RESUMO DA SEMANA: QUEIROGA NO MINISTÉRIO DA SAÚDE E RECORDE DE MORTES POR COVID

Domingo é dia de RESUMO DA SEMANA aqui no Blog do Saber. Para quem não conseguiu acompanhar os fatos da política nacional tem a oportunidade de se atualizar agora, assistindo ao vídeo com o conteúdo do SEMANA DA PAN sob o comando de Vitor Brown. Então, senta ai e fique por dentro de tudo!

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PREFEITO DE NATAL GARANTE NOVO LOTE DE VACINAS PARA NATAL APÓS AUDIÊNCIA COM O MINISTRO PAZUELLO

Em audiência com ministro,  novo lote de vacinas para Natal

04 fev 2021

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O prefeito de Natal, Álvaro Dias, continua sua agenda em Brasília para pleitear recursos para a capital potiguar. Nesta quarta-feira (3), ele teve uma audiência com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e conseguiu a confirmação do envio de novas doses da vacina para o Rio Grande do Norte. O ministro confirmou que até o final desta semana o Estado receberá 51.800 doses de vacinas do Instituto Butantan, em 259 caixas. A previsão para Natal é de aproximadamente 13 mil doses, considerando que a cidade abriga 25,19% da população do Estado.
“Tratamos de vários assuntos, entre eles a questão das vacinas, que é uma grande preocupação para o povo de Natal e de todo o Rio Grande do Norte. A boa notícia é que até a próxima sexta-feira nós vamos ter disponíveis a nossa parcela de imunizantes para continuar vacinando o público prioritário do plano de imunização”, informou Álvaro Dias, que esteve no MS acompanhado da secretária municipal de Planejamento, Joanna Guerra, do secretário especial da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município de Natal (Arsban), Rossini Fernandes, e do secretário-executivo de Governo, Esdras Alves.
As doses serão distribuídas nos postos de saúde da capital e destinadas a complementar a vacinação do restante dos profissionais de saúde ainda não imunizados e os idosos, de acordo com os protocolos. Em 10 dias, Natal já vacinou 23.962 pessoas com as primeiras doses contra a Covid-19. Até a noite da última segunda-feira (1º), o “Vacinômetro” da Secretaria de Saúde de Natal marcava a aplicação de 23.362 doses. O restante foi aplicado na manhã de terça (2) apenas nas unidades de saúde, com as atividades nos drive thru suspensas. Nesta quarta-feira, o atendimento foi interrompido temporariamente até a chegada do novo lote.
 
Novo Hospital Municipal
Outro tema tratado no encontro com o ministro Eduardo Pazuello diz respeito aos recursos para a construção do novo Hospital Municipal de Natal, um compromisso administrativo assumido pelo prefeito. “Hoje, o hospital mantido pela Prefeitura opera em imóvel alugado. Com o futuro hospital, queremos ampliar e melhorar ainda mais os serviços que já oferecemos à população”, disse Álvaro Dias.
O prefeito conta que o ministro Eduardo Pazuello mostrou muita receptividade ao projeto e elogiou a proposta da Prefeitura de Natal. “Já demos entrada no projeto e acredito que a situação está bem encaminhada, estamos confiantes nesta parceria. Nós vamos conseguir, sim, recursos para Natal e para construir o nosso hospital municipal”, enfatizou o prefeito.
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BOAS NOTÍCIAS: CAMPANHA DE VACINAÇÃO NACIONAL CONTRA COVID-19 COMEÇA NESTA QUARTA-FEIRA

Enfim anuncio oficial, feito pelo Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre o início da vacinação para quarta-feira em todo o Brasil. A vacinação será iniciada com as vacinas coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan e com a vacina de Oxford em parceria com a Astrazeneca. Leia o artigo completo a seguir e saiba mais!

Ministério da Saúde anuncia para quarta-feira vacinação contra Covid no Brasil

O Ministério da Saúde informou neste domingo, 17, que a vacinação contra a Covid-19 no Brasil terá início na quarta-feira, 20, às 10h.

A distribuição da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo Instituto Butantan com a Sinovac, e aprovada pela Anvisa também neste domingo, começará a ser distribuída aos estados às 7h da segunda-feira, 18.

“Está dado o primeiro passo para o início da maior campanha de vacinação do mundo contra o coronavírus”, afirmou o ministro da Saúde , Eduardo Pazuello.

O anúncio foi feito logo após a aprovação do uso emergencial da CoronaVac e da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca pela Anvisa.

Repasse

O governador de São Paulo, João Doria, por meio das redes sociais, confirmou que estava determinando o repasse ao Governo Federal das doses solicitadas ao Butantan.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ressaltou ainda que a imunização começará simultaneamente em todo o Brasil e criticou a aplicação da primeira dose em São Paulo.

Segundo Pazuello, a aplicação da vacina na enfermeira Mônica Calazans, está “em desacordo com a lei”.

“Poderíamos num ato simbólico ou numa jogada de marketing iniciar a primeira dose em uma pessoa, mas em respeito a todos os governadores, prefeitos e todos os brasileiros, o Ministério da Saúde não fará isso”, acrescentou o ministro.

Alerta

O ministro afirmou ainda que os cuidados contra a transmissão da Covid-19 não devem ser interrompidos “em hipótese alguma”, apesar do início da vacinação.

“Volto a dizer: não podemos em hipótese alguma relaxar as medidas preventivas. Uso de máscara, álcool em gel na mão, distanciamento social – situações como esta que estamos, por exemplo [entrevista coletiva]… [Evitar] aglomerações… As empresas e estabelecimentos que têm autorização para trabalhar e devem trabalhar, a economia não deve parar, elas devem ter as medidas de cuidados muito claras”.

Com informações da Veja e G1

Fonte: Só Notícia Boa

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BOAS NOTÍCIAS: MINISTRO EDUARDO PAZUELLO AFIRMA QUE VACINAÇÃO EMERGENCIAL PODE COMEÇAR AINDA EM DEZEMBRO

A pressão é grande de todos os lados e o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse hoje em entrevista à CNN que a vacinação contra Covid-19 no Brasil poderá começar de forma emergencial ainda este mês, com a vacina da Pfiser/BioNTech. No artigo a seguir você vai se atualizar com as vacinas que estão despontando como candidatas a aprovação pela Anvisa.

Vacinação emergencial pode começar ainda este mês no Brasil, diz ministro

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello disse hoje em entrevista à CNN que a vacinação contra Covid-19 no Brasil poderá começar de forma emergencial ainda este mês, com o imunizante desenvolvido pela Pfizer/BioNTech, o mesmo que começou a ser aplicado esta semana no Reino Unido.

“Se a Pfizer conseguir a autorização emergencial e nos adiantar alguma entrega, isso [o início da vacinação] pode acontecer no final de dezembro ou em janeiro”, afirmou.

“Isso em quantidades pequenas, de uso emergencial”, lembrou Pazuello.

Mais adiantada

O ministro fez a afirmação porque a vacina da Pfizer é a que está mais adiantada.

“Estamos fechando o memorando de entendimento com a Pfizer. É a vacina que está mais adiantada, mas mesmo ela ainda não tem registro”, afirmou.

E ele não descartou que isso também aconteça com outras candidatas, como a da AstraZeneca/Oxford ou do Instituto Butantan.

Registro

Para ser usada de forma emergencial, a vacina precisa primeiro conseguir o registro, que dependeria do desenvolvimento e da aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Depois disso a aplicação poderia começar já entre janeiro e fevereiro, disse Pazuello.

O ministro garantiu que, se a Coronavac receber o aval da agência reguladora, ela será usada no plano de imunização.

“A vacina que estiver registrada na Anvisa e garantida sua eficácia e segurança será comprada e distribuída para todos os brasileiros”, afirmou.

O restante

Caso a vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech tenha o uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), será possível conseguir doses suficientes para aplicar o imunizante em 2 milhões de brasileiros, até o final do primeiro trimestre de 2021.

A informação foi dada pelo presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murillo, nesta terça-feira, 9, em audiência na Câmara dos Deputados. “Estamos trabalhando para começar a vacinar quase imediatamente depois de receber uso emergencial da Anvisa“, afirmou.

Apesar de o acordo ainda não estar fechado, o Brasil prevê a importação de 70 milhões de doses dos imunizantes Pfizer/BioNTech ao longo do próximo ano.

Estima-se que as primeiras 8,5 milhões de doses deverão chegar ao país no primeiro semestre, possibilitando a vacinação de aproximadamente 4 milhões de pessoas, uma vez que a imunização completa depende de duas doses.

Plano de vacinação

Na entrevista à CNN, Pazuello falou sobre o plano de vacinação contra a Covid-19 no Brasil, que foi finalizado nesta quarta, 9.

O ministro disse que a vacinação será incluída no Programa Nacional de Imunização e usará a mesma logística já operacionalizada pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

“O SUS trabalha de forma tripartite, com estados e municípios, e cada um já tem sua função dentro desse programa”, disse.

Ele detalhou que o governo federal distribuirá as doses, por via aérea e rodoviária, até os estados.

Então, será responsabilidade estadual distribuir entre as cidades e os municípios que executariam, efetivamente, a vacinação.

E disse que o governo federal vai oferecer o imunizante “garantindo que a vacina chegue e governadores/prefeitos tenham essa segurança. Não é por imposição, é por garantia”, finalizou.

Com informações da CNN e Metrópoles

Fonte: Só Notícia Boa

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RESUMO DA SEMANA: PAZUELLO EFETIVADO, DÍVIDAS DAS IGREJAS E FIM DO RENDA BRASIL

Neste domingo você vai ver na nossa coluna RESUMO DA SEMANA assuntos como a efetivação de Pazuello como Ministro da Saúde, a questão do veto do presidente sobre o perdão das dívidas das igrejas, o fim do Renda Brasil em declaração dada por Bolsonaro, e muito mais no programa Semana da Pan, sob o comando de Vitor Brown, com tudo que foi notícia na política nacional. Então aproveite a sua próxima hora para se atualizar!

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ANÁLISE POLÍTICA: MINISTRO PAZUELO ABRE OS COFRES E RECEBE ELOGIOS ATÉ DOS PREFEITOS DA OPOSIÇÃO

O comentário desta sexta-feira na coluna ANÁLISE POLÍTICA é de Alexandre Garcia que trata entre outras coisas da minguada reação da grande imprensa o artigo do jornalista que disse torcer pela morte de Bolsonaro e ainda sobre os elogios dos prefeitos de oposição ao Ministro da Saúde, Pazuello. Então assista ao vídeo completo, reflita e tire suas conclusões!

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MANDENTTA ASSUME TOM CONCILIADOR E PEDE PARA POPULAÇÃO SE PREPARAR PARA MUITAS PERDAS

Mandetta prega consenso nacional para lidar com avanço do coronavírus e reforça pedido de isolamento

Ministro da Saúde assume tom conciliador e pede a brasileiros para se prepararem para muitas perdas de vida. “Deixem que nos planejemos para um estresse grande que vem lá na frente”

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, atualiza dados sobre o coronavírus em coletiva de imprensa neste sábado, 28 de março.O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, atualiza dados sobre o coronavírus em coletiva de imprensa neste sábado, 28 de março.MARCELLO CASAL JR / AGÊNCIA BRASIL

Foi uma semana de estresse, com o presidente Jair Bolsonaro e governadores se engalfinhando publicamente enquanto o coronavírus se espalha no Brasil. Nesse tiroteio político, o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, decidiu assumir um tom de conciliação na coletiva de imprensa deste sábado, quando a pasta anunciou 3.904 casos confirmados de Covid-19 no Brasil e 114 mortes. “O Brasil é uma nave só”, disse Mandetta, falando no “consenso” que está sendo construído com secretários municipais e estaduais, incluindo o desenho adequado do que é quarentena, e como ela iria funcionar. “Ninguém tem esse parâmetro”, explicou ele. “A verdade é que vamos descobrir como vai ser nossa sociedade, nossas fraquezas e fortalezas. A saúde não é uma ilha. A economia é, sim, muito importante na saúde”, disse ele, vislumbrando a intersecção necessária para se chegar a um ponto de equilíbrio no debate do coronavírus.

O país chegou a um pico de tensão nos últimos dias enquanto o presidente pregava quarentena vertical que isolasse os mais velhos e reabrisse escolas, igrejas, lotéricas e comércio em geral. “Não existe quarentena vertical ou horizontal. O que existe é a necessidade de arbitrar em determinados tempos”, afirma Mandetta, lembrando que é preciso “coordenar a ação nacional”.

O ministro explicou didaticamente a necessidade de coordenar a logística para a aquisição de equipamentos de proteção individual para os profissionais de saúde que trabalham na linha de frente nos hospitais, e que podem ser contaminados pelo coronavírus, provocando baixas num momento extremamente delicado. São compras disputadas, de empresas nacionais e internacionais, num momento em que o mundo todo vive a pandemia. “Deixem que nos preparemos para um estresse muito grande que vem lá na frente”, disse ele, lembrando que virão “muitas perdas” de vida, e o sistema de saúde precisa estar preparado para atenuar isso. “Vamos trabalhar para poupar vidas, sabendo que haverá dias duros”, afirmou Mandetta.

Economia

Diante da pressão do presidente e de alguns empresários para retomar a atividade econômica, Mandetta colocou a bola no meio do campo. “O presidente está certíssimo ao dizer que a crise econômica vai matar as pessoas. Temos que buscar uma fórmula com o Ministério da Economia”, afirmou Mandetta, em aceno ao presidente Bolsonaro. Mas assumiu a direção desejada pela grande maioria dos governadores, de olhar as duas dimensões da pandemia ao mesmo tempo. “A economia é muito importante para a saúde. O que colocamos em dúvida são os critérios dessas quarentenas [adotadas pelos governos]”, afirma Mandetta. “Vamos colocar alguns critérios, porque são necessários. Não serão os critérios do ministro Mandetta, estamos trabalhando com os secretários para estabelecer um consenso”, explicou. O ministro reforçou que era necessário garantir alimentos para abastecer mercados que atendam às famílias brasileiras. “Geladeira não pode ficar vazia”, explica.

A leitura de especialistas é a de que, num quadro de emergência, é preciso reacomodar uma cadeia produtiva para atender as demandas urgentes. No caso atual, a saúde e a alimentação básica, que norteariam a abertura do isolamento social caso a caso, ou seja, garantindo o livre trânsito para tudo que seja relativo a insumos de saúde e alimentos. A guerra política dos últimos dias, porém, atrasou alguns acordos, o que Mandetta colocou na conta do aprendizado diante da gravidade da pandemia. Seu norte, contudo, ficou claro na entrevista. “Estamos falando de vida. Vamos nos pautar pela ciência. Precisamos de planejamento, calma, frieza”, avisou ele, se descolando de Bolsonaro, que tinha a intenção de fazer uma campanha pela retomada de atividade econômica no país, mas foi impedido pela Justiça.

Os apoiares do presidente incentivaram carreatas em diversos pontos do país com o slogan “O Brasil não pode parar”, seguindo o apelo de Bolsonaro. O ministro minimizou o assunto. “Os mesmos que fazem carreata vão ficar em casa daqui a duas semanas”, disse Mandetta, que prevê a possibilidade de que o país tenha de parar totalmente. “O lockdown, que é a parada absoluta, pode vir a ser necessária em alguma cidade. O que não existe é um lockdown em todo o território nacional e desarticulado”, explica.

Sobre o medicamento cloroquina, que o presidente Bolsonaro vem divulgando como possível cura do coronavírus, Mandetta afirmou que “não é uma panaceia” e que ainda está sendo estudado para casos graves. “Não é hora de sobrecarregar o sistema de saúde. Vamos aguardar”, acrescentou em seguida. O ministro precisou reiterar sua continuidade no cargo, depois de rumores que entregaria sua demissão neste sábado. Guardou parte da entrevista para pedir pediu calma aos brasileiros e que desliguem a televisão às vezes, porque as notícias podem ser “tóxicas”, segundo suas palavras. Ele lembrou que a pandemia vai mudar tudo, e que depois que terminar, o mundo estará diferente. “Vai sair um mundo reflexivo, que vai ter que repensar seus valores”, concluiu.

Imprensa “sórdida”

Em determinado ponto da entrevista, Mandetta também atacou a imprensa e falou que “às vezes, os meios de comunicação são sórdidos”. As palavras, que parecem representar uma tentativa de agradar o presidente Bolsonaro, causaram indignação entre alguns jornalistas e resultou em um duro editorial do Jornal Nacional na noite deste sábado. “Desliguem um pouco a televisão. Às vezes ela é tóxica demais”, recomendou ele aos brasileiros. “Há quantidade de informações e, às vezes, os meios de comunicação são sórdidos porque ele só vendem se a matéria for ruim. Publicam o óbito, nunca vai ter que as pessoas estão sorrindo na rua. Senão, ninguém compra o jornal”, acrescentou.

Fonte: EL PAÍS

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