BOLSONARO APRESENTA AÇÃO NO STF VISANDO IMPEDIR LOCKDOWN E TOQUE DE RECOLHER EM TODOS ESTADOS BRASILEIROS

Entenda medidas de PR, PE e RN, questionadas por Bolsonaro ao STF

Governadores dos três estados impuseram medidas restritivas ao comércio e à circulação para conter a disseminação da Covid-19

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

28 de maio de 2021 às 18:46

Presidente Jair Bolsonaro durante anúncio do programa "Adote um Parque" - (BrasíPresidente Jair Bolsonaro durante anúncio do programa “Adote um Parque” – (Brasília – DF, 12/05/2021)Foto: Alan Santos/PR

ação apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao Supremo Tribunal Federal (STF) visa impedir lockdown e toque de recolher em todos os estados brasileiros, mirando medidas decretadas nos últimos dias pelos governadores de três estados: Ratinho Júnior (PSD), do Paraná; Paulo Câmara (PSB), de Pernambuco; e Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte.

Bolsonaro e o advogado-geral da União, André Mendonça, alegam na ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que os governadores excederam as suas prerrogativas e adotaram medidas “desproporcionais”.

“[A ação] considera que algumas dessas medidas não se compatibilizam com preceitos constitucionais inafastáveis, como a necessidade de supervisão parlamentar, a impossibilidade de supressão de outros direitos fundamentais igualmente protegidos pela Constituição e a demonstração concreta e motivada de que tais medidas atendem ao princípio da proporcionalidade”, afirma a nota divulgada pela AGU.

As medidas

Rio Grande do Norte

Em 21 de maio, a governadora Fátima Bezerra (PT) decretou uma quarentena severa em uma lista de 35 municípios do Rio Grande do Norte que compõem a “VI Unidade Regional de Saúde”. A capital Natal não foi incluída. Durante o período, apenas os serviços considerados essenciais poderão funcionar presencialmente.

A validade se iniciou a partir daquele dia, com extensão até o 6 de junho. No período, decidiu a governadora, vai vigorar um toque de recolher, com a proibição de circulação de pessoas aos domingos e feriados e em todos os dias, entre 22h e 5h da manhã seguinte.

Pernambuco

Em 24 de maio, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), decidiu endurecer as restrições para conter a Covid-19. Seguindo as regiões administrativas do estado e a situação da pandemia em cada uma.

Os municípios das gerências regionais II, IV e V estão com medidas adicionais que começaram em 26 de maio e irão direto até o dia 6 de junho. Uma segunda lista, com cidades de diferentes regiões, terá restrições excepcionais apenas nos próximos dois finais de semana, 29 e 30 de maio e 5 e 6 de junho. Nessa segunda relação, a capital Recife e a cidade de Olinda.

Ficam proibidas de funcionar presencialmente atividades como escolas e universidades, comércio, escritórios, clubes sociais, práticas esportivas coletivas, atividades recreativas em praias, calçadões e parques. Shoppings podem apenas abrir para atividades bancárias localizadas em seu interior e igrejas podem funcionar apenas para atividades administrativas e celebrações virtuais sem público.

O decreto foi acompanhado de uma lista de exceções, que abarcam serviços considerados essenciais.

Paraná

Em 25 de maio, o governador Ratinho Júnior (PSD) decidiu prorrogar no Paraná, até o dia 11 de junho, medidas que preveem a “restrição da circulação de pessoas” entre 20h de um dia e as 5h da manhã seguinte, bem como a proibição da venda de bebidas alcoólicas em todo o estado durante a mesma faixa de tempo.

O governo do estado também prorrogou as medidas de distanciamento social, com limitação da capacidade de atendimento e horário de funcionamento em atividades como bares, restaurantes, academias e shoppings centers.

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RESUMO DA SEMANA: STF RESTRINGE CULTOS E MISSAS, BOLSONARO DESCARTA LOCKDOWN NACIONAL

Domingo é dia de RESUMO DA SEMANA aqui no Blog do Saber pra você que não conseguiu acompanhar os fatos políticos desta semana. Aproveite para se atualizar assistindo o Semana da Pan sob o comando de Vitor Brown e formar sua opinião.

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: POLÍTICOS RADICAIS E O FECHAMENTO DE SUPERMERCADOS, PORCAIO COPPOLLA

Segunda-feira é dia de ANÁLISE POLÍTICA e nesta segunda o destaque é o comentário competente e preciso de Caio Coppolla sobre os políticos radicais e o fechamento de supermercados. Medida que está ganhando corpo pelas cidades país a fora e que está causando grande prejuízo aos pequenos empresários, que são a coluna vertebral da economia. Assista ao vídeo completo a seguir, reflita, tire suas conclusões e se achar que deve  divulgue ao máximo de pessoas que você puder!

Compartilhe o vídeo e MARQUE O PREFEITO E/OU UM VEREADOR DA SUA CIDADE AQUI NOS COMENTÁRIOS – nosso objetivo é impactar 10% das Prefeituras do país com este conteúdo: 557 Municípios 👊🏼🇧🇷 Este é um APELO CONTRA MEDIDAS RADICAIS E INEFICIENTES QUE AUMENTAM AGLOMERAÇÕES e potencializam a circulação do vírus, em especial o FECHAMENTO DE MERCADOS & SUPERMERCADOS – uma iniciativa que infelizmente já foi implementada em grandes cidades como Araraquara e São José do Rio Preto. Analiso esses “cases de fracasso” no vídeo e, no final, ofereço DUAS SUGESTÕES EFICAZES BASEADAS NA CIÊNCIA pra reduzir o risco de transmissão nesses ambientes de atividade essencial. ***ESTE VÍDEO TAMBÉM É UMA HOMENAGEM AOS CORAJOSOS CAIXAS E TRABALHADORES DOS MERCADOS – Deus abençoe vocês com toda a saúde, muito obrigado pelos serviços prestados, ainda mais na pandemia! 🙏🏼***

Fonte: 

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MÉDICOS DE PARIS DESTACAM QUE EM BREVE SERÃO FORÇADOS A FAZER UMA TRIAGEM ENTRE OS PACIENTES “PARA SALVAR MAIOR NÚMERO DE VIDAS POSSÍVEIS”

Lockdown em Paris não funciona e médicos vão escolher pacientes

Em carta, médicos intensivistas alertam para o colapsto nos hospitais da capital francesa apesar de o governo impor restrições

Dezenas de pessoas se reúnem em frente ao Jardin du Luxembourg, em Paris, neste domingoDezenas de pessoas se reúnem em frente ao Jardin du Luxembourg, em Paris, neste domingo STEPHANE DE SAKUTIN / AFP – 28.03.2021

Um grupo de 41 médicos intensivistas da França publicaram uma carta neste domingo (28) no Journal du Dimanche, alertando para o colapsto nos hospitais de Paris por causa dos altos índices de infecção pelo novo coronavírus. Nem mesmo a estratégia de lockdown tem surtido efeito. Os médicos destacam que em breve serão forçados a fazer uma triagem entre os pacientes “para salvar o maior número de vidas possível”.

Desde o dia 19, o governo da França aplicou o fechamento do comércio não essencial e a proibição de deslocamentos entre diferentes regiões em 16 departamentos do país, incluindo Paris, que somam quase um terço da população nacional. As novas medidas buscam limitar a progressão do coronavírus Sars-CoV-2, causador da covid-19, principalmente no norte do país.
Em Paris, neste domingo, centenas de pessoas se aglomeraram, com e sem máscaras, para participar de uma manifestação contra o aquecimento global.

“A epidemia de covid-19 está de novo em constante progressão em todas as regiões”, destacam os médicos. “É muito cedo para a campanha de vacinação melhorar significativamente o curso da epidemia durante este período crítico. Lembramos, se necessário, que a vacinação continua sendo a arma essencial a médio e longo prazo. Todos os indicadores concordam que as medidas atuais são e serão insuficientes para reverter rapidamente a alarmante curva de contaminações.”

“Com o objetivo de informar e alertar legitimamente nossos concidadãos, nossos futuros pacientes e seus familiares, queremos explicar de forma transparente a situação que vamos ter que enfrentar e como vamos enfrentá-la. Nesta situação de medicina de desastre, onde haverá uma incompatibilidade flagrante entre as necessidades e os recursos disponíveis, seremos forçados a fazer a triagem de pacientes para salvar o maior número de vidas possível. Essa classificação afetará todos os pacientes, Covid e não Covid, em particular para o acesso de pacientes adultos a cuidados intensivos.”

“Nunca experimentamos tal situação, mesmo durante os piores ataques dos últimos anos. Antes de chegar a este período doloroso, mas iminente, faremos todo o possível para atrasar o prazo utilizando todos os recursos humanos e materiais disponíveis, realizando as evacuações médicas tanto quanto possível, mesmo que estas sejam reduzidas. da epidemia em todas as outras regiões. Usaremos todas as soluções inovadoras que possam limitar a progressão para formas graves e reduzir o tempo de internação em terapia intensiva. Essa triagem será feita com o objetivo permanente de garantir a disponibilidade de recursos de cuidados críticos de forma coletiva, equitativa e homogênea em todo o nosso território.”

“A triagem de pacientes já foi iniciada, uma vez que já nos foi imposta uma grande desprogramação médica e cirúrgica e sabemos muito bem que estas estão associadas à perda de oportunidade e ao não acesso aos cuidados de alguns pacientes. Essa desprogramação terá que se intensificar nos próximos dias, logo poupando apenas emergências vitais. Por vários dias, já fomos forçados a pesar cuidadosamente as indicações de certas técnicas excepcionais, como a assistência circulatória.”

Fonte: R7
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ECONOMIA: ONDE COMEÇA E ONDE REALMENTE TERMINA O DIREITO DE CADA INDIVIDUO EM TEMPOS DE LOCKDOWN?

A pandemia do coronavírus gerou uma infinidade de dúvidas e questionamentos sobre o ordenamento jurídico, começando pelo principal deles: onde começa e termina o direito de cada indivíduo? Quando não se tem mais certeza do direito intocável do indivíduo de respirar livremente para atmosfera é sinal que a coisa está muito complicada! Portanto lhe convido a ler o artigo completo a seguir, de autoria de Donald Boudreaux, economista e bacharel em direito, refletir e tirar suas próprias conclusões!

Poderiam ao menos ter a decência de parar com as justificativas bizarras para o lockdown

A questão das externalidades e do direito

 

Embora eu sempre tenha preferido estudar economia a direito, nunca me arrependi da decisão de obter um diploma de direito além do meu diploma de economia.

Ao me expor a detalhes do mundo real que, de outra forma, eu teria perdido, estudar direito melhorou acentuadamente minha capacidade de avaliar políticas e processos econômicos.

Alguns economistas, de alguma maneira, compreendem esses detalhes cruciais sem terem estudado direito formalmente. Dentre estes estudiosos impressionantes temos Armen Alchian, Terry Anderson, Ronald Coase, Harold Demsetz, Thomas Sowell e Bruce Yandle. Mas muitos economistas desconhecem esses detalhes. O resultado, muitas vezes, são análise políticas equivocadas e conselhos irrealistas e contraproducentes.

Tais análises e conselhos ruins são especialmente dominantes quando os economistas escrevem sobre as chamadas “externalidades“.

Externalidades são efeitos causados por terceiros, como quando as ações de Gustavo e Sara têm um impacto sobre o bem-estar de Silas, com Silas não tendo sido consultado por Gustavo ou Sara.

Se este impacto aumenta o bem-estar de Silas, chamamos isso de “externalidade positiva” – como ocorreria, por exemplo, se Sara pagasse a Gustavo para reformar sua casa, aumentando assim o valor de mercado da casa do vizinho Silas.

Se esse impacto piorar o bem-estar de Silas, nós o chamamos de “externalidade negativa” – como ocorreria, por exemplo, se Gustavo, enquanto trabalha na reforma da casa de Sara, fizesse barulhos altos que incomodasse profundamente Silas enquanto este fazia ioga ou estava em uma reunião importante.

Quando economistas encontram exemplos práticos como esses, seu primeiro instinto é lamentar o fato de Sara e Gustavo ignorarem os impactos de suas ações sobre Silas. Já o segundo instinto é descrever as intervenções que o governo deveria fazer para garantir que Gustavo e Sara levassem em consideração esses impactos. Uma recomendação típica normalmente é tributar as pessoas por qualquer barulho irritante causado por seus projetos de reforma domiciliar.

Os economistas reconhecem que os custos administrativos de se impingir tais políticas são, na maioria das vezes, tão altos, que elas se tornam insensatas. No entanto, pelo menos em princípio, muitos economistas estão propensos a concluir que a ausência de tributação sobre barulhos altos da construção civil faz com que muito ruído desagradável seja feito impunemente em horários impróprios.

A sutil genialidade do direito

O direito, no entanto, frequentemente leva em conta tais efeitos de maneiras que os economistas não percebem. A mais importante destas formas reside na maneira específica com que o direito cria – e se recusa a criar – direitos de propriedade.

O padrão resultante e detalhado dos direitos de propriedade é importante.

Na lei anglo-americana, uma pessoa tem direito a uma indenização somente se ela transfere o título de uma propriedade valiosa sem ter tido a intenção de dar um presente (como ocorre em casos de desapropriação), ou se ela sofre a perda de alguma propriedade (ou parte dela) em decorrência das ações de alguém que violou seus direitos de propriedade.

Portanto, o simples fato de que a ação de Sara aumentou o bem-estar de Silas é insuficiente para criar uma obrigação de que alguém pague Sara por sua ação “positiva”.

Da mesma forma, o simples fato de Silas sofrer algum incômodo com o barulho das atividades de construção de Gustavo é insuficiente para justificar a cobrança de um imposto sobre Gustavo por suas barulhentas atividades de construção.

O direito se recusa a impor obrigações em circunstâncias como estas porque reconhece uma característica da realidade que os economistas muitas vezes ignoram.

Ao passo que a economia e o direito entendem que as pessoas, sendo criaturas gregárias, estão sempre causando impactos sobre estranhos, o direito – ao contrário do economista descuidado, um tipo muito comum – reconhece que as pessoas frequentemente interagem repetidamente umas com as outras ao longo do tempo, e o fazem de maneiras que os custos e os benefícios dos efeitos “externos” tendam a se equilibrar para cada pessoa.

O direito, com efeito, reconhece que os custos que Silas sofre hoje com a construção barulhenta de Gustavo na casa de Sara serão compensados por outros benefícios que Silas terá amanhã, como sua própria liberdade de fazer barulho que irritará Sara se e quando ele, Silas, optar por renovar sua casa.

Em outras palavras, naquele cenário em que economistas mais apressados veem “externalidades” – e, portanto, “falha de mercado” –, o direito frequentemente vê as partes compensando umas às outras na forma de atividades práticas.

Por ter suportado o barulho da reforma na casa de Sara, Silas é “indenizado” adquirindo ele próprio o direito de infligir o mesmo tipo de barulho a Sara se e quando ele fizer reformas  no seu imóvel.

O direito também reconhece outra característica desta compensação prática que ocorre ao longo do tempo: tal indenização está embutida nas expectativas sensatas dos membros da comunidade. Se Sara restringir as obras na sua casa a apenas durante a luz do dia, a lei não reconhece o direito de Silas de ficar livre desse barulho. Silas é tratado corretamente como alguém que deve esperar sofrer com tal barulho durante o dia. Da mesma forma, Sara e o reformador de casas Gustavo são tratados como indivíduos que sabem que podem infligir tal barulho à vizinhança apenas durante o dia.

As coisas são diferentes para o período da noite. Se o barulho das marteladas noturnas de Gustavo mantiver Silas acordado (o que afetará profundamente sua produtividade e seu bem-estar no dia seguinte), o direito apoiará a tentativa de Silas de impedir Gustavo de dar marteladas. As pessoas esperam que seus vizinhos tenham a sensatez de não fazer barulhos altos à noite.

Identifique os direitos de propriedade

As expectativas sensatas das pessoas dão origem a direitos de propriedade. Nenhum direito de propriedade de Silas é violado pelas marteladas barulhentas de Gustavo ao meio-dia; já um direito de propriedade muito real de Silas é violado pelas fortes marteladas de Gustavo à meia-noite.

Esta distinção deveria ser, mas frequentemente não é, reconhecida pelos economistas. O que esta distinção significa é que uma externalidade genuína existe apenas quando há uma violação dos direitos de propriedade de alguém.

Se um homem chega perto de mim calçando sandálias, qualquer desconforto que eu possa sentir por não gostar de ver um homem de sandálias não é uma externalidade, mesmo que eu possa provar objetivamente que minha angústia e meu desconforto ao ver tal cena são intensos. Dado que este indivíduo o direito de usar sandálias em público, e considerando que devo esperar me deparar de vez em quando com homens calçado sandálias, este sujeito não me prejudicou de nenhuma forma jurídica, econômica ou ética.

Em outras palavras, apesar da minha aversão a homens trajando sandálias, o fato de um homem usar uma sandália em público não viola aquilo que os libertários chamam de “princípio da não-agressão“. (O princípio de não-agressão diz que os indivíduos devem ser livres para fazer o que quiserem, desde que não agridam terceiros inocente e não-agressivos.)

O fato de que a lei protege os direitos de propriedade contra efeitos externos criados por terceiros não permite saltos de lógica. Uma pessoa não pode simplesmente sair gritando que “As ações de Sara afetam negativamente um terceiro, que é Silas!” para então concluir “Silas tem o direito ético, e também deve ter o direito legal, de usar coerção, se necessário, para evitar que Sara o afete negativamente!”

A respiração sem máscara em público é uma agressão contra terceiros inocentes?

A relevância desta distinção entre os efeitos de terceiros que violam os direitos de propriedade de outra pessoa e os efeitos de terceiros que não violam é especialmente crucial hoje.

Muitos economistas defendem lockdowns, decretos que impõem o uso de máscara e outras restrições voltadas para combater a Covid-19 como meios cientificamente “objetivos” de lidar com as externalidades.

Da mesma forma, até mesmo alguns libertários justificam lockdowns e outras restrições como sendo não apenas consistentes com o princípio da não-agressão, como, mais ainda, uma consequência direta deste princípio.

No entanto, a pergunta relevante não é: “Se Sara respirar em público sem máscara, estará ela afetando física ou psicologicamente o terceiro e inocente Silas?”.

A pergunta relevante é: “Se Sara respirar em público sem máscara, estará ela violando algum dos direitos de propriedade de Silas?”

A resposta à primeira pergunta é irrelevante; a resposta à segunda pergunta é o que realmente importa.

Somente se a resposta a esta segunda pergunta for “sim”, um economista deve concluir que uma externalidade está em andamento; apenas se a resposta a esta segunda pergunta for “sim”, um libertário deve concluir que Sara está agredindo Silas.

Logo, o que podemos dizer sobre a Covid?

Até março de 2020, nenhum cidadão tinha como um “direito de propriedade” estar livre do risco de exposição a patógenos carregados por indivíduos assintomáticos que continuavam vivendo sua rotina diária. Dado que cada um de nós sempre, e inevitavelmente, expeliu para o ar que respiramos bactérias e vírus que potencialmente prejudicam – e às vezes matam – outras pessoas, a vida como a conhecemos nunca poderia existir se cada um de nós tivesse o “direito de estar livre dessas bactérias e vírus espalhados por outras pessoas”.

Ninguém jamais esperou se tornar livre de tal exposição. Ninguém jamais teve o direito de se tornar livre dessa exposição.

Sendo assim, tem de haver pelo menos uma presunção de que esta mesma regra se aplica ao SARS-CoV-2. Deveria haver pelo menos a presunção de que cada um de nós continua a usufruir o direito legal e ético de continuar cuidando de nossas vidas, de continuar trabalhando, de continuar circulando e até mesmo de continuar mantendo nossos afazeres sem o uso obrigatório de máscaras, não obstante o fato físico de que, ao fazê-lo, corremos o risco de transmitir o vírus a outras pessoas.

Talvez essa presunção seja, como dizem os advogados, “refutável”. Pode ser. Porém, da mesma maneira, posso também “refutar” crenças antigas e enraizadas. Se o jogo é esse, posso também “provar” que uma simples respiração em público configura violação de propriedade.

Por exemplo, com algum esforço, eu consigo imaginar o surgimento de um patógeno extremamente contagioso e extremante letal para todas as faixas etárias. No entanto, se for comprovado que este patógeno pode ser evitado com relativo sucesso por algumas semanas de lockdown rigoroso, então acabou-se de ser criado um argumento plausível que refuta a arraigada presunção de que nenhum direito de propriedade é violado quando estranhos respiram ar em público.

Ou seja, neste cenário, ou as pessoas ficam trancadas em casa, ou elas se tornam criminosas por estarem respirando em público. Logo, criou-se um cenário em que respirar em público atenta contra um direito de propriedade criado ad hoc.

E é isso o que estamos vivendo hoje.

Lockdowns ignoram conceitos básicos de externalidade

Não só a gravidade do SARS-CoV-2 dificilmente chega a um nível que justifique uma mudança tão grande na lei e na ética, como também ignoraram a antiga regra de que nenhum direito de propriedade é violado pela respiração de outras pessoas que estão levando suas vidas normais.

Repentinamente, há um ano, o medo histérico de Covid – e o irresponsável incitamento desse medo por políticos e a mídia – fez com que as pessoas simplesmente esquecessem que ninguém tem “o direito” de ficar livre do ar respirado por outros.

Ademais, como já foi explicado na mais importante análise sobre externalidades já escrita — O Problema do Custo Social, de Ronald Coase —, externalidades são bilaterais. Você só irá conseguir me afetar se eu estiver na posição de ser afetado por você. Em termos práticos, isso significa que há mais de uma maneira de reduzir as chances de as pessoas serem contaminadas pelo coronavírus: você pode tomar medidas para reduzir o seu risco de me infectar, ou eu posso tomar medidas para reduzir o meu risco de ser infectado por você.

Esta realidade, no entanto, é totalmente ignorada por aqueles que clamam para que toda a população seja colocada em lockdown e drasticamente altere seu comportamento.

Por que presumir que as medidas corretivas devem ser tomadas por aqueles rotulados de “espalhadores do vírus” (a esmagadora maioria dos quais em perfeita saúde) e não por aqueles que realmente estão no grupo de risco de sofrerem seriamente caso sejam contaminados? Nunca foi apresentada uma resposta satisfatória para isso.

Exige-se que os saudáveis e aptos sejam trancados em casa e proibidos de trabalhar e circular (tendo suas vidas destruídas), e ignora-se que o real grupo de risco também pode tomar medidas para se proteger das externalidades negativas.

Não faz sentido nenhum — nem em termos legais, nem em termos econômicos — proibir toda a população de circular e de trabalhar (e, consequentemente, de ganhar seu próprio sustento) com o intuito de evitar que pessoas de uma determinada faixa etária sejam contaminadas por um vírus.

Deve-se defender que estas pessoas adotem medidas para se proteger das externalidades de terceiros, e não que terceiros tenham suas vidas destruídas em troca de não respirarem sobre pessoas que podem e devem se proteger.

Qualquer pessoas temerosa de ser contaminada tem a liberdade de ficar em casa. Mas ela não tem o direito de proibir outras de manterem sua rotina diária. E tampouco de proibi-las de respirar em público.

Para concluir

Economistas cientificamente falhos e pró-lockdown exclamam “Reduzam as externalidades!”. Libertários com um fraco comprometimento com a liberdade juram serem os verdadeiros defensores da liberdade ao repetir, ininterruptamente, que “devemos honrar o princípio da não-agressão!”.

Mas nem esses economistas nem esses libertários dedicaram algum tempo para considerar os detalhes complexos do mundo real a partir dos quais os direitos dos indivíduos emergem e nos quais esses direitos estão enraizados e definidos.

Em sociedades livres, o potencial impacto negativo de Sara no bem-estar da terceira parte Silas nunca foi considerado uma razão suficiente para impedir coercivamente que Sara aja de maneiras que se acredita darem origem a esse impacto negativo. Qualquer uma dessas regras teria paralisado completamente a sociedade no momento em que foi adotada.

Infelizmente, essa regra foi adotada – ou, na verdade, imposta com violência – em 2020. E é de se temer que essa regra destrutiva permanecerá conosco por muito tempo.

Fonte: Mises Brasil

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GOVERNO DA FRANÇA ANUNCIOU O FECHAMENTO DAS FRONTEIRAS PARA VIAJANTES DE FORA DA UNIÃO EUROPEIA

França fecha fronteiras para países de fora da União Europeia

País tenta evitar chegada de variantes do coronavírus e presidente não quer decretar novo lockdown para frear coronavírus

INTERNACIONAL  

Da Ansa

França vai fechar fronteiras para viajantes fora da União Europeia

YOAN VALAT/EFE/EPA – 25.1.2020

O governo da França anunciou nesta sexta-feira (29) o fechamento de suas fronteiras para viajantes provenientes de fora da União Europeia, em uma tentativa de conter a disseminação de novas cepas do coronavírus.

A medida entra em vigor neste domingo (31) e só abre exceção para viagens consideradas “essenciais”. “As entradas e saídas de nosso território com destino ou proveniência em um país externo à União Europeia serão vetadas, salvo motivos imperativos”, disse o primeiro-ministro Jean Castex.

A proibição chega enquanto o presidente Emmanuel Macron tenta evitar a imposição de um terceiro lockdown na França, que totaliza cerca de 3,2 milhões de casos e quase 76 mil óbitos na pandemia. “Os próximos dias serão decisivos”, disse Castex após uma reunião do conselho de defesa sanitária.

Viajantes provenientes dos outros 26 países da União Europeia, com exceção de trabalhadores pendulares, terão de apresentar exame RT-PCR negativo.

A exigência já estava em vigor para chegadas aéreas e marítimas, mas agora também valerá nas fronteiras terrestres.

Fonte: R7
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EDUCAÇÃO: SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO FAZ REVELAÇÕES SOBRE LOCKDOWN IMPOSTO POR DÓRIA E OS REFLEXOS CAUSADOS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Secretário de Educação de Doria cita depressão do filho e diz: “nada mais justifica que não tenhamos a escola de volta” (veja o vídeo)

Reprodução

Em entrevista ao programa da Jovem Pan, “Direto ao Ponto”, desta segunda-feira (25), Rossieli Soares, secretário estadual de educação de São Paulo, respondeu às perguntas do jornalista Augusto Nunes e outros convidados e fez revelações sobre o novo lockdown imposto pelo governador João Doria (PSDB) e os reflexos mentais em crianças e adolescentes.

“Desde junho, tenho me dedicado a mostrar para as pessoas que nós temos condições de voltar. Obviamente que, quando a gente fala da volta, não é, exatamente, a volta ao normal, ‘do dia pra noite’. É volta com as questões de segurança, com ambiente controlado, com distanciamento, como nós estamos aqui, por exemplo, dentro desse estúdio. É voltar às aulas, sim, porque isso é insubstituível e voltar com segurança”, afirmou.

E completa:

“É um rodízio. Não vão todos os alunos, ao mesmo tempo”, explicou, informando que quando a Secretaria de Educação fez o planejamento para o retorno às aulas, em 2021, a equipe não esperava que todo o estado ficasse em fase vermelha ou laranja.

“Esperávamos que, uma ou outra região, fosse e voltasse… E todo o estado ficou no vermelho ou no laranja”, lamentou a decisão do governador.

“Hoje, pra mim, nada mais justifica que não tenhamos a escola de volta. Mas, estamos perguntando se devemos ou não voltar às aulas, quando deveríamos perguntar: o que eu faço pra voltar às aulas? Deveria ser uma unanimidade que a escola deveria estar aberta. Bar aberto. Tudo aberto e a escola fechada”, criticou.

Citando caso particular de depressão do filho, com a voz embargada, Rossieli se emocionou, ao testemunhar que o menino está doente, possivelmente, em virtude de medidas muito restritivas impostas durante o ano pandêmico:

“O pai e a mãe que ama seu filho não pode ‘abrir mão’ desse futuro. A gente está vendo tantas famílias se desgastarem tanto… até se desmancharem. Depressão, angústia.. Eu tô sofrendo isso, dentro da minha casa com o meu filho. Isso é muito difícil. Eu não quero que ninguém passe pelo que nós estamos passando. Eu não quero que nenhuma outra criança ou jovem passe pelo que meu filho está passando”, finalizou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PONTO DE VISTA: O GRANDE DITADOR CONTINUA NA CONTRAMÃO DA HISTÓRIA

Caro(a) leitor(a),

Cumprindo a minha promessa de acompanhar de perto todos os passos desse impostor chamado João Dória, vulgo Ditadoria, não poderia deixar passar essa oportunidade de trazer a baila um fato importantíssimo que a grande imprensa da esquerda não fala nada. Um levantamento feito pela Revista Oeste que considera o estado de São Paulo um país fictício para elaborar uma lista das nações com o maior número de mortes por milhão de habitantes, com base nos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Mostrou um ranking liderado pela Bélgica, seguida por Eslovênia, República Tcheca, Itália, Bósnia e Herzegovina, Reino Unido, Macedônia, Bulgária, Hungria, Estados Unidos, Peru, Espanha, Croácia, São Paulo, Panamá, México, França, Suécia, Armênia, Argentina e Brasil (desconsiderando o estado paulista). Segundo a publicação, São Paulo teria 1.137 mortes por milhão de habitantes, ante 973 do Brasil. Diante destes números, qual a explicação do Ditadoria , que falou tanto em ciência, em fique em casa, que provocou rigorosas quarentenas no Estado de São Paulo e que a partir de segunda-feira pretende decretar uma rigorosa restrição, com toque de recolher, como ocorreu e ainda ocorre, nas grandes ditaduras. Portanto, está mais do que claro que este impostor nunca se baseou na ciência para manter São Paulo sob o seu total controle, inclusive com a obrigatoriedade da vacinação. O que você acha disso? Se concorda e gostou, por favor divulgue esta postagem!

Doria coloca todo o estado de SP na Fase Vermelha durante noite e finais de semana

Publicado em 22.01.2021

Por  

 

Arquivo | Governo do Estado de São Paulo

Com as taxas de ocupação de unidades de terapia intensiva (UTI) acima de 71% por causa do vírus chinês, o governo de São Paulo decidiu colocar todo o estado em quarentena aos finais de semana, feriados e no período noturno, sempre após as 20h nos dias úteis. A medida passa a valer na segunda-feira (25). A quarentena deve durar, pelo menos, até o dia 7 de fevereiro.

Aos sábados, domingos, feriados e após as 20h nos dias úteis, só poderão funcionar os serviços considerados essenciais das áreas de logística, saúde, segurança e abastecimento. O restante das atividades econômicas, tal como o comércio, terá que ser fechado nesses dias e horários.

A quarentena já vale para o feriado do dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo.

Essa foi a terceira reclassificação do Plano São Paulo somente neste mês de janeiro. A primeira ocorreu no dia 8 de janeiro e a expectativa do governo era de que a próxima seria somente no dia 5 de fevereiro. No entanto, o governo acabou fazendo uma nova reclassificação no plano na última sexta-feira (15).

Na última reclassificação, apenas a região de Marília havia ficado na fase 1-vermelha. Agora, com a nova alteração no Plano São Paulo, sete regiões vão ficar na fase 1-vermelha e só poderão reabrir os serviços considerados essenciais. São elas: Marília, Presidente Prudente, Bauru, Sorocaba, Taubaté, Franca e Barretos.

As demais regiões do estado, incluindo a Grande São Paulo e a capital paulista, vão ficar na fase 2-laranja. Na fase 2-laranja, academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, concessionárias, escritórios e parques estaduais podem funcionar por oito horas diárias, com atendimento presencial limitado a 40% e encerramento às 20h. O consumo local em bares está proibido nessa fase.

O governo determinou ainda que nenhuma região passará para as fases 3-amarela ou 4-verde até o dia 8 de fevereiro.

Sem essas mudanças no Plano São Paulo, restringindo mais a circulação das pessoas, e com o atual ritmo de crescimento de infecções pela covid-19, o governador João Doria (PSDB) acredita que em 28 dias o estado poderia ter um esgotamento dos leitos de unidades de terapia intensiva (UTI), segundo informações da Agência Brasil.

Editor-chefe do Conexão Política; residente e natural de Campo Grande/MS | FALE COMIGO: marcos@conexaopolitica.com.br

Fonte: Conexão Política

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NA FRANÇA LOCKDOWN É MOTIVO DE PROTESTOS PELOS PROFISSIONAIS DA CULTURA

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ECONOMIA: ESTAMOS VIVENCIANDO O NOVO FANATISMO DO SÉCULO, O LOCKDOWN

Nesta edição desta sexta-feira, aqui na coluna ECONOMIA você vai conhecer a mais nova ideologia totalitária que se chama “Lockdown”. Fruto da polaridade que assolou e tomou conta do mundo a partir de 2018, o Lockdown tomou corpo a partir da pandemia do coronavírus e se tornou o novo fanatismo do século. Então, convido você a ler o artigo completo a seguir e conhecer com mais profundidade essa nova ideologia política.

Lockdown: a nova ideologia totalitária

Vivenciamos o novo fanatismo do século

 

Toda ideologia política tem três elementos: uma visão do inferno com um inimigo que tem de ser esmagado; uma visão de um mundo mais perfeito; e um plano de transição de um para o outro.

Os meios de transição geralmente envolvem a tomada e a subsequente utilização total da ferramenta mais poderosa da sociedade: o estado.

Por esta razão, a tendência das ideologias é serem totalitárias. Eles dependem fundamentalmente de sobrepujar as preferências e escolhas dos indivíduos e substituí-las por um sistema de crenças e comportamentos planejado por algum comitê de iluminados.

Um caso óbvio é o comunismo. O capitalismo é o inimigo. Controlar os trabalhadores e abolir a propriedade privada seria o paraíso. E os meios para se alcançar isso seriam a expropriação violenta das posses da burguesia, com o assassinato dos resistentes.

O socialismo oferece uma versão mais suave do mesmo projeto: na tradição fabiana, você alcança estes mesmos objetivos por meio do planejamento econômico gradual.

A ideologia do racismo postula algo diferente. O inferno seria a integração étnica e a mistura de raças. O paraíso seria a homogeneidade racial. E os meios de mudança são a marginalização ou o genocídio de algumas raças.

O fascismo vê o livre comércio global, o individualismo e a imigração como os inimigos, ao passo que um poderoso nacionalismo seria o paraíso. E a maneira de se fazer a transição é tendo um grande líder. Você pode observar as mesmas características em certos tipos de tradicionalismo religioso teocrático.

Cada uma dessas ideologias vem com um foco intelectual principal, algum tipo de estória projetada para chamar a atenção. Exploração. Desigualdade. Teoria racial. Identidade nacional. Salvação. E cada uma vem com sua própria linguagem para sinalizar o apego à ideologia.

Praticamente todas as ideologias acima já são bem conhecidas e já estão bem desgastadas. O mundo já tem muita experiência prática com cada uma delas. É possível simplesmente recorrer à história para observar os padrões, reconhecer seus apoiadores e refutar suas teorias.

A nova ideologia totalitária

Este ano de 2020 nos deu uma nova ideologia com tendências totalitárias. Ela possui uma visão do inferno, do céu e um meio de transição. Possui um aparato de linguagem único. Tem um foco mental. Possui sistemas de sinalização para revelar e recrutar adeptos.

Essa ideologia tornou-se mundialmente conhecida como “lockdown”. Podemos também adicionar o sufixo “ismo” à palavra: lockdownismo.

Sua visão do inferno é uma sociedade na qual os patógenos circulam livremente. Seu paraíso é uma sociedade controlada inteiramente por tecnocratas médicos, cuja principal tarefa é a supressão de todas as doenças. O foco mental são os vírus e outras pragas. A antropologia é considerar todos os seres humanos como pouco mais do que sacos recheados de patógenos mortais. As pessoas suscetíveis à ideologia são as pessoas com vários graus de misofobia — outrora considerada um problema mental, mas que agora foi elevado à condição de consciência social.

Este ano foi o primeiro teste do lockdownismo. Ele já chegou impondo os controles mais intrusivos, abrangentes e praticamente globais de seres humanos na história registrada. Mesmo em países onde o Estado de Direito e as liberdades individuais são fontes de orgulho nacional, as pessoas foram colocadas em prisão domiciliar. Suas igrejas e empresas foram fechadas. Milhões de empreendedores e trabalhadores foram humilhados pelo estado, o qual, além de proibi-los de trabalhar, ainda afirmou que suas atividades não eram essenciais para ninguém. A polícia foi estimulada a impingir todos os decretos draconianos e a prender dissidentes que oferecessem qualquer resistência.

A devastação é comparável a períodos de guerra, exceto pelo fato de que foi uma guerra imposta pelo governo ao direito das pessoas de se locomoverem e comercializarem livremente.

E o que é mais impressionante é que, depois de tudo isso, ainda não foi apresentada uma mísera evidência empírica, de qualquer lugar do mundo, de que esta política totalitária, estupefaciente e sem precedentes teve algum efeito em controlar o vírus, para não dizer em aniquilá-lo.

Ainda mais impressionante, os poucos locais que permaneceram completamente abertos (Dakota do Sul, Suécia, Tanzânia, Bielorrússia) não perderam mais do que 0,06% da sua população para o vírus, em contraste a locais como Nova York e Grã-Bretanha, que se fecharam totalmente e apresentaram as mais altas taxas per capita de mortalidade.

A mesma metodologia

Logo no início, a maioria das pessoas concordou, pensando que a mediada era de alguma forma necessária e de curto prazo. Duas semanas se estenderam para 30 dias, que se estenderam para 7 meses, e agora somos informados de que nunca haverá um momento em que não mais seremos obrigados a continuar professando essa nova fé de política pública. Trata-se explicitamente de um novo totalitarismo. E, como ocorre com todos esses regimes, há um conjunto de regras para os governantes e outro distinto para os governados.

O aparato da linguagem agora é incrivelmente familiar: achatamento da curva, desaceleração da disseminação, distanciamento social, contenção em camadas direcionadas, intervenção não-farmacêutica.

O inimigo é o vírus e qualquer pessoa que não esteja vivendo sua vida de maneira exclusivamente voltada a evitar a contaminação. Como você não pode ver o vírus, isso geralmente significa gerar uma paranóia sobre O Outro: alguém diferente de você tem o vírus. Qualquer um pode ser um super disseminador, e você pode reconhecê-los por seu comportamento desobediente e não-submisso.

Repentinamente, “especialistas” e autoridades ao redor do mundo impuseram restrições sobre quem você pode receber em sua casa, proibiram todos os eventos, aboliram as viagens, e até mesmo atiçaram desconfiança contra animais de estimação. Tudo isso levou ao efetivo desmantelamento da rotina em todas as cidades, algo que ainda está longe de se recuperar.

O novo puritanismo e o desprezo pelas consequências

A postura dos adeptos do lockdown almeja uma sociedade de volta ao estado da natureza, com uma idílica purificação da vida. Essa neurose com uma sociedade sem patógenos ajuda a explicar uma das mais estranhas características do lockdownismo: seu puritanismo.

Observe que o lockdown atacou especialmente qualquer coisa que se pareça com diversão: filmes, teatros, eventos culturais, esportes, viagens, boliche, bares, restaurantes, hotéis, academias e clubes. Ainda agora existem locais com toques de recolher para impedir as pessoas de ficarem fora de casa até tarde — sem absolutamente nenhuma justificativa médica.

Se uma atividade é divertida, ela vira um alvo.

Existe um elemento moral aqui. O pensamento é que, quanto mais as pessoas estão se divertindo, quanto mais escolhas elas fazem por conta própria, mais doenças (pecados) se espalham. Trata-se de uma versão sanitária da ideologia religiosa de Savonarola, que levou à Fogueira das Vaidades.

O lockdownismo tem todos os elementos esperados. Tem um foco maníaco em uma única preocupação — a presença de patógenos —, com a exclusão de todas as demais preocupações. A menor das preocupações é a liberdade humana. A segunda menor preocupação é a liberdade de associação. A terceira menor preocupação são os direitos de propriedade. Tudo isso deve se curvar à disciplina tecnocrática dos mitigadores de doenças.

As constituições e os limites ao governo não importam. E observe também quão pouco a terapêutica médica aparece. Não se trata de fazer as pessoas melhorarem. Trata-se apenas de controlar toda a vida.

E vale notar também que não se deu a mais mínima atenção para as consequências não-premeditadas. A destruição de milhares de pequenas empresas e empregos levou milhões à depressão (com aumento substantivo no número de overdoses e suicídios). As vidas de incontáveis milhões ao redor do mundo foram despedaçadas. Em outras palavras, o lockdown não apenas não alcança bons resultados em termos de saúde pública, como, ao contrário, ele faz o oposto.

Isso nada mais é do que puro fanatismo, uma espécie de insanidade forjada por uma visão selvagem de um mundo unidimensional em que toda a vida é organizada em torno da prevenção de doenças.

Note-se, também, a ignorância (intencional) do fato de que nossos organismos (por meio do sistema imunológico) evoluíram junto com os vírus ao longo de um milhão de anos. Não há nenhum reconhecimento dessa realidade, mesmo entre os “especialistas”.

Ao contrário, o único objetivo é tornar o “distanciamento social” o novo credo nacional.

O objetivo

Isso tem de ser dito mais claramente: o que tudo isso realmente significa é a imposição da separação humana forçada. Significa o desmantelamento de mercados, cidades, eventos esportivos presenciais e o fim do seu direito de circular livremente.

Todo o argumento se baseia em um simples erro: a crença de que mais contato humano dissemina mais doença e mortes. Em contraposição a essa insanidade, o eminente epidemiologista de Oxford Sunetra Gupta argumenta que a globalização e mais contato humano amplificaram as imunidades e tornaram a vida vastamente mais segura para todos.

Os defensores do lockdown foram surpreendentemente bem-sucedidos em convencer as pessoas de seus pontos de vista malucos. Todo o necessário é você acreditar que o único objetivo de todos na sociedade é evitar o vírus. A partir daí, todas as implicações se tornam explícitas. Antes que você perceba, você já se juntou a um novo culto totalitário.

Para concluir

Os lockdowns estão cada vez menos parecidos com um gigantesco erro e cada vez mais semelhantes a uma ideologia política fanática, um experimento político que ataca frontalmente os postulados básicos da civilização.

Já passou da hora de levarmos essa ideologia a sério e combatê-la com o mesmo fervor com o qual indivíduos livres resistiram a todas as outras ideologias maléficas que visavam a destituir a humanidade de toda a sua dignidade, e a substituir as liberdades individuais pelos terríveis sonhos de intelectuais e seus fantoches empoleirados nos governos.

Fonte: Mises Brasil

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PSICOLOGIA: O SURPREENDENTE IMPACTO SOBRE A PSIQUE DA COVID-19 SOBRE SOBREVIVENTES DO HOLOCAUSTO

Um estudo para verificar os efeitos psicológicos da pandemia em sobreviventes do Holocausto é o destaque desta sexta-feira, aqui na coluna PSICOLOGIA, cuja conclusão foi surpreendente. Então convido você a ler o artigo completo a seguir e tomar conhecimento desse interessante resultado!

Covid-19 e sobreviventes do Holocausto: os impactos sobre a psique

Estudo descobriu que a pandemia pode ecoar adversidades passadas e desencadear reações psicológicas ampliadas em pessoas que passaram por essa experiência trágica

Judeus em Auschwitz, 1944: entre os sobreviventes do Holocausto agora confrontados com a pandemia de covid-19 em Israel, os que manifestaram mais preocupação com a doença foram os que enfrentaram doenças infecciosas durante aquele período. Crédito: Ernst Hofmann ou Bernhard Walte/German Federal Archives/Wikimedia

Pessoas que sobreviveram ao Holocausto (o genocídio de cerca de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial) exibiram uma ampla gama de reações emocionais e maneiras de lidar com a pandemia de covid-19, segundo um estudo da Universidade Bar-Ilan (Israel). Alguns estão lidando bem com a crise atual, enquanto outros enfrentam dificuldades consideráveis. A forma como lidam com a crise atual deriva em grande parte de como lidam com suas memórias traumáticas do genocídio promovido pelo regime nazista. A pesquisa foi publicada na revista “Journal of Psychiatric Research”.

Para muitos desses sobreviventes, as diretrizes da política de saúde da pandemia de covid-19 são uma reminiscência de várias condições adversas existentes durante o Holocausto. Elas incluem o isolamento prolongado e a separação de membros da família, mas, particularmente, o risco onipresente de contrair doenças infecciosas.

Estudos anteriores mostraram que os sobreviventes são mais sensíveis a vários eventos estressantes pós-Holocausto. Entre eles destacam-se aqueles que refletem um trauma primário passado. No novo estudo, os pesquisadores examinaram se a exposição a adversidades específicas do Holocausto estaria relacionada a reações psicológicas amplificadas à covid-19.

O estudo enfocou 127 sobreviventes do Holocausto e judeus de ascendência europeia que não passaram por essa experiência. Todos eles nasceram antes de 1945. Os entrevistados foram entrevistados durante o período da saída gradual do primeiro bloqueio (lockdown) de Israel, entre abril e junho de 2020.

O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT, ou PTSD na sigla em inglês) e a solidão foram mais prevalentes entre os sobreviventes que contraíram doenças infecciosas o Holocausto, como tuberculose e disenteria, ante adultos mais velhos que não experimentaram o evento trágico (38,5% x 0% para TEPT; 53,8% x 22,6% para solidão). Além disso, e surpreendentemente, as preocupações relacionadas à covid-19 foram mais frequentes entre os sobreviventes que contraíram doenças infecciosas durante o Holocausto (46,2%) ante outros sobreviventes (22,1%) ou aqueles que não foram expostos ao Holocausto (6,5%).

“Acreditávamos que a maioria dos sobreviventes do Holocausto manifestaria maior sofrimento psicológico durante a pandemia. Isso se explicaria porque muitos deles ainda lidam com sintomas de TEPT e outras deficiências. No entanto, o aumento da angústia foi evidente sobretudo em um subgrupo de sobreviventes cujas vidas foram ameaçadas por doenças infecciosas durante o Holocausto”, disse o prof. Amit Shrira, do Programa de Mestrado em Gerontologia e do Departamento Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Bar-Ilan.

Shrira conduziu o estudo em colaboração com Maya Frenkel-Yosef, da Nini Czopp Association, que fornece serviços sociais aos sobreviventes do Holocausto holandês-israelense e suas famílias, e com Ruth Maytles, aluna de doutorado da Universidade Bar-Ilan. Estudioso também da transmissão intergeracional do trauma, Shrira atualmente analisa com colegas os dados de um novo estudo focado em como os descendentes de sobreviventes do Holocausto estão lidando com a atual pandemia.

Fonte: Revista Planeta

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PREFEITURA DE MAXARANGUAPE DECRETA LOCKDOWN

Maxaranguape fecha praias e proíbe visitantes aos fins de semana

A Prefeitura de Maxaranguape, município do litoral potiguar, passou a adotar medidas mais rígidas de combate à Covid-19. Denominada Operação Salvando Vidas, a ação prevê, entre outras determinações, a proibição de visitantes na cidade aos finais de semana, fechamento das praias e proibição de circulação nas ruas e espaços públicos da cidade.

As determinações da Operação Salvando Vidas estão detalhadas no Decreto Municipal n° 20/2020, publicado no Diário Oficial do Município desta sexta-feira (05).

A entrada de visitantes, conforme o decreto, estará proibida em todo o município nos finais de semana – sextas, sábados e domingos – até o dia 21 de junho, iniciando a partir de hoje (05).

A Prefeitura também está montando barreiras de fiscalização e sanitárias em pontos estratégicos da sede e distritos, para proibir a entrada de visitantes a para proceder com a higienização dos veículos dos residentes e trabalhadores.

Para os residentes e trabalhadores que precisarem transitar nesses dias, o Decreto exige que eles circulem portando documentos pessoais, comprovantes de residência e carteira profissional de trabalho, para que possam comprovar o local de ou o motivo de estarem circulando nas ruas.

“Vamos proibir aos finais de semana o uso dos balneários públicos: lagoas, praias e rios. Vai estar extremamente proibido o uso dessas áreas de lazer públicas. Nós vamos fazer fechamento das entradas da nossa cidade. São quatro barreiras, nas quais vão estar agentes públicos. E só irão entrar na nossa cidade moradores e fornecedores de produtos para os mercados essenciais. Fora isso, no final de semana vai ser proibido entrar no município. Serão os próximos três finais de semana. Na sexta, no sábado e no domingo”, afirmou o prefeito Luis Eduardo Bento da Silva em pronunciamento pelas redes sociais.

Ainda de acordo com o decreto, “fica proibida a realização de quaisquer atos que configurem festejos juninos”. O descumprimento às regras resultará em multas de até R$ 5 mil. Segundo o prefeito, pessoas também poderão ser presas e levadas à delegacia em flagrante por colocar em risco a saúde pública.

Até esta quinta-feira (4) Maxaranguape tinha 12 casos confirmados e dois óbitos pela Covid-19.

Fonte: Blog do BG

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NO RN ISOLAMENTO SOCIAL É PRORROGADO PELO GOVERNO ATÉ 4 DE JUNHO

Governo do RN prorroga isolamento social até o dia 4 de junho no mesmo formato

O Governo do Rio Grande do Norte prorrogou as medidas de distanciamento social para o combate ao coronavírus até o dia 4 de junho. Segundo o secretário de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, o decreto mantém as mesmas medidas em vigor e não tem maiores alterações. Apesar da pressão que surgiu sobre o governo para instaurar o isolamento social total, o ‘lockdown’, o Estado seguiu o entendimento do Comitê Técnico da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap/RN) de que ainda há espaço para aumentar o isolamento social dentro das regras atuais.

O Comitê Técnico é formado por representantes da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN) além de pesquisadores  e médicos infectologistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Juntos, eles enviaram uma recomendação ao governo estadual nesta terça-feira, 19, que não inclui o decreto de isolamento social total (lockdown). A informação foi confirmada pela médica infectologista Marise Reis, participante do grupo. O entendimento é que essa medida é um último recurso a ser decretado por ser mais radical, depois de esgotada todas as outras possibilidade de mitigação do contágio do novo coronavírus.

“O posicionamento da governadora segue sempre a avaliação das medidas de restrição analisadas pelo Comitê Científico, e no momento a avaliação do comitê científico é que ainda não é o caso de lockdown. Isso está em permanente monitoramento e pode ser sim uma medida tomada mais na frente”, afirmou o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, à TRIBUNA DO NORTE.

O entendimento do Comitê Científico sobre o lockdown é o mesmo da semana passada, mas passou por uma reavaliação nesta segunda-feira, 18, após o número de mortos em 24 horas superar as projeções realizadas semanalmente e a ocupação dos leitos chegar perto do total. Na semana passada, o pesquisador e cientista Ricardo Valentim, membro do Comitê Científico, afirmou que “o Governo já tem um decreto muito restritivo”. “Deve se trabalhar para cumprir o que está no decreto e o Estado já está trabalhando para isso. Se fizer o ‘lockdown’ e não houver melhora, qual seria o próximo passo?”, declarou.

TRIBUNA DO NORTE

Fonte: Blog do BG

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PANDEMIA: SEGUNDO TEICH ALGUMAS CIDADES TERÃO LOCKDOWN

Teich diz que pode propor ‘lockdown’ para algumas cidades

Publicado 1 hora atrás em 07. 05.2020

 

O ministro da Saúde, Nelson Teich, informou nesta quarta-feira (6) que o governo federal deve recomendar o chamado lockdown para cidades que estejam enfrentando uma transmissão mais grave do coronavírus e afirmou que o plano do ministério para o isolamento social trará diretrizes regionalizadas.

Adotado por países como China, Espanha, Itália e Alemanha, a medida chamada lockdown é uma expressão em inglês que significa confinamento ou fechamento total. É o método mais radical imposto por governos para que as pessoas cumpram o período de distanciamento social.

O lockdown consiste em fechar uma região, interditando vias, proibindo deslocamentos e viagens não essenciais.

De acordo com o ministros, todas as diretrizes em questão estão em análise na pasta e serão divulgadas no momento oportuno, mediante coordenação com as autoridades sanitárias dos estados e municípios.

“O importante é colocar que quando a gente fala em isolamento e distanciamento existem vários níveis. É importante que a gente entenda que não existe uma defesa do isolamento ou não isolamento. Vai ter sempre medidas simples até o lockdown. O que é importante é que cada lugar vai ter sua necessidade – declarou o ministro, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.”

E acrescentou:

“Vai ter lugar que vamos recomendar o lockdown e vai ter lugar em que existe uma situação que permite tentar alguma coisa.”

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