POLÍTICA: GOVERNADOR DE GOIÁS RECOMENDA INTERNAÇÃO HOSPITALAR PARA RODRIGO MAIA

Médico, Caiado aponta o mal que acomete Maia e recomenda “internação hospitalar”

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Médico e governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM-GO), usou o Twitter para rebater as críticas do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) de que ele e o presidente do partido, ACM Neto, teriam favorecido o candidato governista e vencedor da disputa, Arthur Lira (PP-AL).

Caiado disse que “infelizmente, (Maia) foi acometido por uma síndrome que atinge com muita frequência as pessoas que não aceitam deixar o poder: “síndrome da ansiedade de poder”.

E completa:

“E o mais grave: ele faz questão de deixar claro que está saindo do Democratas e colocando seu nome a LEILÃO. A sua entrevista (para o Valor Econômico) não deve ser considerada pela classe política porque é indicadora de internação hospitalar”. torpedeou o gestor estadual.

Para Caiado, Rodrigo dava como certa a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de aceitar sua candidatura novamente, apesar da Constituição Federal ser contra. Por conta disso, ele foi pego de surpresa com a negativa e não teve tempo de inserir um bom substituto na disputa.

“Rodrigo tentou ‘furar’ a Constituição e não tinha ‘trabalhado’ outro candidato. Com a negativa do STF, tentou um movimento desesperado, de imposição, sem qualquer unidade e coerência”, explica Caiado.

E continuou:

“Mas, depois de ter sido eleito por três vezes presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo achou que era proprietário das decisões de todos os deputados do Democratas e dos demais da Câmara. Ao reagir desta maneira, desrespeitou toda a bancada de um partido que sempre lhe apoiou”, disparou.

Caiado lembrou ao possível ex-colega de partido que “ganhar ou perder faz parte de todo o processo político.”

“E Rodrigo sabe quantas vezes perdi, internamente, no partido e acatei a derrota, mesmo não satisfeito. Humildade, usar a verdade e respeitar os amigos estão acima de qualquer poder”, finalizou, declarando que “agir da forma como Rodrigo agiu é o que, de fato, demonstra falta de caráter.”

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PODCASTS: NATUZA NERY FALA SOBRE AMEAÇA DE MAIA COM PEDIDO DE IMPEACHMENT

Segunda-feira é dia de PODCASTS, aqui no Blog do Saber, com Natuza Nery, que hoje comenta sobre a ameaça de Rodrigo Maia com o Impeachment contra Bolsonaro após o DEM anunciar o desembarque da candidatura de Baleia Rossi. Então, não perca e se atualize!

SEGUNDA, 01/02/2021, 08:51Conversa de Política – Natuza Nery

Maia ameaça aceitar pedido de impeachment

Em reunião tensa na noite de domingo, Rodrigo Maia disse que poderia aceitar pedido de impeachment depois de o DEM ter anunciado o desembarque da candidatura de Baleia Rossi. Em consequência ao anúncio do partido, legendas de esquerda também ameaçaram abandonar Rodrigo Pacheco na disputa do Senado.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil (Crédito: )O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Fonte: CBN

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ANÁLISE POLÍTICA: PRESIDENTE ACLAMADO, VAZAMENTOS PEGAM MORNO, DEM SOLTA A MÃO DE MAIA E MUITO MAIS, POR BÁRBARA

Segunda-feira é dia de política com humor aqui na coluna ANÁLISE POLÍTCA sob o comando da irreverente Bárbara. Comungo com os a maioria dos comentários ácidos dela com postura liberal, menos do pensamento dela sobre Sergio Moro. Vocês ainda vão saber o porquê. Mas vale a pena registrar aqui os comentários equivocados dela sobre ele. No vídeo de hoje ela comenta como a semana deve ter sido difícil para Maia já que seu próprio partido, aparentemente, soltou sua mão e também vazamentos sobre as conversas de seu Morno, Mourão dando caneladas e mais. Deixa estar e vamos em frente!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: ARAS, JANAÍNA BOTANDO PONTO FINAL, MAIA, XOICE SENDO XOICE, ISENTOÂNDIA, POR BÁRBARA

Segunda-feira é dia de política com humor, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA com a irreverente Bárbara. E hoje, os personagens principais do seu comentário são Augusto Aras, Janaina, Maia e Joice Hasselmann. Você vai se divertir e se atualizar com a política nacional! 

Fonte:

 

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POLÍTICA: RODRIGO MAIA ESTÁ SE DESPEDINDO DA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA EM GRANDE ESTILO

Os bastidores da guerra entre o governo Bolsonaro e a turma do Baleia pela presidência da Câmara

Imagem em destaque

Rodrigo Maia está se despedindo da presidência da Câmara dos Deputados, pelo que parece, em grande estilo, esbanjando dinheiro público.

Desde a posse do presidente Bolsonaro, o ‘Botafogo’, como é conhecido no esquema de propina da Odebrecht, tem engavetado mais projetos do que nunca e deixado caducar medidas importantes para o crescimento do país.

Mas, caro leitor, se você pensa que Maia largou o osso do poder, está muito enganado! Ele uniu a esquerda para eleger seu sucessor na presidência, Baleia Rossi, deputado federal por São Paulo e presidente nacional do MDB.

Isso mesmo, PT e MDB unidos – a narrativa do golpe que teria derrubado Dilma Rousseff foi esquecida.

Na próxima edição da revista A Verdade, que vai ao ar às 15h desta segunda-feira, 18, revelaremos os bastidores da guerra pela presidência da Câmara.

A turma do Baleia vem com tudo para tentar paralisar o país até 2022.

Mas o governo Bolsonaro sabe disso, e já preparou seu arpão!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: DEVIDO A SAÍDA DA FORD DO BRASIL, MAIA FAZ DURAS CRÍTICAS A BOLSONARO E É DESMENTIDO PELO CHEFE DA SECOM

Maia “mente” sobre a saída da Ford do Brasil e é desmascarado por chefe da Secom

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Parece que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não aceitou muito bem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir a sua reeleição à presidência da casa. A poucos dias de “entregar” o lugar. possivelmente para o favorito do pleito, Arthur Lira (PP-AL), o deemista tem feito duras e inacreditáveis críticas ao Governo Bolsonaro.

A mais recente “tacada” de “Botafogo” veio após o anúncio do fechamento de fábricas da Ford no Brasil. No Twitter, Maia comentou a determinação da empresa americana e disse que era o reflexo da “falta de credibilidade” do governo em segurança jurídica e sistema tributário.

Em resposta, o chefe da Secretaria Especial de Comunicação (Secom), Fábio Wajngarten, disse que Maia busca holofotes e que a deliberação da marca não tem relação com a situação atual do país.

“O fechamento da Ford é uma demonstração da falta de credibilidade do governo brasileiro, de regras claras, de segurança jurídica e de um sistema tributário racional. O sistema que temos se tornou um manicômio nos últimos anos, que tem impacto direto na produtividade das empresas”, alegou Maia.

E continuou:

“Espero que essa decisão da Ford alerte o Governo e o parlamento para que possamos avançar na modernização do Estado e na garantia da segurança jurídica para o capital privado no Brasil”.

Fábio Wajngarten não deixou “passar em branco” a publicação de Maia e acusou o atual presidente da Câmara de mentir sobre o assunto.

“A verdade dos fatos: a Ford mundial fechou fábricas no mundo porque vai focar sua produção em SUVs e picapes, mais rentáveis. Não tem nada a ver com a situação política, econômica e jurídica do Brasil. Quem falar o contrário mente e quer holofotes”, disparou o secretário de comunicação, também no Twitter

A decisão de encerrar a produção de veículos de passeio é global e foi tomada há dois anos. A Ford concluiu que reina absoluta na venda entre as picapes e utilitários. A “F-Series” é um fenômeno comercial e há vários anos emplaca a menor caminhonete da linha, a F-150, como o veículo mais vendido dos Estados Unidos. Porém, com os veículos leves, não acontece o mesmo. Além de não serem os modelos preferidos nas Terras do Tio Sam, vêm sofrendo fortíssima concorrência das montadoras europeias e asiáticas.

Assim, a matemática da montadora tem sido clara: ao invés de investir milhões de Euros no desenvolvimento de carros elétricos, como faz as concorrentes, a empresa resolveu apostar todo o seu conhecimento em caminhonetes, SUVs e o lendário Mustang.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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RESUMO DA SEMANA: MAIA X GOVERNO, O “FUTEBOL DE FELIPE NETO E MENDONÇA REAGE A ATAQUE DE MORO

Neste primeiro domingo de 2021 você vai ver o RESUMO DA SEMANA com tudo que rolou na política nacional, sob o comando de Vinícius Moura, tais como: a contínua desavença de Maia x governo, a hipocrisia de Felipe Neto e as escaramuças entre Moro e Mendonça no Tweeter, dentre outras cositas mais!

Fonte:

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ENTREVISTA: ROBERTO JEFFERSON ABRE O JOGO E FALA TUDO PARA RODRIGO CONSTANTINO NO CONSTATUDO

Caro(a) leitor(a),

Em outras ocasiões eu não publicaria aqui algo tão longo, com uma hora e meia de duração, mas como estamos num período de recesso de natal e ano novo, onde a maioria das pessoas estão de férias e com mais tempo para outras atividades, oportunamente nesta semana aconteceu uma live do Rodrigo Constantino entrevistando o presidente do PTB e mensaleiro Roberto Jefferson. Como todos sabemos, o homem não tem papas na língua e abriu o verbo, falou tudo sobre a política atual, os principais atores como: Doria, Bolsonaro, Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e, principalmente, sobre os ministros do STF. É uma ENTREVISTA imperdível, que você não pode deixar de assistir. Esse cara pode ter muitos defeitos, mas uma coisa temos que lhe creditar, ele é corajoso, viu!

Fonte:

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CÚPULA DO BLOCO DE MAIA TEM ACORDO NEUTRALIZADO APÓS VOTO PARA PRESIDENTE DA CÂMARA SER SECRETO

Voto secreto para presidente da Câmara neutraliza acordo de cúpula do ‘bloco de Maia’

 POLÍTICA

Maia aponta "interferência antidemocrática" na sucessão da Câmara e diz que deputados não irão se vender por emendas

Ao anunciar a formação de um “bloco de oposição”, para fazer frente à candidatura governista do deputado Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara, o ainda ocupante do cargo produziu um apenas factoide.

Afinal, dezenas de deputados de partidos do “bloco” anunciaram apoio a Lira, e muitos se rebelam ao serem tratados como “votos de cabresto” das cúpulas partidárias.

Mas importante mesmo é que o voto é secreto, em 1º de fevereiro, tornando a disputa praticamente imprevisível para todos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Há outros pretendentes relevantes na disputa para presidir Câmara, como Fabio Ramalho (MDB-MG), muito querido entre colegas.

O experiente Roberto Freire, presidente nacional do Cidadania, que está no bloco de Maia, concorda: voto secreto torna a disputa uma incógnita.

A disputa aceita candidaturas avulsas, e várias servem ao propósito de tirar votos dos nomes apoiados pela cúpula dos respectivos partidos.

Tancredo Neves, o sábio, não gostava de votação secreta no parlamento: “Na solidão da cabine indevassável”, dizia, “o homem trai”.

Fonte: Blog do BG

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OPINIÃO: PAULO GUEDES ABRE O JOGO E DIZ O QUE TODOS JÁ SABEMOS, MAS NÃO TEMOS COMO PROVAR

Caro(a) leitor(a),

Se o Raul Holderf Nascimento, autor do artigo a seguir estiver certo ou for verdade o que ele relata que o Ministro da Economia, Paulo Guedes falou. Então é verdade que existe um verdadeiro complô, uma conspiração para depor o presidente Bolsonaro, mancomunado pelo legislativo e pelo judiciário. É como eu disse aqui em publicação anterior. Existem coisas que todos nós sabemos que acontecem, mas não temos provas e por causa disso essas coisas escusas, cabeludas passam despercebidas. Então, quando alguém do quilate de um Paulo Guedes ou de um Luis Fux (presidente do STF) abre o bico e torna público essas coisas cabeludas, a situação muda completamente e se faz necessário que essa meia verdade venha a tona e se transforme em uma verdade completa. Por isso é de suma importância que nós, o povo brasileiro, através das redes sociais, a nossa maior arma, divulguemos, viralizemos uma notícia como essa! Bora gente, o que vocês estão esperando?

Paulo Guedes quebrou o silêncio

Publicado em 

Reprodução

Constantemente alvo de críticas do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, Guedes abriu a boca.

Não é de hoje que o economista e o parlamentar vivem em pé de guerra.

A relação deles vive oscilando constantemente. Ora mais, ora menos.

Maia, inclusive, já chegou a dizer: “De fato, o Paulo Guedes não gosta de mim”.

E nesta sexta-feira (18), o conflito entre os dois ganhou mais um capítulo.

Conforme noticiamos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse, em entrevista à revista Veja, que foi o principal articulador para impedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo ele, o plano seria comandado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), “gente da Justiça” e outros governadores.

Preocupado com os rumos dessa articulação, Guedes afirma que ligou para todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para desarticular o suposto plano para abrir o processo de impeachment contra o chefe do Executivo.

“Houve, sim, um movimento para desestabilizar o governo. Não é mais ou menos, não. inha cronograma. Em sessenta dias iriam fazer o impeachment. Tinha gente da Justiça, tinha o Rodrigo Maia, tinha governadores envolvidos. O Doria ligou para mim e disse assim: ‘Paulo, é a chance de salvar a sua biografia. Esse governo não vai durar mais de sessenta dias. Faz um favor? Se salva’”, disse.

Guedes frisou que muito mais do que qualquer vaidade para salvar o que muitos chamam de biografia, ele precisava salvar o governo, pois milhões de brasileiros acreditaram na transformação do país.

Para acalmar o clima, o governo teria conversado para abrir mão do então ministro da Educação, Abraham Weintraub.

“Liguei para cada um dos ministros do Supremo para tentar entender o que estava acontecendo. Conseguimos desmontar o conflito ouvindo cada um deles. O ministro Gilmar Mendes, por exemplo, sugeriu que o governo deveria dar um sinal, caso estivesse realmente interessado em pacificar as relações. A demissão do Weintraub foi uma sinalização. Liguei também para o ministro Barroso e para o ministro Fux”, revelou Paulo Guedes.

Raul Holderf Nascimento
Raul Holderf Nascimento

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

Fonte: Conexão Política

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PINIÃO: A ERA MAIA CHEGA AO FIM

O fim de uma era…

Rodrigo MaiaRodrigo Maia

Na semana que passou o Supremo Tribunal Federal (STF) acabou com a possibilidade de reeleição dos presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, que pretendiam continuar no comando das duas Casas.

Confirmando o que já era esperado, os ministros do Supremo, por maioria, resolveram dar fim a uma era que durou quatro anos, cujo início foi a renúncia do ex-deputado federal, Eduardo Cunha, em julho de 2016.

A Corte, por maioria, seguiu o disposto no artigo 57, § 4º, da Constituição Federal, que veda a recondução, na mesma legislatura, para os mesmos cargos. Por outro lado, o Regimento Interno do Senado, norma típica secundária, determina a proibição de reeleição para o período imediatamente subsequente. A recondução para membro da mesa só pode ser para outro cargo, diverso do que o parlamentar ocupava antes.

Para completar, o STF entendeu que a norma do parágrafo quarto do art. 57 da CF/88 não é de reprodução obrigatória pelas constituições estaduais, pois não se constitui num principio constitucional estabelecido (STF, RTJ, 163,52).

Para Alcolumbre, o prejuízo não é tanto, já que ele está na presidência apenas por um mandato. Para Rodrigo Maia, o prejuízo é enorme, pois ele está à frente da Câmara há três mandatos, desde junho de 2016, tendo comandado importantes medidas legislativas nestes últimos tempos, a exemplo da emenda constitucional do teto de gastos e as reformas trabalhista e previdenciária, entre outras.

Sob forte pressão desde quando o STF barrou a tentativa de reeleição, Maia iniciou um movimento para emplacar uma pessoa de sua confiança no comando da Casa. Como demorou muito, o deputado Artur Lira (PP-AL) saiu na frente, inclusive com o apoio do presidente Bolsonaro. Os outros possíveis candidatos são os deputados Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da reforma tributária, e o presidente do MDB, Baleia Rossi (SP).

Maia ainda tentou outros pretendentes, como o vice-presidente da Câmara, deputado Marcos Pereira e o seu amigo de longas datas, deputado Elmar Nascimento (DEM/BA), mas, pelo visto, a demora fez muita gente debandar para o bloco de Lira.

Não restam dúvidas de que as maiores dificuldades enfrentadas por Jair Bolsonaro no Congresso foram sua insistência em desprezar a politica já consagrada entre nós e a atitude independente de Rodrigo Maia, que segurou o quanto pôde inúmeras pautas vindas do Executivo.

Quando Bolsonaro resolveu ouvir os seus conselheiros políticos sobre a necessidade de criar vasos comunicantes com o Congresso, a coisa mudou. Agora ele possui uma base parlamentar suficiente para eleger o presidente da Câmara. E o nome certo pode ser Artur Lira.

Rodrigo Maia saiu fragilizado. Considerando que uma nova correlação de forças está prestes a emergir dessa eleição para a presidência da Câmara e do Senado, vai ser difícil derrotar qualquer nome proposto por Bolsonaro. Força ele tem para ganhar, pois têm cargos, ministérios e influência para atrair votos para o seu candidato.

Com a nomeação do seu indicado para o STF, Nunes Marques, o presidente mandou dizer a Rodrigo Maia que, a partir de agora, quem manda é ele, e que entrará em 2021 com um Congresso a seu favor, pronto para apoiá-lo nas reformas econômicas e nas demais. A Maia, só resta tentar se reeleger deputado, o que não está tão fácil, pelo menos no momento.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: MAIA CONSULTA NOME DA ESQUERDA PARA DISPUTA CONTRA CANDIDATO DE BOLSONARO

Bloco cobra para esta segunda nome para disputar contra candidato de Bolsonaro; Maia consulta esquerda

O bloco de partidos que discute um candidato à sucessão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), cobra uma definição para esta segunda-feira (14) do nome que vai disputar contra Arthur Lira (PP-AL), candidato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Partidos do bloco, como MDB e PSL, temem que, quanto mais tempo sem definição, melhor para a candidatura de Lira, que já está em campo em articulações há algumas semanas.

Maia promete a aliados que definirá o nome nesta segunda – e, segundo o blog apurou, a disputa está entre Aguinaldo Ribeiro (PP-BP) e Baleia Rossi (MDB-SP).

O entrave é saber qual nome os partidos de esquerda – fiel da balança na disputa – apoiarão com mais facilidade.

Está prevista para a tarde desta segunda uma reunião de partidos para bater o martelo sobre o nome.

Bolsonaro e Temer

Entre os acenos do governo ao MDB, em busca de votos para Arthur Lira, está a relação cada vez mais próxima de Bolsonaro com Michel Temer – cacique do MDB.

Os candidatos à sucessão da Câmara já procuraram Temer em busca de apoio.

Por ora, Temer defende Baleia Rossi, por ser do seu partido, mas está aberto a conversas se o emedebista for preterido, por exemplo.

De olho nisso, fontes do governo têm dito nos bastidores que Temer pode ajudar o governo nas relações exteriores, como uma ponte com Joe Biden, com quem o ex-vice de Dilma Rousseff manteve boa relação no período do governo Barack Obama (2009 a 2017).

Assessores de Temer, no entanto, descartam a ida dele para um ministério de Bolsonaro.

Na terça-feira (15), em São Paulo, Bolsonaro e Temer devem se encontrar em um evento para homenagear o embaixador do Líbano no Brasil.

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ANÁLISE POLÍTICA: DE DORIA A MAIA E MUITO MAIS COM MUITO HUMOR

O destaque desta segunda-feira, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA é a política com humor de Bárbara em Te Atualizei! Então ela começa com: Gente, eu não sei vocês, mas pra mim essa semana durou 1 mês. Tentei fazer um resumo do que eu considerei mais relevante e ainda sim ficou de fora muita coisa… E olha que o vídeo ficou gigante. Tá com tempo pra refletir? Apontar soluções? Então pega a pipoca, fica confortável e bora lá.

Fonte:

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PARA BARRAR PRIVATIZAÇÕES, MAIA TEM ACORDO COM A ESQUERDA

Guedes diz que Maia tem “acordo com a esquerda” para barrar privatizações

 POLÍTICA


Foto: Estadão Conteúdo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou as recentes falas do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre uma possível demora do governo em enviar pautas públicas a serem votadas no Congresso Nacional, principalmente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/19, a PEC Emergencial. A fala foi feita durante reunião com parlamentares realizada nesta sexta-feira (11/12).

As críticas ocorrem após Maia ter sugerido um bolo para comemorar o aniversário de promessa do governo em apresentar a proposta – 5 de dezembro de 2019. Em resposta ao presidente da Casa, Guedes afirmou que o bolo de aniversário, na verdade, deveria ser entregue na casa do deputado federal.

“Está me cobrando, disse que vai fazer bolo de aniversário, que tem um ano que eu estou para mandar a PEC federativa. A PEC federativa está há um ano no Congresso. Eu pergunto por que ele não aprovou ainda. O bolo de aniversário tem que ser entregue na casa dele”, afirmou.

As críticas de Guedes ao presidente da Câmara não pararam por aí. Ainda no encontro com senadores e deputados, o ministro da Economia voltou a dizer que Maia tem um “acordo com a esquerda” e que sua proposta para uma reforma tributária implicaria aumento de impostos.

“Ele tem um acordo com a esquerda, de impedir as privatizações. Só descobri agora, depois de dois anos, depois de perder também meu secretário de Desestatizações. Como é que eu vou privatizar se não entra na pauta?”, questionou o chefe da Economia.

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SEGUNDO MAIA, O GOVERNO DE BOLSONARO NÃO POUPARÁ ESFORÇOS PARA DERROTAR O CNDIDATO À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA APOIADO POR ELE

Maia sobre eleição na Câmara: “Governo vai jogar pesado e rasgar seu discurso”

Larissa Rodrigues, da CNN, em Brasília

 Atualizado 09 de dezembro de 2020 às 18:58

Deputado Federal Rodrigo Maia - Portal da Câmara dos Deputados

 

Para o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o governo do presidente Jair Bolsonaro não poupará esforços para derrotar o candidato a ser apoiado por ele e que disputará à presidência da Casa, em fevereiro de 2021.

Maia conversou com a imprensa ao chegar na Casa no início tarde, minutos antes do lançamento oficial da candidatura de Arthur Lira (PP-AL), apoiado pelo Palácio do Planalto.

Ao ser questionado sobre quando divulgará o nome de um candidato que contará com seu apoio, Maia disse que o nome tem de sair “rápido”, mas que essa demora mostra que nesse momento existe apenas um candidato ligado ao Governo Federal.

“Nós vamos construir um candidato pela liberdade da Câmara. É bom que fica claro que o Bolsonaro tem seu candidato e que nós vamos construir uma candidatura que não é de esquerda nem de direita, mas a favor do diálogo e liberdade da Casa”, afirmou.

Para Rodrigo Maia, “se dois meses antes alguém ganhasse a disputa, não precisava de eleição”. “A gente já viu boca de urna errar. Nossa pressa não é pelo nome e sim para construir esse movimento que amplia a participação dos partidos e da sociedade”, argumentou.

Perguntado se uma demora pode gerar crises entre os partidos e candidatos que pertencem ao grupo partidário mais ligado a ele, Maia afirmou que o nome não será imposto e sim escolhido entre todos.

“Eu não vou escolher, eu vou escolher junto com um grupo de partido e de deputados que respeito e admiro. Essa escolha é coletiva e demora. Não é imposição minha, do meu partido ou do presidente da República. Às vezes dá conflito, alguns se sentem preteridos, outros mais fortes, no final vai afunilar para escolher um. Nessa Casa aqui ninguém vence sozinho”, completou.

Perguntado sobre o uso de emendas em troca de votos para a presidência da Câmara, Maia respondeu: “Olha, o Orçamento impositivo ele precisa ser executado se o governo não executar ele vai estar cometendo um crime. O orçamento livre o governo pode trabalhar, sempre respeitando a distribuição por regiões brasileiras”.

Ele ainda acrescentou: “O governo está desesperado para tomar conta da presidência da Câmara dos Deputados, o governo está desesperado para desorganizar de uma vez por todas a agenda do meio ambiente, o governo está de uma vez por todas interessado em flexibilizar a venda e a entrega de armas nesse país outras agendas que desrespeitam a sociedade brasileira e as minorias”

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OPINIÃO: KASSIO NUNES MUDOU O JOGO

A “bofetada” de Kassio

Fotomontagem: Rodrigo Maia, Kassio Nunes e Davi AlcolumbreFotomontagem: Rodrigo Maia, Kassio Nunes e Davi Alcolumbre

Resolvido o imbróglio sobre a reeleição de Maia e Alcolumbre, é necessário comentar sobre o destempero emocional de parte da Direita que resmungou sobre o voto de Kassio Nunes, como se tudo estivesse resolvido, mas cujo resultado não se confirmou.

O voto de Kassio Nunes mudou o jogo! Sim, pois apesar de parcialmente favorável, foi uma bofetada nos supremos colegas e na Direita Burra!

O quê, Angelo? Tem certeza?

Aprenda a RACIOCINAR para não cair em discursos vazios e nem ser vítima da própria preguiça. LEIA tudo antes de comentar, por favor! Virou mania ler O TÍTULO e tentar adivinhar o conteúdo!

Veja o destempero emocional de parte da Direita: longas discussões, choramingos, respingos no Presidente e até “atos de desagravo” – note bem: SEM termos o resultado definido! Afinal, não souberam avaliar o que ocorria. Para avaliar é necessário paciência e sangue frio.

Eis que trago verdades. Para compreender todo o quadro, primeiro, vamos ao voto.

Resumidamente, o novo ministro esfregou a verdade diante de todos e discordou da posição do Relator Gilmar Mendes: a afronta à CF já acontecia desde 1997, com a reeleição de Michel Temer, e se repetiu várias e várias vezes.

Foi um tapa na cara dos espertalhões da Direita que ontem gritavam por respeito à Constituição, mas que ficaram calados em pelo menos cinco oportunidades, incluindo a última reeleição de Rodrigo Maia, em 2019!

Sim! Onde estavam os fanfarrões da Direita que arrotam “inteligência”, mas nada falaram em 2019? “Respeitem a Constituição! Kassio é uma vergonha!” Ora, vão plantar batata! Gente que se posa de guia do povo, mas é totalmente incoerente! “Pensa” com o fígado!

“Aiiin, mas Kassio errou…”

Primeiro que ninguém é perfeito, a não ser Nosso Senhor! Tite, o técnico de futebol, por onde passa sempre alerta: o atleta é humano, não vai acertar sempre. Lógico! Mas faço uma ressalva.

Kassio se posicionou, especificamente, contra Maia – o caducador oficial de Propostas do Presidente Bolsonaro (13º do Bolsa Família, entre outros) e que está paralisando ao menos 14 importantes propostas – o que já é motivo para olhar seu voto com atenção.

Ele foi coerente ao propor regularizar algo que JÁ ESTÁ OCORRENDO, na prática do Congresso. No entanto, seu voto expôs seus pares ao ridículo.

Ao DIVERGIR de Gilmar Mendes e outros que já haviam votado acompanhando o relator (Lewandowski, Toffoli e Moraes) tornou pública a absurda hipótese que propuseram:

“Desacolho a possibilidade de reeleição para quem já está na situação de reeleito consecutivamente quebrada a coerência que dá integridade ao Direito e ser aceita, na verdade, REELEIÇÃO ILIMITADA, que não tem paralelo na Constituição Federal.”

Veja o tamanho do absurdo que Kassio votou PARA IMPEDIR, ainda que admita regularizar a prática de reeleições no Congresso. Não deviam existir, mas se existem, que tenham regra. Eis sua coerência.

E continuou:

“Alteração de tal profundidade, como a pretendida pelo Relator [Gilmar Mendes] (…), concessa venia, vai muito além da mutação constitucional, por exigir imperativamente revisão direta pelo legislador constituinte, (…) para autorizar, também, MAIS DE UMA REELEIÇÃO AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Isso porque, ao se admitir in totum [isto é, no todo] a mencionada tese, quebrar-se-ia a integridade interpretativa que legitima o Direito (…) penso que o efeito prospectivo não pode ser concedido, uma vez que a mutação constitucional é constatada pelo Supremo, não criada por ele.” (grifos originais, exceto CAIXA ALTA)

Que bofetada, meus amigos!

O novo ministro, tão criticado pela Direita burra (que se autointitula “inteligente”), esfregou no rosto de seus pares que o supremo não deve ficar CRIANDO coisas (o que já vimos acontecer), mas apenas constatar e regularizar o que vem ocorrendo. Ele fez isto em seu voto, sendo coerente.

E, se você acha pouco, ele ainda foi claro ao explicar que, se tal mudança for feita, então Bolsonaro terá direito a mandatos sucessivos e ILIMITADOS! Entendeu, agora?

No fim, os ministros entenderam o RECADO de Kassio e, notando o tamanho do problema que iriam criar, foram negando a tese da reeleição, cujo resultado agora sabemos.

Mas, Angelo, e os caras? Os influencers que ficam dizendo que o Kassio errou?

Eis aí a grande LIÇÃO que chamo a atenção e que devemos aprender, com o episódio: comece a pensar por si próprio! Cresça! Busque se desenvolver e pare de ficar se escorando nos outros!

Não acredite nem mesmo no que eu escrevo! Vá na internet, baixe o voto do ministro e leia você mesmo! É assim que devemos fazer: ir atrás das fontes originais. Basta de sermos enganados por serpentes astutas! Reflita e não apenas reaja!

As pessoas são passíveis de errar? Claro! Mas neste caso não houve erro, houve coerência. Poderá errar futuramente, claro, mas a turminha que nem lê o que ele escreveu e quer sair ditando regra – esta sim! – precisa ser repensada, já que a esquerda conta com os respingos desta Direita Burra no Presidente, para ter alguma chance em 2022.

Como? Observando suas posições, suas palavras, sua coerência e, principalmente, seu testemunho. Por exemplo: sujeito importante, intelectual que se diz “amigo” do Presidente, mas o expõe à humilhação pública não é amigo coisa nenhuma! Vá catar coquinho!

Então, a recomendação é: acompanhe, mas não cegamente. Desenvolva sua própria capacidade de analisar o quadro. E, lembre-se da Palavra de Jesus (Lc 6,43-44):

“Não há árvore boa que dê fruto mau, e nem árvore má que dê fruto bom; com efeito uma árvore é conhecida por seu fruto; não se colhem figos de espinheiros, nem se vindimam uvas de sarças.”

Se não aprendermos isto, se não soubermos diferenciar a Direita verdadeira da falsa, a esquerda vencerá, mais dia menos dia. Acorde para esta dura realidade.

Só depende de você.

Angelo Lorenzo

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PODCAST: MAIA E ALCOLUMBRE PERDERAM APOIO NO SUPREMO

Natuza Nery diz que dois ministros do STF desistiram de votar a favor à reeleição dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado. Os dois foram derrotados e não vão poder tentar a reeleição.

SEGUNDA, 07/12/2020, 10:12

Conversa de Política – Natuza Nery

Natuza Nery firma-se como analista competente de política da GloboNews - Jornal Opção

FONTE: CBN

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APÓS VOTO DE FACNIN, FUX E BARROSO REELEIÇÃO DE MAIA E ALCOLUMBRE É BARRADA PELO STF

STF barra reeleição de Maia e Alcolumbre após votos de Fachin, Fux e Barroso

Caio Junqueira, Basília Rodrigues e Thais Arbex, da CNN em Brasília

 Atualizado 07 de dezembro de 2020 às 00:34

Supremo Tribunal Federal (STF) barrou a possibilidade de os atuais presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disputarem a reeleição na mesma legislatura.

A decisão foi tomada na noite deste domigo (6) após a divulgação das decisões dos últimos ministros a votarem. Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux divergiram do relator Gilmar Mendes e foram contra a recondução de Maia e Alcolumbre.

 

Os três ministros que votaram neste domingo acompanharam os votos das ministras Carmen Lúcia e Rosa Weber, além do ministro Marco Aurélio Mello. O julgamento ocorreu por meio do “plenário virtual” da Corte, uma plataforma digital na qual os ministros apresentam seus votos.

Em seu voto, Fux foi direto. “A regra impede a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente a do primeiro ano da legislatura”, escreveu.

“Nesse ponto, a norma constitucional é plana: não há como se concluir pela possibilidade de recondução em eleições que ocorram no âmbito da mesma legislatura sem que se negue vigência ao texto constitucional.”

Já Fachin rejeitou o argumento de comparar eleições para a presidência da Câmara e Senado com a eleição para a Presidência da República, esta última uma eleição direta. “Mesmo que seja controvertida a possibilidade de reeleição para a Presidência da República, a forma de escolha de quem ascenderá ao cargo máximo do Poder Executivo é a eleição direta.”

Foi o mesmo argumento utilizado por Barroso, que afirmou que “não é possível a recondução dos presidentes (da Câmara e Senado).”

Barroso, no entanto, afirmou que considera legítima a reeleição, caso o Congresso Nacional assim desejar. “Mas deverá manifestar pela via formal da emenda à Constituição”, escreveu. Ou seja, seria por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

Em seu voto divulgado no sábado, a ministra Rosa Weber afirma ser inadmissível a recondução dos membros das mesas aos mesmos cargos “seja na mesma legislatura ou na seguinte”.

Eles divergiram, portanto, do relator Gilmar Mendes, que votou a favor do aval do Supremo Tribunal Federal (STF) à reeleição dos presidentes das duas casas por uma vez e já a partir do ano que vem. Em seu voto, Gilmar citou ainda o “principio da anualidade”, ou seja, que não é possível mudar as regras a menos de um ano para a disputa.

Seguiram integralmente o voto de Gilmar os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski.

Placar diferente para Maia e Alcolumbre

Houve diferença no placar em relação ao caso de Rodrigo Maia (7 a 4) e de Alcolumbre (6 a 5). Isso ocorreu porque o ministro Nunes Marques manifestou-se favoravelmente a Toffoli e Gilmar Mendes, entendendo que pode ocorrer uma reeleição, mas disse se posicionar contra o principio da anualidade aventado por Gilmar.

Como isso, como Maia já foi reeleito, ele não poderia ser candidato dentro dessa lógica. Assim, sua decisão autorizaria apenas a candidatura de Alcolumbre no Senado.

(Edição de André Jankavski e Marcio Tumen Pinheiro)

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ROSA WEBER IMPÕE-SE A REAFIRMAR SUPREMACIA DA CONSTITUIÇÃO E VOTA CONTRA REELEIÇÃO DE ALCOLUMBRE E RODRIGO MAIA

Rosa Weber vota contra reeleição de Maia e Alcolumbre: ‘Impõe-se a reafirmação da supremacia da Constituição’

 JUDICIÁRIOPOLÍTICA


Foto: Jorge William/Agência O Globo/27-11-2019

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou neste sábado contra a possibilidade de reeleição dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado em uma mesma legislatura – ou seja, em um período de oito anos. O voto dela foi o oitavo no plenário virtual, um sistema em que os ministros apresentam os votos por escrito, sem necessidade de encontro entre eles. A votação se encerra no dia 14.

Segundo a ministra, o impedimento de reeleição numa mesma legislatura está expresso na Constituição Federal – e, portanto, não haveria margem para outras interpretações. “Este Supremo Tribunal Federal, enquanto seu guardião por força de expresso texto constitucional, não pode legitimar comportamentos transgressores da própria integridade do ordenamento constitucional, rompendo indevidamente os limites semânticos que regem os procedimentos hermenêuticos para vislumbrar indevidamente, em cláusula de vedação, uma cláusula autorizadora”, escreveu.

“A hermenêutica constitucional não permite endosso a práticas heterodoxas que adulterem o real sentido da Constituição, ou de exegeses capciosas que estiquem o sentido semântico das palavras até que expressem qualquer coisa, e a Constituição já mais nada signifique. Impõe-se, no caso, a reafirmação da supremacia da Constituição”, completou Rosa Weber.

Julgamento ainda não está definido

Dos onze ministros, quatro votaram para autorizar apenas uma reeleição na mesma legislatura. A regra, no entanto, valeria apenas a partir da próxima legislatura. Se essa corrente for vencedora, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP) ficam liberados para disputar os cargos no ano que vem. Votaram dessa forma Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.

Kassio Nunes Marques concordou, mas declarou que o limite para apenas uma reeleição já vale a partir de 2021. Com essa interpretação, Maia ficaria fora da disputa, porque já está no terceiro mandato. Marco Aurélio Mello, Cármen Lúcia e Rosa Weber votaram contra a reeleição na mesma legislatura.

Ainda faltam votar os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux. A expectativa é de que Fachin vote contra a reeleição na mesma legislatura. O destino de Maia e Alcolumbre, portanto, estaria nas mãos de Barroso e Fux. A interlocutores, Barroso afirmou simpatia pela permissão da reeleição na mesma legislatura, mas não se sabe em que medida.

Durante o julgamento em plenário virtual, qualquer ministro pode pedir destaque. Nesse caso, a votação seria interrompida e dependeria de Fux definir uma data para o caso ser analisado no plenário físico – que, durante a pandemia do coronavírus, se reúne por videoconferência.

A Constituição Federal impede as reeleições dos presidentes da Câmara e do Senado em uma mesma legislatura. “Cada uma das Casas reunir-se-á em sessões preparatórias, a partir de 1º de fevereiro, no primeiro ano da legislatura, para a posse de seus membros e eleição das respectivas Mesas, para mandato de dois anos, vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente”, diz o parágrafo quarto do artigo 57.

Fonte: Blog do BG

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MAIA ARTICULA BLOCO DE OITO PARTIDOS PARA SUCESSÃO DA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA, MAS GOVERNO APOSTA EM IMPLOSÃO

Governo aposta em implosão de bloco de Maia

 

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

 Atualizado 30 de novembro de 2020 às 20:46

Estou "namorando" Rodrigo Maia; é um parceiro, diz Bolsonaro | Exame

O governo aposta na implosão do bloco de oito partidos (DEM, PSDB, MDB, Cidadania, PT, PCdoB, PDT e PSB) que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, articula para a sucessão da presidência da Câmara. 

Na ponta do lápis, as legendas unidas carregariam cerca de 350 votos para o candidato a ser escolhido pelo grupo, mas governistas com quem a CNN conversou nos últimos dias avaliam que o grupo capitaneado não conseguirá chegar unido no dia 1 de fevereiro, data da eleição.

A aposta maior continua sendo na vitória do candidato preferido pelo Palácio do Planalto, Arthur Lira, líder do PP.

A avaliação dos governistas se dá dentro de dois cenários. Primeiro, considerando que Rodrigo Maia não conseguirá o aval jurídico para se candidatar para tentar seu quarto mandato consecutivo.A leitura é a de que o escolhido do bloco não terá os votos do restante do grupo uma vez que se sentiriam traídos por Maia que, segundo os governistas, prometeu a mais de um candidato a vaga.

Assim, a avaliação é a de que haveria um racha no grupo. Além disso, governistas dizem que é alto o grau de traições caso isso não ocorra por peculiaridades dentro de cada legenda e bancada.

No PSDB, por exemplo, calcula-se que metade da bancada de 31 deputados não votaria em Maia. O motivo é uma disputa interna ocorrida em 2019 quando o deputado Celso Sabino foi apoiado por Arthur Lira para assumir a liderança da Maioria na Câmara, mas o grupo mais próximo a Maia atuou para desfazer o acordo.

Além disso, parte dos tucanos está incomodada com a aproximação de Maia dos potenciais candidatos a presidente em 2022, como Sergio Moro e Luciano Huck.

João Doria, governador de São Paulo, não só pretende disputar como se isso ocorrer entrega o governo paulista ao vice, Rodrigo Garcia, do DEM.

No Republicanos, a avaliação dos governistas é a de que o nome do partido, Marcos Pereira, atual vice-presidente da Câmara, sofreria pressão do segmento evangélico para desistir de uma candidatura contra o governo.

Pereira e a legenda são ligados a esse segmento que tem muita proximidade com o presidente. Ademais, a sigla é a mesma de dois filhos do presidente, Carlos e Flávio, e a mesma de Marcelo Crivella e Celso Russomano, dois candidatos que o presidente apoiou –e perdeu— nessas eleições.

O PSL, segunda maior bancada da casa com 41 deputados, a situação é peculiar. Metade é bolsonarista e não votaria em  um candidato de Maia de qualquer modo.

A outra metade é ligada a Bivar, mas governistas garantem que se ele não for o candidato do bloco, todos migrarão automaticamente para a candidatura de Lira.

Baleia Rossi seria o nome do MDB no bloco, mas há resistência a seu nome por parte da esquerda uma vez que ele é muito ligado ao ex-presidente Michel Temer, artífice do impeachment de Dilma Rousseff.

Os paulistas, maior bancada da Câmara com 80 deputados, também têm resistência a fortalecer a legenda, minoritária dentro da bancada paulista.

Um outro nome do grupo, Agnaldo Ribeiro, relator da reforma tributária e próximo a Maia, é visto também com um longo caminho a se viabilizar, tendo em vista que sua própria bancada fechou com Arthur Lira.

O governo também avalia que a ideia de que toda a esquerda ao presidente Jair Bolsonaro marchará unida com Rodrigo Maia não prevalecerá.

No PSB, por exemplo, a conta é a de que mais da metade (17) da bancada de 31 deputados está com Lira. O segundo turno das eleições municipais neste domingo reforçaram esse elo, uma vez que Lira foi o principal articulador de JHC, candidato eleito pelo PSB em Maceió.

O governo tem trabalhado também os votos dos petistas, a maior bancada da casa com 54 deputados. A estratégia, porém, vem sendo feita por integrantes da própria base aliada com um discurso em duas frentes.

Primeiro, o de que Rodrigo Maia sempre foi oposição ao PT, ao passo que Lira integrou a base aliada dos governos petistas.

Segundo, que Maia teria compromisso muito maior com a agenda liberal a qual o PT se opõe do que Lira. Em suma, o governo avalia que Maia só tem fechado mesmo os votos do PC do B, que tem nove deputados. E que o prazo final para a formação dos blocos é o dia 1 de fevereiro às 11h.

STF

Os governistas também desenham um terreno arenoso para o caso de Rodrigo Maia conseguir o aval do Supremo Tribunal Federal para se candidatar.

Primeiro porque avalia-se que o bloco se diluiria tendo em vista que o que o mantém unido é a expectativa dos partidos de encabeçar o grupo. Nesse sentido, considerar-se-iam traídos por Maia e não o apoiariam.

Mas mesmo antes da decisão final do STF, os governistas já traçam suas estratégias para que a corte não interfira na disputa.

Os partidos da base articulam, por exemplo, a elaboração de um documento no qual se manifestariam contrariamente ao julgamento por considerarem que se trata de interferência de um poder em outro.

Pretendem também apontar o precedente que uma decisão favorável a Maia poderia abrir para eleições em geral, como para prefeitos, vereadores, governadores e até mesmo para presidente.

O julgamento no plenário virtual começa nesta sexta-feira e há uma expectativa grande no governo de que algum ministro peça vista.

Se isso ocorrer, o processo vai para o julgamento físico mas tão somente após o ministro que pedir vista liberar o processo e ainda assim o presidente da corte, Luiz Fux, pautá-lo. Se isso ocorrer, uma liminar poderá autorizar as candidaturas.

Se isso ocorrer, os governistas irão apostar em um discurso beligerante contra Maia focada na necessidade de alternância de poder na casa.

Isso porque Maia preside a Câmara desde 14 de julho de 2016, quando venceu a eleição após a renúncia de Eduardo Cunha. Depois, disputou e venceu as eleições de 1 de fevereiro de 2017 e de 2019.

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PONTO DE VISTA: CASO STF AUTORIZE A REELEIÇÃO DE RODRIGO MAIA E ALCOLUMBRE, CAJURU AMEAÇA RENUNCIAR O MANDATO

Caro(a) leitor(a),

É importante que existam parlamentares como Kajuru que esperneiam diante das abominações que acontecem no dia dia do Congresso Nacional. Essa reeleição de Alcolumbre e de Maia é totalmente fora de propósito e inconstitucional. O pior é que os caras insistem na cara de pau. O presidente do Congresso jurou cumprir a Constituição, mas isso quando é para beneficiar o povo brasileiro. Quando é para  seu próprio benefício passa-se um rolo compressor por cima dela. Isso, por si só, já mostra a falta de caráter de caras como Maia e Alcolubmre e serve para o povo brasileiro ver quem são os caras que estão defendendo os nossos interesses. Precisamos votar certo da próxima vez. Homens de honra fazem como Kajuru. Renunciam ao mandato. A única coisa ruim é que é menos um na frente de batalha pra combater esses canalhas!

Kajuru ameaça renunciar ao mandato caso STF autorize reeleição de Maia e Alcolumbre

Marcos Rocha

Publicado  

em

Pedro França | Agência Senado

O senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) afirmou nesta sexta-feira (27) que avalia renunciar ao mandato de congressista se o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar as reeleições de Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ) às presidências do Senado e da Câmara.

Em seu Twitter, o parlamentar publicou uma matéria do Poder360 que afirma que a Suprema Corte já possui maioria para chancelar a manutenção dos atuais comandantes do Congresso Nacional.

“Veja, Brasil, o quanto a CPI da [Lava] Toga vale ouro. Se isto acontecer será a confirmação do toma lá da cá mais escandaloso dos últimos tempos! Se o meu eleitor concordar em sua maioria eu quero renunciar desse chiqueiro logo após essa votação do Supremo”, escreveu.

O julgamento está previsto para acontecer em 4 de dezembro. O relator do caso é o ministro Gilmar Mendes.

POSIÇÃO DO GOVERNO

A Advocacia-Geral da União (AGU) divulgou, em setembro, uma nota à imprensa a fim de esclarecer sua posição na ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado.

O processo, que foi movido pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), visa impedir uma nova ascensão de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre aos comandos das Casas Legislativas.

A Constituição não permite a reeleição do mandato de dois anos na mesma legislatura. No entanto, Alcolumbre articula para mudar o entendimento e se manter como presidente do Senado.

Maia, por sua vez, afirma publicamente que não trabalha para isso, mas acredita que teria apoio para ser reeleito.

Na nota da AGU, o órgão evitou tomar posição sobre o tema e disse que o assunto é “interna corporis”, ou seja, de propriedade exclusiva do Congresso Nacional, apesar da vedação trazida pela Constituição.

LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA

“Em sua manifestação na ADI 6524, cumprindo o papel constitucional de curador da presunção da constitucionalidade das leis (art. 103, par. 3o., da Constituição), o Advogado-Geral da União defende a constitucionalidade das normas regimentais do Senado e da Câmara impugnadas.

A seguir, destaca que, segundo o próprio STF, a Constituição não esgota as possibilidades de recondução.

Portanto, para além disso, sem entrar em nenhum caso concreto, como é próprio a uma Ação Direta, o que cabe é decisão ‘interna corporis’ das Casas parlamentares.

A AGU é absolutamente respeitosa à autonomia de cada uma das Casas.

Fonte: Conexão Política

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RESUMO DA SEMANA: MAIA CRITICA MINISTRO DO MEIO AMBIENTE, O RECUO DO DECRETO DO SUS E A POLÊMICA PIADA SOBRE O REFRIGERANTE ROSA

No nosso RESUMO DA SEMANA deste domigão vamos ver os principais destaques da programação da Pan que foram notícia na política nacional desta semana que termina, sob o comando o apresentador Vitor Brown. Então, não saia dai, sente na sua poltrona que fique em dia com a notícia!

Fonte:

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“ASSUNTO ENCERRADO”, DIZ SALLES SOBRE CONFLITO COM RAMOS

Salles diz que conflito com Ramos é ‘assunto encerrado’

 POLÍTICA

Foto: Edu Andrade/FatoPress/Estadão Conteúdo

Depois de partir para cima do ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, a quem chamou de “Maria Fofoca”, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, não pretende seguir com a pancadaria. Ao assistir neste sábado, 24, às reações do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), Salles optou por não contra-atacar. “Para mim, este assunto está encerrado”, disse Salles ao Estadão, ao ser questionado sobre as declarações das duas lideranças do Congresso.

A decisão de Salles de não alimentar o confronto segue a orientação dada pelo presidente Jair Bolsonaro, que não reprovou o gesto do titular do Meio Ambiente, mas não tem interesse em prolongar a crise.

Mais cedo, pelas redes sociais, Maia e Alcolumbre resolveram se colocar do lado de Ramos na disputa contra Salles. Maia disse que “o ministro Ricardo Salles, não satisfeito em destruir o meio ambiente do Brasil, agora resolveu destruir o próprio governo”. Alcolumbre não só criticou Salles como elogiou Ramos na tarefa de articulação com o Congresso. “Não é saudável que um ministro ofenda publicamente outro ministro”, em referência às publicações de Salles criticando Ramos.

Ramos e Salles protagonizam o mais recente atrito dentro do governo, que já ocorria nos bastidores e foi tornado público nesta semana após Salles usar as redes sociais para se posicionar.

De um lado, Ramos conta com o respaldo de membros do Centrão e a ala militar. Já Salles tem como apoio a chamada ala ideológica do governo e o próprio filho do presidente e deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). O conflito entre os dois ministros se baseia na desconfiança de Salles sobre a atuação de Ramos para derrubá-lo do cargo.

Diante das dificuldades orçamentárias da pasta do Meio Ambiente, Salles soube que Ramos teria articulado com o Ministério da Economia maiores recursos para as pastas da Infraestrutura e do Desenvolvimento Regional. Os dois ministros estiveram ontem juntos e com o presidente Bolsonaro em evento militar, que foi seguido de um almoço com demais membros do governo. Enquanto, o chefe do Executivo atua para pôr panos quentes na relação de seus chefiados. Ambos combinaram de conversar pessoalmente em um compromisso futuro, mas ainda sem previsão de ocorrer.

Fonte: Blog do BG

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O FUTURO DE MAIA NA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA E A DESIDRATAÇÃO DO CENTRÃO

Em Off: a desidratação do Centrão e o futuro de Maia na presidência da Câmara

Da CNN

14 de outubro de 2020 às 10:34

Governista, Rodrigo Maia se nega a defender o legado de Temer na eleição | Brasil | EL PAÍS Brasil

No quadro Em Off desta quarta-feira (14), na CNN Rádio, Daniela Lima analisou a nova debandada do bloco do Centrão, que é liderado por Arthur Lira (PP-AL), e a sucessão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Na terça-feira (13), PTB e o Pros decidiram deixar o grupo e se unir ao PSL, que tem a maior bancada da Câmara, ao lado do PT, movimento que desidrata ainda mais o bloco depois da saída de MDB e DEM, em julho.

“Essa debandada no bloco dele [Arthur Lira] é uma sinalização de que uma parte dos partidos com os quais contava para ter voto e apoio na briga pela presidência da Câmara está voltando seus olhos para Maia”, disse a jornalista.

De acordo com Lima, há alguns dias Maia recebeu uma proposta de acordo em torno da presidência da Comissão Mista de Orçamento, na qual ele cederia a vaga para um nome indicado por Lira, mas teria sido bastante claro sobre o tema.

“Não tem acordo, vou para a briga e vou com tudo”, Maia teria dito a interlocutores, o que a jornalista disse ser um sinal de que, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) libere, o deputado disputará com toda força a presidência da Casa.

Fonte: CNN

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GUEDES E MAIA SELAM PAZ EM JANTAR DE RECONCILIAÇÃO

Em jantar de reconciliação, Maia e Guedes selam paz: ‘Brasil acima de qualquer divergência’

Presidente da Câmara, que na semana passada chamou o ministro da Economia de ‘desequilibrado’, pediu desculpas e falou em união dos poderes.

Publicado 7 horas atrás 

em 05.10.2020

Por Marcos Rocha

O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), participaram de um jantar na noite desta segunda-feira (5).

O encontro, que foi organizado por parlamentares, tinha como objetivo selar a paz entre os dois, que protagonizaram vários atritos e embates públicos nas últimas semanas.

A reunião aconteceu na casa do ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), localizada na Asa Sul, em Brasília/DF.

Durante entrevista coletiva após o jantar, Rodrigo Maia, que na semana passada chamou Paulo Guedes de ‘desequilibrado’, pediu desculpas ao ministro da Economia.

“Infelizmente, nos meses seguintes à [reforma da] Previdência, por erros, nós fomos nos afastando. Agora na pandemia mais ainda e na semana passada… Deixo aqui meu pedido de desculpas, fui indelicado e grosseiro. Não é do meu feitio” disse Maia, olhando para Guedes.

O presidente da Câmara afirmou ainda que situação fiscal do Brasil é ‘dramática’. Na visão dele, os poderes da República devem estar unidos para ‘assumir as responsabilidades’.

Durante sua fala, ele também mencionou a discussão sobre o Renda Cidadã, um programa de transferência de renda que substituirá o Bolsa Família.

“A agenda de reformas não pode parar, independentemente das eleições municipais. O teto de gastos é a primeira de nossas urgências, porque com a regulamentação do teto de gastos, a gente resolve o [novo] programa social”, declarou Maia.

Paulo Guedes, por sua vez, também adotou tom de reconciliação. O ministro assegurou que nunca ofendeu Rodrigo Maia, mas pediu desculpas por qualquer mal-entendido.

“Eu nunca ofendi o presidente Rodrigo Maia. Isso não é ofensa pessoal, foi uma troca de opiniões. O presidente Rodrigo Maia falou: ‘Olha, você está atrasando a reforma tributária’. E eu: ‘Olha, e as privatizações aí?’. Isso são trocas de opinião. Não tem ofensa. Agora, eu, caso tenha ofendido o presidente Rodrigo Maia, ou qualquer político que eu possa ter ofendido inadvertidamente, eu peço desculpas também. Não é um problema”, disse Guedes.

“Agradeço e retribuo ao Rodrigo [Maia]. Os interesses do Brasil estão acima de qualquer interesse pessoal e divergência. Ano passado trabalhamos muito bem, juntos, nas reformas”, completou o ministro da Economia.

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que também marcou presença, disse que o jantar “marca um novo iniciar dessa relação”.

“Com franqueza, honestidade e com divergências, que é natural da vida pública. Mas sempre dialogando”, afirmou Alcolumbre

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A REELEIÇÃO DE MAIA E ALCOLUMBRE PARA O COMANDO DO CONGRESSO,TEM REPROVAÇÃO DE 42% DOS BRASILEIROS

42% são contra reeleição de Maia e de Alcolumbre no comando do Congresso

 POLÍTICA

Foto: Pedro França/Agência Senado

A pesquisa Poder Data mostrou que 42% dos brasileiros são contrários às mudanças nas regras para permitir a reeleição dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre.

O levantamento, realizado entre 27 e 30 de setembro, revelou que 25% são a favor da medida. Outros 33% não souberam responder. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 28 a 30 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 423 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Extratificação

Quem mais rejeita a reeleição:

– Homens (57%);

– Quem tem ensino superior (64%);

– Quem ganha mais de 10 salários mínimos (68%);

– Quem ganha de 5 a 10 salários mínimos (70%).

Quem aceita:

– Os únicos grupos em que o apoio à mudança supera a desaprovação é o dos moradores do Sul (47%) e de quem de 16 a 24 anos (23%).

A mudança

De acordo com a Constituição, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre só podem ficar no comando das duas Casas do Congresso até 31 de janeiro de 2021. Na 1ª semana de fevereiro têm de ser eleitos novos presidentes da Câmara e do Senado, no entanto, ambos elaboraram estratégias distintas para tentar contornar esse obstáculo legal.

No Senado, Alcolumbre tenta utilizar 1 parecer jurídico, assinado por advogados de renome, e assim tentar consolidar a reeleição. No Supremo Tribunal Federal há uma chance real de que a tese seja aceita.

Na Câmara, Maia quer utilizar um argumento similar ao que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso utilizou em 1997, para aprovar a possibilidade de se reeleger no ano seguinte: todos têm direito a uma reeleição. No entanto, o deputado do DEM está no cargo desde 2016, quando substituiu Eduardo Cunha. Cumpriu um mandato completo de 2 anos em 2017 e 2018 e agora está no 5º ano de comando da Câmara.

Poder 360

Fonte: Blog do BG

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RODRIGO MAIA DEFENDE PEC PARA TETO E DIZ QUE UM NOVO IMPOSTO NÃO ABRE ESPAÇO FISCAL

Maia diz que novo imposto não abre espaço fiscal e defende PEC para teto

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 21 de agosto de 2020 às 20:32

A semana foi tensa no Congresso Nacional, com o Senado anulando veto do presidente sobre reajuste salarial de servidores públicos e, em seguida, a Câmara dos Deputados anulando o resultado, para alívio do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

No meio da articulação política estava o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ), que defende, em entrevista à CNN, a continuação da agenda de reformas — mas se posiciona contra as propostas de criação de novos impostos.

“O governo diz que vai trocar um imposto para outro. Acho uma troca ruim, porque um novo imposto não abre espaço fiscal no orçamento. Você pode criar a receita que quiser, enquanto não derrubar o piso não dá para fazer o programa [social]. Se o novo imposto for usado para financiar o Renda Brasil, estarmos aumentando a carga tributária.”

Ele diz que, em vez de tratar da substituição de impostos, o Brasil deveria se voltar para o controle dos muitos subsídios tributários. “Precisamos ter coragem para enfrentar os R$ 350 bilhões de subsídios tributários e tirar de lá os caminhos para financiar o Renda Brasil.”

Questionado sobre se concorda com a manutenção do auxílio emergencial, Maia disse que o valor atual do benefício, R$ 600 mensais, é muito alto para os cofres públicos e ressaltou que para avançar com as discussões sobre a criação de um novo programa social o governo deve enviar sua proposta o quanto antes.

“Disse para o presidente que nesse momento, além de renovar para mais dois meses o auxílio emergencial, o governo deve introduzir debate sobre sua proposta para que a gente possa discutir renda mínima permanente, de onde vai sair o financiamento, porém o auxílio emergencial tem valor pesado para que seja permanente.”

Ele disse que ainda falta o governo esclarecer algumas questões sobre o plano. “O programa vai continuar atendendo a todos? Vai ter política focalizada? Vai continuar atendendo os mesmos que recebem o Bolsa Família? qual valor de repasse?”, questiona.

Maia também abordou a questão do orçamento federal e das PECs que regulamentam os chamados “gatilhos do teto”, mecanismos para restringir gastos do poder público. Ele explicou que há no Congresso a tramitação de dois projetos sobre o assunto, um em cada casa.

“A PEC que está na câmara de regulamentação de gatilhos é mais ampla para o enfrentamento dos gastos do Governo Federal, já a do Senado trata mais de gastos de estados e municípios. Existe uma pressão para abertura de espaço no teto para investimentos na área de infraestrutura então defendo que se pense na regulamentação do teto de gastos.”

O presidente da Câmara também defendeu a continuidade da agenda de reformas no Brasil para que sejam mitigadas distorções inerentes às regras do Estado brasileiro.

“Chegou a hora de enfrentarmos as distorções do funcionalismo público e do sistema tributário brasileiro. Não acreditamos que o Brasil vai ter condições de crescer de maneira sustentável com um estado baseado em privilégios.”

Fonte: CNN

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PONTO DE VISTA: O SÓRDIDO COMPLÔ MONTADO DENTRO DO CONGRESSO NACIONAL PARA TIRAR O PODER DE BOLSONARO

Em entrevista a Jovem Pan ontem o deputado federal Roberto Jefferson fez séria denúncia e esclareceu quais as intenções dos presidentes do Senado e Câmara Federal que estão formando um verdadeiro complô para derrubar o presidente Jair Bolsonaro do poder. Não vou me alongar, pois se você assistir ao vídeo vai entender facilmente o que realmente está acontecendo no antro do Congresso Nacional e o risco que a nossa frágil democracia sofre. Leia também o artigo a seguir e forme a sua opinião!

Fonte: Os Pingos nos Is

O esquema de Rodrigo Maia para tirar Bolsonaro e permanecer no poder

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Jonas Pereira | Agência Senado

Roberto Jefferson fez uma declaração óbvia e polêmica sobre a dinâmica de poder articulada pelo Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para se perpetuar no poder e, como cereja do bolo, entregar o presente que os setores políticos de oposição, centrão e isentões tanto almejam: o afastamento do Jair Bolsonaro da Presidência da República e a sucumbência total do plano estratégico econômico de Paulo Guedes, que daria início a uma forte agenda de retomada de crescimento do país, como já vinha acontecendo desde o início de 2019.

O plano é muito simples: o Presidente da Câmara acata o parecer jurídico que supostamente fundamenta o pedido de impeachment do Presidente e, em contrapartida, exige que o Congresso, unificado pela maioria composta do centrão e a esquerda, colaborem para que a PEC desenterrada pelo Rodrigo Maia tenha a sua aprovação para que ele permaneça no poder.

Talvez esse seja o jogo mais vil e sujo contra a vontade majoritária popular na história, uma vez que Jair Bolsonaro conta com uma base de apoio popular expressiva e um número considerável de pessoas que ainda o acham regular, ultrapassando quaisquer índices de rejeição total, o que concretiza uma atmosfera completamente distinta das que vigoraram durante a época da Dilma Rousseff e Fernando Collor.

Vale lembrar que o processo de impeachment, tomado como base os casos anteriores, só acontece quando uma série de requisitos pretéritos são preenchidos para que haja viabilidade sem resistência popular, com fundamentação jurídica e transição pacífica entre os ocupantes dos cargos.

É válido observar que ambos os Presidentes já impedidos, tanto Dilma quanto Collor, contavam com forte e expressiva rejeição popular, além de manifestações pelo impeachment que pavimentaram a faceta política de todo o processo.

Não basta tão somente a fundamentação jurídica legítima, coisa que vigorou nos dois processos anteriores, mas também um vetor popular de incentivo para que o processo ocorra com total lisura e completamente desprovido de grande resistência civil.

Nenhum desses requisitos são preenchidos no caso do Presidente Jair Bolsonaro, e a fundamentação ventilada pelo ex-Conselheiro da OAB não encontra fortes evidências jurídicas e revela apenas a faceta obscura de uma conspiração política da mais suja que já testemunhamos na história.

O argumento exposto pelo então advogado revela que o Presidente supostamente incorreu em crime de responsabilidade ao contrariar as orientações da OMS de combate à pandemia.

Essa alegação não faz o menor sentido, uma vez que as orientações da OMS não são imbuídas de caráter imperativo e todo o protocolo recomendado já está sendo executado pelas autoridades responsáveis em coordenação máxima pelo Ministério da Saúde. Vale lembrar que a OMS não possui constância nas suas orientações, muitas vezes demonstrando insegurança sobre recomendação de uso de máscaras e até mesmo declaração de que a quarentena horizontal talvez não seja suficiente para impedir a proliferação do coronavírus.

Portanto, embora estejamos passando por uma circunstância de medidas preventivas e combate à pandemia, isso não significa que ingressamos em um Estado de exceção, fundamentando a supressão provisória das liberdades civis e individuais, vigorando então o máximo da vitalidade e manutenção dos nossos direitos que devem ser resguardados mediante nossa Constituição – fator esse solenemente ignorado pelo próprio STF, governadores inescrupulosos e alguns prefeitos que estão brincando de ditadores ao tratar com extrema truculência cidadãos que até mesmo seguem recomendações da OMS de caminhar ao ar livre.

O que se ignora muitas vezes é que a própria OMS também divulga recomendações que implicam em cuidados para a manutenção do nosso sistema imunológico e constância na saúde mental, uma vez que a quarentena total pode culminar numa total quebra de rotina, desequilibrando a condição psicológica de milhares de pessoas, além das devidas recomendações de maximização do sistema imunológico através do consumo de vitamina D, o que pode ser abastecido através das caminhadas ao ar livre e com constante contato recomendado com a luz solar.

Portanto, toda a estrutura de argumentação que fundamenta o pedido de impeachment segue-se sendo completamente inválida, uma vez que desconsidera todo o sistema complexo de estudos e recomendações por autoridades de diversos campos da ciência, incluindo a própria medicina, epidemiologia, psicologia etc.

E para preencher todo o show de horrores temos também a ala que surfou na onda do bolsonarismo em 2018 da forma mais oportunista e vigarista possível inflamando a nova narrativa difamatória contra as recentes manifestações que predominantemente apoiaram novas formas de isolamento para que não haja o sacrifício da economia. Injustamente atribuída como uma manifestação completamente a favor da intervenção militar, essa é a nova narrativa do momento para a mídia abastecer seu arsenal de mentiras contra o Presidente, fortalecendo ainda mais a atmosfera de inviabilidade e desgaste através de constantes ataques irrefletidos.

O esquema de poder que almeja a manutenção da cleptocracia no nosso país procura resistência, e Bolsonaro parece ser um forte obstáculo para tudo isso. A inviabilidade da governança do Presidente Jair Bolsonaro, representado pela agenda chancelada por milhares de brasileiros de maneira democrática, é o novo mecanismo que a elite política e burocrática encontrou para que a renovação política não tenha o seu devido progresso e a velha forma volte a vigorar com loteamento de cargos e trocas de favores.

Os covardes que apoiaram e se aproveitaram da onda do Presidente Jair Bolsonaro já pularam do barco, e agora mostram-se a favor da agenda da velha política e da manutenção da supressão das liberdades individuais, o que curiosamente é completamente dissonante à suposta ideologia liberal de muitos esses que já desistiram no meio do caminho.

Temos então a nefasta reunião do STF e a corja do Congresso para impermear o andamento da agenda de mudança econômica e social encabeçada pelo Presidente e sua equipe ministerial, então faço-lhes uma pergunta: vocês realmente acreditam que tipos do Rodrigo Maia, Alcolumbre e as velhas raposas do STF realmente se preocupam com o interesse público, nossos direitos civis e com a manutenção do processo natural democrático manifestado pela eleição do Jair Bolsonaro? É óbvio e ululante que eles agem à despeito da vontade majoritária popular e lutam tão somente pela manutenção de tudo aquilo que há de mais podre e virulento no nosso país.

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REPRESENTANTES DAS DIVERSAS CLASSES E ENTIDADES POLÍTICAS CONDENAM ATO DE BOLSONARO

Maia, Doria, FHC, OAB , AMB e ministros do STF condenam ato com Bolsonaro

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), repudiou neste domingo (19) a manifestação em apoio a uma intervenção militar no Brasil com a participação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Por meio de uma rede social, o deputado disse ser uma “crueldade imperdoável” pregar uma ruptura democrática em meio às mortes da pandemia da covid-19.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse ser “lamentável” que o presidente “apoie um ato antidemocrático, que afronta a democracia e exalta o AI-5”. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) também chamou de “lamentável” a participação de Bolsonaro. “É hora de união ao redor da Constituição contra toda ameaça à democracia.”

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou que “democracia não é o que presidente Bolsonaro pratica”.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo, disse à coluna Mônica Bergamo, da Folha que “só pode desejar intervenção militar quem perdeu a fé no futuro e sonha com um passado que nunca houve”. Gilmar Mendes, também do STF, disse que “invocar o AI-5 e a volta da ditadura é rasgar o compromisso com a Constituição e com a ordem democrática”.

O presidente Nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, disse que “a sorte da democracia brasileira está lançada” e que está é a “hora dos democratas se unirem, superando dificuldades e divergências, em nome do bem maior chamado liberdade”.

Em nota divulgada neste domingo, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) afirmou ver “com preocupação as manifestações de grupos que defendem o fechamento do Supremo Tribunal Federal, da Câmara e do Senado, além de outras medidas ilegais e que agridem a Constituição”.

Fonte: Blog do BG

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