RESUMO DA SEMANA: BOLSONARO COM CORONAVÍRUS, AÇÃO DO FACEBOOK, QUEIROZ NA PRISÃO DOMICILIAR

Neste domingo você vai ficar em dia com os fatos políticos da semana aqui na coluna RESUMO DA SEMANA. Aqui você vai ver BOLSONARO COM CORONAVÍRUS, AÇÃO DO FACEBOOK, QUEIROZ NA PRISÃO DOMICILIAR e muito mais, sob o comando de Vitor Brown da Jovem Pan.

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RESUMO DA SEMANA: SERRA DENUNCIADO, PL DAS FAKE NEWS, DEMISSÃO DE DECOTELLI

Domingo é dia de RESUMO DA SEMANA sob o comando especial de Lívia Fernanda com tudo que foi notícia e rolou na política nacional ao longo desta semana, desde a denúncia contra José Serra até a demissão de Decotelli. Então prepare-se, acomode-se na poltrona e atualize-se!

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OPINIÃO: A VISÃO DE DELTAN DALLAGNOL SOBRE A PROVÁVEL INTERFERÊNCIA DE BOLSNARO NA PF

Caro(a) leitor(a),

No programa Pânico desta quinta-feira perguntaram ao Procurador Deltan Dallagnol se Bolsonaro interferiu na PF. Apesar de não ser uma pergunta fácil para alguém na posição dele responder a resposta foi muito inteligente, mais do que satisfatória e deixa muito claro a ingerência e inércia do presidente sobre as ações contra a corrupção que foram amplamente prometidas durante sua campanha eleitoral. Assista ao vídeo completo a seguir, analise e tire suas conclusões!

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RESUMO DA SEMANA: MORAES SOLTA SARA WINTER, NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO E HC DE FLÁVIO BOLSONARO

Domingo é dia de se atualizar com as notícias da semana na nossa coluna RESUMO DA SEMANA, vendo tudo que foi notícia na política nacional, sob o comando de Vitor Brown no programa Semana da Pan. Então prepare a pipoca, acomode-se na sua poltrona e se atualize!

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RESUMO DA SEMANA: STF MANTÉM INQUÉRITO DAS FAKE NEWS, QUEIROZ PRESO E WEINTRAUB FORA DO MEC

Domingo é dia de se atualizar com as notícias da semana na nossa coluna RESUMO DA SEMANA, vendo tudo que foi notícia na política nacional, sob o comando de Vitor Brown no programa Semana da Pan. Então prepare a pipoca, acomode-se na sua poltrona e se atualize!

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AUTOCONHECIMENTO: EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO -2ª PARTE

O destaque deste sábado na nossa coluna AUTOCONHECIMENTO é a 2ª parte da entrevista super esclarecedora com Wagner Borges, destacado pesquisador de Projeciologia e Bioenergia, conferencista, escritor de diversos livros de cunho espiritual e fundador do IPPB (Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas), de São Paulo, a respeito do abrangente tema do autoconhecimento, que propõe o caminho do raciocínio não dogmático e com liberdade de pensamento.

EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO – 2ª Parte*

1710 em busca do autoconhecimento 2 parte
EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO – 2ª Parte*
Entrevista publicada na Revista Espiritismo & Ciência – Número 33 – Páginas 28-33; Ano de 2005 – Mythos Editora.

Leia a segunda parte da entrevista com Wagner Borges a respeito do autoconhecimento, propondo o caminho do raciocínio não dogmático e com liberdade de pensamento.

– Qual a contribuição dada pelo Espiritismo no campo do esclarecimento e auxílio ao autoconhecimento?
Wagner Borges – O grande mérito do Espiritismo, na minha opinião como um estudioso de diversos tipos de segmentos, foi ter arrombado o segredo e trazido para um nível popular aquilo que antes era só dos iniciados.
O Espiritismo permitiu à população conhecer a reencarnação e a vida após a morte. Se ele não tivesse surgido como uma doutrina aberta, pública, esses conhecimentos até hoje seriam esotéricos, fechados dentro de grupos, que também são muito bons; porém, a população somente teria acesso por processos iniciáticos. Então, nesse caso, o Espiritismo trouxe a abertura de informações.
Uma outra coisa boa é que quem segue o Espiritismo não precisa passar por nenhum grau iniciático para galgar as informações; tudo está em aberto. Se as pessoas quiserem percorrer esse caminho, poderão crescer muito; esse é o grande aporte do Espiritismo.
Não podemos esquecer também que, para as mulheres, existe a mesma possibilidade de estudo que para os homens, o que mostra o caráter aberto do Espiritismo.
Só precisamos ficar bem atentos ao seguinte ponto: Como no Brasil o Espiritismo se propagou muito, o movimento espírita nem sempre tem ido ao encontro do trabalho de Allan Kardec. Ele nos deixou ideias que precisam estar em constante construção (como o crescimento de um prédio). Os alicerces e fundamentos foram fincados por Kardec, para que esse prédio fosse sendo construído sempre. Mas parece que, em certos pontos, parou no segundo ou terceiro andar e não se consegue sair dali.
Isso não é uma crítica ao Espiritismo, mas ao movimento espírita brasileiro, que o deixou muito preso ao Evangelho. Que me desculpem se eu fizer uma brincadeira, mas se diz nos bastidores que não é mais o Evangelho Segundo o Espiritismo, é o “Espiritismo Segundo o Evangelho”.
Estou dizendo isso porque, em alguns lugares, presenciei o cancelamento de reuniões de desobsessão, que foram substituídas por evangelização. A sessão mediúnica numa casa é uma coisa básica: os espíritos precisam da manifestação; caso contrário, não é uma sessão espírita.
Não são todos os grupos, mas existem alguns que encamparam o Evangelho de tal maneira que se esqueceram dos próprios espíritos. Não é um contrassenso um católico gostar mais da missa do que de Jesus? Da mesma forma, é um contrassenso um espírita gostar mais do Evangelho que dos espíritos. Desse modo, deixa de ser Espiritismo para ser evangelismo.
 Na obra do Kardec, o primeiro livro é O Livro dos Espíritos. No Brasil, o Evangelho pegou mais porque o brasileiro tem essa tendência.
O que eu quero dizer é que precisamos injetar um pouco mais de esclarecimento. Não tenho nada contra o Evangelho, que é maravilhoso, mas só evangelizar não significa esclarecer.
Vou dar o meu exemplo, para ficar mais claro. Quando era jovem, eu chegava aos centros espíritas porque eu tinha minhas saídas do corpo, e aí ouvia: “Ah, meu filho, você precisa ler o Evangelho”. Ora, no Evangelho não tem nada esclarecendo as saídas do corpo, e não me ajudou em nada. Como se quisessem me dizer que, com a leitura do Evangelho, as saídas do corpo cessariam. Um médium, para ser esclarecido, tem de ler O Livro dos Médiuns, além de outros livros de Kardec, incluindo livros de outras fontes.
Sou um grande admirador do trabalho de Allan Kardec e, por isso, me sinto à vontade para fazer essas colocações que, como eu disse anteriormente, não são sobre o Espiritismo.
Precisamos nos libertar do dogmatismo religioso, pois é ele que nos leva ao conservadorismo, como já ocorreu antes com outros segmentos religiosos e doutrinários.
Para finalizar, quando me referi ao Evangelho, não fiz críticas a Jesus, porque ele é fantástico. Porém, quero lembrar que, além dele, temos Krishna, Buda, Maomé e outros, que não podem ser esquecidos.
– Costumamos compreender bem mais as necessidades ligadas aos nossos cinco sentidos. Porém, muitas vezes, a intuição é pouco observada ou percebida. Poderia nos falar um pouco sobre esse assunto e até exemplificar com alguma experiência pessoal?
Wagner Borges – Inicialmente, precisamos separar a intuição anímica ou pessoal de uma inspiração vinda do mentor espiritual. A intuição anímica é uma capacidade que até os animais possuem; no nosso caso, enquanto espíritos que somos, também a possuímos, e é algo independente do auxílio espiritual do mentor.
Já na inspiração, ocorre a interferência mediúnica, um processo bastante sutil que, na verdade pode até ser confundido como uma ideia inteiramente da própria pessoa.
Independentemente da origem de uma ideia – se ela veio de dentro ou de fora – precisamos aprender a percebê-la, pois, com essa percepção, podemos mudar situações e acontecimentos de acordo com o que ela esteja nos apresentando.
Existem situações em que afirmamos: “Puxa, segui a minha intuição e quebrei a cara”. Normalmente, essa não era, na verdade, uma intuição. Quando ficamos um mês pensando em como vamos resolver um assunto, ele pode ter se tornado uma questão revestida pela razão, pelo intelecto.
Costumo brincar com isso dizendo que o pensamento “vai no varejo”, e a intuição “vai no atacado”, porque é em bloco que se processa a ideia.
Conforme podemos perceber, a intuição percorre um caminho que sempre irá beneficiar o seu progresso, mas se revestirmos de razão e pensamento, distorceremos a intuição e, às vezes, até a culparemos caso alguma coisa tenha dado errado.
A intuição sempre está certa; é o pensamento que estraga tudo. Interpretar a intuição é o que gera a distorção. O que se deve fazer é ouvir a intuição com o coração aberto, para que, ao recebê-la, a pessoa possa saber que é aquilo.
– Por que as pessoas não escutam a intuição?
Wagner Borges – Porque elas estão sempre com os sentidos voltados para fora, como já dizia o Buda. A maioria das pessoas está sempre mergulhada nos cinco sentidos, que trazem as informações de fora. Com isso, não há tempo de elas mergulharem num sexto ou sétimo sentido, que é onde vai “cair a ficha” da intuição.
Quando estamos voltados para os cinco sentidos, a intuição até aparece, mas a pessoa não a escuta porque o ruído sensorial desses sentidos a leva para fora, e ela não para – e, por isso, nada percebe. Uma pessoa, por exemplo, que passa o dia todo olhando para isso e aquilo e só fecha os olhos para dormir; ao fechar os olhos na tela mental, ficam milhões de ideias ou imagens “pululando” enquanto ela cai no sono.
Aí fica a sugestão: que tal tirar uns quinze minutos todo dia para fechar os olhos sem ser para dormir? E para que isso? Porque, após mais ou menos uns três meses, se essa pessoa se acostumar a fazer essa prática todos os dias, talvez “caia uma ficha”, uma intuição, nesses minutinhos em que se propôs a fazer uma “pausa interior”.
Essa é uma prática tão simples que pode ser feita até no chuveiro, após um dia de trabalho. São apenas quinze minutos de silêncio e olhos fechados, nos quais a pessoa se dedica a “baixar os e-mails” do plano espiritual.
O silêncio interior é fundamental na vida das pessoas; não dá para fechar os olhos só na hora de dormir. Quando nossa mente se acostuma, depois de um tempo aprende que é possível captar esse algo a mais que a vida nos proporciona, e que não percebemos apenas por falta de treino.
Outra importante observação a fazer, também relacionada à intuição, é que, ao sairmos do corpo físico durante o sono, muitas vezes conversamos com o mentor espiritual; porém, ao acordarmos, não nos lembramos de nada. Tudo o que acontece durante esses encontros fica registrado e, às vezes, surge no decorrer do dia na forma de intuição. Todos nós possuímos esse mecanismo.
O que é bom sempre deixar claro é que nenhum mentor diz o que a pessoa deve fazer, porque a vida carnal é uma experiência. Se ele nos dissesse o que fazer, equivaleria à situação em que o professor, no dia de uma prova, dá a cola ao aluno. Na verdade, ele nos auxilia dando ânimo e força para superar alguma dificuldade e, no máximo, uma pista a partir da qual podemos observar determinados pontos com mais profundidade. As dicas são para que se possa correr atrás da resolução daquela prova.
Ao longo de minha vida, tive muitas experiências intuitivas, tanto anímicas quanto mediúnicas, e que me fizeram mudar uma decisão na última hora. Quantas vezes já me aconteceu de lembrar, logo ao voltar para o corpo físico, que alguém me havia dito alguma coisa importante, mas absolutamente não conseguia saber o que era. Ao longo do dia, de repente, aquela lembrança vinha num estalo e, em muitas situações me afastou de problemas sérios.
Uma delas, por exemplo, ocorreu quando estava caminhando e fui desviado de entrar numa rua, virando inadvertidamente para outra; um minuto depois, escutei um tiroteio. Soube que morreram dois transeuntes.
Outro fato bastante interessante que também ocorreu comigo foi quando entrei num mercadinho para fazer compras sem que precisasse; de repente, me deu vontade de entrar no mercado, e não tive dúvida: entrei. O mais engraçado é que, depois, eu parecia um zumbi; estava totalmente aéreo, porque não tinha motivo para entrar lá. Como eu moro sozinho, estou acostumado a comer coisas como miojo; peguei alguns e mais umas coisinhas, mas não sabia o porquê de estar ali. Simplesmente segui a minha intuição. Fiquei no supermercado um bom tempo e só quando fui para a fila do caixa é que eu entendi o que estava fazendo lá. Uma senhora de bastante idade se aproximou de mim, muito magra, quase sem carga vital; com uma mancha escura acima do chacra no alto da cabeça – o coronário. O que queria me mostrar aquela situação? Em pouco tempo, aquela senhora iria desencarnar; sua vida estava se esgotando. Quando seu olhar cruzou com o meu, percebi nitidamente que havia sido levado àquele mercado pelos mentores extrafísicos, para que eles pudessem puxar minhas energias e energizá-la um pouco até o seu desencarne.
Nem eu nem ela sabíamos o que estava acontecendo. Somente o olhar dela dizia tudo e, de mim, saía ectoplasma, bocejos, lágrimas dos olhos, como numa sessão mediúnica. É claro que ninguém no supermercado percebeu; apenas eu e os amparadores espirituais. Um deles me fez um sinal, como se estivesse me agradecendo, e aí entendi que tanto eu quanto aquela senhora havíamos sido levados até lá, por eles, para essa tarefa. Não há nada que possamos intuir que Deus já não tenha intuído há muito tempo. Com isso, não há nada que seja original; o “direito autoral” é sempre do Criador.
Nossa vontade, porém, é soberana, anímica; quando decidimos algo, realmente sonos nós que decidimos.
– Sabemos que os espíritos mais elevados possuem uma energia mais pura e sutil. Sendo assim, se buscarmos a evolução espiritual pela lógica, deveremos sutilizar nosso campo energético. Como podemos atingir essa mudança?
Wagner Borges – Se a nossa aura reflete o que pensamos e sentimos, é claro que pensamentos e sentimentos mais nobres já purificam e sutilizam a aura. Estamos aqui falando de energia.
Então, seguindo o que Jesus nos recomendou: “Orai e vigiai”; o orar não significa fazer todo dia dez salmos 23, ou rezar cinco Ave-Marias e cinco Pais-Nossos.
Precisamos entender o ato de orar como uma conexão com algo superior. E o que seria esse “algo superior”? Aí depende, porque, para um cristão, é Jesus; para um budista é o Buda; para um islâmico, é Maomé; para o chinês, é Lao-Tsé; e para o hindu é Krishna.
Cada uma dessas referências é superior e pode ser usada como melhor convier às pessoas. E quem não tem referência alguma? Pense no sol, no universo ou em algo grandioso da criação, para poder se ligar com algo maior.
Esse é um trabalho a ser feito e que levará muitas vidas, porque o pensamento e o sentimento não melhoram de repente. O “vigiai”, ao qual Jesus se referia, não é vigiar a vida alheia, e sim vigiar os próprios pensamentos e sentimentos; é autopoliciamento.
Em ralação a essa questão, estudando a sabedoria dos celtas, aprendi que, quando fazemos o policiamento mental, estamos fazendo a ronda, sozinhos. Por isso é tão difícil; porque dá trabalho policiar a própria mente.
Já que citei os celtas, é bom lembrar que Allan Kardec é um pseudônimo celta, passado pelos espíritos. Eles esclareceram ao próprio Kardec que, em vidas anteriores, ele foi um sacerdote druida, do povo celta, e que seu nome era Allan Kardec.
Muitos espíritas não sabem disso. O povo celta acreditava na vida após a morte e em reencarnação, e essa herança foi trazida pelo próprio Kardec, que se preparou antes no mundo celta para depois reencarnar na França, como organizador e codificador do Espiritismo.
– No que consiste o despertar consciencial?
Wagner Borges  Essa pergunta é meio difícil de responder, mas posso dizer o seguinte: o despertar de uma consciência é como o nascer do sol; não faz barulho algum. Não escutamos o som do nascer do sol, como também não conseguimos escutar o som do despertar de uma consciência.
Nesse plano físico, ninguém vai perceber um acontecimento desse tipo, mas em outros planos, vão perceber que a sua luz aumentou, é como uma supernova consciencial (um termo que certa vez um mentor espiritual usou para me explicar que uma consciência despertou, e não é mais aquela “coisinha”; é uma explosão de luz, um acontecimento magnífico).
Não há um valor no plano físico para mensurar o nível de despertar de um outro ser humano, porque os valores que cada um de nós tem são sempre relativos. Aqui na terra podemos observar que o que é valioso para uma cultura pode não ser tão importante para outra; o que é moral numa cultura, pode ser imoral em outra. De uma coisa podemos ter certeza: o despertar da consciência traz sempre a maturidade, e não é a maturidade relacionada à idade, mas sim a maturidade espiritual, aquela que não abafa a criança interior, porque ela é riso, é dança, é alegria.
Quem é maduro permite-se rir, cantar, ser artista e fluir na vida, sem travas nem repressões. O despertar começa a surgir principalmente na parte emocional. O equilíbrio emocional é fundamental para a conquista da serenidade. A serenidade, junto ao amor profundo, desperta o chacra do coração.
Não disse que era uma resposta difícil? O despertar do chacra do coração, por exemplo. Vou explicar e tentar passar o que aconteceu comigo mesmo; é um estado de consciência e de alegria perene. Nós nos tornamos uma pessoa alegre, mesmo que estejam rolando coisas difíceis em nossa vida. A predisposição é de alegria e independe de tragédias ou coisas boas que estejam acontecendo. É um estado íntimo que não se sabe de onde vem.
Parece que acessamos, como espíritos, um certo nível que não nos permite mais cair numa tristeza, mesmo que tudo em volta de nós possa motivar isso. Uma paz interior toma conta de nós. Talvez seja aquela à qual Jesus se referiu quando disse: “Minha paz não é desse mundo”.
A paz deste mundo em que vivemos é um intervalo entre guerras. Quando afirmamos que estamos em tempo de paz é porque não estamos em guerra.
Jesus falava da paz que vem de dentro, e aí fica a pergunta: Mas de onde vem isso? Não sabemos dizer; foi um véu que se desvaneceu, uma sombra que saiu do seu coração e que se tornou de ouro. É uma virada em nossa vida e não há treino para isso. Simplesmente acontece, após os esforços que vêm sendo feitos na vida. Quando esse sentimento se abre, você é possuído pelo próprio coração. Eu não estou falando de uma forma romântica ou piegas, não. Somos realmente possuídos por uma profundidade de coração. Ficamos generosos, não conseguimos mais acumular ódio.
Com a mágoa acontece a mesma coisa: ficamos aborrecidos naquele momento em que nos fazem algo, mas dali a pouco, já passou. Esse sentimento de despertar também tem a ver com nossa meta existencial, porque quando nos sentimos encaixados com nossa meta de existência, nós nos sentimos completos, plenos.
Por exemplo, eu me sinto muito completo porque eu trabalho naquilo que eu gosto e faço coisas que me realizam na parte espiritual. Não sou um missionário, mas sei que vim fazer isso; sou apenas um ser humano. Tenho defeitos, mas sei que também possuo essa coisa boa, que é passar para as pessoas certos conhecimentos, e isso me deixa feliz e pleno.
Cada pessoa – quando exerce o talento que veio realizar, independentemente de família, de estar casado ou solteiro – na China, no Brasil ou em qualquer lugar – sente que é ela mesma. O médico que veio para exercer a medicina só irá se realizar se for médico. Com um artista, a mesma coisa; um músico, um engenheiro. As pessoas vêm com talentos e são treinadas, talvez como espíritos, e se elas se desviarem desse talento, sofrem e não se encontram.
Há um desencontro dentro delas mesmas. A mesma coisa acontece num relacionamento afetivo. Às vezes, só para não termos de ficar sozinhos ou por medo, ocupamos o espaço vazio com alguma outra pessoa. Não é horrível? As pessoas encontram muitas formas para ocupar o espaço vazio de suas vidas e se desviar do que vieram fazer, mas nunca estarão plenas nem felizes enquanto adiarem.
– Muitas vezes, não é fácil encontrar respostas para nossas dúvidas existenciais, e precisamos de facilitadores, ou mesmo de ajuda terapêutica ou psicológica. Com sua vasta experiência como estudioso, pesquisador, escritor e facilitador das questões espirituais, quais são, na sua opinião, as práticas mais eficazes no processo de autoconhecimento espiritual?
Wagner Borges – Sem dúvida alguma é a meditação. Ela é fundamental porque funciona como autoterapia e é a mais profunda que existe, pois permite o encontro consigo mesmo.
Sinto muita pena do pessoal que pensa que meditação é algo oriental e não se permite fazer. A meditação é um mergulho dentro de si mesmo, no qual a pessoa pode se autoconhecer, estabilizar-se por dentro, sentir-se melhor.
O erro que muitos orientais cometeram foi o excesso, porque na meditação eles foram tão para dentro de si que esqueceram a vida de fora. Já os ocidentais ficam tão “para fora” de si, que se esquecem que têm um mundo dentro deles.
O ideal é sempre o equilíbrio. Quando meditamos, ficamos mais serenos, mais alinhados, e podemos enfrentar o mundo com um coração mais cheio de luz. Porém há pessoas que chegaram a um tal ponto que se sentem perdidas e precisam de apoio psicológico. Nesses casos, concordo que realmente precisa haver um acompanhamento, mas existe muita gente que está sendo “terapeutizada” em excesso e que poderia, por uma via espiritual, ter encontrado seu equilíbrio. Conheço tantos médiuns que estão com a mediunidade aflorada e tratando isso como distúrbio psicológico. Mas é, na verdade, mediunidade! Se estivessem cuidando de sua mediunidade, estariam bem e se sentindo plenos.
Também há o contrário acontecendo por aí, nos centros espíritas e outras casas em que as pessoas com distúrbios psicológicos estão sendo tratadas como médiuns. É preciso haver um bom senso para saber o que é mediunidade e o que é esquizofrenia. Logicamente, aquelas pessoas que já se encontraram consigo mesmas podem descobrir outras ferramentas e, através delas, evoluir. Não estou, de modo algum, tirando o valor de uma terapia. Cada caso é um caso.
– Notas:
* A primeira parte da entrevista foi postada como texto 1709.
Fonte: IPPB
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APESAR DE NÚMEROS APONTAREM O CONTRÁRIO BRAGA NETTO DIZ QUE COVID-19 ESTÁ GERENCIADA

Em dia de recorde de casos, Braga Netto diz que Covid-19 está ‘gerenciada’

Rodrigo Viga Gaier, da Reuters

16 de junho de 2020 às 20:04

A crise provocada pela pandemia da Covid-19 está gerenciada no país, afirmou nesta terça-feira o ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, no mesmo dia em que o Brasil teve novo recorde no número de casos registrados de coronavírus em 24 horas e se aproximou da marca de 1 milhão de infectados.

“Existe a crise, nós nos solidarizamos com as famílias enlutadas, mas ela está gerenciada”, afirmou o ministro durante webinar realizado pela Associação Comercial do Rio de Janeiro.

Braga Netto apresentou um quadro com números de casos de Covid-19 e óbitos por 1 milhão de habitantes em diversos países, colocando o Brasil em uma posição melhor do que Bélgica, Espanha, Reino Unido, Itália e França, por exemplo.

Esses países, no entanto, já passaram pelo pico da pandemia, enquanto o Brasil registrou nesta terça-feira mais 34.918 infecções nas últimas 24 horas –um novo recorde diário–, o que eleva o total no país para 923.189 casos.

Em números absolutos, o Brasil é o segundo país do mundo com mais mortes e casos de Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos.

“Os números não estão maquiados e são dados oficiais… estou querendo levar uma mensagem de otimismo no gerenciamento da crise”, afirmou o ministro da Casa Civil.

Braga Netto acrescentou que a escassez de respiradores para tratar pacientes da Covid-19 se estabilizou e o governo já pensa no que fazer com os ventiladores mecânicos após a pandemia.

“A situação de respirador estabilizou porque a nossa indústria começou a produzir respirador, e nós já estamos preocupados no que vamos fazer com os respiradores quando a situação melhorar”, disse.

Fonte: CNN
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ENTREVISTA: IVÁN DUQUE PRESIDENTE DA COLÔMBIA DEFENDE SUA GESTÃO DA CRISE E DIZ QUE PODEMOS TIRAR LIÇÕES PAR UM MUNDO MAIS SUSTENTÁVEL

Iván Duque: “A Colômbia não participa de teatrinhos e pantomimas na Venezuela”

Presidente da Colômbia defende sua gestão da crise do coronavírus, nega que exista um dilema entre saúde e economia e acha que a emergência pode se transformar em uma oportunidade para “ter um mundo mais sustentável”

FRANCESCO MANETTO

Cidade Do México – 14 JUN 2020 – 17:22 BRT

Iván Duque en la Casa de Nariño durante una entrevista con EL PAÍS, este jueves.Iván Duque en la Casa de Nariño durante una entrevista con EL PAÍS, este jueves.

Iván Duque está há dois meses e meio realizando um programa de televisão em que, todas as tardes, informa sobre a incidência do coronavírus e as medidas adotadas por seu Governo. O presidente da Colômbia foi um dos primeiros da região a tomar decisões drásticas para tentar conter a propagação da pandemia. No final de março fechou as fronteiras e decretou rígida quarentena, que ainda não acabou apesar da reativação de alguns setores. O país, com aproximadamente 50 milhões de habitantes, registrou 45.000 contágios e quase 1.500 mortes. Duque (Bogotá, 1976) se mostra otimista diante das perspectivas de recuperação econômica e acha que a covid-19 pode se transformar em uma oportunidade para melhorar.

Nesta entrevista com o EL PAÍS, realizada na quinta-feira por videoconferência, o mandatário ressalta os pacotes de ajudas sociais aprovados, fala da imigração venezuelana e da grave crise pela qual o país vizinho atravessa e afirma que sua Administração não deixou de atender às outras urgências do país, que acaba de sair de uma guerra com as FARC e onde os assassinatos de líderes sociais não cessam. E se pronuncia sobre o escândalo de espionagem descoberto dentro do Exército, pelo qual por enquanto foram afastados vários oficiais e que motivou a abertura de uma indagação preliminar da Suprema Corte ao ex-presidente Álvaro Uribe. A conversa ocorreu antes de se saber que sua número dois, a vice-presidenta Marta Lucía Ramírez, atuou há 23 anos como fiadora de seu irmão, condenado por tráfico de drogas nos Estados Unidos. Duque a defendeu publicamente.

Pergunta. O senhor disse que ninguém sabe quanto tempo irá durar o coronavírus, mas que tem certeza de que as sociedades devem ser melhores. A que se refere com isso?

Resposta. Acredito genuinamente que a mãe terra está falando conosco, a humanidade está falando conosco, a sociedade está falando conosco. Esse tempo de tantas reflexões nos permitiu valorizar mais do que nunca o meio ambiente, a importância do setor da saúde, de todos os seus profissionais, o papel de nossos camponeses, os que produzem os alimentos das redes de abastecimento. Também nos permitiu refletir sobre nossa proximidade com os seres mais queridos, entender quantas conquistas poderíamos realizar com a virtualidade, com a tecnologia. Todo esse processo precisa nos servir para acelerar a história e acelerá-la para o bem, para que tenhamos um mundo mais sustentável, que motive muito mais o uso da tecnologia, no qual entendemos que também podemos ter mais qualidade de vida sem perder produtividade, trabalhando em casa, ficando mais tempo com nossos filhos.

P. Em que fase a Colômbia está nesse momento? Ainda que o país tenha contido o avanço da covid, dentro da região, a curva continua aumentando.

R. É importante olhar em termos de dias. Nós temos uma taxa de contágios por milhão de habitantes que é muito inferior à de muitos países da Europa e da América Latina, quando verificamos o número de mortes por milhão de habitantes também temos números que estão muito abaixo. Quanto maior a quantidade de testes feitos, maior a quantidade de casos, mas o que é interessante é a positividade. A Colômbia tem uma positividade que está abaixo de 10% e a letalidade, em uma taxa de 3%. Isso não é uma concorrência entre países, mas nos permite ver como está o desempenho.

P. A ocupação das UTIs ainda é relativamente baixa, em Bogotá está pouco acima de 50%, mas há locais, principalmente na região amazônica, que não conseguem lidar com a emergência sanitária. O sistema de saúde tem recursos suficientes para enfrentar a fase mais dura da pandemia?

R. Nenhum sistema de saúde do mundo está preparado para um crescimento exponencial de uma pandemia. Na Espanha foi preciso tomar medidas muito difíceis, drásticas. Sabemos que a pandemia virá, os casos aparecerão e sabemos que pessoas infelizmente irão falecer, mas o ponto é levar a uma situação em que não seja exponencial. A Colômbia chegou a essa pandemia com mais de 5.400 vagas de UTI. Além disso foi feita uma expansão natural de unidades de cuidados intermediários a UTIs que nos deixou com 6.300 no total, separando por volta de 3.000 para enfrentar a covid e nas próximas oito semanas devemos contar com aproximadamente 3.000 respiradores a mais. É sempre bom dimensionar: um país como a Holanda tinha 1.100 vagas de UTI, o Peru tinha menos de 1.000, o Chile tinha por volta de 1.300. Bogotá tem aproximadamente 1.000. Claro, tínhamos regiões vulneráveis, mas ainda assim enviamos 92 respiradores ao território colombiano. Continuamos ampliando a capacidade e fazendo medidas de cerco epidemiológico onde for preciso.

P. Como a sociedade colombiana se comportou?

R. Acho que foi um bom comportamento. Tive conversas muito boas com meu amigo, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez. Há aproximadamente quatro ou cinco semanas compartilhamos experiências e dissemos que nossas sociedades, que são latinas, não podem ser comparadas com a disciplina que as sociedades asiáticas podem ter, que estão relativamente acostumadas a enfrentar surtos de vírus respiratórios e têm uma longa tradição de disciplina social, de distanciamento, até mesmo nas práticas de cumprimento. O grande desafio que temos é como adaptar essa nossa cultura, latina, mais festiva, mais calorosa, a um momento em que esse distanciamento físico e o uso da máscara são os protocolos que nos ajudam a salvar vidas.

P. Enquanto isso, na Colômbia surgiram várias denúncias de corrupção por parte dos órgãos de controle, se registrou um aumento importante dos assassinatos dos líderes sociais —53% nos primeiros quatro meses do ano, de acordo com a Fundação Ideias para a Paz— e há preocupação pela aplicação dos acordos com as FARC.

R. Aqui nós enfrentamos a pandemia, mas não deixamos de cumprir com nossos objetivos e planos de Governo. O isolamento naturalmente muda comportamentos, mas nós vínhamos entre janeiro e março em um ritmo decrescente de criminalidade. O ano passado acabou com uma das taxas de homicídios mais baixas em mais de 40 anos. E a questão dos líderes sociais me preocupa muito, disse desde o dia de minha posse. Quem está matando os líderes sociais? O narcotráfico, o garimpo ilegal, os grupos armados organizados que querem continuar nutrindo-se desses negócios ilícitos. No ano passado fechamos com uma redução em assassinatos de líderes sociais. Eu não posso ficar contente com isso, é preciso reduzir a zero. Como? Enfrentando essas estruturas, realizando as mudanças sociais nas regiões. Em meio a essa pandemia fizemos a maior entrega maciça de escrituras de terras já realizada no país, mais de 5.000. E em outras frentes, em meio a essa pandemia tomamos decisões em termos de transparência, acompanhamento, dos sistemas de informação de compras públicos para que possa ser feito um escrutínio por parte da população e dos órgãos de controle do gasto público.

P. Agora o país se encontra em uma nova fase de reativação. Qual é sua filosofia ao sopesar a necessidade de proteção e reativação?

R. Acho que as brigas da velha política fazem muito mal ao manejo da pandemia. Vejo e analiso tal situação no contexto da Europa, em alguns países onde em meio a essa situação o que se viu foi um confronto quase fratricida do ponto de vista verbal entre opositores e governantes, em que se apela muito à discussão do falso dilema entre a economia e a saúde. Para mim não há um dilema entre a saúde e a economia, e não vamos falar só de economia, falemos de desenvolvimento humano, social. Sem boa saúde não temos boa economia e bom desenvolvimento social, e sem desenvolvimento social e econômico não temos boa saúde. As duas coisas andam juntas. Quando alguns tentaram colocar a discussão de que os isolamentos preventivos são assassinos da economia, a resposta é muito evidente. Países que sequer abordaram essas medidas também tiveram quedas econômicas iguais e piores do que os que tomaram decisões responsáveis. Claro que isso traz consequências econômicas duras. Mas aí também está a resposta, criamos um programa de transferências de renda a quase 2,7 milhões de famílias vulneráveis por vários meses. 276.000 jovens vulneráveis, 1,7 milhão de idosos em condição de vulnerabilidade, a devolução do IVA (imposto sobre mercadorias) a um milhão de famílias, criamos um programa de renda solidária que chega a mais de três milhões que nunca tiveram um subsídio do Estado, subsidiar 40% do salário mínimo aos trabalhadores formais das empresas que tiveram mais de 20% de seu faturamento afetado durante quatro meses…

P. E qual é o balanço das perdas que a Colômbia enfrentou e quais são as perspectivas?

R. A Colômbia fechou 2019 com um crescimento acima de 3% da média mundial, da OCDE, regional, e nos dois primeiros meses do ano a economia estava funcionando em um ritmo muito bom que nos deixava crescendo em média acima de 4%. Veio o primeiro choque no final de março. E quando se olha o balanço do primeiro trimestre do ano, a economia colombiana cresceu 1,1%. Vem aí um segundo trimestre, que é um grande desafio, porque tomamos medidas draconiana necessárias. Eu acho que a América Latina mostrará um caminho de recuperação talvez um pouco mais rápido e já vemos que as perspectivas sobre a Colômbia em relação, principalmente, ao ano de 2021 é que teremos uma economia que irá crescer acima de 3% aproximadamente.

P. Como a presença de quase dois milhões de venezuelanos repercutiu na Colômbia?

R. A Venezuela vive uma catástrofe, uma tragédia humanitária, econômica, social, produto de uma ditadura inclemente. E por isso mais de cinco milhões de irmãos venezuelanos saíram, a segunda maior crise depois da Síria. Nós temos aproximadamente 1,8 milhão de imigrantes. Alguns, muito poucos, retornaram. Proporcionalmente estamos falando de quase 3% da população colombiana. Além disso temos uma situação em que a precariedade dos sistemas de saúde da Venezuela representa um risco. Por isso comemoro que o Governo espanhol, o titular das Relações Exteriores da UE, Josep Borrell, a OEA, a ONU, o Banco Mundial, o BID, Canadá, Prosur, tenhamos participado de uma mesa de doadores para mobilizar recursos, mas, é preciso dizer, tardia, porque esse é um problema que vem sendo incubado há tempos e é uma bomba relógio. Aqui não podemos continuar falando e falando. As grandes tarefas que a Venezuela necessita são quatro: o fim da usurpação e o fim da ditadura, o Governo de transição com participação ampla, convocação de eleições livres e um plano de reconstrução.

P. Essa é a agenda de Juan Guaidó, mas que perspectivas o senhor tem sobre a saída da crise? Há um mês houve uma tentativa de incursão marítima que, com certeza, de acordo com diversas fontes, foi orquestrada na Colômbia.

R. Isso não foi nenhuma incursão. Foi uma pantomima, um teatrinho, e a Colômbia não participou disso, porque a Colômbia não participa de pantomimas e teatrinhos. Como presidente da Colômbia, sempre disse o que devo dizer contra a ditadura da Venezuela em plena luz do dia, sem subterfúgios, e nunca deixarei de fazê-lo, nós somos signatários da carta democrática interamericana. Nós temos claro que o processo de transformação da Venezuela é necessário, por isso digo fim da usurpação. Que tenhamos um Governo de transição com ampla representação, todos devem estar, é preciso existir uma convocação de eleições e um plano de reconstrução.

P. Há um mês também foi descoberta uma rede de escutas do Exército que chegou ao gabinete de seu ex-secretário. Em que fase está a investigação?

R. Nenhum membro da Força Pública pode cometer atos contrários à lei e à Constituição. Eu disse isso no primeiro dia em que cheguei à presidência da República e disse que aqui há tolerância zero. Seremos implacáveis contra os responsáveis. E de fato, nos depoimentos divulgados há dossiês de pessoas próximas a mim, do secretário-geral da presidência à época, a uma porta do meu gabinete, mas também de jornalistas e de outras pessoas. Todos devem ser repudiados e dissemos que as investigações avançaram no plano que nos corresponde, no administrativo, em fazer toda a apuração necessária e em acompanhar as autoridades judiciais para que existam punições exemplares.

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AUTOCONHECIMENTO: EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO – 1ª PARTE

O destaque desta segunda-feira na nossa coluna AUTOCONHECIMENTO é uma entrevista super esclarecedora com Wagner Borges a respeito do abrangente tema do autoconhecimento, que propõe o caminho do raciocínio não dogmático e com liberdade de pensamento.

Wagner Borges é um destacado pesquisador de Projeciologia e Bioenergia, conferencista, escritor de diversos livros de cunho espiritual e fundador do IPPB (Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas), de São Paulo, com uma programação constante de palestras e cursos sobre inúmeras questões espirituais.

Segundo ele, atualmente, o assunto “saídas do corpo” ainda é visto com preconceito, mas no próprio Espiritismo, em O Livro dos Espíritos (no capítulo VIII), Kardec esclarece a “emancipação da alma”. E não só ele. Existe muita informação sobre isso nas obras de Gabriel Delanne, Léon Denis e Camile Flammarion, pensadores clássicos do Espiritismo do século 19.

O espírito André Luiz, em sua série psicografada pelo médium Chico Xavier, também nos dá algumas informações sobre as saídas do corpo**.

Na verdade, segundo Wagner, essa é uma realidade que está acoplada ao sono. A própria natureza obriga a todos nós, espíritos, a sair do corpo à noite, ao dormir. Isso acontece ao corpo astral (períspirito) porque ele precisa se recarregar de energia cósmica, numa espécie de nutrição. E ainda ressalta que faz parte do nosso autoconhecimento saber disso, porque os próprios egípcios já afirmavam que nós vivemos duas vidas – uma durante o dia e outra durante a noite.

EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO – 1ª Parte*

1709 em busca do autoconhecimento 1 parte
EM BUSCA DO AUTOCONHECIMENTO – 1ª Parte*
Entrevista publicada na Revista Espiritismo & Ciência – Número 31 – Páginas 26-30; Ano de 2005 – Mythos Editora.
– O que é o autoconhecimento?
Wagner Borges – Como dizia Sócrates: “Homem, conhece a ti mesmo”.
Essa é uma frase escrita no templo de Delfos, na Grécia, significando que não adianta conhecer algo fora, se você não se conhece por dentro.
Certa vez, chegou alguém para o Buda, e perguntou: “Qual o caminho para Deus?”
Ele respondeu: “Você conhece a si mesmo? Se não conhece, não terá condição de conhecer algo mais.”
Então, o “mergulho interior” é importante, porque o universo interno, além de vasto, precisa ser conhecido para poder ser propagado ao universo exterior… E essa propagação só acontece quando estamos equilibrados dentro de nós mesmos. E a chave para isso é o autoconhecimento. São as experiências do dia a dia, pois cada experiência nos ensina algo.
Nós precisamos saber tirar a lição do que foi passado no dia. Além disso, temos as experiências anteriores, porque somos espíritos e viemos de outros planos.
A grande dica é prestar atenção, durante o dia, no que acontece no “aqui e agora”. Falo isso porque muitos se perdem em lembranças do passado e autoculpas, que não resolvem nada; ou em outros casos, pela ânsia de viver no futuro e não conseguir ficar no hoje. Raras são as pessoas que estão realmente vivendo a existência atual.
Vou tomar como exemplo o dia de hoje. Aqui em São Paulo, tivemos um lindo dia de sol após vários dias frios. A primeira coisa que fiz ao acordar foi olhar para a janela, e dizer: ”Meu Deus, que luz maravilhosa!”
Outra coisa muito importante a ser dita é que conhecimento não é sabedoria. Por mais que as pessoas estudem e tenham autoconhecimento, este sempre será um “trampolim” para que, um dia, seja possível chegar a algo maior, que é a sabedoria, na qual estão contidos o amor, a ética, a alegria e até o universalismo.
A história está repleta de exemplos de pessoas com muito conhecimento que fizeram besteiras enormes porque não havia sentimento. Mas também está repleta de indivíduos que eram muito bons e muito burros. Tinham bom coração, mas não tinham conhecimento.
Então, o que é que a lógica manda? Unir o conhecimento com sentimento elevado, ou seja, sentimento bom com conhecimento bom; os dois somados vão dar em algo, que é a sabedoria. E, ao estudar, o grande segredo é não ficar preso, porque o conhecimento não é para servir como prisão. Ele não foi feito para trancar, e sim para libertar.
Então, devemos aproveitar a chance dessa vida para estudar, porque temos uma abertura que não havia em outras, como na Idade Média, quando as pessoas davam a vida para ler um livro, corriam riscos de todo tipo com a Inquisição.
É bom lembrar essas coisas porque, hoje, com tanto livro e tanta informação, existem aqueles que não querem ler.
O autoconhecimento não está só neste plano. Aqui, nós aprendemos a realidade material e as vivências humanas. Ao nos deitarmos, como já dissera anteriormente, vamos para o lado de lá durante o sono. Começa um outro ciclo, que é para expandir a consciência e continuar aprofundando o conhecimento. Mesmo que na volta ao corpo o cérebro não lembre, porque pode travar a memória, o conhecimento fica gravado, gerando novas ideias e novas intuições, no dia seguinte.
Durante o sono é possível evoluir, e durante a vigília é possível também.
Ainda sobre essa questão, quero dizer que os mentores espirituais*** acompanham nossos estudos e até programam excursões, durante o nosso sono, aos temas de nosso interesse, levando-nos a universidades e templos espirituais. Para os artistas, por exemplo, há lugares só deles do lado de lá. A arte lá é ensinada independentemente de palheta ou pincel. Só há um detalhe: quando você é levado para lá, não pode se lembrar de nada na volta. Lembrará que esteve lá, mas não se recordará do que viu ou do que aprendeu; senão correrá o risco de perder o amor pela arte daqui, onde tudo parecerá opaco diante das cores vivas que lá existem.
Para os músicos, ocorre a mesma coisa. Isso acontece como uma proteção. As informações virão pela inspiração, não pela lembrança em sonho.
– De que forma o processo de autoconhecimento pode levar a uma reforma íntima, transformando e elevando um indivíduo a uma condição mais equilibrada?
Wagner Borges – Há um ditado que diz: “A ignorância sempre acaba onde começa o autoconhecimento. Ela tem um fim, mas o conhecimento jamais terá fim”. Essa frase é ótima porque já diz tudo.
Além disso, podemos pensar: Deus é muito esperto, não é? Porque colocou a vastidão cósmica junto conosco, que somos cheios de curiosidade para ficar perguntando: O que é isso? Aonde isso me leva? Ele não teve uma ótima ideia? Foi uma invenção e tanto, não acha?
E, também, há mais uma coisa: somos eternos. Já pensou se viéssemos sabendo tudo, e ainda, sendo eternos? Seria um tédio eterno. Não haveria mais nada a descobrir.
Então, esse é o grande lance da existência: não saber. Porque, assim, temos vontade de aprender, de estudar, de crescer, e quando tentamos conhecer algo, acabamos também conhecendo outras coisas periféricas, que vivem em torno daquela, que nem imaginávamos que existiam. A busca pelo conhecimento é própria do espírito.
Vamos pensar agora um pouco sobre a intenção?
Se a curiosidade leva ao conhecimento, dependendo da intenção da vontade de saber, ele levará o indivíduo à evolução. Estando dentro de parâmetros elevados, irá galgar degraus.
Temos também, além da evolução, uma outra questão importante: quanto maior o nível de conhecimento, maior o nível de responsabilidade.
Muitas pessoas que querem o conhecimento, querem também a liberdade que ele proporciona, e acabam não assumindo o preço da responsabilidade. Quem sabe mais, precisa regular suas atitudes diante daquilo que sabe. Para quem já tem um determinado conhecimento, não dá para fazer uma besteira e esquecê-la, sem nem pensar no assunto.
O autoquestionamento é o resultado do conhecimento daquilo que se faz ou se sente. E é dessa forma que vamos adquirindo bom senso, sem depender nem da crítica nem do elogio alheio. Nosso discernimento vai dizendo o que é certo e o que é errado.
Todos nós podemos escorregar no mesmo erro milhares de vezes, mas à medida que vamos experimentando, erramos menos.
Considero importante estudar de tudo na área espiritual; quanto mais galgarmos em conhecimento espiritual, mais subiremos na nossa escala evolutiva. O conhecimento espiritual transcende o acadêmico.
Das muitas coisas que estamos estudando, aqui e agora, só veremos algum efeito no lado de lá; ou seja, estamos fazendo um superinvestimento na vida carnal, já buscando a vida espiritual, e boa parte do que aqui estudamos vai se realizar lá.
– Temos um corpo físico e um corpo extrafísico (períspirito****). Alimentar e cuidar do corpo físico, esquecendo a vida espiritual é, na verdade, viver pela metade. Qual seria, então, a sugestão que você nos dá para vivermos nossa vida sempre buscando a totalidade?
Wagner Borges – A sugestão é o equilíbrio. Nós temos aqui, na vida física, dois tipos de desequilíbrio: um é o do materialista, aquele que só pensa em comer, beber, dormir, copular e um dia morrer sem sequer raciocinar sobre outros parâmetros durante toda a sua vida. Esse tipo de pessoa nunca se perguntou: De onde eu vim? Para onde eu vou?
Há também o outro tipo de desequilíbrio: é o daquele sujeito que, apesar de estar voltado para o lado espiritual, não vive o lado material.
Está cheio de gente desequilibrada que conhecemos indo por esse caminho; negando o valor do corpo e da existência carnal. São aquelas pessoas que querem ser felizes do lado de lá, mas são infelizes do lado de cá.
O ponto certo entre essas duas formas de existência é o que eu já disse antes: o uso do bom senso. Nós estamos vivendo dentro de um corpo, mas não somos o corpo. Nós estamos no planeta Terra, mas não somos daqui.
Imaginemos que a Terra seja uma “penitenciária cósmica”, nosso corpo é a “cela” e a vida, a nossa “pena”. Conclusão: nós estamos dentro da cela, não somos a cela; porém precisamos varrer a cela, lavar, cuidar dela, para não entrar rato nem barata, senão a pena fica pior.
Nossa situação é essa. E dentro desse contexto, o da penitenciária, o que é que eu posso fazer? Eu posso ir à biblioteca, estudar, reunir-me com outros presos, fazer amizades ao invés de inimizades, o que faz com que a pena fique mais branda; e ainda vamos aprendendo o que temos de aprender, sempre sabendo que um dia vamos sair dali.
Tudo isso serve para ilustrar o que estamos fazendo na vida e como valorizar nossa experiência diária. Não podemos deixar que essa experiência nos hipnotize.
Na grande maioria, as pessoas, que trabalham durante o dia, à noite precisam arrumar um tempinho para a vida espiritual. Não podem viver hipnotizadas, como costuma acontecer. Há aquelas que chegam em casa e já vão direto ligar a televisão. É importante observar isso. Reservar pelo menos uma meia horinha para uma leitura saudável, que faz lembrar que não somos daqui. Bons livros espíritas e espiritualistas é o que não falta.
Uma outra coisa boa a fazer é meditar regularmente, porque isso ajuda a trazer auto equilíbrio, a combater o estresse e a deixar a pessoa centrada e equilibrada.
Às vezes, acontece um certo preconceito dentro do meio espírita quando se fala em meditação, porque se pensa em terapia oriental. Não é isso! Meditação é uma condição em que a mente permanece mais tranquila, sem aquele turbilhão de pensamentos que temos o tempo todo.
É também essencial que as pessoas participem de um grupo para trocar informação. Não apenas numa postura tipo “vampiro de grupo” – ou mesmo do famoso “papa-passe”, que é aquela pessoa que só vai tomar passe, não se questiona em nada, não quer melhorar, estudar, e só vive tomando passe.
Veja bem: as pessoas devem tomar seu passe, mas não deveriam ir a um grupo só por causa disso, e sim, para estudar a vida espiritual junto a outras pessoas, interagir com elas e aprender muitas coisas. Infelizmente muitos não fazem isso.
Existe também o “vampiro energético”. Esse é aquele tipo que vai à reunião só para ficar ouvindo o dirigente ou doutrinador ler trechos do Evangelho, mas que na verdade fica cochilando junto a parte da turma que está na plateia.
Eu não estou aumentando; podem observar o que acontece: é verdade o que eu estou falando, e é sério.
Se o sujeito é inteligente, não precisa que outro leia o Evangelho e o interprete para ele. Isso pode ser feito dentro de casa, sozinho, e aí ele mesmo interpreta, fecha os olhos, eleva o pensamento para o mentor dele poder ajudá-lo.
Logicamente, o mentor também o ajudará lá no grupo. Só que há um detalhe: você, normalmente, vai uma ou duas vezes ao grupo durante a semana, não é? E os outros dias?
Eu digo isso para incentivar as pessoas a terem autonomia e aprenderem a se virar sozinhas nessa parte espiritual, independentemente da casa ou grupo que frequentam.
Não podemos ser dependentes psíquicos de nenhuma instituição ou grupo. Sempre aconselho o pessoal que frequenta os cursos lá no IPPB a estudar comigo e, também, a conhecer outros lugares, para poder abrir a cabeça. Às vezes, o aluno volta depois de um tempo, e percebemos muitas mudanças. Quanto mais conseguirmos abrir a cabeça, mais teremos noção de conjunto.
Para quem gosta de raciocinar, recomendo sempre seguir o caminho que não o impeça de raciocinar e não imponha dogmas que possam bloquear o desenvolvimento e a liberdade de expressão. Quem gosta de raciocinar odeia a repressão da liberdade de pensamento.
Há muitas pessoas hoje fazendo “carreira solo”, como costumo dizer, porque não estão suportando mais fazer o trabalho em grupo. E, de acordo com o grau de raciocínio, não conseguem mesmo ficar presas a um parâmetro só. Isso não é porque elas sejam melhores do que ninguém, mas simplesmente porque não conseguem mais criar dependência. Elas já têm um raciocínio integrado e sabem que, mesmo em casa, se fecharem os olhos, elevarem os pensamentos e se comunicarem com o plano espiritual, de “espírito a espírito”, sem intermediário, conseguirão o resultado almejado.
É preciso dizer isso para as pessoas porque, depois de um certo tempo, essa autonomia é necessária; até mesmo porque elas são espíritos o tempo todo, e não só quando estão no grupo. Somos espíritos imortais, seja em casa, no trabalho ou no grupo. Em qualquer momento, um espírito pode acessar o Plano Espiritual, por pensamento, sentimento, prece, ou pode ativar os chacras e se sintonizar.
Não entendo como há pessoas que não entendem isso e ainda perguntam: “Mas não é perigoso?”
Perigosa é a ignorância que as pessoas adoram manter.
Fim da primeira parte.
– Notas:
* A segunda parte da entrevista será postada no próximo envio de texto (1710).
** Projeção da consciência – é a capacidade parapsíquica – inerente a todas as criaturas -, que consiste na projeção da consciência para fora de seu corpo físico.
Sinonímias: Viagem astral – Ocultismo.
Projeção astral – Teosofia.
Projeção do corpo psíquico – Ordem Rosacruz.
Experiência fora do corpo – Parapsicologia.
Viagem da alma – Eckancar.
Viagem espiritual – Espiritualismo.
Viagem fora do corpo – Diversos projetores extrafísicos e autores.
Emancipação da alma (ou desprendimento espiritual) – Espiritismo.
Arrebatamento espiritual – autores cristãos.
*** Mentores extrafísicos – entidades extrafísicas e positivas que ajudam o projetor nas suas experiências extracorpóreas; amparadores extrafísicos; auxiliares invisíveis; guias espirituais; benfeitores espirituais.
**** Corpo espiritual – Cristianismo – Cor. I, cap. 15, vers. 44.
Sinonímias: Corpo astral – do latim, astrum – estrelado – expressão usada pelo grande iniciado alquimista Paracelso, no séc. 16, na Europa, e por diversos ocultistas e teosofistas posteriormente.
Perispírito – Espiritismo – Allan Kardec, séc. 19, na França.
Corpo de luz – Ocultismo.
Psicossoma – do grego, psique – alma; e soma, corpo. Significa literalmente “corpo da alma” – Expressão usada inicialmente pelo espírito André Luiz nas obras psicografadas por Francisco Cândido Xavier e por Waldo Vieira, nas décadas de 1950-1960, atualmente mais usada pelos estudantes de Projeciologia.
Fonte: IPPB
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PONTO DE VISTA: CRIS BERNART EX-APOIADORA DE BOLSONARO MOSTRA QUEM ELE REALMENTE É

Caro(a) leitor(a),

Nesta quinta-feira assisti a entrevista completa com Cris Bernart, a ex-apoiadora que cobrou Bolsonaro por mortes na pandemia e que Bolsonaro simplesmente a ignorou e a mandou embora. Cris Bernart fez campanha para Bolsonaro, foi apoiadora da sua candidatura juntamente com o MBL e agora, revoltada com as promessas não cumpridas e com o comportamento contraditório do presidente foi a Brasília criticar e cobrar. O que me impressionou mais na entrevista que ela deu ao Morning Show foi a confirmação da decepção que ela externou sobre o olhar de desprezo e a frieza com que ele tratou os mortos e as famílias deles. Hoje, Cris é funcionária do gabinete do vereador Fernando Holyday em São paulo, que também apoio a candidatura de Bolsonaro, mas que atualmente é oposição a ele. Então essa é a história de uma influenciadora que acreditou e se decepcionou com a farsa Bolsonaro e com certeza, principalmente depois dessa exposição dela e da forma como foi tratada por Bolsonaro (que pra quem ainda não viu está no vídeo de Fernando Holyday abaixo) vai fazer muita gente enxergar a verdadeira face do presidente. Portanto lhe convido a assistir a entrevista completa e conhecer as revelações feitas por ela.

Fonte:

Esclarecimento Definitivo Sobre o Caso @Cris Bernart: A Ex-Apoiadora de Bolsonaro Que o Confrontou

Fonte:

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