PRESIDENTE DOS EUA JOE BIDEN CONVIDOU 40 LÍDERES MUNDIAIS ENTRE ELES O PRESIDENTE DO BRASIL JAIR BOLSONARO PARA UMA CÚPULA SOBRE O CLIMA

Biden convida Bolsonaro e outros líderes para cúpula sobre o clima

No Dia da Terra, em 22 de abril, 40 chefes de Estado terão reunião virtual para discutir medidas de combate às mudanças climáticas

INTERNACIONAL

 Da AFP

Joe Biden quer retomar a participação dos EUA nas decisões sobre o clima e o meio ambiente

JIM WATSON / AFP

O presidente dos EUA, Joe Biden, convidou 40 líderes mundiais, entre eles o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, para uma cúpula virtual sobre o clima, informou nesta sexta-feira (26) à AFP um alto funcionário do Departamento de Estado.

A reunião, prevista para os dias 22 e 23 de abril e que tem como objetivo marcar o retorno de Washington à primeira linha do combate às mudanças climáticas, depois de o governo de Donald Trump abandonar o Acordo de Paris sobre o clima.

O novo presidente democrata anunciou a intenção de organizar uma reunião coincidindo com o Dia da Terra, em 22 de abril, antes da cúpula da ONU prevista para novembro em Glasgow, Escócia.

A reunião durará dois dias e por causa da pandemia será celebrada de forma virtual.

Cumprindo sua promessa de campanha, Biden decretou no primeiro dia do seu mandato o retorno dos Estados Unidos ao Acordo de Paris sobre o Clima.

A reincorporação dos Estados Unidos — os maiores emissores de CO2 do mundo — foi efetivada em 19 de fevereiro. Quase todos os países do mundo integram o pacto assinado em 2015.

Fonte: R7
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MERCOSUL COMPLETA 30 ANOS, DISTANTE DO SEU PROJETO ORIGINAL, SEM A POSSIBILIDADE DE UMA CÚPULA PRESENCIAL DEVIDO A PANDEMIA

Mercosul faz 30 anos ainda distante de seu projeto original

Bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai completa três décadas sem a integração regional imaginada na fundação

INTERNACIONAL

 Fábio Fleury, do R7

Mercosul completa 30 anos sem a possibilidade de uma cúpula presencial por conta da pandemia

JOEDSON ALVES / EFE – ARQUIVO

Nesta sexta-feira (26), uma reunião virtual entre os presidentes da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, além dos convidados Bolívia e Chile, vai comemorar os 30 anos da assinatura do Tratado de Assunção, o marco legal que deu origem ao Mercado Comum do Sul ou, como todos conhecemos, o Mercosul.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, o evento, que seria celebrado com uma cúpula do bloco em Buenos Aires, já que a Argentina ocupa a presidência temporária, acabou sendo transformado em uma grande videoconferência, na qual os mandatários dos países-membros e dos dois postulantes farão discursos.

O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Felipe Solá, deverá apresentar durante a celebração o Estatuto da Cidadania do Mercosul (ECM), que compila direitos e benefícios para os habitantes dos países-membros. O documento, que vem sendo elaborado desde 2010, vai estabelecer princípios para deslocamento, residência e moradia entre os territórios abrangidos.

Longe do ideal

Mesmo assim, o Mercosul ainda está longe de desempenhar o papel que foi primeiro imaginado há décadas, de efetivamente integrar os países da região em um mercado comum, com livre circulação de mercadorias, serviços e capital, em moldes semelhantes aos da União Europeia, por exemplo.

“O Mercosul é um projeto ainda por acontecer, porque o objetivo previsto no Tratado de Assunção é a constitulção de um mercado comum, mas ainda não há sequer uma zona de livre comércio, que dirá uma união aduaneira com tarifa externa comum”, afirma Evandro Menezes de Carvalho, professor de Direito Internacional da FGV-RJ.

Para ele, o bloco ainda precisa definir diversas questões internas para ampliar sua integração e se tornar uma ferramenta efetiva que ajude no crescimento em comum dos países.

“É preciso renovar e modernizar o Fundo de Convergência Estrutural, que só foi criado dez anos depois da fundação do Mercosul e até hoje só financiou alguns projetos, mas está parado neste momemento e não tem um papel relevante, ainda mais por conta das dificuldades econômicas dos países”, ressalta Menezes.

Outra questão diz respeito à representação legislativa no bloco. “O Parlamento do Mercosul, deveria ter representantes eleitos pelas populações de seus países, mas isso não aconteceu com Uruguai, Paraguai e Argentina. O processo tem sido indireto nesses locais, a escolha é do Congresso, isso faz a agenda não ser tão próxima dos interesses da população”, explica.

Segundo o professor, outro aspecto importante está nas diferenças estruturais entre os países. “O Brasil representa a maior parte da população e da economia do Mercosul. Isso faz com que o país seja o mais reticente em aprofundar o processo de integração. é uma autossuficiência que não se sustenta no mundo de hoje, é impossível. E é importante retomar esse papel regional. Por exemplo, a China se tornou o maior parceiro comercial da Argentina, que era o posto do Brasil”, ressalta Menezes.

Dentro desse contexto, ele acredita que dificilmente o acordo comercial com a União Europeia possa ser assinado em breve. “As questões ambientais vão prejudicar isso, e vai ser difícil retomar essas negociações neste momento”, alerta.

Fonte: R7
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REUNIÃO COM A CÚPULA DOS PODERES PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE PAZUELLO FOI AGENDADA NO PALÁCIO DA ALVORADA

Planalto agenda reunião com Poderes e prepara prestação de contas de Pazuello

Governo, porém, não pretende chamar todos os governadores, apenas os mais alinhados a Bolsonaro

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 22 de março de 2021 às 21:09

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde Eduardo Pazuello
O Palácio do Planalto agendou para as 8h30 desta quarta-feira a reunião com a cúpula dos poderes.

O encontro será presencial no palácio da Alvorada. Devem participar aproximadamente 15 pessoas, dentre eles o presidente Jair Bolsonaro, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, e os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.

Além deles, também serão convidados o procurador-geral da República, Augusto Aras, a presidente do Tribunal de Contas da União, Ana Arraes.

Alguns ministros de estado, como Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Fernando Azevedo (Defesa), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Braga Neto (Casa Civil) e Eduardo Pazuello (Saúde) também participarão, além do novo ministro da área, Marcelo Queiroga.

O Planalto, porém, não pretende chamar todos os governadores, apenas os mais alinhados ao governo.

Nesta terça-feira, haverá reuniões de planejamento da reunião ao longo do dia no Planalto. A ideia de Bolsonaro, segundo uma fonte, é apresentar uma prestação de contas sobre a gestão Pazuello, mostrar as ações do governo e pedir ideias para conter a pior fase da gestão.

Fonte: CNN

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A IDEIA DO TOQUE DE RECOLHER EM SÃO PAULO DIVIDE CÚPULA DO GOVERNO PAULISTA

Cúpula do governo paulista se divide sobre toque de recolher no estado

O Centro de Contingência, formado por especialistas em saúde, pressiona por mais fechamentos

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  Da CNN, em São Paulo

Atualizado 23 de fevereiro de 2021 às 20:41

Cúpula do governo paulista se divide sobre toque de recolher no estado

A cúpula do governo paulista se divide sobre a necessidade de estabelecer um lockdown no estado.

O Centro de Contingência, formado por especialistas em saúde, pressiona por mais fechamentos. Os profissionais estão preocupados com os dados, principalmente de internação, que têm batido recordes no estado.

Por outro lado, uma ala mais política, formada principalmente por secretários que cuidam da economia paulista, quer evitar um fechamento maior para não comprometer a economia do estado. Fazem parte desse grupo o vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), e a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), deverá, na reunião desta quarta-feira (24) pela manhã, arbitrar a divisão de sua equipe.

Internamente, ele costuma avaliar que não é necessário echar tudo, principalmente em razão da pressão de empresários. Por outro lado, o governador respeita a posição do Centro de Contingência.

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CÚPULA DO BLOCO DE MAIA TEM ACORDO NEUTRALIZADO APÓS VOTO PARA PRESIDENTE DA CÂMARA SER SECRETO

Voto secreto para presidente da Câmara neutraliza acordo de cúpula do ‘bloco de Maia’

 POLÍTICA

Maia aponta "interferência antidemocrática" na sucessão da Câmara e diz que deputados não irão se vender por emendas

Ao anunciar a formação de um “bloco de oposição”, para fazer frente à candidatura governista do deputado Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara, o ainda ocupante do cargo produziu um apenas factoide.

Afinal, dezenas de deputados de partidos do “bloco” anunciaram apoio a Lira, e muitos se rebelam ao serem tratados como “votos de cabresto” das cúpulas partidárias.

Mas importante mesmo é que o voto é secreto, em 1º de fevereiro, tornando a disputa praticamente imprevisível para todos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Há outros pretendentes relevantes na disputa para presidir Câmara, como Fabio Ramalho (MDB-MG), muito querido entre colegas.

O experiente Roberto Freire, presidente nacional do Cidadania, que está no bloco de Maia, concorda: voto secreto torna a disputa uma incógnita.

A disputa aceita candidaturas avulsas, e várias servem ao propósito de tirar votos dos nomes apoiados pela cúpula dos respectivos partidos.

Tancredo Neves, o sábio, não gostava de votação secreta no parlamento: “Na solidão da cabine indevassável”, dizia, “o homem trai”.

Fonte: Blog do BG

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A APRTIR DE JANEIRO BIDEN REITERA O RETORNO DOS EUA AO ACORDO DE PARIS

 

Biden reitera retorno dos EUA ao Acordo de Paris a partir janeiro

Presidente eleito afirmou que convocará uma cúpula mundial sobre o tema em seus “primeiros 100 dias” na Casa Branca

INTERNACIONAL

Da EFE

 

Biden deve tomar posse no dia 20 de janeiro

Mike Segar / Reuters – 11.12.2020

O democrata Joe Biden, virtual presidente eleito dos Estados Unidos, garantiu neste sábado (12) que o país voltará ao Acordo do Clima de Paris “no primeiro dia” de seu governo, e que convocará uma cúpula mundial sobre o tema em seus “primeiros 100 dias” na Casa Branca.

“Os Estados Unidos voltarão ao Acordo de Paris no primeiro dia de minha presidência e começarei imediatamente a trabalhar com meus colegas em todo o mundo para fazer tudo o que puder, incluindo convocar os líderes das maiores economias para uma cúpula do clima em meus primeiros 100 dias no cargo”, disse Biden, em um comunicado.

A cerimônia de posse do novo presidente americano está agendada para o próximo dia 20 de janeiro.

Trump volta a criticar Acordo de Paris em reunião do G20

O anúncio de Biden coincide com a comemoração do quinto aniversário do Acordo de Paris, onde foi estabelecido que o aumento da temperatura média global no final do século deve ser inferior a 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais, e recomenda um máximo de 1,5 graus.

Biden acrescentou que seu governo aumentará “a ambição de metas domésticas” em matéria de clima e colocará “o país em um caminho sustentável para atingir emissões líquidas zero até 2050”.

Os EUA, um dos principais promotores do pacto durante a presidência de Barack Obama, não participam desde que o presidente Donald Trump, muito crítico do acordo, certificou a sua saída este ano.

Fonte: R7

 

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JOE BIDEN É CONVIDADE PARA FAZER PARTE DA CÚPULA DA OTAN

 

Presidente eleito nos EUA, Joe Biden é convidado para cúpula da Otan

Trump havia reduzido presença militar no Afeganistão, e secretário da Otan defende manutenção da operação por incerteza nas negociações de paz

INTERNACIONAL

Da AFP

 

Biden é convidado para cúpula da Otan

Joshua Roberts/Reuters – 25.11.2020

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, anunciou nesta segunda-feira (30) que propôs ao presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, organizar uma cúpula da Aliança em Bruxelas após sua posse em janeiro de 2021, a fim de tomar decisões importantes.

“Convidei Joe Biden para participar de uma cúpula da Otan no início do próximo ano, em uma data a ser determinada, para discutir assuntos importantes, incluindo decisões a serem tomadas sobre a manutenção ou retirada da missão da Aliança no Afeganistão”, anunciou durante uma conferência de imprensa.

presidente americano Donald Trump decidiu reduzir o contingente dos Estados Unidos da missão ‘Resolute Support’ da Otan no Afeganistão, que conta atualmente com 11 mil soldados, mais da metade dos quais não são americanos, disse Jens Stoltenberg.

“A missão vai continuar apesar da retirada das forças americanas, o que reduz a presença americana no Afeganistão, mas decisões difíceis terão de ser tomadas em 2021 se o Talibã não respeitar os seus compromissos”, insistiu o secretário-geral da Aliança.

“Não temos nenhuma garantia de que as negociações de paz serão bem-sucedidas e enfrentaremos um dilema. Ou a Aliança deixa o Afeganistão e o país corre o risco de se tornar um novo refúgio para terroristas que operam contra nós, ou a Otan fica, com uma nova missão, mas vai enfrentar o risco de combates”, explicou.

A adaptação da Otan ao novo contexto de segurança global, o fortalecimento militar da Rússia, a ascensão da China, as tensões entre os aliados são assuntos a serem discutidos entre os líderes da Aliança durante uma cúpula, enfatizou.

“Joe Biden é um grande apoiador da Otan. Ele conhece bem a Aliança, o que é uma coisa boa para nós”, sublinhou Jens Stoltenberg numa alusão às dificuldades encontradas durante a presidência de Donald Trump.

 

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APÓS ONDA DE REPRESSÃO E PROTESTOS, PRESIDENTE DO PERU TROCA CÚPULA DA POLÍCIA

Presidente do Peru troca cúpula da polícia após onda de repressão de protestos

Francisco Sagasti anuncia um sistema de proteção às vítimas de ação policial durantes os atos iniciados após queda do ex-mandatário Martín Vizcarra

JACQUELINE FOWKS

O presidente do Peru, Francisco Sagasti, durante cerimônia no dia 17 de novembro.O presidente do Peru, Francisco Sagasti, durante cerimônia no dia 17 de novembro.SERVICIO ILUSTRADO (AUTOM�TICO) / EUROPA PRESS

presidente interino do Peru, Francisco Sagasti, substituiu o comando da Polícia Nacional após a onda de repressão policial durante os recentes protestos pacíficos em Lima contra a classe política. Os confrontos entre as forças de segurança e os manifestantes deixaram 63 hospitalizados e dois jovens mortos. Um adolescente de 13 anos foi baleado por agentes no domingo à noite, antes do início do toque de recolher imposto pela pandemia da covid-19

A queda da cúpula policial ocorre depois que os familiares de Inti Sotelo e Bryan Pintado —as duas vítimas—, manifestantes feridos e voluntários que participaram em brigadas de primeiros socorros nos protestos denunciaram intimidação e vigilância por parte de policiais ao longo de vários dias.

As forças de segurança reprimiram os protestos —que começaram no dia 9 e continuaram até o dia 14— disparando munição real e de ar comprimido e fazendo uso indevido de gás lacrimogêneo apesar de os manifestantes, desarmados, não representarem um risco à segurança de outras pessoas.

Os protestos de dezenas de milhares de jovens no centro de Lima começaram em repúdio ao Governo interino de Manuel Merino, no cargo após o Parlamento destituir Martín Vizcarra, acusado de participar de esquema de propina de construtoras. A população e as principais organizações da sociedade civil consideraram que a derrubada de Vizcarra foi uma ruptura da independência de poderes, causada por grupos políticos vinculados à corrupção e com conflito de interesses. Nenhum Governo vizinho cumprimentou a chegada de Merino ao poder, com exceção do Paraguai —o Brasil saudou o anúncio do então interino de manter o cronograma eleitoral.

Jan Jarab, o chefe de uma missão ad hoc das Nações Unidas que na semana passada avaliou em Lima o impacto da crise política nos direitos humanos, expressou sua preocupação sobre a negativa da polícia de ter cometido violações aos direitos humanos durante sua ação contra os protestos e chamou a situação de “repressiva e preocupante”. Em uma entrevista ao EL PAÍS, disse que o uso excessivo do gás lacrimogêneo ia contra as normas internacionais sobre direitos humanos pois os jovens manifestantes não colocaram a vida de outras pessoas em perigo.

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CÚPULA DO SETOR ELEÉTRICO VOLTA AO TRABALHO, APÓS GOVERNO REVETER DECISÃO

Governo reverte decisão e cúpula do setor elétrico volta ao trabalho

Por Basília Rodrigues, CNN  

Atualizado 20 de novembro de 2020 às 18:00

Governo reverte decisão e cúpula do setor elétrico volta ao trabalho | CNN Brasil

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica e do Operador Nacional do Sistema, que estava afastada por decisão da justiça, vai voltar ao cargo. O Tribunal Regional Federal da 1ª região acolheu o pedido do governo federal, nesta tarde, e derrubou a decisão liminar que exigia o afastamento dos diretores por causa do apagão no Amapá.

A decisão foi do presidente do tribunal, Ítalo Fioravanti Sabo Mendes. O desembargador entendeu que o afastamento apenas poderia ser determinado em “caráter excepcional, cujo escopo é a necessidade de
garantia da instrução processual, quando a atuação concreta do agente público, no exercício de suas funções, puder comprometer ou prejudicar a produção de provas no processo” – o que não observou no caso.

Fontes do governo avaliaram à CNN que o problema da falta de luz no estado precisa ser resolvido antes de qualquer decisão sobre a permanência dos diretores nos cargos – o que poderá ficar para um segundo momento. A Advocacia Geral da União alegou que sem a diretoria nos cargos não haveria quem pudesse adotar medidas necessárias para contornar a falta de energia no Amapá.

O desembargador cita em sua decisão o argumento usado pela AGU sobre os riscos para todo sistema elétrico. “A manutenção da decisão impugnada, portanto, envolve danos imediatos e potenciais aos investidores, empresas, usuários e sociedade em geral, que não podem ficar em compasso de espera assistindo à inoperância da ANEEL por tão largo período de tempo”.

Fonte: CNN
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COM MENOS DE UM MÊS APÓS TER ASSUMIDO PREMIÊ DO LÍBANO RENUNCIA

 

Premiê do Líbano renuncia menos de 1 mês após ter assumido

Mustapha Adib assumiu o cargo depois que cúpula do governo renunciou após explosão em porto de Beirute, que deixou quase 200 mortos

INTERNACIONAL

Da EFE

Adib renuncia menos de um mês após assumir cargo

Mohamed Azakir/Reuters – 26.9.2020

O primeiro-ministro do Líbano, Mustapha Adib, renunciou neste sábado (26) ao cargo e à missão de formar um governo, menos de um mês depois de ter sido empossado em meio a uma grande crise, após uma explosão no porto de Beirute, que matou quase 200 pessoas.

O escritório da presidência libanesa informou através do Twitter que Adib transmitiu ao presidente do país, Michel Aoun, sua decisão de renunciar à missão de formar o governo após uma reunião realizada no palácio presidencial.

Adib foi nomeado em 31 de agosto para formar dentro de 15 dias um governo que pudesse realizar as reformas exigidas no Líbano diante da situação extrema atingida pela explosão do porto da capital. A tragédia levou à queda do ex-premiê, Hasan Diab, e a um ultimato da comunidade internacional liderada pela França.

Isso, no entanto, não foi suficiente para que Adib conseguisse formar um governo de técnicos diante da insistência dos partidos políticos em manter suas cotas de ministros no poder executivo. No início desta semana, o agora ex-primeiro-ministro já havia advertido sobre o agravamento e aprofundamento da crise devido a atrasos na composição.

O próprio Aoun assumiu o desafio do agora ex-primeiro ministro e propôs a eliminação das cotas sectárias para os ministérios e acusou diretamente os grupos xiitas Amal e Hezbollah de dificultar que um novo governo seja montado. “Se o governo não for formado, iremos para o inferno”, afirmou ele em entrevista coletiva.

O Líbano está passando por sua pior crise desde a guerra civil que terminou em 1990, com a inflação subindo acima de 50%, a moeda desvalorizada no mercado paralelo por mais de cinco vezes seu preço oficial.

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SEGUNDO IRMÃ DE KIM JONG-UN, NOVA CUPULA COM OS EUA SERIA ÚTIL, MAS É IMPROVÁVEL, EMBORA POSSA ACONTECER SURPRESAS

Irmã de Kim Jong-un diz que nova cupula com os EUA é improvável

Kim Yo Jong não acredita em encontro do líder norte-coreano com Trump neste ano. No entanto, afirmou que algo ‘surpreendente pode acontecer’

INTERNACIONAL

por Reuters
Kim Yo Jong diz que nova cúpula é improvável, mas pode acontecer 'surpresa'Kim Yo Jong diz que nova cúpula é improvável, mas pode acontecer ‘surpresa’

Kim Yo Jong, a irmã do líder da Coreia do Norte, disse que uma nova cúpula com os Estados Unidos seria útil somente para Washington a esta altura, acrescentando que o país não tem intenção de “ameaçar os EUA”, de acordo com a mídia estatal.

Ela disse que, em sua opinião, é improvável haver outra cúpula entre o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente norte-americano, Donald Trump, neste ano, mas que “uma coisa surpreendente ainda pode acontecer”, relatou a agência de notícias KCNA nesta sexta-feira (10)

Na quinta-feira (9), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse estar “muito esperançoso” com a retomada das conversas de desnuclearização com a Coreia do Norte e pareceu deixar aberta a possibilidade de outra cúpula entre os líderes dos dois países.

Os comentários de Kim Yo Jong vieram um dia depois de Stephen Biegun, vice-secretário de Estado norte-americano a cargo da Coreia do Norte, finalizar três dias de reuniões em Seul, onde rejeitou as especulações segundo as quais estaria tentando se reunir com autoridades norte-coreanas durante sua visita, mas disse que sua nação está disposta a conversar.

Comunicados norte-coreanos recentes refutaram a ideia de novas conversas, e Kim reiterou as objeções de Pyongyan ao que vê como políticas hostis e oportunistas dos EUA.

“Gostaríamos de deixar claro que isso não significa necessariamente que a desnuclearização não é possível”, disse Kim Yo Jong. “Mas o que queremos dizer é que não é possível nesta altura”.

Pyongyang Press Corps / Pool via EFE – 18.9.2018

Seus comentários adotaram um tom algo mais suave do que declarações anteriores, e ela até observou que recebeu uma permissão especial para ver gravações das comemorações recentes do Dia da Independência de 4 de julho nos EUA.

“Não temos a menor intenção de representar uma ameaça aos EUA… Tudo correrá tranquilamente se eles nos deixarem em paz e não nos provocarem”, acrescentou.

Kim disse que não ficou claro se mensagens conflitantes de engajamento e pressão de Trump e seus assessores são “um esquema intencional ou um resultado do controle frouxo do presidente sobre o poder”.

Ela disse que seu irmão a instruiu a transmitir cumprimentos a Trump e lhe desejar sucesso no trabalho.

Mas mesmo que o relacionamento entre os líderes seja bom, Washington voltará a ser hostil, e a Coreia do Norte precisa formular suas políticas se preparando para outros líderes que não Trump, disse Kim.

Fonte: R7

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