INDICATIVO DE GREVE É MANTIDO PELOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE NATAL

Professores da rede municipal de Natal mantêm indicativo de greve e defendem continuidade das aulas em formato exclusivamente remoto

Foto: Kléber Teixeira/Inter TV Cabugi

Em assembleia virtual realizada nesta quarta-feira (14), educadores de Natal debateram o movimento grevista na Rede Municipal de Ensino. A discussão foi coordenada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/ RN) e professores deliberaram por manter o indicativo de greve na capital e transferir a deflagração para 28 de julho, com paralisação de todas as atividades nos dias 16, 21 e 26 de julho.

A nova data prevista para início da greve considera o calendário letivo do município que prevê o retorno do ensino fundamental para o final do mês. Desse modo, a categoria voltará a se reunir em assembleia na quarta-feira (28).

Os trabalhadores discutiram ainda temas como como a carga suplementar; a deficiência de estrutura de algumas escolas, com falta de abastecimento de água e insegurança sanitária; a imunização contra a covid-19; e o descumprimento da Lei do Piso em Natal.

A categoria mais uma vez defendeu a continuidade das aulas em formato exclusivamente remoto, considerando a necessidade de completar o ciclo de imunização contra a covid, após as duas doses das vacinas, para que ocorra o retorno presencial.

Fonte: Blog do BG

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INTEGRANTES DA CÚPULA DA CPI DA PANDEMIA DEFENDEM QUE BOLSONARO ENTRE NO ROL DOS INVESTIGADOS PELA COMISSÃO

CPI vê espaço para investigar Bolsonaro e avalia depoimento por escrito

A CNN apurou que o único impedimento da comissão em relação ao presidente é a sua convocação para prestar esclarecimentos presencialmente

Thais Arbex

Por Thais Arbex, CNN  

 Atualizado 20 de junho de 2021 às 18:09

CPI vê espaço para investigar Bolsonaro e avalia depoimento por escrito

Integrantes da cúpula da CPI da Pandemia passaram a defender que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entre no rol de investigados pela Comissão Parlamentar de Inquérito e, como primeiro passo para consolidar a medida, avaliam pedir que Bolsonaro preste depoimento por escrito aos senadores.

CNN apurou que a equipe jurídica que auxilia o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), após avaliar precedentes do STF (Supremo Tribunal Federal), tem a convicção que o único impedimento da comissão em relação ao presidente é a sua convocação para prestar esclarecimentos presencialmente. A avaliação é a de que outras medidas, inclusive a própria investigação sobre ações e omissões de Bolsonaro no combate à pandemia, podem ser adotadas pelos senadores.

Nesse cenário, a cúpula da CPI da Pandemia costura um caminho para que, em breve, Bolsonaro seja instado a responder a uma série de questionamentos por escrito. Uma das preocupações dos senadores é garantir que, uma vez aprovado o pedido, ele não seja derrubado pelo Supremo.

CNN apurou que, entre integrantes da corte, não há um consenso sobre a possibilidade de comissão investigar o presidente da República, mas a avaliação é a de que, se for elencado como testemunha, Bolsonaro tem a prerrogativa de depor por escrito.

Em entrevista à imprensa na sexta-feira (18), o senador Renan Calheiros afirmou que estuda incluir Bolsonaro na lista de investigados pela CPI da Pandemia. “Aparecendo fatos óbvios, como tem aparecido, a CPI vai ter que responsabilizar. Diante de provas, não há como não responsabilizar. Seria um não cumprimento do nosso papel”, afirmou.

Procurada, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República não se manifestou.

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GOVERNO FEDERAL ENVIOU AO STF PARECERES QUE DEFENDEM A VALIDADE DA LEI DE SEGURANÇA NACIONAL

Governo diz ao STF que Lei de Segurança Nacional é compatível com a Constituição

AGU e SAJ enviaram pareceres ao STF em defesa da legislação que data do regime militar

Gregory Prudenciano, da CNN, em São Paulo

25 de março de 2021 às 02:40

Prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), em BrasíliaPrédio do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O governo federal enviou ao Supremo Tribunal Federal dois pareceres que defendem a validade da Lei de Segurança Nacional, objeto de ações de partidos políticos que defendem a inconstitucionalidade da lei editada em 1983, ainda sob o regime militar.

Em 16 de março, a Subchefia para Assuntos Jurídicos (SAJ) da Presidência da República enviou um parecer ao ministro Gilmar Mendes, que é relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental assinada pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Nessa quarta-feira (24), foi a vez da Advocacia-Geral da União (AGU) enviar seu parecer sobre o mesmo processo.

A AGU inclusive faz referência ao documento da SAJ e argumenta que a Lei de Segurança Nacional, “interpretada sob a óptica constitucional e amoldado ao regime democrático sob o qual se sustenta o Estado brasileiro inaugurado em 1988, a lei demandada é compatível com a Constituição Federal de 1988”.

A Lei também embasou a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), que fez ameaças aos ministros do STF e acabou preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

Fonte: CNN

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NA ARGENTINA MILITANTES DEFENDEM APROVAÇÃO DO ABORTO QUE SERÁ VOTADO HOJE

Argentina vota hoje lei do aborto

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

10 de dezembro de 2020 às 05:00

O Congresso da Argentina começa a discutir nesta quinta-feira (10) uma proposta do presidente Alberto Fernández para legalizar o aborto no país. Os relatos são de um Congresso dividido, com expectativa de debates acalorados.

O projeto de Fernández foi apresentado no mês passado. Se aprovada, a nova lei permitirá a interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana de gestação e permitirá que a interrupção seja feita de forma gratuita no sistema de saúde do país.

Atualmente, o aborto na Argentina é permitido apenas nos casos de estupro e risco de morte para a gestante.

Nessa quarta-feira, a última etapa necessária para a votação foi superada com a aprovação de um relatório com a versão final do projeto, em sessão conjunta de três comissões da Câmara argentina reunidas.

A versão final do texto, que será discutida em plenário, incluiu uma “objeção de consciência”, que não estava no projeto original.

Médicos e hospitais poderão se recusar a fazer abortos caso sejam contra a prática. No entanto, a regra prevê que esses profissionais deverão encaminhar os pacientes para atendimento.

A objeção de consciência foi criticada por deputados ligados mais à esquerda, mas acabou incluída como forma de diminuir resistências.

Em 2018, um projeto semelhante chegou a ser aprovado na Câmara dos Deputados do país. No entanto, em meio a diversos protestos pelas ruas do país, contra e a favor do texto, a medida acabou revertida pelo Senado e não se tornou lei.

Os mil dias

Uma das apostas de Alberto Fernández para não repetir a votação em 2018, é um segundo projeto, que criaria o que ele chamou de “Programa dos Mil Dias”.

Se aprovada – e diferente da legalização do aborto, a versão final foi referendada de forma unânime –, a nova lei estabelece verbas extras da saúde pública para o atendimento de pessoas grávidas e dos primeiros anos de vida das crianças.

Segundo Fernández, a intenção desse projeto é permitir que quem pensa em abortar apenas por problemas financeiros possa seguir com a gravidez.

“A minha convicção, que sempre expressei publicamente, é que o Estado acompanhe a todas as pessoas gestantes em seus projetos de maternidade. No entanto, também estou convencido de que é responsabilidade do Estado cuidar da vida e da saúde de quem decide interromper a gravidez, em seus primeiros momentos”, disse o presidente, em vídeo compartilhado nas suas redes sociais.

Um detalhe curioso do projeto é que o governo argentino atendeu a um pleito do movimento LGBT, ao se referir às “mulheres e outras pessoas com identidades de gênero capazes de gestar”.

O detalhe visa contemplar os homens transgêneros, que eventualmente também podem gerar filhos biologicamente.

Chances de aprovação

O aborto é um assunto que mobiliza a sociedade argentina. As imagens dos protestos de 2018 são de ruas lotadas. De verde, as mulheres favoráveis à legalização. De azul e branco, as mulheres contrárias.

Ativistas questionam que, mesmo nos casos permitidos por lei, as gestações derivadas de estupro e aquelas que ameaçam a vida das pessoas grávidas, há dificuldades impostas no país, especialmente em áreas rurais ou regiões mais conservadoras.

De outro lado, manifestações também foram registradas de grupos de azul e branco, as cores da bandeira do país, utilizadas por aqueles que são contra ao aborto.

Dois anos atrás, esse grupo se intensificou, com participação da Igreja Católica, depois da aprovação na Câmara, quando se direcionou a evitar a chancela do Senado.

Segundo o jornal Clarín, um dos maiores da Argentina, o cenário para a votação desta semana é de indefinição, com leve vantagem favorável ao texto. A sondagem da publicação com parlamentares verificou 124 deputados a favor, 109 contra e 22 indefinidos.

Com estes números, o projeto, que depende de maioria simples, seria aprovado. Para garantirem a maioria absoluta, os favoráveis precisam de cinco entre os 22 indefinidos para alcançar os 129 votos necessários para a aprovação.

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MÉDICA TEM VÍDEO RETIRADO DO FACEBOOK E TWITTER EM QUE GRUPO DE MÉDICOS DEFENDEM O USO DA HIDROXICLOROQUINA

 

Stella Immanuel: DNA alienígena, bruxas e cloroquina, o que pensa médica elogiada por Trump após vídeo viral

Facebook e Twitter retiraram vídeo viral em que Stella Immanuel aparece, dizendo que viola suas políticas sobre desinformação — mas não antes de ser retuitado pelo presidente americano e um de seus filhos

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

Stella Immanuel também é pastora cristã e fundadora de uma igreja em HoustonStella Immanuel também é pastora cristã e fundadora de uma igreja em Houston

Stella Immanuel, médica no centro de um vídeo que viralizou nesta semana e depois foi retirado do Facebook e do Twitter, em que um grupo de médicos defende o uso de hidroxicloroquina como tratamento para covid-19, não é estranha às teorias da conspiração.

O Facebook e o Twitter retiraram o vídeo na terça-feira (28/7), uma live de cerca 45 minutos gravada nas escadarias em frente à Suprema Corte dos EUA em Washington, dizendo que viola suas políticas sobre desinformação — mas não antes de ser retuitado por Donald Trump e um de seus filhos.

O presidente dos Estados Unidos se defendeu, dizendo que considerou Immanuel, que nasceu nos Camarões e vive na cidade texana de Houston, “muito impressionante”.

“Ela disse que teve um tremendo sucesso com centenas de pacientes diferentes, pensei que sua voz era uma voz importante, mas não sei nada sobre ela”, disse ele na terça-feira (28).

No vídeo, juntamente com outros médicos de um grupo chamado America’s Frontline Doctors (Médicos da Linha da Frente dos Estados Unidos, em tradução livre), Immanuel, que também é pastora cristã, disse que os americanos estavam negando uma cura potencial para a covid-19.

O vídeo foi publicado pela primeira vez pelo site de direita Breitbart, na segunda-feira (27), onde teve milhões de visualizações e centenas de milhares de compartilhamentos.

“Ninguém precisa ficar doente. Este vírus tem uma cura — é chamada hidroxicloroquina, tratei mais de 350 pacientes e não tive uma morte”, disse Immanuel.

Apesar de alguns estudos iniciais terem aumentado esperanças de que o medicamento pudesse ser usado para curar o coronavírus, um estudo subsequente em larga escala mostrou que não é eficaz como tratamento.

O que sabemos sobre a hidroxicloroquina?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) interrompeu seus testes, dizendo que não reduz as taxas de mortalidade em pacientes com coronavírus.

No mês passado, a Food and Drugs Administration (FDA), a agência de vigilância sanitária americana, alertou contra o uso da droga no tratamento de infectados, após relatos de “graves problemas de ritmo cardíaco” e outros problemas de saúde.

E Anthony Fauci, um dos principais membros da força-tarefa contra a covid-19 na Casa Branca, reiterou essas opiniões.

“Sabemos que todo bom estudo — e por bom estudo, quero dizer estudo aleatório de controle no qual os dados são firmes e confiáveis — mostrou que a hidroxicloroquina não é eficaz no tratamento para a covid-19”, disse ele à BBC na quarta-feira (29 de julho).

Mas Immanuel reiterou que hidroxicloroquina não é prejudicial porque é amplamente utilizada em seu país natal, Camarões, onde a malária é endêmica.

Bruxas e demônios

Nascida em 1965, Immanuel se formou em medicina pela Universidade de Calabar, na vizinha Nigéria — e possui uma licença médica válida, de acordo com o site do Texas Medical Board, a associação médica desse Estado americano.

Ela também é pastora e fundadora do Fire Power Ministries em Houston, uma plataforma que usou para promover conspirações ligadas à medicina.

Seus sermões estão disponíveis em uma conta do YouTube criada em 2009.

Há cinco anos, ela alegou que DNA alienígena estava sendo usado em tratamentos médicos e que os cientistas estavam preparando uma vacina para impedir que as pessoas fossem religiosas.

Algumas de suas outras alegações incluem culpar bruxas e demônios pelo surgimento de doenças — uma crença bastante comum entre alguns cristãos evangélicos — embora ela diga que eles fazem sexo com pessoas em um mundo de sonhos.

“Eles se transformam em uma mulher e depois dormem com o homem e coletam seu espermatozoide … depois se transformam em homem e dormem com um homem, depositam o esperma e se reproduzem mais”, disse ela durante um sermão em 2013.

Immanuel também é ferozmente contra o casamento gay, que, segundo ela, pode resultar em adultos se casando com crianças, de acordo com o site Daily Beast.

Ela também oferece uma oração para remover uma maldição geracional, originalmente recebida de um ancestral, mas transmitida através da placenta, diz o perfil dela no site de notícias.

‘Jesus vai fechar o Facebook’

Em seu último vídeo postado no Twitter na última terça-feira (28), ela pede a pacientes que ela teria curado de covid-19 para virem a público.

“Se você não se manifestar, estamos sendo prejudicados”, diz ela, incentivando-os a usar uma hashtag ao publicar suas mensagens em vídeo.

Seu tuíte já foi compartilhado mais de 27 mil vezes.

Depois que o Facebook tirou o vídeo dos America’s Frontline Doctors na terça-feira, ela declarou que Jesus Cristo destruiria os servidores da gigante das mídias sociais se seus vídeos não fossem restaurados na plataforma.

Quem são os America’s Frontline Doctors?

É um coletivo de médicos críticos do consenso científico em torno da pandemia de covid-19. O evento na segunda-feira foi apoiado pelo Tea Party Patriots, uma organização conservadora que busca reeleger o presidente Trump.

Os médicos acreditam que nem máscaras nem confinamentos são necessários para combater a disseminação do coronavírus.

A fundadora do grupo, Simone Gold, organizou uma carta a Trump pedindo o fim das medidas de confinamento em maio.

Membros do grupo foram incentivados a buscar entrevistas com influenciadores de mídia social, pois essa foi determinada como a melhor maneira de atingir o maior número de americanos.

Ralph Norman, congressista republicano da Câmara dos Representantes (o equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil), estava ao lado dos médicos quando eles fizeram sua entrevista coletiva.

O debate tem dividido cada vez mais os americanos. Defensores da hidroxicloroquina contam com o apoio de Trump, enquanto acusam os críticos de encobrir a possível eficácia da droga.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro já defendeu repetidas vezes o uso do medicamento no combate ao coronavírus.

Fonte: R7

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