APÓS VACINAÇÃO DE ADULTOS O MINISTÉRIO DA SAÚDE VAI SEGUIR COM VACINAÇÃO DE ADOLESCENTES, AFIRMOU MINISTRO MARCELO QUEIROGA

Após adultos, vacinaremos adolescentes, diz Queiroga à CNN; assista à íntegra

Ministro da Saúde faz um balanço das políticas de combate à Covid-19 e da atuação da CPI da Pandemia

Da CNN, em São Paulo

01 de agosto de 2021 às 21:45

 

Em entrevista à CNN, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um balanço do programa nacional da vacinação e das políticas de combate ao coronavírus do país até aqui, destacando dados como as contínuas reduções no número de mortes por Covid-19 nas últimas semanas e o avanço na distribuição de novas doses pelo país. Assista acima à integra da entrevista.

“Assim que a Anvisa aprovou [os imunizantes], o Brasil começou a vacinar”, disse o ministro, que falou ao âncora William Waack e à analista de economia Raquel Landim. Queiroga indicou também que não está descartada a possibilidade de que a vacinação contra a Covid-19 tenha que ser feita anualmente.

Queiroga diz ainda que, após a vacinação de adultos, o Ministério da Saúde vai seguir com a vacinação de adolescentes.

O ministro fez comentários também sobre as acusações de interferência política na pasta, sobre a CPI da Pandemia, que corre atualmente no Congresso, e sobre a opção do presidente Jair Bolsonaro por ainda não se vacinar.

Fonte: CNN

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SE HOUVER PROBLEMAS NO MINISTÉRIO DA SAÚDE CHEGAREMOS AOS CULPADOS, AFIRMOU BOLSONARO

Se houver problemas na Saúde, vamos chegar aos culpados, diz Bolsonaro

Presidente cumpre agenda em Presidente Prudente, no interior de São Paulo; ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o acompanhou

Rafaela Lara, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 31 de julho de 2021 às 16:34

Bolsonaro comenta possíveis irregularidades na Saúde: 'Se aparecer, vamos responsabilizar culpados' | Brasil | O Dia

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou neste sábado (31), durante cerimônia de federalização de um hospital oncológico em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, que se houver problemas no Ministério da Saúde, o ministro Marcelo Queiroga e ele chegarão aos “possíveis culpados”.

“Pode ser que apareça algum problema no Ministério dele [Marcelo Queiroga]. Afinal de contas, o orçamento diário dele é de R$ 550 milhões, não é fácil coordenar, fiscalizar esses recursos. Se aparecer problemas, seremos os primeiros a colaborar com investigações e chegar na responsabilização dos possíveis culpados”, disse Bolsonaro.

Ao mencionar um possível “problema” na pasta comandada por Queiroga, o presidente não citou as suspeitas levantadas pela CPI da Pandemia sobre a aquisição da vacina Covaxin.

Segundo depoimento do deputado Luis Miranda (DEM-DF), Bolsonaro foi informado sobre um suposto pedido de propina na compra dos imunizantes indianos e teria relacionado o nome do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, ao saber das supostas irregularidades. Barros nega envolvimento com a negociação do imunizante.

O presidente voltou a afirmar que não há denúncias de corrupção em seu governo. “Estamos completamos dois anos e meio sem qualquer denúncia de corrupção.”

Segundo Bolsonaro, Queiroga se adaptou rapidamente “ à nossa maneira de trabalhar”. O presidente citou ainda a realização da Copa América no Brasil como exemplo da agilidade do ministro da Saúde diante dos protocolos que precisavam ser feitos para o campeonato acontecer.

“Falei para ele: vamos ter Copa América no Brasil, Queiroga. Ele disse que teria protocolo dentro de uns dias. Falei: Queiroga, é agora, é o protocolo da Libertadores, ele me disse que sim e resolvemos em 10 minutos.”

Mais cedo, o presidente realizou um passeio de moto com apoiadores em Presidente Prudente. Esse foi o sexto passeio de moto do presidente com seus apoiadores e o primeiro após ele ter sido internado com suboclusão intestinal.

Fonte: CNN

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RESUMODA SEMANA: A CPI DA COVID É O CENTRO DAS ATENÇÕES

Domingo é dia de se atualizar com os principais fatos políticos nacionais, você que não teve tempo para acompanhar o desenrolar dos acontecimentos e foram muitos devido a CPI da Covid, que tomou conta de toda a mídia nacional, com os depoimentos dos ex-ministros da Saúde Henrique Mandetta e Nelson Teich, bem como do atual ministro Marcelo Queiroga. Então lhe convido a assistir o vídeocompleto  aseguir sob o comando de Vitor Brown.

Fonte:

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A PRESSÃO SOBRE O MINISTRO DA SAÚDE, MARCELO QUEIROGA FAZ PARTE DA ESTRATÉGIA DE SENADORES DA OPOSIÇÃO EM PREPARAR TERRENO PARA DEPOIMENTO DE PAZUELLO

Estratégia de pressão sob Queiroga é prévia para depoimento de Pazuello na CPI

Um senador do grupo que forma a maioria da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado relatou que a estratégia, de fato, era apavorar Pazuello e Barra Torres

Thais Arbex

Por Thais Arbex, CNN  

07 de maio de 2021 às 00:41

O ministro da Saúde Eduardo PazuelloEduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde
Foto: Carolina Antunes/PR (6.ago.2020)

A pressão sobre o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que tem marcado a sessão da CPI da Pandemia desta quinta-feira (6) faz parte de uma estratégia do chamado G7, grupo que reúne senadores independentes e de oposição, para preparar o terreno para os depoimentos do ex-ministro Eduardo Pazuello e do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres.

Em caráter reservado, um senador do grupo que forma a maioria da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado relatou que a estratégia, de fato, era apavorar Pazuello e Barra Torres.

Além de as perguntas terem sido feitas num tom mais incisivo, os senadores do G7 também mostraram uma articulação conjunta para a sequência dos questionamentos. Depois da primeira bateria de questões feitas pelo senador Renan Calheiros (MBD-AL), relator da CPI, a estratégia é a de que os demais integrantes do grupo majoritário repitam as dúvidas, mas as formulem de outra maneira. A ideia é que o depoente acabe sucumbindo à pressão.

A avaliação do grupo é a de que, nesta quinta, durante o depoimento de Queiroga, a estratégia deu certo. Senadores ouvidos pela CNN citam, por exemplo, a pressão para que o ministro da Saúde desse sua opinião sobre o uso da hidroxicloroquina, medicamento sem eficácia comprovada para o tratamento da Covid-19.

Embora Queiroga tenha conseguido se esquivar de um posicionamento claro, senadores do G7 avaliam que, em um determinado momento, o ministro acabou “entregando” as informações que a CPI queria. Uma delas, por exemplo, quando o ministro reconheceu que a hidroxicloroquina pode causar arritmias cardíacas e que não autorizou a distribuição do medicamento em sua gestão à frente da pasta.

“Eu não autorizei distribuição de cloroquina na minha gestão. Eu não tenho conhecimento de que esteja havendo distribuição de cloroquina na nossa gestão”, disse Queiroga, após ser questionado.

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MINISTRO DA SAÚDE MARCELO QUEIROGA, AFIRMOU QUE VAI RETOMAR A DIVULGAÇÃO DO CRONOGRAMA E ENTREGA DE VACINAS SEM SUBTRAIR DADOS

Não vamos subtrair dados’, diz Queiroga sobre retorno do cronograma de vacinas

Ministro da Saúde diz que nova versão não irá incluir marcas ainda não validadas pela Anvisa

Basília Rodrigues
 Basília Rodrigues, CNN  
21 de abril de 2021 às 09:21
O ministro da Saúde Marcelo QueirogaO ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Foto: Mateus Bonomi/Agif – Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo (24.mar.2021)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou à CNN que vai retomar a divulgação do cronograma de entrega de vacinas em uma nova versão em que não irá incluir marcas ainda não validadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Em nenhum momento queremos subtrair dados”, afirmou.

Com críticas a gestões passadas pela divulgação do cronograma considerado artificial, o ministro afirmou que não quer frustrar expectativas. Desde o início de sua gestão, a pasta deixou de divulgar as informações de longo prazo e tem se limitado a pontualmente informar quais e quantas vacinas vão ser distribuídas por semana. Isso tem sido criticado por governadores que reclamam da falta de um cronograma mais completo para prepararem os postos.

Queiroga explicou que voltará a divulgar o cronograma, porém, marcas como Sputnik e Covaxin, que estão em negociação com o Brasil, vão ser retiradas do texto informativo. Os dados sobre elas vão ser exibidos, segundo o ministro, provavelmente na internet, com a observação de que não possuem autorização de uso no Brasil. “Não vou ficar divulgando o que ainda está em negociação, isso envolve mercados, comércio, não pode ser algo online”, disse.

“Estamos reestruturando o portal do ministério da Saúde para as pessoas acessarem melhor. Antes divulgava vacina não aprovada pela Anvisa. Aquilo é uma expectativa, e o não cumprimento frustra a expectativa das pessoas”, complementou.

Como a CNN antecipou, o Ministério está em tratativas para compra de outros 100 milhões de doses da Pfizer. De acordo com interlocutores da pasta, também há em curso novo acordo de compra para a vacina da Moderna.

Coquetel

O ministro também não deu prazo para a inclusão no SUS do coquetel de anticorpos para o tratamento da covid-19. O medicamento teve uso emergencial autorizado pela Anvisa, nesta terça-feira, para o tratamento de pacientes, desde que não estejam em estágio grave da doença. Mas, a exemplo do Remdesivir, também estima-se que o coquetel seja uma droga cara. “Exige análise técnica, não foi fixado preço ainda, qual custo efetivo, impacto no orçamento”, explicou.

Queiroga afirmou que vai colocar o uso do medicamento em discussão por um painel de especialistas, em audiências públicas. “Se tiver efetividade comprovada, maravilha”, enfatizou.

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O NOVO MINISTRO DA SAÚDE, MARCELO QUEIROGA AFIRMOU QUE VAI TRAZER O MINISTÉRIO DE VOLTA À GESTÃO CIVIL

Vamos trazer o ministério de volta a sua gestão civil, diz Queiroga à CNN

Ministro já decidiu fazer pelo menos duas trocas na equipe do ministério: na Secretaria Executiva e na Secretaria de Atenção Especializada à Saúde

Igor Gadelha

Por Igor Gadelha, CNN  

Atualizado 23 de março de 2021 às 22:16

O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ao lado do general Eduardo PazuelloO novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ao lado do general Eduardo PazuelloFoto: WALLACE MARTINS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Em sua primeira declaração pública como ministro da Saúde empossado, o cardiologista Marcelo Queiroga afirmou à CNN, na noite desta terça-feira (23), que chega ao comando da pasta com a missão de trazê-la de volta para sua gestão civil.

“Vamos criar a ideia na população de que o ministério está trabalhando para combater a Covid-19. Vamos trazer o ministério de volta para sua gestão civil”, afirmou o médico, que substituiu o general do Exército Eduardo Pazuello no comando da pasta.

Queiroga já decidiu fazer pelo menos duas trocas na equipe do ministério: na Secretaria Executiva e na Secretaria de Atenção Especializada à Saúde. Na gestão Pazuello, ambas eram comandadas por militares: os coronéis de Exército Élcio Franco e Franco Duarte, respectivamente.

Segundo apurou a CNN, o novo ministro pretende indicar como seu secretário-executivo o engenheiro Rodrigo Cruz, atual número 2 do Ministério da Infraestrutura. Já para a Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, o nome mais cotado é o do ortopedista Sérgio Okane.

Prioridade máxima

O novo titular da Saúde disse ainda à CNN que sua “prioridade máxima” será o combate à pandemia, com foco na ampliação da vacinação. “Vamos fazer uma gestão técnica, com diálogo com a comunidade científica, para fortalecer o SUS”, afirmou.

Queiroga ressaltou que, nesta quarta-feira (24), deverá participar do encontro do presidente Jair Bolsonaro com outros chefes de poderes, pela manhã, no Palácio da Alvorada. À tarde, tem prevista uma reunião com secretários estaduais de saúde.

O cardiologista foi empossado como novo ministro da Saúde no início da tarde desta terça-feira (23) em uma cerimônia fechada no gabinete de Bolsonaro, no Planalto. “Não é hora de celebrações. É hora de trabalhar para vencer essa doença”, disse à CNN.

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RESUMO DA SEMANA: QUEIROGA NO MINISTÉRIO DA SAÚDE E RECORDE DE MORTES POR COVID

Domingo é dia de RESUMO DA SEMANA aqui no Blog do Saber. Para quem não conseguiu acompanhar os fatos da política nacional tem a oportunidade de se atualizar agora, assistindo ao vídeo com o conteúdo do SEMANA DA PAN sob o comando de Vitor Brown. Então, senta ai e fique por dentro de tudo!

Fonte:

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PRESIDENTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA ACEITOU O CONVITE DE BOLSONARO PARA OCUPAR O MINISTÉRIO DA SAÚDE

 

Marcelo Queiroga aceita convite para assumir o Ministério da Saúde

Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia aceitou o convite para ser o quarto ministro da pasta no governo Bolsonaro

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 15 de março de 2021 às 21:09

Marcelo Queiroga aceita convite de Jair Bolsonaro para o Ministério da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro convidou o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcelo Queiroga, para ocupar o Ministério da Saúde.

Marcelo Queiroga deixou o gabinete presidencial por volta das 18h30 desta segunda-feira e aceitou o convite. O presidente Jair Bolsonaro confirmou ao repórter da CNN Leandro Magalhães a escolha do novo ministro.

A apoiadores, Bolsonaro falou sobre a escolha. “A conversa foi excelente, já conhecia há alguns anos, então não é uma pessoa que eu tomei conhecimento há poucos dias. Tem tudo, no meu entender, para fazer um bom trabalho, dando prosseguimento a tudo que o Pazuello fez até hoje.”

“Marcelo Queiroga é também gestor, mas muito mais entendido na questão de saúde, vai fazer outros programas que interessem cada vez mais para nós diminuirmos o número de pessoas que vierem a óbito em razão dessa doença, que abalou o mundo todo”, prosseguiu o presidente.

A ideia é publicar a nomeação no Diário Oficial da União desta terça-feira (16). Segundo Bolsonaro, a transição da gestão do atual ministro, o general Eduardo Pazuello, deve durar uma ou duas semanas.

Marcelo Queiroga é o quarto nome a ser indicado ministro da Saúde no governo Bolsonaro. Antes de Eduardo Pazuello, a pasta foi ocupada pelo ortopedista e ex-deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM) e pelo oncologista Nelson Teich.

 

Fonte: CNN
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SAIBA MAIS SOBRE O CURRÍCULO DO NOVO MINISTRO DA SAÚDE MARCELO QUEIROGA

Quem é Marcelo Queiroga, médico que aceitou o convite de Bolsonaro para a Saúde

Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) será o quarto ministro da Saúde do governo Jair Bolsonaro

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

Atualizado 15 de março de 2021 às 22:09

 

O médico cardiologista Marcelo Queiroga aceitou nesta segunda-feira (15) o convite para ser o novo ministro da Saúde, sucedendo o general Eduardo Pazuello. Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o médico é defensor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com quem se encontrou nesta segunda.

Queiroga vem da mesma especialidade e da mesma associação que Ludhmilla Hajjar, médica que recusou convite para assumir o posto hoje ocupado pelo general Eduardo Pazuello por “motivos técnicos” e após receber ameaças de morte, como revelou à CNN.

Ao confirmar a apoiadores que Queiroga seria nomeado para o cargo de ministro da Saúde,

Segundo currículo divulgado na plataforma Lattes, Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes formou-se em Medicina em 1988, pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele se tornou residente em Cardiologia em 1992, no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro.

O currículo Lattes, referência na carreira acadêmica, é preenchido pelo próprio Queiroga, que assume a responsabilidade pela veracidade das informações. A última atualização foi em outubro de 2020.

Ele afirmou ter um doutorado em andamento desde 2010 em Bioética, na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, em Portugual. Marcelo Queiroga afirma trabalhar como diretor do Departamento de Hemodinâmica e Cardiologia do Hospital Alberto Urquiza Wanderley e cardiologista no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, ambos na Paraíba.

Em seu currículo, Queiroga não lista experiências em gestão pública.

Além da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cuja presidência assumiu em dezembro de 2019, Queiroga afirma ter atuado na Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBCHI), no Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), no Conselho Federal de Medicina (CFM) e na Associação Paraibana de Medicina (Apmed).

Apoio a Bolsonaro

Busca feita pela CNN no histórico de publicações no Twitter oficial do médico, verificado pela plataforma, há duas menções ao presidente Jair Bolsonaro.

A primeira data de julho de 2019, quando Queiroga publicou uma foto de Bolsonaro conversando, no Congresso, com o então deputado Enéas Carneiro, que o médico definiu como “registro histórico do encontro de dois grandes brasileiros”.

A outra foi em setembro de 2020, quando o médico respondeu a uma publicação do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que publicou um boletim médico do presidente após uma retirada de cálculo de bexiga.

“Com a graça de Deus nosso presidente Jair Bolsonaro vai superar mais essa adversidade”, escreveu Queiroga ao senador na oportunidade.

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