SECRETÁRIO DE ESTADO DOS EUA ANUNCIA VERBA PARA AJUDA HUMANITÁRIA AOS REFUGIADOS DA GUERRA DA UCRÂNIA

Na Polônia, secretário de Estado dos EUA anuncia verba de US$ 2,7 bi para ajuda humanitária

Cerca de 106 mil refugiados chegaram da Ucrânia nas últimas 24 horas, segundo autoridades polonesas

INTERNACIONAL

 por Agência EFE

ATUALIZADO EM 05/03/2022 – 14H08

Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA, em imagem de arquivo

OLIVIER DOULIERY/POOL/AFP – 04.03.2022

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, anunciou neste sábado (5) uma verba de US$ 2,7 bilhões para ações de ajuda humanitária aos refugiados de guerra ucranianos, e reafirmou seu compromisso com a defesa do flanco oriental da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). O governo do presidente americano Joe Biden pediu ao Congresso a aprovação do repasse, conforme disse Blinken na cidade de Rzeszów, na Polônia, perto da fronteira com a Ucrânia, em um pronunciamento conjunto com o chanceler polonês Zbigniew Rau.

Blinken enfatizou a “enorme solidariedade” que a Polônia está demonstrando ao receber os refugiados, bem como sua importância estratégica para a defesa do flanco oriental da Otan. Antes do pronunciamento conjunto, houve uma reunião entre Blinken e o primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki, na mesma cidade. No fim da reunião, o premiê polonês garantiu que seu país e os EUA concordaram plenamente sobre a necessidade de “construir uma arquitetura de defesa mais sólida” no flanco oriental. Os Estados Unidos têm 10 mil soldados destacados em território polonês, de acordo com o secretário de Estado americano.

A Polônia recebeu 106 mil refugiados da Ucrânia nas últimas 24 horas, o maior número desde o início da invasão russa do país vizinho, segundo as autoridades polonesas. Com isso, chegou a cerca de 780 mil o total de refugiados acolhidos pela Polônia nos dez dias desde o começo da ofensiva militar russa. Segundo dados da ONU, estima-se que 1,2 milhão de pessoas tenham deixado a Ucrânia nos últimos dez dias, 78 mil delas não ucranianas, principalmente estudantes ou trabalhadores de 138 nacionalidades que vivem no país.

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CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU REALIZARÁ REUNIÃO DE EMERGÊNCIA PARA AVALIAR CRISE HUMANITÁRIA PROVOCADA PELA INVASÃO RUSSA NA UCRÂNIA

Conselho de Segurança da ONU fará reunião na segunda (7) sobre a crise humanitária na Ucrânia

No mesmo dia, os membros do Conselho também farão uma outra sessão, mas desta vez, com portas fechadas

Refugiados da Ucrânia em direção à fronteira com a Polônia

£UKASZ GAGULSKI /EFE – 28.02.22

O Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião de emergência na segunda-feira (7), às 17h (horário de Brasília), para avaliar a crise humanitária provocada pela invasão russa da Ucrânia, a pedido dos Estados Unidos e da Albânia, segundo fontes diplomáticas consultadas nesta sexta-feira (4).

Após a sessão pública, haverá uma outra a portas fechadas entre os 15 membros do Conselho de Segurança, esta a pedido do México e da França, para discutir o projeto de uma possível resolução, informou um diplomata à AFP sob condição de anonimato.

A proposta do México e da França visa pedir o fim das hostilidades na Ucrânia e dos obstáculos ao fluxo de ajuda humanitária e proteção de civis.

O esboço do texto encontrou barreiras, pois os Estados Unidos alertaram que não o apoiariam se não dissesse explicitamente que a Rússia causou a crise humanitária, segundo outro diplomata.

A França originalmente queria uma votação na terça-feira, mas isso não aconteceu.

Diplomatas dizem agora que a França, diante da relutância dos Estados Unidos, reverteu sua posição e não está pressionando por uma votação tão rápida quanto antes.

Qualquer projeto de resolução que critique a Rússia está fadado ao fracasso porque a Rússia tem poder de veto no Conselho de Segurança.

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SEGUNDO PORTA-VOZ DA ONU, ORGANISMO MUNDIAL “PLANEJA MELHORAR ASSISTÊNCIA HUMANITÁRIA AO POVO DA UCRÂNIA”

Chefe da ONU conversa com presidente da Ucrânia e diz que vai aumentar ajuda

Secretário-geral António Guterres disse que a organização lançará na terça-feira (1º) um apelo de financiamento de suas operações

António Guterres conversou com Volodmir Zelenski neste sábado (26)

CARLO ALLEGRI/REUTERS – 23.02.2022

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, conversou com o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, neste sábado (26). Segundo um porta-voz da ONU, ele disse que o organismo mundial planeja “melhorar a assistência humanitária ao povo da Ucrânia”.

“Ele informou ao presidente que as Nações Unidas lançarão na terça-feira [1º] um apelo de financiamento de nossas operações humanitárias na Ucrânia”, disse o porta-voz da ONU em comunicado.

O chefe de ajuda da ONU, Martin Griffiths, disse nesta sexta-feira (25) que mais de 1 bilhão de dólares serão necessários para operações de ajuda na Ucrânia nos próximos três meses, já que centenas de milhares de pessoas estão refugiadas depois que a Rússia invadiu o país.

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EMBAIXADOR ESCLARECE A “MÁ INTERPRETAÇÃO MALICIOSA” SOBRE A AJUDA HUMANITÁRIA DA ARGENTINA OFERECIDA À BAHIA

De maneira nenhuma a ajuda foi desprezada”, diz embaixador da Argentina

Em entrevista à CNN, Daniel Scioli rebate as afirmações de que o Governo Federal recusou o auxílio oferecido aos desabrigados na Bahia

Da CNN Brasil

 

O embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Scioli, afirmou em entrevista à CNN na noite desta quinta-feira (30) que a resposta do governo brasileiro sobre a ajuda humanitária da Argentina às vítimas da chuva na Bahia teve “os melhores termos”, e que não pode “aceitar as declarações de que o governo do Brasil não aceita ajuda de países diferentes ideologicamente”.

“O comunicado do governo Bolsonaro foi muito claro. Disse que reconhecia a fraternidade, as relação entre os dois países e, de nenhuma maneira, se depreciou a ajuda. Pelo contrário, agradeceu e falou que no momento não era necessário.”

A fala ocorreu logo após a live semanal de Jair Bolsonaro (PL), em que o presidente agradece a ajuda da Argentina e diz que as águas na Bahia já estão baixando. Na quarta-feira, o governador da Bahia, Rui Costa (PT),havia agradecido a ajuda oferecida pela Argentina, que se comprometeu a enviar dez profissionais especializados nas áreas de água e saneamento, logística e apoio psicossocial para vítimas do desastre no estado.

Segundo o embaixador, houve uma “má interpretação maliciosa” a respeito da palavra “caro” usada por Bolsonaro, e que a expressão se relaciona à estima e à consideração da fraternidade do povo argentino.

Nesta manhã, Bolsonaro foi às redes sociais para justificar a recusa à oferta de ajuda da Argentina. Segundo o presidente, apesar do “fraterno oferecimento” da Argentina, as Forças Armadas e a Defesa Civil já estavam realizando o trabalho oferecido pelo país vizinho, afirmando que esse apoio seria “muito caro para o Brasil”.

Scioli destacou ainda as recentes relações comerciais entre o Brasil e a Argentina para mostrar que a diplomacia entre os países é harmoniosa, algo que é da vontade de ambos os governos.

O embaixador relembrou também que em um “momento muito crítico da pandemia, quando havia falta de um insumo para pacientes com Covid-19, o presidente Bolsonaro fez um exceção e facilitou a exportação para a Argentina”.

(Publicado por Thayana Nunes)

Fonte: CNN

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PGR VOLTOU A DEFENDER QUE ROBERTO JEFFERSON SEJA COLOCADO EM PRISÃO DOMICILIAR

PGR volta a defender prisão domiciliar “humanitária” para Roberto Jefferson

Até o momento, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, entendeu que a prisão permanece necessária

Rayssa Motta,

do Estadão

Conteúdo Atualizado 20/09/2021 às 19:47

O ex-deputado Roberto Jefferson foi preso em agosto após determinação do ministro do Supremo, Alexandre de MoraesO ex-deputado Roberto Jefferson foi preso em agosto após determinação do ministro do Supremo, Alexandre de Moraes ESTADÃO CONTEÚDO

A Procuradoria-Geral da República (PGR) voltou a defender nesta segunda-feira (20) que o ex-deputado federal e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, seja colocado em prisão domiciliar. Ele foi preso preventivamente em 13 de agosto no inquérito das milícias digitais.

O parecer foi enviado ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), em um agravo regimental apresentado pela defesa do ex-deputado.

A subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo disse que é necessário reconsiderar a ordem de prisão preventiva em razão da internação de Jefferson.

A subprocuradora afirma ainda que a prisão domiciliar é suficiente para “garantir a manutenção da ordem pública”.

“Embora os discursos ofensivos devam ser coibidos, o agravante, caso venha a ser submetido a prisão domiciliar, dada a sua fragilidade física e estando sem se comunicar com a mídia, via internet ou por qualquer outro meio de comunicação ou eletrônico, não oferecerá risco à sociedade, até porque suas manifestações nunca ultrapassaram o campo da oratória”, acrescenta Lindôra.

Prisão é necessária, diz STF

Há mais de um mês, a defesa de Roberto Jefferson vem tentando reverter a decisão que decretou sua prisão. Até o momento, o ministro Alexandre de Moraes entendeu que a prisão permanece necessária.

No final de agosto, ao negar colocar o ex-deputado em liberdade, o ministro disse que ele dispensa “completo desprezo” ao Poder Judiciário e que não demonstrou “qualquer debilidade física que o impedisse da prática de seus afazeres diários” antes de ser preso.

O presidente nacional do PTB foi denunciado no mês passado pela PGR por incitação ao crime, homofobia e calúnia contra o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

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EMBAIXADA DA CHINA SERÁ MANTIDA NO AFEGANISTÃO, SEGUNDO ANUNCIOU TALIBÃS

Talibãs anunciam que China manterá embaixada no Afeganistão

Segundo porta-voz, o governo chinês também irá ampliar a ajuda humanitária para o país, inclusive no combate à pandemia

Homens do Talibã patrulham as ruas de Cabul, capital do Afeganistão

AAMIR QURESHI / AFP – 2.9.2021

Um porta-voz do Talibã afirmou nesta quinta-feira (2) que a China prometeu manter aberta sua embaixada no Afeganistão e aumentar a ajuda ao país, devastado por décadas de conflito.

Abdul Salam Hanafi, membro do gabinete político do grupo islâmico em Doha, no Catar, “manteve conversas com Wu Jianghao, vice-ministro das Relações Exteriores da República Popular da China”, anunciou o porta-voz do grupo, Suhail Shaheen no Twitter.“O vice-ministro chinês garantiu que manterá sua embaixada em Cabul e que nossas relações melhorarão. (…) A China continuará e aumentará sua ajuda humanitária, em particular para o tratamento da covid-19”, acrescentou.Fonte: R7

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PARA LEVAR AJUDA HUMANITÁRIA AO TIGRÉ, ONU FAZ ACORDO COM A ETIÓPIA

 

ONU faz acordo com Etiópia para levar ajuda humanitária ao Tigré

Após a captura da capital da região separatista, governo etíope libera entrada de ajuda e mantimentos para atender a população local

INTERNACIONAL

Da EFE

Conflito levou milhares de etíopes a se refugiarem no Sudão Conflito levou milhares

acordo com o governo da Etiópia para permitir o acesso de ajuda humanitária à região do Tigré, impactada há um mês por um conflito armado, confirmaram fontes das Nações Unidas à Agência Efe nesta quarta-feira (2).

O acordo garante que “as organizações humanitárias tenham acesso livre, sustentado e seguro para o pessoal humanitário e suprimentos a áreas sob controle do governo federal na região do Tigré”, disse o porta-voz do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) para a África Oriental, Saviano Abreu, em Nairóbi.

Violência e fuga

O acesso ao Tigré, onde centenas de pessoas morreram devido à guerra e mais de 45 mil fugiram da violência para o vizinho Sudão, será efetivado a partir desta quarta-feira com uma missão na vizinha região etíope de Afar.

A ONU estima que mais de um milhão de pessoas podem precisar de assistência como resultado da guerra no Tigré, uma região com pouco mais de cinco milhões de pessoas, o equivalente a 5% da população da Etiópia (que é de cerca de 110 milhões de pessoas).

Até agora, a Etiópia proibia a entrada de trabalhadores humanitários em Tigré, região que faz fronteira com Eritreia e Sudão, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu na semana passada a garantia de acesso para as agências humanitárias.

A assistência à população afetada pelo conflito “será baseada estritamente nas necessidades das pessoas afetadas e será realizada de acordo com nossos princípios de humanidade, imparcialidade, independência e neutralidade”, disse Abreu.

“Estamos trabalhando para garantir que as pessoas afetadas pelo conflito sejam assistidas sem distinção ou discriminação de qualquer tipo e que a assistência se baseie unicamente na urgência de suas necessidades”, acrescentou o porta-voz da OCHA.

O acordo foi anunciado depois que o primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed, declarou no sábado que o governo central havia conseguido o “controle total” da capital regional, Mekele.

Fim da ‘última fase’

A tomada de Mekele marca o fim da “última fase” da ofensiva armada ordenada em 4 de novembro contra a Frente Popular de Libertação do Tigré (FPLT), o partido no poder na região, em retaliação a um ataque das forças regionais a uma base militar etíope.

Abiy também disse que a vitória em Mekele foi obtida “sem ferir civis e sem causar danos à infraestrutura e ao patrimônio histórico”.

Neste conflito, é complicada a tarefa de verificar a versão de ambos os lados, pois tanto a comunicação via internet como a comunicação telefônica foram cortadas, e o governo etíope restringiu o acesso dos jornalistas ao Tigré. Abiy, ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 2019, rejeitou os apelos internacionais para a cessação das hostilidades contra a FPLT.

 

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APÓS EXPLOSÃO NA ÁREA PORTUÁRIA DE BEIRUTE EMBAIXADA DO LÍBANO NO BRASIL PEDE AJUDA HUMANITÁRIA

 

Embaixada do Líbano no Brasil pede ajuda humanitária

São necessários alimentos básicos, tais como trigo, farinha, grãos e comidas enlatadas, além de materiais de construção de todos os tipos

INTERNACIONAL

Da Ansa Brasil

Silos destruídos no porto de Beirute após explosão: estoque de grãos arruinadoSilos destruídos no porto de Beirute após explosão: estoque de grãos arruinado

A Embaixada do Líbano no Brasil publicou em seu site e em suas redes sociais um pedido de ajuda humanitária para o país após as explosões na área portuária de Beirute, ocorridas no dia 4 de agosto, e que deixaram quase 160 mortos e mais de cinco mil feridos.

Segundo o comunicado, são necessários “itens de gênero alimentício, em especial alimentos básicos, tais como trigo, farinha, grãos e comidas enlatadas de todos os tipos; materiais de construção de todos os tipos, dado o tamanho da destruição causada pela explosão, incluindo equipamentos elétricos e vidro; e instalações e equipamentos necessários para reconstruir e equipar o Porto de Beirute”.

O pedido ainda destaca a necessidade do país receber assistência médica, “em todos os seus ramos” para o atendimento dos milhares de feridos, “além de todos os suprimentos cirúrgicos e hospitalares”.

Entre os itens solicitados, estão tanto os produtos para a emergência como suprimentos médicos para o combate à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), que tende a se alastrar por causa tanto da falta de estrutura hospitalar —duramente afetada com as explosões — como pelo fato de mais de 300 mil pessoas estarem desabrigadas. Também são solicitados medicamentos para o câncer.

Na página, há uma tabela com os itens alimentares e de construção mais urgentes no momento. Para quem puder fornecer o auxílio, a embaixada deixou seus contatos por WhatsApp (61) 99943-7880 e e-mail sec.embaixador@libano.org.br ou ainda a possibilidade de contato pela Câmara de Comércio Brasil-Líbano (CCBL) pelo WhatsApp (11) 95485-4899.

Estoque de comida arruinado por explosão

Segundo estimativas do governo de Beirute, os danos financeiros devem ser de, no mínimo, US$ 3 bilhões (cerca de R$ 16 bilhões).

Já a FAO (Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alertou para o grave risco de desabastecimento de grãos, base da dieta do país, porque as explosões destruíram os silos que armazenavam os alimentos.

Além disso, o Líbano importa 85% de sua comida, que entrava, principalmente, pelo porto da capital.

Fonte: R7

 

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