BOAS NOTÍCIAS: A ONU, ATRAVÉS DA OMS ESTÁ ANTECIPANDO 8 MILHÕES DE DOSES CONTRA COVID-19

BOAS NOTÍCIAS: A ONU, ATRAVÉS DA OMS ESTÁ ANTECIPANDO 8 MILHÕES DE DOSES CONTRA COVID-19
RJ - VACINA/CACIQUE DE RAMOS - GERAL - Segundo dia de Vacinação contra Covid19 na Quadra do Cacique de Ramos na Zona do Rio de janeiro na manhã desta sexta feira (09). Hoje estão sendo vacinados mulheres com 64 anos , homens com 65 anos e quem vai tomar a segunda dose. 09/04/2021 - Foto: ALEXANDRE SILVA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Mais um alento para os brasileiros foi anunciado pela ONU. O consórcio Covax Facility vai liberar na próxima semana 8 milhões de doses de vacinas contra covid-19 para o Brasil. O anúncio da antecipação das doses foi feito pela secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e pelo assistente do diretor-geral da OMS,Bruce Aylward. Convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer os detalhes desta boa nova!

ONU anuncia antecipação para o Brasil de 8 milhões de doses contra Covid-19

Dentre essas 8 milhões, na próxima semana, o consórcio irá definir se virão doses da vacina da Pfizer ou da vacina de Oxford para o Brasil

Leandro Resende
Por Leandro Resende, CNN  
16 de abril de 2021 às 19:44 | Atualizado 16 de abril de 2021 às 22:25

A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou nesta sexta-feira (16) a antecipação de 8 milhões de doses de vacinas contra covid-19 para o Brasil através do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A informação foi passada à CNN por Marlova Noleto, coordenadora da ONU no Brasil, após encontro com governadores.

Na próxima semana, o consórcio irá definir se virão doses da vacina da Pfizer ou da vacina de Oxford para o Brasil.  “Foi uma reunião muito produtiva. Serão 4 milhões de doses para abril e mais 4 que a OMS tenta antecipar para o mês de maio. Vacinas são um bem escasso. Mas o consórcio está fazendo uma gestão e direcionando as doses para quem mais precisa.”

O anúncio da antecipação das doses foi feito pela secretária-geral adjunta da ONU, Amina Mohammed, e pelo assistente do diretor-geral da OMS,Bruce Aylward. 24 governadores e três vices participaram do encontro virtual. O Brasil recebeu pouco mais de 1 milhão de doses dos 42 milhões contratados junto ao consórcio Covax.

Noleto destacou que, no encontro, os representantes globais da ONU e da OMS destacaram a “grande preocupação do mundo” com o Brasil, que vive recordes de óbitos, mortes e é celeiro da variante P1, uma versão mais contagiosa do mundo. “O momento do Brasil é muito difícil. Foi feito um apelo da comunidade internacional para que o Brasil adote medidas que permitam reduzir essa curva tão alta de casos. Só a vacinação não irá resolver os problemas do país”.

Profissional de saúde prepara dose de vacina contra o coronavírusProfissional de saúde prepara dose de vacina contra o coronavírus Foto: Alexandre Silva/FotoArena/Estadão Conteúdo

A representante da ONU no Brasil também destacou que as Nações Unidas atenderão os apelos dos governadores por uma melhor interlocução com a China para facilitar a exportação do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), que é a matéria-prima usada na produção das vacinas de Oxford, pela Fiocruz, e Coronavac, pelo Butantan.

“A questão com a China está superada, com a chegada do novo chanceler Carlos França. O Brasil está conversando diretamente e a ONU apoia esses esforços de negociação”, afirmou.

Antes do encontro, o Fórum de Governadores encaminhou uma carta para as Nações Unidas cobrando ajuda humanitária para o Brasil, lembrando que o país já auxiliou outros países em situações de extrema gravidade.

A proposta para a agenda com a ONU surgiu na primeira reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia de Covid-19 em março e foi encabeçada pelo governador do Piauí Wellington Dias, coordenador da temática de vacinas no grupo dos chefes dos Executivos estaduais.

Fonte: CNN

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NA PRÓXIMA SEMANA MOURÃO E MINISTROS DEVERÃO LEVAR EMBAIXADORES DE 10 PAÍSES À AMAZÔNIA

Por Pedro Henrique Gomes, G1 — Brasília

Em setembro, Mourão anunciou que levaria representantes europeus à Amazônia

Em  setembro, Mourão anunciou que levaria representantes europeus à Amazônia

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (29) que levará representantes diplomáticos de 10 países à região amazônica, na próxima semana, para defender “que a Amazônia brasileira continua preservada”. A comitiva será capitaneada pelo vice-presidente da República e presidente do Conselho da Amazônia Legal, Hamilton Mourão.

O presidente Jair Bolsonaro não deve participar da viagem oficial, que prevê compromissos nas cidades de Manaus, São Gabriel da Cachoeira e Maturacá, todas no Amazonas. O grupo deve sair de Brasília na manhã da próxima quarta-feira (4) e retornar dois dias depois, na sexta (6).

De acordo com a Vice-Presidência da República, participarão os chefes das missões diplomáticas de:

  • África do Sul
  • Alemanha
  • Canadá
  • Colômbia
  • Espanha
  • França
  • Peru
  • Portugal
  • Reino Unido
  • Suécia

Além das representações dos países, devem participar da viagem os chefes diplomáticos da União Europeia e da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), que tem sede em Brasília.

O Executivo brasileiro será representado na comitiva, além de Mourão, pelos ministros Tereza Cristina (Agricultura), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Eduardo Pazuello (Saúde), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e pelo chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, tenente-brigadeiro do ar Raul Botelho.

A viagem foi organizada após oito países europeus enviarem uma carta a Mourão, afirmando que a alta do desmatamento poderia dificultar a importação de produtos brasileiros.

No documento divulgado em setembro, os países disseram estar comprometidos em liminar o desmatamento das cadeias de produtos agrícolas vendidos para a Europa. Em resposta, Mourão já tinha informado que pretendia levar os embaixadores para visitar o bioma.

“A questão é proporção. Se a gente consegue ver que aquilo [desmatamento] é concentrado em uma área específica, que aquilo ali não corresponde à massa do bioma amazônico, a gente está reforçando um discurso que o vice-presidente faz recorrentemente. De que você tem, de fato, um choque de civilização em uma determinada área”, disse o embaixador Juliano Féres Nascimento, chefe da assessoria diplomática da Vice-Presidência.

O embaixador da Noruega também foi convidado, mas não poderá participar. Alemanha e Noruega são os maiores doadores do Fundo Amazônia, que financia ações ambientais na região – e que não celebra contratos para incentivar novos projetos desde 2018.

Na época em que recebeu a carta, Mourão considerou que o documento “não tinha tom agressivo” e repetia o conteúdo de outras manifestações recebidas pelo governo, criticado em razão da política ambiental do presidente Jair Bolsonaro.

Para Mourão, o “ponto focal” da carta era uma questão comercial que envolve as cadeias de produção de alimentos. A discussão ocorre em um contexto de barreiras comerciais, no qual o Brasil precisa fazer negociação diplomática e ambiental.

“Faz parte da estratégia comercial dos países europeus essa questão da cadeia de suprimento, isso é uma barreira. Existem barreiras tarifárias e não tarifárias, então, isso a gente tem que fazer a negociação, não só comercial, mas diplomática, como a ambiental também”, disse o vice-presidente em setembro.

Roteiro

Segundo o assessor diplomático de Mourão, a ideia é que o avião saia de Brasília em direção à Serra do Cachimbo, localizada na divisa entre os estados de Mato Grosso e Pará. De lá, a aeronave deve reduzir altitude e seguir o traçado da BR-163, no trecho que vai da divisa os dois estados até a cidade de Santarém (PA).

Nascimento diz que, nesse trecho, será possível sobrevoar áreas recém desmatadas, que enfrentam incêndios frequentes e áreas que apresentem as “cicatrizes” do fogo. Depois, disse o assessor, a comitiva será apresentada à parte da Amazônia que está preservada.

Em Manaus, o roteiro prevê atividades em organizações militares e no laboratório de investigação da Polícia Federal.

Em Iranduba, o grupo deve visitar um projeto de colonização do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A comitiva também deve passar pelo local onde as águas dos rios Negro e Solimões se encontram para formar o Rio Amazonas.

Em São Gabriel da Cachoeira, os embaixadores devem ser levados à Casa de Apoio à Saúde Indígena, da Secretaria Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, além de visitar organizações militares.

Fonte: G1
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