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SEGUNDO ESTUDO, A CHINA EMITIU MAIS GASES QUE PROVACAM O ESFEITO ESTUFA QUE TODOS OS PAÍSES DESENVOLVIDOS JUNTOS

China polui mais que todos países desenvolvidos juntos, diz pesquisa

Emissões do país mais que triplicaram nas últimas três décadas, constituindo 27% de tudo que foi registrado em escala global

China polui mais que todos países desenvolvidos juntos, diz pesquisa

STR/AFP – 4.5.2021

A China foi o país que mais emitiu gases que provocam o efeito estufa no ano de 2019, em valor que é maior do que todos os países desenvolvidos juntos, mostrou um estudo publicado pelo Rhodium Group nesta quinta-feira (6).

Segundo o grupo independente, as emissões do país mais que triplicaram nas últimas três décadas, constituindo 27% de tudo que foi registrado em escala global. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 11%, seguidos pela Índia (6,6%). Os 27 países da União Europeia somam juntos 6,4% das emissões dos gases tóxicos.

Os principais seis gases poluentes emitidos, entre eles, o dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, aumentaram para 14,09 bilhões de toneladas em 2019. O número supera a soma dos dados de todos os 37 países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em cerca de 30 milhões de toneladas.

No entanto, ao analisar a história, as nações da OCDE ainda são as maiores responsáveis pela emissão dos gases tóxicos, tendo emitido cerca de quatro vezes mais poluentes do que a China desde 1750.

“A história da China como principal fonte de emissão é relativamente curta em relação aos países desenvolvidos, muitos dos quais tiveram mais de um século de vantagem. O atual aquecimento global é resultado das emissões do passado recente e do mais longínquo”, destacam os especialistas no documento.

Os resultados do relatório ainda vem na esteira da cúpula sobre o clima convocada por Joe Biden em abril. Naquele momento, o presidente da China, Xi Jinping, confirmou que o país atingirá o pico de emissões até 2030 e, a partir de então, começará a cair até atingir a neutralidade em 2060.

Xi informou que a China irá controlar a produção energética através de carvão, extremamente poluente, que será limitada nos próximos cinco anos, com reduções sucessivas.

Fonte: R7
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VISANDO REDUZIR EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA, PARLAMENTO DA FRANÇA APROVA O PROJETO ECONOMIA VERDE

Parlamento da França aprova projeto por economia verde

País almeja reduzir a emissão de gases do efeito estufa em cerca de 40%, em comparação a 1990, até 2030

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Projeto tem o objetivo de tornar a economia francesa mais sustentável

REUTERS/SARAH MEYSSONNIER

A Assembleia Nacional da França aprovou nesta terça-feira (4) um projeto de lei abrangente contra mudanças climáticas que impedirá futuras expansões de aeroportos, proibirá aquecedores de terraços ao ar livre e diminuirá resíduos de embalagens.

A França almeja reduzir as emissões de efeito estufa em 40% até 2030 na comparação com os níveis de 1990, mas ativistas ambientais dizem que o país está se arrastando. Em um veredicto histórico em fevereiro, um tribunal determinou que o governo francês precisa fazer mais para combater a mudança climática.

Depois de mais de 200 horas de debate em comissões parlamentares e na câmara baixa, parlamentares aprovaram o projeto de lei por 332 votos a 77.

“Ao invés de grandes palavras e objetivos imensos e inalcançáveis que só geram resistência social, estamos adotando medidas eficazes”, disse a ministra do Meio Ambiente, Barbara Pompili, à câmara.

A legislação vem na esteira de uma consulta popular durante a qual 150 membros do público sugeriram dezenas de medidas para conter as emissões.

Diversos participantes criticaram o presidente francês, Emmanuel Macron, por diluir suas ideias, mas a um ano da eleição presidencial e vendo partidos verdes se saindo bem em outras partes da Europa, Macron espera que o projeto de lei reforce suas credenciais ambientais.

O Greenpeace disse que a legislação não foi longe o suficiente.

“É uma lei que poderia ter sido adequada 15 anos atrás (…) Em 2021, não bastará para enfrentar com eficiência o aquecimento global”, disse Jean-François Julliard, chefe do Greenpeace da França.

Fonte: R7
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A CASA BRANCA AINDA ESTÁ DANDO OS RETOQUES FINAIS EM SEU PLANO PARA REDUZIR AS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA DOS EUA

Mundo espera divulgação da meta climática dos EUA antes da cúpula

Encontro de Biden com líderes mundiais tem o objetivo de mostrar o compromisso norte-americano com as questões ambientais

INTERNACIONAL

 por Reuters – Internacional

Governo Biden tem pressionado outros países a estabelecer metas para reduzir emissões

CHRIS KEANE/REUTERS – FOTO DE ARQUIVO

A Casa Branca ainda está dando os retoques finais em seu plano para reduzir as emissões de gases de efeito estufa dos EUA até 2030, antes de uma cúpula esta semana com líderes mundiais, incluindo Vladimir Putin, da Rússia, e Xi Jinping, da China.

O governo do presidente Joe Biden tem pressionado outros países a estabelecer metas ambiciosas para reduzir suas emissões, mas ainda não revelou seu próprio plano. Antes do início da cúpula na quinta-feira, a Casa Branca deve anunciar uma meta para cortar as emissões em cerca de 50% até 2030, em comparação com os níveis de 2005.

“Ainda resta muito tempo antes do início da cúpula”, disse um funcionário do governo a repórteres na quarta-feira (22), quando pressionado sobre a meta, conhecida como Contribuição Nacionalmente Determinada ou NDC, na sigla em inglês.

Os Estados Unidos têm sido o maior emissor histórico de gases do efeito estufa e atualmente estão atrás apenas da China. Sua meta será observada de perto como um sinal de quão seriamente Biden leva em conta a mudança climática. Ele prometeu restaurar a liderança dos EUA nas questões sobre o aquecimento global depois que o ex-presidente Donald Trump retirou o país do acordo climático de Paris.

Biden trouxe os EUA de volta ao acordo de Paris em janeiro, e a cúpula de dois dias foi projetada para mostrar um compromisso norte-americano e global renovado de limitar o aquecimento do planeta a 1,5 ºC acima dos níveis pré-industriais, a fim de evitar impactos climáticos cataclísmicos.

Uma ordem executiva de Biden que direcionará o Tesouro dos EUA e outras agências importantes para desenvolver uma estratégia sobre os riscos relacionados ao clima para ativos financeiros públicos e privados era inicialmente esperada esta semana, mas está atrasada, disse uma fonte familiarizada com a situação.

“Nos próximos dias e horas, muitos outros aumentos de ambição serão articulados”, disse o enviado internacional para o clima, John Kerry, em um evento organizado pelo Washington Post na manhã de quarta-feira.

Nas últimas 24 horas, Kerry anunciou medidas que ajudarão os Estados Unidos a reduzir sua participação nas emissões globais.

Ativistas, algumas corporações e outros líderes mundiais querem uma meta agressiva dos EUA, e alguns reagiram cedo para dizer que um corte de cerca de 50% não seria suficiente.

“Embora muitos aplaudam o compromisso do presidente de reduzir as emissões dos EUA em pelo menos metade até 2030, temos a responsabilidade de dizer a verdade: não está nem perto do suficiente”, afirmou Evan Weber, diretor político do influente grupo de jovens ativistas do Movimento Sunrise, acrescentando que a promessa reportada “será uma sentença de morte para nossa geração e para os bilhões de pessoas na linha de frente da crise climática nos Estados Unidos e no exterior.”

Líderes de todo o mundo estão participando da cúpula, que será realizada virtualmente por causa da pandemia covid-19.

Fonte: R7

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ALEMANHA TEM QUEDA HISTÓRICA NA EMISSÃO DE C02

Pandemia provoca queda histórica de emissões de CO2 na Alemanha

Governo revelou que em 2020 foram emitidas 70 milhões de toneladas a menos de gases do efeito estufa do que 2019

INTERNACIONAL

 Da AFP

Diminuição história de gases do efeito estufa foi anunciada pelo governo alemão

JOHN MACDOUGALL / AFP

A Alemanha, a maior economia da Europa, informou nesta terça-feira (16) sobre uma queda histórica de suas emissões de gases de efeito estufa durante 2020, em grande parte por causa da pandemia de covid-19, o que levou o país a cumprir seus objetivos climáticos.

“Durante 2020, foram emitidas cerca de 739 milhões de toneladas de gases de efeito estufa na Alemanha. Ou seja, 70 milhões – ou 8,7% – menos que em 2019”, disse em um comunicado o ministério do Meio Ambiente. Esta é “a maior queda anual desde a reunificação alemã em 1990”, acrescentou.

Isso permite à Alemanha “alcançar seus objetivos climáticos”, com uma queda de 41% nas emissões em relação a 1990, disse o ministério. O país se comprometeu a reduzir suas emissões em 40% em 2020 em relação a 1990, e em 55% para 2030.

No entanto, mais de “um terço” deste resultado está vinculado “às consequências da pandemia de covid-19, principalmente no setor de transportes (-11,4%) e energia (-14,5%)”, reconheceu o governo.

Durante a primavera (boreal), as restrições relacionadas com a crise sanitária prejudicaram parte da atividade industrial e desaceleraram as viagens por ar ou terra. Mas Berlim também destaca “avanços em muitos âmbitos, incluindo o da energia”.

Pela primeira vez, as energias renováveis contribuíram em 2020 com a metade da produção de eletricidade, contra 25% há uma década, de acordo com o instituto de pesquisa Fraunhofer. Para 2038, o plano é abandonar o carvão, que atualmente constitui 25% das fontes de energia.

Fonte: R7
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O PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN PLANEJA CORTES DRÁSTICOS NAS EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA

EUA voltam oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair

INTERNACIONAL

 por Reuters

Biden planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa

GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

Os Estados Unidos se reintegraram oficialmente ao Acordo de Paris sobre o clima nesta sexta-feira (19), revigorando a luta global contra a mudança climática enquanto o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, planeja cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa para as próximas três décadas.

Cientistas e diplomatas estrangeiros saudaram a volta dos EUA ao tratado, que se tornou oficial 30 dias depois de seu presidente, Joe Biden, ordenar a medida em seu primeiro dia no cargo.

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar a mudança climática catastrófica, os EUA foram o único a sair. O ex-presidente Donald Trump adotou a ação, alegando que uma ação climática seria cara demais.

O enviado dos EUA para o clima, John Kerry, participará de eventos virtuais nesta sexta-feira para assinalar a volta dos EUA, aparecendo com os embaixadores do Reino Unido e da Itália, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, e o enviado de ambição climática da ONU, Michael Bloomberg.

Biden prometeu traçar uma rota para zerar as emissões norte-americanas até 2050. Cientistas disseram que esta meta está alinhada ao que é necessário, mas também enfatizaram que as emissões mundiais precisam cair pela metade até 2030 para se evitar os impactos mais devastadores do aquecimento global.

Kerry e a conselheiro climática doméstica de Biden, Gina McCarthy, estão elaborando novos regulamentos e incentivos com o objetivo de acelerar a produção de energia limpa e a transição dos combustíveis fósseis.

Estas medidas formarão a espinha dorsal da próxima meta de redução de emissões de Washington, ou Contribuição Determinada Nacionalmente, anunciada antes de uma cúpula climática global de líderes que Biden presidirá em 22 de abril. A próxima conferência climática da ONU acontece em Glasgow em novembro.

Biden também já assinou mais de uma dúzia de decretos relacionados à mudança climática e mobilizou todas as agências federais para que ajudem a moldar a reação do governo.

Apesar do entusiasmo com a volta dos EUA às negociações mundiais, negociadores climáticos dizem que o caminho à frente não será fácil. As metas climáticas de Biden enfrentam desafios políticos nos EUA, a oposição de empresas de combustíveis fósseis e alguma preocupação de líderes estrangeiros com o vaivém norte-americano nas diretrizes para o clima.

Fonte: R7

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TECNOLOGIA: JARDINS HIDROPÔNICOS A NOVA FORMA DE CULTIVAR ALIMENTOS NOS GRANDE CENTROS

Os jardins no telhado, são a nova coqueluche nas grandes metrópoles. A solução para evitar, entre outros problemas, o trânsito pesado de caminhões no centro dessas mega-cidades. Sem falar que são produtos orgânicos, cultivados sem agrotóxicos e sem a necessidade de solo. Convido você a ler o artigo completo a seguir e se familiarizar com essa novidade tecnológica! 

A maior estufa de telhado do mundo em Montreal é tão grande quanto 3 campos de futebol – agora pode alimentar 2% da cidade

 

 

Crédito: Lufa Farms

Uma estufa no telhado em Montreal se tornou a maior de seu tipo e agora pode produzir comida suficiente para alimentar quase 2% da população da cidade, mesmo no inverno.

A jardinagem no telhado está se tornando muito popular como um meio de levar produtos de alta qualidade aos corações das grandes cidades do mundo, um método que tem a dupla vantagem de reduzir as emissões de escapamento e deterioração do transporte de alimentos, de outra forma necessário.

Lançado em 2009, Lufa Farms agora tem quatro desses jardins no telhado. A adição mais recente, construída sobre seu próprio centro de distribuição de 15.000 metros quadrados (160.000 pés quadrados), tem o tamanho de três campos de futebol e cultiva 100 variedades diferentes de frutas e vegetais usando hidroponia.

Parecendo algo saído de um episódio de Jornada nas Estrelas, os jardins hidropônicos utilizam canos nos quais as raízes da planta podem balançar livremente, e onde um banho de vapor as banha em nutrientes essenciais e água – eliminando a necessidade de solo por completo.

Embora sediada no Canadá, a Lufa Farms foi fundada em 2009 pelo libanês Mohamed Hage e sua esposa americana Lauren Rathmell de Vermont.

O porta-voz da Lufa Farms, Thibault Sorret, explica ao Phys.org que eles produzem alimentos perto de onde a maioria das pessoas vive, e de forma sustentável, que alguns especialistas acreditam ser o futuro da agricultura.

“Agora podemos alimentar quase 2% de Montreal com nossas estufas e fazendas parceiras”, diz Sorret .

 

 

“A vantagem de estar em um telhado é que você recupera muita energia da parte inferior do edifício”, acrescenta ele, observando que eles podem economizar uma quantidade significativa no aquecimento durante os invernos notoriamente frios de Quebec.

Economias também podem ser encontradas no departamento de uso de água, onde a Lufa Farms tem um sistema de coleta de água da chuva que reduz o tempo gasto com torneiras em 90%, enquanto joaninhas, vespas e abelhas trabalham em conjunto como polinizadores e controle de pragas.

Essas práticas eficientes em termos de energia e ecologicamente corretas estão no topo de um negócio lucrativo ano após ano que emprega 500 pessoas e vende cestas de produtos de $ 30 para 20.000 famílias por semana – tudo isso enquanto executa um serviço de distribuição sob a estufa que conecta fabricantes de alimentos artesanais locais que produzem coisas como massas frescas para casas de Montreal com entrega em domicílio.

É o tipo de serviço que está explodindo em popularidade tanto na indústria de restaurantes quanto de mercearia em todo o mundo, e a Lufa agora está capitalizando isso para exportar seu modelo para cidades nos Estados Unidos e Canadá. São boas notícias de comida para todos.

Fonte: Good News Network

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