AEROPORTO DE NATAL ROMPEU A CIFRA BILIONÁRIA EM PREJUÍZOS ACUMULADOS DE R$ 1 BILHÃO

Aeroporto de Natal acumula prejuízo de R$ 1 bilhão desde o início da concessão

Foto: Adriano Abreu

Prestes a completar sete anos de operação e com a expectativa de ser relicitado até o final deste ano, o Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, administrado pela Inframerica, rompeu a cifra bilionária em prejuízos acumulados. Desde que começou a funcionar, em maio de 2014, até o dia 31 de dezembro do ano passado, o déficit registrado é de R$ 1,063 bilhão. A informação consta no mais recente Relatório de Administração – Ano Base 2020 – divulgado no dia 20 do mês passado.

Em nota, a Inframerica reconhece o prejuízo e detalha causas. “Este valor de R$ 1 bi é o prejuízo acumulado desde o início da concessão. Dentro desse valor temos o impacto do impairment, um ajuste contábil que busca avaliar a possível perda de valor dos Ativos. Vale ressaltar que o impacto do impairment é puramente contábil. Se excluirmos o impacto do impariment, os prejuízos acumulados seriam entorno de R$ 490 milhões. Esse prejuízo foi gerado, basicamente, pelas perdas referentes aos 8 anos de concessão, que foi deficitária em todos esses anos, uma vez que o contrato de Natal possui cláusulas exclusivas que não permitem reajustes competitivos quando comparados com aeroportos da mesma categoria. Além disso, o Aeroporto de Natal é o único terminal aéreo concedido que administra a Torre de Controle, que também possui tarifas deficitárias”, aponta a Inframerica.

Fonte: Blog do BG
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EM ACORDO COM MPF E PF O DOLEIRO DOS DOLEIROS VAI DEVOLVER R$ 1 BILHÃO

Saiba os bens que Dario Messer vai devolver no acordo de R$ 1 bilhão

Por Daniela Lima, CNN  

 Atualizado 16 de agosto de 2020 às 17:30

Após fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF) e com a Polícia Federal (PF), o doleiro Dario Messer vai ter de abrir mão de um patrimônio estimado em mais de R$ 1 bilhão. No depoimento, o doleiro revelou a existência de um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o uso de criptomoedas.

Entre as contas e pertences barganhados, Messer vai ter que devolver:

• R$ 60 milhões de uma conta nas Bahamas;

• R$ 3 milhões em um banco no Brasil;

• R$ 2,5 milhões depositados no Paraguai;

• a participação em uma cobertura na avenida Delfim Moreira, no Leblon, avaliada em R$ 40 milhões;

• R$ 60 milhões em contas de empresas imobiliárias;

• R$ 23,8 milhões em imóveis das mesmas companhias;

• outros imóveis, automóveis, animais e máquinas das fazendas em nome da empresa Chai, a maioria localizada no Paraguai, estimados em US$ 120 milhões (mais de R$ 600 milhões);

• outros imóveis, automóveis, animais e máquinas das fazendas em nome da empresa Matrix, também no Paraguai, estimados em US$ 30 milhões de dólares (mais de R$ 150 milhões);

• US$ 6 milhões (ou R$ 30 milhões) da Fazenda Tournon, também no Paraguai;

• US$ 2 milhões de dolares (R$ 10 milhões) de um apartamento em Nova York registrado no nome de uma offshore;

• 14 obras de arte de valor ainda inestimado, sendo quatro de Di Cavalcanti, cinco de Eugênio de Proença Sigaud e cinco de Lia Mittarakis;

“Doleiro dos doleiros”

Dario Messer deve retornar R$ 1 bilhão aos cofres públicos, segundo determinou o acordo de delação premiada homologado na Justiça. Ele foi condenado a 18 anos e 9 meses de prisão. O doleiro é réu da Lava Jato no Rio por lavagem de dinheiro e outros crimes.

Chamado de “o doleiro dos doleiros”, Messer foi o principal alvo da operação “Câmbio, Desligo”, desdobramento da Lava Jato em 2018, que investigava um sistema de transações ilegais de câmbio em 52 países. Membros do MPF e da PF no Rio celebraram este acordo como “inédito” na história da investigação.

A dificuldade para o cumprimento do acordo está no fato de que os governos de Brasil e Paraguai precisarem sentar para conversar sobre como dividirão o montante. Messer também é réu em ações penais que tramitam no país vizinho.

O doleiro menciona políticos do Rio de Janeiro e empresários como tendo se beneficiado de seu esquema de lavagem de dinheiro e envio de remessas para o exterior.

Fonte: CNN

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O DOLEIRO DOS DOLEIROS FECHA ACORDO COM A LAVA JATO E VAI DEVOLVER r$ 1 BILHÃO AOS COFRES PÚBLICOS

Dario Messer fecha acordo com Lava Jato para devolver R$ 1 bi a cofres públicos

Anna Satie, da CNN

Atualizado 12 de agosto de 2020 à 22,39

O doleiro Dario Messer deve retornar R$ 1 bilhão aos cofres públicos, determinou acordo de delação premiada homologado pela Justiça do Rio de Janeiro nesta quarta-feira (12). Ele também foi condenado a 18 anos e 9 meses de prisão.

Messer é réu da Lava Jato no Rio de Janeiro por lavagem de dinheiro e outros crimes. De acordo com o MPF-RJ (Ministério Público Federal do Rio de Janeiro), esse acordo é de “escala inédita na Justiça brasileira”.

Os bens de Messer incluem imóveis de alto padrão, obras de arte e um patrimônio no Paraguai relacionado a atividades agropecuárias e imobiliárias — essas, de acordo com o MPF, deverão fundamentar um pedido de cooperação com as autoridades daquele país para partilha dos valores com o Brasil.

Chamado de “o doleiro dos doleiros”, Messer foi o principal alvo da operação “Câmbio, Desligo”, desdobramento da Lava Jato em 2018, que investigava um sistema de transações ilegais de câmbio em 52 países.

Fonte: CNN

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