ANÁLISE POLÍTICA: O COMETA QUEIROZ ATINGE A FAMÍLIA BOLSONARO

Neste sábado, na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA temos o jornalista Felipe Moura Brasil comentando a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, o filho 01 do presidente da República e as consequências dessa prisão. Assista, reflita e faça seu juízo de valor!

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CORRUPÇÃO: ELDER BARBALHO É ALVO DE OPERAÇÃO DA PF SOBRE COMPRA DE RESPIRADORES POR R$ 50 MILHÕES

Governador do Pará é alvo em operação da PF sobre compra de respiradores

Polícia Federal apura aquisição de equipamentos por R$ 50 milhões. Além do governador Helder Barbalho, sócios de empresa e servidores são investigados. Governo do Pará diz que verba foi ressarcida aos cofres públicos e pede na Justiça indenização dos vendedores dos respiradores.

Por G1/TV Globo – Publicado em 10/06/2020 às 09:33

Vinte e três mandatos de busca e apreensão foram cumpridos

A Polícia Federal realiza na manhã desta quarta-feira (10), a Operação Bellum, que tem como objetivo apurar a existência de fraude na compra de respiradores pulmonares pelo governo do Pará para ajudar no combate ao coronavírus. São 23 mandados de busca e apreensão no Pará e mais seis estados.Um dos alvos de busca é o governador Helder Barbalho (MDB). Além dele, os sócios da empresa investigada e servidores públicos estaduais são investigados. As buscas foram realizadas nas residências dos investigados, em empresas e, também, no palácio dos despachos, do governo, e nas secretarias de estado de Saúde, Fazenda e Casa Civil do estado do Pará.

Indícios levantados pela Procuradoria-Geral da República apontam que o governador tem relação próxima com o empresário responsável pela concretização do negócio. Mostram, ainda, que sabia da divergência dos produtos comprados e da carga de ventiladores pulmonares inadequados para o tratamento da Covid-19 que foi entregue ao estado. Além do contrato dos respiradores, a organização ligada a este empresário foi favorecida com uma outra contratação milionária, cujo pagamento também foi feito de forma antecipada, no valor de R$ 4,2 milhões.

Em nota, o governo do estado diz que “reafirma seu compromisso de sempre apoiar a Polícia Federal no cumprimento de seu papel em sua esfera de ação” e destaque que o “recurso pago na entrada da compra dos respiradores foi ressarcido aos cofres públicos por ação do Governo do Estado”. O governo também afirma que “entrou na justiça com pedido de indenização por danos morais coletivos contra os vendedores dos equipamentos.”

Helder é o 2º governador alvo de operação da PF sobre contratos relacionados ao combate ao coronavírus. O primeiro foi Wilson Witzel, do RJ, em maio.

Segundo a PF, a compra dos respiradores custou ao estado do Pará o valor de R$ 50.400.00,00. Desse total, metade do pagamento foi feito à empresa vendedora do equipamento de forma antecipada, sendo que os respiradores sofreram grande atraso na entrega, além de serem diferentes do modelo comprado e não funcionarem no tratamento da Covid-19, razão pela qual foram devolvidos.

Os crimes sob investigação são de fraude à licitação falsidade documental e ideológica, corrupção ativa e prevaricação e lavagem de dinheiro.

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CPI DA ARENA DAS DUNAS SEGUE E CONVOCA CONTROLADOR-GERAL DO ESTADO PARA DEPOR

CPI da Arena das Dunas aprova convocação de controlador-geral do Estado para depoimento

Presidente da CPI, o deputado estadual Coronel Azevedo informou que, além da convocação do controlador, a comissão vai encaminhar ofício à governadora Fátima Bezerra requerendo informações

Por Redação – Publicado em 08/06/2020 às 18:24
Reprodução
Reunião da CPI foi nesta segunda-feira (8)

Em reunião realizada nesta segunda-feira (8) os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Arena das Dunas aprovaram a convocação do titular da Controladoria-Geral do Estado (CGE), Pedro Lopes, para esclarecer pontos a respeito da auditoria produzida na CGE e que embasou o pedido de instauração da Comissão.Durante a reunião, houve divergência quanto ao depoimento do controlador-geral ser realizado de forma presencial na Assembleia Legislativa. No entanto, ficou acordado, por maioria, que a oitiva será realizada com a presença do relator, deputado Sandro Pimentel, e a participação dos demais membros por meio de videoconferência.

Presidente da CPI, o deputado estadual Coronel Azevedo informou que, além da convocação do controlador, a comissão vai encaminhar ofício à governadora Fátima Bezerra requerendo informações dos pagamentos feitos pelo Governo à Arena das Dunas.

Ele destacou a responsabilidade e legitimidade da missão que os membros da Comissão estão cumprindo. “A CPI vai investigar um fato grave, sem, no entanto, anunciar previamente juízo de valor. Jamais acusar ou defender antecipadamente. Estamos em busca da verdade”, declarou.

Ainda dentro da pauta, outros dois temas foram deliberados: a mudança de horário das reuniões, que saiu das 16h para às 10h da segunda-feira, e a inclusão de mais dois técnicos na equipe de assessores da CPI.

Além do presidente e do relator, participaram da reunião os deputados Tomba Farias, Isolda Dantas e Allyson Bezerra além do procurador da Assembleia, Washington Fontes.

Fonte: Agora RN

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TCE INVESTIGA COMPRA IRREGULAR DE RESPIRADORES PELO CONSÓRCIO NORDESTE

TCE abre procedimento para apurar compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste

Aquisição foi feita no fim de abril, com o custo total de R$ 48 milhões, mas equipamentos hospitalares nunca foram entregues aos nove Estados nordestinos; Cortes de Contas da Bahia e da Paraíba também investigam possíveis irregularidades no contrato

Por Redação – Publicado em 08/06/2020 às 05:00

Consórcio Nordeste gastou mais de R$ 48 milhões para a compra de respiradores

O Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte (TCE) abriu procedimento para apurar o contrato de compra firmado pelo Governo do Estado, através do Consórcio Nordeste, para a aquisição de respiradores hospitalares. Apesar de a aquisição ter sido feita no fim de abril, com o custo total de R$ 48 milhões, os equipamentos nunca foram entregues aos nove Estados nordestinos.O TCE vai apurar a legalidade e legitimidade da transferência de R$ 4,947 milhões pelo Governo do Rio Grande do Norte ao Consórcio Nordeste. O montante seria utilizado para a compra de 30 respiradores.

A efetiva análise do processo de aquisição pelo Consórcio Interestadual será, a princípio, realizada pelo Tribunal de Contas da Bahia, que é o local de origem das investigações relacionadas com a compra.

No último dia 1º, a Polícia Civil da Bahia deflagrou a operação “Ragnarok”, que investiga irregularidades na compra dos aparelhos hospitalares. A empresa alvo da operação, a Hempcare, é investigada por vender e não entregar respiradores ao Consórcio do Nordeste. Segundo a polícia civil baiana, a empresa nunca teve os equipamentos oferecidos na venda.

Para tentar reaver o dinheiro da compra, o Tribunal de Justiça da Bahia bloqueou os bens da empresa. A decisão ocorreu após uma ação judicial aberta pelo Consórcio do Nordeste.

Além da investigação pelas Cortes de Contas da Bahia e do Rio Grande do Norte, o caso também é alvo de análise dos conselheiros do TCE da Paraíba. O procedimento aberto na Paraíba aponta que o dinheiro utilizado pela aquisição dos respiradores não foram registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI) do governo paraibano. As transferências bancárias realizadas para o Consórcio Nordeste relativas à aquisição destes equipamentos, realizadas em 06 de abril, somaram R$ 4.947.535,80.

O TCE paraibano também questiona o fato de o fornecedor escolhido pelo Consórcio Nordeste para o fornecimento dos equipamentos, a Hempcare Pharma Representações Ltda, ter menos de um ano de constituição conforme informações de seu cartão CNPJ, com capital social de R$ 100 mil, e o documento fiscal emitido pela empresa possui numeração muito baixa (nº 000.000.02, série 01).

“Levando a indícios de que a empresa, até o momento, não possui grande expertise no fornecimento de materiais médico-hospitalares, tornando sua contratação para operação tão vultosa um fato estranho”, aponta a Corte de Contas da Paraíba.

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INVESTIGAÇÃO APONTA “QUESTÃO PATRIMONIAL” EM TRAGÉDIA NA FAMÍLIA FLOR

Lamentamos profundamente pela triste ocorrência numa família tão tradicional e respeitada na sociedade natalense, cuja maioria dos membros conheço pessoalmente e testemunho a honradez e comportamento exemplar desses membros. Fica aqui o registro dos meus sentimentos de profunda consternação e solidariedade aos entes queridos dessa família, em particular a sua matriarca Dona Lourdinha!  

“Questão patrimonial”, diz delegado sobre tragédia na família Flor

Delegado responsável pela investigação acredita que os conflitos foram acerca da locação da fazenda Conceição, pertencente à família

Por Redação – Publicado em 19/05/2020 às 15:04

Reprodução/Redes Sociais
Túlio Flor foi morto pelo irmão na manhã desta terça-feira (19)

As investigações iniciais acerca da tragédia na família Flor, uma das mais tradicionais do Rio Grande do Norte, apontam que a “questão patrimonial” foi o principal motivo para as discussões e consequentes mortes ocorridas nesta terça-feira (19).No início da manhã desta terça (19), na fazenda da família localizada no município de São Pedro, o empresário Tasso Flor efetuou vários disparos contra o irmão, Túlio Flor, na frente de outros familiares – inclusive da mãe, uma idosa de 89 anos. Após o assassinato, Tasso se matou.

De acordo com o delegado Otacílio Medeiros, responsável pelas apurações, a fazenda Conceição, pertencente à família, seria arrendada, mas Tasso não concordava com a decisão. “Ele estava na fazenda exatamente para impedir a locação, de acordo com o que foi dito pelos familiares na hora. Mas, aparentemente, o crime não foi premeditado”, relatou ao Agora RN.

As investigações devem seguir por cerca de 20 dias, segundo o delegado. “Mas tudo indica que foi a questão patrimonial”.

A família Flor é uma das mais tradicionais de Natal e conhecida pela rede de postos de combustíveis Jota Flor.

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Fonte: Agora RN
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OS BASTIDORES DA REUNIÃO MINISTERIAL CITADA POR MORO DENUNCIAM PALAVRÕES, DISCUSSÕES E AMEAÇAS

Palavrões, discussões e ameaças: os bastidores da reunião no planalto citada por Moro à PF

Palavrões, briga de ministros, anúncio de distribuição de cargos para o Centrão e ameaça do presidente Jair Bolsonaro de demissão “generalizada” a quem não adotasse a defesa das pautas do governo. De acordo com participantes na reunião citada por Sérgio Moro, ex-titular da pasta da Justiça e Segurança Pública, é este o conteúdo do vídeo requisitado pelo ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, e que o Palácio do Planalto quer evitar divulgar na íntegra.

Na tarde desta quinta-feira, 7, a Advocacia-Geral da União pediu ao decano pra enviar somente trechos da reunião de 22 de abril, que sejam ligadas ao Moro e Bolsonaro. Segundo o ex-ministro, na ocasião o presidente o pressionou na frente dos colegas a trocar o comando da Polícia Federal.

Na noite de quarta-feira, 6, o governo pediu que Celso de Mello reconsiderasse o pedido do vídeo por se tratar de “assuntos sensíveis de Estado.” Conforme o Estadão informou, o Planalto também cogitou alegar não ter o conteúdo na íntegra mas apenas trechos da reunião, pois as gravações são “pontuais e curtas”.

O encontro de cerca de duas horas, cujos bastidores hoje mobilizam Brasília, ocorreu no terceiro andar do Palácio do Planalto, dois dias antes da demissão de Moro, e é considerado o mais tenso do governo até aqui. A agenda com o presidente foi convocada inicialmente para apresentação do programa Pró-Brasil, de recuperação econômica, e teve a participação de 26 autoridades, incluindo o vice Hamilton Mourão, todos os ministros e presidentes dos bancos. Outros auxiliares diretos de Bolsonaro também acompanharam.

Em relatos reservados, dois ministros disseram ao Estadão que a ameaça de demissão não foi direcionada ao ex-juiz da Lava Jato, mas foi um recado a todos os integrantes do primeiro escalão. Segundo participantes do encontro, o presidente cobrou alinhamento às pautas dele e cumprimento irrestrito de suas ordens.

Foi neste contexto, sempre de acordo com os relatos feitos ao Estadão, que Bolsonaro pediu acesso às informações de inteligência. À reportagem, presentes na reunião evitaram confirmar se o presidente exigiu a troca do comando da PF. Dois deles alegaram não “se lembrar.”

No entanto, de acordo com um dos participantes, o presidente disse que quem não estivesse satisfeito poderia ir embora. Outro auxiliar disse que Bolsonaro falou poderia demitir quem quisesse.

A cobrança de Bolsonaro a seu primeiro escalão foi feita com muitos palavrões. Apesar disso, auxiliares observam que é comum o presidente, às portas fechadas e à vontade, usar termos que não atendem aos bons modos. Nestas ocasiões, para evitar vazamentos, todos os participantes são obrigados a deixar o celular do lado de fora da sala. O único que costuma ser exceção é o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno. Já o telefone do presidente costuma ficar nas mãos de um ajudante de ordens.

Fotos feitas pela Secretaria Especial de Comunicação (SECOM) da reunião do dia 22 de abril mostram os participantes com as feições cerradas. Em várias delas, Moro está com os braços cruzados e o semblante tenso. Pelos registros, é possível verificar que há uma câmera de vídeo no local.

Até agora a Secom não respondeu os questionamentos sobre a existência do vídeo. Nos bastidores, auxiliares do Planalto passaram a alegar que só havia trechos pontuais da gravação. O argumento confronta uma declaração do próprio presidente que, no dia 28 de abril, admitiu que os encontros do primeiro escalão são filmados, e os vídeos guardados em um cofre. Bolsonaro chegou a prometer que divulgaria o vídeo da reunião com Moro para mostrar como ele trata os ministros, mas dois depois recuou alegando que recebeu o conselho para “não divulgar para não criar turbulência.”

Outro “assunto sensível” tratado pelo presidente, que também poderia ser motivo de “turbulência”, foi aproximação do governo com líderes dos partidos do centro. Bolsonaro comunicou que entregaria cargos às legendas e provocou reações. Moro, segundo o Estado apurou, teria demonstrando discordância.

O encontro foi convocado para a apresentação do Pró-Brasil, programa de recuperação econômica anunciado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, com o incentivo do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e sem o aval do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Diante dos colegas de Esplanada, Guedes e Marinho se desentenderam sobre gastos públicos para incentivar a retomada da economia após o fim da pandemia da coronavírus. Marinho disse Guedes era apegado a dogmas. O ministro da Economia, por usa vez, respondeu dizendo que tinha estudado o que ninguém estudou. E acrescentou que que o plano Pró-Brasil era “completamente maluco”. Na mesma oportunidade, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, teria feito duras críticas ao ministro do STF.

O pedido do vídeo foi deferido por Celso de Mello, na terça-feira, dia 5, no inquérito que apura as acusações do ex-ministro Sérgio Moro de tentativa de ‘interferência política’ de Bolsonaro no comando da Polícia Federal.

Foram citados o chefe da Secom, Fabio Wanjgarten, o chefe da assessoria especial da Presidência, Célio Faria Junior, e o ministro-chefe da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, que obriga a apresentar as gravações. Os três receberam a notificação na quarta-feira, 6. Faria e Jorge Oliveira alegam que não cabe a eles gravar ou manter registros de audiovisual das reuniões. A Secom não respondeu.

ESTADÃO CONTEÚDO

Fonte: Blog do BG

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ÚLTIMAS NOTÍCIAS SOBRE O CORNAVÍRUS NO BRASIL E NO MUNDO

Ministério da Saúde confirmou mais 166 mortes por coronavírus nas últimas 24 horas e, com isso, subiu para 2.741 o total de óbitos por covid-19 no Brasil, até esta terça-feira. Número de infectados chega a 43.079, e o índice de letalidade da doença no país é de 6,4%, segundo o mais novo balanço da pasta. Em meio ao avanço do nos EUA, o presidente Donald Trump anunciou que quer proibir a imigração no país para, segundo ele, “proteger empregos” dos norte-americanos durante a crise econômica provocada pela pandemia de covid-19. Até esta terça-feira, os Estados Unidos registrava mais de 42.000 mortes causadas pelo vírus Sars-Cov-2, que também infectou mais de 787.000 pessoas no país nesta segunda-feira. Na Espanha, após mais de um mês de quarentena, o Governo anunciou que vai autorizar que crianças façam caminhadas curtas, desde que acompanhadas por um adulto. Parques ainda não serão liberados.

Os destaques sobre a crise do coronavírus:

  • Brasil tem 2.741 mortos por covid-19 e 43.079 casos confirmados.
  • STF autoriza investigação de protestos que pediam fechamento do Congresso e do STF em plena crise da covid-19.
  • Pandemia levará mais de 28 milhões de pessoas para a situação de pobreza na América Latina.
  • Brasil ainda está em fase inicial da epidemia, diz Ministério da Saúde.
  • Trump ameaça proibir imigração nos EUA para “proteger” empregos de norte-americanos.
  • Espanha vai autorizar que crianças façam “caminhadas curtas” acompanhadas, após mais de um mês de quarentena.
  • ONU alerta para aumento da fome no mundo, especialmente na África onde mais de 70 milhões de pessoas não têm o que comer.

Siga ao vivo as últimas notícias sobre a pandemia da covid-19:

Fonte: El País

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ENTRE 14 E 20 DE JANEIRO CHINA NÃO AVISOU AO PÚBLICO SOBRE GRAVIDADE DA PANDEMIA DIZ INVESTIGAÇÃO

China não avisou ao público sobre a gravidade da pandemia durante seis dias fundamentais de janeiro

Investigação da agência AP considera que entre 14 e 20 do mês as autoridades chinesas não alertaram a população apesar de saber da seriedade do problema

Um trabalhador limpa o hospital de Leishenshan, construído em 10 dias durante as piores semanas da pandemia de Covid-19 em Wuhan.Um trabalhador limpa o hospital de Leishenshan, construído em 10 dias durante as piores semanas da pandemia de Covid-19 em Wuhan.STR / AFP

Durante seis dias de janeiro, fundamentais ao desenvolvimento da pandemia de Covid-19, Pequim não alertou sua população sobre a gravidade do problema ainda que já a assumisse internamente. É o que mostra uma investigação da agência de notícias norte-americana AP, que cita documentos internos do Governo chinês e avaliações de especialistas. O trabalho jornalístico considera que em 14 de janeiro as autoridades chinesas já sabiam de que a dimensão do que enfrentavam havia mudado, mas o presidente Xi Jinping só alertou o público no dia 20, quando mais de 3.000 pessoas já estavam infectadas.

De acordo com a revisão cronológica realizada pela agência, entre 5 e 17 de janeiro a China não informou sobre novos casos do que à época ainda era uma pneumonia atípica, ainda que numerosos pacientes já chegassem aos hospitais em Wuhan, como registros internos confirmam. Oficialmente só existiam 41 casos. Não está claro se não eram registrados porque as autoridades locais não os notificaram ou porque as autoridades nacionais não os incluíram nas listas, diz a AP. Também não há dados sobre o que exatamente os dirigentes locais em Wuhan sabiam.

Há poucas dúvidas de que “os rígidos controles sobre a informação, os obstáculos burocráticos e a resistência em transmitir más notícias ao topo da cadeia de comando silenciaram as primeiras advertências. A punição a oito médicos por ‘espalhar boatos’, divulgada na televisão nacional, causou calafrios nos hospitais” de Wuhan, diz a agência.

Sem esses relatórios internos, até 13 de janeiro, quando foi confirmado na Tailândia o primeiro infectado fora da China, as autoridades em Pequim não se mobilizaram para reconhecer que enfrentavam uma possível pandemia. Só então, denuncia a AP, lançaram um plano nacional para localizar casos distribuindo equipes para realizar testes, checando os pacientes e relaxando os critérios para confirmar infecções: “Tudo isso sem informar ao público”. Pequim nega ter ocultado informação e afirma que desde o começo alertou a Organização Mundial da Saúde.

Em 14 de janeiro o presidente da Comissão Nacional de Saúde, Ma Xiaowei, realizou uma teleconferência com autoridades provinciais para transmitir as instruções do primeiro-ministro, Li Keqiang, e da vice-primeira-ministra Sun Chunlan. Um memorando da reunião obtido pela AP dizia que a aparição de focos (clusters) “sugere que a transmissão entre seres humanos é possível”. Também mencionava o caso na Tailândia, afirmando que havia “mudado significativamente a situação”, pela possibilidade de que o vírus se espalhasse por outros países. “Com a chegada do Ano Novo lunar, muita gente vai viajar e o risco de transmissão e propagação é alto”, acrescentava o documento. “Todas as localidades devem se preparar e responder a uma pandemia”, prossegue.

Como resposta à teleconferência, o Centro para o Controle e Prevenção das Doenças (CDC) em Pequim lançou o maior nível de resposta a uma emergência, o Nível 1, em 15 de janeiro. Um aviso interno do órgão indica que foram criados 14 grupos de trabalho que tinham como missão arrecadar fundos, formar trabalhadores da área de saúde e recolher dados, entre outras tarefas. Na província de Hubei, da qual Wuhan é a capital, os eventos de grande público deveriam ser reduzidos e começar a medir a temperatura das pessoas em aeroportos e estações de ônibus e trens.

Além disso, a Comissão Nacional de Saúde distribuiu às autoridades de saúde provinciais um documento de 63 páginas com instruções, também obtido pela AP. Entre outras coisas, se ordenava identificar casos suspeitos, abrir seções específicas para doentes com febre nos hospitais e que os médicos e enfermeiras utilizassem equipamento de proteção. As instruções vinham marcadas para uso “interno”, com a instrução de “não divulgar na Internet” e “não divulgar publicamente”.

Em público os funcionários continuavam enviando uma mensagem de tranquilidade. Em 15 de janeiro o diretor do centro de emergências do CDC, Li Qun, dizia na televisão que “o risco de contágio entre humanos é baixo”.

Em 20 de janeiro Xi Jinping falou em público pela primeira vez sobre o vírus e afirmou que era preciso “levar a sério” o surto e detê-lo. O proeminente epidemiologista Zhong Nanshan também anunciou pela primeira vez, e na televisão nacional, que o patógeno se transmitia entre humanos. Um estudo da Universidade de Southampton no Reino Unido descobriu depois que teria sido possível reduzir em dois terços o número de contágios se o público recebesse uma semana antes avisos de manter a distância social, usar máscaras e fossem impostas restrições de viagem.

Alguns especialistas citados pelo artigo, entretanto, dizem que o Governo chinês tomou medidas decisivas em privado, pela informação que possuíam. “É possível que não tenham dito o que deveriam, mas estavam fazendo o que deviam”, afirmou o fundador dos Centros norte-americanos para o Controle de Doenças na China, Ray Yip. “No dia 20 deram o alarme em todo o país, o que não é um atraso muito grande”.

Fonte: EL PAÍS

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ANÁLISE POLÍTICA: RENAN E JADER BARBALHO SOB NOVA INVESTIGAÇÃO

Sábado é dia de se atualizar com as notícias e a política na noss acoluna ANÁLISE POLÍTICA e nada melhor do que ver e ouvir o extraordinário Alexandre Garcia que comenta entre outras coisas a abertura de investigação sobre o recebimento de 32 milhões de propina por Jader Barbalho e Renan Calheiros. Assista ao vídeo e tire suas conclusões!

Fonte:

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JUSTIÇA: DEMOROU MAS A PF FINALMENTE CHEGOU NOS FILHOS DE LULA

Na coluna JUSTIÇA desta segunda-feira o destaque é a investigação da Polícia Federal nas operações financeiras suspeitas da TVT, a TV do Lula, de São Bernardo do Campo, de repasses de dinheiro para outro filho de Lula, o Sandro Luiz Lula da Silva. Leia a reportagem completa a seguir, assista ao vídeo e fique por dentro de mais essa ramificação da Organização Criminosa comandada pelo maior bandido do mundo!

No caminho do dinheiro, PF chega a mais uma possível fonte de propina para outro filho de Lula (veja o vídeo)

A TVT fez diversos repasses suspeitos para um dos filhos do ex-presidente, Sandro Luis Lula da Silva.

Uma fundação criada para controlar a emissora repassou quase meio milhão de reais para o rapaz. Foram 36 pagamentos no período compreendido entre os anos de 2014 e 2016.

Anteriormente, repasses semelhantes para a empresa de Sandro eram feitos pelo Instituto Lula, com os avanços das investigações da Operação Lava Jato, a suspeita da PF é de que a TVT tenha sido usada como ‘laranja’.

Em São Bernardo do Campo, a emissora é conhecida como “a TV do Lula”.

Veja o vídeo:

 

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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