CORONEL DA FAB ALEXANDRE GOMES DA SILVA FOI NOMEADO PARA SER O DIRETOR DO INEP

Coronel da FAB é nomeado para diretoria responsável pelo Enem

Alexandre Gomes da Silva, da Força Aérea Brasileira (FAB), assume como novo diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 05 de março de 2021 às 18:16

Tela de entrada do aplicativo do Exame Nacional do Ensino Médio, o EnemTela de entrada do aplicativo do Exame Nacional do Ensino Médio, o EnemFoto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil (28.mai.2020)

O coronel Alexandre Gomes da Silva, militar da Força Aérea Brasileira (FAB), foi nomeado nesta sexta-feira (5) para ser diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), entidade ligada ao Ministério da Educação.

O departamento a ser dirigido por Gomes da Silva é a Diretoria de Avaliação da Educação Básica do Inep, que é responsável pela organização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A nomeação foi assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto.

O Inep atravessa mudanças. No último dia 26, o governo exonerou o presidente do instituto, Alexandre Lopes, após a realização do Enem de 2020. Danilo Dupas Ribeiro, que era secretário do ministro da Educação, Milton Ribeiro, assumiu o posto.

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PRESIDENTE DO INEP, ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO ENEM É EXONERADO DO CARGO

Alexandre Lopes é exonerado da presidência do Inep, órgão responsável pelo Enem

Ato publicado no Diário Oficial da União durante a madrugada, assinado pelo ministro-chefe da Casa Civil, exonera Lopes, desde 2019 à frente do Inep

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 26 de fevereiro de 2021 às 04:00

Presidente do Inep Alexandre Lopes fala sobre segurança na aplicação do EnemAlexandre Lopes na presidência do Inep (16.jan.2021)Foto: Reprodução / CNN

Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (26), Alexandre Ribeiro Ferreira Lopes foi exonerado da presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC) responsável pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

A exoneração foi assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto. Não há, no ato, a nomeação de um substituto.

Na mesma edição, foi publicada a exoneração do chefe de gabinete da presidência do órgão, Marcelo Silva Pontes, em portaria assinada pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Servidor público federal, Alexandre Lopes, é analista de comércio exterior desde 1999. É graduado em Engenharia Química, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e em Direito, pela Universidade de Brasília (UnB). Assumiu a presidência do Inep em 20 de maio de 2019.

Após adiamento em virtude da pandemia, o Enem de 2020 começou a ser aplicado em janeiro de 2021, com recordes de abstenções.

O exame, que teve novidades como a implementação do Enem Digital, foi mantido no início do 2021 em meio a pedidos para que as provas fossem novamente postergadas.

Fonte: CNN

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LOCAIS DE REAPLICAÇÃO DE PROVA DO ENEM 2020 FOI DIVULGADO PELO INEP

Inep divulga locais de prova da reaplicação do Enem 2020

Redação/Portal da Tropical

 Atualizado em:

Prova do Enem | Foto: Rovena Rosa

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta sexta-feira (19) o cartão de confirmação com os locais de prova da reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. O documento está disponível na Página do Participante.

No cartão também consta o número de inscrição, data, hora das provas, opção de língua estrangeira e atendimento especializado ou tratamento por nome social, caso essas solicitações tenham sido feitas e aprovadas. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda que os participantes imprimam o cartão de confirmação e levem nos dias do exame.

As provas do Enem, para os estudantes que tiveram a solicitação de reaplicação aprovada serão nos dias 23 e 24 de fevereiro, mesma data da aplicação do Enem PPL, exame destinado a pessoas privadas de liberdade ou sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade. As solicitações foram analisadas individualmente pelo Inep.

Puderam pedir a reaplicação do Enem 2020 os inscritos que não conseguiram fazer as provas por problemas logísticos ou que estavam com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa nos dias da aplicação regular. O Enem 2020 teve uma versão impressa, aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

A reaplicação está prevista em edital e ocorre em todas as edições do Enem. Nesta edição, entretanto, em razão da pandemia de covid-19, os índices de abstenções foram recordes. Mais da metade dos inscritos no Enem impresso e aproximadamente 70% do Enem digital faltaram às provas.

A reaplicação será apenas na versão impressa, mesmo para aqueles que se inscreveram inicialmente para o Enem digital. O resultado final, tanto da versão impressa quanto da digital e da reaplicação, será divulgado no dia 29 de março.

Os candidatos podem usar as notas do Enem para concorrer a vagas no ensino superior, por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que facilita o acesso ao crédito para financiamento de cursos em instituições privadas. Universidades no Brasil e em Portugal também aceitam a nota do Enem no lugar do tradicional vestibular.

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O SEGUNDO DIA DE PROVAS DIGITAIS DO ENEM TEVE ABSTENÇÃO RECORD DE 71,3%

Enem tem abstenção recorde de 71,3%, no segundo dia de prova digital

Resultado de imagem para Enem tem abstenção recorde de 71,3%, no segundo dia de prova digital

O segundo dia de provas digitais do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) teve abstenção recorde de 71,3%, segundo informou o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) na noite deste domingo (7). Ao todo, 26.709 alunos realizaram a avaliação e 66.370 inscritos não compareceram. O número de abstenção deste domingo superou o do primeiro dia de aplicação de prova, quando 68,1% dos inscritos não compareceram para fazer a avaliação.

Alexandre Lopes, presidente do Inep, considerou o resultado do Enem Digital satisfatório, tendo em vista que é um projeto-piloto. “Como era nossa primeira aplicação, estamos satisfeitos com o resultado, porque conseguimos entregar o que propusemos, a participação no impresso, e digitação é opção do participante. A nossa parte é garantir que as pessoas que queiram fazer a prova façam a prova e, se tiver algum problema, é conseguir fazer a reaplicação”, disse.

Quem não compareceu precisa justificar a falta para pedir reaplicação, que será feita em 23 e 24 de fevereiro em versão impressa. No Amazonas, as provas foram suspensas em razão do agravamento da crise sanitária no estado e as provas serão reaplicadas nas mesmas datas.

Esta é a primeira versão do exame aplicada de forma digital. Os alunos fizeram as provas em 104 cidades espalhadas pelo país. Foram disponibilizados 93 mil computadores.

A versão impressa, aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro, também teve abstenção recorde: mais de metade dos cerca de 5 milhões de inscritos (55,3%) não compareceu ao exame.

Neste domingo (7) foram realizadas questões de matemática e ciências da natureza. Já na semana anterior, os estudantes fizeram provas de ciências humanas, linguagens e redação. Embora as questões de múltipla escolha tenham sido feitas pelo computador, a redação teve de ser entregue no papel. O tema da redação da edição foi “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”.

O Ministério da Educação quer que as provas do Enem sejam 100% digitais até 2026. Para isso, será feita uma transição gradual entre os exames impressos e o formato digital. Além disso, a pasta pretende realizar várias aplicações do exame ao longo de um só ano.

FOLHAPRESS

Fonte: Blog do BG

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APÓS DPU PEDIR ADIAMENTO DO ENEM, INEP DIZ TOMAR MEDIDAS RÍGIDAS DE PREVENÇÃO À COVID-19 DURANTE O EXAME

Inep defende calendário do Enem e diz tomar medidas rígidas de prevenção à covid após DPU pedir o adiamento do Exame

 EDUCAÇÃO


Foto: Cadu Rolim/Agência O Globo

Após um pedido da Defensoria Pública da União e do Ministério Público Federal (MPF) à Justiça Federal de São Paulo nesta sexta-feira, 8, pelo adiamento do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em função do avanço da pandemia, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) defendeu a manutenção do calendário atual. Mais de 5,7 milhões de candidatos se preparam para as provas marcadas para os dias 17 e 24 de janeiro.

Para o órgão responsável pela organização da prova, “a realização do exame na data marcada é perfeitamente possível e segura para todos os envolvidos, não havendo riscos de ordem sanitária”. De acordo com o órgão, houve “um esforço institucional redobrado na adoção e implementação efetiva de todas as medidas de segurança previstas na legislação quanto à prevenção e combate da covid-19”.

Além de reforçar as medidas de segurança, o instituto diz que estudantes que estiverem contaminados com a covid-19 poderão realizar o exame em fevereiro. O posicionamento foi apresentado também nesta sexta-feira por meio da AGU (Advocacia-Geral da União) à Justiça Federal.

Por outro lado, no entendimento da Defensoria Pública da União e do Ministério Público Federal (MPF), “não há maneira segura para a realização de um exame com quase seis milhões de estudantes neste momento, durante o novo pico de casos da covid-19”. O documento, que pede tutela de urgência para o adiamento das provas, foi encaminhado à 12.ª Vara Cível da Subseção Judiciária de São Paulo.

Segundo defensor João Paulo Dorini, o processo sobre o Enem corre desde abril. Inicialmente marcada para novembro de 2020, a prova já foi adiada uma vez.

Uma enquete realizada pelo Ministério da Educação (MEC) com os candidatos inscritos indicou preferência pela realização do exame em maio. Apesar disso, a prova acabou sendo marcada para janeiro, para evitar atrasos nos calendários das universidades. Agora, o fundamento do novo pedido liminar foi a segunda onda de infecções pela covid-19. Não há prazo para que a Justiça Federal analise o pedido da Defensoria Pública.

O Inep afirma ainda que “reorganizar um calendário a nível de Enem é fragilizar e colocar em risco políticas públicas dele decorrentes”. O instituto afirma que a nota do Enem é utilizada em programas educacionais do país, como Sisu (Sistema de Seleção Unificada), Prouni (Programa Universidade para Todos) e Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), que poderiam, segundo o Inep, ser afetados com a suspensão do exame. “Um novo adiamento do Enem pode inviabilizar o início do ano letivo nas universidades federais, bem como a adesão aos programas”.

Fonte: Blog do BG

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PODCASTS: APENAS 2% DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR ATINGIRAM NOTA MÁXIMA NA AVALIAÇÃO DO INEP

A educação no Brasil continua envergonhando os brasileiros pelo seu baixo nível em índice do Inep, que também demonstrou a baixa qualidade dos cursos em áreas como direito e administração. Ouça o Podcast de hoje e tire suas conclusões!

QUINTA, 12/12/2019, 07:07

Política

Só 2% das instituições de ensino superior atingem nota máxima em índice do Inep

A maior parte fica nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Por outro lado, quase 13% das faculdades e universidades do país ficaram abaixo da média. O Inep também divulgou a qualidade dos cursos em áreas como direito e administração. Apenas 149 dos mais de oito mil cursos analisados tiveram nota máxima.

Educação. Foto: Reprodução/Wikimedia Commons (Crédito: )Educação. Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

O Brasil tem mais de duas mil instituições de ensino superior, mas apenas 2% atingiram a nota máxima do Índice Geral de Cursos, o IGC, que ajuda a medir a qualidade do ensino. Isso corresponde a 42 instituições – 19 delas são privadas sem fins lucrativos e 13 são públicas federais.

Por outro lado, mais de 250 faculdades e universidades ficaram abaixo da média. A maior parte é de instituições privadas COM fins lucrativos.

Os dados foram divulgados pelo INEP, que avaliou em 2018 13 cursos de bacharelado em áreas como administração, direito, psicologia e jornalismo e 13 cursos tecnológicos de comérico exterior e gestão pública, por exemplo.

As notas do IGC vão de um a cinco, que é a nota máxima. O cálculo é feito com base no desempenho dos cursos que as intituições oferecem e na distribuição dos alunos na graduação e pós-graduação. Pra calcular o IGC, é preciso que a instituição tenha ao menos um curso com estudantes concluintes que façam o ENADE.

A maioria das instituições com notas quatro e cinco está nas regiões sul, sudeste e centro-oeste. A maior parte das que ficaram abaixo da média está nas regiões norte e nordeste.O Ministério da Educação pode punir as instituições com notas menores que 3, impedindo, por exemplo, de abrir novos cursos e aumentar o número de vagas.

O INEP também divulgou outro indicador, que mede a qualidade dos CURSOS, usando fatores como desempenho dos alunos, valor agregado pelas aulas e perfil dos professores. Em 2018 foram analisados cerca de 8,5 mil cursos – 149, ou seja, menos de 2% tiveram nota máxima. Outros 847 cursos ficaram abaixo da média.

O presidente substituto do Inep, Camilo Mussi, diz que uma nota abaixo da média não quer dizer que o curso seja ruim:

“Os cursos que têm nota 1 ou 2 estão abaixo da média 3. Não é necessariamente um curso que seja ruim. Naquela área avaliada, ele se encotnra abaixo da média. A média pode ser uma média alta. Eles recebem essa avaliação e o Inep encaminha ao MEC, que decide quais ações irá tomar em relação aos cursos”, diz.

O INEP diz que os cursos presenciais e à distância tiveram desempenho semelhante.No entanto, apenas 7% do total analisado era da modalidade à distância. O governo tem investido na ampliação desse tipo de curso, política que teve início no governo Temer. O Censo da Educação Superior de 2018 mostra que as graduações à distância aumentaram 51% em relação a 2017 e superaram, pela primeira vez, o número de vagas oferecidas em cursos presenciais.

Fonte: CBN

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