POLÍTICA: REPERCUSSÃO DAS MANIFESTAÇÕES DO DIA 12 DE SETEMBRO COMENTADA PELO JORNALISTA CONSTANTINO

Constantino não perdoa e revela o “saldo” de 12 de setembro: “O fim da terceira via e o vexame do MBL” (veja o vídeo)

Rodrigo Constantino - Foto: ReproduçãoRodrigo Constantino – Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (13), o jornalista Rodrigo Constantino divulgou um vídeo em que comenta as repercussões das manifestações do último domingo (12).

Após o fiasco dos atos promovidos, que não conseguiu reunir militantes para os protestos contra o presidente Bolsonaro, Constantino analisou:

“Criou-se uma enorme expectativa, pelo menos dentro da bolha. Afinal, tínhamos o MBL e o Vem Pra Rua, movimentos que se vangloriam de ter mobilizado milhões para o impeachment da Dilma, convocando a sua militância, dessa vez, para as manifestações de domingo.”

Sobre a decepção com o resultado das suas manifestações, Constantino disparou:

“É o preço de se viver em uma bolha, com total desprezo pelo povo, bajulando uns aos outros da patota […] O que vimos ontem,foi o enterro fúnebre da tal ‘terceira via’ antes mesmo de ela atingir a infância.”

E escancarou o oportunismo:

“A oposição não tem um projeto de país, não faz críticas construtivas com espírito público, não adota uma postura coerente. Fica escancarado que tudo é jogo de poder, que desejam manter a política dentro do cercadinho da esquerda, com PT e PSDB fingindo disputar o poder dentro de um grande pluralismo ideológico, quando todos sabem se tratar de dois partidos de esquerda, primos”.

Constantino também criticou a ‘velha mídia’ que, apesar do fracasso das manifestações contra o presidente, continua com a pretensão de representar a opinião popular:

“Eles é que falam em nome da população brasileira, garantem. Mesmo sem ninguém ao lado nessa megamanifestação que marcaram e divulgaram amplamente”, apontou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: CHEGAMOS AO ÁPICE DA CANALHICE QUANDO AO NOTICIAR A ASCENSÃO DE UM GRUPO INTOLERANTE GENOCIDA, JORNALISTA ATENTA AO FATO DESESPERADOS EM FUGA PELA VIDA NÃO USAVAM MÁSCARAS

O Talibã no poder e a hipocrisia latente da esquerda

Reprodução InternetReprodução Internet

Alguns fatos expõem toda a imbecilidade da esquerda.

O Talibã tomando o poder no Afeganistão, com certeza, foi um desses momentos.

A hipocrisia fica latente. Mesmo com cenas dantescas, como professores chorando na despedida das alunas (que não podem mais estudar), ou de refugiados despencando de um avião (pois preferiram arriscar a morte quase certa do que aceitar a permanência no regime radical que se instalou), existem os que ainda “comemoram” por pura e simples birrinha “anti-americana”.

Chegamos ao ápice da canalhice quando, ao noticiar a ascensão de um grupo intolerante, radical e genocida (no verdadeiro sentido da palavra), uma jornalista se atenta ao fato de que, no desespero da fuga, ao correr pela sobrevivência, as vítimas não usaram máscaras.

Estamos falando de um grupo TERRORISTA, que tem estupros e assassinatos como “modus operandi”, governando um país inteiro com apoio da China, uma potência nuclear. Mas, na lacrolândia, o importante é o uso de máscaras e a “derrota” dos EUA.

São tão descolados da realidade que, ao “descobrirem” que, com os radicais no poder, os gays serão EXTERMINADOS em nome da fé, começaram a modificar a localização dos “apps de namoro”, para tentarem se comunicar com os homossexuais que ficaram presos dentro das fronteiras.

Não sabem, ou fingem não saber, que a internet é rara e ABSOLUTAMENTE CONTROLADA dentro de países totalitários (exatamente como na China, Coréia do Norte, Cuba e Venezuela, que tanto defendem). Nos raros momentos onde existe conexão, NINGUÉM se arriscará a acessar um “app de pegação”, aumentando o risco de terminar enforcado em praça pública.

Isso só pode ser feito por quem vive no “sofrimento” do “capitalismo malvadão”; idiota o suficiente pra acreditar que é oprimido em um país onde pode chamar o Presidente de Genocida, acusar o governo de Fascista e não sofrer nenhuma consequência por isso.

Hipócritas, idiotas, sem qualquer empatia, sem qualquer senso de realidade, presos em um mundo mentiroso de fantasias, preocupados apenas com militância e lacração, que não conseguem aceitar a verdade nem quando esta arromba a porta e senta nas suas cabeças.

Crianças birrentas, incapazes de respeitar a dor e o sofrimento alheio, que sequer deveriam ter suas análises ouvidas; quem dirá consideradas.

“Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.” (TOLSTÓI, Leon)

Fonte: Jornal da Cidade online

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ONU AFIRMOU QUE TEME PELA SEGURANÇA DO JORNALISTA PRESO PELO GOVERNO DE BELARUS

ONU diz temer por jornalista preso por Belarus após aparição na TV

Organização diz que foi possível notar feridas no rosto de Roman Protasevich e que ele pode ter sido coagido a vir à público

INTERNACIONAL
 Da EFE

Em protesto nesta terça-feira (25), uma mulher segura os retratos do jornalista e sua namorada

EFE / EPA / TOMS KALNINS – 25.05.2021

A ONU afirmou nesta terça-feira (25) que teme pela segurança do jornalista Roman Protasevich, preso pelo governo de Belarus após desviar o voo civil em que viajava para a Lituânia. A organização destacou que sua aparição ontem na televisão estatal bielorrussa não foi nada tranquilizadora, uma vez que foi possível notar feridas em seu rosto.

O mais provável é que essa aparição, na qual confessa ter cometido crimes, tenha sido resultado de coação, segundo disse o Alto Comissariado dos Direitos Humanos da ONU, que é chefiado pela ex-presidente chilena, Michelle Bachelet.

Boris Johnson cobra Belarus por ‘libertação imediata’ de opositor

“As informações obtidas sob coação não podem ser utilizadas contra o senhor Protasevich em qualquer processo judicial. Tais confissões são proibidas pela Convenção Contra a Tortura”, destacou o porta-voz do gabinete de Bachelet, Rupert Colville.

“Como muitos outros, estamos chocados com a detenção ilegal e arbitrária do senhor Protasevich após o avião em que viajava ter sido desviado à força para a capital de Belarus, aparentemente sob falsos pretextos e com o propósito expresso de capturá-lo”, acrescentou o representante da ONU.

Colville disse que a agência das Nações Unidas busca obter garantias de que o jornalista e ativista, que vivia no exílio na Grécia, será tratado de forma digna e não será submetido à tortura, como supostamente aconteceu a centenas de manifestantes que participaram pacificamente em protestos contra as eleições fraudulentas de Belarus em 2020.

A ONU também está preocupada com o destino da namorada de Protasevich, que viajava com ele e que também foi detida arbitrariamente.

Colville disse que, além disso, as autoridades bielorrussas violaram os direitos humanos dos passageiros do avião desviado por aviões militares de Belarus, aterrorizando-os e pondo-os em perigo.

“Este episódio inacreditável representa uma nova fase na repressão das autoridades bielorrussas contra a imprensa e a sociedade civil em geral”, lamentou Colville.

A ONU também receia que o que aconteceu seja um sinal de uma maior repressão de vozes dissidentes, não só no interior do país, mas também no exterior.

Fonte: R7
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LULA ACUSA PAULO GUEDES DE NÃO TRABALHAR, MAS É DESMASCARADO POR JORNALISTA

Lula ataca Guedes, mas é desmascarado: “Todos conhecemos a sua aptidão pra ‘vida mansa’, malandragem, vagabundagem…”

Foto: José Cruz/Agência BrasilFoto: José Cruz/Agência Brasil

O comentarista político Rodrigo Constantino, da Jovem Pan, fez uma análise sobre o artigo do respeitado jornalista J.R. Guzzo que interpretou a fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atacando o ministro da Economia do Governo Bolsonaro.

“O ‘candidatável’ Lula acusou o ministro Paulo Guedes de não trabalhar. Não se sabe ao certo quantas horas de serviço Guedes faz por dia. Mas, em relação ao Lula, há certeza absoluta: parou de trabalhar aos 29 anos de idade, quando ‘virou’ diretor de sindicato. Já está com 75”, explica Guzzo, em artigo.

Constantino aproveitou o texto e narrou os fatos de quando trabalhava ao lado de Paulo Guedes no mercado financeiro.

“Nessa, eu acho que posso ajudar um pouquinho porque eu trabalhei com Guedes por seis anos no mercado financeiro. O homem era, invariavelmente, o último a sair da empresa. E não só pra trabalho próprio, pras suas análises e leituras; mas também por generosidade. Muitas vezes, horas após o expediente, Guedes dedicava o seu tempo pra conversas, aulas, na verdade, com os funcionários”, lembra.

E continua:

“Guedes, enfim, é uma máquina de trabalho que, ainda, acordava de madrugada pra colocar a sua leitura em dia. E, Lula? Bem, todos conhecemos a sua aptidão pra ‘vida mansa’, malandragem, vagabundagem…

Até mesmo, a perda do seu dedo mindinho é motivo de alguma suspeita porque se trata do menor acidente possível pra receber aposentadoria integral pelo trabalho de torneiro mecânico e metalúrgico.

Lula gostava de subir em palanques, pregar greves, falar bravatas sensacionalistas e fechar acordos com patrões que o beneficiavam. Enxergou no sindicalismo uma oportunidade de carreira pra quem não gosta de trabalhar de verdade”.

“Qualquer pessoa minimamente decente é capaz de perceber a diferença gritante entre ambos: admira o espírito público de Guedes e condena o bandido corrupto que quase destruiu nossa democracia e afundou nossa economia”, afirma.

Ao falar sobre o apoio do PSDB à possível candidatura de Lula à disputa presidencial de 2022, Constantino diz que os tucanos “isentões” são capazes de cometer injustiças enormes em nome do seu projeto de poder.

“Eles querem só ‘demonizar’ Bolsonaro, obcecados que estão por derrubá-lo. E, como Guedes continua no Governo, o jeito é detonar o ministro junto; ainda que ao lado de um sujeito deplorável como Lula”, finaliza.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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POLÍTICA: JORNALISTA FIUZA SOLTOU O VERBO E CRITICOU MEDIDAS RESTRITIVAS IMPOSTAS POR GOVERNADORES DITADORES

Fiuza perde a paciência e "abre fogo" contra "ditadores" (veja o vídeo)

O jornalista, escritor e cineasta, Guilherme Fiuza, “soltou o verbo”, mais uma vez, durante o programa “Os Pingos nos Is”, da Jovem Pan, e criticou as medidas restritivas impostas pelos governadores dos estados brasileiros.

“Os estudos acadêmicos, realizados nos centros de pesquisa, atestaram que o lockdown não salva ninguém”, disparou, acrescentando que os governantes não têm como comprovar que a disseminação do coronavírus diminui em virtude de um isolamento rígido; porque a doença tem se espalhado com facilidade em asilos e casa.

“O distanciamento social, o controle por meio de higienização, esses tipos de medidas inteligentes, que foram proibidas, é que funcionam”, afirmou Fiuza.

Para ele, proibir o funcionamento dos comércios e a circulação das pessoas é um movimento político, sem base científica.

“Onde está a equação direta entre a progressão da pandemia e a eficácia das medidas de trancamento? Não existe. Eles não têm como provar”, assegurou.

Fiuza ainda classificou o toque de recolher como um “escândalo”.

“As ruas estão tomadas por pelotões armados, por guardas com cacetetes maiores que um taco de beisebol, empurrando as pessoas para dentro de casa. Não pode andar ninguém (na rua)”, detalhou.

E complementou:

“Mas, durante o dia, as pessoas estão dentro dos ônibus, juntas, e tudo bem (para os governadores). Como essa sociedade apática assiste a isso e aceita uma coisa dessas?”, questionou, indignado.

E completou:

“Essa é uma experiência ditatorial”, finalizou.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PRESIDENTE DA ARGENTINA PEDIU A DEMISSÃO DO MINISTRO DA SAÚDE EM MEIO A POLÊMICA SOBRE AUTORIZAÇÃO DE VACINA EM JORNALISTA

Presidente da Argentina pede saída do ministro da Saúde

Jornalista teria recebido autorização do titular da pasta para ser vacinado sem respeitar o protocolo seguido pela população

INTERNACIONAL

Da EFE

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, pediu nesta sexta-feira (19) a demissão do ministro da Saúde, Ginés González García, em meio à polêmica desencadeada por um jornalista próximo ao partido governista, que revelou ter sido vacinado contra a covid-19 depois de ter pedido ao titular da pasta, sem respeitar o protocolo seguido para a população em geral.Segundo fontes oficiais consultadas pela Agência Efe, o presidente deu a indicação ao chefe de gabinete, Santiago Cafiero, para pedir a saída do ministro, que por enquanto não falou publicamente sobre o assunto.

“Telefonei para meu velho amigo Gines González García, que conheço desde muito antes dele ser ministro, e ele me disse que eu tinha que ir ao Hospital Posadas. Quando eu estava para ir, recebi uma mensagem de seu secretário, que me disse que uma equipe de vacinadores do Posadas estava vindo para o Ministério, e para ir ao Ministério para me dar a vacina”, declarou o jornalista Horacio Verbitsky, de 79 anos, à estação de rádio “El Destape”.

Nas últimas horas, vários meios de comunicação locais divulgaram que outros rostos próximos ao governo teriam acesso à vacina de forma preferencial, mas nenhum deles confirmou a informação.

As declarações de Verbitsky, feitas esta manhã, vieram apenas um dia depois que a província de Buenos Aires, onde está localizado o referido hospital, foi a primeira a implantar a operação de vacinação contra o coronavírus para os maiores de 70 anos. A campanha começou após mais de um mês e meio em que apenas os funcionários da área da saúde foram imunizados em todo o país.

Em sua juventude, o jornalista foi militante na guerrilha Montoneros (esquerda peronista), tem uma longa carreira na mídia e atualmente é presidente do Centro de Estudos Jurídicos e Sociais. Ele admitiu hoje que há alguns meses disse que “preferia esperar um pouco” antes de ser vacinado, e ver “que efeitos colaterais poderia haver”.

“Eu não tinha pressa de me vacinar. Bem, ontem eu recebi a vacina. Decidi me vacinar”, afirmou ele, para revelar que pediu a González García, chefe da Saúde desde a chegada de Fernández ao poder, em dezembro de 2019, e que já havia ocupado o cargo durante o governo de Néstor Kirchner.

Até agora, a Argentina – que tem cerca de 45 milhões de habitantes, dos quais cerca de 7,2 milhões têm mais de 60 anos – recebeu 1,22 milhão de doses da vacina russa Sputnik V, longe dos 5 milhões inicialmente previstos para janeiro e dos 14,7 milhões assinados para fevereiro.

Também nesta semana, 580 mil doses do imunizante desenvolvido pelo Instituto Serum, na Índia, chegaram ao país vizinho, graças à transferência de tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford.

Enquanto em outras cidades da província de Buenos Aires já começou a campanha em idosos, que devem se inscrever previamente em um site para ter acesso à vacinação, a capital, governada pela oposição ao governo nacional, por enquanto só abriu o registro online para aqueles com mais de 80 anos.

Fonte: R7
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DIREITO- JUSTIÇA: SEM DENÚNCIA E SEM CRIME RESTRIÇÃO DE LIBERDADE DO JORNALISTA EUSTÁQUIO JÁ PASSA DE 200 DIAS

Advogado expõe a situação de Eustáquio: 200 dias com restrição da liberdade, sem denúncia, sem processo e sem crime (veja o vídeo)

FotomontagemFotomontagem

Ricardo Freire Vasconcellos, advogado do jornalista investigativo Oswaldo Eustáquio, preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, fez um resumo da situação em que se encontra o comunicador, atualmente.

Eustáquio está com as restrições à sua liberdade há mais de 200 dias, quando foi decretada a prisão temporária dele por cinco dias por “ausência de endereço certo e sabido”, em 26 de junho de 2020. Essa prisão foi prorrogada, para que fosse feita a oitiva, até o dia 6 de julho. Mas, no dia 5 de julho, o ministro Alexandre de Moraes determinou as medidas cautelares restritivas, entre elas: proibição de aproximar-se do Supremo Tribunal Federal a menos de um quilômetro, ausentar-se de Brasília sem ordem judicial e impedimento de contactar aquelas pessoas que estão dentro do inquérito 4828, que investiga supostos atos antidemocráticos.

Durante todo esse período, foram feitas mais de cinco buscas e apreensões na casa dele, nas quais levaram tanto equipamentos de trabalho, tanto de Eustáquio, quanto da esposa.

Nesse espaço de tempo, o jornalista foi contratado para fazer matéria em São Paulo em relação às eleições municipais de 2020. Vasconcellos chegou a pedir autorização da justiça para ele se ausentar de Brasília. Porém, o jornalista viajou, urgentemente, a São Paulo e houve o entendimento de que ele violou as medidas cautelares impostas.

“Neste caso, foi imputada a ele tornozeleira eletrônica”, explicou o causídico, acrescentando que o jornalista já recebeu 164 ameaças de morte.

“Comunicamos ao ministro Alexandre de Moraes e ao Ministério dos Direitos Humanos, que marcou para ele ir lá e (por isso) teve a prisão preventiva decretada por violação das medidas”, informa.

O advogado, no entanto, esclarece que Eustáquio não violou nenhuma medida porque a prisão do jornalista não tem fundamentação jurídica nenhuma para se embasar. Até porque o próprio inquérito dos atos antidemocráticos já foi considerado pela delegada Denisse Dias Rosas, que chefia essas investigações, que não há indícios contra Oswaldo Eustáquio que leve a considerar qualquer delito.

Lembrando que o jornalista não está incluso no famigerado inquérito das Fake News, mas foi preso, ilegalmente, acidentou-se dentro do sistema carcerário e, hoje, está impedido de fazer tratamento que o recupere da paraplegia porque a “tornozeleira” o impede de usar os equipamentos adequados

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CASO TRUMP É MUITO PIOR QUE O WATERGATE DIZ JORNALISTA QUE DESVENDOU O ESCÂNDALO

Jornalista que revelou o Watergate diz que caso de Trump é ‘muito pior’

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 04 de janeiro de 2021 às 04:57

Carl Bernstein foi um dos jornalistas responsáveis por desvendar o escândalo do Carl Bernstein foi um dos jornalistas responsáveis por desvendar o escândalo do Watergate nos anos 1970

O áudio em que Donald Trump pede ao secretário da Geórgia para “encontrar” votos que possibilitem sua vitória no estado é “muito pior do que o Watergate”, segundo a análise de Carl Bernstein, um dos jornalistas responsáveis por revelar o escândalo político que provocou a renúncia do ex-presidente americano Richard Nixon em 1974.

“Isso não é um déjà vu, isso é algo muito pior do que Watergate”, disse Bernstein à CNN americana neste domingo (3).

Ao lado do colega Bob Woodward, Carl Bernstein entrou para a história do jornalismo ao revelar o caso Watergate em reportagens no jornal The Washigton Post na década de 1970.

A dupla de repórteres mostrou, na época, que o presidente republicano Ricahrd Nixon sabia da operação na qual foram invadidos escritórios do Partido Democrata, em um suposto assalto em 1972, para plantar escutas telefônicas que possibilitaram a espionagem da oposição.

Após a investigação do caso revelado pela imprensa, Nixon, que havia sido reeleito presidente em 1972, renunciou ao cargo em 1974.

Mais de 40 anos depois, o jornalista vê a nova denúncia contra Trump, publicada pelo mesmo jornal The Washington Post neste domingo, como mais grave que aquela contra Nixon.

Segundo ele, os áudios de Trump são “a evidência do que este presidente está disposto a fazer para minar o sistema eleitoral e tentar instigar de forma ilegal, indevida e imoral um golpe.”

“Em qualquer outro momento concebível na história dos Estados Unidos, essa fita (com os áudios de Trump) resultaria na liderança de ambas as partes exigindo a renúncia imediata do presidente dos Estados Unidos”, disse o jornalista.

Entenda o caso

Segundo a denúncia, o  presidente Trump pediu ao colega republicano Brad Raffensperger, secretário de Estado da Geórgia, que “encontrasse” votos suficientes para reverter sua derrota durante um telefonema extraordinário de uma hora.

O Washington Post obteve a gravação da conversa em que Trump repreendeu Raffensperger, tentou bajulá-lo, implorou para agir e ameaçou-o com vagas consequências criminais se o secretário de Estado se recusasse a prosseguir com o que chamou de “falsas alegações”. O presidente disse a certa altura que Raffensperger estava assumindo “um grande risco”.

Durante a ligação, Raffensperger e o conselheiro-geral de seu escritório rejeitaram as afirmações de Trump, explicando que o presidente está contando com teorias da conspiração e que a vitória do presidente eleito Joe Biden com 11.779 votos na Geórgia foi justa e precisa.

Essa ligação vem na esteira de esforços dispersos na tentativa de derrubar a vitória eleitoral de Biden, em um movimento liderado pelos principais republicanos determinados a explorar a crise de olho em ganhos políticos mais amplos.

“Não há nada de errado em dizer, você sabe, hum, que você recalculou”, disse Trump ao secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger, de acordo com o Post, acrescentando mais tarde na ligação: “Tudo o que quero fazer é isso. Eu apenas queremos encontrar 11.780 votos, o que é um a mais do que nós. Porque ganhamos no estado.”

Na época em que Trump estava trabalhando em Raffensperger, o chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, exortou seus ex-colegas da Câmara a “revidar” em um tweet de sábado (2) à noite. Tanto Meadows quanto a advogada Cleta Mitchell e outros aliados republicanos de Trump também estariam na ligação.

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PONTO DE VISTA: UMA PROVA CONCRETA DA OBCESSÃO DA GLOBO EM DESTRUIR O GOVERNO BOLSONARO, QUE DÁ COM OS BURROS N’ÁGUA

Caro(a) leitor(a),

Não é de hoje que o jornalismo da Globo se atem única e exclusivamente em atacar e desconstruir a imagem do governo Bolsonaro. Veja, não estou aqui defendendo Bolsonaro nem o seu governo. Apenas evidenciando uma obsessão insana da rede Globo de televisão de tentar destruir a imagem de um governo que foi democraticamente eleito com os votos de mais de 57 milhões de brasileiros, que não teve um minuto de sossego para governar em paz e mostrar a que veio, pois o maior veículo de comunicação do país resolveu atacar de todas as formas possíveis e imaginárias um governo legítimo. Ao ponto de passar vários vexames explícitos ao vivo e em cores. A última malversada e malograda tentativa de desconstrução. O artigo a seguir e as imagens no vídeo dizem tudo e sem mais delongas convido você a assistir, refletir e fazer o seu juízo devalor!

Jornalista da GloboNews tenta fustigar presidente da Anvisa e é desmentida ao vivo (veja o vídeo)

Fotomontagem: Mônica Waldvoguel e Antônio Barra Torres Mônica Waldvoguel e Antônio Barra Torres

A entrevista do diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antônio Barra Torres, a GloboNews.

Barra Torres foi questionado pela jornalista Mônica Waldvogel sobre uma suposta ‘nova diretora da Anvisa’ que teria promovido uma festa, e, que ela e outros teriam declarado “apoio incondicional ao governo Bolsonaro”.

O presidente da Anvisa foi firme e fez questão de desmentir a jornalista ao vivo:

“Mônica, eu lamento profundamente a assessoria errada que você teve. […] Sua assessoria errou fragorosamente, cometeu esse engano”.

Imediatamente, o apresentador do programa interrompeu Barra Torres, porém, ele não deixou barato:

“Me desculpe, mas você me cortou. […] Mas ela [Mônica] erra ao dizer que fizemos um ‘juramento’ ao presidente. Nós fizemos uma reunião pública que foi transmitida a milhões de espectadores.”

Visivelmente ‘sem graça’ com a situação, a jornalista teve que pedir desculpas.

Isso é o retrato da Rede Globo.

Confira:

Fonte: Jornal da cidade Online

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LEI DE SEGURANÇA NACIONAL, NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO

Crítica é quando eu falo mal de você, ataque é quando você fala mal de mim

Elio Gaspari e Miriam Leitão

Quando, há algumas semanas, o jornalista Oswaldo Eustáquio foi preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, com base na velha Lei de Segurança Nacional, por ter feito críticas a ministros do próprio Supremo, os jornalistas do grupo Globo não protestaram.

Alguns até aplaudiram a medida, chamando as críticas de Eustáquio de “ataques à instituição do STF”.

Quatro dias depois do (aí sim) absurdo ataque à instituição do Exército brasileiro feito pelo ministro Gilmar Mendes, associando os militares a um “genocídio” na pandemia do coronavírus, e um dia após o Ministério da Defesa ter, na forma da lei processual, representado contra Gilmar junto à Procuradoria-Geral da República por crime da mesma Lei de Segurança Nacional, o jornalista Elio Gaspari compara a reação do ministro da Defesa, vejam só, ao AI-5 (com direito a manchete na primeira página da edição do jornal, conforme imagem abaixo).

Lei de Segurança Nacional nos olhos dos outros é refresco.

Na sequência, a “companheira” Miriam Leitão comprova minha tese, afirmando ser “inaceitável invocar a Lei de Segurança Nacional contra ministro do STF”.

Contra o jornalista Oswaldo Eustáquio e outros apoiadores do governo Bolsonaro, aparentemente, está liberado o uso da mesma LSN.

A lei é para todos, mas Miriam Leitão está disposta a abrir exceções.

Marcelo Rocha Monteiro. Procurador de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

Fonte: Jornal da Cidade Online
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ANÁLISE POLÍTICA: INQUÉRITO DO FIM DO MUNDO REVOGA LIBERDADES BÁSICAS

Nesta terça-feira temos o comentário sempre preciso e contundente do jornalista Alexandre Garcia na coluna ANÁLISE POLÍTICA, entre outras coisas da soltura do jornalista Oswaldo Eustáquio, que apesar de livre da cadeia foi cerceado de exercer a sua profissão pelo ministro Alexandre de Moraes. Então assista o vídeo, se atualize e tire suas conclusões!

Fonte:

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PONTO DE VISTA: ABUSO DE AUTORIDADE DO STF RASGA A CONSTITUIÇÃO MAIS UMA VEZ

Caro(a) leitor(a),

Qualquer pessoa que tenha pelo menos dois neurônios na cabeça é capaz de perceber que esse inquérito dito do “Fim do Mundo” é algo inconstitucional e o que é pior ditatorial, pois ações como a implementada contra o jornalista Oswaldo Eustáquio é claramente tirânica e fascista, mas fascista na real etimologia da palavra e não da forma que muitos ai falam da boca pra fora sem saber o que está dizendo. Cinco dias depois da prisão do jornalista o seu advogado ainda não sabe nem de que ele é acusado. Não teve acesso ao processo e está como cego em tiroteio. Onde está o direito de ampla defesa e do contraditório? É algo muito semelhante aos filmes de gangster da década de 1940 que assistíamos no cinema. Alguém precisa dar um basta nisso. O STF não pode continuar agindo como o dono do mundo e depois vir falar em democracia. É muita cara de pau. Nós não temos mais Constituição, já que o primeiro a rasgá-la foi o seu próprio suposto guardião. Chega! Não dá mais para tolerar isso! O povo precisa fazer alguma coisa sob pena de se tornar refém de um STF DITATORIAL e FASCISTA!

Jornalista Oswaldo Eustáquio tem prisão temporária prorrogada e é transferido para Brasília

Oswaldo Eustáquio

O ministro Alexandre de Moraes determinou nesta terça-feira (30) a imediata transferência do jornalista Oswaldo Eustáquio, de Campo Grande (MS) para Brasília.

No mesmo despacho, o magistrado supremo prorrogou por mais 5 dias a prisão temporária do jornalista.

Segundo informações colhidas pelo Jornal da Cidade Online, o advogado de Eustáquio, Elias Mattar Assad, ainda não conseguiu ter acesso aos autos do inquérito.

Uma cópia lhe foi prometida para hoje.

Eustáquio permanece preso, teve a prisão prorrogada e o advogado ainda não conseguiu saber qual a acusação que pesa contra o seu cliente.

É efetivamente um ‘inquérito do fim do mundo’.

Mais um absurdo cometido pelo STF.

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade Online

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