CONFIRA AS DATAS DA APLICAÇÃO DA SEGUNDA DOSE DA VACINA DE OXFORD EM NATAL

Por G1 RN

 

Fila na UNP para vacinação nesta terça-feira — Foto: Anna Alyne Cunha/Inter TV CabugiFila na UNP para vacinação nesta terça-feira — Foto: Anna Alyne Cunha/Inter TV Cabugi

A Prefeitura de Natal alterou o funcionamento dos dois pontos de drive thru para aplicação exclusiva da segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca a partir desta quarta-feira (31).

O motivo da mudança foi a alta demanda de procura nesta terça-feira (30), em que muitos os que procuraram a UNP da Roberto Freire e o Ginásio Nélio Dias não conseguiram receber a dose de reforço. (Veja no fim o novo calendário).

“Verificamos uma alta demanda já nas primeiras horas da manhã, e que várias pessoas não estavam respeitando as datas do escalonamento montado pela SMS Natal. Em virtude disso, decidimos aumentar o prazo para essas pessoas receberem a segunda dose do imunizante e vamos ser rígidos na fiscalização desse cronograma que foi montado para evitar fila e demora no atendimento”, disse o secretário de saúde de Natal, George Antunes.

A alta demanda, no entanto, também foi do público que tinha o direito de se vacinar nesta terça-feira (30) e também não conseguiu. Algumas pessoas reclamaram das filas, que chegaram a durar até 4 horas. Em nota, a SMS informou que alguns vacinadores não puderam comparecer ao trabalho.

Onde ficam os drives exclusivos para a segunda dose da Oxford

  • Estacionamento da UNP na Av. Engenheiro Roberto Freire, na Zona Sul.
  • Ginásio Nélio Dias (acesso pela Rua da Mutamba, através do portão 03) – conta também com ponto de pedestre

Durante a Semana Santa, os drives também continuam em funcionamento para agilizar a imunização no município. É necessário apresentar cartão de vacinação, vínculo de trabalho em Natal e documento com foto.

Confira novo calendário

  • Quem tomou no dia 27 de janeiro – Procurar os drives entre 30 de março e 01 de abril.
  • Quem tomou no dia 28 de janeiro – Procurar os drives entre 02 de abril e 04 de abril.
  • Quem tomou no dia 29 de janeiro – Procurar os drives entre 05 de abril e 07 de abril.
  • Quem tomou no dia 30 de janeiro – Procurar os drives entre 08 de abril e 10 de abril.
  • Quem tomou no dia 31 de janeiro – Procurar os drives entre 11 de abril e 13 de abril.
  • Quem tomou no dia 01 de fevereiro – Procurar os drives entre 14 de abril e 16 de abril.
  • Quem tomou no dia 02 de fevereiro – Procurar os drives entre 17 de abril e 19 de abril.

Fonte: G1 RN

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BOAS NOTÍCIAS: BRASIL RECEBERÁ LOTE COM 10 MILHÕES DE DOSES DA VACINA DE OXFORD

A OMS autorizou o uso emergencial do imunizante, vacina de Oxford/AstraZeneca, no mundo inteiro e estima que o Brasil receberá algo em torno de 10,6 milhões de doses da vacina. Este é o destaque da nossa coluna BOAS NOTÍCIAS nesta quarta-feira de cinzas. Então, leia o artigo completo a seguir e conheça os detalhes!

Brasil receberá 10 milhões de doses da vacina de Oxford, após decisão da OMS

A OMS, Organização Mundial da Saúde, estima que o Brasil deverá receber algo em torno de 10,6 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca, pelo consórcio Covax, ainda neste semestre.

A estimativa foi feita após a OMS autorizar, nesta segunda, 15, o uso emergencial do imunizante no mundo inteiro.

Na prática, a decisão permite que as vacinas sejam distribuídas pelo programa Covax Facility – iniciativa da OMS – para ajudar os países em desenvolvimento a ter acesso mais rápido e equitativo às vacinas contra a covid-19, informou a AgênciaBrasil.

“Hoje é um dia pra renovarmos a esperança no controle da pandemia. A OMS autorizou o uso emergencial das duas versões da vacina da Oxford AtraZeneca, dando sinal verde para que a vacinação comece mundialmente pelo Covax”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus durante coletiva.

A OMS autorizou o uso emergencial da vacina produzida em locais diferentes: uma fabricada pela AstraZeneca-SKBio, na Coreia do Sul e a outra pelo Instituto Serum, na Índia.

“Elas são produzidas em locais diferentes e por isso precisam de revisões e aprovações separadas. A autorização de uso emergencial da OMS avalia e garante a qualidade, eficácia, segurança das vacinas para covid-19 e é um pré-requisito para que essas vacinas sejam distribuídas pelo Covax”, afirmou Tedros Adhanom.

Distribuição mais rápida

“Temos agora todas as ferramentas para a distribuição rápida das vacinas. Mas ainda precisamos aumentar a produção e continuamos a pedir aos desenvolvedores de vacinas que enviem seus dossiês a OMS para a revisão, ao mesmo tempo em que enviam para os países de alta renda”, disse o diretor-geral da OMS.

Até o momento, a organização só havia aprovado o uso emergencial da vacina da Pfizer/BioNTech.

A autorização para o uso da vacina da AstraZeneca ocorreu quatro semanas após a OMS ter recebido o dossiê com os estudos completos sobre o imunizante e planos de gestão de risco e adequação das cadeias de refrigeração dos fabricantes do imunizante.

Com informações da AgênciaBrasil

Fonte: Só Notícia Boa

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CHEGA AO RIO DE JANEIRO O AVIÃO COM VACINAS DE OXFORD TAZIDAS DA ÍNDIA

Avião com vacinas de Oxford trazidas da Índia chega ao Rio de Janeiro

Daniel Fernandes, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 22 de janeiro de 2021 às 22:27

Avião com vacinas de Oxford chega no Rio de JaneiroAvião com vacinas de Oxford chega no Rio de Janeiro

Foto: CNN (22.jan.2021)

O avião que transporta 2 milhões de doses da vacina de Oxford importadas da Índia para o Brasil aterrizou no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, por volta das 22h desta sexta-feira (22).

Depois de decolar na Índia na noite de quinta-feira (21), o avião chegou ao Brasil nesta sexta às 17h30. A aeronave passou primeiro por São Paulo e às 21h decolou de Guarulhos rumo ao RJ.

Os ministros Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo, o embaixador da Índia e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, vão participar da cerimônia que celebra a chegada dos imunizantes do

Em São Paulo, o carregamento foi recepcionado em São Paulo por três ministros. Eduardo Pazuello, da Saúde; Ernesto Araújo, das Relações Exteriores; e Fábio Faria, das Comunicações. Eles estavam acompanhados do embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy.

aeronave deixou o país asiático por volta das 20h da quinta-feira (21) em direção a Dubai. De lá, o imunizante foi embarcado em um voo comercial da companhia aérea Emirates até o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

distribuição das vacinas aos estados pelo ministério deve acontecer no sábado (23), após as caixas passarem por um processo de rotulagem. Segundo a Fiocruz, que será a responsável pelo procedimento, o processo deve durar de três a quatro horas.

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BOAS NOTÍCIAS: AMANHÃ O GOVERNO DA ÍNDIA ENVIA A VACINA OXFORD/ASTRAZENECA PARA O BRASIL

O verdadeiro motivo pelo qual o governo indiano havia suspendido a exportação de doses foi uma questão de logística, até iniciar seu próprio programa de imunização no fim de semana passado. Agora liberou as exportações comerciais de vacinas contra a Covid-19 e informou que e as primeiras remessas serão enviadas nesta sexta, 22, para Brasil e Marrocos. Para maiores detalhes e esclarecimentos leia o artigo completo a seguir!

Índia libera e vacina contra Covid será enviada amanhã ao Brasil

Notícia boa sobre a vacina Oxford/Astrazeneca. O governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas contra a Covid-19 e informou que e as primeiras remessas serão enviadas nesta sexta, 22, para Brasil e Marrocos.

A afirmação foi feita pelo secretário de Relações Exteriores da Índia, em entrevista à Reuters.

“O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de amanhã, começando por Brasil e Marrocos, seguidos pela África do Sul e Arábia Saudita”, afirmou Harsh Vardhan Shringla.

O Palácio do Planalto confirmou à Record TV que recebeu a informação e já está em contato com o Ministério da Saúde.

As vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford estão sendo fabricadas no Instituto Serum da Índia, o maior produtor mundial de vacinas, que recebeu pedidos de países de todo o mundo.

A suspensão

O governo indiano havia suspendido a exportação de doses até iniciar seu próprio programa de imunização no fim de semana passado.

No início desta semana, a Índia enviou suprimentos gratuitos para países vizinhos, incluindo Butão, Maldivas, Bangladesh e Nepal.

O secretário das Relações Exteriores, Harsh Vardhan Shringla, disse que o fornecimento comercial da vacina começaria na sexta-feira, de acordo com o compromisso do primeiro-ministro Narendra Modi de que a capacidade de produção da Índia seriam usadas por toda a humanidade para combater a pandemia.

“Seguindo essa visão, respondemos positivamente aos pedidos de fornecimento de vacinas manufaturadas indianas de países de todo o mundo, começando pelos nossos vizinhos”, disse ele, referindo-se ao fornecimento gratuito.

Com informações da Reuters e R7

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: CAMPANHA DE VACINAÇÃO NACIONAL CONTRA COVID-19 COMEÇA NESTA QUARTA-FEIRA

Enfim anuncio oficial, feito pelo Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre o início da vacinação para quarta-feira em todo o Brasil. A vacinação será iniciada com as vacinas coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan e com a vacina de Oxford em parceria com a Astrazeneca. Leia o artigo completo a seguir e saiba mais!

Ministério da Saúde anuncia para quarta-feira vacinação contra Covid no Brasil

O Ministério da Saúde informou neste domingo, 17, que a vacinação contra a Covid-19 no Brasil terá início na quarta-feira, 20, às 10h.

A distribuição da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo Instituto Butantan com a Sinovac, e aprovada pela Anvisa também neste domingo, começará a ser distribuída aos estados às 7h da segunda-feira, 18.

“Está dado o primeiro passo para o início da maior campanha de vacinação do mundo contra o coronavírus”, afirmou o ministro da Saúde , Eduardo Pazuello.

O anúncio foi feito logo após a aprovação do uso emergencial da CoronaVac e da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca pela Anvisa.

Repasse

O governador de São Paulo, João Doria, por meio das redes sociais, confirmou que estava determinando o repasse ao Governo Federal das doses solicitadas ao Butantan.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ressaltou ainda que a imunização começará simultaneamente em todo o Brasil e criticou a aplicação da primeira dose em São Paulo.

Segundo Pazuello, a aplicação da vacina na enfermeira Mônica Calazans, está “em desacordo com a lei”.

“Poderíamos num ato simbólico ou numa jogada de marketing iniciar a primeira dose em uma pessoa, mas em respeito a todos os governadores, prefeitos e todos os brasileiros, o Ministério da Saúde não fará isso”, acrescentou o ministro.

Alerta

O ministro afirmou ainda que os cuidados contra a transmissão da Covid-19 não devem ser interrompidos “em hipótese alguma”, apesar do início da vacinação.

“Volto a dizer: não podemos em hipótese alguma relaxar as medidas preventivas. Uso de máscara, álcool em gel na mão, distanciamento social – situações como esta que estamos, por exemplo [entrevista coletiva]… [Evitar] aglomerações… As empresas e estabelecimentos que têm autorização para trabalhar e devem trabalhar, a economia não deve parar, elas devem ter as medidas de cuidados muito claras”.

Com informações da Veja e G1

Fonte: Só Notícia Boa

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ESCOLTA DA VACINA DE OXFORD TERÁ APARATO DE 1.500 POLICIAIS DO GOVERNO FEDERAL

Governo prepara aparato de 1.500 policiais para escolta de vacina de Oxford

Thais Arbex

Por Thais Arbex, CNN  

15 de janeiro de 2021 às 18:04 

Atualizado 15 de janeiro de 2021 às 19:27

Governo prepara aparato de 1.500 policiais para escolta de vacina de Oxford

Mesmo com o atraso do voo que vai para a Índia buscar 2 milhões de doses da vacina de Oxford, o governo brasileiro já montou uma operação para garantir a escolta dos insumos.

CNN apurou que cerca de 1.500 homens da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal farão a segurança da carga que deve chegar ao aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Além de veículos terrestres, helicópteros também vão participar do mega esquema de segurança.

Além do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, também estará no Rio para receber as vacinas.

A previsão é a de que, após o pouso da aeronave, a carga seja escoltada até a sede da Fiocruz, em Manguinhos –onde as doses passarão por um processo de checagem.

A Polícia Federal ficará de prontidão na sede da fundação até que as doses sejam liberadas para seguir para um galpão do Ministério da Saúde, em Guarulhos, na grande São Paulo, e de lá serem distribuídas pelo país.

Os 1.500 homens da PF e PRF também farão a escolta das vacinas até que elas cheguem aos estados. A partir desse momento, as polícias estaduais assumem a segurança para o transporte aos municípios.

Diante da possibilidade de o voo para a Índia ser adiado de novo e não sair do Brasil nesta sexta-feira (15), integrantes do governo federal já trabalham com a perspectiva de que o desembarque do carregamento no país aconteça na terça-feira (19).

Fonte: CNN

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SAÚDE: EM PROCESSO DE VACINA DE OXFORD GOVERNO JÁ GASTOU R$ 1,2 BILHÃO, DIZ TCU

Governo já gastou R$ 1,2 bilhão em processo da vacina de Oxford, diz TCU

Da CNN, em São Paulo

21 de outubro de 2020 às 16:55

Governo já gastou R$ 1,2 bilhão em processo da vacina de Oxford, diz TCU | CNN Brasil

O Tribunal de Contas da União (TCU) apresentou nesta quarta-feira (21) os resultados da auditoria periódica que faz sobre os gastos do Ministério da Saúde para o combate à pandemia.

O relatório destaca os gastos da pasta no desenvolvimento da vacina da AstraZeneca com a Universidade de Oxford em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que ainda não foi aprovada para uso na população.

O ministro do TCU, Benjamin Zymler, disse que até o dia 28 de setembro de 2020, a Fiocruz tinha empenhado recursos que somam R$ 2,35 bilhões. Desse total, mais de R$ 1,28 bi foram para a AstraZeneca, fabricante da vacina de Oxford. É o maior gasto da lista analisada pelo TCU.

Apesar de a vacina ainda estar em fase de testes e não ter sido aprovada para uso em massa, o governo elaborou uma medida provisória solicitando ao Congresso a liberação de R$ 2 bilhões a serem gastos na luta contra a Covid-19. R$ 1,3 bilhão do montante era destinado a vacina de Oxford.

Relatório mostra que a Fiocruz já gastou quase a totalidade do dinheiro da MP para a vacina. O TCU também reconheceu que o Ministério da Saúde melhorou seus gastos para o combate à pandemia.

Uma das principais críticas do órgão era de que a o ministério gastava menos do que tinha disponível em caixa para o enfrentamento da pandemia.

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RETOMADA DOS TESTES DA VACINA DE OXFORD É APROVADA PELA ANVISA

Anvisa aprova retomada dos testes da vacina de Oxford

 SAÚDE

Foto: Peter Ilicciev/Fiocruz

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a volta dos estudos clínicos da vacina da Universidade de Oxford e do laboratório britânico AstraZeneca. Segundo a agência, foram analisados informações recebidas por órgãos britânicos, como a agência reguladora britânica (MHRA) e o Comitê Independente de Segurança do estudo clínico, para validar a decisão.

A AstraZeneca, laboratório envolvido no processo, havia suspendido os testes de estágio final de sua candidata a vacina contra Covid-19 na terça-feira (8). O motivo foi uma suspeita de reação adversa séria em um participante do estudo. A informação foi confirmada pela repórter da CNN americana Maggie Fox.

Foram avaliados os dados do evento, casualidade e conjunto de dados de segurança do estudo. Com essas informações em mãos, a Anvisa decidiu que a relação entre benefício do avanço do estudo com o risco se manteve favorável.

A Anvisa afirmou que continuará acompanhando todos os eventos e, caso seja identificada qualquer situação grave com voluntários brasileiros, poderá paralisar novamente os testes.

No Brasil, cerca de 5 mil voluntários já receberam a vacina.

Fonte: Blog do BG

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A INFECTOLOGISTA MÔNICA LEVI AFIRMA QUE QUANDO OS TESTES DA VACINA DE OXFORD VOLTAREM TOMARÁ 2ª DOSE

Quando os testes voltarem, vou tomar a 2ª dose’, diz infectologista

Estudos da vacina de Oxford contra a covid-19 foram interrompidos após voluntária britânica apresentar a doença autoimune mielite transversal

Saúde

Aline Chalet, do R7*

 

Mônica continuará no estudo

“Quando os testes voltarem, vou tomar a 2ª dose, não vou deixar de fazer e sair do estudo”, afirma a infectologista Mônica Levi, diretora da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações). Ela é uma das 5 mil voluntárias que participam do teste da vacina de Oxford contra a covid-19 no Brasil.

Ela explica que, quando se propôs a participar do estudo, tinha consciência de que seu corpo seria usado para algo que não se conhece muito bem.

Os testes da terceira fase da vacina de covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e a empresa AstraZeneca foram paralisados após uma voluntária no Reino Unido ter sido diagnosticada com mielite transversal, uma manifestação autoimune que, normalmente, ocorre após infecções, mas que em raros casos pode ser desencadeada por vacinas. No Brasil, os testes são coordenados pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

“Espero que os outros participantes continuem no estudo também, são profissionais da saúde, então acredito que vão continuar. Se você for pensar que a taxa de letalidade é de 3% para covid-19, esse tipo de evento é raro para vacinas, eu tenho muito mais medo de pegar a covid-19 do que dar o azar de ser uma agulha no palheiro.”

Eventos adversos como esse são registrados em outras vacinas. A vacina contra a febre amarela, por exemplo, tem uma incidência de 1 efeito adverso para cada 400 mil doses. “Na ciência, a gente sempre analisa o benefício. Imagina quantas pessoas não morreriam se não tivesse a vacina de febre amarela, para uma que pode ter algum tipo de efeito.”

Mônica ressalta que ainda não foi confirmado se a voluntária teve a mielite transversal por conta da vacina. “Não é um efeito adverso confirmado, é um evento grave que ocorreu após a vacinação e precisa ser investigado e descrito. É muito comum que ocorram coincidências temporais durante estudos científicos, mas tudo é descrito no trabalho.”

A paralisação do estudo diante de um evento grave em um dos voluntários é um protocolo de segurança que deve ser seguido em qualquer estudo clínico, explica a infectologista.

“Isso é uma garantia de segurança e uma seriedade. Agora um comitê independente vai analisar todos os dados de segurança do estudo para dar o aval ou não para os testes prosseguirem.”

Fonte: R7

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SEGUNDO UNIFESP, A VACINA DE OXFORD NÃO PROVOCOU REAÇÕES ADVERSAS NOS 5.000 BRASILEIROS VOLUNTÁRIOS

5.000 brasileiros receberam vacina de Oxford sem reações adversas, diz Unifesp

 SAÚDE

5.000 brasileiros receberam vacina de Oxford sem reações adversas, diz Unifesp | Poder360

A vacina contra covid-19 desenvolvida pela Oxford e AstraZeneca está sendo testada em 5.000 brasileiros. Muitos já receberam a 2ª dose da substância e não houve notificação de efeitos adversos. Foi o que informou a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) nesta 3ª feira (8.set.2020).

A universidade, responsável por coordenar o estudo no Brasil, fez a declaração depois que a AstraZeneca suspendeu os testes para reavaliar a segurança da substância. Um dos voluntários do Reino Unido apresentou efeitos adversos à vacina, que não foram detalhados.

O Ministério da Saúde também se pronunciou. A pasta afirmou que “A pausa no estudo significa que não haverá inclusão, neste momento, de novos participantes. Entretanto, aqueles já incluídos seguem em acompanhamento para avaliação da segurança e eficácia”. A vacina é testada em cerca de 18 mil pessoas em todo mundo.

O governo federal abriu crédito de R$ 1,9 bilhão para adquirir 100 milhões de doses da vacina e a tecnologia para produzi-la no país. A expectativa era que o contrato fosse fechado no início de setembro e que a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) iniciasse a fabricação em abril de 2021.

Os testes permanecem suspensos enquanto o caso do paciente do Reino Unido é investigado. De acordo com o portavoz da AstraZeneca, o procedimento é “uma ação rotineira”.

Fonte: Blog do BG

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VACINA DE OXFORD CONTRA COVID-19 TEM DOSE DE REFORÇO EM TESTE APROVADA PELA ANVISA

Anvisa aprova dose de reforço em teste da vacina de Oxford contra Covid-19

Ricardo Brito, da Reuters

10 de agosto de 2020 às 19:29

Possível vacina contra Covid-19 é desenvolvida pela Universidade de OxfordPossível vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a aplicação de uma segunda dose nos testes realizados no Brasil da possível vacina para Covid-19 desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, conforme publicação no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (10).

A Anvisa autorizou a aplicação da chamada dose de reforço por meio de mudança no protocolo da pesquisa da vacina. Segundo a agência, a alteração prevê que haverá a aplicação da segunda dose nos voluntários que já haviam sido vacinados e também a outros que ainda vão entrar para o estudo.

A justificativa para a mudança, conforme a Anvisa, é que a publicação de alguns resultados mostraram que “a dose de reforço aumenta a chance de imunização”.

O intervalo para a segunda dose deve ser de quatro semanas e, para os voluntários que já participam, a dose de reforço será aplicada de quatro a seis semanas. A variação no prazo, conforme a agência, deve-se à a necessidade de entrar em contato com o voluntário e mobilizá-los novamente para a dose de reforço.

Outra alteração autorizada pela Anvisa diz respeito à ampliação da faixa etária para aplicação dos testes. Será de 18 a 69 anos com a mudança, ante 18 e 55 anos anteriormente.

O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), assinou um memorando de entendimento com a AstraZeneca que prevê a compra de 30 milhões de doses da vacina, com entrega em dezembro deste ano e janeiro do ano que vem, e a possibilidade de aquisição de mais 70 milhões se a vacina tiver eficácia e segurança comprovadas.

Além disso, o acordo prevê a transferência da tecnologia desenvolvida pela Universidade de Oxford para produção local na Fiocruz, com previsão do ministério de início ainda no primeiro semestre de 2021 — o que foi colocado em dúvida por especialistas ouvidos pelas Reuters devido à complexidade do processo de transferência de tecnologia.

Com a mudança no protocolo da vacinação, não se sabe por ora se poderá haver alterações na quantidade de vacinas que o país vai adquirir na parceria com a AstraZeneca e Oxford.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinou medida provisória que abre crédito orçamentário de R$ 1,9 bilhão para assegurar a compra de 100 milhões de doses e posterior produção local da possível vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. Na ocasião, ele disse esperar ter o problema da pandemia resolvido com a vacinação da população no início de 2021.

Fonte: CNN

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MEDIDA PROVISÓRIA QUE LIBERA R$ 1,9 BILHÃO PARA PRODUÇÃO DE VACINA DE OXFORD FOI ASSINADA PELO PRESIDENTE BOLSONARO

Por Gustavo Garcia e Pedro Henrique Gomes, G1 — Brasília

 

O presidente Jair Bolsonaro assinou, em cerimônia no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (6), uma medida provisória que libera R$ 1,9 bilhão para viabilizar a produção de 100 milhões de doses da chamada “vacina de Oxford” contra o novo coronavírus.

A abertura desse crédito extraordinário segue agora para análise do Congresso Nacional, que terá até 120 dias para aprová-lo. Por se tratar de uma medida provisória, o dinheiro fica liberado assim que o texto for publicado no “Diário Oficial da União”.

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade de Lima, participaram da cerimônia de assinatura.

Testes com vacina de Oxford não levaram a intercorrência ou reação, diz reitora da Unifesp

Como a vacina elaborada pela Universidade de Oxford ainda está em fase de testes, o Brasil assume parte dos riscos tecnológicos relativos ao desenvolvimento do produto.

A expectativa do governo é que, caso a vacina em estudo seja eficaz, uma campanha de vacinação contra a Covid-19 possa ser realizada em 2021.

Para o governo, o risco relacionado à eficácia da vacina é necessário devido à “urgência pela busca de uma solução efetiva para a manutenção da saúde pública e para a retomada” das atividades econômicas.

A transferência de tecnologia e formulação, o envase e o controle de qualidade será feito por contrato entre Fiocruz e a empresa farmacêutica AstraZeneca – que, em parceria com a Oxford, realiza as pesquisas.

Na cerimônia, Bolsonaro afirmou que a vacina pode ser “uma realidade” em dezembro ou janeiro – e que, semanas depois, o “problema estará vencido”.

“Talvez dezembro, janeiro, exista a possibilidade da vacina, e daí esse problema estará vencido, poucas semanas depois. O que é mais importante é que junto com esta vacina, diferente daquela outra que um governador acertou com outro país, venha a tecnologia para nós. Temos como dizer que fizemos o possível e o impossível para salvar vidas, apesar daqueles que teimam em dizer o contrário”, declarou.

De acordo com o Ministério da Saúde, o valor será gasto desta forma:

  • R$ 1,3 bilhão para pagamentos à AstraZeneca, previstos no contrato de Encomenda Tecnológica
  • R$ 522,1 milhões para produzir a vacina na Fiocruz/Bio-Manguinhos
  • R$ 95,6 milhões para absorção da tecnologia pela Fiocruz

A pesquisa de vacina da Universidade de Oxford é considerada uma das mais promissoras até o momento.

Segundo o Ministério da Saúde, em boletim divulgado nesta quinta-feira (6), 98.493 pessoas morreram de Covid-19 no Brasil. A pasta contabiliza, ao todo, 2.047.660 casos de infecção pelo novo coronavírus registrados no país.

Fonte: G1

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