SEGUNDO EMBAIXADOR, O BRASIL DEVE SER COMTEMPLADO COM DOAÇÃO DE DOSES DE VACINAS PELA UE

Brasil deve ser contemplado com doação de vacinas da Europa, diz embaixador

Embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybáñez falou à CNN sobre o anúncio feito pelo bloco europeu de distribuição de 100 milhões de imunizantes

Produzido por Thiago Felix, da CNN, em São Paulo

21 de maio de 2021 às 16:28

Brasil deve ser contemplado com doação de vacinas da Europa, diz embaixador

 

Em uma declaração feita nesta sexta-feira (21) pela presidente da Comissão Europeia, Ursula van der Leyen, a União Europeia (UE) informou que doará ao menos 100 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 até o final de 2021. Embaixador da UE no Brasil, Ignacio Ybáñez afirmou, em entrevista à CNN, que o Brasil deve ser contemplado com as doações, pois a “ideia é cobrir todas as partes do mundo.”

Segundo ele, a ação faz parte do entendimento da União Europeia de que não será possível superar a pandemia do novo coronavírus de forma isolada

“Só vamos sair dessa se sairmos juntos, não vamos sair parte do mundo e o resto não; isso não é possível. Desse ponto de vista, a UE tem se focado para colaborar com todos os países”, disse Ybáñez.

Ursula van der Leyen também prometeu 1 bilhão de euros (o equivalente a R$ 6,49 bilhões) para a construção de fábricas de vacina na África.

Durante a conferência de saúde do G20, a Pfizer e a BioNTech se comprometeram a entregar 1 bilhão de doses da vacina desenvolvida em conjunto por elas até dezembro deste ano, e outro bilhão em 2022.

A Johnson & Johnson também informou, durante a conferência, que irá fornecer até 200 milhões de doses do imunizante dela até o fim do ano ao consórcio Covax, administrado pela Gavi e pela OMS.

A missão do Covax é comprar vacinas contra Covid-19 em grandes quantidades e enviá-las para as nações mais pobres, que não podem competir com os países ricos na obtenção de contratos com as principais empresas farmacêuticas.

Restrições a brasileiros

Países que compõem o bloco europeu decidiram aliviar as restrições e, com isso, discutir formas de reabrir as fronteiras para turistas em meio à pandemia de Covid-19. Nesta semana, embaixadores de 27 países aprovaram uma proposta que afrouxa alguns critérios na hora de determinar quais países já são considerados seguros.

A ideia é permitir a entrada de turistas totalmente vacinados vindos desses lugares. Ybáñez disse que a medida ainda não abrange brasileiros, sobretudo por causa do temor da variante identificada em Manaus.

“Tendo em conta a melhora da situação em alguns países começamos a pensar na reabertura, mas que será sempre baseada na situação epidemiológica de cada um dos países e a evolução da vacinação”, explicou. “Por agora, há um grupo muito reduzido, são oito países que podem entrar na UE e pouco a pouco vamos ir melhorando.”

Fonte: CNN

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SEGUNDO EMBAIXADOR DOS EUA, O PRESIDENTE DO BRASIL ASSUMIU UM COMPROMISSO MUITO AMBICIOSO, O DE ‘NEUTRALIZAR A EMISSÃO DE CARBONO ATÉ 2050’

Compromisso ambiental de Bolsonaro é ambicioso, diz embaixador dos EUA no Brasil

Durante a Cúpula de Líderes pelo Clima nesta quinta-feira (22), o presidente se comprometeu a chegar à neutralidade de emissão de carbono até 2050

Produzido por Lourival Sant’Anna e texto por Renato Barcellos, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 22 de abril de 2021 às 22:00

Compromisso ambiental de Bolsonaro é ambicioso, diz embaixador dos EUA no Brasil

O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, disse em entrevista exclusiva à CNN que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez um compromisso de muita ambição durante a Cúpula de Líderes pelo Clima nesta quinta-feira (22), quando se comprometeu a chegar à neutralidade de emissão de carbono até 2050.

“É o mesmo compromisso que nós fizemos e outros países que têm esse grande interesse fizeram. Isso é bastante importante. Tem certas pessoas que duvidam se vão chegar à meta ou não. Tem que ter primeiro a grande ambição que o presidente Jair Bolsonaro mostrou”, disse Chapman.

De acordo com o embaixador, o objetivo agora é encontrar formas de ajudar o país a cumprir esta meta. Segundo ele, existem empresários do setor privado e “grandes” organizações não-governamentais que querem “colocar dinheiro” para ajudar o Brasil a alcançar essas metas.

Chapman acredita que a ajuda financeira deve começar a chegar assim que os resultados começarem a aparecer. O embaixador também ressaltou que a responsabilidade não é apenas do governo federal.

“Queremos ver resultados. Eu acho que as finanças vão fluir com muito mais frequência, em volume, quando pudermos nos próximos três ou quatro meses um resultado bastante importante no desmatamento. O dever não é somente do governo federal, mas também dos governos estaduais e do setor privado. Temos todos que trabalhar em conjunto”, afirmou.

Ausência de Biden no discurso de Bolsonaro

Questionado se a ausência do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante o pronunciamento de Bolsonaro e o fato do Brasil ter sido apenas o 21.º país a discursar na Cúpula eram indicativos de indisposição e má vontade com o país, o embaixador minimizou o ocorrido.

“Acho que se isso fosse verdade, a União Europeia e a Austrália também estariam conversando conosco sobre este fato. Às vezes, o presidente precisa sair e não era previsto. Essas coisas são de protocolo e logística. Isso não tem nada a ver com todas as coisas importantes que passaram no evento de hoje”, ressaltou.

Fonte: CNN

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EUA VÃO AJUDAR O BRASIL EM SEUS ESFORÇOS PARA MAXIMIZAR O ACESSO ÀS VACINAS, AFIRMA EMBAIXADOR

EUA vão ajudar Brasil a ter acesso às vacinas, diz embaixador

Todd Chapman reuniu-se nesta terça com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga e garantiu colaborar no enfrentamento da covid

BRASIL

 Do R7

Todd Chapman, embaixador dos EUA no BrasilTodd Chapman, embaixador dos EUA no Brasil DIVULGAÇÃO/US EMBASSY

A Embaixada dos Estados Unidos afirmou em nota nesta terça-feira (30) que o país vai ajudar o Brasil em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas. O embaixador Todd Chapman reuniu-se por videoconferência com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga para revisar a cooperação dos Estados Unidos com o Brasil no combate à pandemia do novo coronavírus.

“Os Estados Unidos têm estado ao lado do Brasil e do povo brasileiro no enfrentamento da covid-19 desde o início da pandemia. A reunião entre o embaixador Chapman e o ministro Queiroga foi uma oportunidade importante para reiterar nosso compromiso”, diz a nota.

“O embaixador aproveitou a oportunidade para revisar a cooperação dos EUA e conversou sobre ao acesso às vacinas. Embora nossa primeira prioridade seja garantir o acesso dos norte-americanos às vacinas, estamos engajando ativamente o Brasil em maneiras de ajudar em seus esforços e maximizar o acesso dos Brasil às vacinas seguras, eficazes e de qualidade para os brasileiros.”

O embaixador norte-americano também destacou o que os EUA já realizaram ao longo dos 12 meses da pandemia, como por exemplo,  o fornecimento de insumos, equipamentos de saúde, cestas basicas, ventiladores pulmonares, hospitais de campanha, equipamentos de proteção individual e assistência técnica médica.

O governo dos EUA e o setor privado norte-americano já doaram mais de US$ 75 milhões para comunidades brasileiras que lutam contra o ritmo acelerado do novo vírus.

Embaixador Chapman reafirmou o compromisso dos EUA com a continuidade dos esforços para reduzir o impacto da pandemia em comunidades brasileiras.

Fonte: R7

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