A PEDIDO DO PRESIDENTE BOLSONARO, PAZUELLO DEVE GANHAR CARGO NO PALÁCIO DO PLANALTO

Ex-ministro da Saúde, Pazuello deve assumir cargo no Palácio do Planalto

Apesar de ter demitido Pazuello do cargo de ministro, o presidente indicou que deseja mantê-lo por perto

Renata Agostini
Por Renata Agostini, CNN  
 Atualizado 18 de abril de 2021 às 17:16
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde Eduardo PazuelloBolsonaro determinou à equipe que encontrasse um espaço para abrigar no governo o general Foto: Carolina Antunes/PR (16.set.2020)

A pedido do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello deve ganhar um cargo no Palácio do Planalto. Está em discussão alçá-lo ao comando da “Secretaria Especial de Modernização do Estado”, informou à CNN um auxiliar presidencial.

A secretaria é subordinada à Secretaria-Geral da Presidência, comandada por Onyx Lorenzoni. Assumindo o cargo, Pazuello será encarregado, por exemplo, de “formular a política nacional de modernização do Estado” e ainda coordenar a definição de diretrizes para a “transformação digital de serviços públicos”.

Bolsonaro determinou à equipe que encontrasse um espaço para abrigar no governo o general, que deixou o comando da Saúde há quase um mês. Ao entregar o cargo para Marcelo Queiroga, ele se reapresentou ao Exército, já que não chegou a se transferir para a reserva.

Apesar de ter demitido Pazuello do cargo de ministro, o presidente indicou que deseja mantê-lo por perto. O general é alvo de inquérito por causa da crise em Manaus e está na mira do Tribunal de Contas da União (TCU), onde ministros defendem sua responsabilização por omissões durante a pandemia.

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REUNIÃO COM A CÚPULA DOS PODERES PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE PAZUELLO FOI AGENDADA NO PALÁCIO DA ALVORADA

Planalto agenda reunião com Poderes e prepara prestação de contas de Pazuello

Governo, porém, não pretende chamar todos os governadores, apenas os mais alinhados a Bolsonaro

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 22 de março de 2021 às 21:09

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde Eduardo Pazuello
O Palácio do Planalto agendou para as 8h30 desta quarta-feira a reunião com a cúpula dos poderes.

O encontro será presencial no palácio da Alvorada. Devem participar aproximadamente 15 pessoas, dentre eles o presidente Jair Bolsonaro, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.

Além deles, também serão convidados o procurador-geral da República, Augusto Aras, a presidente do Tribunal de Contas da União, Ana Arraes.

Alguns ministros de estado, como Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Fernando Azevedo (Defesa), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Braga Neto (Casa Civil) e Eduardo Pazuello (Saúde) também participarão, além do novo ministro da área, Marcelo Queiroga.

O Planalto, porém, não pretende chamar todos os governadores, apenas os mais alinhados ao governo.

Nesta terça-feira, haverá reuniões de planejamento da reunião ao longo do dia no Planalto. A ideia de Bolsonaro, segundo uma fonte, é apresentar uma prestação de contas sobre a gestão Pazuello, mostrar as ações do governo e pedir ideias para conter a pior fase da gestão.

Fonte: CNN

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DIREITO- JUSTIÇA : WITZEL TERÁ QUE DEIXAR A RESIDÊNCIA OFICIAL DO GOVERNO

Witzel é “despejado” do Palácio das Laranjeiras

Fotomontagem ilustrativaFotomontagem ilustrativa

Nada é tão ruim que não possa piorar.

É esta a situação atual do governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel.

Nesta quinta-feira (5) a denúncia por crime de responsabilidade foi recebida pelo Tribunal misto, formado por desembargadores e deputados.

A decisão foi unânime.

Para piorar ainda mais a situação, Witzel terá que deixar do Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador do Rio de Janeiro.

O prazo para a mudança é de 10 dias, contados a partir da publicação do acórdão, que deve acontecer nos próximos dias.

O cerco em torno de Witzel é tão forte, que não será surpresa se o seu destino não for parecido com o de Sérgio Cabral.

O homem conseguiu se isolar completamente.

De todo modo, foi ele quem escolheu esse caminho, traindo quem lhe depositou confiança e fazendo alianças ocasionais com sujeitos como João Doria.

Deu no que deu…

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PALÁCIO SERÁ DEVOLVIDO PELA FAMÍLIA DO DITADOR FRANCO

 

Família do ditador Franco é condenada a devolver palácio

Justiça considerou que houve fraude na doação do imóvel, usado como casa de veraneio, para o ditador espanhol, em 1941

INTERNACIONAL

Da EFE

O Pazo de Meirás, em Sada, vai ser devolvido ao Estado Espanhol

A Justiça da Espanha condenou nesta quarta-feira (2) a família do falecido ditador Francisco Franco a devolver o Pazo de Meirás, palácio que fica em Sada, na região de La Coruña, na Galícia, e servia como residência de veraneio de sua família, declarando-o propriedade do Estado.

A sentença, que pode receber apelação, conclui que o imóvel foi um presente dado ao chefe de Estado espanhol como tal, e não a Franco a título pessoal.

A juíza Marta Canales decidiu que a venda do imóvel, registrada em 24 de maio de 1941, ao então ditador, foi uma “simulação”, o que “determina a nulidade do mesmo”.

Briga com a família Franco

O Pazo de Meirás foi nomeado Bem de Interesse Cultural em 2008, uma distinção que obrigou a família a mantê-lo aberto ao público pelo menos quatro dias por mês, mas as férias dos parentes de Franco dificultavam os horários de visita, o que obrigou o governo regional da Galícia, onde fica o palácio, a abrir um processo de sanção contra eles em 2017.

A estratégia legal do Escritório de Advocacia do Estado concentrou-se em provar a irregularidade da suposta compra do imóvel por Francisco Franco. Já os herdeiros alegam ter sido proprietários do imóvel “até hoje”, de “boa fé” e “com título de propriedade”, sem que tivessem sido feitos investimentos a partir do orçamento público.

Esta irregularidade estaria relacionada aos documentos de compra em 1941, considerados autênticos pela família. Entretanto, o imóvel havia sido vendido anteriormente, em 1938, pelos herdeiros da escritora galega Emilia Pardo Bazána a uma organização franquista (a Junta Pro Pazo del Caudillo) que procurava obter o edifício como residência de veraneio para o ditador. A justiça espanhola entendeu que, na transação ocorrida três anos depois, Franco não pagou nada por ele.

 

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