AUTOCONHECIMENTO: DICAS PARA IDENTIFICAR SE AS NOVAS CRENÇAS SÃO MELHORES, POR WAGNER BRAGA

Será que os novos paradigmas que você adquiriu são melhores que os que já tinha? Há muitas pessoas que não querem largar de forma alguma suas antigas crenças porque têm medo do desconhecido e preferem ficar na sua zona de conforto ou porque não acreditam que exista algo melhor do que as já conhecidas crenças. Ou ainda, por motivos de religiosidade têm medo de serem castigados por Deus. Para acabar com essas dúvidas no vídeo de hoje dou algumas dicas para te ajudar a entender se as novas crenças que você pensa adquirir são melhores ou não do que as crenças que você tinha.

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SAÚDE: QUAIS OS SINTOMAS DO ALCOOLISMO E COMO IDENTIFICÁ-LOS

 Saiba como identificar os sintomas do alcoolismo

No Brasil, cerca de 10% da população sofre de alcoolismo; os homens correspondem a 70% dos casos e as mulheres, 30%

Da CNN

Em São Paulo

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Na edição desta sexta-feira (17) do quadro Correspondente Médico, do Novo Dia, o neurocirurgião Fernando Gomes falou sobre como identificar os sintomas do alcoolismo.

A fundadora da banda britânica Liberty X, Michelle Heaton, usou as redes sociais para falar sobre a luta que enfrenta contra o alcoolismo. Ela postou uma foto mostrando como estava o rosto dela na época em que consumia grande quantidade de bebidas alcoólicas e outra foto após começar o tratamento contra a doença.

Na publicação, a cantora disse que essa era a realidade dela há 20 semanas e hoje se sente mais forte mentalmente e fisicamente. No Brasil, cerca de 10% da população sofre de alcoolismo. Os homens correspondem a 70% dos casos e as mulheres, 30%.

Fonte: CNN

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NOVA LEI EM ISRAEL PERMITE IDENTIFICAR OS CIDADÃOS QUE DECIDIRAM NÃO SE IMUNIZAR CONTRA COVID-19

Lei em Israel permite saber identidade de quem não se vacinar

Decisão do parlamento é válida por três meses ou até o fim da pandemia de covid-19 e levanta dúvidas sobre privacidade

INTERNACIONAL

 Da AFP

Nova lei permite identificar os cidadãos que decidiram não se imunizar contra a covid-19Nova lei permite identificar os cidadãos que decidiram não se imunizar contra a covid-19JACK GUEZ / AFP

O Parlamento israelense autorizou nesta quarta-feira (24) o Ministério da Saúde a revelar a outras autoridades do país as identidades das pessoas não vacinadas contra a covid-19, o que levanta preocupações sobre a privacidade dos cidadãos que se recusam a se inocular.

A lei, aprovada por 30 votos a favor e 13 contra, dá às autoridades locais, ao diretor-geral do Ministério da Educação e a alguns membros do Ministério dos Assuntos Sociais o poder de obter nomes, endereços e números de telefone de pessoas não vacinadas.

O objetivo do texto, válido por três meses ou até que seja decretado o fim da pandemia, é “ajudar essas organizações a incentivar a vacinação de pessoas, comunicando-se pessoalmente com elas”, segundo nota de imprensa do Parlamento.

Israel já administrou duas doses da vacina Pfizer/BioNTech a três milhões de pessoas, cerca de um terço da população (estimada em cerca de 9 milhões de pessoas).

O governo autorizou a reabertura de shoppings e lojas a partir de domingo, no marco de seu terceiro desconfinamento desde o início da pandemia da covid-19.

Embora alguns locais sejam abertos a todos, outros só são acessíveis a quem usa o “crachá verde”, o que significa que já recebeu duas doses da vacina ou foi curado da doença, o que parte da população considera uma forma de discriminação.

No debate parlamentar na quarta-feira, o líder trabalhista Merav Michaeli acusou o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, de “negar aos cidadãos (…) a confidencialidade de suas informações médicas”.

Enquanto isso, o deputado Haim Katz, do partido de direita Likud de Netanyahu, disse que a lei é uma forma de encorajar a vacinação. O primeiro-ministro pediu aos cidadãos israelenses que se vacinassem “para poder voltar à vida normal”.

A meta é vacinar 6,2 milhões de pessoas até abril.

Oficialmente, pouco mais de 760.000 infecções foram encontradas no país, entre as quais pouco mais de 5.600 mortes.

Fonte: R7
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TEM INÍCIO NO RN A PESQUISA SOROLÓGICA PARA IDENTIFICAR COMPORTAMENTO DA COVID-19 NO ESTADO

Por Julianne Barreto e Leonardo Erys, Inter TV Cabugi e G1 RN

 

Testes de sorologia da pesquisa tiveram início no RN — Foto: Julianne Barreto/Inter TV CabugiTestes de sorologia da pesquisa tiveram início no RN — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Os 160 pesquisadores iniciaram nesta sexta-feira (8) o trabalho de campo do Inquérito Sorológico no Rio Grande do Norte, uma pesquisa que tem o objetivo de mapear o comportamento da Covid-19 em todas as regiões do estado.

A meta é que 24 mil pessoas façam o teste da Covid-19 e sejam entrevistadas durante três semanas, em três ciclos. O 1° ciclo de entrevistas exames para a pesquisa vai da sexta-feira (8) até o domingo (10). O segundo ciclo acontece entre os dias 15 e 17, e o terceiro vai de 22 a 24 de janeiro.

A abordagem é feita porta a porta, à domicílio. Em Natal, nesta sexta-feira (8), os testes foram feitos em bairros e localidades da Zona Norte, como Cidade Praia, Potengi e Pajuçara.

Maria de Lourdes Bezerra, 69 anos, foi uma das que participaram da pesquisa. “Eu tinha visto na televisão que ia passar e atendi. Eu queria mesmo ver. É bom ter a certeza se está ou não. Eu acho que já tive, mas eu queria saber se tive ou não”, falou.

Ela conta que o filho também apresentou alguns sintomas e que acredita que ele se contaminou no trabalho e levou o vírus pra casa.

“Eu senti dor no corpo todo, muita dor de cabeça, o corpo febril, mas fui no hospital e não estava. Também tive tosse, dor no corpo, perda de olfato e paladar. Isso foi em junho. Não fiz o teste, porque eu achava tão difícil. Eu fui no hospital e tiraram radiografia do meu pulmão, não tinha sequela e me passaram um medicamento em casa”, disse.

“Passou, mas eu pensei que ia morrer. Escapei fedendo, como se diz”.

O resultado dela, no entanto, deu negativo tanto para a presença do vírus atualmente como para uma resposta imune. Ou seja, também não houve confirmação de se ela já pegou o vírus em algum outro momento.

Testes de sorologia da pesquisa tiveram início no RN — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

No sábado (9), a pesquisa vai passar pelos bairros Nordeste, Guarapes e Barro Vermelho. A intenção é testar 3 mil pessoas por cidade.

Em algumas casas, há um certo receio, segundo os pesquisadores. Cidade Praia foi uma das localidades em que as pessoas mais recusaram o teste.

“Elas negavam, não queriam fazer, não acreditavam. Umas pensavam que era algo a ver com a vacina. Muito de fake news que antes mesmo de começar nós vimos nas redes sociais que já estavam saindo, de que a gente iria nas casas e que as pessoas tomassem cuidado, que era assalto. Teve muito disso e as pessoas acabam acreditando”, disse Jacqueline Aires, supervisora de campo da pesquisa.

Questionário

As pessoas que aceitarem participar das entrevistas respondem um a questionário, que tem questões socioeconômicas sobre número de pessoas e cômodos na casa, frequência de fornecimento de água, grau de escolaridade, renda total no mês, e renda de aposentadorias e de bolsa família.

É questionado ainda a idade, raça, peso, altura, profissão, além de tópicos relacionados ao contágio, como: se teve contato com caso suspeito ou confirmado de Covid-19, se já foi testado ou confirmado com a doença, se apresentou sintomas, se faltou trabalho ou escola durante esse período, se foi internado e se tem doenças crônicas.

Tópicos sobre o isolamento também estão entre as perguntas: se foi a supermercado nos últimos 14 dias ou outros locais, como está sendo o isolamento (frequência de saídas de casa por semana), se adotou total ou parcialmente o isolamento, além de qual o meio de transporte utilizado.

Pesquisa

A pesquisa será feita em parceria com o Instituto Amostragem do Piauí e tem o apoio do Comitê Científico, formado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS).

Ao todo, a previsão é de que cerca de 2.300 domicílios participarão da pesquisa em cada etapa. Oito municípios com sede de regionais de saúde serão analisados: Pau dos Ferros, Mossoró, Assu, Natal, João Câmara, São José do Mipibu, Santa Cruz e Caicó.

“O intuito é de compreender melhor como se dá o processo de adoecimento e o acometimento, a incidência e a prevalência da doença no Rio Grande do Norte”, explicou a secretária adjunta da Sesap, Maura Sobreira

Cada município terá 30 setores censitários do IBGE sorteados para a realização do inquérito. Em cada setor serão realizadas 100 entrevistas em domicílios previamente determinados pela UFRN.

“É uma pesquisa que a gente teve praticamente um investimento de R$ 2 milhões pra que a gente possa melhor compreender o comportamento da doença no território e, consequentemente, melhor direcionar as ações no sentido de enfrentamento da pandemia”, falou a secretária adjunta.

O exame

O exame será realizado com amostra de sangue obtida através de punção digital e o estudo de validação apresentado pelo fabricante identificou uma sensibilidade de 86,4% e especificidade de 99,6% de segurança no resultado.

Segurança para os participantes

A Sesap informou que quem for participar do estudo será informado sobre os objetivos da pesquisa, riscos e vantagens. O material e todas as informações só serão coletados após assinatura do termo de consentimento do participante.

As medidas de segurança biológica cabíveis serão tomadas, de forma a garantir a saúde dos trabalhadores de campo atuando na coleta dos dados e do material. O estudo envolve risco mínimo para a saúde dos participantes, pois consiste apenas na aplicação de um questionário e o exame sorológico. Se houver qualquer desconforto, o participante poderá deixar de participar a qualquer momento.

Fonte: G1 RN

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