UTILIDADE PÚBLICA: SAIBA COMO DESAUTORIZAR O FACEBOOK A TER ACESSO A TUDO QUE VOCÊ FAZ NO CELULAR

O nosso serviço de UTILIDADE PÚBLICA, neste domingo trás informações importantíssimas que quase ninguém sabe sobre sua privacidade no seu celular. O FACEBOOK, em suas configurações nos induz a autorizá-lo a ter acesso a tudo que eu faço fora dessa plataforma. Quando você baixa o aplicativo do FACEBOOK no seu celular e clica lá no TERMO DE PRIVACIDADE, automaticamente está autorizando ao FACEBOOK ter acesso a tudo que você faz fora da plataforma. O vídeo a seguir mostra o passo a passo de como desabilitar essa autorização. Então, não deixe de assistir e desfazer a permissão!

Fonte: redes sociais

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COMPORTAMENTO: O QUE É E COMO FUNCIONA A CULTURA DO CANCELAMENTO NA INTERNET!

O destaque desta segunda-feira, aqui na coluna COMPORTAMENTO é a cultura do cancelamento da internet, que surgiu com a onda do politicamente correto se tornou a prática massiva do ato de apontar os erros que uma pessoa cometeu. Com o advento das redes sociais os cancelamentos passaram a acontecer no Twitter, no Facebook e no Instagram. Atinge a todos, mas principalmente os mais famosos. Te convido a ler o artigo completo a seguir para conhecer tudo sobre o assunto!

A cultura de cancelamento da internet

Imagem de várias peças de madeira e em algumas delas está escrito a palavra internet na cor preta.
Wokandapix / Pixabay

Você conhece uma pessoa que já foi “cancelada”? Ou será que você é essa pessoa? Se você não tem o hábito de frequentar o ambiente virtual rotineiramente, talvez não entenda do que se trata o ato de “cancelar” uma pessoa.

Por outro lado, se você está sempre online, já deve ter identificado que os cancelamentos são bastante comuns em redes sociais como o Twitter, o Facebook e o Instagram. Em geral, eles acontecem com pessoas famosas, mas isso não é uma regra. Qualquer um está sujeito ao cancelamento.

Caso você não conheça esse termo, deve estar se perguntando o que é, na prática, disseminar o cancelamento virtual. O que acontece com a pessoa que é cancelada? Quem define quem será alvo desse processo? Para entender melhor essa questão, continue lendo o artigo!

O que é a cultura do cancelamento?

A cultura do cancelamento é, em termos simplificados, a prática massiva do ato de apontar os erros que uma pessoa cometeu. Ela acontece nas redes sociais, podendo incluir o uso de hashtags indicando o nome da pessoa que teve uma postura negativa e a ação que ela realizou. Uma vez que um indivíduo é cancelado, a sociedade deve, teoricamente, parar de apoiar essa pessoa ou de consumir o que ela produz.

Indicar os erros de alguém não seria um problema, mas o cancelamento ocorre de uma maneira que impede que o indivíduo que é alvo desse processo se posicione e conserte o próprio erro. Uma chuva de comentários negativos e de mensagens privadas é o que uma pessoa que está sofrendo um cancelamento pode enfrentar na melhor das hipóteses.

Imagem de uma tela de computador e nela aparecem todos os logos das redes sociais como o facebook, twitter, pinterest, entre outros.
Photo Mix / Pixabay

Essa prática de denunciar os erros de alguém tornou-se comum em 2017, com o movimento #MeToo, a partir do qual mulheres passaram a expor os homens de alta visibilidade na sociedade que foram abusivos ou agressivos com elas. Nesse caso, os abusos não eram somente um “erro”, mas um crime. Muitos dos cancelamentos acontecem depois que crimes são denunciados, ainda que essa não seja a grande maioria dos casos.

Depois que muitos homens apontados pelo #MeToo começaram a ser vistos com outros olhos pela sociedade, a população mundial percebeu que expor e denunciar as situações de injustiça, os crimes ou os erros cometidos por alguém poderia gerar efeitos na vida real. Com a facilidade de compartilhar uma opinião e de mobilizar parte das redes sociais para uma causa, desenvolveu-se, então, a cultura do cancelamento.

Quem pode ser cancelado(a)?

As pessoas famosas ou com muita visibilidade nas redes sociais estão mais vulneráveis ao cancelamento. Isso acontece porque mais pessoas estão prestando atenção ao que elas fazem e dizem e, consequentemente, podem apontar possíveis problemas em falas e em atitudes que passariam despercebidas em um público menor.

Ainda assim, pessoas que não tenham muita visibilidade, mas que estejam inseridas em um grupo social com diferentes posicionamentos e visões sobre o mundo, por exemplo, estarão sujeitas ao também chamado “tribunal da internet”. Sabe quando você vê uma pessoa que conhece falando algo que não foi legal e depois disso começa a fingir que ela não existe? Essa é uma forma de cancelamento em pequena escala!

Talvez você esteja se perguntando se é possível que você seja cancelada(o) um dia. Mesmo que você não tenha muita visibilidade nas redes, isso é possível, dependendo das suas atitudes e das suas falas. A seguir, veja algumas das ações que podem levar a um cancelamento:

Imagem de uma mão sobre o teclado de um notebook.
Fancycrave1 / Pixabay

1) Fazer um comentário ofensivo a algum grupo social, como mulheres, pretos, indígenas, amarelos, pessoas com deficiência, pessoas LGBTQIA+, pessoas gordas, entre outros;

2) Declarar apoio a uma figura ou a uma instituição que já tenha praticado ações discriminatórias ou que tragam prejuízos para o meio ambiente e para o avanço da sociedade;

3) Fechar-se para opiniões diferentes da sua e desrespeitar perspectivas sobre a vida que estão em desacordo com a sua forma de viver – se elas não forem ofensivas –, criticando-as ou provocando comentários negativos sobre ela.

Em geral, as celebridades que são canceladas realizaram alguma dessas atitudes. Em alguns casos, elas o fizeram há anos, mas isso não anula o fato de que tiveram um posicionamento condenável. Assim sendo, elas e quaisquer outras pessoas estão sujeitas a sofrerem uma onda de comentários negativos e de críticas.

O cancelamento virtual x a vida real

Muitas pessoas acreditam que o que acontece na internet não tem impacto sobre a vida real ou não é capaz de afetar a maneira como alguém está vivendo. Porém nem sempre é assim. Pense sobre as coisas que definem o caráter de uma pessoa: como ela age, como ela pensa e, não menos importante, como ela é percebida pela sociedade.

Se uma pessoa tem uma imagem negativa ou uma reputação ruim, dificilmente ela estará inserida na sociedade como quem tem uma imagem positiva. Uma celebridade que tem muitos fãs e é muito querida, por exemplo, terá uma influência maior do que uma celebridade que é detestada por muitas pessoas ou que já foi cancelada.

Nesse sentido, a cultura do cancelamento pode deixar de ser virtual e trazer consequências para a realidade. Para entender melhor como isso funciona, vamos observar o caso do ator Johnny Depp, acusado de agredir a ex-esposa, a atriz Amber Heard. Ele moveu ações contra a imprensa que denunciou as agressões cometidas por ele, mas perdeu.

Depois disso, ele foi demitido da franquia de filmes “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, na qual interpretava o vilão. No entanto, pela aparição de poucos segundos no último filme da sequência, do qual Depp não participará mais, o ator receberá um pagamento milionário. O cancelamento pelo qual ele passou não trouxe consequências financeiras tão negativas quanto se poderia imaginar.

Os fãs da saga, cientes das acusações contra o ator, comemoraram a saída dele da sequência de filmes antes de saberem da quantia que ele receberia da Warner Bros. Porém Amber Heard também foi alvo de críticas e de pedidos de demissão por parte dos fãs do ator. O que diferencia as críticas que ele recebeu das críticas que ela recebeu?

É importante destacar que o cancelamento é promovido por pessoas que buscam a igualdade social. Então só se pode falar em cancelamento quando o alvo da vez tomou uma atitude ou disse algo que prejudica as populações marginalizadas. Como Heard é a vítima da situação, ainda que ela receba comentários de ódio, a imagem dela perante a maior parte da sociedade é positiva.

Outro exemplo é o cancelamento de J.K. Rowling, autora dos livros da saga “Harry Potter” e de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Além de ter defendido Depp, ela fez uma série de comentários que foram considerados transfóbicos. J.K. afirmou que as pessoas trans são homossexuais confusos, que elas não são quem dizem ser e que podem estar se prejudicando ao realizarem a transição hormonal. Ela também divulgou uma marca de produtos que veiculava mensagens transfóbicas nas peças que vendia.

Apesar disso, Rowling não foi demitida de seu trabalho ou impedida de continuar produzindo. Por outro lado, ela perdeu muitos fãs e admiradores de seu trabalho, que podem deixar de consumir as criações da escritora, trazendo um prejuízo monetário futuro. Incomodada com as críticas que recebeu, Rowling assinou uma carta contra a cultura do cancelamento.

Imagem de três pessoas, dois homens e uma mulher em uma sala com vários armários, mesas, cadeiras. Eles estão reunidos em uma das mesas olhando para o notebook.

Sanu A S / Pixabay

Para a escritora e para as mais de 150 celebridades que assinaram o manifesto, a cultura do cancelamento é “uma moda de humilhação pública e ostracismo, e a tendência de dissolver questões políticas complexas com uma certeza moral”, segundo o texto da carta. Esse é o principal ponto abordado por quem acredita que o cancelamento é prejudicial para a sociedade.

Uma das consequências mais notáveis dessa cultura é, de fato, a facilidade de veicular comentários negativos sobre uma figura pública ou não. Quando alguém é cancelado, imediatamente surgem as críticas em massa a essa pessoa, impedindo que ela aprenda sobre o erro, reflita e peça desculpas, adotando um novo comportamento.

O que acontece com a onda de ódio é que ela cria mais insegurança e irritação, podendo limitar a ação de quem foi cancelado a uma postura defensiva. Em alguns casos, a tentativa de resolver tudo e de limpar a própria imagem pode se tornar um ataque a quem estaria tentando ajudar essa pessoa a evoluir. Dessa maneira, é ainda mais difícil dialogar sobre as questões levantadas e promover a conscientização de um grupo sobre algo que precisa mudar.

Se, no âmbito virtual, a cultura do cancelamento cria um ambiente hostil e desfavorável à compreensão e ao diálogo, na vida real ela pode trazer outros tipos de consequência. Demissões, redução de oportunidades de trabalho e dificuldades para fazer amizades são fatos que podem ser desencadeados a partir da denúncia em massa de uma atitude negativa que alguém tomou. Ainda assim, é possível superar tudo isso, dependendo da pessoa que passou pelo cancelamento.

Um exemplo brasileiro desse acontecimento é a influenciadora digital Gabriela Pugliesi. Ela contraiu a Covid-19 em março de 2020 e, ainda que tenha um risco menor de contrair a doença novamente, deveria assumir o seu papel social de influenciar pessoas a se protegerem. Porém não foi isso que ela fez.

Em abril de 2020, a influenciadora organizou uma festa na própria casa e fez posts mostrando que estava despreocupada com as consequências dessa atitude. Em seguida, a internet condenou a atitude de Pugliesi, que perdeu contratos de publicidade, uma parcela financeira importante do trabalho que desenvolve online. Para controlar a sequência de unfollows e de comentários negativos, ela desativou o perfil no Instagram.

Porém, em julho de 2020, a influenciadora voltou para a rede social onde trabalha, divulgando um vídeo no qual afirmou que estava arrependida das atitudes que tomou e que aproveitou o cancelamento para evoluir. Com isso, aos poucos, ela pode retornar para a vida que tinha antes das críticas que recebeu, inclusive resgatando muitos fãs que não a abandonaram nesse período.

Tendo em vista todos esses fatores, cabe a cada pessoa questionar: a cultura do cancelamento traz consequências negativas permanentes para uma pessoa? Ou ela funciona de forma momentânea, como a maioria das coisas que são veiculadas na internet?

Como combater a cultura do cancelamento?

O problema da cultura do cancelamento não é o que ela causa. É o que ela indica sobre a sociedade. Mesmo com uma série de debates e de questionamentos sobre o que precisa ser transformado no mundo, as pessoas ainda não se sentem capazes de se responsabilizarem pelo que dizem e de corrigir seus erros. Para elas, é mais producente criticar aqueles que indicaram que elas erraram.

Nesse sentido, nós devemos combater a cultura do cancelamento? Ou precisamos encontrar uma alternativa para o debate gerado por ela que favoreça o diálogo, a discussão e a mudança de pensamentos e de atitudes? Pense nisso.

É válido criticar a cultura do cancelamento enquanto uma forma de criar debates que não promovem uma mudança verdadeira na sociedade, mas não podemos dizer que está errado denunciar as atitudes e as falas negativas de alguém. Afinal, é só a partir dessa denúncia que seremos capazes de repensar o que fazemos e de aprender com nossos erros.

Imagem de um homem jovem, sentado. Ele está tentando acessar o celular, porém ele não está ligando.
Jan Vašek / Pixabay

Seria mais produtivo, então, apontar os erros de uma pessoa e aguardar que ela se posicione sobre isso, conversando abertamente sobre o que deve ser alterado e mostrando um novo caminho a seguir. No ambiente virtual, onde tudo deve acontecer rapidamente, pode ser um pouco mais difícil adotar um comportamento assim, mas não é impossível.

A cultura do cancelamento é uma maneira de crítica que ainda tem muito a melhorar. Ela é uma tentativa de consertar os problemas da sociedade, embora isso não ocorra de forma compreensiva e respeitosa. De qualquer maneira, porém, é importante aproveitar essa disposição de apontar os erros de uma pessoa para promover uma evolução na população, construindo uma realidade na qual é possível errar, corrigir o erro e mudar.

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras
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PÁGINAS DO FACEBOOK QUE FAZEM AGRESSÕES À ÁLVARO DIAS SERÃO INVESTIGADAS PELO TRE

TRE investiga páginas no Facebook que fazem agressões a Álvaro Dias

05 out 2020

TRE investiga páginas no Facebook que fazem agressões a Álvaro Dias

O Facebook tem 48 horas de prazo para identificar o(s) responsável(is) pelas páginas “Natalzuera” e “Weslinatalzuera”. A decisão é da juíza Hadja Rayane Holanda de Alencar, da 3ª Zona Eleitoral, no sentido de investigar o caso. Os dois perfis promovem ataques e agressões contra o prefeito Álvaro Dias (PSDB).

Designada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) para fiscalizar ações relacionadas à propaganda no pleito deste ano, a magistrada determina ao Facebook que revele no prazo estabelecido a identidade de quem criou e mantém as páginas digitais investigadas. A multa é de R$ 10 mil para cada dia em que a ordem judicial for descumprida.

A ação sustenta que a liberdade de expressão não autoriza postagem de cunho anônimo, com tom jocoso, em que são proferidas injúrias, calúnias e difamações gravíssimas, ferindo o disposto no artigo 57-D da Lei das Eleições. A juíza Hadja Rayane Holanda de Alencar vai aguardar o envio das informações pelo Facebook para se pronunciar sobre outros pedidos feitos pela defesa do prefeito Álvaro Dias, dentre eles o da exclusão dos perfis infratores.

Fonte: Política em Foco
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JUSTIÇA: POR FALTA DE ELEMENTOS PARA ACUSAÇÃO FORMAL, PGR ARQUIVA APURAÇÃO PRELIMINAR SOBRE BOLSONARO E FILHOS

Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília

 

PGR arquiva apuração preliminar que envolvia a família Bolsonaro
PGR arquiva apuração preliminar que envolvia a família Bolsonaro

Procuradoria-Geral da República (PGR) arquivou uma apuração preliminar relacionada ao presidente Jair Bolsonaro e a dois de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

O arquivamento foi comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (28).

O caso envolve as investigações do Facebook que resultaram na remoção de contas ligadas ao PSL e a gabinetes da família Bolsonaro nas redes sociais da empresa. A representação contra a família Bolsonaro foi feita ao Supremo pela deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC) e gerou a abertura da apuração preliminar pela PGR.

Após a deputada acionar o STF, o ministro Alexandre de Moraes pediu que a PGR se manifestasse sobre a notícia-crime. O procedimento adotado por Moraes é praxe nesse tipo de ação.

Em parecer ao Supremo, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, afirmou não haver elementos que justifiquem o início formal de uma investigação contra Bolsonaro e seus filhos por estes fatos.

“A ausência de fatos concretos que possam ser efetivamente atribuídos aos noticiados [Bolsonaro, Flávio e Eduardo] inviabiliza, portanto, a instauração de procedimento próprio. Destaque-se que nem mesmo o Facebook adotou qualquer medida em face deles, como seria o caso, por exemplo, da retirada das respectivas contas oficiais. E isso se deu, naturalmente, por inexistirem quaisquer elementos que vinculem-nos minimamente às acusações formalizadas por meio desta notícia-crime”, escreveu.

Facebook

Ao todo, o Facebook retirou do ar 35 contas, 14 páginas e 1 grupo no Facebook, além de 38 contas no Instagram. O Facebook, empresa responsável pelas duas redes sociais, afirmou ter identificado perfis falsos e com “comportamento inautêntico” — quando um grupo de páginas e pessoas atuam em conjunto para enganar outros usuários sobre quem são e o que estão fazendo.

Mesmo com os responsáveis tentando ocultar suas identidades, as investigações da rede social encontraram ligações de pessoas associadas ao PSL e a alguns dos funcionários nos gabinetes de Eduardo, no de Flávio, no do presidente da República, e também nos de Anderson Moraes e Alana Passos, ambos deputados estaduais pelo PSL no Rio de Janeiro.

Entre as páginas investigadas pelo Facebook está o perfil “Bolsonaro News.” O e-mail usado para registrar o perfil era de Tercio Tomaz, que já foi assessor de Carlos Bolsonaro, filho do presidente, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Hoje, Tercio é assessor especial do presidente, com gabinete no Palácio do Planalto, salário de quase R$ 14 mil por mês e apartamento funcional.

Publicações da página de Tercio atacam adversários políticos de Bolsonaro, como o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e até ex-ministros do governo, como Luiz Henrique Mandetta e Sergio Moro.

Inquérito fake news

Ao STF, a deputada Perpétua Almeida afirmou haver fortes indícios da prática de inúmeras ações delitivas supostamente praticadas pela família Bolsonaro e aliados, utilizando-se da rede mundial de computadores, para a prática de crimes como calúnia, difamação, injúria e ameaça “contra o Supremo Tribunal Federal e seus ministros, além de agressões e ameaças contra o Poder Legislativo da União e os presidentes da Câmara [Rodrigo Maia] e do Senado [Davi Alcolumbre]”.

A parlamentar pediu que a notícia-crime seja incluída no inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques a ministros do STF.

Segundo a PGR, no dia 9 de julho, o material produzido pelo Facebook foi juntado ao inquérito que apura ataques ao STF e a disseminação de notícias falsas.

O vice-procurador-geral afirmou ao STF que a investigação do Facebook não tem elementos concretos contra Bolsonaro e seus filhos.

“Cumpre assinalar que os fatos retratados nesta notícia-crime não guardam relação com a investigação em curso no inquérito 4781 [fake news]. Neste, são apuradas notícias fraudulentas, falsas comunicações de crimes, denunciações caluniosas e ameaças associadas à honorabilidade e à segurança do Supremo, de seus membros e de familiares destes, desde que haja vinculação com a dignidades dos ministros. A apuração efetivada pelo Atlantic Council Facebook], por outro lado, não traz elementos concretos de envolvimento dos noticiados propriamente ditos com aquelas práticas”, afirmou.

Fonte: G1
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FACEBOOK ESTÁ RECORRENDO CONTRA A DECISÃO DO BLOQUEIO GLOBAL DE CONTAS IMPOSTA POR ALEXANDRE DE MORAES

Por G1 e TV Globo — Brasília

 

Moraes impõe multa ao Facebook por não bloquear contas de suspeitos de espalhar fake news

Moraes impõe multa ao Facebook por não bloquear contas de suspeitos de espalhar fake news

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu aumentar nesta sexta-feira (31), de R$ 20 mil para R$ 100 mil ao dia, a multa aplicada ao Facebook pelo descumprimento da decisão de bloquear, em todo o mundo, contas mantidas por perfis bolsonaristas na rede social.

No despacho obtido pela TV Globo, Moraes afirma que a ordem de impedir acesso às contas vem sendo descumprida há oito dias e que, por isso, há uma multa acumulada de R$ 1,92 milhão. A partir desta sexta, a multa será de R$ 1,2 milhão ao dia – R$ 100 mil para cada uma das 12 contas a serem barradas.

Moraes, relator no STF de um inquérito sobre disseminação de fake news e ofensas a autoridades, também determinou a intimação pessoal do presidente do Facebook no Brasil – identificado no documento como Conrado Leister.

No início da tarde, o Facebook já havia afirmado em nota que recorreria da decisão de Moraes sobre o bloqueio internacional das contas. No comunicado, a rede social não informou se, enquanto isso, cumpriria a determinação. O G1 fez novo contato com a empresa e aguarda posicionamento.

>> Confira abaixo a linha do tempo do caso

“Respeitamos as leis dos países em que atuamos. Estamos recorrendo ao STF contra a decisão de bloqueio global de contas, considerando que a lei brasileira reconhece limites à sua jurisdição e a legitimidade de outras jurisdições”, disse o Facebook antes da nova decisão de Moraes.

O Twitter informou, na quinta, que também vai recorrer da decisão de Moraes que ampliou o bloqueio às contas. Enquanto isso, a rede social cumpre a determinação.

O que diz a nova decisão

Na decisão desta sexta, Moraes afirma que a suspensão apenas “parcial” das contas e perfis caracteriza descumprimento da ordem judicial.

Isso porque, segundo o ministro, o bloqueio feito até o momento permite que os conteúdos ainda sejam visualizados no Brasil, “inclusive pela utilização de subterfúgios permitidos pela rede social Facebook”.

O texto não explica quais são esses subterfúgios, mas Moraes diz que eles permitem a “plena manutenção de divulgação e acesso das mensagens criminosas em todo o território nacional, perpetuando-se verdadeira imunidade para a manutenção da divulgação de ilícitos penais já perpetrados.”

“A suspensão – repita-se, em relação a fatos pretéritos – deve ser total e absoluta, configurando-se descumprimento a permissão dada pelo provedor implicado para a continuidade de divulgação das contas bloqueadas no Brasil, a partir de acessos em outros países”, diz o texto.

“Ou seja, em momento algum se determinou o bloqueio de divulgação no exterior, mas o efetivo bloqueio de contas e divulgação de suas mensagens ilícitas no território nacional, não importando o local de origem da postagem.”

O ministro completa essa explicação dizendo que o “descumprimento doloso” (intencional) da ordem judicial indica a “concordância com a continuidade do cometimento dos crimes em apuração”.

O bloqueio das contas

No último dia 24, o Twitter e o Facebook cumpriram uma primeira determinação de Alexandre de Moraes e retiraram do ar contas de 16 apoiadores e aliados de Jair Bolsonaro. São pessoas citadas no inquérito do STF, supostamente relacionadas à disseminação de notícias falsas e ameaças contra autoridades.

Fonte: G1
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MÉDICA TEM VÍDEO RETIRADO DO FACEBOOK E TWITTER EM QUE GRUPO DE MÉDICOS DEFENDEM O USO DA HIDROXICLOROQUINA

 

Stella Immanuel: DNA alienígena, bruxas e cloroquina, o que pensa médica elogiada por Trump após vídeo viral

Facebook e Twitter retiraram vídeo viral em que Stella Immanuel aparece, dizendo que viola suas políticas sobre desinformação — mas não antes de ser retuitado pelo presidente americano e um de seus filhos

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

Stella Immanuel também é pastora cristã e fundadora de uma igreja em HoustonStella Immanuel também é pastora cristã e fundadora de uma igreja em Houston

Stella Immanuel, médica no centro de um vídeo que viralizou nesta semana e depois foi retirado do Facebook e do Twitter, em que um grupo de médicos defende o uso de hidroxicloroquina como tratamento para covid-19, não é estranha às teorias da conspiração.

O Facebook e o Twitter retiraram o vídeo na terça-feira (28/7), uma live de cerca 45 minutos gravada nas escadarias em frente à Suprema Corte dos EUA em Washington, dizendo que viola suas políticas sobre desinformação — mas não antes de ser retuitado por Donald Trump e um de seus filhos.

O presidente dos Estados Unidos se defendeu, dizendo que considerou Immanuel, que nasceu nos Camarões e vive na cidade texana de Houston, “muito impressionante”.

“Ela disse que teve um tremendo sucesso com centenas de pacientes diferentes, pensei que sua voz era uma voz importante, mas não sei nada sobre ela”, disse ele na terça-feira (28).

No vídeo, juntamente com outros médicos de um grupo chamado America’s Frontline Doctors (Médicos da Linha da Frente dos Estados Unidos, em tradução livre), Immanuel, que também é pastora cristã, disse que os americanos estavam negando uma cura potencial para a covid-19.

O vídeo foi publicado pela primeira vez pelo site de direita Breitbart, na segunda-feira (27), onde teve milhões de visualizações e centenas de milhares de compartilhamentos.

“Ninguém precisa ficar doente. Este vírus tem uma cura — é chamada hidroxicloroquina, tratei mais de 350 pacientes e não tive uma morte”, disse Immanuel.

Apesar de alguns estudos iniciais terem aumentado esperanças de que o medicamento pudesse ser usado para curar o coronavírus, um estudo subsequente em larga escala mostrou que não é eficaz como tratamento.

O que sabemos sobre a hidroxicloroquina?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) interrompeu seus testes, dizendo que não reduz as taxas de mortalidade em pacientes com coronavírus.

No mês passado, a Food and Drugs Administration (FDA), a agência de vigilância sanitária americana, alertou contra o uso da droga no tratamento de infectados, após relatos de “graves problemas de ritmo cardíaco” e outros problemas de saúde.

E Anthony Fauci, um dos principais membros da força-tarefa contra a covid-19 na Casa Branca, reiterou essas opiniões.

“Sabemos que todo bom estudo — e por bom estudo, quero dizer estudo aleatório de controle no qual os dados são firmes e confiáveis — mostrou que a hidroxicloroquina não é eficaz no tratamento para a covid-19”, disse ele à BBC na quarta-feira (29 de julho).

Mas Immanuel reiterou que hidroxicloroquina não é prejudicial porque é amplamente utilizada em seu país natal, Camarões, onde a malária é endêmica.

Bruxas e demônios

Nascida em 1965, Immanuel se formou em medicina pela Universidade de Calabar, na vizinha Nigéria — e possui uma licença médica válida, de acordo com o site do Texas Medical Board, a associação médica desse Estado americano.

Ela também é pastora e fundadora do Fire Power Ministries em Houston, uma plataforma que usou para promover conspirações ligadas à medicina.

Seus sermões estão disponíveis em uma conta do YouTube criada em 2009.

Há cinco anos, ela alegou que DNA alienígena estava sendo usado em tratamentos médicos e que os cientistas estavam preparando uma vacina para impedir que as pessoas fossem religiosas.

Algumas de suas outras alegações incluem culpar bruxas e demônios pelo surgimento de doenças — uma crença bastante comum entre alguns cristãos evangélicos — embora ela diga que eles fazem sexo com pessoas em um mundo de sonhos.

“Eles se transformam em uma mulher e depois dormem com o homem e coletam seu espermatozoide … depois se transformam em homem e dormem com um homem, depositam o esperma e se reproduzem mais”, disse ela durante um sermão em 2013.

Immanuel também é ferozmente contra o casamento gay, que, segundo ela, pode resultar em adultos se casando com crianças, de acordo com o site Daily Beast.

Ela também oferece uma oração para remover uma maldição geracional, originalmente recebida de um ancestral, mas transmitida através da placenta, diz o perfil dela no site de notícias.

‘Jesus vai fechar o Facebook’

Em seu último vídeo postado no Twitter na última terça-feira (28), ela pede a pacientes que ela teria curado de covid-19 para virem a público.

“Se você não se manifestar, estamos sendo prejudicados”, diz ela, incentivando-os a usar uma hashtag ao publicar suas mensagens em vídeo.

Seu tuíte já foi compartilhado mais de 27 mil vezes.

Depois que o Facebook tirou o vídeo dos America’s Frontline Doctors na terça-feira, ela declarou que Jesus Cristo destruiria os servidores da gigante das mídias sociais se seus vídeos não fossem restaurados na plataforma.

Quem são os America’s Frontline Doctors?

É um coletivo de médicos críticos do consenso científico em torno da pandemia de covid-19. O evento na segunda-feira foi apoiado pelo Tea Party Patriots, uma organização conservadora que busca reeleger o presidente Trump.

Os médicos acreditam que nem máscaras nem confinamentos são necessários para combater a disseminação do coronavírus.

A fundadora do grupo, Simone Gold, organizou uma carta a Trump pedindo o fim das medidas de confinamento em maio.

Membros do grupo foram incentivados a buscar entrevistas com influenciadores de mídia social, pois essa foi determinada como a melhor maneira de atingir o maior número de americanos.

Ralph Norman, congressista republicano da Câmara dos Representantes (o equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil), estava ao lado dos médicos quando eles fizeram sua entrevista coletiva.

O debate tem dividido cada vez mais os americanos. Defensores da hidroxicloroquina contam com o apoio de Trump, enquanto acusam os críticos de encobrir a possível eficácia da droga.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro já defendeu repetidas vezes o uso do medicamento no combate ao coronavírus.

Fonte: R7

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ANÁLISE POLÍTICA: MORO ENVOLVIDO ATÉ O PESCOÇO EM FALCATRUA

O destaque da coluna ANÁLISE POLÍTICA desta segunda-feira é o nosso irreverente José Nêumanne Pinto que comenta sobre a Adin que o AGU e o presidente Jair Bolsonaro encaminharam no sábado 25 ao STF contra o bloqueio de 16 contas e 12 páginas de bolsonaristas no Twitter e no Facebook por veicularem sórdidas mentiras sobre adversários tratados como inimigos. Entre outros assuntos em evidência neste domingo. Assista ao vídeo, analise e faça o seu juízo de valor!

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: UM ENCONTRO EMOCIONANTE ENTRE UMA FILHA E SEU PAI BIOLÓGICO

O destaque na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira é um encontro emocionante entre uma filha e seu pai biológico depois de 56 anos, que aconteceu através do Facebook, nos Estados Unidos. Leia a reportagem completa a seguir, conheça a história de vida dos dois e saiba como foi o encontro!

Filha encontra pai biológico após 56 anos com aviso do Facebook

Pai e filha - Foto: SWNS

Pai e filha – Foto: SWNS

Uma filha conseguiu achar o pai biológico porque o nome dele foi sugerido como amigo pelo Facebook.

Karen Harris, de 56 anos, foi dada para adoção logo que nasceu, no início dos anos 1960. Os pais delas eram adolescentes na época e não se casaram.

Quando Karen completou 18 anos, ela procurou uma agência de adoção para tentar rastrear os pais biológicos.

Ela não sabia praticamente nada sobre a família, mas depois que uma assistente social compartilhou com ela detalhes que eles poderiam ter, Harris primeiro conseguiu encontrar a mãe biológica dez anos depois.

Faltava então encontrar o pai.

Ela sabia que ele era eletricista de Croydon e seu nome era Trevor Sinden, mesmo assim não conseguiu localizá-lo na época.

O aviso

Décadas depois, o nome dele apareceu no recurso “Amigos sugeridos” do Facebook.

Karen Harris vive em Penryn, na Cornualha e Trevor Sinden a mais de 500 km de distância, em Kent, EUA

Ao vasculhar o perfil e histórico on-line, ela percebeu que poderia estar realmente olhando para o pai.

Conversas

Os dois conversaram por várias semanas antes de se encontrarem pela primeira vez, na semana passada e ambos disseram que era como se se conhecessem a vida inteira.

“É tão surreal que as chances de se encontrar são tão pequenas”, disse Sinden, 72 anos.

“Procurei na internet, mas nunca a encontrei. É cedo, mas sinto que já nos conhecemos muito bem. Se não fosse pelo Facebook, não teríamos nos conhecido.”

O encontro

O pai e a filha decidiram se encontrar em Lyme Regis, Dorset, a meio caminho entre Cornwall e Kent.

Quando se viram pela primeira vez, eles se abraçaram por tanto tempo que um pedestre disse: “Espero que vocês se conheçam.”

Eles tiveram muito o que fazer nos dias seguintes, que foram gastos em caminhadas e em passeios.

Harris também foi apresentada a dois de seus primos e passou “um tempo maravilhoso com muitas memórias novas”.

Gratidão

“É algo que alguém que não é adotado provavelmente não consegue se identificar ou entender, mas muda a maneira como você olha o mundo.

“Agora há alguém como eu, me amando por mim e eu aprecio cada momento. Sou incrivelmente abençoada por encontrá-lo agora.

Com informações do GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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