EX-SECRETÁRIO ADJUNTO DE NATAL É DENUNCIADO PELO MPF POR COMPRA DE RESPIRADORES INSERVÍVEIS

Operação Rebotalho: denúncia do MPF e ex-secretário adjunto por compra de respiradores inservíveis

Redação 

Portal da Tropical

Atualizado em:

Foto: Divulgação / Polícia Federal

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia contra o ex-secretário adjunto de Saúde de Natal, Vinícius Capuxu de Medeiros, e o expositor Wender de Sá pelos crimes de peculato qualificado, dispensa ilegal de licitação e fraude à execução de contrato administrativo. Os dois direcionaram ilegalmente a contratação da empresa Spectrum Medic Comércio e Serviços Ltda. (nome de fantasia Spectrum Equipamentos Hospitalares) para o fornecimento de 20 respiradores pulmonares – usados ​​ou seminovos – técnicas ao combate à pandemia da covid-19 na capital potiguar, por R $ 2,1 milhões.

Os equipamentos, contudo, se praticamente inservíveis, tendo mais tempo de fabricação e de uso do que a vida útil (previsto para 10 anos). Alguns nunca funcionaram, apresentavam muitas características suspeitas de serem clandestinos ou fruto de falsificação e, mesmo assim, os preços pagos pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) estavam muito acima dos praticados no mercado.

Além da denúncia, o MPF ingressou com uma ação por improbidade, na qual os dois são réus juntamente com um Spectrum e a Vega Comércio e Serviços Eireli, também controlada por Wender de Sá e que deve ser indiretamente parte dos valores pagos pelo contrato (R $ 1.268 milhão). Ao todo, o prejuízo ao Sistema Único de Saúde foi estimado em, pelo menos, R $ 1.433.340,00.

Direcionamento

As duas ações do MPF apontam que um Spectrum foi escolhido por Vinícius Capuxu antes mesmo de instaurado o procedimento de dispensa de licitação. A proposta da empresa é de 11 de maio de 2020, enquanto a dispensa foi autorizada somente três dias depois, pelo próprio secretário adjunto.

A Assessoria Jurídica da secretaria só se manifestou a favor da dispensa no dia 19 daquele mês, destacando a necessidade de complementar a estimativa de preços, recomendação que nunca foi cumprida. O parecer foi acatado por Vinícius Capuxu em 21 de maio, porém um dia antes ele já havia assinado o termo de dispensa.

Em nenhum momento se apresenta especificação técnica dos produtos que a secretaria pretendia adquirir, impedindo a participação de outras concorrentes. O projeto básico simplificado, aliás, foi elaborado a partir da proposta apresentada pela própria Spectrum e com valores estimados com base no preço oferecido por Wender de Sá (R $ 2,16 milhões).

Complementando todo o rol de irregularidades, as notas fiscais foram emitidas em 27 de maio, um dia antes do contrato ser assinado. Nesse mesmo 27 de maio Vinícius Capuxu se encontrou com Wender de Sá na sede da Spectrum, no município de Aparecida de Goiânia (GO). Outra empresa do ramo original, durante as investigações, que teria coberto qualquer oferta, mas não teve acesso ao modelo e às especificações dos aparelhos, nem mesmo após um pedido formal.

Falsificações

Vários dos equipamentos são ingredientes de origem clandestina e, inclusive, com sinais concretos de falsificação. Seis possuíam números de série adulterados, não tendo sido como autênticos nem pela suposta fabricante: “o que constitui forte indicativo de que foram roubados, furtados ou de qualquer outro modo desviados de seu destino regular”.

A Specturm forneceu ainda aparelhos de outras marcas não mencionadas no procedimento de dispensa e nem no contrato. Duas delas apontaram que os aparelhos vendidos à Prefeitura do Natal anteriormente sido comercializado anteriormente para outros hospitais, não havendo “qualquer dado que esclareça como tais produtos chegaram às mãos da Spectrum, o que leva a que se questione a própria licitude de sua aquisição para revenda ”.

Em 26 de junho de 2020, Vinícius Capuxu mensagem eletrônica de uma das fabricantes, alertando que um dos ventiladores pulmonares fornecidos pela Spectrum continha etiqueta não original, entre outras irregularidades. O ex-secretário adjunto, contudo, autorizou o pagamento dos equipamentos, sem tomar qualquer providência para analisar uma denúncia do fabricante.

Imprestáveis

Os ventiladores eram extremamente antigos, com vida útil bastante limitada. Segundo o MPF, constavam “bens que já passados ​​se tornado imprestáveis ​​em decorrência do longo tempo de uso e que foram remanufaturados, o que em momento algum foi objeto de expressa menção na proposta do Spectrum”.

Cinco dos respiradores, encaminhados ao Hospital Municipal de Natal, chegaram a ser devolvidos à SMS por serem inadequados para o tratamento de pacientes com covid-19. A direção hospitalar relatou, entre outros problemas nos equipamentos, a não aferição do estado da mecânica mecânica, a impossibilidade de transformação de peças e que um deles já foi obtido com a carcaça quebrada. No documento de devolução, uma direção destacou: “precisamos ter ventiladores mecânicos que não quebrem nem necessitem de manutenção com frequência, pois podemos colocar os pacientes em risco de morte”.

De acordo com a Controladoria-Geral da União (CGU), praticamente todos eram mais de dez anos de fabricação e uso, considerado o limite de vida útil. Dois deles já adquiridos sido vendidos a um terceiro como “bens em desuso, sem funcionamento regular”. Outro foi “desativado por descontinuidade”, tendo sido entregue a depósito de materiais “obsoletos” da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais. A maioria passou a maior parte do tempo sofrendo reparos, com dificuldade até mesmo em se conseguir as peças de acordo.

Sobrepreço

Enquanto cobrou da Prefeitura do Natal R $ 108 mil por cada respirador, um Spectrum havia vendido aparecido, entre março e abril daquele ano, por preços que variavam entre R $ 28 mil e R $ 60 mil. Notas fiscais de devolução de dois dos equipamentos queixosamente defeituosos entregues à SMS indicavam o valor de R $ 5 mil cada.

Na mesma época, a Secretaria Estadual de Saúde do RN adquiriu respiradores, novos, por R $ 107 mil cada e registrou, no portal da transparência, o pagamento de ventiladores também novos – e especificações técnicas técnicas superiores por R $ 53 mil a unidade .

Para o MPF, “quem estava por trás de todo o procedimento era de fato o então secretário adjunto”. É o que demonstram os dados obtidos a partir das quebras de sigilo e, inclusive, um diálogo do titular da SMS, George Antunes, logo após uma operação: “O pior, o pior (…) é que eu não queria comprar esse negócio, sabe? Foi aquele Secretário Adjunto que ficou insistindo nesse negócio ”.

Rebotalho

operação foi deflagrada em 1º de julho deste ano e as investigações contaram com uma quebra de sigilos fiscal, bancário e telefônico dos suspeitos, além de interceptações telefônicas e do cumprimento de mandados de busca e apreensão, somados a relatórios da CGU.

Os dois afetados respondem pelos crimes de peculato qualificado (art. 312 do Código Penal) e dispensa ilegal de licitação (art. 89 da Lei 8.666 / 1993, vigente na época dos fatos) e o incorporado também por fraude à execução do contrato administrativo ( art. 96, incisos I, II e III, da Lei nº 8.666 / 1993, vigente na época).

Na denúncia, protocolada sob o número 0808458-79.2021.4.05.8400, o MPF requer ainda o ressarcimento dos danos, a perda de carga, função ou mandato eletivo, eventualmente exercidos pelos réus, bem como a perda ou suspensão dos direitos políticos.

Já a ação de improbidade (0808746-27.2021.4.05.8400) pode resultar na condenação de ambos, bem como das empresas Spectrum e Vega, ao ressarcimento do dano e à proibição de contratar com o poder público, ou mesmo receber benefícios ou incentivos fiscais , entre outras sanções.

Para garantir o ressarcimento dos danos, o MPF pediu o sequestro de bens dos denunciados, mas só foram conquistados menos de R $ 6 mil nas contas dos responsáveis. Um pedido complementar requer a indisponibilização de veículos e imóveis para assegurar o valor necessário.

Fonte: Portal da Tropical _ Notícias

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MINISTÉRIO PÚBLICO DO RJ DENUNCIOU MAIS UMA VEZ DR. JAIRINHO POR CRIME DE TORTURA CONTRA CRIANÇA DE 2 ANOS

Dr. Jairinho é denunciado pela segunda vez por crime de tortura contra criança

Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão preventiva do parlamentar, que é acusado de torturar uma criança de 2 anos

Isabelle Resende, da CNN, no Rio de Janeiro 

Atualizado 29 de junho de 2021 às 18:22

Doutor JairinhoDr. Jairinho é acusado da morte de seu enteado, Henry Borel, de 4 anos Foto: Reprodução/Câmara Municipal do Rio de Janeiro

O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou mais uma vez o vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, por crime de tortura. O parlamentar é acusado de torturar o filho da ex-namorada, a estudante Débora de Mello Saraiva. De acordo com o MP, o crime teria acontecido no dia 9 de março de 2015, quando Jairinho submeteu a criança, na época com 2 anos de idade, a sessões de tortura.

Segundo a denúncia, no dia do crime, a criança estava em um shopping localizado na zona peste do Rio de Janeiro, acompanhado da mãe e da avó, quando Debora recebeu uma ligação de Jairinho, dizendo que iria a uma reunião num salão de festas na Barra da Tijuca e pedindo para levar a criança, pois no local havia brinquedos.

O vereador alegou, ainda, que sua ex-esposa Ana Carolina não tinha deixado que ele levasse o filho que têm em comum, e que, por isso, gostaria de levar o filho de Débora, que autorizou que Jairinho buscasse a criança no estacionamento do shopping, e a levasse à reunião.

Criança teve fratura no fêmur

A sessão de tortura teria acontecido momentos depois que ele e o enteado deixaram o local. Segundo a denúncia, a criança foi submetida a “intenso e desnecessário sofrimento físico e mental”. A sessão só foi interrompida depois que a criança começou a vomitar.

O vereador teria estacionado e ordenado que o menino, com menos de 3 anos de idade, descesse sozinho do carro. A criança, então, abriu a porta traseira do veículo e tentou descer. Neste momento, caiu e fraturou o fêmur.

Jairinho alegou à ex-namorada que o enteado havia “torcido o joelho” e seguiu com ele até um Centro Médico na região.

Na ocasião, o menino foi imobilizado com gesso nas duas pernas. Ele ficou imobilizado por cerca de dois meses.

Dr. Jairinho também foi denunciado por falsidade ideológica, por ter prestado declaração falsa no hospital. Ele disse que a criança havia se machucado num acidente de carro.

O vereador e a mãe do menino se conheceram em 2014, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, quando iniciaram um relacionamento amoroso enquanto o parlamentar ainda permanecia casado com Ana Carolina. Na época, ele comprou um apartamento na zona oeste da capital fluminense, onde costumava encontrar a estudante duas ou três vezes por semana.

A denúncia narra ainda outras torturas que Dr. Jairinho teria cometido contra o filho de Débora, entre novembro de 2014 e junho de 2016, no apartamento.

Denúncias contra Dr. Jairinho

Em maio de 2021, o vereador foi denunciado junto com Monique Medeiros por homicídio triplamente qualificado contra Henry Borel, de 4 anos, morto no dia 8 de março.  Em abril, ele já havia sido denunciado por torturar uma menina de 4 anos entre 2011 e 2012, também filha de uma ex-companheira.

Nesta quarta-feira (30), o plenário da Câmara de Vereadores do Rio se reúne para votar a cassação do mandato do vereador. O relatório final do Conselho de Ética, que pedia a perda do mandato, foi aprovado por unanimidade, 7 votos a 0, na última segunda-feira (28). Jairinho pode ser o primeiro vereador cassado do Rio de Janeiro.

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EX- VEREADOR DE PARNAMIRIM É DENUNCIADO POR CRIMES ELEITORAIS PELO MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL

Ministério Público Eleitoral denuncia ex-vereador e outras 4 pessoas por crimes eleitorais e associação criminosa em Parnamirim

08 jun 2021

Pastor Alex SOLIDARIEDADE 77777 | Candidato a vereador | Parnamirim - RN | Eleições 2020 | Estadão

O Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciou o ex-vereador de Parnamirim e quatro auxiliares dele por crimes eleitorais e associação criminosa. Alex Sandro da Conceição Nunes da Silva, conhecido por Pastor Alex, foi alvo da operação Mateus 7:15, deflagrada em novembro do ano passado. Com auxílio do Gaeco/MPRN, foram apreendidos aproximadamente R$ 70 mil em espécie a poucos dias das eleições municipais em endereços vinculados ao ex-vereador.

Além do Pastor Alex, foram denunciados o ex-chefe de gabinete do vereador e presidente do Partido Solidariedade em Parnamirim, Sandoval Gonçalves de Melo, conhecido com Pastor Sandoval ; o diretor do Clube de Futebol Visão Celeste, Danilo Rodrigues Peixoto de Vasconcelos, também denominado de pastor Danilo ; o ex-assessor especial do vereador, Elias Augusto da Silva, conhecido como pastor Elias ; e a ex-servidora pública Bárbara Sayonara do Nascimento Silva.

Os endereços onde foram apreendidos o dinheiro em espécie incluíam a residência do ex-vereador, onde foram apreendidos R$ 44.876,00, e o comitê de campanha pela sua reeleição, onde foram apreendidos R$ 25.512,00 e uma máquina de contar de dinheiro. As quantias estavam dispostas em cédulas de no máximo R$ 50.

O candidato não foi reeleito, mas está na lista de suplentes. O MPE já ingressou com ação judicial eleitoral para cassar o diploma e torná-lo inelegível .

Investigação

O Ministério Público Eleitoral vinha investigando supostos abusos dos poderes político e econômico cometidos por pré-candidatos a cargos eletivos no Município de Parnamirim, especialmente o ex-vereador, conhecido como pastor Alex, e o grupo político que lhe apoia. Na ação ajuizada, o MPE aponta a utilização da Associação Proamfa como forma de “compra de voto”, distribuição de mercadorias para propaganda e aliciamento de eleitores, além de outros ilícitos eleitorais.

As investigações tiveram início após o recebimento de denúncia remetida pelo Cartório Eleitoral da Zona Eleitoral de Parnamirim, narrando a suposta prática de propaganda eleitoral antecipada: o ex/vereador e candidato pastor Alex e o pastor Danilo estariam realizando cadastro de pessoas e distribuindo kits de alimentação para os moradores de um condomínio usando o nome de um projeto chamado Proamfa.

O MPE constatou que a entrega das cestas era condicionada à apresentação do título eleitoral, justamente, para quantificar os eleitores por local de votação e facilitar visitas aos eleitores posteriormente. Ficou evidenciado o grande número de pessoas cooptadas. Com isso, o Ministério Público Eleitoral considera as condutas praticadas de considerável gravidade e suficientes para afetar a normalidade e a legitimidade das eleições, diante da reiteração e da dimensão da captação de votos e dos abusos dos poderes econômico e político.

Em um busca simples nas redes sociais, percebe-se que a associação tem ações totalmente relacionados com as do ex-vereador pastor Alex e ao seu grupo político, tendo, inclusive, realizado atos de caráter político e religioso, que divergem dos objetivos previstos no Estatuto Social da Associação Proamfa. Inclusive, os pastores Alex Sandro e Sandoval são os reais administradores da Associação desde a sua instituição no ano de 2007.

Além disso, a Associação Proamfa recebeu recursos públicos do Município de Parnamirim, diretamente e através de emendas parlamentares de vários vereadores, dentre eles, o pastor Alex. Deste modo, o ex-vereador, candidato à reeleição e administrador da associação, desviava verba em benefício da campanha eleitoral dele, em detrimento dos demais adversários, causando forte desequilíbrio da disputa eleitoral e influência na legitimidade do pleito.

Nas atividades da associação, sejam na entrega de alimentos ou até na realização de jogos (a associação tem um time de futebol chamado Visão Celeste) ou eventos festivos, era comum o anúncio do apoio do pastor Alex. Para o MPE, tal fato comprova que a instituição é utilizada com finalidade eleitoreira e para prática de crimes eleitorais.

Além disso, na busca e apreensão restou provado que a Associação se constituiu como de fachada para os atos espúrios dos denunciados, pois no endereço mencionado como sede da associação não foram encontrados móveis, maquinário ou funcionários, sendo também o endereço do Denunciado Danilo.

Por fim, foi possível apreender as agendas em que constam listas com o nome do eleitor e a dádiva entregue ou a promessa devidamente datada. Assim, constam registros de entregas de óculos, dinheiro, sacos de cimento, material de construção, botijão de gás, promessas de emprego, remédios, fisioterapia, fraldas, consultas médicas, chuteira, exames, pagamentos de contas de água e energia no período da campanha eleitoral.

Outros investigados que possuem ligação com o esquema criminoso ainda serão denunciados, visto que laboraram para a campanha do ex-vereador Pastor Alex, distribuindo e prometendo diversas benesses aos eleitores em troca de votos.

Fonte: Política em Foco
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RESUMO DA SEMANA: CASO MARIANA FERRER, FLÁVIO BOLSONARO DENUNCIADO E SEGURANÇA DAS URNAS

 

NO NOSSO RESUMO DA SEMANA DESTE DOMIGÃO VAMOS VER OS PRINCIPAIS DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO DA PAN QUE FORAM NOTÍCIA NA POLÍTICA NACIONAL DESTA SEMANA QUE TERMINA, SOB O COMANDO O APRESENTADOR VITOR BROWN. ENTÃO, NÃO SAIA DAI, SENTE NA SUA POLTRONA E FIQUE EM DIA COM A NOTÍCIA!

Fonte:

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ANÁLISE POLÍTICA: MP INDO PARA CIMA DO LÍDER D MBL E DITADÓRIA CONTRADIZENDO A SI PRÓPRIO

Nesse vídeo vamos comentar o MP indo pra cima do líder do MBL, sobre o plano de parlamentarismo que nossos congressistas sonham para o Brasil, sobre DitaDoria contradizendo a si próprio e mais. Separa a pipoca, fica confortável e bora lá.

Fonte:

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EVO MORALES É DENUNCIADO EM HAIA PELA BOLÍVIA POR CRIME CONTRA HUMANIDADE

 

Bolívia denuncia Morales em Haia por crimes contra a humanidade

A denúncia responsabiliza o ex-presidente pelas mortes de 40 doentes por falta de oxigênio medicinal devido a bloqueios durante protestos

INTERNACIONAL

Da EFE

Ex-presidente Evo Morales está exilado na Argentina desde sua renúncia

REUTERS/Edgard Garrido

O Estado boliviano denunciou nesta sexta-feira (4) o ex-presidente Evo Morales ao Tribunal Penal Internacional, na cidade holandesa de Haia, por crimes contra a humanidade.

A denúncia responsabiliza Morales pelas mortes de ao menos 40 doentes por falta de oxigênio medicinal para internados pela covid-19, devido a bloqueios em estradas durante protestos ocorridos em agosto na Bolívia, contra o adiamento das eleições no país.

No documento apresentado ao tribunal, o Estado solicita uma investigação para determinar e sancionar os autores do que considera um crime contra a humanidade, que “provocou o sofrimento de populações afetadas e derivou a morte de ao menos quarenta pacientes por falta de atendimento médico”.

A Procuradoria afirmou em comunicado que “o foragido da justiça boliviana” Evo Morales é acusado de “atos desumanos”, culpando-o pelas consequências desses protestos durante 12 dias consecutivos no início de agosto contra o adiamento das eleições bolivianas de setembro para outubro.

“Este crime foi cometido através de cercas nas diferentes cidades do país e bloqueios de estradas”, que “impediram a passagem de alimentos, oxigênio medicinal, circulação de ambulâncias, médicos e paramédicos que eram essenciais para atender à emergência sanitária gerada pela pandemia do coronavírus”, acrescentou.

Também apresentada denúncia contra Juan Carlos Guarachi, secretário executivo da Central dos Trabalhadores Boliviana, como “principal colaborador”.

Outras denúncias

As mobilizações foram convocadas por organizações como este sindicato, que se recusou a permitir a passagem de pessoas e material médico, enquanto o governo interino do país considera que foram os protestos foram instigados por Morales, que está na Argentina, e já o denunciou ao Ministério Público boliviano por crimes como genocídio.

O procurador-geral da Bolívia, José María Cabrera, apresentou a denúncia em Haia, onde se encontrou com a procuradora-geral do Tribunal, Fatou Bensouda, de acordo com um comunicado.

“A impunidade não pode prevalecer. Os abusos de poder mais perversos que têm sido cometidos na Bolívia não podem ficar impunes”, escreveu a presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, no Twitter.

 

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DENÚNCIA: ALEXANDRE DE MORAES É DENUNCIADO EM COMISSÃO INTERNACIONAL (OEA) PELO PTB

PTB denuncia Moraes em Comissão Internacional (veja a denúncia)

Alexandre de Moraes

O Partido Trabalhista Brasileiro, presidido por Roberto Jefferson, acaba de denunciar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), por conta do malfadado inquérito das fake news.

No documento, o PTB afirma que Moraes tem cometido inúmeras irregularidades e que o ministro é responsável por violar ‘direitos fundamentais e humanos’.

O PTB pede a suspensão do inquérito da fake news.

O documento é assinado pelo advogado e primeiro-secretário jurídico da executiva nacional do partido, Luiz Gustavo Pereira da Cunha.

“Os danos causados por essas determinações do Supremo Tribunal Federal e, em especial, do ministro Alexandre de Moraes, relator do ‘inquérito das fake news’ e do ‘inquérito dos atos antidemocráticos’, são irreparáveis, gerando prejuízos não só aos investigados, mas a toda a sociedade que luta pela construção de um Estado justo, democrático, regido por normas jurídicas aprovadas via processo legislativo, que garanta às pessoas direitos, dentre eles, os direitos de liberdade”, diz um trecho da denúncia.

Fonte: Jornal da Cidade Online
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DENÚNCIA : DELEGADO DA POLÍCIA CIVIL DO RN DENUNCIADO POR FRAUDE NO IPERN É DEMITIDO PELA GOVERNADORA DO ESTADO

Governadora demite delegado da Polícia Civil denunciado por fraude no Ipern

Demissão foi publicada no Diário Oficial do Estado

Por – Publicado em 01/08/2020 às 11:20

A governadora Fátima Bezerra demitiu, em publicação feita na edição desta sexta-feira (31/07) do Diário Oficial do Estado, o delegado de polícia civil Olavo Dantas de Medeiros Junior, acusado de envolvimento em um esquema de fraudes no Instituto de Previdência dos Servidores Estaduais do RN (Ipern), que resultou na operação Prata da Morte, em 2015. Ao todo, nove pessoas foram indiciadas no inquérito.

R E S O L V E demitir, por prática de transgressões disciplinares de natureza grave e prática de ato tipificado como improbidade administrativa, o servidor OLAVO DANTAS DE MEDEIRO JÚNIOR, matrícula nº 170.520-2, ocupante do cargo de Delegado de Polícia Civil, do Quadro Geral de Pessoal do Estado – Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), nos termos do art. 195, inciso I, da Lei Complementar nº 122, de 30 de junho de 1994, art. 186, incisos XIX e XX da Lei Complementar nº 270, de 13 de fevereiro de 2004, e arts. 11 e 192, inciso III, da Lei nº 8.429/92″, diz a publicação feita no DOE.

A operação

A investigação teve início após a polícia receber uma informação através do WhatsApp do Disk-Denúncia que dava conta de que o delegado Olavo Dantas de Medeiros Júnior teria procurado um homem identificado como José Laercio Ferreira de Melo e feito a proposta de fraudar uma documentação para que Laercio e seus familiares pudessem receber a pensão deixada pelo pai, o auditor fiscal falecido, Gonçalo Pereira de Melo. De acordo com a denúncia, a proposta teria sido aceita e o plano executado. Além da pensão, os denunciados teriam recebido ainda R$ 240 mil que estava depositado na conta do falecido.

As investigações, que tiveram início em fevereiro de 2015, confirmaram a veracidade da denúncia e deram conta de que o esquema contou com a participação de outras quatro pessoas: a advogada Thayana de Moura Macedo, apontada como responsável pela realização de um inventário administrativo no 5º Cartório do Alecrim (com renúncia dos herdeiros) e pelo levantamento do dinheiro que estava depositado na conta do falecido, através de um alvará judicial obtido de forma ilegal; Ana Cláudia de Oliveira Dantas, suspeita de falsificar os documentos utilizados pelo grupo para fraudar a pensão; e Maria Cosme Sobrinho, que teria se passado por companheira do auditor falecido.

O montante recebido indevidamente pelo grupo desde o início do esquema, segundo as investigações, somou cerca de R$ 600 mil em prejuízo para o Estado. O grupo foi autuado pelos crimes de falsificação de documento particular, falsidade ideológica, associação criminosa, estelionato, uso de documento falso, falso testemunho e peculato.

Fonte: Agora RN

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