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ÚLTIMAS NOTÍCIAS: PESQUISADORES CHINESES DESCOBREM QUE HOMENS AFETADOS PELO CORONAVÍRUS SE TORNAM INFÉRTEIS

Na coluna ÚLTIMAS NOTÍCIAS saiba como pesquisadores chineses descobriram a infertilidade em HOMENS infectados pelo coronavírus que sobreviveram a infecção. Leia a reportagem completa a seguir e fique por dentro!

Pesquisa publicada por cientistas chineses diz que coronavírus tornará a maioria dos pacientes do sexo masculino infértil

De acordo com a nova pesquisa publicada no medrxiv, uma revista médica on-line, o coronavírus geralmente ataca os receptores ACE2 (enzima conversora de angiotensina 2) nos tecidos humanos.

A equipe de pesquisadores de urologia, composta por Jianqing Wang, Caibin Fan, Kai Li, Yanhong Ding e Wei Lu, concentrou-se principalmente nos tecidos renais e testiculares, pois estes também eram ‘ricos’ com receptores ACE2, especialmente as células tubulares renais, Células de Leydig e células em ductos seminíferos no testículo.

Os resultados do estudo mostraram que o novo coronavírus expressava patogenicidade potente para os tecidos renal e testicular com lesões resultantes.

Os tecidos testiculares danificados podem levar à infertilidade na maioria dos pacientes do sexo masculino.

Os pesquisadores aconselharam que, durante os tratamentos medicamentosos com pacientes infectados com coronavírus, os médicos devem prestar muita atenção à avaliação da função renal, pois alguns antivirais conhecidos por exibir toxicidade renal podem agravar os rins danificados pelo vírus.

Os pesquisadores também aconselharam que todos os médicos prestassem atenção ao risco de lesões testiculares em pacientes durante a hospitalização e posterior acompanhamento clínico, especialmente na avaliação e intervenção adequada na fertilidade de pacientes do sexo masculino.

A pesquisa foi baseada nos conjuntos de dados de 146 pacientes do sexo masculino em três contextos diferentes.

Thailand Medical News observa que a pesquisa ainda não foi revisada por pares. No entanto, os resultados desta pesquisa podem ter grandes implicações e efeitos nos milhares de pacientes masculinos infectados pelo coronavírus.

Com informações, Thailand Medical News.

Fonte: Conexão Política

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UTILIDADE PÚBLICA: PRIMEIRO CASO SUSPEITO DO CORONAVÍRUS É INVESTIGADO POR MÉDICOS DO GISELDA TRIGUEIRO

Um provável primeiro caso de contaminação por coronavíruis é investigado por equipe de médicos do hospital Giselda Trigueiro. Paciente diz ter sentido primeiros sintomas há sete dias. Veja a reportagem a seguir e saiba de todos os detalhes!

Médicos do Giselda Trigueiro investigam primeiro caso suspeito de coronavírus no RN

Homem relatou ter tido contato com chineses na Praia de Pipa, no litoral sul potiguar. De acordo com ele, sintomas começaram a aparecer sete dias atrás. Ele já tem leucemia mieloide crônica

13/02/2020 às 09:40

Governo do RN / Divulgação

Paciente deu entrada no hospital na quarta-feira à noite

Médicos do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, investigam o primeiro caso suspeito de coronavírus no Rio Grande do Norte. Um homem de 25 anos, que não teve a identidade revelada, deu entrada no hospital nesta quarta-feira (12), por volta das 19h, com febre e sintomas gripais.

Segundo apurou o Agora RN, o homem relatou à equipe médica ter tido contato com chineses na Praia de Pipa, no litoral sul potiguar. Ele não detalhou quando isso aconteceu e afirmou ter começado a apresentar os sintomas há cerca de uma semana. Ele já tem leucemia mieloide crônica.

Um infectologista do hospital confirmou à reportagem que o homem está em “isolamento total” dentro do Giselda Trigueiro e que o caso dele é tratado como suspeita de coronavírus.

Amostras de sangue do paciente foram recolhidas e serão examinadas pelo laboratório central do Estado, que vai apresentar resultado para doenças comuns, como gripe. Outra parte da amostra foi enviada para o laboratório da Fiocruz, que é credenciado pelo Ministério da Saúde para realizar o teste para o coronavírus. O resultado do teste para o coronavírus deve sair em até sete dias. A doença, contudo, pode ser descartada antes caso o exame feito pelo Laboratório Central do RN dê positivo para outra doença.

À reportagem, o especialista contou que o isolamento do paciente é praxe, já que ele relata ter tido contato com chineses oriundos da cidade de Wuhan, epicentro do surto de coronavírus na China, e tem sintomas da doença. Não está confirmado, porém, se os asiáticos com os quais o brasileiro teve contato estavam infectados.

Um fator que minimiza a suspeita de coronavírus, segundo apurou o Agora RN, é o fato de o paciente ter leucemia. Como as defesas de uma pessoa com essa doença normalmente são mais frágeis, era de se esperar que, em uma semana, uma eventual infecção por coronavírus tivesse evoluído para um quadro mais grave – o que, felizmente, não aconteceu.

Nesta quarta-feira (12), chegou a 1.350 o número de mortes causadas por coronavírus no mundo. Somente na província de Hubei, epicentro do surto na China onde fica Wuhan, já foram confirmados 48.206 casos da doença.

No Brasil, até agora nenhum caso da doença foi confirmado, segundo o Ministério da Saúde.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública convocou entrevista coletiva para esta sexta-feira (14), às 8h30, na Escola de Governo, para apresentar as informações sobre o caso do paciente que está em observação no Hospital Giselda Trigueiro.

Em nota enviada à imprensa, a Sesap informa que no momento está apurando os fatos para que possa inferir se há ou não um caso suspeito de Infecção Humana pelo Novo Coronavírus, uma vez que para ser considerado caso suspeito esse deverá atender aos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. No momento as investigações estão em curso e ainda não há informações precisas.

Giselda Trigueiro tem ala de isolamento para casos suspeitos de coronavírus

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) montou no Hospital Giselda Trigueiro uma enfermaria, com 25 leitos, para o atendimento de possíveis casos coronavírus diagnosticados no Rio Grande do Norte, além do Hospital Giselda Trigueiro, também foi designado o Hospital Maria Alice Fernandes, na Zona Norte, para atuar na retaguarda para o tratamento de possíveis doentes.

Transmissão da doença

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas – gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo –, bem como a partir do toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, os principais sintomas clínicos referidos são principalmente respiratórios: tosse, febre e dispneia (dificuldades ao respirar). Não existe tratamento especifico para infecções causadas por coronavírus humano. Dependendo do caso algumas medidas podem ser adotadas para alivio dos sintomas, como uso de medicamento para dor e febre. Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar ou descartar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

A Sesap orienta aos profissionais de saúde que todo caso suspeito deverá ficar mantido em isolamento respiratório e deve ser notificado de forma imediata pelo profissional de saúde responsável pelo atendimento, ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS/RN).

As precauções recomendadas para o público em geral são:

  • Lavagem de mãos frequente com água e sabão, com duração mínima de 20 segundos, ou usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca, com as mãos não lavadas;
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes;
  • Ficar em casa quando estiver doente;
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com lenço de papel descartável, jogando-o no lixo após uso;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
    Limpar e desinfetar objetos e superfície tocados com frequência;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal (talheres, pratos ou garrafas);
  • Evitar aglomeração de pessoas;
  • Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações;
  • Evitar viagens à China e países com transmissão local do vírus, neste momento, e se possível evitar locais com casos suspeitos da doença.

*Atualizado às 11h58, para acréscimo de informações.

Fonte: Agora RN

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SAÚDE PÚBLICA: DIMINUI O NÚMERO DE NOVOS CASOS EM HUBEI NOS ÚLTIMOS 2 DIAS

Na nossa coluna SAÚDE PÚBLICA uma aparente BOA NOTÍCIA vindo da China sobre a epidemia do novo coronavírus. Nos últimos dois dias o número de novos casos de infectados deu uma desacelerado. Isso pode ser sinal de que a epidemia está alcançando o ponto de inflexão. Leia a reportagem completa a seguir e tire suas conclusões!

Mortes provocadas pelo coronavírus superam 1.100 na China, mas novos casos registram queda

Mortes provocadas pelo coronavírus superam 1.100 na China, mas novos casos registram queda

Policiais chineses com trajes de proteção transportam desinfetante na província de Hubei, epicentro da epidemia COVID-19 – AFP

AFP

12/02/20 – 09h26 – Atualizado em 12/02/20 – 11h20

O número de mortes provocadas pela epidemia de coronavírus na China superou 1.100 nesta quarta-feira (12), mas o balanço de novos casos de contágio registrou queda pelo segundo dia consecutivo, o que aumenta a esperança de que o surto atinja o pico no fim do mês.

Autoridades chinesas anunciaram que 1.113 pessoas morreram na China continental (que exclui Hong Kong e Macau) devido à epidemia de COVID-19. O número de infectados chegou a 44.653.

A maioria das mortes e casos foi registrada na província de Hubei, que tem Wuhan como capital, o epicentro da epidemia. Quase 56 milhões de pessoas foram colocadas em isolamento nesta região.

À medida que Pequim luta para conter a epidemia, o número de pessoas infectadas em um cruzeiro na costa do Japão subiu para 174.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu que a epidemia era uma “ameaça muito grave”, ao mesmo tempo que destacou uma “oportunidade” para controlar a crise.

Trancados em casa por medo de contágio, milhões de chineses recorrem à internet para prosseguir com sua vida cotidiana, seja para o trabalho em casa, estudo à distância ou visitas virtuais a museus e exposições.

Além de isolar Hubei, as autoridades restringiram os movimentos em outras cidades afastadas do epicentro, um esforço sem precedentes para conter o vírus.

A epidemia ameaça prejudicar consideravelmente a segunda maior economia do planeta.

– “Uma oportunidade” –

Um fato positivo é que o número de novos casos registrou queda em Hubei durante dois dias consecutivos, assim como fora desta província na última semana, informou a Comissão Nacional de Saúde da China.

“Em geral, o número de novos casos está diminuindo lentamente”, declarou Zhong Nanshan, renomado cientista que integra a comissão, em uma videoconferência com médicos de Wuhan.

“Quando acontecerá o ponto de inflexão? Não consigo afirmar. Mas acredito que estará no auge entre meados e o fim de fevereiro”, completou.

Outros especialistas, no entanto, são mais prudentes. “Temos que ver os dados muito de perto nas próximas semanas antes de fazer qualquer previsão”, disse o ministro da Saúde da Austrália, Brendan Murphy.

Em Genebra, a Organização Mundial da Saúde (OMS) iniciou uma reunião excepcional de dois dias com a presença de quase 400 cientistas de todo o mundo para discutir a epidemia do novo coronavírus.

“Se investirmos agora, temos uma oportunidade realista de deter esta epidemia”, declarou o secretário-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A OMS enviou uma missão de especialistas à China, liderada por Bruce Aylward, que coordenou a luta contra o ebola.

– Contágios aumentam em cruzeiro –

Fora da China continental, o vírus matou duas pessoas, uma nas Filipinas e outra em Hong Kong. Mais de 400 casos de contaminação foram confirmados em 30 países e territórios.

Vários países proibiram a entrada de pessoas procedentes da China. As principais companhias aéreas suspenderam os voos com destino e a partir do país. O maior grupo de casos fora da China está no cruzeiro ‘Diamond Princess’, colocado em quarentena na costa do Japão.

Exames de laboratório confirmaram 39 novos contágios entre as pessoas a bordo, o que eleva a 174 o total de infectados.

A OMS está particularmente preocupada com o caso de um britânico que nunca esteve na China e foi contaminado em Singapura. Depois ele transmitiu a doença a pelo menos 11 compatriotas durante uma viagem à França, antes de ser diagnosticado no Reino Unido.

Cinco destas pessoas estão hospitalizadas na França, outras cinco no Reino Unido e um homem de 46 anos internado na ilha espanhola de Mallorca, onde reside.

– Golpe econômico –

Com o peso econômico e a posição da China nas redes de abastecimento do planeta, o vírus está afetando empresas de todos os continentes e em vários setores.

“É evidente que a epidemia terá um profundo impacto na indústria aeronáutica e na economia em seu conjunto”, afirmou Ihssane Mounir, diretor comercial da Boeing.

A empresa americana de chips Intel, o Facebook, a fabricante chinesa de telefones Vivo e a Cisco anunciaram que não participarão do Mobile World Congress em Barcelona devido ao receio provocado pelo novo coronavírus.

Fonte: Isto É Independente

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UTILIDADE PÚBLICA: CORONAVÍRUS JÁ ALCANÇA 38.000 INFECTADOS E CAUSA 800 MORTES

Últimas notícias sobre o coronavírus: Mais de 800 mortes e quase 38.000 infectados

Thaís Garcia

Publicadoem

Últimas notícias sobre o coronavírus: Mais de 800 mortes e quase 38.000 infectados 16

Imagem: AP

O vírus corona matou 814 e já infectou mais de 37.591 pessoas em todo o mundo, segundo a Comissão Nacional de Saúde da China.

Você pode ler os últimos desenvolvimentos sobre a epidemia em nossa cronologia da expansão do vírus ao vivo neste link.

Grã-Bretanha

Segundo as últimas atualizações, um novo caso de infecção por coronavírus foi identificado na Grã-Bretanha. A vítima foi contaminada por um britânico na França.

As autoridades médicas de Londres anunciaram isso hoje (9). Ontem, foi anunciado que o vírus havia sido diagnosticado em 5 britânicos que estavam em uma estação de esqui nos Alpes franceses. Eles foram infectados por um britânico com quem estavam hospedados em um chalé e que vieram de Cingapura com o vírus entre os membros do grupo.

Segundo as autoridades francesas, os britânicos estão bem e não apresentam sintomas.

Hong Kong

Milhares de pessoas estão desembarcando de um grande navio de cruzeiro, o The World Dream, em Hong Kong após uma quarentena de 5 dias. As autoridades temiam que entre os 1.800 tripulantes houvesse pessoas que poderiam ter contraído o novo vírus corona em uma viagem anterior ao Vietnã, em janeiro. Parece não ser esse o caso.

O The World Dream tinha três chineses a bordo que mais tarde foram constatados como infectados.

Espanha

Uma segunda infecção foi registrada hoje (9) na Espanha. Na sexta-feira passada (7), quatro pessoas foram internadas em um hospital em Maiorca, com suspeita de infecção do vírus corona. O resultado foi negativo para três delas.

A primeira infecção por corona na Espanha foi na semana passada. Um turista alemão nas Ilhas Canárias.

Japão

Seis novas infecções foram contatadas a bordo do navio de cruzeiro Diamond Princess. Isso eleva para 70 o número total de pessoas infectadas a bordo. Os passageiros a bordo do navio não têm permissão para deixar sua cabine há dias.

O navio está no porto de Yokohama, no Japão.

Cruzeiros de navio

A empresa de cruzeiros Royal Carribean decidiu recusar passageiros com passaportes da China, Hong Kong e Macau.

A empresa pede desculpas, mas disse que a decisão é ‘pela segurança de todos os nossos hóspedes e nossa equipe’.

Os navios da empresa visitam a China em determinadas rotas. A Royal Carribean disse que a parada na China está sendo reconsiderada atualmente.

China

Na província chinesa de Hebei, as escolas permanecem fechadas até pelo menos 1 de março, na esperança de que o vírus seja controlado até lá, segundo o Partido Comunista Chinês que anunciou isso hoje (9). A capital Pequim está completamente cercada por Hebei, que tem mais de 67 milhões de habitantes.

Pelo menos 40 funcionários de um hospital em Wuhan foram infectados com coronavírus por pacientes, relatou o Journal of American Medical Association. A pesquisa mostra que um paciente contaminou pelo menos 10 enfermeiros, confirmam os médicos do Hospital da Universidade Zhongnan.

17 pacientes que foram admitidos com outras queixas também foram infectados com o vírus. Um total de 138 pessoas foram infectadas no hospital em janeiro, mais de 40% de todos os casos no local. Dos 40 funcionários hospitalares infectados, 31 trabalhavam na enfermagem, 7 nos primeiros socorros e 2 na unidade de terapia intensiva (UTI).

Os números indicam o risco a que médicos e enfermeiros foram expostos durante o primeiro mês do surto, mas também que alguns pacientes são mais contagiosos que outros. A investigação ocorreu no dia seguinte à morte do médico Li Wenliang, o médico que foi infectado e morreu logo depois de ser o primeiro a denunciar o novo vírus.

Segundo cientistas que analisam a expansão do coronavírus, espera-se que cada paciente infectado contamine uma média de 2,2 outros.

O governador em exercício da província de Hubei, onde Wuhan – a cidade epicentro do vírus está localizada – admitiu na semana passada que a equipe médica na linha de frente da epidemia está sem equipamento de proteção adequado e sobrecarregada.

Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

Fonte: Conexão Política

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ÚLTIMAS NOTÍCIAS: NOVA RESTRIÇÃO NA CHINA POR CAUSA DO CORNAVÍRUS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS: NOVA RESTRIÇÃO NA CHINA POR CAUSA DO CORNAVÍRUS
Coronavirus

Uma nova restrição para os chineses. Agora é proibido frequentar restaurantes em grupo na cidade de Pequim, sob pena de rigorosa punição. Veja tudo na reportagem a seguir.

Frequentar restaurantes em grupo é proibido agora em Pequim

Proprietários desses estabelecimentos devem cancelar reservas.

Redação

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Frequentar restaurantes em grupo é proibido agora em Pequim 15

Aly Song

Autoridades em Pequim proibiram que pessoas frequentem restaurantes em grupo, com o objetivo de conter a disseminação das infecções pelo novo coronavírus.

A medida foi anunciada nessa quarta-feira (5), com a determinação de que proprietários de restaurantes e pessoas em geral cancelassem reservas para refeições em grupo ou adiassem idas aos estabelecimentos.

Pessoas que vivem em zonas rurais são orientadas a não fazer festas por ocasião de aniversários ou outras celebrações.

As autoridades advertem que quem violar a ordem será punido com rigor.

Um grande número de restaurantes permaneceu fechado após o período de feriado do Ano- Novo Lunar.

Há preocupação nos estabelecimentos com a possibilidade de que a atividade se torne mais difícil com a proibição.

 

Em Xangai, autoridades decidiram manter escolas da cidade fechadas até o fim do mês.

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BOAS NOTÍCIAS: MÉDICOS TAILANDESES USAM COQUETEL ANTI-HIV E TEM MELHORA EM MULHER COM CORONAVÍRUS EM 48 HORAS

A Tailândia anuncia tratamento do coronavírus com coquetel anti-HIV e consegue melhora em 48 horas de mulher chinesa. Esse o nosso destaque desta quinta-feira na coluna BOAS NOTÍCIAS. Leia a reportagem completa a seguir e saiba tudo sobre essa descoberta.

Coronavírus: mulher melhora em 48h com coquetel na Tailândia

Esperança contra o coronavírus: médicos da Tailândia usaram um coquetel de medicamentos antivirais já conhecidos e uma mulher com a doença melhorou em 48 horas.

A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde da Tailândia, em entrevista coletiva neste fim de semana. A equipe médica afirmou a mulher é uma chinesa de 70 anos com o coronavírus e internada no Hospital Rajavithi, em 29 de janeiro. (vídeo abaixo)

A melhora aconteceu depois de ter sido tratada com medicamentos anti-HIV lopinavir e ritonavir, e grandes doses do medicamento anti-gripe oseltamivir. Ela recebeu o tratamento no Hospital Rajavithi, em Bangcoc e estava com o coronavírus há 10 dias, de acordo com os testes.

Embora tenha sido relatado que o tratamento melhorou a condição da paciente com coronavírus, a OMS, Organização Mundial da Saúde, vê a descoberta com cautela e ainda não considerou isso como a cura, disse o Dr. Rabindra Abeyasinghe, representante da OMS nas Filipinas.

“Vimos relatos vindos da Tailândia; é claro, a melhora de um paciente não constitui evidência… Precisamos reconhecer que esta é uma situação em evolução, é uma nova doença e a OMS continua comprometida em trabalhar em conjunto com a comunidade global de pesquisa para gerar essas evidências e compartilhá-las com os Estados membros quando disponíveis”, disse Abeyasinghe a repórteres em Malacañang.

Outros dois pacientes com coronavírus foram tratados com o coquetel de medicamentos. Um deles também melhorou. O outro teve que abandonar o tratamento após uma reação alérgica.

A melhora

Os médicos dizem que a rápida recuperação dela pode ajudar a solidificar a combinação de medicamentos como tratamento para o vírus.

Eles evitam falar em cura, já que é muito recente, mas garantem que a mulher melhorou da doença.

“Essa não é a cura, mas a condição do paciente melhorou bastante. Do teste positivo por 10 dias sob nossos cuidados, após a aplicação dessa combinação de medicamento, o resultado do teste ficou negativo em 48 horas”, disse o especialista em pulmão Dr. Kriangska Atipornwanich a repórteres.

“A perspectiva é boa, mas ainda precisamos fazer mais estudos para determinar se esse pode ser um tratamento padrão”.

OMS vai apurar

O relatório da Tailândia levará a OMS a trabalhar “mais estreitamente” com as autoridades de saúde da Tailândia.

Uma vez que a OMS estabeleça “evidências claras” do tratamento mais eficaz do vírus, Abeyasinghe disse que a organização reportará imediatamente.

Assista à reportagem da WIONews:

Com informações do WIONews , GNNJakartaPostKhaleejTimesAsiaOneABC/CBNews
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SAÚDE PÚBLICA: O DESCASO DO GOVERNO CHINÊS COM NO INÍCIO DA EPIDEMIA

Depois que a epidemia virou pandemia a verdade sobre o coronavírus começa a emergir das catacumbas do governo chinês expondo o descaso inicial e a sujeira jogada para debaixo do tapete. A história do médico que denunciou o coronavírus, foi preso e agora está infectado retrata bem a irresponsabilidade do governo comunista chinês. Leia o artigo a seguir e saiba como tudo aconteceu!

Médico chinês, que denunciou o coronavírus e foi preso, está agora infectado

Thaís Garcia

Publicado em 04.02.2020

Por  

 

Médico chinês, que denunciou o coronavírus e foi preso, está agora infectado 15

Sete pacientes no hospital onde Wenliang trabalhava como oftalmologista foram atingidos por uma doença até então misteriosa. Em 30 de dezembro de 2019, o médico alertou seus colegas estudantes de medicina em um grupo de bate-papo.

“Quarentena no departamento de emergência”, escreveu sobre alguns pacientes.

“Assustador, a SARS voltou?”, outro respondeu.

A inspeção sanitária chinesa em Wuhan imediatamente foi atrás do médico no meio da noite e o chamou para pedir as informações que ele havia compartilhado. Três dias depois, ele teve que assinar uma declaração da polícia sobre seu “comportamento ilegal”. Ele e mais outros sete foram presos em 31 de dezembro por “espalhar boatos”, depois que as notícias preocupantes de Wenliang também foram divulgadas fora do grupo de bate-papo.

A Comissão de Saúde de Wuhan foi obrigada a anunciar, no mesmo dia, que 27 pessoas foram infectadas com uma forma atípica de pneumonia. Mas, disseram que a doença era “evitável e controlável”.

Li Wenliang foi diagnosticado com o novo vírus corona e está internado recebendo cuidados médicos. Sua esposa, que está grávida, e seu filho pequeno aguardam separados até que ele se recupere.

Sigilo

Mais tarde, foi descoberto que não se tratava do SARS, o vírus que matou quase 800 pacientes em 2003, mas o, agora conhecido, novo coronavírus 2019-nCoV. Até o fechamento da matéria, 427 mortes e mais de 20.670 infecções em todo o mundo foram confirmadas.

A China é criticada porque as autoridades não agiram de forma decisiva imediatamente, de modo que o vírus rapidamente se espalhou.

“Em momentos críticos, o governo optou primeiro pelo sigilo e pela ordem, só depois abordou abertamente a crescente crise, a fim de evitar preocupações do público e constrangimentos políticos”, escreveu o The New York Times.

Inação

Segundo o jornal, as autoridades perderam um tempo valioso nas primeiras 7 semanas, entre o momento em que o coronavírus eclodiu no início de dezembro e a drástica decisão de 22 de janeiro de colocar em quarentena a metrópole de Wuhan.

No dia do Ano Novo, eles fecharam rapidamente o mercado de peixe de Huanan, onde alguns acreditam ter sido o local onde o vírus “provavelmente” teve sua origem.

Médicos e outros denunciantes foram inicialmente silenciados; e os 11 milhões de habitantes receberam apenas notícias tranquilizadoras e não foram instados a se proteger contra o vírus.

Ao não agir agressivamente para alertar médicos e outros profissionais de saúde, o governo chinês perdeu uma de suas melhores chances de impedir que a doença se tornasse uma epidemia.

“Esta foi uma questão de inação. Não houve ação em Wuhan do departamento de saúde local para alertar as pessoas sobre a ameaça”, disse Yanzhong Huang, membro sênior de saúde global do Conselho de Relações Exteriores que estuda a China.

O primeiro caso, cujos detalhes são limitados e a data específica desconhecida, foi no início de dezembro. Quando as autoridades entraram em ação em 20 de janeiro, a doença já havia se transformado em uma ameaça global.

A China parece ter optado por colocar sua reputação e interesses políticos na frente da saúde global.

Correspondente Internacional na Europa. Cristã, casada, mãe e bacharel em Relações Internacionais.

Fonte: Conexão Política

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BOAS NOTÍCIAS: MÉDICOS ITALIANOS CONSEGUEM ISOLAR O CORONAVÍRUS

Na coluna BOAS NOTÍCIAS desta terça-feira o destaque é o isolamento do novo coronavírus feito por médicos italianos, de Roma e verificar melhor o que pode ser feito para impedir a disseminação. Pode ser um grande passo no controle dessa epidemia. Leia a reportagem completa a seguir e conheça melhor essa pesquisa.

Coronavírus: médicos da Itália conseguem isolar o vírus

Médicos do hospital Lazzaro Spallanzani, em Roma, na Itália, conseguiram isolar o novo coronavírus.

A informação foi dada neste domingo, 2, pelo ministro da Saúde do país, Roberto Speranza. Ele disse que isso é importante para poder estudar o vírus e conter o avanço da doença.

“Isolamos o vírus e isso significa que temos muitas oportunidades para estudá-lo, entender e verificar melhor o que pode ser feito para impedir a disseminação”, afirmou Speranza.

O avanço dos médicos, de acordo com o governo italiano, será compartilhado com todo o mundo.

Emergência

Na quinta (30), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que os casos do coronavírus são uma emergência de saúde pública de interesse internacional.

Com isso, uma ação coordenada de combate à doença deverá ser traçada entre diferentes autoridades e governos.

“Devemos lembrar que são pessoas, não números. Mais importante do que a declaração de uma emergência de saúde pública são as recomendações do comitê para impedir a propagação do vírus”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Infecções mais rápidas

O novo vírus, chamado de 2019-nCoV, está se espalhando mais rápido, mas mata menos do que os da SARS, que causou um surto na China entre 2002 e 2003, e que o H1N1.

A Sars matou 916 pessoas e contaminou 8.422 durante toda a epidemia.

As duas infecções são causadas por vírus da família “coronavírus” e recebem este nome porque têm um formato de coroa.

China já teve mais de 14 mil casos de coronavírus.

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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ECONOMIA: UMA PREVISÃO DO QUE PODE VIA ACONTECER COM A ECONOMIA MUNDIAL CASO O CORONAVÍRIS VIRE UMA PANDEMIA

texto

O coronavírus

Algum dia ocorrerá

A epidemia (que pode virar pandemia) de coronavírus tem sido levada extremamente a sério na China. É realmente impressionante a rapidez da reação. Quarentenas de regiões inteiras foram impostas.

O vídeo a seguir é um bom exemplo de quão efetivas e baratas são as câmeras de smartphones. Trata-se de um relato em primeira mão, in loco, de tudo o que está acontecendo em Wuhan, a cidade na China que passou a ser conhecida como o epicentro da difusão do surto. Na prática, esta cidade de mais de 11 milhões de habitantes se tornou um local deserto. As pessoas estão trancadas em casa. Todos os empreendimentos (comércio, indústria e serviços) estão fechados.

O que irá acontecer a estas economias locais se o coronavírus — que vem apresentando um crescimento mais exponencial que a epidemia de SARS, entre 2002 e 2003 — continuar se espalhando, e as lojas e fábricas continuarem fechadas? Qual será o impacto na economia chinesa e, por consequência, na economia mundial, considerando-se também que o tráfego aéreo para a China está parcialmente suspenso (hoje a Air Canada também anunciou sua interrupção)?

A divisão do trabalho é fortemente dependente de tudo isso. Com a interrupção do tráfego de viajantes e de consumidores nas lojas, o comércio irá falir. Quando a epidemia acabar, haverá amplas barganhas para quem estiver com dinheiro e houver sobrevivido à epidemia.

Pandemia

Comecei a assistir ao documentário Pandemia, no Netflix.

Ele começa com um resumo do total de mortos da Gripe Espanhola, de 1918.

Este tema de pandemia é uma constante: não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’. Os especialistas não estão blefando e nem fazendo terrorismo barato. Algum dia acontecerá de novo; eles apenas não têm como saber quando e nem como tudo irá ocorrer. Mas estão convencido de que irá. Pior: eles não oferecem nenhuma bala de prata para lidar com isso. Não há. O que eles realmente garantem é que todo o sistema de saúde entrará em colapso e será paralisado.

Haverá vários efeitos imprevisíveis em uma pandemia. Mas é óbvio que algo assim irá solapar todo o sistema de saúde. Qualquer pessoa sofrendo alguma emergência médica de qualquer tipo não conseguirá ser atendida. Todos os leitos estarão ocupados.

No primeiro episódio da séria da Netflix, somos apresentados a uma mulher de uma pequena cidade do estado de Oklahoma. Ela é a única médica do hospital local. Ela tem de tratar todos os tipos de doenças, de lesões e de crises médicas que levam as pessoas a procurar um hospital. Ela é bastante franca quanto ao fato de que não há a mais mínima chance de ela lidar com algo semelhante a uma pandemia. O hospital ficaria lotado.

Fato semelhante ocorreria em várias pequenas cidades ao redor do mundo.

Outro efeito óbvio seria este: médicos, enfermeiras, anestesistas, auxiliares, residentes, plantonistas etc. começariam a morrer. Alguns outros iriam simplesmente abandonar o serviço. Não creio que a maioria faria isso. A mentalidade dos profissionais da saúde é semelhante à de soldados em combate. Mas haveria um declínio no número de profissionais da saúde, e eles não podem ser facilmente substituídos. Após a pandemia perder força, haveria uma escassez de médicos. Os preços dos serviços subiriam. Provavelmente seria instituído algum racionamento nos serviços de saúde. Vários hospitais privados iriam à falência.

O mesmo fenômeno aconteceria nas escolas, que seriam fechadas (o que, ironicamente, seria ótimo para cursos online, como a Khan Academy).

Salas de cinema teriam enormes prejuízos. Assim como os restaurantes.

Empresas aéreas? Quebradas.

O desemprego subiria sensivelmente. As pessoas perderiam seus empregos assim que os consumidores desaparecessem.

Os empregados que ainda mantiverem seus empregos pediram para começar a trabalhar de casa. Os patrões teriam de aceitar. Vendedores começarão a utilizar o Skype e o Zoom.

As compras no atacado, principalmente de alimentos, iriam crescer exponencialmente. As pessoas passariam a comprar no atacado para não terem de fazer comprar rotineiras em supermercados tradicionais. Elas estariam dispostas a pagar mais caro para ter a comida entregue em casa.

Igrejas? É provável que as celebrações passariam a ser transmitidas online, algo que já é feito atualmente. Haveria muito mais pessoas participando dos rituais pela internet do que as que hoje participam presencialmente, sem pandemia.

Nós nunca pensamos nestas probabilidades e nestes cenários simplesmente porque nunca tivemos de enfrentar algo semelhante a isso nos últimos 100 anos.

A corrida já começou 

Quatro décadas atrás, conheci um homem que era especialista em biologia. Ele era Ph.D. na área. Era um sujeito extremamente preparado e muito versado no assunto. Comecei a conversar com ele sobre pandemias. Eis o que ele me disse. Jamais me esqueci.

“Epidemiologistas estão em uma constante corrida contra alguma nova variedade de micróbios, contra os quais os seres humanos não têm nenhuma imunidade. Esses bichos desenvolvem imunidades contra as inoculações da ciência. Os cientistas, por muito pouco, ainda conseguem se manter à frente dos bichos. Mas chegará o dia em que os bichos ultrapassarão os cientistas. Este será o dia em que começará uma pandemia.”

Minha avó vivenciou a gripe espanhola. Foi a última grande pandemia do mundo. Minha mãe tinha aproximadamente um ano de idade à época. Elas viviam em Washington, D.C.  Ambas viviam em uma pensão que pertencia a uma chinesa. Segundo minha avó, a chinesa obrigava todos os inquilinos a comerem alho e cebola ao menos uma vez por dia. A justificativa era que isso criaria resistência à doença. Minha avó não tinha nenhuma opinião sobre a efetividade da dieta, mas também disse que ninguém naquela pensão adoeceu.

Aproximadamente 50 anos atrás, tornei-me interessado em estudar com profundidade o pior desastre natural já registrado na história da humanidade: a peste bubônica de 1348-50. Ela simplesmente transformou a civilização ocidental. Aproximadamente 35% dos europeus ocidentais foram dizimados. Nas cidades, as mortes chegaram a metade de população. O Renascimento acelerou-se nesta época porque as elites intelectuais perderam a fé em Deus.

Havia vários tipos de tratamento recomendados. Nenhum funcionou.

Meu palpite é que ocorrerá o mesmo fenômeno no próximo surto. Algumas pessoas irão recorrer ao Tamiflu. Outras irão se entupir de vitamina C. Outras tomarão vacina anti-gripe. Mas eis a realidade: nos estágios iniciais da próxima pandemia, nada irá funcionar. É por isso que será uma pandemia. Será só após a pandemia já ter se disseminado, abatendo aqueles cujos sistemas imunológicos não possuem defesa operacional, que as taxas de mortalidade irão desacelerar.

A gripe espanhola surgiu antes do desenvolvimento dos medicamentos sulfa. As sulfonamidas só foram descobertas em 1908, mas, pelas três décadas seguintes, ninguém fez nada com elas em termos médicos. Foi só no final da década de 1930 que os medicamentos sulfa se tornaram comuns. Desde então, vivemos em uma era em que os remédios sulfa e maravilhas similares são comuns. Conseguimos manter as criaturas microscópicas — que, um século atrás ameaçaram as vidas de dezenas de milhões de pessoas — isoladas e sob controle.

Consequentemente, não nos enxergamos como sendo vulneráveis a um surto de algo comparável a uma pandemia. Mas os especialistas na área sempre nos alertaram que essa nossa autoconfiança não era justificada. Como aquele meu amigo me explicou há 40 anos, em algum momento os microorganismos irão ultrapassar os cientistas.

Ao redor do mundo, as bolsas de valores começaram a cair forte por causa de um punhado de casos confirmados de coronavírus. Ou, ao menos, essa é a justificativa que está sendo apresentada para as quedas. Mas é fato que os investidores estão ficando nervosos. Como consequência, o ouro disparou substantivamente. Estava em aproximadamente US$ 1.500 pouco antes do início de 2020. Agora já se aproxima de US$ 1.600. Igualmente, os juros dos títulos de longo prazo do Tesouro americano caíram forte em decorrência da maior procura por segurança. A taxa caiu de 1,95% para 1,55%.

Ainda assim, não traz benefício nenhum ficar se preocupando com qualquer um desses vírus. Faz um século que estamos escapando da ameaça. Pode ser que consigamos o mesmo durante o próximo século. Ou não.

Conclusão

Não se sabe se o coronavírus irá se tornar uma pandemia. As chances são de que não, mas as chances sempre dizem isso em relação a qualquer tipo de vírus. O que se sabe é que os verdadeiros especialistas da área estão dizendo há décadas que, em algum momento, em um dia qualquer, alguma colônia de microorganismo irá se tornar imune o bastante para superar as chances.

Chris Martenson, Ph.D. em toxicologia, publicou um vídeo em 24 de janeiro alertando para isso. E ele não está exagerando.

A China está tomando medidas extraordinárias para manter o surto sob controle. Apenas um governo autoritário, que não está preocupado com eleições, pode se dar ao luxo de trancar as pessoas dentro de suas casas em várias cidades. Mas como esse governo conseguirá fazer isso sem afetar toda a economia chinesa?

Independentemente dos efeitos fora da China, os efeitos econômicos dentro da China podem desencadear uma recessão na nação que é a força-motriz do crescimento econômico. Uma recessão na China pode derrubar (como já está derrubando) os preços das commodities, o que irá afetar principalmente as economias em desenvolvimento. As moedas destes países já estão sofrendo.

O lendário investidor de commodities Paul Tudor Jones fez exatamente essa previsão.

Tudo o que podemos fazer é ficarmos parados observando. Mas jamais nos esqueçamos de que todo o conforto e progresso trazidos pela moderna economia dependem da ausência de uma pandemia. Jamais parta do princípio de que sua saúde e bem-estar são coisas certas e garantidas.

Fonte: Mises Brasil

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BOAS NOTÍCIAS: AS PESQUISAS PARA UMA VACINA CONTRA O CONAVÍRUS AVANÇAM RAPIDAMENTE

Vacinas contra o coronavírus é o destaque deste domingo na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS. Pesquisadores chineses dizem que já terão uma vacina para o coronavírus em até 40 dias. Em Hong Kong pesquisadores também anunciam que estão desenvolvendo outra vacina e a farmacêutica americana Johnson & Johnson começou a desenvolver mais uma vacina. Leia a reportagem completa a seguir e saiba os detalhes dessas pesquisas.

Pesquisadores chineses criam vacinas contra coronavírus

Cientistas chineses anunciaram que devem começar em menos de 40 dias os testes com a vacina que  desenvolveram contra o novo coronavírus, surgido na cidade de Wuhan.

O projeto envolve o Hospital Oriental de Xangai — parte da Universidade de Tongji — e a empresa de biotecnologia de Xangai, Stemirna Therapeutics, , informou a agência de notícias estatal Xinhua.

O CEO da empresa, Li Hangwen, disse hoje que não serão necessários mais de 40 dias para produzir as amostras de vacina, graças aos avanços tecnológicos do ARN mensageiro, o ácido ribonucleico que contém a informação genética do DNA e está envolvido na síntese de proteínas.

Depois disso, as amostras serão enviadas para testes e fornecidas aos centros médicos “o mais rápido possível”, embora ele não tenha indicado uma data para sua chegada ao mercado.

Outra vacina

No último domingo, Xu Wenbo, cientista do Centro de Prevenção e Controle de Doenças da China, explicou em entrevista coletiva que os pesquisadores estavam trabalhando em um remédio para a doença “depois de isolar com sucesso a primeira cepa do vírus”.

Outros pesquisadores chineses também anunciaram que já criaram uma vacina contra o novo coronavírus.

Yuen Kwok-yung, microbiologista e diretor do Centro de Doenças Infecciosas da Universidade de Hong Kong, disse que ela ainda precisa ser testada em animais, o que pode levar meses, e mais um ano de testes em humanos, antes do lançamento da vacina.

A nova vacina é uma modificação da vacina da gripe que pretende proteger tanto do coronavírus da China, quanto de gripes comuns.

Para Kwok-yung, a vacina que está em desenvolvimento na China atualmente deve ser baseada em uma versão inativa do vírus, que tem sua propriedade contagiosa destruída em laboratório, o que poderia resultar na apresentação de sintomas mais graves do que o normal em pessoas que tomarem a vacina e forem contaminadas com o vírus.

Além da China, pesquisadores dos Estados Unidos também se esforçam para criar uma vacina contra o novo vírus.

A farmacêutica americana Johnson & Johnson começou a desenvolver uma vacina, embora os prazos dados sejam muito menos otimistas do que os da empresa chinesa, já que essa poderia levar até um ano para o produto ficar acessível no mercado.

O vírus

O coronavírus da China é um novo vírus que já matou mais de 100 pessoas, a maioria na província de Hubei, epicentro da propagação.

Já existem  mais de 6 mil casos confirmados em 17 países, incluindo Estados Unidos, Japão e vários da Europa.

Com sintomas parecidos com os da gripe, o vírus é da mesma família que o SARS, que no começo dos anos 2000 causou uma epidemia conhecida como gripe asiática.

Com informações da Exame e R7

Fonte: Só Notícia Boa

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