POLÍTICA: EXÉRCITO BRASILEIRO NÃO CEDEU AS PICUINHAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” NEM DE OPOSITORES AO GOVERNO BOLSONARO

Exército se impõe e não cede à pressão dos “esquerdopatas” e da “mídia do ódio”

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Exército Brasileiro não cedeu às picuinhas da “mídia do ódio” nem tampouco de opositores ao Governo do presidente Jair Bolsonaro e mostrou, mais uma vez, que quem determina as decisões internas das Forças Armadas são os próprios militares.

A esquerda bem que tentou uma forçada de barra, utilizando-se da “mídia do ódio” para coagir a alta cúpula do Exército a abrir processo administrativo contra o General Eduardo Pazuello, ex-Ministro da Saúde, que esteve presente em uma motociata, no Rio de Janeiro, no final de maio.

Porém, após deliberação interna e, em resposta ao pedido formulado pelo jornal O GLOBO, que faz claramente oposição ao presidente da República, o Exército respondeu que o processo contém informações pessoais e, citando o dispositivo da Lei de Acesso à Informação (LAI) que garante, nessas situações, o sigilo por 100 anos, não se sujeitou às exigências da emissora carioca.

“A documentação solicitada é de acesso restrito aos agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que ela se referir”, justifica o Exército, em nota.

“Magoada”, a Rede Globo, que perdeu contratos com o Governo Federal desde que Jair Bolsonaro assumiu a cadeira da presidência, choramingou a não entrega dos documentos e disse que cabe recurso à decisão do Exército junto à Controladoria-Geral da União (CGU); demonstrando que ainda não quer perder a “quebra-de-braço”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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A PRESSÃO SOBRE O MINISTRO DA SAÚDE, MARCELO QUEIROGA FAZ PARTE DA ESTRATÉGIA DE SENADORES DA OPOSIÇÃO EM PREPARAR TERRENO PARA DEPOIMENTO DE PAZUELLO

Estratégia de pressão sob Queiroga é prévia para depoimento de Pazuello na CPI

Um senador do grupo que forma a maioria da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado relatou que a estratégia, de fato, era apavorar Pazuello e Barra Torres

Thais Arbex

Por Thais Arbex, CNN  

07 de maio de 2021 às 00:41

O ministro da Saúde Eduardo PazuelloEduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde
Foto: Carolina Antunes/PR (6.ago.2020)

A pressão sobre o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que tem marcado a sessão da CPI da Pandemia desta quinta-feira (6) faz parte de uma estratégia do chamado G7, grupo que reúne senadores independentes e de oposição, para preparar o terreno para os depoimentos do ex-ministro Eduardo Pazuello e do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres.

Em caráter reservado, um senador do grupo que forma a maioria da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado relatou que a estratégia, de fato, era apavorar Pazuello e Barra Torres.

Além de as perguntas terem sido feitas num tom mais incisivo, os senadores do G7 também mostraram uma articulação conjunta para a sequência dos questionamentos. Depois da primeira bateria de questões feitas pelo senador Renan Calheiros (MBD-AL), relator da CPI, a estratégia é a de que os demais integrantes do grupo majoritário repitam as dúvidas, mas as formulem de outra maneira. A ideia é que o depoente acabe sucumbindo à pressão.

A avaliação do grupo é a de que, nesta quinta, durante o depoimento de Queiroga, a estratégia deu certo. Senadores ouvidos pela CNN citam, por exemplo, a pressão para que o ministro da Saúde desse sua opinião sobre o uso da hidroxicloroquina, medicamento sem eficácia comprovada para o tratamento da Covid-19.

Embora Queiroga tenha conseguido se esquivar de um posicionamento claro, senadores do G7 avaliam que, em um determinado momento, o ministro acabou “entregando” as informações que a CPI queria. Uma delas, por exemplo, quando o ministro reconheceu que a hidroxicloroquina pode causar arritmias cardíacas e que não autorizou a distribuição do medicamento em sua gestão à frente da pasta.

“Eu não autorizei distribuição de cloroquina na minha gestão. Eu não tenho conhecimento de que esteja havendo distribuição de cloroquina na nossa gestão”, disse Queiroga, após ser questionado.

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MILHARES DE PESSOAS VOLTARAM ÀS RUAS DA COLÔMBIA EM PROTESTO CONTRA O GOVERNO DE IVÁN DUQUE

Aumenta a pressão contra Duque na Colômbia após novos protestos

Em uma semana de manifestações contra o governo, ao menos 24 pessoas morreram, 800 ficaram feridas e 89 estão desaparecidas

INTERNACIONAL

 Do R7

Milhares de colombianos foram às ruas de Bogotá e outras cidades em mais um dia de protestos

JOAQUIN SARMIENTO / AFP – 5.5.2021

Milhares de pessoas voltaram às ruas da Colômbia nesta quarta-feira (5) para protestar contra o governo do presidente Iván Duque, ao final de uma semana de manifestações que se tornaram violentas e deixaram 24 mortos, a maioria a tiros.

“Dói (…) o descaso de um governo surdo, que prefere mandar forças públicas, em vez de ajudar [o povo], prefere ajudar os bancos, as grandes empresas”, disse à AFP Héctor Cuinemi, estudante de 19 anos protestando em Bogotá.

Sob o escrutínio da comunidade internacional, que denunciou os excessos da força pública, estudantes, sindicatos, indígenas e outros setores tomaram as ruas da capital Bogotá, assim como Medellín, no noroeste, e Cali, no sudoeste.Após uma semana de mobilizações o governo cedeu ao diálogo e aceitou reunir-se com os setores inconformes “na semana que vem”, de acordo com o conselheiro presidencial, Miguel Ceballos.

“Milhares de manifestantes protegidos por máscaras chegaram de tarde à Praça de Bolívar, em Bogotá, nos arredores da sede presidencial. Um grupo tentou entrar no Congresso, mas foi dispersado pela polícia.

Reivindicações variadas

O que começou em 28 de abril como uma manifestação pacífica em repúdio a uma reforma tributária já retirada se transformou em protestos graves contra o governo conservador que chegou ao poder em 2018.

As reivindicações dos manifestantes são variadas: melhores condições de saúde, educação, segurança nas regiões, cessação dos abusos policiais contra manifestações, entre outros.

“A polícia está nos atacando (…), não somos vândalos”, criticou Natália (36), sem dar seu sobrenome, que protestou com um grupo vestido de luto.

As mobilizações foram em sua maioria pacíficas, mas em algumas cidades tornaram-se violentas. De acordo com dados oficiais contados até terça-feira, pelo menos 24 pessoas morreram (18 baleados), mais de 800 ficaram feridos e 89 estão desaparecidos. ONGs denunciam que a polícia atirou contra os manifestantes e que as mortes ultrapassam 30 pessoas.

As autoridades também registraram três policiais feridos por tiros.

Milhares de indígenas aderiram aos protestos em Cali (sudoeste) gritando “resistência”. Músicos e artistas acompanharam a marcha massiva em Medellín (noroeste), que terminou em protesto.

Condenação internacional

A pressão nas ruas não cede, frente a vigilância da comunidade internacional que denuncia os ataques da polícia contra civis.

A ONU, a União Europeia, os Estados Unidos, a Anistia Internacional e a Human Rights Watch pediram calma e exigiram garantias do governo em meio aos protestos.

Segundo a Repórteres Sem Fronteiras, também houve 76 ataques contra jornalistas, dez deles feridos pelas forças de segurança.

Bogotá viveu uma noite tensa na terça-feira. Trinta cidadãos e 16 policiais ficaram feridos após confrontos com soldados que deixaram 25 postos policiais afetados, segundo a prefeitura local.

A violência também estourou em Cali na segunda-feira, deixando cinco mortos e trinta feridos.

Segundo a promotoria, por trás dos excessos estão dissidentes das FARC que se desviaram do acordo de paz assinado em 2016; o ELN, a última guerrilha reconhecida na Colômbia, e as gangues de traficantes.

Negociação pendente

Além das mobilizações e tumultos, houve bloqueios nas principais rodovias de Cali, causando desabastecimento de gasolina e preocupação com o deslocamento de caminhões que levam oxigênio e material médico em meio à pandemia.

O chamado Comitê de Desemprego, que reúne setores insatisfeitos, disse estar aberto à negociação direta sem intermediários com o presidente.

O Ministério da Defesa enviou 47.500 soldados para áreas de todo o país. Só em Cali há 700 soldados, 500 homens das forças antimotins (Esmad), 1.800 policiais e dois helicópteros adicionais. Desde o fim de semana, os militares também patrulham a capital.

Com a popularidade despencando (33%), o presidente Duque enfrenta protestos massivos desde 2019, assolado pelo descontentamento alimentado pela pandemia em um país que sofre mais de meio século de conflito armado.

Embora o presidente tenha retirado a iniciativa de reforma tributária e o Ministro da Fazenda renunciado, o mal-estar pós-conflito parecia se instalar em um dos países mais desiguais do continente, com desemprego de 16,8% e pobreza chegando a 42,5% da população.

“A fome também é uma pandemia, assim como a injustiça”, declarou o estudante de sociologia Fabián Quiroga (22).

Fonte: R7

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PONTO DE VISTA: O JOGO NOS BASTIDORES DO STF É PRA LÁ DE PESADO

Caro(a) leitor(a),

Até a hora do fechamento da edição que publicou o artigo a seguir no Jornal da Cidade Online o voto de Nunes Marques sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro havia imposto uma fragorosa derrota ao ministro falastrão Gilmar Mendes, presidente da 2ª Turma, desempatando a favor de Sergio Moro o julgamento. Gilmar ficou louco e tão inconformado com esse voto que não se conteve, pôs-se a tagarelar, estrebuchar e espernear. Usou de toda a sua persuasão, poder e pressão psicológica até conseguir que Cármen Lúcia muda-se o seu voto inicial e virou a mesa. O que nós estamos vendo no Supremo Tribunal Federal á a coisa mais deprimente, degradante, constrangedora e bizarra que alguém já imaginou testemunhar. O constrangimento de Cármen Lúcia era absolutamente visível. Ela estava pálida e quase sem ação. Eu gostaria muito de ser uma mosca para entrar nas dependências do STF e ver o que acontece entre eles na intimidade. Penso que talvez deva haver muita pressão psicológica e até ameaças de morte para justificar o comportamento de alguns ministros, como foi o caso de Joaquim Barbosa. Muito sinistro e estranho a sua saída do tribunal. O que sei e tenho certeza é que o jogo é terrivelmente pesado. Como a verdade está vindo a tona cada vez mais rápido, não tenho dúvida de que saberemos muito em breve o que se passa nos bastidores desse fétida formação de ministros! 

Gilmar se desespera após voto de Nunes Marques e desanda a “discursar” e agredir (veja o vídeo)

Gilmar Mendes - Reprodução/STFGilmar Mendes – Reprodução/STF

Inacreditável.

O ministro Nunes Marques, em voto brilhante, impôs cruel derrota aos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Gilmar, que é o presidente da 2ª turma, após o voto que decidiu a questão, desandou a discursar, demonstrando um incompreensível desespero pelo resultado.

O magistrado mato-grossense parece não aceitar a decisão da maioria.

Algo bastante incomum está acontecendo em nosso Supremo Tribunal Federal.

Gilmar chegou a atacar o ministro Nunes Marques, dizendo “Nem aqui, nem no Piauí (terra do ministro)”.

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

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MORRE SENADOR MAJOR OLÍMPIO, DEFENSOR DA INSTAURAÇÃO DA CPI DA COVID-19

Morte de senador Major Olimpio aumenta pressão por CPI da Covid-19

Congresso acredita que postura do governo no combate à Covid-19 não mudará

Bárbara Baião, da CNN, em Brasília
Atualizado 18 de março de 2021 às 23:34
Major Olimpio em entrevista à CNN em maio de 2020

morte do senador Major Olimpio (PSL-SP), o terceiro parlamentar do Senado a morrer vítima da Covid-19, aumentou a pressão para a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a atuação do governo Jair Bolsonaro na condução da pandemia.

O parlamentar, que faleceu aos 58 anos nesta quinta-feira (18), defendia a instauração da comissão. A abertura da CPI foi tema do último discurso de Major Olimpio, antes de ser internado e morrer vítima do novo coronavírus.

“A morte de um senador da República por Covid-19 remete ao aumento da temperatura e da tensão no Congresso Nacional. Isso é indiscutível. Com certeza as cargas vão se voltar para poder se instalar essa CPI”, afirmou o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), em entrevista à CNN.

A notícia da morte de Major Olimpio sustou os planos do presidente Jair Bolsonaro, que pretendia ir pessoalmente ao Congresso entregar a medida provisória que garante o retorno do auxílio emergencial, a despeito das medidas restritivas de circulação que as cúpulas da Câmara e do Senado adotaram em razão do agravamento da pandemia.

Comissão

Há pouca expectativa entre os parlamentares de que o governo Bolsonaro vá mudar a forma como conduz o combate à pandemia no Brasil. Mesmo lideranças alinhadas com o governo, que rejeitam a hipótese da CPI, articulam alternativas.

CNN apurou que essas lideranças pretendem criar um grupo de trabalho integrado também por representantes do Judiciário e do Ministério Público. Uma espécie de “estado maior”, que faria também a coordenação e trataria da logística da vacinação direto com governadores e prefeitos.

A criação do grupo foi incentivada pela insatisfação pela maneira como foi feita a troca no comando do Ministério da Saúde. Parlamentares queixam-se de não terem sido ouvidos na escolha do cardiologista Marcelo Queiroga e que avaliam que o novo ministro não promete mudanças em relação à gestão do general Eduardo Pazuello.

“É óbvio que a responsabilidade do distanciamento é fundamental. Termos um compromisso com a vida e a segurança da vida do próximo. Esperamos que todos possam compreender a gravidade que o Brasil vem enfrentando, para que possamos salvar vidas”, disse o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), à CNN.

Para os parlamentares da oposição, o foco das críticas não é a condução do Ministério da Saúde, mas a atuação do presidente Jair Bolsonaro.

“O problema não é o ministro da Saúde, é a condução do enfrentamento da pandemia. Estamos nesse atoleiro sanitário por conta da omissão e negacionismo do governo e do presidente na aquisição de vacinas”, afirmou o líder da oposição no senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

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GOVERNO DO RN PUBLICOU NOVO DECRETO COM RESTRIÇÕES PARA REDUZIR AGLOMERAÇÕES E A PRESSÃO POR LEITOS CRÍTICOS DE UTI

Por G1 RN

 

Governo do RN anuncia toque de recolher (arquivo) — Foto: Sandro MenezesGoverno do RN anuncia toque de recolher (arquivo) — Foto: Sandro Menezes

O governo do Rio Grande do Norte publicou neste sábado (27), no Diário Oficial, o novo decreto com restrições para reduzir aglomerações e a pressão por leitos críticos de UTI para Covid-19.

Toque de recolher em todo o estado, suspensão de aulas presenciais, missas e cultos, fechamento de parques, estão entre as medidas. O decreto tem validade até 10 de março e traz ainda uma série de recomendações aos municípios.

Confira as medidas:

  • Toque de recolher que proíbe a circulação de pessoas em todo o estado, entre 22h e 5h. O texto afirma que as forças de segurança deverão promover operações constantes com o objetivo de garantir a aplicação da medida (confira o detalhamento abaixo);
  • Suspensão das aulas presenciais a partir de 1º de março nas unidades das redes pública estadual e privada de ensino, incluindo instituições de ensino superior, “devendo manter o ensino remoto”. Porém, as escolas e instituições de ensino fundamental das séries iniciais e do ensino infantil poderão funcionar em sistema híbrido ou por meio remoto, conforme a escolha dos pais ou responsáveis.
  • Suspensão de atividades em parques públicos, centros de artesanato, circos, parques de diversões, museus, bibliotecas, teatros, cinemas e demais equipamentos culturais a partir de 1º de março;
  • Suspensão de eventos corporativos, técnicos, científicos, esportivos, convenções, shows ou qualquer outra modalidade de evento de massa, inclusive locais privado, como os condomínios edilícios a partir de 1º de março;
  • Suspensão de atividades recreativas em clubes sociais e esportivos a partir de 1º de março;
  • Suspensão do funcionamento do Centro de Convenções de Natal;
  • Suspensão de atividades coletivas de qualquer natureza como cultos, missas e congêneres em igrejas, espaços religiosos, lojas maçônicas e estabelecimentos similares a partir de 1º de março. Os locais poderão ficar abertos exclusivamente para orações e atendimentos individuais, respeitado distanciamento de 1,5 metro entre as pessoas e limitação de uma pessoa para cada cinco metros quadrados de área, com, no máximo, 20 pessoas no recinto;
  • Proibição do transporte de passageiros em pé no Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal.

Toque de recolher

O toque de recolher restringe a circulação de pessoas nas ruas das 22h às 5h. Dessa forma, as pessoas ficam proibidas de circular pelas ruas dentro desse horário, salvo em caso de alguns serviços:

  • serviços públicos essenciais (como segurança, saúde, entre outros)
  • farmácias;
  • indústrias;
  • postos de combustíveis;
  • hospitais e demais unidades de saúde e de serviços odontológicos e veterinários de emergência;
  • laboratórios de análises clínicas;
  • segurança privada;
  • imprensa, meios de comunicação e telecomunicação em geral;
  • funerárias;
  • exercício da advocacia na defesa da liberdade individual;
  • serviços de alimentação, exclusivamente para delivery;
  • serviços de transporte coletivo urbano.

Trabalhadores que estão indo de casa para o trabalho ou do trabalho para casa também podem circular.

Aulas presenciais

O decreto publicado pelo governo determina a suspensão das aulas presenciais nas escolas públicas da rede estadual e nas escolas privadas. No entanto, as aulas presenciais na rede estadual não foram retomadas em 2021 e estão suspensas desde março de 2020 no Rio Grande do Norte.

Recomendações aos municípios

O decreto do governo do estado traz ainda uma série de recomendações aos municípios como o fechamento, nos finais de semana e feriados, de acessos às praias, lagoas, cachoeiras, balneários, clubes, rios e similares.

Confira todas as recomendações aos municípios:

  • Proibição de funcionamento de bares e restaurantes, de segunda-feira a sexta-feira, das 22h às 06h. A venda e o consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos também deve ser proibido nesse período.
  • Suspensão, durante os finais de semana e feriados, do funcionamento de restaurantes, lanchonetes, barracas de praia, praças de alimentação, praças de food truck, bares e similares, exceto para entrega ou no formato em que o consumidor pega o produto e leva para casa;
  • Suspensão das aulas presenciais nas escolas da rede pública municipal de ensino, com possibilidade de adoção do sistema híbrido ou por meio remoto para as escolas e instituições de ensino fundamental das séries iniciais e do ensino infantil;
  • Suspensão, nos finais de semana e feriados, do acessos às praias, lagoas, cachoeiras, balneários, clubes, rios e similares, bem como piscinas, inclusive aquelas em locais de uso coletivo;
  • Reorganização das feiras livres, de modo a assegurar o distanciamento social;
  • Os municípios devem disciplinar o funcionamento do transporte coletivo urbano, para evitar aglomerações e demanda concentrada em determinados horários.
  • Realização de campanhas de divulgação e esclarecimento da atual situação da pandemia, inclusive da superlotação da rede hospitalar, bem como da necessidade de adoção de medidas sanitárias, como uso de máscaras e distanciamento social

Pandemia

De acordo com o Regula RN, plataforma que monitora em tempo real as internações no estado, o Rio Grande do Norte tem 89,4% dos leitos críticos ocupados, sendo a Grande Natal a região que mais preocupa, com 90.1%. A consulta foi realizada neste sábado (27) às 09h.

Na quinta-feira (25), a governadora admitiu que o sistema de saúde da Grande Natal colapsou e pediu aos prefeitos dos municípios medidas mais rígidas para evitar que isso se espalhe pelas demais regiões e se agrave ainda mais na Região Metropolitana.

O boletim da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) desta sexta-feira (26) indica que o RN tem 415 pessoas internadas em leitos críticos no estado, um a menos do que na quinta-feira (25), quando o estado bateu novo recorde de internações desde o início da pandemia. O número mais alto atingido na primeira onda havia sido de 363 pessoas, em 28 de junho.

Somados ao internados em leitos clínicos, atualmente são 761 pacientes – o maior número já registrado. O boletim indica ainda que 100% dos leitos críticos da rede privada em todo o estado estão ocupados. Não há mais vagas.

Exemplo disso é que alguns pacientes não têm conseguido sequer ser internados. Na quinta-feira, uma idosa de 93 anos precisou ser intubada dentro da ambulância depois de ficar cinco horas sem receber atendimento em um hospital particular.

Sem vagas na Grande Natal, os pacientes estão sendo transferidos de avião para o interior do estadoPelo menos sete já foram internados em leitos em Caicó, Mossoró e Pau dos Ferros. Ao todo, somados às transferências por ambulâncias, 31 pessoas foram reguladas nos últimos dias da Grande Natal para o interior pela falta de vagas.

Além disso, há um crescimento de 60% na internação de pessoas abaixo dos 60 anos de idade. Atualmente, quase metade dos internados em leitos críticos não são idosos.

A superlotação dos hospitais na Grande Natal também se reflete nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que já operam acima dos 100% de ocupação. Pelo cenário, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal decidiu tornar todos os 30 leitos clínicos do Hospital dos Pescadores exclusivos para pacientes com Covid-19.

anúncio das restrições no Rio Grande do Norte segue na esteira do que vem ocorrendo em outras regiões do país, como na capital de São Paulo; em Araraquara, no interior paulista; na Bahia; no Paraná; e Rio Grande do Sul.

Na manhã desta sexta-feira (26), o Governo do RN publicou uma portaria recomendando a suspensão do atendimento presencial externo nos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta por conta do agravamento da pandemia no estado.

Fonte: G1 RN
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ATIVISTAS CELEBRAM VITÓRIA EM CUBA SOBRE DIREITOS DOS ANIMAIS

Cuba aprova lei de bem-estar animal após pressão da sociedade

Ativistas celebram a nova medida, que visa prevenir a crueldade e aumentar a conscientização sobre a proteção aos animais

INTERNACIONAL

por Reuters

Ativistas celebram vitória em Cuba sobre os diretos dos animais

REUTERS/ALEXANDRE MENEGHINI

Cuba aprovou um decreto há muito pedido sobre o bem-estar animal, que alguns ativistas de direitos humanos estão saudando como um triunfo incomum da sociedade civil no país comunista, onde o sacrifício de animais e as rinhas de galos e cães continuam sendo comuns.

A medida visa prevenir a crueldade e aumentar a conscientização sobre a necessidade de proteger os animais, marcando um avanço cultural em uma nação onde há muitos animais de rua e cujo litoral fica repleto de carcaças de galinhas sacrificadas em rituais religiosos.

Embora os detalhes ainda sejam escassos, a nova legislação ficará clara em 90 dias, quando for publicada no Diário Oficial cubano.

Avanço nos direitos dos animais

“Cuba era um dos poucos países da América Latina que não tinha uma lei de bem-estar animal, então tê-la agora é uma alegria imensa”, diz Fernando Gispert, presidente da filial de Havana da Associação Cubana de Medicina Veterinária.

O Ministério da Agricultura disse que o decreto, que regulamenta experimentos científicos, manejo de animais abandonados e práticas veterinárias, entre outros assuntos, respondeu às preocupações levantadas há três anos em um debate nacional sobre a nova Constituição naquele país.

Por décadas, porém, ativistas dos direitos dos animais pediram uma legislação sobre o bem-estar animal, em grande parte por meio de canais oficiais no Estado de partido único, onde a dissidência pública é malvista.

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PODCAST: MINISTRO DA SAÚDE PAZUELLO É PRESSIONADO NO CONGRESSO E NA JUSTIÇA

Pazuello é foco duplo de pressão: na justiça e no Congresso

Sadi comenta o desempenho do ministro da Saúde Eduardo Pazuello em sua fala no Senado federal. ‘É muito impressionante com o ministro está na linha de frente das ações da Covid, mas vai modulando o discurso de acordo com o público’. No caso específico do Senado, ele foi muito cobrado porque os parlamentares são muito cobrados nas suas bases também. “Eles pressionaram daquela maneira no microfone. Senador Eduardo Braga, por exemplo, foi pontual dizendo: ‘não, ministro, não está tudo bem’”.

SEXTA, 12/02/2021, 08:49

 

Fonte: CBN

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SAÚDE: SAIBA TODOS OS BENEFÍCIOS DO JEJUM INTERMITENTE

Na coluna SAÚDE deste domingo temos um artigo muitíssimo interessante sobre jejum intermitente, que trata de um estudo recente do Salk Institute e da Escola de Medicina Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, revelou outros benefícios do jejum intermitente, além de perder peso e gordura. Então, leia o artigo completo a seguir e saiba quais são esses benefícios!

Benefício do jejum intermitente vai além de emagrecer, diz estudo

Comer com intervalos maiores de tempo pode prevenir e tratar doenças da síndrome metabólica

Escrito por Redação

Redação Minha Vida

Em 12/12/2019

Novo estudo do Salk Institute e da Escola de Medicina Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, revelou outros benefícios do jejum intermitente, além de perder peso e gordura: reduzir os sintomas e ajudar nas doenças decorrentes de quem sofre com a síndrome metabólica, como a pressão arterial e colesterol altos.

De acordo com os resultados publicados na revista científica Cell Metabolism, a dieta realizada dentro de um intervalo de cerca de 10 horas (com 14 horas de jejum), quando aliada ao tratamento médico adequado, auxilia no tratamento e prevenção das condições que levam ao desenvolvimento de doença cardíaca e diabetes tipo 2.

“Descobrimos que a combinação de alimentos com restrição de tempo e medicamentos pode dar aos pacientes com síndrome metabólica a capacidade de gerenciar melhor sua doença”, diz Satchidananda Panda, co-autor e professor correspondente no Laboratório de Biologia Regulatória de Salk, ao site Science Daily.

Efeitos do jejum intermitente

Isso acontece porque esse tipo de restrição alimentar ajuda a regular o ritmo circadiano (relógio biológico), que é constituído pelos ciclos de processos biológicos de 24 horas que afetam quase todas as células do corpo. E cada vez mais, os cientistas estão descobrindo que padrões alimentares irregulares podem atrapalhar esse sistema e gerar problemas de saúde.

Mas ao “comer e beber tudo (exceto água) dentro de uma janela consistente de 10 horas seu corpo consegue descansar e se restaurar por 14 horas à noite. Ele também pode prever quando você comerá, e assim, pode se preparar para otimizar o metabolismo”, diz Emily Manoogian, co-autora do artigo.

O método pode ser uma alternativa para quem já possui alguma dessas condições, já que intervenções no estilo de vida, como adotar uma alimentação saudável e aumentar a frequência de atividade física, são difíceis de manter e, mesmo quando combinadas com medicamentos, muitas vezes são insuficientes para gerenciar completamente a doença.

“Ao contrário da contagem de calorias, a ingestão de alimentos com restrição de tempo é uma intervenção dietética simples de incorporar, e descobrimos que os participantes conseguiram manter a programação alimentar”, aponta Emily. Além disso, manter horários regulares para se alimentar também ajuda a evitar os riscos.

Outros benefícios

O estudo piloto incluiu 19 participantes diagnosticados com síndrome metabólica que relataram comer durante um intervalo de tempo superior a 14 horas por dia. Além disso, 84% deles estavam tomando pelo menos um medicamento, como estatinas ou uma anti-hipertensivos.

Eles usaram o aplicativo myCircadianClock, do laboratório Panda, para registrar quando e o que comeram durante um período inicial de duas semanas, seguido pela intervenção alimentar de três meses e 10 horas com restrição de tempo.

Para reduzir a ingestão de alimentos para a janela de 10 horas, a maioria dos participantes atrasou sua primeira refeição e avançou sua última refeição todos os dias, para que as refeições não fossem ignoradas.

Ninguém relatou efeitos adversos durante a intervenção. E, no geral, os participantes experimentaram melhora no sono, além de uma redução de 3-4% no peso corporal, índice de massa corporal (IMC), gordura abdominal e circunferência da cintura.

“A adaptação deste período de 10 horas de alimentação restrita é um método fácil e econômico para reduzir os sintomas da síndrome metabólica e melhorar a saúde”, acrescenta Pam Taub, co-autora.

Mas vale ressaltar que o método precisa ser acompanhado por um especialista e nem sempre é indicado para todas as pessoas.

Como funciona o jejum intermitente

conselhos para o jejum intermitente dar certo

Jejum intermitente pode prolongar a vida, diz estudo

Fonte:

Redação

Minha Vida

 

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PONTO DE VISTA: UMA BELA OPORTUNIDADE PRA FAZER UMA FAXINA NO ESGOTO FÉTIDO DO STF

Caro(a) leitor(a),

Sabe as aquelas coisas cabeludas que povoa o imaginário do povo brasileiro, que temos certeza que acontece, mas ninguém fala porque não consegue provar? Então, o povo brasileiro sabe que acontecem fatos escabrosos, surreal e bizarros nas entranhas do Supremo Tribunal Federal. Entretanto como não temos provas esses fatos vão passando e caindo no esquecimento. Por exemplo, Todos sabemos que a saída de Joaquim Barbosa do STF não foi meramente porque ele resolveu se aposentar e ir curtir a família. A verdade é que ele foi ameaçado de morte e/ou seus familiares e ele preferiu se afastar do que arriscar a própria vida ou a de seus familiares. Um dia essa verdade completa virá a tona, pois ela sempre vem. Da mesma forma é muito provável que esses ministros sofram esse tipo de assedio. Como sabemos a advogada do André do Rap, que conseguiu a soltura do bandido é sócia de ex-assessor do ministro Marco Aurélio, que concedeu o Habeas Corpus. É muita ingenuidade nossa acreditar que isso é só uma mera coincidência. Dá até pra imaginar as ameaças do bandido através da advogada sobre o ministro Marco Aurélio. Então minha gente, o que o ministro Barroso revelou no artigo a seguir só confirma o que estou falando. O jogo é pesadíssimo e esses togados, para sobreviverem e/ou se darem bem dançam conforme a música da bandidagem, pode crer! É muito importante que esse artigo a seguir seja divulgado com força, pois é uma revelação do presidente do STF que, em função da pressão que a população fizer pode vir muitas outras verdades a tona e acabarmos fazendo uma faxina no esgoto porco e nojento do STF.

Barroso abre o jogo e diz que dois ministros mudaram voto sobre prisão em 2ª instância, por pressão das forças da corrupção e aliados

Luis Roberto BarrosoLuis Roberto Barroso

O ministro Luis Roberto Barroso afirma textualmente que dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que antes votaram pela prisão de condenados em segunda instância, mudaram de posição após pressão “dos que pretendem que tudo permaneça como sempre foi”.

A afirmação é estarrecedora, pois admite, pela primeira vez na história, que ministros da suprema corte brasileira estão suscetíveis a pressões externas de forças nocivas ao país, gente poderosa e corrupta.

“A corrupção contra-atacou com todas as suas forças e aliados, até conseguir desfazer a medida”, diz Barroso.

A declaração do magistrado é parte do conteúdo do livro de sua autoria denominado “Sem data venia: um olhar sobre o Brasil e o mundo”.

Barroso não cita o nome dos tais ministros, mas deixa claro suas identidades ao revelar que ambos apoiaram a prisão em 2ª instância em 2016, e mudaram de posição em 2019, ao votarem para que o cumprimento da pena fosse iniciado apenas após o trânsito em julgado.

Enquadram-se no caso os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que votaram em 2016 pela prisão após a condenação em segunda instância, e, em 2019, mudaram de posição.

A situação no STF, que já anda bastante conturbada, deve agravar-se.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PROCURADORES VOLTAM À PRESSIONAR ARAS

Aras volta a enfrentar pressão de procuradores

Caio Junqueira
Por Caio Junqueira, CNN  
 Atualizado 27 de novembro de 2020 às 21:12

Augusto Aras: 8 pontos para decifrar como pensa o novo PGR

São três os principais pontos que fizeram o embate retomar. Primeiro, o que os procuradores chamam de desmantelamento nos últimos dias da Operação Greenfield, do Ministério Público do Distrito federal e que apura irregularidades em fundos de pensão, caixa Econômica Federal, BNDES e FGTS.

Nessa quinta-feira (26), por exemplo, o procurador Celso Três, um crítico da Lava Jato, foi escolhido para assumir o comando da operação após um longo processo de esvaziamento, bem simbolizado na saída do procurador Anselmo Duarte em setembro.

Some-se a isso o fato de a Força-Tarefa da Lava Jato do Rio de Janeiro ter já seu prazo de validade para acabar: 8 de dezembro.

Em razão disso, o coordenador da Força-Tarefa, Eduardo El Hage, encaminhou a Aras no dia 3 de novembro um longo ofício de 26 páginas na qual cita todas as investigações em curso e pede a prorrogação da força, que tem 11 procuradores, por mais um ano. No entanto, a dez dias do prazo final, ainda não houve resposta.

Por fim, um debate sobre um novo modelo de combate à corrupção nos estados. No documento no qual a Força-Tarefa do Rio pede a prorrogação, o coordenador do grupo, El Hage, diz que “a renovação da Força-Tarefa é imprescindível para dar conta do passivo judicial atualmente existente”, mas faz uma contraproposta: a estruturação de Grupos de Atuação Especial de Combate à Corrupção, os Gaecos.

“O modelo que a Força-Tarefa da Lava Jato do Rio de Janeiro propõe é a renovação do modelo atualmente existente por mais um ano com a criação simultânea do GAECO no Estado. Isso permitiria a desmobilização progressiva da FT com seus casos sendo absorvidos pelo GAECO.” Trata-se da mesma saída que Curitiba tenta dar também.

A fórmula passou a ser encampada por Rio e Curitiba porque os Gaecos conseguem trabalhar de maneira mais autônoma em relação a Brasília. Isso porque os GAECOs se formam por decisão do procurador-chefe local e do colegiado local, sem necessidade de concordância de Brasília.

Além disso, a proposta dos Gaecos acaba por fazer frente a uma tentativa de Aras de impor um modelo que mais lhe agrade. Nesta semana, Aras apresentou ao Conselho Superior do Ministério Público uma proposta de criar cargos fixos de combate á corrupção nos estados.

Mas a fórmula é rejeitada pela maioria dos procuradores, uma vez que Brasília continuaria a influenciar nos destinos dos grupos estaduais. Ao contrário dos Gaecos.

Por isso que myuitos deles dizem que o que está em jogo agora é o que está em jogo agora não é mais uma batalha contra o desmantelamento das forças-tarefas, mas contra sua captura e influência pela Procuradoria-Geral da República.

A definição final será dada dentro do Conselho Superior do Ministério Público, órgão que foi palco do último embate –público–entre Aras e a categoria, quando o procurador-geral discutiu com Nicolao Dino, um dos de seus integrantes.

Em princípio, o ambiente no colegiado é mais hostil a Aras, o que se constata pela nota divulgada na tarde desta sexta-feira na qual sete dos dez conselheiros criticam o esvaziamento da Greenfield e pedem definição sobre os núcleos.

O receio geral é que Curitiba e Rio caminhem para viver o que Brasília com a Greenfield vive hoje e o que São Paulo já viveu. Na maior cidade do país, processos que estavam em curso pela Força-tarefa da Operação Lava Jato de São Paulo já deixaram o núcleo e foram arquivados ou redistribuídos para outros locais.

Dentre elas grande parte da delação do ex-ministro da fazenda Antonio Palocci e as que apuravam irregularidades em bancos. Nenhuma denúncia também foi apresentada desde então. As colaborações premiadas também foram paralisadas.

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