POLÍTICA: EXÉRCITO BRASILEIRO NÃO CEDEU AS PICUINHAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” NEM DE OPOSITORES AO GOVERNO BOLSONARO

Exército se impõe e não cede à pressão dos “esquerdopatas” e da “mídia do ódio”

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Exército Brasileiro não cedeu às picuinhas da “mídia do ódio” nem tampouco de opositores ao Governo do presidente Jair Bolsonaro e mostrou, mais uma vez, que quem determina as decisões internas das Forças Armadas são os próprios militares.

A esquerda bem que tentou uma forçada de barra, utilizando-se da “mídia do ódio” para coagir a alta cúpula do Exército a abrir processo administrativo contra o General Eduardo Pazuello, ex-Ministro da Saúde, que esteve presente em uma motociata, no Rio de Janeiro, no final de maio.

Porém, após deliberação interna e, em resposta ao pedido formulado pelo jornal O GLOBO, que faz claramente oposição ao presidente da República, o Exército respondeu que o processo contém informações pessoais e, citando o dispositivo da Lei de Acesso à Informação (LAI) que garante, nessas situações, o sigilo por 100 anos, não se sujeitou às exigências da emissora carioca.

“A documentação solicitada é de acesso restrito aos agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que ela se referir”, justifica o Exército, em nota.

“Magoada”, a Rede Globo, que perdeu contratos com o Governo Federal desde que Jair Bolsonaro assumiu a cadeira da presidência, choramingou a não entrega dos documentos e disse que cabe recurso à decisão do Exército junto à Controladoria-Geral da União (CGU); demonstrando que ainda não quer perder a “quebra-de-braço”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: MINISTRO RICARDO SALLES REBATE FALSAS NARRATIVAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” DE OPOSITORES SOBRE O MEIO AMBIENTE NO PAÍS

Se diz ambientalista, mas o Acre, da Marina Silva, tem o segundo pior saneamento do Brasil”, dispara Salles

Fotomontagem

O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em entrevista ao programa “Pingos nos Is”, desta segunda-feira (17), comentou sobre a questão dos lixões que existem em mais de 3 mil municípios brasileiros.

Salles afirma que o grande problema ambiental do Brasil são os resíduos das cidades. E, desde o início da atual gestão, já foram fechados 600 lixões no país.

“Tínhamos mais de três mil municípios no Brasil com lixões, ao invés de ter aterro e destinação adequada. Isso é vontade política, investimento, estratégia. Ajudamos os municípios a estruturar, equipamentos de coleta seletiva, de triagem, as cooperativas de reciclagem e também o destino final. Os aterros são algo necessário. Nós não temos ainda o aproveitamento energético. Então, os aterros passam a ser a destinação mais adequada dentro dos possíveis”, explicou.

Atento à evolução tecnológica e o meio ambiente urbano, o ministro falou:

“Ajudamos os municípios, demos os recursos, demos os equipamentos e, pela primeira vez na história, o número de lixões no Brasil caiu, substancialmente, 20% em relação ao que era no início do Governo (Bolsonaro). Algo que vinha crescendo há décadas no país em razão do descaso, falta de interesse”, garantiu.

Sobre a poluição do ar, Salles disse:

“O ar só não é pior no Brasil, nos grandes conglomerados, graças ao Etanol, que é o nosso combustível exemplo pro resto do planeta, combustível renovável. Se não tivéssemos o Etanol como fonte importante de combustível pros nossos veículos, as cidades seriam ainda mais poluídas em razão da queima dos combustíveis fósseis: gasolina e óleo diesel”, esclareceu.

Salles comentou sobre o desmatamento no país.

“A nossa defesa é a de que precisa fazer a regularização fundiária pra melhorar o problema do desmatamento ilegal na Amazônia. Precisa ter o pagamento pelos serviços ambientais. Precisa ter o zoneamento ecológico. Precisa colocar ‘de pé’ a bioeconomia pra além das ações de comando e controle”, informou, acrescentando que o estado do Pará concentra mais de 40% do desmatamento no Brasil.

O ministro rebateu as falsas narrativas da “mídia do ódio” e de opositores sobre o meio ambiente no país e disse que o Governo Bolsonaro procurar participar de eventos internacionais para dirimir as dúvidas “face a face”.

“É uma vergonha, né? Esse pessoal que se diz ambientalista e sentaram na cadeira de ministro do Meio Ambiente por 20 anos, não cuidaram do saneamento e do lixo. Basta dizer que o estado do Acre, da Marina Silva, tem o segundo pior saneamento do Brasil”, finalizou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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UE APROVOU FORMALMENTE SANÇÕES CONTRA O PRESIDENTE DE BELARUS E INCLUI ATÉ BLOQUEIODE BENS

 

UE sanciona Alexander Lukashenko por fraude eleitoral e repressão

O presidente está impedido de pegar recursos, proibido de viajar e ainda terá bens bloqueados nos territórios da União Europeia

INTERNACIONAL

Da EFE

Presidente Alexander Lukashenko foi sancionado pela União Europeia

Nikolai Petrov/BelTA/Handout via Reuters – 08.09.2020

A União Europeia (UE) aprovou formalmente nesta sexta-feira (6) sanções contra o presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, por fraude nas eleições presidenciais de 9 de agosto, assim como pela posterior repressão de manifestantes pacíficos e opositores políticos.

Em 12 de outubro, os ministros das Relações Exteriores dos países da UE chegaram a um acordo para a imposição de uma segunda rodada de sanções contra autoridades bielorussas responsáveis pela crise no país, entre elas Lukashenko.

Hoje, o bloco acrescentou mais 15 nomes à lista de sancionados, e o presidente de Belarus – cujo mandato não é reconhecido pela UE – e seu filho e conselheiro de segurança nacional, Viktor Lukashenko, foram confirmados.

Em particular, as sanções dizem respeito à “repressão violenta e intimidação de manifestantes pacíficos, membros da oposição e jornalistas” após as eleições presidenciais, disse o Conselho da UE em comunicado.

Estas medidas restritivas, que já se aplicam a um total de 59 pessoas, incluem a proibição de viajar para territórios da UE e o congelamento dos bens que possam ter nos países do bloco.

Além disso, os cidadãos e empresas da UE estão impedidos de disponibilizar recursos para aqueles que constam da lista.

 

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MINISTRO DA DEFESA DE CHAVES FAZ ALERTA A OPOSITORES, ENQUANTO ESTIMULA A PARTICIPAÇÃO NA ELEIÇÃO PARLAMENTAR EM DEZEMBRO

Ministro da Defesa de Maduro alerta opositores de que “nunca poderão exercer o poder político”

Vladimir Padrino ataca Juan Guaidó, enquanto o chavismo estimula a participação na eleição parlamentar de dezembro

FRANCESCO MANETTO

México – 06 JUL 2020 – 12:25 BRT

O ministro da Defesa da Veneuela, Vladimir Padrino, em uma imagem de arquivo.O ministro da Defesa da Veneuela, Vladimir Padrino 

A Venezuela tem um encontro com as urnas no horizonte, as eleições legislativas marcadas para 6 de dezembro, cuja participação o Governo de Nicolás Maduro está estimulando para legitimar uma nova Assembleia Nacional, hoje dominada pela oposição. Essa votação, convocada por uma autoridade eleitoral designada pelo Tribunal Supremo de Justiça, alinhado ao regime, já foi rejeitada por Juan Guaidó e pelos partidos que o apoiam, por entenderem que carece das garantias suficientes. Neste domingo, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, veio lhes dar razão. Durante um ato militar pelo 209º aniversário da assinatura da independência nacional, o general advertiu que esses opositores “nunca poderão exercer o poder político”.

“Enquanto existir uma força armada como a que temos hoje, anti-imperialista, revolucionária, bolivariana, nunca poderão exercer o poder político na Venezuela”, clamou Padrino López. “Acredito que seja bom que isso seja entendido por essa facção de meliantes, politiqueiros, que se atreveram a pôr em um comunicado, um despropósito de comunicado, exigir de nós um maior compromisso, quando a Força Armada Nacional Bolivariana já deu demonstrações concretas, à vista de todo o povo da Venezuela, de seu interesse patriótico de defender a integridade de nosso espaço geográfico, que não é uma opção para nós, é um mandato constitucional”, acrescentou.

As palavras do titular da Defesa se emolduram num clima de máxima tensão política e demonstram o que a oposição sempre reprovou em Maduro, e também em seu antecessor, Hugo Chávez. Ou seja, que o chavismo não está disposto a ceder o poder. Por esta razão, a oposição se recusou a participar das últimas convocatórias ― em 2017, quando foi eleita a Assembleia Nacional Constituinte, que, na prática, atua como um braço legislativo às ordens do Executivo. E também em maio de 2018, quando se recusou a disputar uma eleição presidencial que transcorreu sem observação internacional plural e que, portanto, foi considerada fraudulenta pelos opositores de Maduro.

A equipe de Guaidó condenou essas declarações e as qualificou de “insolentes, ditatoriais e contrárias a toda a ordem constitucional”. “O general demonstrou novamente que em nosso país a soberania popular está sequestrada […]. Nicolás Maduro e Vladimir Padrino perverteram ao máximo a nossa instituição militar […]. Declarações deste tipo não podem ser ignoradas e exigem uma expressão de condenação por parte da institucionalidade da Força Armada Nacional e da comunidade internacional”, diz um comunicado divulgado pelo Gabinete de Guaidó, reconhecido como presidente interino por mais de 50 Governos estrangeiros.

A ameaça de Padrino afasta também um hipotético cenário de diálogo. Justamente nesta semana, a União Europeia voltou a apelar a uma solução política negociada à gravíssima crise que o país atravessa. E as eleições parlamentares de dezembro, se as condições permitirem, poderiam ser o primeiro teste para uma aproximação. Guaidó, enquanto isso, busca solucionar também a crise política particular da oposição e suas bases, frustradas por uma confrontação que se eternizou. “Faço um apelo a uma grande aliança por nosso país. Uma aliança sem mesquinharias. A luta definitiva pela liberdade deve encontrar todos nós juntos. Estarmos juntos é a chave neste momento”, manifestou o chefe do Parlamento.

Em termos parecidos se pronunciou Leopoldo López, que reapareceu por videoconferência da residência da Embaixada da Espanha em Caracas em um ato on-line batizado como Congresso da Unidade Nacional. “Saberemos conquistar esta segunda independência”, afirmou. “Hoje, irmãs e irmãos, o desafio é imenso, e só podemos alcançar esse desafio com unidade”, afirmou o dirigente opositor.

O desafio da coesão das forças opositoras ― o chamado G-4, formado pelos partidos Primeiro Justiça, Ação Democrática, Vontade Popular e Um Novo Tempo ― sempre foi árduo por causa de diferenças estratégicas e inclusive ideológicas. Todos cerraram fileiras com Guaidó quando este se pronunciou contra Maduro, em janeiro de 2019, mas com o passar do tempo essa unidade voltou a rachar. O fato de as atividades da oposição se reduzirem a um conjunto de gestos e ações simbólicas, enquanto a rua continua desmobilizada e a pandemia impede a convocação de novas mobilizações, é o que mais mal-estar provocou em alguns setores.

Nesta semana, Henrique Capriles, ganhador das eleições parlamentes de 2015 e ex-adversário eleitoral de Maduro, lançou críticas a Guaidó e a López. “O verdadeiro debate é se lutaremos ou não lutaremos, se faremos algo ou não faremos nada. Não vamos acompanhar ficções e fantasias que só servem para dar mais frustrações aos venezuelanos e destruir mais a oposição, se é que não acabam de destruí-la”, opinou. Capriles, que também rechaça ao menos neste momento a realização de eleições legislativas por causa da crise sanitária da covid-19, defende que em médio prazo será preciso rever a estratégia. “É preciso reconstruir a oposição como é preciso reconstruir a Venezuela.”

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