OPINIÃO: APESAR DO DISCURSO DE ESTADISTA AINDA HÁ OS QUE NÃO BUSCAM SE INFORMAR NAS FONTES PRIMÁRIAS E CAEM NAS NARRATIVAS MARXISTAS

O que não foi dito sobre o discurso histórico…

Jair Bolsonaro (Reprodução)Jair Bolsonaro (Reprodução)

Apesar do histórico discurso de estadista na 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) 2021, ainda há os que não buscam nas fontes primárias (íntegra, aqui) para se informar e caem em narrativas da Direita marxista – que até isso copia de sua irmã siamesa, a esquerda!

Se você disser que foi conciso, posso concordar – afinal, ali não é palanque, não cabem discursos emocionados – mas se você ler, sem pressa, verá que cada frase contém muita informação e algumas mensagens cifradas. Pra quem entende de política, pingo é letra, taokey?

Como sempre, a esquerda esperneou – claro!

Chamou a atenção algumas coisas que foram ditas e outras que não foram, por parte da Direita marxista. Explico.

Trata-se de um público intelectualizado e, ao mesmo tempo, excessivamente emotivo por sua formação marxista, mesmo que não a percebam. Por qualquer motivo que me escapa – penso que não terem tido benesses pessoais ou tê-las perdido, pode ser uma explicação – a Direita marxista reagiu mal.

Um ex-ministro gaguejou imediatamente após o discurso, taxando-o de “tecnocrático” – o que é uma injustiça. Insisto na leitura da íntegra para fazer sua própria análise, mesmo que tenha assistido o vídeo. A rápida leitura feita pelo Presidente não permite captar tudo. É preciso refletir.

Outro ex-ministro, no período do discurso, nada comenta sobre o evento – que até a esquerda cobriu – e posta foto de si mesmo. Deslocado, enquanto todos acompanhavam o Presidente, mostra que já não é mais um apoiador e indica uma futura oposição, principalmente, se for eleito.

Na outra ponta, “ícone” da Direita marxista evita mostrar seu descontentamento, entra em modo “assopra” e desmente jornalista de esquerda, mas não faz um único elogio ao brilhante discurso!

A coisa avança para políticos caroneiros, que chegam a cortar palavras importantes do discurso, para postar nas redes e aparentar apoio, mas no fundo não concordando: falam (com reservas) o que os conservadores gostariam de ouvir. Também não merecem se reeleger.

Esse é o quadro!

Insisto na tese de que precisamos formar diretamente milhões de pessoas, mesmo a conta gotas, incentivando a pensar por si mesmas e estar atentas às coisas que são ditas ou omitas, ao excesso de emoção ou a falta dela.

São sinais que precisam ser percebidos: o tom de voz, o que está sendo dito, o que não está e até os sinais faciais! Logo vem as eleições e não podemos errar mais.

Chega de dar audiência para gente que quer apenas clientes. Eles não estão ali defendendo o Brasil! Chega de ser manipulado! Vamos às fontes e prestigiar as reais mídias conservadoras! Ler livros, refletir. Argumentar e não repetir chavões de quem nem é conservador!

É preciso reagir: pense, analise e reflita por si mesmo! Dialogue e busque a verdade. Vamos apoiar os valores defendidos pelo Presidente: Deus, Família, Liberdade, Democracia e o Povo!

A verdadeira defesa do Brasil depende de cada um de nós!

Angelo Lorenzo

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: PRUDÊNCIA DIPLOMÁTICA É O REQUISITO PARA ACOMPANHAR AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS AMERICANAS, DIZ SERGIO MORO

Caro(a) leitor(a),

Eu sempre sonhei com um presidente do Brasil que eu pudesse me orgulhar. Com cara, status, comportamento e atitudes de estadista. Alguém que respeitasse a liturgia do cargo. O único que se aproximou disso em 30 anos de redemocratização foi Fernando Henrique Cardoso, única e exclusivamente pelo fato de ser um homem culto, inteligente e polido. Infelizmente, um lobo sob pele de cordeiro. Não tem autenticidade entre o discurso e o exemplo. Infelizmente todos os outros não honraram o meu sonho e creio, o da maioria dos brasileiros que querem ver o Brasil no lugar que merece. Temos uma escassez muito grande de grandes estadistas nesse país, mas, na minha humilde opinião, atualmente existe um que preenche esses requisitos. Ele se chama Sergio Moro. É possível observar isso nos atos mais simples como o comentado no artigo a seguir e já vem acompanhado de uma comparação com o nosso presidente Jair Bolsonaro. A principal característica de um estadista é a prudência, o falar pouco e ouvir mais, a moderação e isso ele tem de sobra. Ao passo que Bolsonaro fala pelos cotovelos e está sempre dizendo o que não deve, tendo que pedir desculpas a torto e a direito. Dar oexemplo é o maior dos atributos de um líder e isso Sergio Moro tem de sobra!

Acompanhar a eleição americana requer prudência diplomática”, diz Moro

Raul Holderf Nascimento

Publicado  

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O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou há pouco que é necessário ter “prudência diplomática” para acompanhar as eleições presidenciais dos Estados Unidos.

De acordo com ele, os laços entre Brasil e EUA “transcendem relações pessoais”.

“Acompanhar a eleição norte-americana requer prudência diplomática. Não somos eleitores naquele país. Os laços entre Brasil e Estados Unidos são fraternos e transcendem relações pessoais”, escreveu.

Mais cedo, conforme registrou o Conexão Política, o presidente Jair Bolsonaro também comentou sobre a disputa nos EUA, apontando uma ‘suspeita de ingerência’ .

Na visão do chefe do Executivo, o Brasil pode sofrer ‘interferência externa’ visando as eleições 2022.

Fonte: Conexão Política

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PONTO DE VISTA: HAMILTON MOURÃO O ESTADISTA QUE FALTA AO BRASIL

Caro(a) leitor(a),

Muito oportuno o artigo do Vice-Presidente Hamilton Mourão publicado no Estadão, cuja íntegra você terá a oportunidade de ler no artigo a seguir. Quando digo que é oportuno é porque estamos muito carentes de representantes políticos a altura da envergadura e da história do Brasil. A começar pelo nosso presidente que não tem postura nem estatura para o cargo e pelo resto do país, exercendo cargos públicos, não vejo políticos com perfil de estadista como há muito tempo não temos, a exceção do nosso Vice-Presidente o General Mourão. Esse sim, tem status de estadista, visão e estatura suficientes para representar o Brasil e nos tirar dessa podridão em que estamos vivendo hoje. O homem não só é preparado, estudado, culto, poliglota como tem a maior virtude que um presidente precisa ter: falar pouco, a verdade e dizer tudo o que o povo precisa para confiar. Se você tem alguma dúvida sobre o que digo, convido a ler a íntegra do artigo escrito por ele a seguir e tire suas conclusões.

 

Mourão diz que “delinquentes” realizaram manifestações violentas nos últimos dias, critica imprensa e associação “irresponsável e desonesta” de Celso de Mello por protesto político

Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

Depois de defender que os militares eram os responsáveis por “mais uma vez” manter a estabilidade institucional do país, no domingo, dia de protestos contra e pró-governo em todo o país, o vice-presidente Hamilton Mourão chamou os manifestantes de “delinquentes ligados ao extremismo internacional”, fez críticas a um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e à imprensa ao analisar os atos do fim de semana.

Leia artigo na íntegra do Estadão:

A apresentação das últimas manifestações contrárias ao governo como democráticas constitui um abuso, por ferirem, literalmente, pessoas e o patrimônio público e privado, todos protegidos pela democracia. Imagens mostram o que delinquentes fizeram em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Registros da internet deixam claro quão umbilicalmente ligados estão ao extremismo internacional.

É um abuso esquecer quem são eles, bem como apresentá-los como contraparte dos apoiadores do governo na tentativa de transformá-los em manifestantes legítimos. Baderneiros são caso de polícia, não de política.

Portanto, não me dirijo a eles, sempre perdidos de armas na mão, os que em verdade devem ser conduzidos debaixo de vara às barras da lei. Dirijo-me aos que os usam, querendo fazê-los de arma política; aos que, por suas posições na sociedade, detêm responsabilidades institucionais.

Aonde querem chegar? A incendiar as ruas do País, como em 2013? A ensanguentá-las, como aconteceu em outros países? Isso pode servir para muita coisa, jamais para defender a democracia. E o País já aprendeu quanto custa esse erro.

A legítima defesa da democracia está fundada na prática existencial da tolerância e do diálogo. Nesse sentido, Thomas Jefferson, o defensor das liberdades que, como presidente eleito, rejuvenesceu a nascente democracia norte-americana em momento de aparente perda de seu elã igualitário, deixou-nos preciosa citação: “Toda diferença de opinião não é uma diferença de princípios”.

Uma sociedade que se organiza politicamente em Estado só pode tê-lo verdadeiramente a seu serviço se observar os princípios que regem sua vida pública. Cabe perguntar se é isso que estamos fazendo no Brasil.

É lícito usar crimes para defender a democracia? Qual ameaça às instituições no Brasil autoriza a ruptura da ordem legal e social? Por acaso se supõe que assim será feito algum tipo de justiça?

As cenas de violência, depredação e desrespeito que tomaram as manchetes e telas nestes dias não podem ser entendidas como manifestações em defesa da democracia, nem confundidas com outras legítimas, enquanto expressões de pensamento e dissenso, essenciais para o debate que a ela dá vida. Desde quando, vigendo normalmente, ela precisa ser defendida por faces mascaradas, roupas negras, palavras de ordem, barras de ferro e armas brancas?

Não é admissível que, a título de se contrapor a exageros retóricos impensadamente lançados contra as instituições do Congresso e do Supremo Tribunal Federal, assistamos a ações criminosas serem apoiadas por lideranças políticas e incensadas pela imprensa. A prosseguir a insensatez, poderá haver quem pense estar ocorrendo uma extrapolação das declarações do presidente da República ou de seus apoiadores para justificar ataques à institucionalidade do País.

Cabe ainda perguntar qual o sentido de trazer para o nosso país problemas e conflitos de outros povos e culturas. A formação da nossa sociedade, embora eivada de problemas contra os quais lutamos até hoje, marcadamente a desigualdade social e regional, não nos legou o ódio racial nem o gosto pela autocracia. Todo grande país tem seus problemas, proporcionais a seu tamanho, população, diversidade e complexidade. O Brasil também os tem, não precisa importá-los.

É forçar demais a mão associar mais um episódio de violência e racismo nos Estados Unidos à realidade brasileira. Como também tomar por modelo de protesto político a atuação de uma organização nascida do extremismo que dominou a Alemanha no pós-1.ª Guerra Mundial e a fez arrastar o mundo a outra guerra. Tal tipo de associação, praticada até por um ministro do STF no exercício do cargo, além de irresponsável, é intelectualmente desonesta.

Finalmente, é razoável comparar o regime político que se encerrou há mais de 35 anos com o momento que vivemos no País? Lendo as colunas de opinião, os comentários e até despachos de egrégias autoridades, tem-se a impressão de que sessentões e setentões nas redações e em gabinetes da República resolveram voltar aos seus anos dourados de agitação estudantil, marcados por passeatas de que eventualmente participaram e pelas barricadas em que sonharam estar.

Não há legislação de exceção em vigor no País, nem política, econômica ou social, nenhuma. As Forças Armadas, por mais malabarismo retórico que se tente, estão desvinculadas da política partidária, cumprindo rigorosamente seu papel constitucional. Militares da reserva, como cidadãos comuns, trabalham até para o governo, enquanto os da ativa se restringem a suas atividades profissionais, a serviço do Estado.

Se o País já enfrentava uma catástrofe fiscal herdada de administrações tomadas por ideologia, ineficiência e corrupção, agora, diante da social que se impôs com a pandemia, a necessidade de convergência em torno de uma agenda mínima de reformas e respostas é incomensuravelmente maior. Mas para isso é preciso refletir sobre o que está acontecendo no Brasil.

Quando a opinião se impõe aos princípios, todos perdem a razão. Em todos os sentidos.

Antonio Hamilton Martins Mourão – vice presidente da República

Fonte: Blog do BG

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