PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTE SÁBADO

NACIONAIS

Por G1 — São Paulo

22/11/2019 21h54  Atualizado há 8 horas


Gugu Liberato esteve à frente de quadros famosos da TVGugu Liberato esteve à frente de quadros famosos da TV

Antônio Augusto Moraes Liberato nasceu na Lapa, bairro de classe média de São Paulo. Filho de portugueses e fã de Sílvio Santos, aos 13 anos conseguiu se aproximar do apresentador, entregando a ele uma carta. Aos 14, começou a trabalhar em televisão, como auxiliar de produção de Sílvio Santos, que na época tinha um programa na TV Globo.

Ele morreu nesta sexta-feira (22) aos 60 anos, nos Estados Unidos. Ele havia sido internado em estado grave depois de sofrer uma queda em casa e bater a cabeça na última quarta-feira (20).

A partir da década de 1980, no SBT, já demonstrando muito talento, Gugu Liberato se tornaria um dos principais apresentadores da televisão.

Entre os muitos prêmios, ao longo da carreira, um disco de ouro, 11 estatuetas do Troféu Imprensa e o Troféu Internet em 2005.

Popular, comunicativo, e extremamente carismático, Gugu comandou, com simpatia, diversos programas de auditório de sucesso, que tiveram muita audiência, entre eles “Viva a Noite”, “Cidade contra Cidade”, “Passa ou Repassa”, “Corrida Maluca”, “Sabadão Sertanejo”, “Tv Animal” e o “Domingo Legal”.

Gugu chegou a cursar dois anos numa faculdade de odontologia, mas logo voltou para a TV, sua grande paixão. Envolvido com diversos programas, além de outras atividades como empresário, ainda encontrou tempo para estudar jornalismo.

Relembre a carreira de Gugu LiberatoRelembre a carreira de Gugu Liberato

Contrato com a Rede Globo

Em 1987, ele assinou contrato com a Rede Globo, mas Sílvio Santos foi pessoalmente conversar com o jornalista Roberto Marinho e conseguiu a liberação do apresentador. É que Sílvio ia passar por uma cirurgia delicada e precisava de Gugu para assumir boa parte da programação de domingo do SBT.

No SBT, Gugu continuou à frente de atrações das noites de sábado e conquistou o espaço dele aos domingos. Ele esteve à frente de quadros famosos, conhecidos em todo o país, como o “Táxi do Gugu” e a “Banheira do Gugu”.

Também atuou no cinema, ao lado de Xuxa Meneghel, Angélica e dos Trapalhões. Em 2003, Gugu Liberato participou de uma campanha para ajudar os brasileiros mais pobres, em conjunto com Faustão –eles interagiram no ar.

Em 2009, Gugu Liberato trocou o SBT pela TV Record, onde atualmente apresentava reality shows. Mesmo longe do SBT, Gugu sempre manteve uma grande amizade com Sílvio Santos.

Gugu deixa a a companheira, a médica Rose Miriam di Matteo, e os três filhos do casal: João e as gêmeas Marina e Sofia.

Gugu Liberato e Marcelo Aguiar no 'Sabadão Sertanejo', em 1991 — Foto: Carlos Manfredo/Acervo do SBTGugu Liberato e Marcelo Aguiar no ‘Sabadão Sertanejo’, em 1991 — Foto: Carlos Manfredo/Acervo do SBT

Fonte: G1

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

23/11/2019 05h00 Atualizado há 5 minutos


A assessora especial do Ministério da Economia, Vanessa Canado. — Foto: Alexandro Martello/G1A assessora especial do Ministério da Economia, Vanessa Canado. — Foto: Alexandro Martello/G1

O governo federal pretende encaminhar sua proposta de reforma tributária de forma fatiada ao Congresso Nacional, em três etapas, informou ao G1 a assessora especial do Ministério da Economia, Vanessa Canado.

A economista, que integrava o Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), é responsável, juntamente com o novo secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, por fechar as propostas tributárias que serão enviadas ao Legislativo. Eles assumiram essa tarefa depois da demissão, em setembro, de Marcos Cintra, então secretário da Receita, que defendia um tributo nos moldes da extinta CPMF.

Segundo a assessora, em um primeiro momento a intenção do governo é manter a carga tributária estável. No futuro, entretanto, pode haver redução do peso dos tributos na economia, informou.

De acordo com Vanessa Canado, a reforma tributária deve ser dividida da seguinte forma:

  • mudança na tributação sobre o consumo, prevendo a criação de um Imposto de Valor Agregado (IVA) federal, que substituiria PIS/Cofins. A proposta não vai incluir alterações no ICMS, que é um imposto estadual, e no ISS, que é um imposto municipal;
  • criação de um imposto seletivo (que incide sobre bens e serviços específicos) para cigarros e bebidas no lugar do IPI;
  • mudanças no Imposto de Renda, retomada da tributação sobre lucros e dividendos e desoneração da folha de pagamentos. Também podem ser propostas mudanças na tributação sobre o patrimônio.

“Como as propostas de reforma que estão em análise na Câmara e no Senado endereçam o consumo, e como a gente tem muita complexidade e muito contencioso em torno do PIS e do Cofins, parece óbvio que a gente começasse com esse movimento, para alinhar com as propostas que estão em discussão”, disse a assessora.

“O imposto seletivo vem um pouco depois. Em outra fase, todo o resto: Imposto de Renda, folha e patrimônio”, completou.

Maia: reforma tributária é a mais importante para gerar empregoMaia: reforma tributária é a mais importante para gerar emprego

‘Timing’

A assessora especial do Ministério da Economia disse que o “timing”, ou seja, o momento do envio das medidas ao Congresso, ainda não está totalmente definido.

“Temos um cronograma técnico de trabalho, mas não necessariamente é coincidente com o [cronograma] político”, afirmou Canado.

De acordo com o Ministério da Economia, a previsão é de que a primeira fase da proposta de reforma tributária, envolvendo o IVA federal, seja enviada ao Legislativo ainda neste ano.

A criação do imposto seletivo, por sua vez, deve ser encaminhada no começo de 2020 e, as demais mudanças, até o fim do primeiro semestre do ano que vem.

Peso dos tributos

A equipe do Ministério da Economia, informou Vanessa Canado, trabalha para manter, nos primeiros anos, o atual nível da carga tributária brasileira, que é o patamar de impostos pagos em relação à riqueza do país.

Em 2017, último dado oficial, a carga total (governo, estados e municípios) somou 32,43% do Produto Interno Bruto (PIB). No caso somente da União, o peso dos tributos foi de 22% do PIB no ano retrasado.

“Reduzir a carga tributária é sempre desejável. É obvio que em um governo liberal como esse, a vontade do ministro [Paulo Guedes] é reduzir. Não há dúvida. Mas a gente precisa primeiro passar por essa fase de ajuste [redução] dos gastos”, declarou ela.

A assessora disse ainda que a proposta de reforma do PIS/Cofins, por meio da criação de um IVA federal, também não reduzirá o peso dos tributos federais sobre o consumo.

Atualmente, a carga tributária brasileira sobre o consumo está bem acima da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o clube dos países ricos. Está também acima dos Estados Unidos. Segundo economistas, isso penaliza, principalmente, os mais pobres.

Vanessa Canado afirmou que a intenção do governo é “equalizar” o tratamento tributário para os contribuintes, e avaliou que isso já será “muito bom em termos distributivos”.

“A gente consegue tributar [pelo modelo atual] duas pessoas que ganham R$ 10 mil de formas completamente distintas. Equalizar já vai ser muito bom em termos distributivos”, declarou.

Ela acrescentou, porém, que, no futuro, essa “balança” pode ser modificada, pois os consumidores passarão a saber, com mais clareza, quanto pagam em impostos sobre o consumo – que estarão discriminados na nota fiscal.

“Isso é uma estratégia. Quando você mostra para o cidadão, você o empodera para que ele exija do Estado que a carga tributária baixe. O PIS/Cofins vai ser um tributo mais transparente. Hoje em dia ele nem aparece na nota fiscal. O cidadão poderá exigir redução da carga tributária ou melhora do serviço público”, avaliou.

Sem mudar a Constituição

Vanessa Canado informou que as propostas que estão sendo estudadas pelo governo não envolvem mudanças na Constituição. Serão enviadas por meio de projetos de lei, Medidas Provisórias, ou lei complementares.

Para ter validade, projetos de lei precisam ser aprovados por maioria simples, na Câmara e no Senado. Medidas provisórias têm vigência imediata, assim que publicadas, mas depois precisam ser confirmadas por ambas as Casas, também por maioria simples.

Já as propostas de emenda à constituição (PECs) precisam passar por dois turnos na Câmara e Senado – com aprovação por três quintos dos parlamentares.

Reforma difícil

Diferentes governos tentaram, sem sucesso, fazer a reforma tributária nas últimas décadas, focados principalmente na tributação sobre o consumo, mas esbarraram em resistências de caráter regional, partidário e de diferentes setores produtivos, todos eles representados no Congresso Nacional.

A simplificação da cobrança de impostos é considerada por especialistas como fundamental para a retomada do crescimento econômico. Analistas e investidores reclamam do elevado número de tributos e da complexidade do sistema tributário brasileiro, e avaliam que isso afasta investimentos.

No caso do ICMS estadual, por exemplo, há 27 diferentes legislações vigentes no país.

Relatório “Doing Business” do Banco Mundial, de 2019, mostra que, entre 190 países no mundo, o Brasil manteve a 184ª posição no critério “pagamento de impostos”.

O Brasil continua sendo o país onde as empresas gastam mais tempo para calcular e pagar impostos: 1.958 horas por ano em média. Na Bolívia, que ocupa o penúltimo lugar, são 1.025 horas por ano. Na Argentina, o tempo médio é de 311,5 horas/ano. Já no México, o número cai para 240,5 horas/ano.

Fonte: G1

Por Léo Arcoverde, GloboNews

22/11/2019 18h09 Atualizado há 12 horas


Ricardo Salles — Foto: Bruno Fernandes/Agência Pixel Press/Estadão ConteúdoRicardo Salles — Foto: Bruno Fernandes/Agência Pixel Press/Estadão Conteúdo

A 10ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou a quebra dos sigilos fiscal e bancário do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Os desembargadores atenderam a pedido do procurador de Justiça de São Paulo Ricardo Dias Leme feito por meio de um recurso chamado Agravo de Instrumento.

O Ministério do Meio Ambiente, por meio de sua assessoria de imprensa, afirmou que “todos os rendimentos e bens do ministro foram declarados, não havendo nenhum receio acerca da análise de seus dados”.

A autorização da quebra dos sigilos fiscal e bancário de Salles decorre de um inquérito civil por enriquecimento ilícito aberto pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, em agosto deste ano.

Na própria decisão em que autoriza a quebra do sigilos fiscal e bancário do ministro, a Justiça de São Paulo destaca aumento patrimonial incompatível com o cargo de secretário do Meio Ambiente do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB).

“Chama a atenção o fato de em 2012 o agravado ter declarado ao TSE patrimônio de R$ 1,4 milhão e, em 2018, declarado patrimônio de R$ 8,8 milhões, tendo, nesse período, exercido o cargo de secretário particular do Governador de 01/03/2013 a 02/12/2014 e o cargo de secretário de Estado de 16/07/2016 a 30/08/2017, com remuneração mensal média inferior a R$ 19.000,00, mesmo entremeados, tais períodos, por 39 (trinta e nove) meses de atuação no setor privado (p.417) e por uma ação revisional de alimentos que resultou em diminuição de pensão alimentícia em favor dos filhos”, diz o texto.

A decisão dos desembargadores da 10ª Câmara de Direito Público é do último dia 18. O recurso do Ministério Público de São Paulo foi interposto pelo procurador Ricardo Dias Leme no dia 8 de outubro deste ano. O processo corre em segredo de Justiça.

Ao fim da decisão do Tribunal de Justiça, consta: “Ante o exposto, dá-se parcial provimento ao agravo de instrumento para autorizar a requisição, pelo Juízo, das informações indicadas, mediante quebra de sigilos bancários e fiscal do agravado, sem permitir acesso direto por órgãos do agravante, que poderá colher nos autos deste processo os elementos de convicção de que necessite”.

Investigação

A partir da representação da empresa SPPatrim Administração e Participações Ltda, o promotor Ricardo Manoel Castro instaurou, no dia 7 de agosto, um inquérito civil com o objetivo de “apurar indícios de enriquecimento ilícito de Ricardo de Aquino Salles quando no exercício de funções públicas ou ligadas a agentes públicos, sempre no Governo do Estado de São Paulo”.

O Ministério Público quer saber como o patrimônio de Salles saltou de R$ 1,4 milhão para R$ 8,8 milhões entre 2012 e 2018.

Na petição em que instaurou o inquérito sobre o caso, o promotor Castro diz que essa evolução “causa espécie, a uma, porque obteve êxito na diminuição da pensão alimentícia paga a seus filhos quando ostentava um patrimônio bem inferior a esta última cifra e declarou ter abandonado a advocacia para dedicar-se com exclusividade à vida política, com rendimentos mensais inferiores”.

Alckmin chegou a depor na investigação. “O inquérito de investigação é sobre o patrimônio do Ricardo Salles. Ele foi, por um período curto, nosso secretário do Meio Ambiente e secretário particular”, disse Alckmin. “Eu sempre colaboro com o MP e com a Justiça. Mas, não tive nada a acrescentar aqui, a não ser dizer que o período em que ele trabalhou conosco, teve até um trabalho importante na área do meio ambiente com o fechamento dos lixões, aqueles lixões clandestinos, né? Agora, sobre o fato em si, não tenho como esclarecer, prestar maiores esclarecimentos”, disse o ex-governador em setembro.

Fonte: G1

Por Blog do BG

Galvão Bueno melhora e deve deixar a UTI neste sábado

Galvão Bueno continua internado na UTI da Clínica Anglo-Americana, em Lima, no Peru, mas está evoluindo na recuperação. Depois de ser internado com sintomas de infarto na última quinta-feira 22, o principal narrador da Globo deve sair da UTI até o próximo sábado, mas ainda sem previsão de alta.

O locutor da Globo estava em Lima para narrar a final da Copa Libertadores, entre Flamengo e River Plate, marcada para o próximo sábado, às 17h (de Brasília), no estádio Monumental “U”. Galvão Bueno, porém, passou mal na manhã da última quinta e precisou ir às pressas para o hospital, onde foi submetido a um cateterismo.

“Como divulgado mais cedo, nosso companheiro Galvão Bueno se sentiu mal hoje cedo, em Lima, no Peru, onde se encontrava para narrar a final da Copa Libertadores, no sábado. Galvão foi levado para a Clínica Anglo-Americana, acompanhado da mulher Desiree Galvão Bueno, e foi prontamente atendido. O hospital ainda não emitiu um boletim médico mas, em conversa privada com a esposa de Galvão e com a direção de Esporte da Globo, os médicos explicaram que Galvão entrou no hospital com um quadro de infarto e passou por um cateterismo. No procedimento, os médicos disseram que não havia obstrução nas artérias principais. E que, por esse motivo, não foi necessária a colocação de stents. Ele está bem, consciente e bem disposto. Deve ficar de 24 a 48h em observação no CTI. Todos nós torcemos por uma rápida recuperação. No próximo sábado, Luis Roberto será o narrador da final da Libertadores”, comunicou a emissora carioca na última quinta.

Com a ausência de seu principal narrador, a Globo anunciou que Luis Roberto comandará o confronto da decisão da Libertadores. Não é a primeira vez que Galvão perderá uma partida por problemas de saúde. Em outubro, o profissional de 69 anos não comandou as transmissões dos jogos da seleção brasileira contra Senegal e Nigéria por causa de uma gripe.

Veja

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Número 3 do novo partido de Bolsonaro foi denunciado por pagar propina a desembargador

Terceiro na hierarquia do novo partido do presidente Jair Bolsonaro , que deve assumir o diretório de Brasília e será o segundo vice-presidente da executiva nacional do Aliança pelo Brasil , o advogado Luís Felipe Belmonte já foi denunciado pelo Ministério Público Federal sob acusação de pagar propina a um ex-desembargador que atuou no Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região, em Rondônia.

A denúncia foi apresentada em maio de 2017 pela Procuradoria-Geral da República (PGR), por causa do foro privilegiado do então desembargador, e encaminhada neste ano à Justiça Federal de Rondônia. O Ministério Público Federal (MPF) na primeira instância ratificou os termos da denúncia e pediu o seu recebimento. Ainda não houve decisão sobre abertura da ação penal e, por isso, Belmonte não é réu no caso.

A acusação narra que Belmonte conseguiu liberar indevidamente um pagamento de R$ 107 milhões em um processo trabalhista, referente a um precatório da União. Segundo a PGR, um desembargador do TRT da 14ª Região, Vulmar de Araújo Coelho Junior, havia tomado uma decisão liminar suspendendo o pagamento do precatório, mas reviu a própria decisão e liberou que a União pagasse o precatório.

Desses R$ 107 milhões, a maior parte ficou com o sindicato autor da ação. O escritório de Belmonte, que representava inicialmente o sindicato, ficou com R$ 11 milhões do precatório.

Em seguida, segundo a denúncia, Belmonte usou um laranja para comprar um imóvel do desembargador pelo valor total de R$ 1,2 milhão, sendo R$ 400 mil o valor real do imóvel e R$ 800 mil a propina. Anos depois, ele se tornou sócio da empresa compradora do imóvel. A PGR afirma que, apesar de ele não ter vínculo formal com a empresa no momento da transação, a compra do imóvel foi a título de pagamento de propina por causa da liberação do precatório.

Segundo a PGR, Belmonte “de forma livre e consciente, aceitou a solicitação e prometeu-lhe pagar a quantia de R$ 800 mil para determiná-lo (ao desembargador) a praticar o ato de ofício, quantia esta que seria paga por meio da execução de uma negociação imobiliária dissimulada, ajustada entre ambos, envolvendo a venda de um imóvel”.

Nesta quinta-feira, Bolsonaro lançou sua futura legenda, Aliança pelo Brasil, em um evento no auditório de um luxuoso hotel de Brasília. No evento, Bolsonaro agradeceu ao empresário Paulo Octávio por ter cedido o espaço. Octávio, que já foi acusado de envolvimento no mensalão do DEM, garantiu que o espaço foi alugado por Luis Felipe Belmonte, que vai assumir o diretório do Aliança no Distrito Federal. Belmonte é suplente do senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

Na hierarquia da executiva nacional da legenda, ele está abaixo de Bolsonaro, que exercerá o cargo de presidente, e do primeiro vice-presidente, que é o senador Flávio Bolsonaro.

O Globo

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PF investiga empresas contratadas pelo TSE por suspeita de fraude e desvio de patrimônio

Empresas que prestaram serviço ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2004 a 2018, com a transmissão de dados e manutenção de urnas eletrônicas, entraram na mira de uma investigação da Polícia Federal. Suspeitas de fraude, ocultação de patrimônio e desvio de bens recaem sobre uma série de companhias acusadas de esconder os ativos do grupo Probank – que prestou serviços em ao menos quatro eleições – para evitar o pagamento de dívidas e substituir o grupo em contratos com tribunais eleitorais.

A PF investiga indícios de que equipamentos, funcionários e conhecimento tecnológico tenham sido repassados entre várias empresas, fundadas a partir de 2010 por diretores do grupo e novos sócios. A Probank teve a falência decretada em 2010, e deixou calote de mais de R$ 500 milhões para trabalhadores, credores e à Receita Federal. As manobras, com a intenção de evitar bloqueio judicial de bens, já foram parcialmente reconhecidas em decisões judiciais.

Ao mesmo tempo, o administrador judicial de massa falida do grupo, o advogado Sérgio Mourão Corrêa Lima, é também suspeito de fraude processual, prevaricação e estelionato, entre outras acusações. Ele foi responsável por apontar à Justiça a ocultação de patrimônio da Probank, mas sua condução do processo – e de outros casos em que também foi convocado para administrar falências – tem sido questionada. Em uma gravação obtida pela PF, ele menciona a possibilidade de “criar a justificativa” para um acordo no caso Probank.

Urna eletrônica
Urna eletrônica usada no DF durante as eleições presidenciais de 2018 Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO
“A gente tem que sentar e combinar como que é vão ser os termos. Para, uma vez acertadas condições do acordo, aí fazer a prova que a gente precisa para criar a justificativa para (que) aquele acordo seja celebrado”, ele diz, no áudio. “Eu posso ter uma decisão que vai condenar todo mundo solidariamente a pagar o montante total passivo, que é de R$ 500 milhões. (…) Então, o fato é o seguinte: se gente não fizer acordo, todo mundo vai pro mesmo barco.”

Há duas semanas, em outro processo judicial, Corrêa Lima foi destituído da função e impedido de exercer a administração de falências pelos próximos cinco anos. A decisão da desembargadora Maria Albergaria Costa, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o afastou da gestão na falência do consórcio Uniauto – o maior consórcio de empresas de Minas Gerais em 2002, quando foi liquidado. Ela determinou a investigação de um desvio de R$ 91 milhões, bloqueados por ordem judicial, que estavam sob controle de Corrêa Lima.

Procurado, o advogado pediu que a reportagem “apurasse os fatos, consultando o mandado de segurança e o agravo de instrumento que versam sobre estes temas”. No mandado de segurança de 79 páginas, impetrado contra a decisão da desembargadora, Corrêa Lima argumenta que a decisão de destituí-lo é “ilegal e arbitrária”, e que não tem qualquer gerência sobre o sistema que gere recursos bloqueados judicialmente – e, portanto, não poderia ser responsável pelo suposto desvio.

No caso que envolve a falência da Probank, Corrêa Lima pediu à Justiça o bloqueio de bens de empresas que estavam fora do processo, para que fossem usados no pagamento de dívidas. Entre elas está a Transat Telecomunicação, que ainda está em atividade.

Estadão Conteúdo

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‘Um pouco de radicalismo faz bem à nossa alma’, afirma Lula em Congresso do PT

Duas semanas depois de deixar a carceragem da Polícia Federal em Curitiba, onde passou um ano e meio preso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um longo discurso na abertura do 7.º Congresso Nacional do PT em São Paulo, no qual defendeu a polarização com o governo Jair Bolsonaro, defendeu os feitos dos governos petistas e se recusou a fazer autocrítica em relação aos erros cometidos pelo partido. Segundo Lula, “um pouco de radicalismo faz bem à nossa alma”, embora tenha afirmado que não considera o PT um partido “radical”.

“Aos que criticam ou temem a polarização, temos que ter a coragem de dizer: nós somos, sim, o oposto de Bolsonaro. Não dá para ficar em cima do muro ou no meio do caminho: somos e seremos oposição a esse governo de extrema direita que gera desemprego e exige que os desempregados paguem a conta”, afirmou.

Lula
No congresso do PT, Lula recebe placa com uma foto sua ao lado do líder da revolução cubana Fidel Castro Foto: Nelson Almeida/AFP
Segundo ele, setores da política tentam misturar polarização com radicalização. Para enfrentar esta tese, Lula lembrou que ao longo de 39 anos o PT sempre jogou dentro das regras da democracia, tanto na oposição quanto no governo, ao contrário dos adversários.

“Não fomos nós os responsáveis, ativos ou omissos, pela eleição de um candidato que tem ojeriza à democracia; que foi poupado de enfrentar o debate de propostas (…) Não fomos nós que falamos em fechar o Congresso, muito menos o Supremo, com um cabo e um soldado. Em nossos governos, as Forças Armadas foram respeitadas e os chefes militares respeitaram as instituições, cumprindo estritamente o papel que a Constituição lhes reserva. Nenhum general deu murro na mesa nem esbravejou contra líderes políticos. Não fomos nós que pedimos anulação do pleito só para desgastar o partido vencedor”, disse Lula.

Mesclando a leitura de um discurso escrito com improvisos, Lula disse que foi orientado a evitar a polarização para “não conturbar o ambiente político”, mas deu de ombros. “Eu quero polarizar. Porque o dia que a gente não polarizar a gente está fora da disputa”, disse o ex-presidente. “Como se polarização fosse sinônimo de extremismo político e ideológico. Como se o Brasil já não estivesse há séculos polarizado entre os poucos que têm tudo e os muitos que nada têm. Como se fosse possível não se opor a um governo de destruição do país, dos direitos, da liberdade e até da civilização”.

Estadão Conteúdo

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Ministros do STJ apostam que federalização do caso Marielle só será julgado no ano que vem

Ministros do Superior Tribunal de Justiça dizem que o mais provável, hoje, é que o pedido de federalização da investigação do assassinato de Marielle Franco só seja julgado no ano que vem. Havia intenção de tratar do caso ainda neste 2019, mas a disposição refluiu.

Segundo integrantes da corte, haveria apenas mais uma sessão para tratar do processo, e a relatora, Laurita Vaz, não o apresentou para a pauta. A PGR pede a federalização. Familiares e aliados da vítima são contra.

Nos bastidores, estima-se que, neste momento, a maioria dos ministros tenda a rejeitar a demanda de tirar das mãos do Ministério Público e da Polícia Civil do Rio as apurações sobre a morte de Marielle.

A vereadora foi assassinada ao lado de seu motorista, Anderson, após ser alvo de uma emboscada. Ela levou quatro tiros na cabeça. Ele, ao menos três nas costas.

Painel/Folha de S.Paulo

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Ministros preparam relatório de pagamento de emendas para Bolsonaro; governo deve acelerar empenhos

Motivo de discórdia na relação do Congresso com o Palácio do Planalto, o pagamento das emendas parlamentares será tema de um relatório a ser entregue pelos ministérios ao time político de Jair Bolsonaro na próxima semana.

A ideia é tentar demonstrar que boa parte das emendas foi paga e que o que falta terá programação acelerada nos próximos dias, até pelo efeito calendário –a destinação de verbas tem que ser concluída até o fim do ano.

Painel/Folha de S.Paulo

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Julgamento da suspeição de Moro no caso de Lula pode ser pautado em 2020

O ministro Gilmar Mendes já tinha declarado que pretendia levá-lo para análise em novembro. Mas só uma sessão será realizada na 2ª Turma na próxima semana. E nela os ministros devem seguir julgamento já iniciado de denúncia contra Renan Calheiros (PMDB-AL).

O caso poderia ser pautado para dezembro. O martelo ainda não está batido. Mas magistrados do STF acham que a hipótese é improvável.

O placar do STF (Supremo Tribunal Federal) na votação do compartilhamento de dados da Receita Federal e da UIF (Unidade de Inteligência Financeira) com o Ministério Público Federal pode ser amplamente desfavorável às teses do presidente da corte, Dias Toffoli.

Além de Alexandre de Moraes, que já votou no sentido contrário do proposto por Toffoli, outros seis ministros podem divergir dele.

Com o resultado, não apenas a liminar de Toffoli em favor do senador Flavio Bolsonaro, filho do presidente da República, deve cair. Outra decisão, de Gilmar Mendes, que confirmava a suspensão das investigações, perderá efeito.

Mônica Bérgamo/Folha de S.Paulo

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MEU TWITTER, MINHAS REGRAS: Weintraub mira PT, esquerda e imprensa em intensa participação em redes sociais

“Meu twitter, minhas regras”, anuncia a conta do ministro da Educação, Abraham Weintraub, em sua rede social predileta. Com base em suas publicações, a diretriz ali é clara: ataques ao PT, críticas à imprensa e arroubos ideológicos têm mais destaque do que seu tema de trabalho.

De certa forma, foi o Twitter que deu Weintraub à luz como pessoa pública. Foi nessa rede que seu nome foi anunciado como titular do Ministério da Educação, em 8 de abril, e foi essa rede que se tornou o principal canal de comunicação do ministro, como já ocorria com o presidente Jair Bolsonaro e seus aliados.

Do chefe, Weintraub emulou o tom combativo, o mesmo dos Bolsonaros-filhos.

A Folha analisou 444 mensagens publicadas em sua conta desde quando tomou posse até as 10h de sexta (22), excluindo respostas a outros tuítes.

Quatro em cada dez mensagens trazem ataques, sejam ao PT (citado 41 vezes), sejam à esquerda, sejam à imprensa —a Folha foi criticada 11 vezes, e a Rede Globo, 29.

Em um terço das mensagens (147), o ministro trata apenas de educação, sem ataques ou rompantes ideológicos.

Sem experiência no debate de políticas públicas para sua área, Weintraub integra a ala mais ideológica da Esplanada, ao lado de Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores).

Quando questionado pela imprensa sobre o comportamento na rede, o ministro diz que a conta é pessoal e não reflete a posição do MEC —com a qual o tom adotado, não raro, se mostra incompatível.

No último dia 15, por exemplo, Weintraub produziu uma avalanche de publicações em defesa da monarquia, no dia em que se celebrava a Proclamação da República.

Após uma internauta dizer que ele, na monarquia, seria o bobo da corte, o ministro rebateu: “Prefiro cuidar dos estábulos, ficaria mais perto da égua sarnenta e desdentada da sua mãe”. O post foi apagado.

Em entrevista na última terça (19), Weintraub minimizou o barulho nas redes sociais. “Em vez de perguntar disso [ações promovidas pelo MEC], pergunta de Twitter. Eu acho uma coisa pequena”, reclamou o ministro. Na ocasião, ele negou que deixaria o comando do ministério em razão da acidez de suas postagens.

Na batalha de tuítes, o ministro ganhou notoriedade ao publicar, em 3 de maio, um vídeo em que exibia o ombro para mostrar uma cicatriz da juventude. Foi a forma de justificar notas baixas no boletim da faculdade, divulgado por detratores em redes sociais.

No dia 30 ainda daquele mês, surgiu com guarda-chuva, dançando, para dizer que eram mentirosas as notícias sobre cortes na pasta. “Está chovendo fake news”, dizia.

Aludia a bloqueios que vão da creche à pós-graduação e ao fato de a pasta ter sofrido corte de R$ 926 milhões. Os recursos bancaram emendas parlamentares negociadas na reforma da Previdência.

Hoje, o ministro que era desconhecido da população e do meio político até abril acumula 381,2 mil seguidores na rede.

Não sem um intenso trabalho de construção de sua persona pública ali, para a qual foi produzido um logotipo com seu nome (a pasta informou que a marca foi produzida por um amigo) e que experimenta frequentes trocas de avatar (a imagem pessoal que acompanha a conta) conforme a onda do momento. E, claro, a beligerância crescente.

Em junho, até sobre a apreensão de drogas levadas por um militar em avião de comitiva presidencial ele opinou: “No passado o avião presidencial já transportou drogas em maior quantidade. Alguém sabe o peso do Lula ou da Dilma?”, escreveu. O tuíte rendeu procedimento na Comissão de Ética da Presidência.

Quatro publicações de agosto atacaram o presidente da França, Emmanuel Macron, que criticara as queimadas na Amazônia. “Ferro no cretino do Macrón [sic], não nos franceses”, escreveu sobre o líder francês, a quem chamou de “calhorda oportunista”.

Mesmo quando fala de educação, o tom se mantém. O educador Paulo Freire, intelectual brasileiro mais citado em pesquisas no exterior, já foi atacado 11 vezes.

No dia 17 de outubro, Weintraub escreveu: “Olhando pela janela, vejo a lápide da educação em frente ao MEC e penso: achava impossível, mas Paulo Freire visto do alto é ainda mais feio. Ao menos o MEC já está decorado para o Halloween (dia das bruxas)”.

A atitude de confronto não é espontânea. A interlocutores, Weintraub expõe que, ao chegar ao cargo, decidiu agir como o oponente que está com a granada na mão, sem o pino.

A frase indica a tática de se posicionar sempre um tom acima diante de ataques e questionamentos. Ele também diz com orgulho que virou referência da nova direita.

Se a conta é pessoal, ela não deixa de pertencer a um homem público, aponta o cientista político Marco Antonio Carvalho Teixeira, professor FGV-SP. “Todo mundo espera de alguém que esteja no Ministério da Educação uma postura pública equivalente à função do ministério e uma linha de diálogo construtivo”, diz.

Para Teixeira, não há, desde a redemocratização, um ministro tão “enfático ou mesmo agressivo no uso de algumas palavras”, principalmente contra adversários.

Weintraub, que é professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), também mira as universidades federais. Em entrevista gravada, divulgada nesta semana, disse haver “plantações extensivas de maconha” e alegou que laboratórios de química seriam usados para fabricação de drogas sintéticas.

No início da noite desta sexta, voltou ao Twitter, citando dois casos específicos de operações policiais em duas universidades federais contra plantio de maconha e produção de drogas sintéticas.

Folhapress

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De Banheira do Gugu a Canta Comigo: Relembre momentos marcantes de Gugu Liberato na TV

Gugu Liberato, 60, teve a morte anunciada nesta sexta-feira (22). Ele morreu em um hospital em Orlando, no estado americano da Flórida, onde estava internado desde quarta (20). O apresentador, que morava em um condomínio nos arredores da cidade, caiu de uma altura de quatro metros, quando fazia um reparo no ar-condicionado instalado no sótão.

“Nosso Gugu sempre viveu de maneira simples e alegre, cercado por seus familiares e extremamente dedicado aos filhos. E assim foi até o final da vida, ocorrida após um acidente caseiro”, escreveu a família, em nota. Ainda não há detalhes sobre o traslado do corpo para o Brasil. Gugu Liberato deixa a mulher, Rose Miriam, e três filhos: João Augusto, de 17 anos, e as gêmeas Marina e Sofia, de 15. Atendendo a uma vontade dele, a família autorizou a doação de todos os órgãos.

​Gugu teve uma carreira repleta de sucessos e polêmicas, que incluem desde a famosa Banheira do Gugu até uma entrevista com supostos membros do PCC que faziam ameaças a políticos e jornalistas. Antes de ser apresentador, Gugu trabalhou como office-boy em uma imobiliária em São Paulo, mas na época já sonhava com a TV.

Ele contou à Folha na década de 1990 que chegou a mandar cartas para Silvio Santos, com ideias e sugestões para os programas dele, até que foi chamado. Silvio resolveu dar uma chance ao menino, na época com apenas 14 anos, contratando-o como assistente de produção, quando o apresentador ainda estava na Globo.

Ao conseguir a concessão que daria origem ao SBT, Silvio lhe deu a verdadeira oportunidade de Gugu: “Acho que ele enxergou em mim um sucessor”, chegou a dizer Gugu décadas depois.

De Sessão Premiada, um programa que ia ao ar nos intervalos de filmes, Gugu passou para o Viva a Noite, programa que após estrear às terças passou para o horário nobre de sábado. Depois vieram Passa ou Repassa, Sabadão Sertanejo e Domingo Legal, este último abaixo apenas de Silvio Santos na grade do SBT.

Foi no Domingo Legal que Gugu se consolidou. O programa, que estreou em 1993, começou sendo gravado e veiculado no início das tardes, mas com o passar dos anos virou ao vivo e mudou para as 16h, para competir diretamente com o Domingão do Faustão (Globo), até então líder no horário.

Na disputa acirrada entre os dois programas dominicais, Gugu contou com quadros polêmicos, como a Banheira do Gugu, em que famosos lutavam para pegar sabonetes dentro de uma banheira, que lhe garantiram a liderança na audiência entre o final dos anos 1990 e começo dos anos 2000.

Em meio à disputa por audiência, o apresentador acabou se envolvendo na maior polêmica de sua carreira, quando veiculou uma entrevista com dois supostos membros do PCC, que faziam ameaças aos jornalistas Marcelo Rezende e José Luis Datena, ao padre Marcelo Rossi e ao então vice-prefeito de São Paulo, Hélio Bicudo.

Pouco depois do programa ir ao ar, em 2003, a própria facção desmentiu que os homens fizessem parte do grupo. Gugu virou alvo de investigações e disse não saber da farsa —segundo ele, teria confiado no relato do repórter Wagner Maffezoli. O apresentador deixou o SBT em 2009.

Gugu estreou na Record no mesmo ano, apresentando o Programa do Gugu de 2009 a 2013. Após um período longe da TV, ele retornou à emissora em 2015, conquistando a liderança de audiência já no primeiro episódio do programa batizado com seu nome: Gugu, com a veiculação de uma entrevista exclusiva com Suzane Von Ritchthofen. ​

O programa seguiu no ar até 2017, quando chegou ao fim. Desde então, o apresentador tem se dedicado a realities shows do canal, o Power Couple Brasil e o Canta Comigo. Esse último está hoje na reta final da segunda temporada. Segundo a Record, o apresentador chegou a gravar a final, prevista até então para ir ao ar dia 4 de dezembro.

“Nunca trabalhei tão pouco, intelectualmente falando. Reality é muito mais fácil para qualquer apresentador, mas em compensação, o volume de horas de trabalho é muito maior. Eu chego por volta das 9h e saio a 1h do dia seguinte. É bem difícil”, chegou a afirmar Gugu em junho.

F5/UOL

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[FOTO] Conheça a mansão onde Gugu Liberato sofreu o acidente

A mansão onde o apresentador Gugu Liberato, 60, sofreu um acidente que levou a sua morte, estava localizada em um condomínio de luxo nos arredores de Orlando (EUA) e tinha sido comprada há cerca de quatro meses.

O imóvel tem mais de 629 metros quadrados e possui seis quartos e sete banheiros, segundo reportagem do UOL.

Também de acordo com o site, a mansão foi vendida por cerca de R$ 6,7 milhões. Além disso, a propriedade tem piscina de água salgada, spa, lareira e janelas com vista para um lago e uma fonte.

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Guedes admite que reforma administrativa deve ficar mesmo para 2020

Guedes admite que reforma administrativa deve ficar mesmo para 2020

Após afirmar que mudança seria enviada ao Congresso nesta semana ou na próxima, ministro diz que presidente achou melhor ‘dar um respiro’ agora

O ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu nesta sexta-feira, 22, que, no final, a reforma administrativa deverá ficar mesmo para 2020, conforme decisão do presidente Jair Bolsonaro.

“Como eu disse na terça-feira, realmente acreditava que a reforma seria encaminhada ao Congresso ainda nesta semana ou na próxima e que conseguiria convencer o presidente a acelerar o processo”, declarou. “Mas o presidente achou melhor dar um respiro para o Congresso e deixar para enviar a reforma administrativa no começo do ano que vem.”

De acordo com Guedes, como o governo já conseguiu aprovar neste ano uma reforma da Previdência robusta, que deverá permitir uma economia de quase R$ 1 trilhão em dez anos, enviou o pacto federativo ao Congresso e provavelmente deverá encaminhar a reforma tributária na semana que vem, a avaliação do presidente foi de que “o ano está ganho”.

Na terça-feira, o ministro afirmou ao Estado que havia sido “mal compreendido” quando falou que a reforma administrativa não iria “tão cedo” ao Congresso numa entrevista coletiva realizada no dia anterior em Brasília. Guedes disse que estava respondendo à pergunta de um repórter que queria saber se a reforma administrativa seria enviada “hoje (segunda-feira) ou amanhã (terça-feira)”.

Estadão Conteúdo

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LOCAIS

Empresário troca tiros com criminosos após ser abordado na entrada do banco na Grande Natal

Duas pessoas foram baleadas nesta sexta-feira (22) durante uma tentativa de assalto em um banco localizado na esquina da marginal da Avenida Senador Salgado Filho com a Rua Raimundo Chaves, Zona Sul de Natal.

O caso ocorreu por volta das 16h. A vítima é um empresário que foi surpreendido ao chegar na agência bancária por um grupo de assaltantes. Ele reagiu e trocou tiros com os criminosos, que o aguardavam em um carro de cor escura.

No confronto armado, uma mulher que estava no carro do empresário acabou atingida pelos disparos. Segundo a PM, pelo menos um dos suspeitos também foi baleado. As duas vítimas e o suspeito foram atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Os outros criminosos conseguiram fugir sem levar nenhuma quantia em dinheiro do empresário. Viaturas da Polícia Militar fazem buscas na área para tentar localizá-los.

OP9

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PM reboca 14 veículos e autua 7 por embriaguez durante blitz em Natal

A Polícia Militar recolheu para o pátio do Detran, em Natal, 14 veículos apreendidos durante uma blitz realizada na tarde desta sexta-feira, 22, na Avenida Perimetral Leste, em Cidade da Esperança, na zona Oeste da cidade.

O total de veículos rebocados seria maior, mas 8 condutores acabaram quitando os débitos em foram liberados.

Leia a matéria na íntegra AQUI no Agora RN.

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Ruína do Hotel Reis Magos pode ser tombada

Com as ruas que o cercam interditadas desde o dia 11 de novembro, sob alegação de risco de desabamento, a situação do Hotel Reis Magos permanece indefinida, pendente de uma decisão judicial que vai definir o futuro do Hotel. No dia 18, o Governo do Estado remeteu à Justiça as informações que estão embasando as discussões sobre o tombamento do prédio, que está nas mãos da Secretaria do Estado de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SEEC). O processo, de acordo com o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), será apreciado pela relatora, o que não possui prazo ou data estipulada para conclusão.

A decisão judicial vem em resposta à uma Ação Civil Pública iniciada pela Prefeitura de Natal no fim de outubro, na qual a administração municipal pede que a Justiça conceda um prazo de até 72h para que o Governo do Estado chegue a uma definição sobre o tombamento provisório do prédio.

Confira a matéria na íntegra AQUI na Tribuna do Norte .

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CASO GUGU: Notícia precisa ser checada! Isso é marca do BG há 9 anos, sempre em primeira mão e com credibilidade

Foto: Reprodução

Na noite dessa quinta-feira, o BLOG DO BG publicou notícia sobre a morte cerebral do apresentador Gugu Liberato, sendo criticado por alguns leitores, após ser veiculado na grande imprensa que o apresentador ainda continuava vivo.

A informação dada por este blog havia sido checada junto às fontes ligadas à direção das emissoras SBT e Rede Record, onde o apresentador trabalhou.

O quadro de morte encefálica já estava constatado, infelizmente. Contudo, o coração do apresentador ainda batia.

Acontece que há uma determinação médica nos Estados Unidos em relação à morte cerebral. O anúncio público do falecimento não pode acontecer antes de 48 horas do fato ocorrido.

No programa MEIO DIA RN desta sexta-feira, também tivemos a coragem de contar detalhes, falar da situação e que, ainda nesta sexta ou no sábado, deveria sair uma nota oficial informando da morte do apresentador.

Essa não é a primeira vez que o blog passa por prova de fogo, e nem será a última. Neste ano, também tivemos a credibilidade de merecer confiança de pessoas próximas ao cantor Gabriel Diniz para publicarmos em primeira mão sua prematura partida, após acidente.

Igual a partida de Gugu, fomos muito criticados nas redes sociais por estarmos postando “fato sem ter acorrido”.

A nossa responsabilidade estar acima de tudo, o nosso compromisso com você leitor também. Não são os acessos que estamos preocupados, mas de levar a informação real e correta para você. Apenas isso.

É isso que nos mantém sendo o veículo online mais conhecido do estado e um dos três mais acessados.

Fonte: Blog do BG

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