANOS DE IDADE POSA SORRIDENTE NA SAÍDA DO HOSPITAL ONDE SUPEROU O COVID-19

Mulher de 111 anos de idade supera a covid-19 na Geórgia

A centenária Leonila Gvajava posou animada para a foto, nesta segunda-feira (6), na saída do hospital em Tbilisi

VIRTZ  Do R7

Leonila tem 111 anos e superou a covid-19, na Geórgia

EFE/ ZURAB KURTSIKIDZE

A georgiana Leonila Gvajava, de 111 anos de idade, é uma inspiração em tempos de pandemia. Nesta segunda-feira (6), a centenária posou sorridente, com flores no colo, ao sair do hospital em Tbilisi, na Geórgia, onde ficou internada por causa da covid-19, de acordo com informações da agência EFE.

Apesar da idade avançada, Leonila superou a doença e recebeu alta nesta segunda. Segundo o site georgiano Agenda.GE, a idosa esteve no hospital junto com sua filha de 80 anos, que permaneceu internada, porém com estado de saúde estável.

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DEPOIS DE 20 ANOS TROPAS AMERICANAS DEIXARÃO O AFEGANISTÃO

Como fica o Afeganistão depois da saída das tropas dos EUA e da Otan

País foi invadido após o 11 de setembro em uma tentativa de combater o terrorismo e de estabelecer uma democracia

INTERNACIONAL 

 Giovanna Orlando, do R7

Depois de 20 anos, americanos deixarão o Afeganistão

LUCAS JACKSON/REUTERS

Há 20 anos, os Estados Unidos sofreram o pior ataque terrorista da história do país, com a derrubada das Torres Gêmeas, em Nova York, no dia 11 de setembro. O atentado de autoria da Al-Qaeda, grupo radical árabe, deixou quase 3 mil mortos e teve um impacto direto na geopolítica mundial.

Como resultado, o governo norte-americano enviou militares para o Afeganistão, onde o líder do grupo terrorista, Osama Bin Laden, estaria escondido. A missão teve o apoio da ONU e dos países que fazem parte da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Em 2011, o extremista foi capturado e morto, mas as Forças Armadas dos EUA continuaram ocupando o país.

Além da missão de eliminar o líder da Al-Qaeda, havia também o objetivo de instaurar a democracia no país, que enfrentava uma guerra civil contra o grupo Talibã, formado por fundamentalistas religiosos adeptos de uma leitura radical do Alcorão, o livro sagrado do Islã.

Agora, em 2021, o presidente Joe Biden anunciou a retirada de todas as tropas que atuam em território afegão. A saída dos norte-americanos e dos europeus já começou e a Base de Bagram, um dos principais centros operacionais da missão já foi entregue.

A situação no Afeganistão nunca foi simples e anos de ocupação e intervenções internacionais não mitigaram os problemas políticos, econômicos e sociais. A questão agora é: com a saída das tropas internacionais, como fica a situação do Afeganistão?

A criação do talibã

O talibã é um grupo fundamentalista religioso fundado nos anos 90 que defende a visão e leitura mais radical e fiel do Alcorão. Para eles, a sociedade deve viver da forma que foi ensinada pelo profeta Maomé e que se afasta dos princípios ocidentais e mais progressistas, como a igualdade entre homens e mulheres, direitos humanos e liberdade de expressão.

“Em sua fundação, o talibã teve o apoio do exército paquistanês, que queria restabelecer a ordem no Afeganistão e controlar o fluxo de imigrantes que chegava no país”, explica o professor de Relações Internacionais da ESPM, Gunther Rudzit.

O grupo conseguiu o controle em boa parte do território afegão, principalmente na região sul, e buscava o controle total do país para garantir que a sociedade fosse regida a partir das leis islâmicas.

Nos anos 90, os religiosos encontraram outro grupo que compartilhava a mesma doutrina, a Al-Qaeda, e se aproximou dos terroristas. “Durante a caçada dos americanos, o talibã foi acusado de ajudar a proteger Bin Laden e entrou no radar de grupos perigosos para os Estados Unidos”, diz o professor de Relações Internacionais da FGV, Leonardo Paz.

Depois de se instalar no Afeganistão, os Estados Unidos começaram a articular uma forma de instaurar uma democracia, com eleições populares, um governo central estável e alguma forma de desenvolvimento na região.

“Existe a filosofia política nos Estados Unidos naquela época de que o mundo seria mais seguro se todos os países fossem democracias”, diz Paz. “Uma maneira de estabilizar o Oriente Médio é fazendo com que os governos autoritários se tornassem democráticos. Eles derrubaram os governos e construíram novos que eram a imagem de uma democracia ocidental.”

O problema é que esses governos são frágeis e nem todo o país segue as normas democráticas. Mesmo com a presença dos americanos e europeus no território, o talibã e o radicalismo religioso nunca deixaram de existir.

“Eles subestimaram dramaticamente a capacidade de criar uma democracia em um país que nunca teve isso”, diz Paz. “A democracia não está funcionando bem, tem problemas de corrupção, estruturas, conflitos, tem uma guerra civil no país. Como você deixa um país nessa situação?”

Depois da morte de Bin Laden, o governo norte-americano não sinalizou que deixaria o Afeganistão. Por anos, tentaram negociar termos de rendição e paz com o talibã, mas sem sucesso.

Antes de ser presidente, Joe Biden foi vice de Barack Obama e visitou o Afeganistão para avaliar a situação local. Na visita, ele constatou que o problema era maior do que os norte-americanos podiam lidar, porém, os militares convenceram tanto a gestão de Obama quanto a gestão de Donald Trump da necessidade de continuar na região.

“Os militares não queriam que parecesse que eles estavam abandonando o país e que perderam a guerra, como foi no Vietnã”, explica Rudzit.

Com a chegada de Biden ao poder, uma data foi firmada e a retirada das tropas se tornou real. O prazo estabelecido foi até o dia 11 de setembro deste ano, data em que se completam 20 anos do ataque às Torres Gêmeas.

“O Biden percebeu, com a sua experiência em Washington no comitê das Forças Armadas e como vice-presidente, que um acordo nunca seria alcançado”, diz o professor da ESPM.

A tomada do controle

Desde que os EUA começaram a deixar o Afeganistão, o talibã vem conquistando partes significativas do território. O governo de Cabul, eleito com a intervenção internacional, pode não sobreviver e cair, deixando o país na mão dos religiosos fundamentalistas.

“Na visão ocidental, o pior cenário é o talibã controlar o país inteiro”, afirma Rudzit.

Enquanto o resto do mundo pode rejeitar o governo talibã, o país pode passar por um período de estabilidade interna, com menos grupos guerrilheiros surgindo e uma trégua na guerra civil. O grande problema é o retrocesso nos direitos humanos, das mulheres e grupos minoritários.

Segundo agências russas, um representante do talibã afirmou que o grupo rebelde já controla 90% das fronteiras do Afeganistão. O grupo se apodera de territórios rurais vastos, postos fronteiriços importantes e cercam as grandes cidades, controladas pelo governo.

Apesar dos avanços, o presidente do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Mark Milley, disse que a vitória dos religiosos está longe de ser certa. O talibã não controla ainda nenhuma das cidades importantes, onde a maior parte da população vive.

O presidente dos EUA, Joe Biden, também disse que a tomada do poder pelo Talibã “não é inevitável”.

Fonte: R7
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SEGUNDO BIDEN, GOVERNO DO AFEGANISTÃO TEM CAPACIDADE PARA SE SUSTENTAR APÓS RETIRADA DOS SOLDADOS AMERICANOS

Biden acredita que governo afegão se sustentará após saída dos EUA

Autoridades dos dois países temem um avanço do grupo Talibã após retirada das tropas norte-americanas

INTERNACIONAL

Da EFE

Autoridades dos dois países teme ofensivas do grupo Talibã nos próximos meses

FE/EPA/SAMUEL CORUM

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta sexta-feira (2) que o governo do Afeganistão tem capacidade para se sustentar após a retirada dos soldados americanos de seu território, apesar da ameaça do Talibã.

Biden foi questionado sobre a retirada dos EUA no final de um discurso na Casa Branca sobre o desemprego e horas depois de saber que as forças dos EUA haviam transferido o controle da base aérea de Bagram, sua principal instalação militar no Afeganistão, para as autoridades afegãs.

“Reunimo-nos com o governo afegão aqui na Casa Branca, no Salão Oval, creio que eles têm capacidade para manter o governo”, declarou o presidente americano, que lembrou que as forças armadas do seu país ficaram destacadas em solo afegão por 20 anos.

Por outro lado, expressou preocupação com o fato de as autoridades afegãs terem de lidar com uma série de questões internas e ressaltou que precisam gerar apoio em nível nacional para sustentar o governo.

Biden também foi questionado se os EUA fornecerão assistência para proteger a capital afegã diante das previsões de que ela pode cair nas mãos do Talibã nos próximos seis meses, ao que respondeu que seu país planejou “um capacidade de longo prazo que poderia agregar valor”

Ainda assim, enfatizou que “os afegãos terão que ser capazes de fazer isso sozinhos com a Força Aérea que têm” e que os EUA estão ajudando a manter.

A retirada dos soldados americanos começou em 1º de maio e deve ser concluída até 11 de setembro, por ocasião do 20º aniversário dos ataques terroristas contra os EUA.

As forças americanas e da OTAN têm evacuado gradualmente todas as suas bases no país, deixando para o fim suas principais fortificações, como a base de Bagram, entregue esta sexta-feira, e a base de Cabul, que ainda abriga as tropas da Aliança Atlântica.

Biden destacou nesta sexta-feira que a retirada das forças americanas está ocorrendo de acordo com o planejado e que não será totalmente concluída nos próximos dias, embora queira ter certeza de que haverá tempo suficiente para concluí-la até setembro.

Nesse sentido, explicou que algumas tropas americanas continuarão no país asiático em setembro dentro do processo de “redução racional” com os aliados.

Depois de ser questionado três vezes por jornalistas sobre o Afeganistão, Biden ficou exasperado e disse: “Não vou responder a mais perguntas sobre o Afeganistão”.

Em seguida, visivelmente irritado, acrescentou: “Olhem, é 4 de julho… Este é um fim de semana de feriado, vou comemorá-lo, temos coisas importantes acontecendo”.

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PARTIDO TRABALHISTA PEDIU A RENÚNCIA DO MINISTRO DA SAÚDE DO REINO UNIDO APÓS REVELAÇÃO DE CASO EXTRACONJUGAL COM UMA ASSESSORA

Oposição britânica pede saída de ministro que teve caso revelado

Foto publicada no tabloide The Sun mostra Matt Hancock aos beijos com sua assessora enquanto nova cepa devastava o país

INTERNACIONAL

Da EFE

Em nota à imprensa, Hancock pediu desculpas e admitiu que "decepcionou as pessoas"

ALKIS KONSTANTINIDIS/ REUTERS – 2.4.2019

A principal legenda opositora do Reino Unido, o Partido Trabalhista, solicitou nesta sexta-feira (25) a renúncia do ministro da Saúde, Matt Hancock, por “abuso de poder” e “conflito de interesses”, após ter sido revelado que o político mantinha uma relação extraconjugal com uma assessora a quem contratou com recursos públicos.

Hancock virou centro de um escândalo hoje depois que o tablóide The Sun publicou em sua capa uma foto do ministro abraçando e beijando sua assessora, Gina Coladangelo, no momento em que a nova variante Delta devastava o Reino Unido no último mês de maio e a população era solicitada a manter distanciamento social.

Em nota à imprensa, o ministro britânico pediu desculpas por não respeitar o distanciamento e admitiu que “decepcionou as pessoas”.

“Continuo focado em trabalhar para tirar este país desta pandemia e gostaria de ter privacidade para minha família em questões pessoais”, acrescentou o comunicado de Hancock.

Por sua vez, um porta-voz da residência oficial de Downing Street disse nesta sexta-feira que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, aceitou o pedido de desculpas de Hancock por quebrar as regras sobre distanciamento social e que considera o assunto “encerrado”.

A fonte oficial destacou ainda que o chefe do governo confia em seu ministro da Saúde.

Em declarações a jornalistas, a presidente honorária do Trabalhismo, Anneliese Dodds, opinou que as atitudes de Hancock deveriam provocar sua saída do governo britânico.

“Se Matt Hancock teve um relacionamento secreto com sua assessora em seu escritório, que ele pessoalmente nomeou para uma posição financiada pelo contribuinte, é um claro abuso de poder e conflito de interesses”, destacou.

“Sua posição é completamente insustentável. Boris Johnson deveria demiti-lo”, acrescentou.

Hancock, casado há 15 anos, foi flagrado pelas câmeras de segurança de seu gabinete na tarde de 6 de maio, dia em que o parlamento estava concentrado nas eleições locais.

“Ele a colocou em um papel tão importante, financiado com recursos públicos, e isso é o que eles fazem no horário de expediente, quando todos estão trabalhando duro”, disse um funcionário ao “The Sun”, que garantiu que o casal já havia sido flagrado antes.

Essa acusação vem no pior momento político para Hancock, que passou por várias crises recentemente, como os vazamentos de uma mensagem de Johnson chamando-o de “inútil” e de um vídeo em que a própria rainha Elizabeth 2ª se referia a ele como “pobre homem”.

A posição de Hancock como Ministro da Saúde “está por um fio”, de acordo com o “The Sun”, já que ele foi anteriormente acusado de mentir sobre a gestão da pandemia; e até de malversação de dinheiro público, já que seu ex-vizinho ganhou um contrato milionário para fazer testes de covid-19, apesar de não ter experiência.

Fonte: R7
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BOLSONARO DEMONSTROU DISPOSIÇÃO PARA ENTRAR EM CONTATO COM NOVO PREMIÊ ISRAELENSE PARA PARABENIZÁ-LO PELA VITÓRIA

Mesmo com saída de Netanyahu, Bolsonaro tentará manter aliança com Israel

Segundo diplomatas brasileiros, presidente pretende entrar em contato nos próximos dias com o novo primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett

Gustavo Uribe

Por Gustavo Uribe, CNN  

 Atualizado 13 de junho de 2021 às 17:58

Mesmo com saída de Netanyahu, Bolsonaro tentará manter aliança com Israel

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pretende entrar em contato nos próximos dias com o novo primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, na tentativa de manter a aliança estratégica entre Brasil e Israel.

Segundo integrantes do Palácio do Itamaraty, neste domingo (13), o presidente demonstrou disposição em entrar em contato com o novo premiê israelense para parabenizar a sua vitória

Antes mesmo da vitória, que encerrou um período de 12 anos de Benjamin Netanyahu como primeiro-ministro, assessores presidenciais já mantinham contato com integrantes da equipe de campanha de Bennett.

A aposta de diplomatas brasileiros é de que o americano George Birnbaum, um dos conselheiros políticos do novo primeiro-ministro, seja a ponte do governo federal na aproximação com Bennett.
Netanyahu era considerado um dos aliados estratégicos do governo brasileiro no cenário internacional.

Com a derrota de Donald Trump nos Estados Unidos, o ex-premiê israelense se tornou uma das principais referências de Bolsonaro como um governo estrangeiro que apoia a sua gestão.
Por isso, nas palavras de diplomatas brasileiros, tornou-se estratégico que o presidente brasileiro atue neste momento para manter com Bennett uma aliança estratégica.

Fonte: CNN

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OS EUA ENVIARÃO REFORÇOS TEMPORÁRIOS AO AFEGANISTÃO PARA RETIRADA DAS FORÇAS DE COALIZÃO

EUA enviarão reforços para garantir saída de tropas do Afeganistão

Operação logística para a retirada de soldados norte-americanos e da Otan do país deve durar cerca de 3 meses

INTERNACIONAL

 Da AFP

Comandante das forças norte-americanas no Oriente Médio, general Kenneth McKenzie

PHIL STEWART/REUTERS – 09.07.2019

Os Estados Unidos enviarão reforços temporários ao Afeganistão para proteger a retirada das forças da coalizão internacional, informou nesta quinta-feira (22) o comandante das forças norte-americanas no Oriente Médio, general Kenneth McKenzie, ante uma comissão do Senado americano.

Cerca de 2,5 mil soldados americanos, além de mais de 16 mil contratistas civis e suas equipes, deixarão o Afeganistão. A eles se somam a cerca de 7 mil soldados da Otan, que dependem dos militares americanos para o transporte de tropas e equipamentos. Essa grande e delicada operação de logística requer ao menos três meses para que os militares a concluam de forma ordenada e segura.

McKenzie reconheceu que o talibã é mais numeroso atualmente do que em 2011, e estimou suas fileiras em 50 mil combatentes. Também afirmou que os rebeldes controlam hoje uma parte maior do território afegão do que há 10 anos.

Fonte: R7
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PLANALTO E TCU TENTAM ENCONTRAR UMA SAÍDA PARA SANCIONAR ORÇAMENTO SEM COMETER CRIME DE RESPONSABILIDADE FISCAL

Planalto conversa com TCU para evitar crime de responsabilidade no orçamento

Presidente Jair Bolsonaro escalou aliados para articular com o Tribunal de Contas da União e a Advocacia Geral da União uma saída para sancionar o orçamento

Basília Rodrigues

Por Basília Rodrigues, CNN  

Atualizado 02 de abril de 2021 às 22:19

Planalto intensifica conversa com TCU para evitar crime de responsabilidade no orçamento

O presidente Jair Bolsonaro escalou aliados para articular com o Tribunal de Contas da União e a Advocacia Geral da União uma saída para sancionar o orçamento deste ano sem que corra risco de responder a crime de responsabilidade.

Entre os interlocutores do governo com o TCU, o Planalto vê no ministro Jorge Oliveira um aliado de primeira ordem. Oliveira foi ministro da secretaria geral da presidência, antes de assumir uma vaga no tribunal. Outro ministro com quem Planalto tem buscado estreitar relações é Bruno Dantas, considerado muito próximo de parlamentares da oposição.

O ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, irá encurtar a folga de Páscoa e retornar a Brasília para reunião ainda no domingo (4). Ao longo da próxima semana, haverá outras reuniões também focadas em uma solução jurídica. A data limite de sanção do texto é 22 de abril.

Auxiliares da ministra da secretaria de governo, Flávia Arruda, afirmam que ela tem atuado como uma “agente de conciliação” entre o governo e o Congresso, já que até semana passada a ministra estava na condição de deputada.

A preocupação com desagradar o Congresso vence a disputa entre garantir o pagamento de emendas parlamentares ou atender aos apelos da equipe econômica, que prefere o veto.

Um auxiliar muito próximo do presidente disse à CNN, nesta quinta-feira, que o presidente não pode ficar em situação de inelegibilidade. O mesmo auxiliar ressalta que quem poderia abrir processo contra Bolsonaro é o presidente da Câmara, Arthur Lira, e não o ministro da Economia, Paulo Guedes.

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EX-MINISTRO DA SAÚDE EDUARDO PAZUELLO EVIDENCIA DESCONTENTAMENTO COM A SUBSTITUIÇÃO NA PASTA E DIZ QUE SUA SAÍDA FOI ORQUESTRADA

Pazuello diz que sua saída foi resultado de ‘ação orquestrada’; assista

General e ex-ministro da Saúde fala em enfrentamentos internos e externos contra a sua gestão na pasta

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 24 de março de 2021 às 19:50

Pazuello diz que sua saída foi resultado de 'ação orquestrada'; assista | CNN PRIME TIME - YouTube

Vídeo interno da cerimônia de posse do novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, evidenciou o grau de descontentamento do agora ex-ministro Eduardo Pazuello com a substituição na pasta. A gravação foi obtida pelo colunista da CNN Caio Junqueira.

Em conversa com Queiroga, Pazuello diz ter sido alvo de “ação orquestrada” e afirma que desde o mês passado sabia que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estudava trocá-lo e inclusive que o nome do cardiologista era cogitado.

Ele relatou ao sucessor uma conversa com auxiliares, datada de 23 de fevereiro. “Eu fiz um quadrinho e mostrei todas as ações orquestradas contra o Ministério. Eram oito”, afirma o general e ex-ministro.

“Não tinha como chegarmos no dia 20 de março, porque todo o conjunto estava trabalhado”, disse. Depois, ele se vira aos auxiliares e diz que o nome de Marcelo Queiroga vinha sendo cogitado desde então. “O Marcelo foi consultado desde o início de fevereiro”, diz Pazuello. “O movimento é esse: fechou-se o cerco.”

Na fala, Eduardo Pazuello diz que médicos que trabalham no Ministério da Saúde produziram uma nota técnica, enviada ao presidente Jair Bolsonaro, que colocaria a sua gestão em situação vulnerável.

‘Grana com fins políticos acontece aqui’

O Ministério da Saúde é “o foco das pressões políticas” e um local onde acontece “a operação de grana com fins políticos”, segundo Eduardo Pazuello, general e agora ex-ministro, em cerimônia interna de transmissão de poder para o sucessor, Marcelo Queiroga.

“A operação de grana com fins políticos acontece aqui. Nós conseguimos acabar com 100%? Não vou dizer isso aqui. 100% nem Jesus Cristo”, afirma, prosseguindo que na sua gestão a distribuição de recursos teria seguido critérios técnicos.

“‘Você não vai aceitar um cara aqui fazendo lobby?’ Não. ‘Não vamos favorecer o partido A, B ou C?’ Não. ‘E o operador do fulano ou beltrano?’ Não”, disse, simulando um diálogo. Ele encerra dizendo que foi alertado que teria problemas com essa postura.

“É assim que funciona. E isso faz com que as pessoas vivem a vida vendo esse procedimento nos observem com outros olhares. Nós não temos conta bancária alta, carros da classe média, sem avião”, prossegue.

Fonte: CNN

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PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL RENUNCIA AO CARGO

André Brandão renuncia ao cargo de presidente do Banco do Brasil

A saída do executivo acontecerá no dia 1º de abril, após seis meses à frente da instituição

Natália Flach, do CNN Brasil Business, em São Paulo

 Atualizado 18 de março de 2021 às 20:37

O novo presidente do Banco do Brasil, André Brandão

O presidente do Banco do Brasil, André Brandão, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (18). A saída do executivo acontecerá no dia 1º de abril, apenas seis meses após ter assumido o comando da instituição, de acordo com fato relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários.

Segundo o documento, Brandão entregou a renúncia ao presidente Jair Bolsonaro, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do conselho do BB, Hélio Lima Magalhães.

nome escolhido pelo governo para substituir Brandão no cargo é Fausto de Andrade Ribeiro, presidente da BB Administradora de Consórcios desde setembro de 2020.

As conversas sobre a possível saída de Brandão começaram pouco depois de Bolsonaro anunciar, em suas redes sociais, que haveria troca no comando da Petrobras, com a saída de Roberto Castello Branco para entrada do general Joaquim Luna e Silva. Na ocasião, o presidente disse “semana que vem tem mais”.

Brandão chegou a reclamar com Guedes de que estaria sem condições para trabalhar diante das especulações sobre sua saída do cargo. Por causa do rumor de mercado, as ações do banco recuaram 5% no dia 26 de fevereiro.

Em janeiro, Bolsonaro já teria tentado demitir Brandão, depois que o BB anunciou um plano de economia que incluía o fechamento de 361 agências e cerca de 5 mil demissões voluntárias.

Dança das cadeiras

Brandão, que é ex-presidente do HSBC, substituiu Rubem Novaes no comando do Banco do Brasil, em setembro do ano passado. Novaes disse, em entrevista à CNN, que saiu por causa dos conflitos políticos de Brasília e por acreditar que o banco precisa de um executivo mais afinado com as inovações tecnológicas necessárias para enfrentar a concorrência das fintechs.

Não me adaptei à cultura de privilégios, compadrio e corrupção de Brasília“, afirmou Novaes.

O executivo teve atritos com o alto escalão do governo e enfrentou dificuldades para levar adiante os planos de privatizar o banco.

Fonte: CNN

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PRESIDENTE DA ARGENTINA PEDIU A DEMISSÃO DO MINISTRO DA SAÚDE EM MEIO A POLÊMICA SOBRE AUTORIZAÇÃO DE VACINA EM JORNALISTA

Presidente da Argentina pede saída do ministro da Saúde

Jornalista teria recebido autorização do titular da pasta para ser vacinado sem respeitar o protocolo seguido pela população

INTERNACIONAL

Da EFE

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, pediu nesta sexta-feira (19) a demissão do ministro da Saúde, Ginés González García, em meio à polêmica desencadeada por um jornalista próximo ao partido governista, que revelou ter sido vacinado contra a covid-19 depois de ter pedido ao titular da pasta, sem respeitar o protocolo seguido para a população em geral.Segundo fontes oficiais consultadas pela Agência Efe, o presidente deu a indicação ao chefe de gabinete, Santiago Cafiero, para pedir a saída do ministro, que por enquanto não falou publicamente sobre o assunto.

“Telefonei para meu velho amigo Gines González García, que conheço desde muito antes dele ser ministro, e ele me disse que eu tinha que ir ao Hospital Posadas. Quando eu estava para ir, recebi uma mensagem de seu secretário, que me disse que uma equipe de vacinadores do Posadas estava vindo para o Ministério, e para ir ao Ministério para me dar a vacina”, declarou o jornalista Horacio Verbitsky, de 79 anos, à estação de rádio “El Destape”.

Nas últimas horas, vários meios de comunicação locais divulgaram que outros rostos próximos ao governo teriam acesso à vacina de forma preferencial, mas nenhum deles confirmou a informação.

As declarações de Verbitsky, feitas esta manhã, vieram apenas um dia depois que a província de Buenos Aires, onde está localizado o referido hospital, foi a primeira a implantar a operação de vacinação contra o coronavírus para os maiores de 70 anos. A campanha começou após mais de um mês e meio em que apenas os funcionários da área da saúde foram imunizados em todo o país.

Em sua juventude, o jornalista foi militante na guerrilha Montoneros (esquerda peronista), tem uma longa carreira na mídia e atualmente é presidente do Centro de Estudos Jurídicos e Sociais. Ele admitiu hoje que há alguns meses disse que “preferia esperar um pouco” antes de ser vacinado, e ver “que efeitos colaterais poderia haver”.

“Eu não tinha pressa de me vacinar. Bem, ontem eu recebi a vacina. Decidi me vacinar”, afirmou ele, para revelar que pediu a González García, chefe da Saúde desde a chegada de Fernández ao poder, em dezembro de 2019, e que já havia ocupado o cargo durante o governo de Néstor Kirchner.

Até agora, a Argentina – que tem cerca de 45 milhões de habitantes, dos quais cerca de 7,2 milhões têm mais de 60 anos – recebeu 1,22 milhão de doses da vacina russa Sputnik V, longe dos 5 milhões inicialmente previstos para janeiro e dos 14,7 milhões assinados para fevereiro.

Também nesta semana, 580 mil doses do imunizante desenvolvido pelo Instituto Serum, na Índia, chegaram ao país vizinho, graças à transferência de tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford.

Enquanto em outras cidades da província de Buenos Aires já começou a campanha em idosos, que devem se inscrever previamente em um site para ter acesso à vacinação, a capital, governada pela oposição ao governo nacional, por enquanto só abriu o registro online para aqueles com mais de 80 anos.

Fonte: R7
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A SAÍDA ALTERNATIVA DISCUTIDA PELO PSOL É A ADESÃO AO BLOCO DE APOIO A BALEIA ROSSI

PSOL avalia aderir ao bloco de Baleia; candidatura de Erundina seria mantida

Fernando Molica

Por Fernando Molica, CNN  

21 de janeiro de 2021 às 22:47

O deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP)O deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP)
Foto: Michel Jesus – 8.abr.2019/Câmara dos Deputados

Depois de lançar a candidatura de Luiza Erundina (SP) à presidência da Câmara dos Deputados, o PSOL começou a discutir uma saída alternativa – a adesão ao bloco que apoia Baleia Rossi (MDB-SP).

A aliança teria o objetivo de reforçar o grupo na disputa das vagas na Mesa Diretora e não implicaria na retirada da candidatura de Erundina.

A disputa pelas cadeiras da Mesa ocorre de maneira separada da eleição do presidente – a divisão das vagas está relacionada aos apoios partidários registrados por cada bloco.

Caso a proposta seja aprovada, o PSOL, que tem dez deputados federais, ajudaria o grupo de Rossi a tentar garantir quatro dos seis cargos titulares (o sétimo é o de presidente).

A eventual obtenção antecipada da maioria dos cargos seria uma forma de atrair apoios de deputados para Baleia – a distribuição de cadeiras na Mesa é um dos elementos utilizados na busca de votos para a presidência.

O lançamento de Erundina dividiu o PSOL,  metade da bancada defendeu o apoio a Rossi, para fortalecer a oposição ao presidente Jair Bolsonaro, que apoia Arthur Lira (PP-AL). A candidatura própria acabou definida pela direção nacional do partido.

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POLÍTICA: DEVIDO A SAÍDA DA FORD DO BRASIL, MAIA FAZ DURAS CRÍTICAS A BOLSONARO E É DESMENTIDO PELO CHEFE DA SECOM

Maia “mente” sobre a saída da Ford do Brasil e é desmascarado por chefe da Secom

FotomontagemFotomontagem

Parece que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não aceitou muito bem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir a sua reeleição à presidência da casa. A poucos dias de “entregar” o lugar. possivelmente para o favorito do pleito, Arthur Lira (PP-AL), o deemista tem feito duras e inacreditáveis críticas ao Governo Bolsonaro.

A mais recente “tacada” de “Botafogo” veio após o anúncio do fechamento de fábricas da Ford no Brasil. No Twitter, Maia comentou a determinação da empresa americana e disse que era o reflexo da “falta de credibilidade” do governo em segurança jurídica e sistema tributário.

Em resposta, o chefe da Secretaria Especial de Comunicação (Secom), Fábio Wajngarten, disse que Maia busca holofotes e que a deliberação da marca não tem relação com a situação atual do país.

“O fechamento da Ford é uma demonstração da falta de credibilidade do governo brasileiro, de regras claras, de segurança jurídica e de um sistema tributário racional. O sistema que temos se tornou um manicômio nos últimos anos, que tem impacto direto na produtividade das empresas”, alegou Maia.

E continuou:

“Espero que essa decisão da Ford alerte o Governo e o parlamento para que possamos avançar na modernização do Estado e na garantia da segurança jurídica para o capital privado no Brasil”.

Fábio Wajngarten não deixou “passar em branco” a publicação de Maia e acusou o atual presidente da Câmara de mentir sobre o assunto.

“A verdade dos fatos: a Ford mundial fechou fábricas no mundo porque vai focar sua produção em SUVs e picapes, mais rentáveis. Não tem nada a ver com a situação política, econômica e jurídica do Brasil. Quem falar o contrário mente e quer holofotes”, disparou o secretário de comunicação, também no Twitter

A decisão de encerrar a produção de veículos de passeio é global e foi tomada há dois anos. A Ford concluiu que reina absoluta na venda entre as picapes e utilitários. A “F-Series” é um fenômeno comercial e há vários anos emplaca a menor caminhonete da linha, a F-150, como o veículo mais vendido dos Estados Unidos. Porém, com os veículos leves, não acontece o mesmo. Além de não serem os modelos preferidos nas Terras do Tio Sam, vêm sofrendo fortíssima concorrência das montadoras europeias e asiáticas.

Assim, a matemática da montadora tem sido clara: ao invés de investir milhões de Euros no desenvolvimento de carros elétricos, como faz as concorrentes, a empresa resolveu apostar todo o seu conhecimento em caminhonetes, SUVs e o lendário Mustang.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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NA TENTATIVA DE “SAÍDA HONROSA” ALCOLUMBRE QUER ELEGER SUCESSOR NO SENADO

Alcolumbre busca ‘saída honrosa’ tentando eleger sucessor no Senado

 POLÍTICA

Alcolumbre busca 'saída honrosa' tentando eleger sucessor no Senado - Diário do Poder

Abalado pela derrota no Supremo Tribunal Federal (STF), que impediu sua candidatura à reeleição, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre dá sinais de abatimento, segundo aliados, após a eleição para prefeito de Macapá (AP).

Apesar da pose de político mais influente do Estado, Alcolumbre não conseguiu eleger o próprio irmão.

Agora, tenta uma “saída honrosa”: escolher quem será eleito presidente do Senado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Até para sobreviver politicamente no Amapá, Alcolumbre está aflito para dar uma demonstração de força que, a rigor, ele já não tem.

Demonstração de força seria eleger o mineiro Rodrigo Pacheco (DEM). Espera ajuda do governo para isso, mas o Planalto tem outros planos.

Com o início do recesso nesta quarta, Alcolumbre, tanto quanto Rodrigo Maia na Câmara, perde relevância na briga pela própria sucessão.

Fonte: Blog do BG

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PODCAST:A ESTRATÉGIA DE BOLSONARO COM A SAÍDA DE CELSO DE MELLO

Bolsonaro estava esperando a saída de Celso de Mello para poder colocar em campo estratégia final

Andrea Sadi analisa a postura do presidente Bolsonaro que decidiu não depor em inquérito que investiga suposta tentativa de interferência na Polícia Federal. Bolsonaro acha que esse inquérito dá uma espécie de palanque para o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. ‘O objetivo dele político, antes do jurídico, é não dar esse espaço para Sérgio Moro’. A expectativa do governo é que esse inquérito seja arquivado o mais rápido possível. ‘Nos bastidores, alguns assessores dentro do governo acreditam que com o inquérito arquivado, Bolsonaro pode resgatar estratégia de nomear Alexandre Ramagem para o comando da Polícia Federal‘.

Furo' sobre Bolsonaro no JN consolida repórter Andréia Sadi

 

Fonte: CBN

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NO PERU,VIZCARRA ÉAFASTADO DA PRESIDÊNCIA E PRESIDENTE DO CONGRESSO ASSUME ATÉ 2021

 

Manuel Merino toma posse como presidente do Peru

Após saída de Martín Vizcarra, afastado na noite de segunda-feira, o presidente do Congresso assumiu como presidente até 2021

INTERNACIONAL

Da EFE

Manuel Merino toma posse como presidente interino do Peru

Congresso do Peru / Divulgação via EFE – EPA – 10.11.2020

O presidente do Congresso peruano, Manuel Merino, tomou posse nesta terça-feira (10) como novo presidente do Peru, um dia após os congressistas aprovarem o impeachment de Martín Vizcarra por “incapacidade moral”.

 

Merino, de 59 anos, assume a presidência até 28 de julho de 2021, quando entregará o poder a quem vencer as eleições gerais convocadas para o dia 11 de abril de 2021.Em cerimônia realizada na câmara parlamentar, o primeiro vice-presidente do Congresso, Luis Valdez, tomou juramento de Merino, que até ontem era o chefe do Poder Legislativo, e lhe vestiu a faixa. O novo presidente será o responsável por completar o mandato 2016-2021, para o qual Pedro Pablo Kuczynski foi originalmente eleito.Kuczynski, que renunciou ao cargo após ser denunciado por corrupção em caso envolvendo a Odebrecht, foi sucedido em 2018 por seu vice-presidente Martin Vizcarra, afastado pelo Congresso ontem por “incapacidade moral permanente”. A retirada é consequência de uma denúncia de recebimento de propina há seis anos, quando era governador regional.

Eleições em 2021

Em seu discurso ao Congresso, o novo chefe de governo disse que seu primeiro compromisso é ratificar a convicção democrática e respeitar o processo eleitoral que está em andamento.

“O calendário eleitoral deve ser respeitado, ninguém pode mudar a data convocada para 11 de abril de 2021”, destacou Merino, em resposta aos temores de que os partidos políticos na atual legislatura pretendam prorrogar seu mandato.

O Congresso atual foi eleito em janeiro deste ano, após o encerramento constitucional do Parlamento anterior que Vizcarra decretou em setembro de 2019. O novo também será eleito em abril do ano que vem

O novo governante também afirmou que os órgãos eleitorais devem ter a confiança de que seu trabalho será independente e de que receberão todos os recursos necessários para as eleições. Ele prometeu também garantir a imparcialidade do processo eleitoral.

Pandemia e economia

Merino se referiu à crise sanitária no país devido à pandemia da covid-19 e aos efeitos na economia que a doença vem causando desde março.

O presidente disse que manterá, “na medida do possível”, as equipes que têm a responsabilidade de enfrentar a pandemia na linha de frente e que é essencial corrigir os erros para deixar de ser “o país com a pior gestão da crise sanitária”.

Da mesma forma, Merino declarou que durante o seu governo a recuperação econômica acontecerá através do fortalecendo grandes e pequenas empresas, e criando empregos perdidos para a pandemia.

Posse gera protestos

Merino prometeu convocar um “gabinete de consenso e unidade nacional”, composto por profissionais das mais altas qualificações e sem cores políticas. Ele também pediu o fim do confronto entre os poderes Executivo e Legislativo e quer calma e tranquilidade por parte da sua população, depois de protestos realizados durante a sua posse.

O novo chefe de Estado salientou que os votos que aprovaram o impeachment de Vizcarra não foram comprados e que além do debate político, que gera paixões, foi cumprido o devido processo. “Não há nada para celebrar, é um momento muito difícil para o país”, refletiu.

Os integrantes do partido Morado, o único a ter se oposto à destituição presidencial em bloco, não compareceram à posse de Merino. “Não queríamos participar de uma tomada de poder ilegítima”, justificou o presidente da legenda, Julio Guzmán.

Nas ruas, centenas de manifestantes protestavam nos arredores do Parlamento pela queda de Vizcarra, o que também aconteceu em outras cidades do país vizinho.

No final de seu discurso, Merino foi ao Palácio do Governo, onde dedicará as próximas horas a preparar o gabinete que o acompanhará durante o mandato.

 

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NA MADRUGADA DESTA QUARTA FEIRA FOI OFICIALIZADA A SAÍDA DOS EUA DO ACORDO DE PARIS

 

Estados Unidos se retiram oficialmente do Acordo de Paris

Efetivação da saída do país mais poluente do mundo ocorre em um momento de incerteza sobre quem ocupará a Casa Branca a partir de janeiro

INTERNACIONAL

Da EFE

 

EUA se retiram de Acordo de Paris

A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, anunciada há mais de três anos pelo presidente americano, Donald Trump, foi oficializada na madrugada desta quarta-feira (4), durante a apuração das eleições presidenciais no país.

A efetivação da saída do país mais poluente do mundo ocorre em um momento de incerteza sobre quem ocupará a Casa Branca a partir de janeiro. O candidato democrata, Joe Biden, prometeu que, se ganhar as eleições, recolocará os EUA no pacto, assinado em 2015, para combater a crise climática.

Nem a Casa Branca nem o Departamento de Estado anunciaram formalmente a saída, mas o prazo para o rompimento do acordo já estava previsto para a meia-noite de quarta-feira. A retirada foi anunciada por Trump no dia 1º de junho de 2017, menos de cinco meses depois de chegar ao poder.

O presidente prometeu que deixaria o acordo – assinado por quase 200 países – com o argumento de que o pacto colocaria a economia e os trabalhadores americanos em “permanente desvantagem”.

No entanto, o artigo 28 do Acordo de Paris indica que qualquer país que tivesse ratificado o acordo, como é o caso dos EUA, somente poderia solicitar a saída três anos depois de sua entrada em vigor, ou seja, no dia 4 de novembro de 2019.

Uma vez feito o pedido formal, era necessário esperar outro ano para que a saída fosse efetivada. Sendo assim, os EUA se desvinculariam do pacto em 4 de novembro de 2020.

Desde que chegou ao poder, Trump retirou os EUA de diversos pactos e fóruns multilaterais, entre eles o acordo nuclear com o Irã, o Conselho de Direitos Humanos da ONU e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Em julho, Trump iniciou o processo para retirar o país da Organização Mundial da Saúde (OMS), mas esta medida não será efetivada antes de julho de 2021. Biden prometeu anular o processo caso vença as eleições.

O candidato democrata também afirmou que, se chegar à Casa Branca, pressionará outros países a assumirem compromissos mais ambiciosos na luta contra o aquecimento global.

 

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NÚMEROS ATUALIZADOS SOBRE O CORONAVÍRUS E CRISE NO GOVERNO COM SAÍDA DE MORO

Últimas notícias sobre o coronavírus e a crise no Governo Bolsonaro com a saída de Moro

Em carta aberta ao presidente, delegados afirmam que próximo diretor geral da PF terá de “demonstrar que não foi nomeado para cumprir missão política”. Brasil registra 61.888 casos e 4.205 mortes mortes pela covid-19 neste domingo. Foram 189 novas mortes em relação ao dia anterior

Após 42 dias, as mais de seis milhões de crianças espanholas com menos de 14 anos que foram trancadas em casa para evitar a disseminação do coronavírus conseguiram sair às ruas neste domingo. Na imagem, menino brinca em uma poça de lama em Madri.Após 42 dias, as mais de seis milhões de crianças espanholas com menos de 14 anos que foram trancadas em casa para evitar a disseminação do coronavírus conseguiram sair às ruas neste domingo. Na imagem, menino brinca em uma poça de lama em Madri.SANTI BURGOS

Após a saída do ex-juiz Sergio Moro piorar a instabilidade política em meio a crise do coronavírus no país, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) publicou uma carta aberta ao presidente Jair Bolsonaro afirmando que “há uma crise de confiança instalada, tanto por parte de parcela considerável da sociedade, quanto por parte dos delegados de Polícia Federal”. No documento, alertam que o próximo diretor geral da PF terá de “demonstrar que não foi nomeado para cumprir missão política”. Neste domingo, o Brasil chegou a 4.205 óbitos pela covid-19 e 61.888 contágios, de acordo com o Ministério da Saúde. Houve um incremento de 5,8% em relação ao dia anterior: 3.379 novos casos foram notificados em 24 horas, assim como 189 mortes (+4,7%). A taxa de letalidade está em 6,8%. O Estado de São Paulo registrou 20.715 casos e 1.700 óbitos. Enquanto isso, Itália e Israel começam a traçar planos para reduzir o confinamento. E a Espanha autorizou, pela primeira vez em seis semanas, que as crianças voltassem a brincar na rua.

Fonte: El País

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POLÍTICA: MORO SE DEMITE E DEIXA ACUSAÇÕES GRAVES CONTRA O PRESIDENTE

Segundo Moro, Bolsonaro está preocupado com os ‘inquéritos’

Redação

Publicado em 24.04.2020

Por  

 

Marcelo Camargo | Agência Brasil

Segundo ele, trata-se dos inquéritos referentes ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“O presidente também me informou que tinha preocupação com inquéritos em curso no Supremo Tribunal Federal e que a troca também seria oportuna da Polícia Federal.”

Ainda de acordo com Moro, isso ainda assim não justificaria a substituição do diretor-geral da PF.

“Por esse motivo, também não é uma razão que justifique a substituição. Até é algo que gera uma grande preocupação.”

E completou:

“Enfim, eu sinto que eu tenho o dever de tentar proteger a instituição, a Polícia Federal. E por todos esses motivos, eu busquei uma solução alternativa, para evitar uma crise política durante uma pandemia. Acho que o foco deveria ser o combate à pandemia. Mas entendi que eu não podia deixar de lado esse meu compromisso com o estado de direito.”

Redação

Conexão Política

Alegando interferência políticas na PF, Moro confirma saída do governo Bolsonaro

Redação

Publicado    em      24.04.2020

Por  Redação

Valter Campanato | Agência Brasil

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, anunciou a demissão nesta sexta-feira (24).

A demissão, segundo ele, foi motivada pela decisão de Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo.

“O grande problema é por que trocar e permitir que seja feita interferência política ano âmbito da PF. O presidente me disse que queria colocar uma pessoa dele, que ele pudesse colher informações, relatórios de inteligência. Realmente, não é papel da PF prestar esse tipo de informação”, disse Moro.

Ainda de acordo com Moro, ele disse para Bolsonaro que a troca de comando na PF seria uma interferência política na corporação.

Ainda assim, segundo ele, o presidente da República insistiu.

“Falei para o presidente que seria uma interferência política. Ele disse que seria mesmo”, revelou Moro.

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