MILHARES DE PESSOAS VOLTARAM ÀS RUAS DA COLÔMBIA EM PROTESTO CONTRA O GOVERNO DE IVÁN DUQUE

Aumenta a pressão contra Duque na Colômbia após novos protestos

Em uma semana de manifestações contra o governo, ao menos 24 pessoas morreram, 800 ficaram feridas e 89 estão desaparecidas

INTERNACIONAL

 Do R7

Milhares de colombianos foram às ruas de Bogotá e outras cidades em mais um dia de protestos

JOAQUIN SARMIENTO / AFP – 5.5.2021

Milhares de pessoas voltaram às ruas da Colômbia nesta quarta-feira (5) para protestar contra o governo do presidente Iván Duque, ao final de uma semana de manifestações que se tornaram violentas e deixaram 24 mortos, a maioria a tiros.

“Dói (…) o descaso de um governo surdo, que prefere mandar forças públicas, em vez de ajudar [o povo], prefere ajudar os bancos, as grandes empresas”, disse à AFP Héctor Cuinemi, estudante de 19 anos protestando em Bogotá.

Sob o escrutínio da comunidade internacional, que denunciou os excessos da força pública, estudantes, sindicatos, indígenas e outros setores tomaram as ruas da capital Bogotá, assim como Medellín, no noroeste, e Cali, no sudoeste.Após uma semana de mobilizações o governo cedeu ao diálogo e aceitou reunir-se com os setores inconformes “na semana que vem”, de acordo com o conselheiro presidencial, Miguel Ceballos.

“Milhares de manifestantes protegidos por máscaras chegaram de tarde à Praça de Bolívar, em Bogotá, nos arredores da sede presidencial. Um grupo tentou entrar no Congresso, mas foi dispersado pela polícia.

Reivindicações variadas

O que começou em 28 de abril como uma manifestação pacífica em repúdio a uma reforma tributária já retirada se transformou em protestos graves contra o governo conservador que chegou ao poder em 2018.

As reivindicações dos manifestantes são variadas: melhores condições de saúde, educação, segurança nas regiões, cessação dos abusos policiais contra manifestações, entre outros.

“A polícia está nos atacando (…), não somos vândalos”, criticou Natália (36), sem dar seu sobrenome, que protestou com um grupo vestido de luto.

As mobilizações foram em sua maioria pacíficas, mas em algumas cidades tornaram-se violentas. De acordo com dados oficiais contados até terça-feira, pelo menos 24 pessoas morreram (18 baleados), mais de 800 ficaram feridos e 89 estão desaparecidos. ONGs denunciam que a polícia atirou contra os manifestantes e que as mortes ultrapassam 30 pessoas.

As autoridades também registraram três policiais feridos por tiros.

Milhares de indígenas aderiram aos protestos em Cali (sudoeste) gritando “resistência”. Músicos e artistas acompanharam a marcha massiva em Medellín (noroeste), que terminou em protesto.

Condenação internacional

A pressão nas ruas não cede, frente a vigilância da comunidade internacional que denuncia os ataques da polícia contra civis.

A ONU, a União Europeia, os Estados Unidos, a Anistia Internacional e a Human Rights Watch pediram calma e exigiram garantias do governo em meio aos protestos.

Segundo a Repórteres Sem Fronteiras, também houve 76 ataques contra jornalistas, dez deles feridos pelas forças de segurança.

Bogotá viveu uma noite tensa na terça-feira. Trinta cidadãos e 16 policiais ficaram feridos após confrontos com soldados que deixaram 25 postos policiais afetados, segundo a prefeitura local.

A violência também estourou em Cali na segunda-feira, deixando cinco mortos e trinta feridos.

Segundo a promotoria, por trás dos excessos estão dissidentes das FARC que se desviaram do acordo de paz assinado em 2016; o ELN, a última guerrilha reconhecida na Colômbia, e as gangues de traficantes.

Negociação pendente

Além das mobilizações e tumultos, houve bloqueios nas principais rodovias de Cali, causando desabastecimento de gasolina e preocupação com o deslocamento de caminhões que levam oxigênio e material médico em meio à pandemia.

O chamado Comitê de Desemprego, que reúne setores insatisfeitos, disse estar aberto à negociação direta sem intermediários com o presidente.

O Ministério da Defesa enviou 47.500 soldados para áreas de todo o país. Só em Cali há 700 soldados, 500 homens das forças antimotins (Esmad), 1.800 policiais e dois helicópteros adicionais. Desde o fim de semana, os militares também patrulham a capital.

Com a popularidade despencando (33%), o presidente Duque enfrenta protestos massivos desde 2019, assolado pelo descontentamento alimentado pela pandemia em um país que sofre mais de meio século de conflito armado.

Embora o presidente tenha retirado a iniciativa de reforma tributária e o Ministro da Fazenda renunciado, o mal-estar pós-conflito parecia se instalar em um dos países mais desiguais do continente, com desemprego de 16,8% e pobreza chegando a 42,5% da população.

“A fome também é uma pandemia, assim como a injustiça”, declarou o estudante de sociologia Fabián Quiroga (22).

Fonte: R7

Continuar lendo MILHARES DE PESSOAS VOLTARAM ÀS RUAS DA COLÔMBIA EM PROTESTO CONTRA O GOVERNO DE IVÁN DUQUE

UTILIDADE PÚBLICA: CARREATA EM PROTESTO AO NOVO DECRETO ESTADUAL ESTÁ SENDO ORGANIZADA POR REPRESENTANTES DE BARES E RESTAURANTES DO RN

Representantes de bares e restaurantes do RN convocam classe para carreata em protesto nesta sexta na BR-101, um dia antes de obrigatoriedade de decreto a partir deste sábado

Foto: Reprodução

Representantes de bares e restaurantes do Rio Grande do Norte convocam para uma carreata a partir das 09h desta sexta-feira(19), na BR-101, em Emaús, na Grande Natal, em apoio a classe e cobrar medidas de amparo as famílias dos trabalhadores.

“Precisamos ser ouvidos”, diz o cartaz de convocação, que cita profissionais de eventos, músicos, buffet, ambulantes e vendedores de barracas de praia.

Continuar lendo UTILIDADE PÚBLICA: CARREATA EM PROTESTO AO NOVO DECRETO ESTADUAL ESTÁ SENDO ORGANIZADA POR REPRESENTANTES DE BARES E RESTAURANTES DO RN

INGLESA ACUSADA DE ESPIONAGEM PELO GOVERNO IRANIANO FOI LIBERTADA APÓS 5 ANOS DE PRISÃO

Após 5 anos, Irã liberta inglesa acusada de espionagem

Ela vive em Londres, onde participou de protesto contra governo iraniano, e foi presa quando voltou ao país para visitar os pais

INTERNACIONAL

 Da Ansa

Nazanin (foto) estava presa no Irã desde abril de 2016

ARQUIVO PESSOAL/VIA REUTERS

Após cinco anos, a anglo-iraniana Nazanin Zaghari-Ratcliffe foi libertada da prisão neste domingo (7), informou o advogado da mulher acusada de espionagem, Hojjat Kermani, à agência de notícias local Irna.

No entanto, Zaghari-Ratcliffe não poderá deixar o país porque o governo do Irã fez uma nova acusação contra ela. Segundo Kermani, ele ainda não sabe por qual motivo a anglo-iraniana foi acusada novamente, mas ela deverá compareceu ao tribunal de Teerã no próximo domingo (14).

A emissora BBC informou que ela foi acusada de “propaganda contra o sistema” por ter participado, em 2009, de uma manifestação contra o governo iraniano em frente à embaixada do país na capital britânica e por ter dado uma entrevista à própria emissora pouco depois.

Zaghari-Ratcliffe foi presa em abril de 2016 após ter saído de Londres, no Reino Unido, onde morava com seu marido, para visitar seus pais no Irã.

A mulher estava viajando com a filha recém-nascida Gabriella, que acabou ficando na casa dos avós. Ela sempre negou as alegações de ser uma espiã, mas a acusação foi confirmada pela Justiça local.

O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Dominic Raab, considerou como “cruéis e intoleráveis” as novas acusações contra a mulher.

O político ainda intimou o Irã a restituir totalmente a liberdade de Zaghari-Ratcliffe para que ela possa voltar à viver com sua família em Londres.

Fonte: R7

Continuar lendo INGLESA ACUSADA DE ESPIONAGEM PELO GOVERNO IRANIANO FOI LIBERTADA APÓS 5 ANOS DE PRISÃO

INCOERÊNCIA: REGISTROS MOSTRAM QUE ALGUNS INVASORES DO CAPITÓLIO NÃO VOTARAM NA ELEIÇÃO QUE MOTIVOU O PROTESTO

Invasores do Capitólio queriam anular eleição na qual não votaram

 

Por Blake Ellis e Melanie Hicken, da CNN*
02 de fevereiro de 2021 às 05:00
Apoiadores de Trump saem do capitólio após invasão (06.jan.2021)Apoiadores de Trump saem do capitólio após invasão (06.jan.2021) Foto: CNN Brasil

Eles estavam lá para “parar o roubo” e manter o presidente que reverenciavam no cargo. No entanto, os registros mostram que alguns dos rebeldes que invadiram o Capitólio dos Estados Unidos não votaram na eleição que motivou os protestos. Nos país, o voto não é obrigatório.

Um desses arruaceiros é Donovan Crowl, um ex-fuzileiro naval que avançou em direção a uma entrada do Capitólio em trajes paramilitares em 6 de janeiro enquanto a multidão pró-Donald Trump gritava “quem é nosso presidente?” As autoridades federais identificaram posteriormente Crowl, 50 anos, como membro de uma organização que se autodenomina uma milícia em seu estado natal, Ohio, e é afiliada ao grupo extremista Oath Keepers.

Sua mãe disse à CNN que ele havia dito a ela que “eles iriam tomar o governo se eles (…) tentassem tirar a presidência de Trump dele”. A mãe contou que Crowl ficou cada vez mais raivoso durante o governo Obama e que estava ciente de seu apoio ao ex-presidente Donald Trump.

Apesar dessas visões aparentemente pró-Trump, uma autoridade eleitoral do condado em Ohio disse à CNN que ele se registrou como eleitor em 2013, mas “nunca votou nem respondeu a nenhum de nossos avisos de confirmação para manter seu registro”. O ex-fuzileiro naval foi então removido das listas de eleitores no final de 2020 e o estado disse que ele não era mais registrado em Ohio. Um secretário do condado de Illinois, onde Crowl foi registrado no passado, também confirmou que ele não era eleitor ativo em nenhuma seção do estado.

Crowl foi indiciado por um tribunal federal sob a acusação de destruição de propriedade do governo e conspiração por supostamente coordenar o planejamento do ataque com outros invasores. Ele permanece preso depois que um juiz afirmar que a mera “sugestão de liberá-lo para viver numa residência com nove armas de fogo não é válida”. Em uma entrevista à revista “New Yorker” citada pelo governo, Crowl contou que tinha intenções pacíficas e alegou ter protegido a polícia. O advogado de Crowl não quis se pronunciar sobre o histórico de votação de seu cliente.

Donovan CrowlDonovan Crowl foi indiciado por um grande júri federal sob a acusação de destruição de propriedade do governo e conspiração Foto: Mountgomery County Jail/ Reprodução

Muitos envolvidos na insurreição professaram ser motivados pelo patriotismo, declarando falsamente que Trump foi o legítimo vencedor do pleito. No entanto, pelo menos oito das pessoas que agora enfrentam acusações criminais por seu envolvimento nos eventos no dia da insurreição não votaram na eleição presidencial de novembro de 2020, de acordo com uma análise dos registros de votação dos estados onde os manifestantes foram presos, entre os estados que exibem registros públicos. Os manifestantes vieram de estados de todo o país e tinham idades entre 21 e 65 anos.

Para determinar quem votou em novembro, a CNN analisou os registros de votação de mais de 80 dos presos logo após o ataque. A maioria votou nas eleições presidenciais e, embora muitos fossem republicanos registrados, alguns foram registrados como democratas nas jurisdições que forneciam informações sobre o partido (o partido de preferência do eleitor pode ser informado e isso pode constar em seu registro, mas não em quem ele votou). O acesso público aos registros do histórico eleitoral varia de acordo com o estado, e a CNN não conseguiu visualizar os registros de alguns dos acusados.

Entre os que não votaram estavam um homem da Geórgia de 65 anos que, de acordo com documentos do governo, foi encontrado em sua van com uma pistola carregada e munição, e um homem da Louisiana que se gabou publicamente de ter passado quase duas horas dentro Capitólio depois de participar do comício “Parem o roubo” (“Stop the Steal”) de Trump.

Outro caso é de uma mulher de 21 anos de Missouri que, segundo os promotores, compartilhou um vídeo no Snapchat que a mostrou desfilando com um pedaço de uma placa de madeira do escritório da presidente da Câmara, Nancy Pelosi. Há também um homem da Flórida anteriormente condenado por tentativa de homicídio acusado pelo governo de se recusar a deixar o Capitólio – ele não pode votar porque tinha multas judiciais não pagas.

Jessica Stern, professora da Universidade de Boston que passou cerca de 30 anos pesquisando extremistas, afirmou que, embora não tenha falado com os indivíduos envolvidos nos eventos no Capitólio, a partir de suas entrevistas com outros extremistas violentos ela pode concluir que uma série de fatores estiveram em jogo. Os manifestantes podem ter acreditado que o sistema era fraudado, como afirma o movimento “Parem o Roubo” – e nesse caso não haveria sentido em votar. Eles poderiam ser mais atraídos pela encenação, a violência ou a atenção que obteriam em uma manifestação como a do Capitólio do que por alcançarem de fato seu objetivo (no caso, o resultado diferente das eleições).

Para a professora, pode ter acontecido uma combinação dessas razões, que se somaram a sentimentos de raiva e humilhação que frequentemente atraem as pessoas para grupos extremistas e para a violência. Ela disse que quando uma pessoa vota, “precisa acreditar mais na ética de votar do que no que seria uma perda de tempo (…) e ver isso como um imperativo moral. A pessoa tem que acreditar que o sistema funciona para todos, que é para o bem do país”.

Jack Griffith, um jovem de 25 anos do Tennessee, alardeou sua chegada a Washington com uma postagem no Facebook dizendo: “A CAVALARIA ESTÁ CHEGANDO!!!!”, usando a hashtag “#MAGA”, de acordo com documentos do tribunal. Pouco depois de deixar o Capitólio em 6 de janeiro, ele postou uma mensagem de decepção. “Eu odeio ser esse cara, mas a Nova Ordem Mundial nos venceu”, escreveu. “Trump foi nosso maior campeão e ainda não foi o suficiente. Ele fez o melhor que pode. Ele fez tanto, mas é só um homem… Até ajudei a invadir o capitólio hoje, mas só piorou as coisas… Por que, Deus? Por quê? POR QUE VOCÊ NOS ABANDONOU? A menos que… Trump ainda tenha um plano?”

As participações online descrevendo sua participação no cerco ao Capitólio foram mais tarde usadas pelo Departamento de Justiça para construir um processo criminal contra ele. Griffith enfrenta uma série de acusações, incluindo entrada violenta ou conduta desordeira na área do Capitólio.

Os dados eleitorais do Tennessee e do Alabama, onde os registros públicos provam que Griffith viveu, mostraram que ele votou nas eleições de 2016 e 2018, mas não no pleito presidencial de 2020. O defensor público que inicialmente o representava não quis comentar. Outro advogado listado como seu atual representante não respondeu aos pedidos de comentários.

Os registros do tribunal detalham como Gracyn Courtright, estudante veterana da Universidade de Kentucky, postou uma série de imagens no Instagram nas quais aparece marchando com uma grande bandeira dos Estados Unidos e outra com os braços erguidos em triunfo fora do Capitólio, com a legenda “mal posso esperar para contar aos meus netos que estive aqui”. Mais tarde, ela postou uma foto sua com uma camisa à mostra com a legenda: “A infâmia é tão boa quanto a fama. De qualquer forma, fiquei mais conhecida. Beijos”.

Acusada de crimes como entrar intencionalmente em um prédio restrito, entre outros, a estudante também foi identificada em imagens de vigilância arrastando uma placa do Congresso “Somente para membros” (“Members Only”) pelo Capitólio, de acordo com registros do tribunal.

“Não sei o que é traição”, ela escreveu em uma conversa compartilhada com o FBI por um informante, que confrontou a estudante universitária mostrando uma série de mensagens no Instagram. A universitária não está registrada em Kentucky, segundo autoridades eleitorais, e sim em seu estado natal, West Virginia, mas os documentos mostram que ela não votou na eleição de 2020. Seu advogado disse à CNN que Courtright não contestou o fato de ela não ter votado na eleição, mas se recusou a fazer mais comentários.

Uma foto do Instagram postada por Gracyn Courtright Uma foto do Instagram postada por Gracyn Courtright a mostra nos arredores do Capitólio e foi incluída nos registros do tribunal federal Foto: Reprodução

Em uma série de postagens nas redes sociais que compartilhou direto do Capitólio, Edward Jacob Lang, de Nova York, se disse pronto para uma revolução. “1776 começou”, escreveu em um documento citado pelo governo, mostrando-o de pé nos degraus do Capitólio. “Eu fui o líder da Liberdade hoje. Me prendam. Vocês estão do lado errado da história”, dizia outro texto. Depois de deixar o Capitólio, ele continuou a encorajar os seguidores a se juntarem ao “movimento patriota” com ele. “DÊ-ME LIBERDADE OU A MORTE”, postou.

Os promotores federais disseram que o vídeo de 6 de janeiro mostra Lang tentando atacar policiais com um taco de beisebol, vestindo uma máscara de gás e um escudo antimotim. Ele agora enfrenta uma série de acusações federais, incluindo agressão, resistência ou impedimento de certos oficiais ou funcionários, desordem civil e entrada violenta. Uma texto recente no site ProPublica revelou como Lang usou o aplicativo de mensagens online Telegram em uma tentativa de radicalizar os “normies” (os que seguem as normas) e convencê-los a se juntar a grupos de milícias locais, encorajando as pessoas nos dias após o motim do Capitol a estocar armas e se preparar para a guerra.

Embora os registros estaduais mostrem que Lang está registrado como eleitor e tenha participado de algumas eleições anteriores, funcionários do condado e do estado confirmaram à CNN que ele não votou na eleição de novembro. O advogado de Lang disse em um comunicado que, de dentro da prisão, Lang alegou que apresentou uma justificativa de voto à distância, dizendo: “O Senhor Lang sempre se apresentou como um Libertário… Ele não é um apoiador devoto de Trump, mas acredita que aqueles que assumem o cargo não irão defender os direitos da Primeira e da Segunda Emenda dos cidadãos”.

A lei de Nova York exige que os votos à distância sejam postados até o dia da eleição e recebidos na semana seguinte para serem contados. Quando questionado sobre a alegação de Lang de que ele enviou seu voto à distância, o Conselho de Eleições do condado de Sullivan instruiu a CNN a registrar uma solicitação de registros abertos para receber qualquer informação. A solicitação não foi respondida até a publicação desta reportagem.

O advogado de Lang também disse que o homem de 25 anos era um “jovem ingênuo e impressionável” que foi provocado pela retórica de Trump. Ele citou a declaração do senador Mitch McConnell de que “a multidão foi alimentada com mentiras” e disse que esperava que Lang e outros não fossem considerados culpados “devido apenas às suas associações, crenças e presença”.

Um homem que se identificou com o nome do pai de Lang recusou-se a falar com um repórter, dizendo: “Nós odiamos a CNN. Nós somos pró-Trump, adeus”. Em uma declaração para um jornal local, o pai de Lang atribuiu as ações de seu filho no Capitólio a “um problema de abuso de drogas”.

Arie Perliger, professor da Universidade de Massachusetts Lowell especializado em terrorismo doméstico de direita, disse que não ficou surpreso ao saber que alguns dos manifestantes não votaram, principalmente membros de milícias, como o ex-fuzileiro naval Crowl, já que a filiação à milícia costuma estar enraizada na desconfiança do governo. Ainda assim, o professor afirmou que temia que isso pudesse refletir uma erosão crescente da fé no processo democrático norte-americano, que é um “risco no qual precisamos pensar”.

“Quando vemos que grupos ideológicos significativos estão deixando de participar do processo democrático, isso pode significar que estão procurando outras formas de se envolver, que podem ser mais violentas”, declarou Perliger, que supervisiona um banco de dados de extremistas de direita atos de violência nos Estados Unidos. “Devemos nos preocupar com um número crescente de grupos ideológicos reduzindo seu envolvimento na política eleitoral”.

* Curt Devine, Sara Sidner, Anna-Maja Rappard e o Editorial Research da CNN contribuíram nesta reportagem.

(Texto traduzido, clique  aqui   para ler o original em inglês).

Fonte: CNN

 

Continuar lendo INCOERÊNCIA: REGISTROS MOSTRAM QUE ALGUNS INVASORES DO CAPITÓLIO NÃO VOTARAM NA ELEIÇÃO QUE MOTIVOU O PROTESTO

PROTESTOS: REPRESENTANTES DO SETOR FRIGORÍFICO FIZERAM CARREATA EM PROTESTO CONTRA O AUMENTO DE ICMS SOBRE CARNES

Setor frigorífico protesta contra aumento do ICMS em São Paulo

Da CNN, em São Paulo

Atualizado 27 de janeiro de 2021 às 11:01

Setor frigorífico protesta contra aumento do ICMS em São Paulo

Representantes do setor frigorífico fizeram carreatas na manhã desta quarta-feira (27), em São Paulo, em protesto contra o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre carnes.

Os manifestantes saíram da Praça Charles Miller, na região central, em direção ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual, localizado na Zona Sul.

Em 15 de janeiro, o governo de São Paulo revogou o aumento nas alíquotas do ICMS para os setores de insumos agropecuários, produção de alimentos e de medicamentos genéricos. No entanto, os representantes do setor de carnes dizem que alguns reajustes permanecem em vigor, como a alíquota de vendas para supermercados, que passou de 11% para 11,2%, e deve aumentar para 12% a partir de 1º de abril.

Entre as reivindicações também está a revogação do aumento da alíquota para comercialização entre frigoríficos e empresas que estão enquadradas no Simples Nacional, que passará de 7% para 13,3% em abril.

FONTE: CNN

Continuar lendo PROTESTOS: REPRESENTANTES DO SETOR FRIGORÍFICO FIZERAM CARREATA EM PROTESTO CONTRA O AUMENTO DE ICMS SOBRE CARNES

NA FRANÇA LOCKDOWN É MOTIVO DE PROTESTOS PELOS PROFISSIONAIS DA CULTURA

Continuar lendo NA FRANÇA LOCKDOWN É MOTIVO DE PROTESTOS PELOS PROFISSIONAIS DA CULTURA

DURANTE PROTESTO ANTIRARRACISTA EM ESTACIONAMENTO DO CARREFOUR, UNIDADE FECHA AS PORTAS PROIBINDO ENTRADA DE CLIETES

Por Julianne Barreto e Augusto César Gomes — Natal

 

Grupo realiza protesto antirracista em unidade do Carrefour em Natal
Grupo realiza protesto antirracista em unidade do Carrefour em Nata

Cerca de 150 pessoas participaram de protesto antirracista neste sábado (21), no estacionamento do supermercado Carrefour em Natal. A manifestação ocorreu em solidariedade a João Alberto Silveira Freitas, cidadão negro que foi espancado e morto por seguranças da rede varejista em Porto Alegre.

Durante o protesto, a unidade do supermercado localizada no bairro de Candelária, na zona Sul da capital potiguar, fechou as portas e não permitiu a entrada de clientes.

“Acredito que essa ação que estamos fazendo corrobora com todo movimento negro antirracista que se organizou desde quando ocorreu o assassinato, em Porto Alegre. Em solidariedade a isso, nós estamos aqui para construir o ato porque o racismo, infelizmente, não acontece só lá”, falou Patrícia Santiago, representante da Frente de Juventude Negra e Antirracista da UJS Potiguar.

A manifestação foi organizada pelas redes sociais e contou com a participação de universitários e representantes de movimentos sociais. Muitos deles levaram cartazes com mensagens de combate ao racismo. Também foram realizados discursos. Duas viaturas da Polícia Militar estiveram no local.

“Não é a primeira vez, não é a segunda, e a gente tem a certeza que não será a última. Esperar até quando? Esperar até que seja um parente nosso? A gente não pode deixar isso acontecer e está aqui para lutar”, falou Letícia Miranda, estudante do IFRN e integrante do coletivo Juntos Potiguar.

Para ela, o movimento tem o objetivo de despertar a consciência de toda a população para os casos ocorridos no país. “Tem gente que acredita ainda que o mundo não é racista, ou que o racismo ficou lá atrás, e não ficou. Quando a gente vê que só pessoas pretas morrem, que a bala perdida tem um alvo, sim, que são as pessoas de pele negra, a gente entende que o racismo não acabou e a gente precisa mudar essa consciência”, completou.

Por volta das 18h, o grupo fechou a marginal da BR-101, próxima ao supermercado, durante 20 minutos. Com gritos de ordem, manifestantes chegaram a queimar um carrinho de compras do supermercado. O trânsito ficou lento na região.

Fonte: G1 RN

Continuar lendo DURANTE PROTESTO ANTIRARRACISTA EM ESTACIONAMENTO DO CARREFOUR, UNIDADE FECHA AS PORTAS PROIBINDO ENTRADA DE CLIETES

NOVOS PROTESTOS EM HONG KONG CONTRA IMPOSIÇÃO DE LEIS DE SEGURANÇA NA CIDADE PELA CHINA

Protesto contra imposição de leis pela China em Hong Kong é dispersado com gás

Reuters

 Atualizado 24 de Maio de 2020 às 04:23

hongkong

Policiais bloqueiam rua durante manifestação em Hong Kong (24.mai.2020)

Milhares de pessoas foram às ruas de Hong Kong neste domingo (24) para protestar contra o plano do governo chinês de impor novas leis de segurança na cidade. Havia forte presença policial à frente do escritório de representação da China no local. As autoridades utilizaram gás de pimenta e lacrimogêneo para dispersar os protestantes.

A manifestação surgiu em meio a esforços do governo local para acalmar a população e investidores internacionais. Os protestantes se reuniram no agitado distrito comercial de Causeway Bay, onde a polícia revistou transeuntes. Também alertaram que as pessoas não deveriam desrespeitar a determinação de não aglomeração imposta para barrar o avanço do coronavírus.

Ao pensar na nova legislação, que pode culminar na implementação de agências de inteligência do governo chinês no centro financeiro, Pequim planeja passar por cima do Conselho Legislativo de Hong Kong.

O plano despertou preocupações sobre o futuro da fórmula “um país, dois sistemas” que governa Hong Kong desde que a antiga colônia inglesa voltou para o domínio da China em 1997. O acordo garante liberdades para a cidade que não existem na China continental, incluindo imprensa livre e poder judiciário independente.

Autoridades de Pequim e Hong Kong afirmam que as leis propostas são necessárias e que não devem prejudicar a autonomia da cidade. “Estas reivindicações radicais e a violência ilegal são extremamente preocupantes”, disse o Secretário Chefe de Administração da ilha, Matthew Cheung, em relação à repercussão negativa que a proposta de lei teve na cidade e aos protestos antigoverno que se arrastaram por meses.

“Precisamos lidar com isso seriamente. Se a situação não for efetivamente contida, pode colocar a segurança nacional em risco.” O Secretário de Segurança da cidade, John Lee, afirmou que as leis ajudarão a manter a prosperidade de Hong Kong no longo prazo.

Um pequeno grupo de ativistas pela democracia protestou em frente ao Escritório de Ligação do Governo Popular Central na Região Administrativa Especial de Hong Kong entoando a frase “lei de segurança nacional está destruindo a política de dois sistemas”. Um caminhão com canhões d’água estava estacionado próximo ao edifício e dezenas de policiais da tropa de choque foram espalhados pela cidade.

Avery Ng, da Liga para Social Democratas, colou sinais de protesto em uma placa em frente ao Escritório de Ligação apesar de receber avisos por parte dos policiais. Ele descreveu as leis propostas como “malignas” e pediu que o povo de Hong Kong saísse às ruas para protestar contra. “É uma linha vermelha móvel. No futuro eles poderão prender quem eles quiserem em nome da segurança nacional. Temos que resistir”, disse Ng.

Comentaristas políticos locais descreveram a proposta como uma “opção nuclear” que é parte de uma jogada de poder do presidente chinês Xi Jinping. A repercussão negativa se intensificou no sábado (23), quando quase 200 figuras políticas do mundo todo disseram em um comunicado que as leis propostas são “um assalto à autonomia da cidade, ao Estado de Direito e às liberdades fundamentais”.

O governo chinês minimizou as reclamações, afirmando que outros países estavam se intrometendo numa questão local, e negou que as leis poderiam prejudicar investidores estrangeiros. Hong Kong tem, cada vez mais, assumido um papel importante na deterioração das relações entre China e Estados Unidos.

Os protestos antigoverno tomaram grandes proporções em junho do ano passado, fazendo com que a cidade enfrentasse sua maior crise política em décadas. Sofreram a economia e a popularidade do presidente Xi. Seu maior desafio desde que assumiu em 2012.

Nos últimos meses, com medidas de distanciamento para impedir o avanço do novo coronavírus, Hong Kong vivia relativa calmaria.

Fonte: CNN

Continuar lendo NOVOS PROTESTOS EM HONG KONG CONTRA IMPOSIÇÃO DE LEIS DE SEGURANÇA NA CIDADE PELA CHINA

REPRESENTANTES DAS DIVERSAS CLASSES E ENTIDADES POLÍTICAS CONDENAM ATO DE BOLSONARO

Maia, Doria, FHC, OAB , AMB e ministros do STF condenam ato com Bolsonaro

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), repudiou neste domingo (19) a manifestação em apoio a uma intervenção militar no Brasil com a participação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Por meio de uma rede social, o deputado disse ser uma “crueldade imperdoável” pregar uma ruptura democrática em meio às mortes da pandemia da covid-19.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse ser “lamentável” que o presidente “apoie um ato antidemocrático, que afronta a democracia e exalta o AI-5”. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) também chamou de “lamentável” a participação de Bolsonaro. “É hora de união ao redor da Constituição contra toda ameaça à democracia.”

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou que “democracia não é o que presidente Bolsonaro pratica”.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo, disse à coluna Mônica Bergamo, da Folha que “só pode desejar intervenção militar quem perdeu a fé no futuro e sonha com um passado que nunca houve”. Gilmar Mendes, também do STF, disse que “invocar o AI-5 e a volta da ditadura é rasgar o compromisso com a Constituição e com a ordem democrática”.

O presidente Nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, disse que “a sorte da democracia brasileira está lançada” e que está é a “hora dos democratas se unirem, superando dificuldades e divergências, em nome do bem maior chamado liberdade”.

Em nota divulgada neste domingo, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) afirmou ver “com preocupação as manifestações de grupos que defendem o fechamento do Supremo Tribunal Federal, da Câmara e do Senado, além de outras medidas ilegais e que agridem a Constituição”.

Fonte: Blog do BG

Continuar lendo REPRESENTANTES DAS DIVERSAS CLASSES E ENTIDADES POLÍTICAS CONDENAM ATO DE BOLSONARO

DENÚNCIA: A FARRA DAS PASSAGENS AÉREAS NO CONGRESSO CONTINUA NA CARA DE PAU

Na coluna DENÚNCIA desta terça-feira temos mais um dos absurdos da política brasileira que não para de acontecer. Na cara de pau os parlamentares vão torrando o nosso dinheiro com viagens mirabolantes e também lavando o recurso que deveria ser utilizado com passagens aéreas para ir do seu domicílio para Brasilia e depois voltar, como é o caso do senhor Rodrigo Maia que já foi denunciado aqui no nosso EDITORIAL ainda ontem. O presidente da Câmara Federal, que em tempos difíceis deveria ser exemplo de austeridade, fez nada mais, nada menos do que 796 viagens nos jatinhos da FAB nos últimos 2 anos. E eu pergunto mais uma vez: E a verba que deveria ser utilizada com passagens aéreas para ir trabalhar o que foi feito dela? 

A manchete do artigo a seguir comprova tudo que acabei de dizer. Por isso, meu(inha) caro(a) leitor(a), leia o texto completo a seguir, se indigne como eu e tome uma atitude!

Gastos da Câmara com viagens oficiais aumentaram 50% em 2019

Marcos Rocha

Publicado em 

Por  

 

Gastos da Câmara com viagens oficiais aumentaram 50% em 2019 16

Reprodução

O valor representa um aumento de 50,3% em relação às despesas de 2018, quando foi registrado gasto total de R$ 7,9 milhões.

Os dados foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação e representaram valores já corrigidos pela inflação.

As missões oficiais são viagens feitas por deputados ou servidores que participam de eventos relacionados ao trabalho do Legislativo ou a assuntos tratados no parlamento.

Essas viagens precisam de autorização do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e as despesas não são contabilizadas dentro do valor reservado para a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), que já garante um dinheiro mensal para gastos de deputados com passagem aérea, hospedagem, combustível, aluguel de escritório, contratação de consultoria e de serviços de segurança, entre outros.

Em 2019, 217 deputados e 62 servidores viajaram para missões oficiais no Brasil e para 106 cidades de 61 países do mundo.

Em nota, a Câmara dos Deputados diz que o mais correto é comparar as despesas de 2019 com as de 2015, os primeiros anos das 55ª e 56ª legislaturas, porque “o ano de 2018, fim de legislatura e ano eleitoral, se caracteriza por uma redução no volume de viagens oficiais autorizadas, especialmente nas internacionais”.

No entanto, ainda assim houve aumento de 17,7% na comparação de 2019 com 2015.

Segundo a Casa, “o aumento do dólar também colaborou para o aumento dos valores gastos com viagens oficiais, em especial as internacionais”.

FALE COMIGO: contatomarcosrocha@icloud.com | Residente e natural de Campo Grande (MS), editor-chefe do Conexão Política e estudante de Ciências Jurídicas.

Fonte: Conexão Política

Continuar lendo DENÚNCIA: A FARRA DAS PASSAGENS AÉREAS NO CONGRESSO CONTINUA NA CARA DE PAU

OPINIÃO: A SAGA DE ZÉ GAIATO NO CARNAVAL INÚTIL E CRUEL

Nesta quinta-feira tenho o prazer de publicar na coluna OPINIÃO mais um artigo em forma de crônica/poesia do meu grande amigo Ricardo Paz, que mora em Brasília e é colaborador deste humilde Blog. Sempre muito consciente, crítico e de língua afiada faz uma autocrítica ao cidadão brasileiro travestido de Zé Gaiato numa cena bucólica de Carnaval. Leia o artigo completo a seguir e tire suas conclusões!

Resultado de imagem para carnaval inútil e cruel

CARNAVAL INÚTIL E CRUEL

Carnaval chegando, Zé Gaiato não vê a hora de cair nas folias! E nelas esquecer dos problemas e agonias. Das contas vencidas, salário curto, patrão exigente, emprego sem futuro e pensão atrasada. No Carnaval, Zé Gaiato não bebe para morrer, mas morre de beber. O álcool “despolui” a mente, também recheada de problemas do Brasil. Embriagado, ou “no grau”, Zé Gaiato foge deles como o diabo da cruz! Esquece da violência nas ruas, desemprego alto, economia fraca, cidades alagadas, casas afundadas morro abaixo, políticos vigaristas, crise moral, crise fiscal, professores maus pagos e desmoralizados, universitários emaconhados, saúde na UTI, carne cara, frango caro, peixe caro, ônibus caro, água cara, luz e gás nem se fala, ruas e calçadas esburacadas, traveco nos banheiros femininos, menino se beijando com menino, tarado estuprando e até matando, polícia prendendo bandido, e juíz imediatamente soltando, e por aí vai… Solto na beberronia, Zé Gaiato se esconde deste Brasil vivendo a fantasia de um palhaço que chora para ser feliz. Usando máscara, Zé Gaiato esconde a vergonha de brincar o Carnaval num país onde a vida proíbe até criança de brincar. Que bom que chegou o Carnaval, pensa Zé Gaiato. Mas, que triste que com ele vem também a quarta-feira de cinzas. E Zé Gaiato sente um profundo déjà vu e aperto no coração. Terá que se reencontrar com o Brasil. Essa aflição Zé Gaiato tem todo ano, desde quando aprendeu a sambar, pois o Brasil teima em não mudar. E dele Zé Gaiato não tem como escapar. Na quarta-feira de cinzas o folião terá mais contas a pagar ou nenhum dinheiro para recomeçar. Ele se arrepende, e, com baita ressaca moral, braveja: “como é inútil e cruel brincar o Carnaval!”.

Autor: Ricardo Paz
Continuar lendo OPINIÃO: A SAGA DE ZÉ GAIATO NO CARNAVAL INÚTIL E CRUEL

POLÍTICA: MUITO EM BREVE PODEREMOS TER 06 MINISTROS FORA DO STF

Uma BOA NOTÍCIA na nossa coluna POLÍTICA desta sexta-feira! Finalmente a deputada Bia Kicis concluiu o abaixo assinado pelo fim da PEC da Bengala. Veja a reportagem a seguir e saiba de tudo!

Bia Kicis consegue assinaturas necessárias para o fim da PEC da Bengala (Veja o Vídeo)

A PEC da Bengala ampliou a idade limite para a aposentadoria de servidores públicos, passando de 70 para 75 anos.

Com isso, especialmente no Supremo Tribunal Federal (STF), 4 ministros que já deveriam estar aposentados, ganharam um tempo adicional na Corte: Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Marco Aurelio e Celso de Mello.

A boa nova é que a aguerrida deputada federal Bia Kicis, acaba de conseguir o número de assinaturas suficientes para dar entrada na PEC que poderá revogar a PEC da Bengala.

Assim, paralelamente, caso ocorra o encaminhamento e a aprovação dos pedidos de impeachment dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, seis novas vagas poderão se abrir no STF.

É a sonhada oxigenação que a Suprema Corte tanto necessita.

Veja o vídeo:

 

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade On Line

Continuar lendo POLÍTICA: MUITO EM BREVE PODEREMOS TER 06 MINISTROS FORA DO STF

POLÍTICA: “MAIA COMANDOU UM ASSALTO”, GUZZO DIRETO AO PONTO

Na coluna POLÍTICA desta sexta-feira o destacado jornalista José Roberto Guzzo não deixa por menos e solta o verbo sobre a atitude indecente do presidente da câmara Rodrigo Maia de aprovar na surdina a lei do “fundão eleitoral” sem o devido debate e a devida publicidade: “Maia comandou um assalto”. Leia a reportagem completa a seguir e entenda como foi!

Guzzo implacável: “Maia comandou um assalto”

O presidente da Câmara dos Deputados é efetivamente uma figura extremamente nociva ao país.

Essa é a constatação do inigualável jornalista José Roberto Guzzo.

Objetivo e direto ao ponto, Guzzo detectou:

“Rodrigo Maia faz cara de ofendido quando é chamado de ladrão, mas acaba de comandar um assalto direto ao erário chamado ‘reforma eleitoral’. Roubar o dinheiro do imposto que você pagou aprovando leis é o mesmo que roubar apontando um revólver para a sua cabeça. Roubo é roubo.”

Perfeito!

O “Botafogo” é capaz, de fato, de qualquer atrocidade, basta que tenha oportunidade e necessidade, para colocar em prática.

Acuado, chora.

São autênticas lágrimas de crocodilo.

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade On Line

Continuar lendo POLÍTICA: “MAIA COMANDOU UM ASSALTO”, GUZZO DIRETO AO PONTO

DIREITO E JUSTIÇA: NOTA DE REPÚDIO DO MOVIMENTO ADVOGADOS DO BRASIL CONTRA GILMAR MENDES

Na coluna DIREITO & JUSTIÇA desta quinta-feira publico a nota de repúdio emitida pelo Movimento Advogados do Brasil contra as últimas manifestações do ministro Gilmar Mendes em relação aos procuradores que atuam na Operação Lava Jato, nas quais demonstrou “notória parcialidade” e evidente “suspeição”. Vamos divulgar essa nota para o maior número de pessoas possível.

Para o Movimento Advogados do Brasil, Gilmar demonstra “notória parcialidade” e evidencia “suspeição”

O “Movimento Advogados do Brasil”, que presentemente preenche o vazio deixado pela OAB na representação das aspirações e anseios da advocacia e da sociedade brasileira, em Nota Pública, acaba de manifestar o seu repúdio contra as mais recentes atitudes do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

Para os advogados os “ataques injustificados, chulos, grosseiros e ofensivos, perpetrados de forma reiterada pelo ministro contra os procuradores que atuam na Operação Lava Jato”, demonstram que ele “parece não ter consciência da relevância e envergadura do cargo que ocupa” e evidenciam a sua “suspeição”.

Leia abaixo a nota na íntegra:

O Movimento Advogados do Brasil, em sintonia com os anseios da sociedade e, em especial, dos Advogados e de todos aqueles que respeitam intransigentemente a Constituição Federal, declara, por meio desta NOTA, absoluto repúdio aos ataques injustificados, chulos, grosseiros e ofensivos, perpetrados de forma reiterada pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Sr. Gilmar Ferreira Mendes, contra os Procuradores que atuam na Operação Lava-Jato.

Infelizmente, o Ministro parece não ter consciência da relevância e envergadura do cargo que ocupa, diante dos reiterados atos de quebra de decoro promovidos publicamente sem qualquer pudor.

Tais atitudes revelam sua NOTÓRIA PARCIALIDADE no julgamento de casos relacionados à Operação Lava Jato, sendo imperioso reconhecer, de imediato, sua SUSPEIÇÃO nos respectivos processos em que atuou, determinado-se, ainda, tanto a nulidade de seus julgamentos pretéritos, como o seu afastamento em julgamentos vindouros de processos correlacionados à aludida Operação.

Por maiores que sejam as atribuições de um Ministro do STF, nenhuma delas se sobrepõe ao império da Lei.

Certamente, o povo brasileiro fará exigir de todos os detentores de poder, inclusive e principalmente dos membros da Suprema Corte brasileira, a estrita obediência aos limites impostos pela Constituição.

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade On Line

Continuar lendo DIREITO E JUSTIÇA: NOTA DE REPÚDIO DO MOVIMENTO ADVOGADOS DO BRASIL CONTRA GILMAR MENDES

PONTO DE VISTA: TÁ NA HORA DE BOLSONARO FICAR UM POUCO CALADO OU DERRETERÁ O POUCO QUE AINDA LHE RESTA DE POPULARIDADE

PONTO DE VISTA: TÁ NA HORA DE BOLSONARO FICAR UM POUCO CALADO OU DERRETERÁ O POUCO QUE AINDA LHE RESTA DE POPULARIDADE
WS1 SÃO PAULO - 27/11/ 2017 - LUCIANO HUHUCK / - AMARELAS AO VIVO- POLÍTICA - O apresentador Luciano Huck participa do evento Amarelas ao Vivo, organizado pela Revista Veja, no Teatro Cetip, na capital paulista, nesta segunda-feira, 27. . FOTO:WERTHER SANTANA/ESTADÃO

Caro(a) leitor(a),

Quero parabenizar a atitude do apresentador Luciano Huck, pessoa a quem sempre nutri grande admiração e que agora ganha mais um ponto no meu conceito pessoal. A atitude de não responde ou revidar as asneiras que o presidente Jair Bolsonaro anda disparando para todos os lados foi a melhor coisa que alguém decente, de bom senso e lucidez poderia fazer nas atuais circunstâncias em que estamos vivendo. Infelizmente Bolsonaro não está se comportando da forma que a liturgia do cargo exige. Não é mandando recados e avisos às pessoas que o incomodam que ele vai conseguir segurar a débil popularidade que ainda lhe resta. Não se engane Jair Bolsonaro, pois mesmo que estivesse se comportando como um Moro da vida as suas chances de reeleição são mínimas diante da turma de bons e fortes candidatos que começam a despontar no espectro político brasileiro. Só para você começar a refletir cito apenas alguns nomes que, hoje, já são mais populares do que você: Luciano Huck, João Amoêdo, o seu vice General Mourão, Paulo Guedes, Deltan Delagnol e claro, o mais popular de todos Sérgio Moro. Portanto, quanto mais você fala mais a sua popularidade derrete. Então deveria trabalhar mais e falar menos, afinal de contas nós temos dois ouvidos e uma boca para ouvir mais e falar menos!

Mexeu com o presidente errado

‘Se ele comprou jatinho, ele faz parte do caos’, disse Bolsonaro.

Redação

Publicado em 18.08.2019

Por  

 

Mexeu com o presidente errado 18

Werther Santana | Estadão Conteúdo

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai começar a liberar a partir da próxima segunda-feira (19/8) informações do que o presidente Jair Bolsonaro chama de “caixa-preta do BNDES”.

Na noite desta quinta-feira, 15, o presidente Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais para anunciar que a CPI do BNDES está próxima de vir à tona.

A medida faz parte da promessa de campanha de Bolsonaro em 2018.

Sem citar diretamente o nome do apresentador de Luciano Huck, Bolsonaro publicou:

Segunda-feira já tem a primeira parte da caixa-preta do BNDES. Pessoal que comprou jatinho, pessoal que comprou jatinho… só dois bilhões de reais. Todo o pessoal com jatinho, gente amiga do rei. Gente que tá dizendo por aí, por exemplo, que estamos no último capítulo do fracasso do Brasil. ‘Eu sou opção para 2022’. Pode até ser, mas a gente vai mostrar o que você fez”, disse o presidente.

A declaração de Bolsonaro foi resposta as recentes declarações do global.

Huck disse que o governo Bolsonaro é o ‘último capítulo do que não deu certo’.

Reação inesperada de Luciano Huck

Segundo a Folha, o apresentador Luciano Huck disse a pessoas próximas que não esperava tamanha repercussão de seu comentário, que foi feito durante uma palestra.

Ainda segundo a matéria, Huck não pretende prosseguir com o assunto e teria sido aconselhado a colocar um ponto final em torno dessa polêmica.

No dia 14 de fevereiro de 2018, o portal R7, da RecordTV, mostrou que o apresentador usou, em 2013, um empréstimo de 17,7 milhões de reais do programa Finame do BNDES para comprar um jatinho particular da Embraer.

Fonte: Conexão Política

Continuar lendo PONTO DE VISTA: TÁ NA HORA DE BOLSONARO FICAR UM POUCO CALADO OU DERRETERÁ O POUCO QUE AINDA LHE RESTA DE POPULARIDADE

Fim do conteúdo

Não há mais páginas para carregar