POLICIAL: HACKER SUSPEITO DE VAZAR DADOS PESSOAIS DE BRASILEIROS É PRESO PELA PF

Polícia Federal prende hacker suspeito de vazar dados pessoais de brasileiros

A PF prendeu o suspeito que obteve, divulgou e comercializou os dados. Um segundo hacker que vendia as informações foi identificado

Vianey Bentes, da CNN Brasil, em Brasília
 Atualizado 19 de março de 2021 às 09:06
Operação da Polícia FederalPolícia prende suspeito de megavazamento de dadosFoto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal prendeu preventivamente nesta sexta-feira (19) um hacker em Uberlândia, Minas Gerais, além de cumprir cinco mandados de busca e apreensão na mesma cidade e em Petrolina (Pernambuco) durante a operação “Deepwater”, que investiga a obtenção, divulgação e comercialização de dados pessoais de brasileiros e de várias autoridades.

Segundo as investigações que iniciaram em 2021, através da internet, dados sigilosos de pessoas físicas e jurídicas, como CPF e CNPJ,  nomes completos e endereços foram disponibilizados ilegalmente na internet através de um fórum especializado em trocas de informações sobre atividades cibernéticas.

Parte desses dados sigilosos foram divulgados gratuitamente por um integrante do grupo, e o restante comercializado. Os pagamentos eram feitos por meio de criptomoedas.

A Polícia Federal identificou e prendeu o suspeito que obteve, divulgou e comercializou os dados. As investigações que levaram a prisão do hacker foram da Divisão de Inteligência da PF de Brasília. Um segundo hacker que estaria vendendo os dados por meio de suas redes sociais foi identificado.

As ordens judiciais foram expedidas pelo ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal, após representação feita à Polícia Federal solicitando as medidas.

Fonte: CNN

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A CHINA QUER EVITAR SER CULPADA COMO O LUGAR ONDE COMEÇOU A PANDEMIA

China escondeu informações sobre início da pandemia, diz ONG

Diretor executivo da Human Rights Watch afirma que país não quer ser visto como local de origem da covid-19

INTERNACIONAL

Do R7

Human Rights Watch diz que China escondeu informações da missão da OMS em Wuhan

CNSPHOTO VIA REUTERS – 30.4.2020

A China escondeu informações sobre os primeiros casos de covid-19 há um ano, o que favoreceu os contágios, e voltou a ocultar dados na recente missão de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) a Wuhan, denunciou nesta quinta-feira (18) o diretor executivo da ONG Human Rights Watch (HRW), Kenneth Roth.

“A China, claramente, quer evitar ser culpada como o lugar onde começou a pandemia”, disse Roth, em entrevista coletiva organizada pela Associação de Correspondentes das Nações Unidas (Acanu).

O ativista norte-americano afirmou que o ocultamento durante a missão foi visto, por exemplo, quando Pequim “se recusou a compartilhar informação anônima sobre os primeiros casos”, levando em conta que apenas metade dos 174 identificados inicialmente tinham relação com o mercado Huanan, em Wuhan.

“Houve em Wuhan 92 pacientes internados com sintomas similares aos da covid-19 em outubro e novembro de 2019, mas a China só deu à OMS testes de anticorpos muito mais tarde, não exames ou análises de sangue, provas que teriam mostrado que o surto estava presente um ou dois meses antes da sua admissão”, argumentou.

Além disso, “Pequim continua a insistir na teoria maluca de que a covid-19 poderia ter tido origem no contato com alimentos congelados, apesar de não haver provas de que alguém em qualquer parte do mundo tenha sido infectado desta forma”, disse o chefe da HRW.

Roth criticou também a recente missão de especialistas da OMS e de outras organizações parceiras por “dar credibilidade a essa teoria dizendo que estão investigando, dando uma injecção de propaganda a Pequim em um momento em que deveríamos nos concentrar melhor no que eles estão escondendo”.

O ativista destacou que na missão “não havia nenhum membro de alto cargo da OMS” e denunciou uma “cumplicidade institucional” com a China por “se recusar a dizer algo crítico contra ela” e ajudar nas primeiras semanas do ano passado a rejeitar a possibilidade de transmissão do vírus de humano para humano.

“Em três semanas, em janeiro de 2020, o governo chinês suprimiu informações sobre a transmissão entre humanos, fingindo que todos os casos estavam relacionados com o mercado em Wuhan”, enquanto milhões de pessoas deixaram a cidade, milhares delas para o exterior, recordou Roth.

‘Supressão de informação é ruim’

“Tudo isto mostra que a supressão da informação é ruim para a saúde pública e para nos permitir saber o que aconteceu, algo que é fundamental para evitar uma próxima pandemia de covid-22 ou covid-23”, declarou.

O representante da HRW admitiu que não existem provas de que o vírus causador da covid-19 tenha nascido em laboratório, mas que a falta de transparência chinesa ajuda a alimentar tais suspeitas.

“Quanto mais a China esconde, mais credibilidade dá a estas teorias, pois as pessoas se perguntam o que é que está sendo escondido. Mas isso pode significar que eles apenas querem evitar ser apontados como o local físico onde outra doença infecciosa começou, como aconteceu há quase 20 anos com a Sars”, comentou o ativista americano.

Fonte: R7
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UTILIDADE PÚBLICA: SAIBA COMO DESAUTORIZAR O FACEBOOK A TER ACESSO A TUDO QUE VOCÊ FAZ NO CELULAR

O nosso serviço de UTILIDADE PÚBLICA, neste domingo trás informações importantíssimas que quase ninguém sabe sobre sua privacidade no seu celular. O FACEBOOK, em suas configurações nos induz a autorizá-lo a ter acesso a tudo que eu faço fora dessa plataforma. Quando você baixa o aplicativo do FACEBOOK no seu celular e clica lá no TERMO DE PRIVACIDADE, automaticamente está autorizando ao FACEBOOK ter acesso a tudo que você faz fora da plataforma. O vídeo a seguir mostra o passo a passo de como desabilitar essa autorização. Então, não deixe de assistir e desfazer a permissão!

Fonte: redes sociais

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CIÊNCIAS- AS PESSOAS TENDEM A DAR MAIS ATENÇÃO A INFORMAÇÕES QUE CONFIRMAM SUAS PRÓPRIAS CRENÇAS

Mudar crenças não é fácil, pois as principais crenças que trazemos conosco desde o nascimento são crenças religiosas milenares incutidas nas mentes dos nossos ancestrais e sendo assim se faz necessário fazer uma reprogramação do nosso subconsciente. O estudo a seguir mostra por que e como é tão difícil mudar crenças. Leia e saiba o Porquê!

Estudo mostra por que e como é tão difícil mudar crenças

Segundo pesquisadores europeus, a rapidez das comunicações via internet ajuda a tornar muitas pessoas imunes a argumentos que contrariem suas próprias ideias

Estudo mostra por que e como é tão difícil mudar crenças - Planeta

As pessoas tendem a dar mais atenção a informações que confirmam suas próprias crenças. Crédito: Pikrepo

Conversando com outras pessoas e observando seu comportamento, podemos aprender coisas inovadoras, adquirir novas habilidades e nos adaptar a condições que ainda não conhecíamos. Mas e se as informações fornecidas pelo ambiente social forem inconsistentes ou contraditórias? Em um estudo recente, pesquisadores do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano (Alemanha) e da Universidade de Amsterdã (Holanda) investigaram como as pessoas lidam com informações de diversas fontes sociais e como usam essas informações para formar crenças. O trabalho foi apresentado em artigo na revista “Proceedings of the Royal Society B”.

“A internet, em particular, mudou dramaticamente a estrutura e a dinâmica das interações sociais. A disponibilidade de fontes sociais é até certo ponto controlada por algoritmos – o que vemos é tendencioso em favor de nossas próprias preferências. Ao mesmo tempo, a internet nos dá acesso a pontos de vista potencialmente conflitantes”, diz Lucas Molleman, pesquisador associado do Centro de Racionalidade Adaptável do Instituto Max Planck para Desenvolvimento Humano e pós-doutorando na Universidade de Amsterdã, o autor principal do artigo.

Inicialmente os pesquisadores realizaram um estudo experimental com 95 participantes dos Estados Unidos. Esses participantes completaram uma versão adaptada do Berlin Estimate AdjuStment Task (Beast), que mede de forma confiável o uso de informações sociais pelos indivíduos. Eles viram imagens de grupos de animais e foi-lhes solicitado que estimassem o número de animais. Em seguida, eles viram as estimativas de três outros participantes e receberam a solicitação de fazer uma segunda estimativa. Quanto mais os participantes ajustavam suas estimativas às de seus pares, mais levavam em consideração as informações sociais.

Mais peso à estimativa inicial

Ao longo de 30 rodadas da tarefa, os pesquisadores variaram as condições do estudo. Eles apresentaram aos participantes estimativas que se desviaram em maior ou menor medida de suas próprias estimativas, e que eram mais ou menos extremas. Os resultados mostraram que se os participantes integraram informações do ambiente social em sua segunda estimativa, isso dependia de se e com que intensidade as estimativas de seus pares se desviaram umas das outras e de suas próprias estimativas. Os participantes tinham maior probabilidade de ajustar suas estimativas quando seus pares concordavam entre si e suas estimativas não eram muito diferentes das do próprio participante. A maior variação nas estimativas dos pares reduziu seu impacto no julgamento do próprio participante.

Em geral, os participantes deram mais peso à sua própria estimativa inicial do que às estimativas de seus pares. No geral, três estratégias de ajuste foram identificadas: 1) aderir à estimativa original de alguém; 2) adotar a estimativa de um dos três pares; 3) fazer uma conciliação entre a estimativa original e as estimativas de pares.

Desconto egocêntrico

A frequência relativa dessas estratégias diferiu significativamente entre as condições do estudo. Quando os participantes observaram um único par que concordava intimamente com eles, era mais provável que eles mantivessem sua estimativa original ou adotassem a estimativa do par mais próximo. Quando nenhum dos pares estava de acordo com eles, os participantes tendiam mais a se comprometer ajustando sua estimativa para (mas raramente além) a do par mais próximo.

“Nosso experimento quantifica como as pessoas avaliam suas próprias crenças anteriores e as crenças dos outros. Em nosso contexto, não há realmente nenhuma razão para supor que a estimativa de alguém seja melhor do que a de qualquer outra pessoa. Mas o que vemos aqui é um efeito conhecido em psicologia como ‘desconto egocêntrico’ – ou seja, quando as pessoas colocam mais peso em suas próprias crenças do que nas dos outro”, explica o coautor Alan Noveas Tump, pós-doutorando no Centro de Racionalidade Adaptativa do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano. “Além do mais, nosso estudo revela que esse peso é fortemente impactado pela consistência das crenças dos outros em relação às suas próprias. As pessoas são mais propensas a dar atenção a informações que confirmam suas próprias crenças.”

Bolha de filtro

Com base nessas descobertas, os pesquisadores desenvolveram um modelo que integra as estratégias de ajuste observadas e capta que as pessoas prestam atenção especial às informações sociais que confirmam seus julgamentos pessoais. Usando simulações, eles investigaram como as pessoas se comportariam em situações da vida real.

Por exemplo, eles simularam uma “bolha de filtro” [estado de isolamento social criado por algoritmos usados por sites como Google, Facebook e certos veículos de comunicação ao exibirem a cada usuário conteúdos supostamente alinhados com interesses que a pessoa manifestou no passado – N. da R.] típica, em que as informações sociais tendem a vir de indivíduos com ideias semelhantes. Eles também simularam tentativas típicas de mudar a mente das pessoas, confrontando-as com informações inconsistentes com suas próprias crenças. Finalmente, eles investigaram como as pessoas reagem ao ser expostas simultaneamente a diferentes grupos com crenças extremas. Suas simulações sugerem que os efeitos de confirmação podem levar à recusa de informações sociais divergentes, à exacerbação dos efeitos da bolha de filtro e a uma radicalização maior das pessoas em suas atitudes.

Imunidade a argumentos opostos

“Embora nosso estudo tenha sido experimental em design, nosso modelo ajuda a explicar muitos fenômenos contemporâneos”, diz o coautor Wouter van den Bos, cientista pesquisador adjunto do Centro de Racionalidade Adaptativa do Instituto Max Planck para o Desenvolvimento Humano e professor associado da Universidade de Amsterdã. “Ele mostra como a maneira pela qual as pessoas processam as informações sociais pode exacerbar as bolhas de filtro na internet e por que os debates públicos muitas vezes se tornam polarizados à medida que as pessoas rapidamente se tornam imunes a argumentos opostos. Como as interações ocorrem cada vez mais on-line, as pessoas podem encontrar informações que confirmam suas crenças existentes, tornando-as menos dispostas a ouvir alternativas.”

Em estudos futuros, os pesquisadores querem integrar outros aspectos da realidade ao modelo para descobrir, por exemplo, se tem relevância se as informações sociais vêm de um amigo, um estranho, um especialista ou alguém com o mesmo viés político ou diferente do receptor. Eles também estão investigando como outras pessoas influenciam as doações altruístas dos indivíduos e a conformidade com as normas sociais.

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DOIS IRANIANOS SÃO ACUSADOS PELOS EUA DE ROUBAR INFORMAÇÕES SIGILOSAS

 

EUA acusam 2 iranianos de roubar informações sigilosas

Segundo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, os hackers teriam agido a mando do Irã em alguns momentos. Pena total pode chegar a 50 anos

INTERNACIONAL

Da EFE

 

Réus ainda não foram presos

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira (16) que foi aberto um processo no estado de Nova Jersey contra dois iranianos acusados de roubar informações confidenciais de sistemas de computadores nos EUA, na Europa e no Oriente Médio, em alguns momentos agindo a mando do governo de Teerã.

“Os réus roubaram centenas de terabytes de dados, que geralmente incluíam comunicações confidenciais relacionadas à segurança nacional, inteligência de política externa, informações nucleares não militares, dados aeroespaciais, informações de ativistas de direitos humanos, informações financeiras de vítimas e dados pessoais e de propriedade intelectual, incluindo informações de pesquisa científica não publicadas”, afirma a Procuradoria Geral de Nova Jersey.

Os promotores identificaram os suspeitos como Hooman Heidarian, de 30 anos, e Mehdi Farhadi, de 34, ambos residentes da cidade de Hamedan, no Irã, e disseram que eles obtiveram informações sobre dissidentes, ativistas de direitos humanos e líderes da oposição.

“Em outros casos, os réus venderam os dados e informações piratas no mercado negro para obter benefícios econômicos particulares”, completa a nota da Procuradoria Geral.

O procurador-geral adjunto para a Segurança Interna, John C. Demers, acusou especificamente o Irã, a Rússia, a China e a Coreia do Norte de permitir tais atividades.

Já o FBI confirmou que os réus não foram presos e destacou que os seus nomes foram acrescentados à lista de acusações de participação em uma campanha maciça e coordenada de crimes na internet.

Por todas as acusações, incluindo conspiração para cometer fraude informática, acesso não autorizado a computadores protegidos, causando danos a essas máquinas, e fraude para acessar um computador, eles poderiam ser condenados no total a mais de 50 anos de prisão.

 

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INQUÉRITO É ABERTO PELO MPRN PARA INVESTIGAR GASTOS DA SESAP

MPRN abre inquérito para investigar gastos da Sesap

Medida solicita que a secretaria apresente ao órgão informações a respeito do quanto, em termos percentuais, o Estado já aplicou em saúde no decorrer de 2020, em um prazo de até 20 dias

Redação
26/08/2020 | 05:12

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da promotora Iara Maria Pinheiro de Albuquerque, abriu um inquérito civil para investigar a execução orçamentária da Secretaria Estadual de Saúde Pública do RN (Sesap) prevista nas leis de Diretrizes Orçamentária (LDO) e de Orçamentária Anual (LOA) do exercício financeiro de 2020.

A medida solicita que a Sesap apresente ao órgão informações a respeito do quanto, em termos percentuais, o Estado já aplicou em saúde no decorrer de 2020, em um prazo de até 20 dias.

Apenas este ano, segundo os dados divulgados no portal da transparência, o Governo já gastou R$ 739,56 milhões na Saúde, um acréscimo de 6% com relação ao que foi investido na pasta em 2019. Sendo o maior montante destinado para encargos com o pessoal. Até o mês de agosto, foi aplicado R$ 453,86 milhões nesta despesa, o que equivale a 61% do total.

Comparado ao mesmo período em 2019, o acréscimo de gastos em encargos foi de apenas 2%, quando, na ocasião, foi investido R$ 440,88 milhões.

No início deste mês, 540 servidores foram convocados pelo Governo do Estado para integrar o quadro de profissionais da Saúde. O objetivo das nomeações e convocações é fortalecer a estrutura da saúde pública do Rio Grande do Norte, especialmente, para combater a pandemia do novo coronavírus.

No tocante aos gastos para o combate a pandemia, no portal da transparência aponta que R$ 55,03 milhões foram aplicados para a o tratamento da Covid-19 e doenças respiratórias agudas graves.

A manutenção das unidades hospitalares também compõe o quadro dos mais elevados gastos em 2020. Dentro da categoria “Assistência Hospitalar e Ambulatorial”, no portal da transparência aponta que os custos chegam a R$ 117,64 milhões.

A ação que teve o menor valor nos dois últimos anos foi a implantação e implementação do Sistema Estadual de Ouvidoria. Neste ano só foi gasto R$ 130, e em 2019 R$ 277,35.

A reportagem procurou a promotora do MP para explicar mais sobre as licitações, mas não obteve contato.

Confira a lista com os gastos da Saúde em 2019 e 2020:

Gastos em 2020:

Total gasto: R$ 739.566.175,05

Maior gasto: Administração Geral – R$ 521.693.002,18

Encargos com pessoal = R$ 453.868.341,32

Enfrentamento do Coronavírus e Demais Síndromes Respiratórias Agudas Graves = R$ 55.033.956,13

Manutenção e Funcionamento = 11.147.112,99

Manutenção da Frota de Veículos da Saúde = R$ 1.643.591,74

Segundo maior gasto: Assistência Hospitalar e Ambulatorial – 210.853.322,96 .

Manutenção das Unidades Hospitalares = R$ 117.646.594,39.

Manutenção do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – (SAMU): R$ 12.427.697,63.

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EX-GOVERNADOR DO RN ROBINSON FARIA VIROU RÉU EM AÇÃO POR OBSTRUÇÃO EM INVESTIGAÇÕES

Por G1 RN

 

Ex-governador do RN Robinson Faria virou réu em ação por obstrução de investigações — Foto: Canindé SoaresEx-governador do RN Robinson Faria virou réu em ação por obstrução de investigações

A 6ª Vara Criminal de Natal acatou denúncia contra o ex-governador do RN Robinson Faria por obstrução de investigações pertinentes à operação Dama de Espadas, deflagrada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), em 2015.

Além de Robinson, outros dois então servidores da AL também foram denunciados. Os três foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em setembro de 2017 , porque à época, Robinson Faria tinha foro privilegiado por ser governador do Estado. Mas a denúncia não foi apreciada pelo STJ e em fevereiro de 2019 foi enviada para a 6ª Vara Criminal de Natal.

Em nota, assinada pelos advogados José Luis Oliveira Lima e Daniel Kignel, a defesa do ex-governador afirmou que “tem total confiança no Poder Judiciário, e tem plena convicção de que a denúncia será devidamente rechaçada”.

O MPF apontou que durante apurações pertinentes à Dama de Espadas, Robinson Faria atuou tentando obstruir a investigação e evitar que fosse processado pelos fatos descobertos na operação. A Dama de Espadas se debruçou sobre a participação de servidores públicos na arregimentação e inserção de funcionários fantasmas na folha de pagamento da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), mediante a apropriação dos respectivos vencimentos.

A acusação é que Robinson Faria, então governador do Estado, após deflagração da Operação Dama de Espadas, determinou que os dois servidores procurassem Rita das Mercês, peça chave no esquema de servidores fantasmas, e ofertasse o pagamento mensal de R$ 5 mil ao filho dela. O intuito de Robinson era garantir que a ex-procuradora da ALRN não revelasse a participação dele na execução desses ilícitos de peculato e organização criminosa que era conduzido dentro da casa legislativa quando foi presidida por ele.

Esse esquema foi desbaratado na operação Anteros, do MPF, que cumpriu mandados de busca e apreensão na Governadoria do Estado e na casa de Robinson.

Sob as ordens de Robinson Faria, o filho da ex-procuradora da ALRN começou a receber a quantia em outubro de 2015. A ação foi repetida em novembro e dezembro do mesmo ano, durante todos os meses de 2016 e de janeiro a maio de 2017. Segundo o MPF, o pagamento era feito em diferentes lugares, como em shoppings, na casa de Rita das Mercês e até no estacionamento da Governadoria.

A Damas de Espada apontou, assim, que Robinson Faria, em concurso com servidores públicos de sua estrita confiança ainda quando ocupava o cargo de presidente da ALRN determinou a inserção na folha de pagamento do órgão uma série de funcionários que não prestavam quaisquer serviços à casa legislativa. Parte substancial da remuneração paga a essas pessoas ficavam com ele, segundo o MP. O denunciado continuou recebendo as verbas indevidas mesmo depois de ter deixado a presidência da Assembleia, já na condição de vice-governador do Estado do Rio Grande do Norte.

Essas investigações todas já culminaram em outras ações penais tendo o ex-governador como réu. Recentemente, ele e outras 10 pessoas também foram denunciados pelo MPRN por peculato. O crime foi justamente cometido entre os anos de 2008 e 2010, época em que era presidente da Assembleia Legislativa potiguar. Ao todo, em valores corrigidos, as fraudes chegam a R$ 3.735.497,05. Essa denúncia é resultado da operação Croupier, deflagrada pelo MPRN em 25 de junho de 2019. Assim como a Anteros, a Croupier é um desdobramento da operação Dama de Espadas.

Outra denúncia do MPRN, recebida pela Justiça em maio de 2020, aponta que o advogado Erick Wilson Pereira, com a determinante concorrência dos ex-presidentes da Assembleia Robinson Mesquita de Faria e Ricardo José Meirelles Motta, de forma reiterada, desviou, o montante atualizado de R$ 1.144.529,45 entre os meses fevereiro de 2006 e março de 2016. O dinheiro desviado era usado em proveito próprio do advogado e também repassado a um tio dele, Wilson Antônio Pereira, que também é denunciado pelo MPRN. Foram denunciados, assim dois ex-presidentes da ALRN, o advogado e outras três pessoas pelo crime de peculato, além de Adelson Freitas dos Reis e outro, pelo crime de falso testemunho.

Fonte: G1 RN 
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