ORTEGA VOLTOU AOS HOLOFOTES DA IMPRENSA MUNDIAL APÓS POLÊMICAS ENVOLVENDO AS ELEIÇÕES DO PAÍS

Nicarágua: a polêmica trajetória do presidente Daniel Ortega

Guerrilheiro na revolução da década de 1970, o político venceu sua quarta eleição na semana passada, com sete opositores presos

INTERNACIONAL

 Lucas Ferreira, do R7

Daniel Ortega e Rosario Murillo foram reeleitos em 2021 com 75% dos votosDaniel Ortega e Rosario Murillo foram reeleitos em 2021 com 75% dos votos CESAR PEREZ/PRESIDÊNCIA NICARAGUENSE/AFP – 8.11.2021

O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, voltou aos holofotes da imprensa mundial nas últimas semanas após uma série de polêmicas envolvendo as eleições do país, que resultaram, no último domingo (7), no quarto mandato consecutivo do governante à frente da nação.

Países como Cuba, Rússia e Venezuela parabenizaram a reeleição de Ortega, enquanto Estados Unidos, União Europeia e outras nações apontaram uma possível fraude no processo eleitoral, no qual sete candidatos opositores foram presos nos últimos meses da corrida presidencial.

O analista internacional Gabriel Pimenta, em conversa com o R7, explicou que os interesses dos países em relação à Nicarágua, sejam eles políticos, sociais ou econômicos, podem ditar de qual lado cada governo pode ficar, a favor ou contra Ortega.

“Esse tema envolve valores, mas sobretudo, envolve interesses. Alguns países que hoje apoiam o governo Ortega, que não viram problemas nesse processo eleitoral, eles não só têm um vínculo pessoal, identitário, particular, partidário com Ortega. Eles têm alguns interesses específicos naquilo que a Nicarágua pode fazer, especialmente no sistema norte-americano.”

Pimenta deu como exemplo a Rússia, que não tem um governo de esquerda, mas entende que a proximidade geográfica da Nicarágua, situada na América Central, pode exercer uma pressão migratória nos vizinhos norte-americanos.

“A Nicarágua, apesar dos problemas institucionais, ainda é um país estável para a vizinhança. […] Apesar de haver um certo êxodo das pessoas saindo da Nicarágua, ainda não é tão grande como poderia ser. E caso ele se intensifique, essas pessoas iriam para os Estados Unidos.”

Ascenção ao poder

Ortega chegou ao poder pela primeira vez em 1979, quando o presidente Anastasio Somoza Debayle, que liderou o país em duas oportunidades (1967-1972 e 1974-1979), foi retirado do cargo durante a Revolução Sandinista.

Antes disso, Ortega era um conhecido guerrilheiro, preso repetidas vezes por crimes que incluem um assalto à mão armada a uma filial de um banco norte-americano em solo nicaraguense. Ele foi solto em 1974 junto com outros prisioneiros em troca da liberdade de rivais políticos que haviam sido sequestrados por sandinistas.

Apenas em 1984, cinco anos após os sandinistas tomarem o poder e organizem uma junta governativa apenas com aliados do próprio grupo político, Ortega foi eleito presidente do país. Também na década de 1980, a Revolução Sandinista torna o governo uma frente ampla e aberta a outras vertentes da Nicarágua.

“O termo sandinismo é usado para todos os grupos que evocam a figura do Augusto Sandino, que foi um líder popular da Nicarágua na década de 1930”, explica Pimenta. “É um movimento político ligado à posse da terra pelos trabalhadores da terra, principalmente. Ao contrário de outros movimentos de esquerda que tem origem fabril, sindical urbana, o sandinismo está ligado a esses grupos rurais”.

A queda e o retorno de Ortega

Após a Revolução Sandinista e o processo da construção de uma Constituição na década de 1980, a Nicarágua voltou a realizar eleições com uma maior frequência, que culminaram na derrota de Ortega para Violeta Chamorro, em 1990. Segundo Pimenta, o processo de transição entre governos foi tranquilo e não recebeu críticas da comunidade internacional.

Foi apenas em 2007, 16 anos após deixar o poder, que Ortega voltou a vencer uma eleição presidencial. Para o especialista, tanto a derrota quanto a vitória do guerrilheiro podem ser vistas como uma resposta micro de um movimento amplo da política internacional.

“Existe uma grande mudança que pode explicar tanto a saída de Ortega no início da década de 1990 quanto o retorno dele em 2006, que é o fim da Guerra Fria […] com ideias de viés liberal e capitalista […] e “A Onda Rosa”, que foram as eleições de uma série de governos que iam de uma centro-esquerda, bastante moderada, para uma esquerda mais combativa.”

Segundo Pimenta, o fim da Guerra Fria foi propício para uma reorganização da economia, especialmente na abertura comercial e modernização de regras que envolvem o mercado. Entretanto, a falta de mudanças sociais para a população da Nicarágua fez com que um novo governo de esquerda assumisse o país.

O analista internacional destacou que as eleições de Luíz Inácio Lula da Silva, no Brasil, Michelle Bachelet, no Chile, Néstor Kirchner, na Argentina, e José Mujica, no Uruguai, são outros exemplos da guinada à esquerda na América Latina no início do século.

Enfraquecimento da democracia na Nicarágua

Nicaraguenses protestaram contra governo Ortega em vários países ao redor do mundo

Eleito de maneira justa em 2006, os escândalos nos pleitos que envolvem Ortega começaram em 2016, na corrida pela terceira eleição presidencial consecutiva. Pimenta classificou o atual cenário político da Nicarágua como uma democracia deteriorada.

“Não houve uma revolução ou um golpe. Todos os processos eleitorais foram mantidos no prazo previsto, mas aquilo que a gente pode chamar de qualidade das instituições eleitorais foi piorando substancialmente”, diz Pimenta.

Segundo o analista internacional, os órgãos fiscalizadores nicaraguenses foram comprometidos ao longo do tempo e a relação da Justiça com a disputa eleitoral se estreitou, em um processo chamado de politização de Justiça. Nas eleições deste ano, sete opositores foram presos ao longo da corrida presidencial.

“É interessante notar que essa deterioração passa por um fenômeno que podemos ver em outros lugares, que é a criminalização da competitividade eleitoral. Por exemplo, um governante está no poder, mas na próxima eleição ele tem chance de ser derrotado, então as instituições do judiciário encontram ou desenvolvem acusações criminais contra esse candidato que tem competitividade.”

Pimenta destaca que a judicialização da política é um fenômeno que tem se tornado comum em países não só da América Latina, mas também nas democracias instáveis da Europa.

Eleições de 2021

O pleito deste ano, que causou grande debate internacional, além de mortes e prisões de manifestantes na Nicarágua, não foi visto com bons olhos por Pimenta, que apontou uma série de incoerências com o processo democrático.

“Se tivéssemos que avaliar de 0 a 100, sendo 0 completamente não democrático e 100 completamente democrático, eu diria que estaria na faixa entre 30 e 40”, brinca Pimenta.

Assim como na Venezuela, país no qual se estima que mais de 250 pessoas foram presas por serem opositoras ao governo de Nicolás Maduro, Ortega e o sistema judiciário nicaraguense realizaram detenções de candidatos e manifestantes, erodindo o conceito de liberdade democrática no país..

“Não só houve o encarceramento e acusação criminal de alguns candidatos competitivos, como a relação entre governo Ortega e observadores internacionais foi completamente atribulada, o que significa que já havia o planejamento da alteração das eleições de alguma forma”.

Ortega foi reeleito, ao lado da esposa e vice-presidente Rosario Murillo, com mais de 75% dos votos. De acordo com Pimenta, não há informações confiáveis se as eleições transcorreram sem fraudes, já que os veículos nicaraguenses de notícias também estariam comprometidos pela briga política no país.

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REDE SUSTENTABILIDADE ACUSA BOLSONARO DE INCENTIVAR ATAQUES À IMPRENSA

Por Jornal Nacional

 

Toffoli envia ao plenário do STF ação que quer impedir Bolsonaro de incentivar ataques à imprensaToffoli envia ao plenário do STF ação que quer impedir Bolsonaro de incentivar ataques à imprensa

O ministro Dias Toffoli decidiu enviar ao plenário do Supremo Tribunal Federal a ação que quer impedir o presidente Jair Bolsonaro de incentivar ataques à imprensa.

A ação foi apresentada pela Rede Sustentabilidade e pede pagamento de multa de R$ 100 mil por ataque. Toffoli pediu informações a Bolsonaro.

Depois disso, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República também serão ouvidas e vão ter prazo de cinco dias para se manifestar. O pedido, então, será levado para julgamento em definitivo pelo plenário do STF. Ainda não há data para o julgamento.

No último domingo, em Roma, na Itália, o presidente Jair Bolsonaro saiu para encontrar apoiadores perto da embaixada brasileira. Ele tratou os jornalistas de forma hostil. Os seguranças que estavam perto de Bolsonaro agrediram quem tentou fazer perguntas.

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PONTO DE VISTA: ALEXANDRE GARCIA E CAIO COPPOLLA NO LUGAR CERTO NA HORA CERTA

Caro(a) leitor(a),

A nossa coluna PONTO DE VISTA de hoje trás uma notícia que não podia deixar de comentar aqui, pois trata-se da mais nova aquisição da Jovem Pan. Ela simplesmente acaba de contratar os pesos pesados do conservadorismo brasileiro, Alexandre Garcia e Caio Coppolla para abrilhantar ainda mais a sua grade de programação televisiva. 

No caso do Caio Coppolla o meu PONTO DE VISTA é que ele jamais deveria ter saído da Jovem Pan, uma emissora tradicionalmente conservadora para se aventurar numa outra sabidamente de esquerda, achando que poderia dar certo essa balela de neutralidade e liberdade de expressão numa emissora como essa. Foi iludido e espero que tenha aprendido a lição.

Já no caso de Alexandre Garcia, que estava desempregado da Globo na ocasião em que foi contratado pela mesma emissora valeu a tentativa, pois não tinha nada a perder naquele momento, a não ser o tempo que ainda iria desperdiçar ao entrar para a emissora, que só usou o seu prestígio para captar a sua audiência e se, desta forma ganhar muitos pontos na audiência. 

Agora os dois estão no lugar certo e, o que é melhor, na hora certa, pois o conservadorismo nunca precisou tanto de reforço como nessa reta final para as eleições de 2022. Reforço que será muito bem vindo e que vai incomodar e minar muito essa imprensa hipócrita e calhorda. 

URGENTE: JovemPan News contrata Alexandre Garcia e Caio Coppolla

Alexandre Garcia e Caio Coppolla - Foto: ReproduçãoAlexandre Garcia e Caio Coppolla – Foto: Reprodução

Uma grande notícia surgiu na noite deste sábado, 30.

A Jovem Pan News acaba de anunciar a contratação do jornalista Alexandre Garcia e do comentarista Caio Coppola.

A dupla estreia logo depois do feriado.

Ambos saíram recentemente da CNN Brasil.

Garcia e Coppola são duas das principais vozes conservadoras da imprensa brasileira.

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ANÁLISDE POLÍTICA: O TESTE DE CORAGEM PARA O VERDADEIRO JORNALISTA

Neste sábado o comentário político aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA do Blog do Saber é do Jornalista Rodrigo Constantino sobre um fato que ocorreu lá na Rússia com dois jornalistas que ganharam o prêmio Nobel da Paz por um aceno a defesa das liberdades de imprensa e de expressão, “pré-requisitos pra sociedades democráticas e para a paz duradoura”. Ele comenta sobre o simbolismo e a importância deste prêmio nas mãos de dois jornalistas russos. Assista ao vídeo e entenda o que há por trás dessa notícia!

Fonte:

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COMPROMISSOS DO PRESIDENTE: GRANDE MÍDIA RECEBE RESPOSTA DEFINITIVA DO MINISTRO ONYX LORENZONI

Comendo pizza em pé… Onyx dá resposta certeira para factoide sobre Bolsonaro em NY

Fotomontagem - Agência Brasil / Reprodução InternetFotomontagem – Agência Brasil / Reprodução Internet

O ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, deu a resposta definitiva para a grande mídia que insiste em enxergar notícia relevante no fato do presidente Jair Bolsonaro ter comido pizza em pé, em uma calçada de Nova Iorque, onde está para participar da Assembléia Geral da ONU com os chefes das principais nações do mundo. Aliás, o gesto de simplicidade, este sim, deveria ser a notícia a ser repercutida

“Aquele pessoal que não se incomodava com quem gastava fortunas de dinheiro público em viagens, se incomoda com o Presidente Bolsonaro comendo pizza em pé. Nunca foi tão fácil entender as diferenças sobre princípios e valores”, escreveu Onyx das redes sociais.

A fábrica de factoides da velha mídia sobre a viagem do presidente é tão escancarada que nem mesmo o jornalista com fortes tendências esquerdistas, Guga Chacra, conseguiu se manter calado, preferindo trazer os colegas à realidade:

“Não é necessário apresentar comprovante de vacinação para comer nas mesas externas dos restaurantes em NY. Apenas na parte interna. A imensa maioria têm mesas do lado de fora. Logo, Bolsonaro não seria impedido de comer no lado externo dos restaurantes. Foi à pizzaria por opção.”

Mas não será surpresa se, caso Bolsonaro espirrar ou coçar o nariz durante sua fala, na abertura da Assembléia, nesta terça (21), explodirem manchetes instantâneas acusando o presidente de “genocida internacional”, agora contaminando líderes de outras nações.

Quanto ao conteúdo da fala, ora, isso não importa, afinal, dirão que é mentira, papo de negacionista, fala de antidemocrático e conversa de golpista!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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RESUMO DA SEMANA: REGULAMENTAÇÃO DA IMPRENSA É CENSURA?

Neste domingo você vai ver, aqui na coluna RESUMO DA SEMANA a repercussão das declarações de ex-presidiário Lula da Silva sobre a regulamentação da imprensa, uma censura camuflada com o nome de “regulamentação”. Assista ao debate que rolou nos programas e canais de mídia ao longo da semana. 

Fonte:

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OPINIÃO: APÓS ASSASSINATO DE PM NÃO VIMOS A ESQUERDA NEM A MAIORIA DA IMPRENSA ESBOÇAR O MÍNIMO PESAR PELA TRAGÉDIA, APENAS TIRANETES SE FAZENDO DE VÍTIMAS E EXIGINDO RESPEITO

Esquerda: Histórias de amor e ódio à Polícia

Imagem em destaque

Após o assassinato do PM Wesley Góes, não vimos a esquerda e nem a maioria da imprensa esboçar o mínimo pesar por esta tragédia. Ao contrário! Além de o chamarem de terrorista, no dia seguinte – seguindo o ritual marxista – surgem tiranetes se fazendo de vítima e exigindo respeito.

Afinal, a esquerda odeia ou ama a polícia – quando a usa como instrumento de opressão?

Para entender melhor, é preciso conhecer um pouco do pensamento de Marx.

Em linhas gerais, Marx afirmava que a polícia era um “aparelho de Estado” cujo objetivo seria agir repressivamente em nome da classe dominante para manter subjugada a outra classe. Outra hora falo porquê a ideia das “duas classes conflitantes” não funciona.

Suas primeiras críticas à polícia são de 1843, em A Questão Judaica, quando critica duramente a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”, pós-Revolução Francesa – como se esta tivesse “traído” a revolução:

“A segurança é o conceito social supremo da sociedade burguesa, o conceito da polícia, no sentido de que o conjunto da sociedade só existe para garantir a cada um de seus membros a conservação de sua pessoa, de seus direitos e de sua propriedade. Através do conceito da segurança, a sociedade burguesa não se eleva acima do seu egoísmo. A segurança é, antes, a asseguração do seu egoísmo.”

Para Marx, os Estados investirem em segurança pública é assegurar o egoísmo da classe dominante. E, dois anos depois, em A Ideologia Alemã, ele avança em sua interpretação:

“Os burgueses pagam bem o seu Estado e fazem com que a nação inteira também o faça para que eles, os burgueses, possam pagar mal; eles asseguram para si, mediante bom pagamento aos serviçais do Estado, uma força protetora, uma polícia; para que possam descontar dos seus trabalhadores (como desconto do salário), sem correr riscos.”

Marx acredita que a polícia existe para garantir o poder da classe dominante, numa deturpação grosseira, pois chega a confundir polícia e exército. Ora, e os crimes de estupro, roubo, assassinato e tantos outros? A sociedade não precisa de polícia para lhe fazer justiça?

Na verdade, a Civilização Cristã Ocidental delimitou o sentido de justiça e segurança pública para que as pessoas não vivessem mais sob a lei do mais forte, a qual Marx não se opõe (e aí atraiu o interesse de anarquistas, que são mil vezes mais violentos que os marxistas).

Em Teorias da mais-valia (citado no “Dicionário do pensamento marxista”), Marx disse que “o crime suaviza a monotonia da existência burguesa e fornece enredos para a grande literatura”.

É que Marx e Engels acreditavam que o crime era uma consequência natural do Capitalismo.

Para eles, uma vez implantado o comunismo, não existiriam mais crimes!

É daí que vem a ideia de que o bandido é uma vítima da sociedade capitalista.

Marx cita, para dar crédito à tese do fim da criminalidade sob o comunismo, a Comuna de Paris.

A Comuna de Paris foi a tentativa de uma parte da população parisiense, cerca de 90 mil pessoas, de viver o comunismo num espaço físico delimitado, dentro de Paris, cuja população era de cerca de 1,8 milhão de pessoas. Durou apenas dois meses.

A pergunta é, você pode confiar no testemunho de militantes? Foram os membros da chamada Primeira Internacional ou Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) ligados a Marx e Engels que lideraram a Comuna e seguiam as premissas de Marx. Se fosse bom, por que durou apenas dois meses?

Ah! Marx “justificou”: os comunards foram bonzinhos demais! Ou seja, eles não mataram o suficiente! Não seguiram a tese da Revolução Permanente (citado em A Questão Judaica, p.42).

Mas Lenin não decepcionou Marx.

Curiosamente, ao tomar o poder na URSS, a primeira coisa que Lenin faz é criar uma Polícia Política, altamente repressiva e assassina: a Cheka (se pronuncia, tchecá) destinada a instalar “o terror organizado”, nas palavras do seu chefe Felix Dzerzhinsky, que recrutou… bandidos.

Ou seja: para os marxistas, a polícia só é boa quando utilizada para seus objetivos totalitários.

Entendeu agora porque eles não choram a morte de um trabalhador ou de um Policial Militar, mas de um bandido, “vítima da sociedade”?

Para encerrar, trago o vídeo definitivo, postado por @DallasginR que prova que o último tiro do PM Wesley foi para cima!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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ENTRADA DE JOE E JILL BIDEN JÁ CAUSA MUDANÇAS NA CASA BRANCA

Veja as primeiras mudanças na Casa Branca de Joe Biden

Máscaras e testes contra covid-19 se tornaram obrigatórios dentro da Casa Branca; coletivas diárias de imprensa serão retomadas

Entrada de Joe e Jill Biden já causa mudanças na Casa Branca

ALEX BRANDON / POOL VIA REUTERS – 20.1.2021

Horas após a posse do novo presidente dos EUA, Joe Biden, já é possível ver as primeiras mudanças em relação à administração do ex-presidente Donald Trump na própria Casa Branca, residência oficial e sede da presidência do país.

Diversos novos protocolos contra a covid-19 foram adotados no local, em contraste com a quase completa ausência de medida para impedir a disseminação do novo coronavírus na residência oficial no último ano, que resultou em diversas contaminações, inclusive de Trump, da ex-primeira-dama Melania Trump, do filho deles, Barron e do ex-vice-presidente Mike Pence, entre outros.

A partir da posse, o uso de máscaras dentro da Casa Branca se tornou obrigatório, para todos os presentes. Todos os funcionários e jornalistas que trabalham na cobertura da presidência, além da máscara, vão precisar fazer testes periódicos para detectar se estão com covid-19.

Fonte: R7
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POLÍTICA: A IMPRENSA NACIONAL DESTA SEXTA FEIRA DESTACA GRAVES ACUSAÇÕES DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO DE ROGÉRIO MARINHO

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POLÍTICA: A INACEITÁVEL ATITUDE DO PORTAL G1 SOBRE CRIANÇA QUE DESFILOU COM BOLSONARO

POLÍTICA: A INACEITÁVEL ATITUDE DO PORTAL G1 SOBRE CRIANÇA QUE DESFILOU COM BOLSONARO
O futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general da reserva Augusto Heleno, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde funciona o gabinete de transição de governo.

Na coluna POLÍTICA desta segunda-feira temos a nota de repúdio do chefe da redação do jornal independente Conexão Política a respeito da inaceitável atitude do Portal G1 com o garoto que desfilou com o presidente Jair Bolsonaro no 7 de setembro, depois que o próprio Portal reconheceu e confirmou a publicação. É algo que deixa claro e explícito o aparelhamento das redações dos grandes jornais brasileiros com militantes marxistas de extrema esquerda. É realmente repugnante!

“Pior que isso é verdade”

Pelo Facebook, portal de notícias chamou criança de 9 anos de ‘imbecil’ e disse que ele devia se alfabetizar. Empresa disse que vai investigar caso.

Redação

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"Pior que isso é verdade" 19

José Cruz | Agência Brasil

“Moleque imbecil, vai se alfabetizar”, dizia comentário do G1 na próprio post com entrevista da criança, que declarou que este foi “o melhor desfile de todos”.

O conteúdo foi apagado minutos depois, mas já tinha sido ‘printado’ por centenas de internautas. O portal frisou que uso foi indevido e anunciou investigação.

Extrema-imprensa

Após a nota oficial do G1, o editor-chefe do Conexão Política, Davy Albuquerque, lamentou o ocorrido e disse que a atitude do grupo Globo é inaceitável.

De acordo com Davy, aquilo que o portal da Globo classificou de ‘postagem indevida’, na verdade mostra o quanto a imprensa brasileira está aparelhada.

Sobre o caso envolvendo o G1: notei que não houve nenhum pedido de desculpas para a criança, que foi chamada de ‘imbecil’. O repúdio é somente ao uso indevido da conta? Isso foi máximo que o grupo Globo conseguiu fazer após ofender uma criança? Sim, a imprensa está aparelhada!”, afirmou.

Davy destacou que a imprensa ignorou o gesto do presidente Bolsonaro em convidar a criança para estar no carro-oficial.

O presidente da República avistou uma criança comum, que estava assistindo o evento cívico de 7 de setembro e resolveu convidá-la para desfilar ao lado dele, no carro oficial do Presidente. Em nenhum momento a extrema-imprensa exaltou esse gesto; pelo contrário, atacou a criança.

Em outro post, ele diz que “a população precisa entender que por trás dessas grandes redações de jornais, não atuam jornalistas, mas sim militantes marxistas disfarçados que usam seus diplomas para alienar massas e manter o povo na ignorância.”

General Augusto Heleno

Foi então que, o Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Augusto Heleno, respondeu ao post de Davy.

Ele concordou e escreveu:

Pior que isso é verdade. Na maior parte da imprensa.”

Heleno não tem costume de responder a publicações no Twitter —, mas não deixou passar a oportunidade de expôr o absurdo que a extrema-imprensa vem fazendo para tentar derrubar o governo Jair Bolsonaro — eleito democraticamente por 57.796.986 milhões de brasileiros.

Davy Albuquerque da Fonseca@AlbuquerqueDavy

Leiam e compartilhem essa nota ao máximo de pessoas. A população precisa entender que por trás dessas grandes redações de jornais, não atuam jornalistas, mas sim militantes marxistas disfarçados que usam seus diplomas para alienar massas e manter o povo na ignorância.

Augusto Heleno Ribeiro Pereira

@gen_heleno

Pior que isso é verdade. Na maior parte da imprensa.

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