ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE: SEGUNDO ALERTA DA MARINHA, VENTOS PODEM CHEGAR ATÉ 60 KM/H NO LITORAL DO RN

Por G1 RN

 

Marinha alerta para ventos fortes no litoral do RN - Foto de arquivo — Foto: Natinho Rodrigues/SVMMarinha alerta para ventos fortes no litoral do RN – Foto de arquivo — Foto: Natinho Rodrigues/SVM

A Marinha do Brasil emitiu um alerta de ventos fortes no litoral do Rio Grande do Norte.

De acordo com o alerta, ventos de direção Sudeste a Leste, com intensidade de até 60km/h (33 nós), atingem a faixa litorânea entre os estados da Bahia, ao norte de Caravelas, e do Rio Grande do Norte, ao sul de Natal e também a faixa litorânea entre o RN, ao norte de Natal, e o Maranhão, ao sul de São Luís.

O alerta é válido entre a manhã do dia 6 de agosto e a manhã do dia 7 de agosto.

A Capitania dos Portos do RN recomenda que as embarcações de pequeno porte “evitem a navegação” e que as demais embarcações “redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança”.

A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no site.

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NOTA DEFENDENDO VOTO AUDITÁVEL É EMITIDA POR MILITARES DA RESERVA

Militares da reserva emitem nota defendendo ‘voto auditável’

Nota é assinada pelos presidentes dos clubes do Exército, Marinha e Aeronáutica

Evandro Furoni, da CNN, Em São Paulo

 Atualizado 02 de agosto de 2021 às 21:13

Militares da reserva emitem nota defendendo 'voto auditável'

O Clube Militar, o Clube Clube Naval e o Clube de Aeronáutica, formados por oficiais da reserva das Forças Armadas brasileiras, emitiram em conjunto uma noite desta segunda-feira (2) defendendo a proposta de “voto auditável”, bandeira defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e motivo de confrontos com o Supremo Tribunal Eleitoral (TSE).

A nota reproduz os argumentos utilizados por  Bolsonaro em sua transmissões pelas redes sociais na última quinta-feira (29). Segundo os oficiais da reserva, “Auditagem das urnas não pode ser enxergada a olho nu. Trata-se,  de uma inescrutável caixa preta. A  inviolabilidade das urnas eletrônicas, atestada pela própria equipe técnica do TSE, não pode ser um dogma. O TSE bloqueia sistematicamente propostas de teste do sistema solicitados por equipes externas, o  que pode levar à suspeita de que tem algo a esconder”, diz o comunicado. A apuração das urnas não é feita em segredo, representantes dos partidos participantes da disputa acompanham a apuração.

A nota ainda relembra ataques digitais ocorridos no mundo para questionar a segurança das urnas. “Digitais da NASA, do Pentágono, de partidos políticos americanos  e de grandes empresas privadas, mesmo protegidos por sistemas de segurança (CyberSecurity) up to date, já foram invadidos( …) Diante destas inquestionáveis evidências, seriam as urnas eletrônicas brasileiras realmente  inexpugnáveis?”, afirma

A nota é emitida no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar o TSE pelo uso das urnas eletrônicas. Ainda nesta segunda o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, usou o tradicional discurso na volta dos trabalhos da Corte para criticar as falas de Bolsonaro contra o Judiciário.

O texto ainda cita a PEC 135/2019, que transita no Congresso e defende as mudanças no sistema eleitoral brasileiro. A avaliação dentro do Legislativo é que a mudança tem poucas chances de ser aprovada no atual momento

Roberto Barroso, presidente do TSE, principal alvo dos ataques de Bolsonaro, também respondeu aos ataques. Em reunião transmitida na noite desta segunda, o ministro afirmou que o uso do voto impresso não só traria um custo maior para a realização das eleições, como também as tornariam menos seguras, dados os riscos de transporte dos votos impressos.

Ainda nesta segunda, o TSE instaurou um inquérito para investigar os ataques feitos contras as urnas eletrônicas. Tal ação poderia não só acarretar em uma notícia-crime contra Bolsonaro, como também impugnar a sua candidatura.

Confira a nota completa dos clubes militares:

Rio de Janeiro, 02 de Agosto de 2021

Clube Naval, Militar e de Aeronáutica

A confiabilidade  e a transparência de um processo eleitoral constituem requisitos básicos para uma  democracia saudável, e suscitaram o debate sobre a implementação da urna eletrônica com  voto impresso auditável, em análise pelo Congresso Nacional, provocado  pela PEC 135/2019.

As Urnas Eletrônicas (DRE – Direct Recording Electronic Voting Machines) de 1ª Geração foram implantadas  em  1996. De 2006 a 2012, Holanda, Alemanha, EUA, Canadá, Rússia, Bélgica, Argentina, México e Paraguai abandonaram-nas. Em 2014, India e Equador adotaram modelos mais avançados. Embora já exista a Urna E de 3ª Geração, o   Brasil  insiste em utilizar as superadas Urnas E de 1ª Geração.

A auditagem das urnas não pode ser enxergada a olho nu. Trata-se,  de uma inescrutável caixa preta. A  inviolabilidade das urnas eletrônicas, atestada pela própria equipe técnica do TSE, não pode ser um dogma. O TSE bloqueia sistematicamente propostas de teste do sistema solicitados por equipes externas, o  que pode levar à suspeita de que tem algo a esconder. Por que essa exclusiva “segurança em obscuridade”? Por que tal segregação, se todos, indistintamente,  tem direito à verdade?

No entendimento do TSE, apoiado na  letra jurídica, o ônus da prova cabe a  quem reclama de fraude. Mas pelo fato de  todo o processo ser digitalizado, sem  a existência de provas  visíveis  e tangíveis, torna-se impossível atestar uma possível ilicitude. Se não há como apresentar provas materiais, a questão permanece em suspenso, o que favorece os tenazes defensores do sistema. Até quando vai perdurar esse circunlóquio?

Pessoas dotadas de nível mediano de  conhecimentos sobre sistemas sabem que celulares e computadores  são  vulneráveis a vírus e invasões. No tocante a Urnas E, o universo de pragas  cibernéticas pode compreender, dentre outros malefícios,  a clonagem e adulteração de programas,  a inclusão de programas  maliciosos para desvio de votos de um candidato para outro, a supressão de votos, fraudes na apuração e totalização de votos  e   pré-inserção de votos nas urnas.

Sistemas digitais da NASA, do Pentágono, de partidos políticos americanos  e de grandes empresas privadas, mesmo protegidos por sistemas de segurança (CyberSecurity) up to date, já foram invadidos. Hackers, por ideologia e/ou interesses financeiros, são gênios do mal e estão sempre um passo à frente em termos de avanço  tecnológico. Diante destas inquestionáveis evidências, seriam as urnas eletrônicas brasileiras realmente  inexpugnáveis?

De acordo com o previsto na PEC 135/2019, mediante a impressão, o eleitor não tocaria o voto, tampouco o levaria consigo, apenas o veria, verificaria se ele de fato corresponde ao candidato que aparece na tela,  confirmaria, o papel  cairia e permaneceria armazenado dentro de urna lacrada, o que possibilitaria, caso necessário, futuro cotejo e recontagem. Portanto, nada mais  falso afirmar que, com a impressão do voto, o eleitor poderia ser  pressionado por “benfeitores”, traficantes, milicianos e afins.  Pura desinformação.

O TSE,  administrador-mor do sistema, prega a dependência absoluta do software, ao afirmar que   um aumento da interferência humana ocasionaria erros que abririam brechas para a judicialização do processo eleitoral. Obviamente, nenhum sistema está totalmente a salvo da maldade   dos homens. Mas seria a aceitação passiva dos resultados da urna eletrônica mais aconselhável, a fim de evitar  questionamentos válidos, no melhor estilo “Cale-se, eu sei o que é melhor para você”? Eis  a verdadeira ditadura.

O sistema de urnas eletrônicas com voto impresso auditável, indubitavelmente,  acrescenta equipamentos eletrônicos, o que aumenta a probabilidade da ocorrência de problemas sistêmicos, além de gerar necessidades logísticas e de segurança física. Caberia  ao TSE ser proativo  e estabelecer planos contingentes para que o sistema como um todo possa operar  de maneira eficiente. A justificativa de que, em face da pandemia, o gasto de três bilhões de reais com o custo da implementação das urnas eletrônicas com voto impresso auditável  seria inadmissível não se sustenta, pois a lisura e a transparência  do processo eleitoral –  essenciais para uma  salutar  democracia –  não tem preço, seja em que tempo for.

O prazo final para a resolução desse imbróglio, visando as eleições de 2022, será outubro. Esperamos que não seja um outubro vermelho, mas sim verde e amarelo, pelo bem do Brasil.

AE Luiz Fernando Palmer Fonseca

Presidente do Clube Naval

Gen Div Eduardo José  Barbosa

Presidente do Clube Militar

Maj Brig-Ar Marco Antonio Carballo Perez

Presidente do Clube de Aeronáutica

O Clube Militar com este texto, encerra uma série de artigos mostrando a necessidade de total transparência no processo eleitoral brasileiro.

A data de hoje é importante, pois antecede a votação de matérias no Congresso Nacional.

Boa sorte, Brasil!

Fonte: CNN

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LITORAL DO RN PODE TER ONDAS DE ATÉ 4 METROS DE ALTURA, SEGUNDO ALERTA DA MARINHA

Por G1 RN

 

Onda, litoral potiguar, litoral do RN, Ponta Negra, Mar Grosso — Foto: Eros SenaOnda, litoral potiguar, litoral do RN, Ponta Negra, Mar Grosso — Foto: Eros Sena

A Marinha do Brasil emitiu um alerta de mar grosso, com ondas de Sul a Sudeste de 4 metros de altura entre o Norte de Salvador e Natal.

O alerta é válido até as 9h da segunda-feira (2).

A Capitania dos Portos do RN recomenda que as embarcações de pequeno porte “evitem a navegação” e que as demais embarcações “redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança”.

A Marinha do Brasil mantém todos os avisos de mau tempo em vigor no site.

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O VICE-PRESIDENTE HAMILTON MOURÃO ELOGIOU A ESCOLHA DOS NOVOS COMANDANTES DO EXÉRCITO, MARINHA E AERONÁUTICA FEITA POR BOLSONARO

Escolha dos novos comandantes foi ‘muito boa’, diz Mourão à CNN

Vice-presidente argumenta que novo comandante do Exército, general Paulo Nogueira, não era o mais antigo, como é tradicional na escolha, mas ‘não é o mais novo’

Igor Gadelha

Por Igor Gadelha, CNN  

 Atualizado 31 de março de 2021 às 21:51

Vice-presidente do Brasil, Hamilton MourãoVice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O vice-presidente Hamilton Mourão elogiou, na noite desta quarta-feira (31), a escolha dos novos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica feita pelo presidente Jair Bolsonaro. “Muito boa”, afirmou à CNN Mourão, que é general da reserva.

No caso do Exército, Mourão ressaltou que o escolhido, general Paulo Sérgio Nogueira, não era o mais antigo, “mas também não era o mais novo”. Com aposentadoria de alguns oficiais, Nogueira foi o terceiro da lista de antiguidade.

O vice-presidente destacou “liderança” como a principal característica que define o novo comandante do Exército. Até esta quarta-feira, Nogueira atuava como chefe do Departamento-Geral de Pessoal do Exército Brasileiro.

Como antecipou a analista da CNN Basília Rodrigues, para a Marinha o escolhido foi o almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, segundo mais antigo da lista. Já o novo comandante da Aeronáutica será o tenente-brigadeiro Baptista Júnior.

As escolhas foram elogiadas pelo vice-presidente. “Dois excelentes profissionais (os comandantes escolhidos para Marinha e Aeronáutica). Como tenho dito, nada muda”, afirmou Mourão.

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COM SALÁRIOS DE ATÉ R$ 10,9 MIL, MARINHA ABRE CONCURSO PARA ADMISSÃO À ESCOLA NAVAL

Marinha abre concurso para admissão à Escola Naval; salários de até R$ 10,9 mil

08 fev 2021

Resultado de imagem para Marinha abre concurso para admissão à Escola Naval; salários de até R$ 10,9 mil

O Serviço de Seleção de Pessoal da Marinha abriu mais um concurso público. Desta vez as chances são para admissão à Escola Naval em 2021. São 20 oportunidades, sendo 12 para mulheres e oito para homens. 20% das chances são reservadas a candidato autodeclarados negros.
Para concorrer é necessário ser brasileiro natro, não ser casado ou estar em união estável,, ter entre 18 e 23 anos de idade, ter concluído o nível médio (ou estar prestes a concluir), altura mínima de 1,54m e máxima de 2,00m,  entre outros requisitos.
As inscrições podem ser feitas de 22 de fevereiro a 14 de março, pelo site da Marinha. A taxa custa R$ 90. O pagamento da taxa de inscrição será aceito até o dia 19 de março.

Etapas

O concurso da Escola Naval da Marinha será composto por:
a) Prova Escrita Objetiva (PO) de Matemática e Inglês;
b) Prova Escrita Objetiva (PO) de Física e Português;
c) Redação; e
d) Eventos Complementares (EVC) constituídos de:
I) Verificação de Dados Biográficos (VDB);
II) Inspeção de Saúde (IS);
III) Teste de Aptidão Física de Ingresso (TAF-i);
IV) Avaliação Psicológica (AP);
V) Verificação de Documentos (VD); e
VI) Procedimento de Heteroidentificação Complementar à Autodeclaração (PH).
No primeiro dia será aplicada uma prova objetiva, composta das disciplinas de Matemática e Inglês, que terá duração 5 horas e será constituída de 40  questões, sendo: 22 de Matemática e 18 de Inglês, cada questão valerá 2,5 pontos, totalizando 100 pontos.
No segundo dia serão aplicadas uma prova objetiva, composta das disciplinas de Física e Português e uma Redação, com duração total de 5 horas. A prova objetiva será constituída de 40 questões, sendo: 22 de Física e 18 de Português, cada questão valerá 2,5 pontos, totalizando 100 pontos.
O TAF será constituído de natação e corrida. O candidato será submetido às provas do TAF em dois dias não consecutivos. Para ser aprovado, o candidato deverá nadar o percurso de 50 metros no tempo máximo de 1 minuto e 30 segundos para o sexo masculino e 2 minutos e 20 segundos para o sexo feminino. Já a na corrida, o inscrito deverá correr o percurso de 2.400 metros no tempo máximo de 14 minutos e 30 segundos para o sexo masculino e 16 minutos para o sexo feminino.
As provas e eventos complementares serão aplicados na primeira quinzena de junho, em várias cidades no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Paraíba, Amapá, Piauí, Pará, Maranhão, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins, São Paulo, Amazonas e Rondônia.
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NO RN A MARINHA DISPÕE DE 11 VAGAS E ABRE PROCESSO SELETIVO COM SALÁRIO INICIAL DE R$ 6,9 MIL

Por G1 RN

 

Comando do 3º Distrito Naval da Marinha, em Natal — Foto: Marinha do Brasil/DivulgaçãoComando do 3º Distrito Naval da Marinha, em Natal — Foto: Marinha do Brasil/Divulgação

A Marinha do Brasil abriu processo seletivo para 11 vagas no Rio Grande do Norte e com salários que podem chegar a até R$ 9.135,00. O salário inicial é de R$ 6.993,00.

As vagas são para o Serviço Militar Voluntário de Oficiais (SMV-OF) distribuídas pelos Estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas e Ceará. Ao todo, são 26 vagas.

As inscrições para o processo seletivo podem ser feitas até 31 de janeiro. O valor da taxa de inscrição é de R$ 130 e pode ser pago até 1º de fevereiro de 2021.

As vagas são para homens e mulheres com nível superior, que estejam na faixa etária dos 18 aos 40 anos completos até 31 de dezembro do ano da incorporação. O vínculo tem duração de até um ano e pode ser prorrogado por até oito anos.

O processo seletivo será feito em etapas com provas objetivas e, caso seja aprovado, o candidato passará ainda pela inspeção de saúde, prova de títulos, teste de aptidão física, verificação de dados biográficos e verificação documental.

O salário inicial é de R$ 6.993,00 para Guarda-Marinha, posto inicial do Oficial. Após seis meses, o candidato passa a ocupar o posto de Segundo-Tenente, com salário de R$ 7.490,00. Em seguida, após mais seis meses, será promovido a Primeiro-Tenente, com vencimento de R$ 8.245,00. No sétimo ano de prestação de Serviço Militar Voluntário, poderá chegar ao posto de Capitão-Tenente, com salário de R$ 9.135,00.

Além do salário, os oficiais recebem adicionais militar e de habilitação e outros benefícios, como alimentação, assistência médico-hospitalar, ajuda para aquisição de uniformes, entre outros.

Os militares temporários aprovados na seleção irão compor a Reserva de 2ª Classe da Marinha, mais conhecido como RM2. Eles não tem a possibilidade de adquirir estabilidade.

O edital com as informações sobre o processo de seleção está disponível no site de seleção do pessoal da Marinha

Vagas para Natal

  • Farmácia – 1
  • Fisioterapia – 1
  • Enfermagem – 2
  • Nutrição – 1
  • Informática / Sistemas de Informação – 1
  • Tecnólogo em Sistemas de Navegação Vistoriador Naval – 1
  • Psicologia – 1
  • Serviço Social – 2
  • Engenharia Ambiental – 1

Fonte: G1 RN

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GEOPOLÍTICA: AUSTRÁLIA FOCARÁ SUA PRESENÇA NO MAR DO SUL DA CHINA, E NÃO ENVIARÁ MAIS MARINHA AO ORIENTE MÉDIO

Devido a pandemia e outros interesses de segurança nacional a Austrália muda o seu posicionamento estratégico GEOPOLÍTICO e resolve retirar sua já tradicional presença no Oriente Médio para focar sua presença militar no Mar do Sul da China. Leia o artigo completo a seguir e saiba o porquê! 

Austrália não enviará mais Marinha ao Oriente Médio e focará sua presença no Mar do Sul da China

Thaís Garcia

Publicado em 23.10.2020

Por  

 

A presença naval australiana de três décadas no Oriente Médio chegará a um fim abrupto neste ano, enquanto o Governo Federal se debate com um ambiente estratégico cada vez mais incerto perto de casa.

A ministra da Defesa australiana, Linda Reynolds, anunciou que a Austrália não enviará mais um navio da Marinha Real Australiana ao Oriente Médio, o que ocorria todos os anos. O último navio da Marinha australiana implantado na região, o HMAS Toowoomba, retornou à Austrália em junho deste ano.

A Austrália também se retirará da coalizão naval liderada pelos Estados Unidos que patrulha o Estreito de Ormuz no final de 2020. Isso significa que cerca de 30 anos de operações marítimas australianas no Oriente Médio – amplamente focadas em operações de contraterrorismo e pirataria – logo chegarão ao fim.

Em comunicado, Reynolds disse que as prioridades do governo australiano agora mudaram.

“Só este ano a Marinha respondeu ao incêndio florestal e às crises de covid-19, uma implantação de cinco navios em todo o Sudeste Asiático e no Pacífico, um compromisso contínuo com as iniciativas do ‘Pacific Step Up’ e várias atividades de grande sucesso com nossos parceiros regionais”, disse a ministra.

“Agora enfrentamos um ambiente estratégico cada vez mais desafiador, que exige mais recursos da Força de Defesa Australiana (ADF) mais perto de casa.

“Como resultado, a Força de Defesa Australiana reduzirá sua presença naval no Oriente Médio para permitir que mais recursos sejam implantados em nossa região”, acrescentou.

A mudança foi sinalizada na recente Atualização Estratégica de Defesa do Governo, que declarou que a deterioração das circunstâncias estratégicas forçaria os militares a se concentrarem mais fortemente no Indo-pacífico e na região imediata da Austrália.

A China se envolveu em um grande aumento naval na última década, além de afirmar um controle crescente sobre as águas contestadas do Mar do Sul da China, construindo uma série de fortificações militares.

A relação entre os Estados Unidos e seus aliados e a China também se tornou cada vez mais hostil no pós-pandemia, aumentando drasticamente o risco de conflito na região.

A Austrália tem participado de um número crescente de exercícios navais na região com uma série de aliados e parceiros, incluindo os Estados Unidos e o Japão.

No início deste ano, navios de guerra australianos encontraram a Marinha chinesa enquanto navegavam perto de ilhas contestadas “reivindicadas” por Pequim em seu caminho para exercícios trilaterais.

No próximo mês, a Marinha australiana também voltará aos exercícios navais do Malabar com os EUA, Japão e Índia, após um hiato de mais de uma década.

Altos funcionários, militares e ministros do Governo Morrison vêm contemplando a mudança do Oriente Médio há vários anos. No ano passado, houve um debate dentro do governo federal quando o Governo Trump pediu à Austrália para se juntar a uma coalizão naval liderada pelos EUA para proteger os navios no Estreito de Ormuz, perto do Irã. No final, o Governo Morrison concordou em enviar uma aeronave de vigilância e uma fragata para se juntar à missão.

O Chefe de Operações Conjuntas da Marinha autraliana, Tenente-general Greg Bilton, disse que a mudança anunciada pelo governo foi “histórica” ​​e a ministra Reynolds declarou que a Austrália poderia estar “orgulhosa” de sua contribuição naval.

“Há mais de 30 anos apoiamos a liberdade de navegação, a segurança marítima e o livre fluxo de comércio no Oriente Médio”, disse ela.

“Em cooperação com nossos parceiros, nossos compromissos têm sido inestimáveis ​​para cessar o comércio global de drogas, apoiando a redução de linhas de financiamento para atividades de terrorismo e aumentando a capacidade das forças regionais.”

Fonte: Conexão Política

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