GOVERNO CUBANO NÃO PERMITIU REALIZAÇÕES DE MANISTAÇÕES PACÍFICAS POR MAIS LIBERDADE CIVIS

Governo cubano nega autorização para manifestações pacíficas

Ditadura alega que a iniciativa faz parte de esforços para derrubar o regime comunista do país

Bandeira cubana

Bandeira cubana | Foto: Gabrielmbulla/Pixabay

Em Cuba, o governo não permitiu a realização de manifestações pacíficas por mais liberdades civis. Nesta terça-feira, 13, as autoridades do país alegaram que a iniciativa faz parte de esforços para derrubar a ditadura comunista.

“Os organizadores e suas projeções públicas, assim como os vínculos de alguns com organizações subversivas ou agências financiadas pelo governo norte-americano, têm a intenção manifesta de promover uma mudança no sistema político de Cuba”, diz uma carta oficial entregue aos opositores.

Reunindo críticos ao regime, um grupo de Facebook chamado Archipiélago é responsável pelo planejamento do protesto. Inicialmente, os atos estavam marcados para 20 de novembro. Contudo, os eventos foram alterados para o dia 15 do mesmo mês, depois que o governo cubano declarou a data original como o ‘Dia Nacional da Defesa’.

Entre as reinvindicações, estão liberdades civis, o direito a se manifestar de maneira pacífica e anistia para os presos políticos.

Fonte: R7

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DIPLOMATA ISRAELENSE APRESENTA PLANO PARA MELHORAR VIDA DE PALESTINOS NA FAIXA DE GAZA

Israel propõe plano para ‘melhorar vida’ de palestinos na Faixa de Gaza

Em troca, Hamas terá de se comprometer a manter uma relação pacífica . Se houver violência, resposta israelense será mais forte

INTERNACIONAL

por AFP

Yair Lapid Israel, chefe da diplomacia israelense, apresentou plano em conferência

ANDREW HARNIK / POOL / AFP

O chefe da diplomacia israelense, Yair Lapid, apresentou neste domingo (12) um plano para “melhorar” as condições de vida dos palestinos na Faixa de Gaza em troca de um compromisso de “calma” por parte do movimento Hamas, que governa o enclave.

“Por muito tempo, as únicas duas opções eram conquistar Gaza ou violência sem fim. Ambas as opções são ruins”, afirmou Lapid, apresentando sua iniciativa “Economia em troca de segurança” em uma conferência de segurança em Jerusalém.LEIA TAMBÉM

 

Especificamente, Lapid propôs um plano de duas fases, mas sem negociações com o Hamas, movimento considerado “terrorista” por Israel.

Na primeira fase, “as linhas elétricas seriam reparadas, o gás seria conectado e uma usina de dessalinização de água seria construída” em Gaza, um território que está sob bloqueio israelense há mais de 15 anos e tem uma média de 12 horas de eletricidade por dia e pouca água potável.

Em troca, os islâmicos do Hamas terão que se comprometer com “a calma por um longo período”, acrescentou Lapid, especificando que, em caso de violência, a resposta de Israel será “mais forte do que no passado”.

Numa segunda fase, serão construídos um porto e uma “ligação rodoviária” entre Gaza e a Cisjordânia, território palestiniano ocupado por Israel, assim como uma nova zona industrial, explicou.

A Cisjordânia, onde fica a sede da Autoridade Palestina de Mahmoud Abas, é separada de Gaza pelo território israelense.

O plano, que ainda não foi adotado pelo governo, não visa resolver o conflito israelense-palestino, mas sim “agir agora” para “melhorar” as condições de vida dos palestinos e “criar melhores condições para conversas futuras”, de acordo com o ministro.

Israel e o Hamas lutaram quatro guerras desde 2008. Quatro meses após a última guerra, em maio, a reconstrução do enclave ainda não começou, apesar de os compromissos de vários doadores.

Fonte: R7

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BIDEN PROMETEU AJUDAR A ORGANIZAR OS ESFORÇOS PARA RECONSTRUIR GAZA

Biden diz que ajudará a ‘reconstruir Gaza’ e apoia solução pacífica

Presidente dos EUA sinalizou que favorece a política de dois Estados e prioriza a segurança israelense na região

INTERNACIONAL

 por AFP

Biden falou que pretende ajudar a organizar esforços para reconstruir a Faixa de Gaza

BRENDAN SMIALOWSKI / AFP – 21.5.2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu nesta sexta-feira (21) ajudar a organizar os esforços para “reconstruir Gaza” e disse que a criação de um Estado palestino ao lado de Israel é a “única resposta” para o conflito.

“Precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta”, declarou o presidente americano durante entrevista coletiva na Casa Branca por ocasião da visita do presidente sul-coreano, Moon Jae-In.

Biden também pediu a Israel que ponha fim às “lutas entre comunidades” em Jerusalém, que estiveram na origem dos confrontos dos últimos dias.”Não há mudança em meu compromisso com a segurança de Israel, ponto final, nenhuma mudança”, enfatizou o presidente americano, no entanto, acrescentando que “não haverá paz” até que a região “inequivocamente” reconheça a existência de Israel.

“Mas eu digo a vocês que há uma mudança. A mudança é que ainda precisamos de uma solução de dois Estados. É a única resposta, a única resposta”, insistiu o presidente dos Estados Unidos.

Solução para a paz

A ideia de uma solução de dois Estados, com um Estado palestino soberano ao lado de Israel e Jerusalém como capital compartilhada, tem sido a pedra angular de décadas de diplomacia internacional com o objetivo de encerrar o violento conflito na região.

Mas a política americana sob o governo de Donald Trump foi criticada por ser abertamente pró-Israel e ignorar os palestinos.

Um plano de paz no Oriente Médio elaborado pelo conselheiro e genro de Trump, Jared Kushner, foi anunciado como uma solução de dois Estados. O plano, porém, previa um Estado palestino com soberania limitada e cuja segurança estava nas mãos de Israel.

A proposta foi categoricamente rejeitada pelos líderes palestinos.

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