POLÍTICA: EXÉRCITO BRASILEIRO NÃO CEDEU AS PICUINHAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” NEM DE OPOSITORES AO GOVERNO BOLSONARO

Exército se impõe e não cede à pressão dos “esquerdopatas” e da “mídia do ódio”

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Exército Brasileiro não cedeu às picuinhas da “mídia do ódio” nem tampouco de opositores ao Governo do presidente Jair Bolsonaro e mostrou, mais uma vez, que quem determina as decisões internas das Forças Armadas são os próprios militares.

A esquerda bem que tentou uma forçada de barra, utilizando-se da “mídia do ódio” para coagir a alta cúpula do Exército a abrir processo administrativo contra o General Eduardo Pazuello, ex-Ministro da Saúde, que esteve presente em uma motociata, no Rio de Janeiro, no final de maio.

Porém, após deliberação interna e, em resposta ao pedido formulado pelo jornal O GLOBO, que faz claramente oposição ao presidente da República, o Exército respondeu que o processo contém informações pessoais e, citando o dispositivo da Lei de Acesso à Informação (LAI) que garante, nessas situações, o sigilo por 100 anos, não se sujeitou às exigências da emissora carioca.

“A documentação solicitada é de acesso restrito aos agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que ela se referir”, justifica o Exército, em nota.

“Magoada”, a Rede Globo, que perdeu contratos com o Governo Federal desde que Jair Bolsonaro assumiu a cadeira da presidência, choramingou a não entrega dos documentos e disse que cabe recurso à decisão do Exército junto à Controladoria-Geral da União (CGU); demonstrando que ainda não quer perder a “quebra-de-braço”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: AS FALSAS NARRATIVAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” TENTAM CAUSAR CONSTRANGIMENTOS ÀS FORÇAS ARMADAS, EM ESPECIAL O COMANDO DO EXÉRCITO BRASILEIRO

A autorizaçao de Pazuello e a falsa narrativa da “mídia do ódio”, uma farsa editorial

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A imprensa, o rádio, a literatura, a pintura, a música, o cinema, o teatro, são poderosas armas ideológicas de nosso partido (Kruschev)

Desde domingo, 23/05, grande parte da imprensa e meios de comunicação vem bombardeando o país, histericamente, com falsas narrativas sobre a presença do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, em colossal passeata de motociclistas no Rio de Janeiro, em apoio e homenagem ao Presidente da República, Jair Bolsonaro.

Para que se tenha uma ideia da magnitude do evento, mil policiais militares de quatro batalhões do Rio atuaram no esquema de segurança.

Entretanto é digno de registro que nenhum incidente foi registrado e todas as vias públicas foram encontradas perfeitamente limpas, sem restos de lanches (como pão com mortadela), sem lixo, sem vestígios de xixi ou fezes humanas – tal como ocorria nos governos petistas, que emporcalhavam tudo.

As falsas narrativas, todas com intenção de causar constrangimentos às Forças Armadas, em especial ao Comando do Exército, informam que a participação de Pazuello na manifestação “pode abrir uma nova crise militar no governo”. Percebam o malicioso “nova” colocado no texto, em mais outra falsa narrativa, para passar a falsa impressão de que há crises.

Destaco alguns títulos de notícias encontrados (dentre dezenas), escritas por alguns arautos do apocalipse:

– Exército ficará desmoralizado se não punir Pazuello;

– Para militares, Pazuello foi desleal com comandante;

– (Pazuello) “colocou em xeque a disciplina do Exército”.

Percebe-se claramente o objetivo dessa farsa editorial, planejada por grupos com interesses escusos: semear discórdia e divisões internas nas Forças Armadas, enfraquecendo-as. Para reflexão, apresento um excerto que li, há muitos anos, numa orientação do antigo Ministério da Guerra da URSS:

“Uma das tarefas fundamentais e primordiais, independentemente da situação política, é a decomposição das Forças Armadas e das Polícias burguesas. O enfraquecimento destes poderosos elementos far-se-á externamente por campanhas de descrédito…”

De modo geral as críticas (na verdade, meros pretextos) à participação de Pazuello no magnífico encontro de milhares de motociclistas no Rio de Janeiro decorreriam do fato dele ser general de divisão da ativa, estando proibido de se manifestar publicamente a respeito de assuntos de natureza político-partidária sem que esteja autorizado previamente.

Importante lembrar que era um domingo, Pazuello estava num evento absolutamente informal entre motoqueiros na condição de ex-ministro e não estava fardado. Em momento algum sua condição de militar foi invocada; nem mesmo essa condição contribuiu para potencializar o evento. As milhares de pessoas presentes viram o ex-ministro da Saúde, não o general.

Ainda assim, procurando a legislação a respeito, encontrei o Decreto nº 4.346 (Regulamento Disciplinar do Exército), de 26 de agosto de 2002. O referido Regulamento traz o Anexo I, intitulado “Lista de Transgressões” que, no item 57, tem a seguinte redação:

57. Manifestar-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária.

Em primeiro lugar, para desmistificar as falsas narrativas e fugir das armadilhas, não consta Eduardo Pazuello teria se manifestado a respeito de “assunto de natureza política-partidaria”. Essa é mais uma mentira que deve ser desconstruída.

Em segundo lugar e considerando-se que o ex-ministro Pazuello teria se manifestado em questão de natureza “político-partidária” (hipótese que se coloca apenas para fins de reflexão e argumentação), teríamos que enfrentar a questão da suposta “falta de autorização”. Houve ou não houve autorização?

EDUARDO PAZUELLO É AUTORIZADO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Pois bem, ao contrário do que levianamente afirmam, o General de Divisão Eduardo Pazuello foi autorizado a participar do evento e até a manifestar-se sobre assunto de natureza “política-partidária”, caso quisesse.

O caso é de evidência e simplicidade franciscana. Equivale a um fato notório, que não precisa ser provado, conforme preconiza o CPC, art. 374, I. Ele foi autorizado pela autoridade suprema das Forças Armadas, o Presidente da República, nos termos do art. 142, caput, da Constituição Federal:

“As Forças Armadas, constituídas pela marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República”.

Essa autorização, clara e evidente, porém não escrita, não formal, fica explícita diante das próprias circunstâncias, ou seja, a autoridade suprema das Forças Armadas (Presidente da República Jair Bolsonaro) no evento, ao lado de Eduardo Pazuello, inclusive elogiando-o. Os fatos falam e bastam por si só.

Em razão das circunstâncias, não houve um oficio, um memorando ou um ato formal para isso; a rigor, nem haveria necessidade, por se tratar de um domingo. Por óbvio, caso o evento fosse durante um dia útil da semana – quando Pazuello tem que cumprir o seu expediente normal de trabalho – as coisas ocorreriam de outra forma, até para justificar a ausência de Pazuello de sua unidade de lotação.

Portanto, é evidente que apesar das falsas narrativas e nesses tempos de pós-verdades, nesse episódio Pazuello estava devidamente autorizado pelo Presidente da República, autoridade suprema das Forças Armadas.

Caso queiram, o Regulamento Disciplinar do Exército, em seu Anexo I, item 57, pode ser alterado ou adequado, no sentido de esclarecer quem pode (ou não) autorizar, bem como qual deve ou pode ser a forma dessa autorização.

Vale lembrar que qualquer alteração no Regulamento Disciplinar do Exército (Decreto) é de competência privativa do Presidente da República, autoridade suprema das Forças Armadas, nos termos do art. 84, Inciso IV, da Constituição.

“Muitas vezes o óbvio surpreende mais que a realidade” (autor desconhecido)

Em tempos de “censura“, precisamos da ajuda do nosso leitor.

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ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: MINISTRO RICARDO SALLES REBATE FALSAS NARRATIVAS DA “MÍDIA DO ÓDIO” DE OPOSITORES SOBRE O MEIO AMBIENTE NO PAÍS

Se diz ambientalista, mas o Acre, da Marina Silva, tem o segundo pior saneamento do Brasil”, dispara Salles

Fotomontagem

O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em entrevista ao programa “Pingos nos Is”, desta segunda-feira (17), comentou sobre a questão dos lixões que existem em mais de 3 mil municípios brasileiros.

Salles afirma que o grande problema ambiental do Brasil são os resíduos das cidades. E, desde o início da atual gestão, já foram fechados 600 lixões no país.

“Tínhamos mais de três mil municípios no Brasil com lixões, ao invés de ter aterro e destinação adequada. Isso é vontade política, investimento, estratégia. Ajudamos os municípios a estruturar, equipamentos de coleta seletiva, de triagem, as cooperativas de reciclagem e também o destino final. Os aterros são algo necessário. Nós não temos ainda o aproveitamento energético. Então, os aterros passam a ser a destinação mais adequada dentro dos possíveis”, explicou.

Atento à evolução tecnológica e o meio ambiente urbano, o ministro falou:

“Ajudamos os municípios, demos os recursos, demos os equipamentos e, pela primeira vez na história, o número de lixões no Brasil caiu, substancialmente, 20% em relação ao que era no início do Governo (Bolsonaro). Algo que vinha crescendo há décadas no país em razão do descaso, falta de interesse”, garantiu.

Sobre a poluição do ar, Salles disse:

“O ar só não é pior no Brasil, nos grandes conglomerados, graças ao Etanol, que é o nosso combustível exemplo pro resto do planeta, combustível renovável. Se não tivéssemos o Etanol como fonte importante de combustível pros nossos veículos, as cidades seriam ainda mais poluídas em razão da queima dos combustíveis fósseis: gasolina e óleo diesel”, esclareceu.

Salles comentou sobre o desmatamento no país.

“A nossa defesa é a de que precisa fazer a regularização fundiária pra melhorar o problema do desmatamento ilegal na Amazônia. Precisa ter o pagamento pelos serviços ambientais. Precisa ter o zoneamento ecológico. Precisa colocar ‘de pé’ a bioeconomia pra além das ações de comando e controle”, informou, acrescentando que o estado do Pará concentra mais de 40% do desmatamento no Brasil.

O ministro rebateu as falsas narrativas da “mídia do ódio” e de opositores sobre o meio ambiente no país e disse que o Governo Bolsonaro procurar participar de eventos internacionais para dirimir as dúvidas “face a face”.

“É uma vergonha, né? Esse pessoal que se diz ambientalista e sentaram na cadeira de ministro do Meio Ambiente por 20 anos, não cuidaram do saneamento e do lixo. Basta dizer que o estado do Acre, da Marina Silva, tem o segundo pior saneamento do Brasil”, finalizou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PONTO DE VISTA: ESSA INSISTÊNCIA DA EXTREMA-IMPRENSA SÓ GERA CAOS POLÍTICO, ECONÔMICO E SOCIAL

Caio Coppolla é o destaque da nossa coluna PONTO DE VISTA desta segunda-feira com a sua participação no programa da sexta-feira da semana passada do Grande Debate da CNN. Com sempre impecável, ele realmente colocou a extrema-imprensa em seu devido lugar. Está ficando muito cansativo essa perseguição sem fim ao presidente Bolsonaro. Uma verdadeira mídia do ódio. Chega a ser ridículo e patético de tão pernóstico. Eu pergunto minha gente : o que o nosso país, o povo brasileiro ganha com essa perseguição? Ao não se conformar e não querer deixar o presidente Bolsonaro governar essa imprensa maldita não apenas atrapalha o governo, mas principal, atrasa o desenvolvimento do país em todos os sentidos. Gera caos político, econômico e social, ou seja, cria a anarquia! O Caio Coppolla é uma voz quase solitária, de bom senso e da sobriedade  no cenário político nacional. É muito importante que seja ouvida pelo maior número de pessoas possível. No artigo a seguir veja os detalhes e o vídeo da fala do exímio comentarista político e ajude a divulgar o nosso protesto a essa imprensa extremista de esquerda.

Coppolla coloca a “mídia do ódio” em seu devido lugar e rechaça crise “inventada” entre Bolsonaro e Guedes (veja o vídeo)

Caio Coppolla

Mais uma vez, o brilho de Caio Coppolla resplandece na tela da TV.

Em noite de grande inspiração, o comentarista político colocou a extrema-imprensa em seu devido lugar.

Para Caio, essa turma está demitindo o ministro Paulo Guedes há 20 meses, desde o início do governo. E ele adverte:

“O pior é que se esse jornalismo de torcida finalmente confirmar as suas previsões, eles ainda vão contar vitória. (…) Até um relógio quebrado acerta hora duas vezes ao dia.”

E prossegue o comentarista:

“Nós já somos acostumados a veículos de comunicação ou mesmo jornalistas, que adotam políticos e partidos de estimação”.

Para tanto, Caio lembra uma matéria publicada recentemente em O Globo:

“É hora de perdoar o PT”.

Na sequência, ele demonstra que da mesma forma, que essa imprensa adotou agora um político de ‘estigmatização’. E explica o que é estigmatizar:

“É aviltar. É condenar. É rotular. Existe hoje no Brasil uma autoridade pública que canaliza da frustração coletiva da alta intelectualidade das redações. E que se tornou uma espécie de judas do noticiário. Todo mundo malha. O seu nome, claro, é Jair Bolsonaro. (…) Críticas negativas ou destrutivas se tornaram obrigatórias. Críticas construtivas, cada vez mais raras. E comentários elogiosos estão terminantemente proibidos.”

Veja o vídeo:

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade Online

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