FRASCOS DO IMUNIZANTE CORONAVAC COM DOSES MENORES DO QUE O APRESENTADO SÃO RELATADAS EM ALGUNS MUNICÍPIOS DO RN

Por Igor Jácome, G1 RN

 

Produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, CoronaVac em envasada com 10 doses por frasco, mas municípios relatam casos de produto com menos doses — Foto: Instituto Butantan/DivulgaçãoProduzida no Brasil pelo Instituto Butantan, CoronaVac em envasada com 10 doses por frasco, mas municípios relatam casos de produto com menos doses — Foto: Instituto Butantan/Divulgação

Pelo menos 3.284 doses da vacina CoronaVac deixaram se ser aplicadas em potiguares porque frascos do imunizante teriam apresentados menos doses que o informado na embalagem, segundo a Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap). Pelo menos 76 municípios relataram terem recebido frascos com 9 e não 10 doses, como informado na bula. Em nota, Instituto Butatan, que fabrica o imunizante no Brasil, atribuiu o problema a “prática incorreta na extração das doses nos serviços de vacinação”.

A Anvisa confirmou “um aumento de queixas técnicas relacionadas à redução de volume nas ampolas da vacina” e afirmou que os relatos estão sendo investigados com prioridade pela área de fiscalização.

A Secretaria Estadual de Saúde afirmou que vai repor as doses aos municípios por meio da reserva técnica, além de notificar o Ministério da Saúde sobre o problema. Confira no final desta matéria a lista de municípios que notificaram doses a menos nos frascos.

“Os municípios relataram que, ao invés de 10 doses, estão vindo 9. Isso aconteceu também em outros estados, foram até mais que aqui, mas temos que repor, ou haverá uma defasagem na vacinação. Já fizemos um ofício sobre o assunto e vamos enviar hoje (terça, 13) ao Ministério da Saúde “, afirmou Kelly Maia, coordenadora de Vigilância em Saúde.

Parnamirim, na região metropolitana de Natal, foi uma das que registrou o problema e notificou a Sesap. “O que tem ocorrido é que alguns frascos de vacina contém menos doses do que o estabelecido, como, por exemplo, frascos da vacina Coronavac/Butantan, que tem indicação de dez doses e alguns estão vindo com nove doses, e a dose que falta gera uma incidência, que imediatamente é informada à Secretaria de Estado da Saúde Pública”, informou em nota sobre perdas de vacinas.

Casos também aconteceram em estados como Paraná, na BahiaGoiás e Tocantins, entre outros.

A Anvisa considerou que os eventos são considerados “de baixo risco”, por não haver risco de óbito, de causar agravo permanente e nem temporário. “No entanto, todas as hipóteses estão sendo avaliadas para que se verifique a origem do problema e não haja prejuízos à vacinação em curso no país”, disse.

Em nota, o Ministério da Saúde recomendou que estados e municípios registrem no formulário técnico quando não for possível aspirar o total de doses declaradas nos rótulos das vacinas, para investigação da Anvisa.

Procurado pelo G1, o Instituto Butantan afirmou que cada frasco da vacina contra o novo coronavírus contém nominalmente 10 doses de 0,5 ml cada, totalizando 5 ml, e adicionalmente ainda é envasado conteúdo extra, chegando a 5,7 ml por ampola. De acordo com o instituto, o volume aprovado pela Anvisa seria suficiente para a extração das dez doses.

“Todas as notificações recebidas pelo instituto até o momento relatando suposto rendimento menor das ampolas foram devidamente investigadas, e identificou-se, em todos os casos, prática incorreta na extração das doses nos serviços de vacinação. Portanto, não se trata de falha nos processos de produção ou liberação dos lotes pelo Butantan”.

De acordo com o instituto, todas as investigações foram feitas e todos os controles realizados nos lotes liberados foram avaliados. “A conclusão encontrada, e já dividida com a Vigilância Sanitária, é que não se trata de falha nos processos de produção ou liberação dos lotes por parte do Instituto Butantan. Na verdade, trata-se de uma prática incorreta no momento do uso das doses”, reforçou.

O Butantan ainda informou que seringas de volumes superiores (ex: 3ml, 5ml), podem gerar dificuldades técnicas para visualizar o volume aspirado. Outro fator decisivo é a posição correta do frasco e da seringa no momento da aspiração. O instituto informou que “irá revisar a bula da vacina Coronavac, no intuito de promover de forma ainda mais clara as informações relacionadas à forma correta de se realizar a aspiração das doses, adicionando inclusive um QR Code que irá direcionar para um vídeo demonstrativo do procedimento”.

Lista de municípios que notificaram doses a menos nos frascos

  • Natal – 708
  • Mossoró – 633
  • Parnamirim – 438
  • Caicó – 238
  • São Gonçalo – 52
  • Ceará Mirim – 89
  • Assu – 3
  • Currais Novos – 25
  • Apodi – 82
  • Santa Cruz – 19
  • Extremoz – 51
  • Macau – 60
  • João Câmara – 3
  • Parelhas – 81
  • Canguaretama – 1
  • Touros – 61
  • Caraúbas – 15
  • Santo Antônio – 20
  • Jardim do Seridó – 50
  • Jucurutu – 1
  • Baraúna – 16
  • Acari – 39
  • Alexandria 29
  • Umarizal – 22
  • Guamaré – 05
  • Pendências – 05
  • Patu – 02
  • Campo Redondo – 10
  • Severiano Melo – 04
  • Angicos – 29
  • Alto do Rodrigues – 25
  • Portalegre – 2
  • Upanema – 18
  • Poço Branco – 01
  • Vera Cruz – 06
  • Serra do Mel – 23
  • Arês – 3
  • Lajes – 06
  • Serra Negra do Norte – 3
  • José da Penha – 20
  • Felipe Guerra – 49
  • Tenente Ananias – 60
  • Afonso Bezerra – 02
  • Lagoa Salgada – 02
  • Grossos – 39
  • Ouro Branco – 13
  • Doutor Severiano – 9
  • Pureza – 02
  • Encanto – 12
  • Jaçanã – 08
  • Serrinha dos Pintos – 05
  • São Miguel do Gostoso – 11
  • Pedro Avelino – 3
  • Itaú – 7
  • Riacho de Santana – 2
  • Janduís – 51
  • São José do Seridó – 12
  • Jandaíra – 2
  • São Fernando – 11
  • Rodolfo Fernandes – 6
  • Riachuelo – 12
  • Bento Fernandes – 2
  • Tenente Laurentino – 7
  • Tibau – 01
  • Pilões – 10
  • Rafael Godeiro – 7
  • São Francisco do Oeste – 01
  • Água Nova – 07
  • Riacho da cruz – 01
  • Senador Georgino Avelino – 05
  • Santana do Seridó – 15
  • Japi – 06
  • Triunfo Potiguar – 01
  • Jardim de Angicos – 03
  • Taboleiro Grande – 08
  • Galinhos – 02

Fonte: G1 RN

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NO CHILE, INFERMEIRA CONFUNDE VACINAS NO MESMO REFRIGERADOR E ADMINISTRA DOSE DA CORONAVAC EM BEBÊ DE 6 MESES

Bebê de 6 meses recebe vacina contra covid por engano no Chile

A criança foi levada para tomar a vacina adequada à idade, que estava no mesmo refrigerador que uma dose de Coronavac

INTERNACIONAL

Do R7

Enfermeira confundiu duas vacinas que estavam no mesmo refrigerador
ALBERTO VALDÉS / EFE – ARQUIVO

Uma bebê de cerca de 6 meses recebeu, por engano, uma dose da CoronaVac, a vacina chinesa contra a covid-19, na semana passada em Villarrica, no Chile. As autoridades sanitárias acompanham o caso para verificar se ela irá desenvolver algum sintoma adverso mas, até o momento, os relatos indicam que ela está com a saúde boa.

Segundo a emissora La Tercera, o caso aconteceu na semana passada e a família denunciou que a enfermeira se confundiu no momento de aplicar a vacina porque tanto a CoronaVac quanto a vacina pentavalente (indicada para crianças de 6 meses, que imuniza contra tétano, hepatite B, coqueluche, difteria e meningite tipo B) que ela iria tomar estavam no mesmo refrigerador.

A secretária regional de Saúde, Glória Rodriguez, contou que “fomos notificados imediatamente do erro que aconteceu e todas as medidas de controle e observação da criança foram tomadas”.

“Notificamos o Ministédio da Saúde e todas as instituições necessárias para realizar as investigações correspondentes. Estamos preocupados com a saúde da criança e estamos monitorando a evolução”, explicou ela.

Fonte: R7
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O RN RECEBERÁ NA TARDE DESTA QUARTA-FEIRA (10) MAIS 43.200 DOSES DA VACINA CORONAVAC

Por G1 RN

 

Dose da Coronavac — Foto: Divulgação/Flávia Pacheco/SESDose da Coronavac — Foto: Divulgação/Flávia Pacheco/SES

O Rio Grande do Norte vai receber na tarde desta quarta-feira (10) mais 43.200 doses da vacina CoronaVac. O horário da chegada do voo com o novo lote em solo potiguar não foi divulgado pelo governo do Estado.

A recomendação da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) é que, assim que essas doses forem distribuídas, os municípios potiguares iniciem a vacinação dos idosos de 75 a 79 anos. A expectativa da pasta é de que 45% desse público seja imunizado com esse lote.

Atualmente, ainda com doses remanescentes, Natal já anunciou o início da vacinação de idosos de 78 anos ou mais.

Das 43.200 doses que chegam nesta quarta, serão entregues imediatamente aos municípios 20.810. Isso porque as demais doses ficam guardadas na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), em Natal, para garantir a segunda dose da imunização. Além disso, há também a reserva técnica preconizada pelo Ministério da Saúde, estimada em 2.180 doses nesse lote.

Essa é a décima remessa de vacinas que o Rio Grande do Norte recebe do Ministério da Saúde. Ao todo, já foram entregues 314.240 vacinas, sendo 247.240 da CoronaVac e 67 mil de Oxford/AstraZeneca. As últimas doses chegaram em solo potiguar em 3 de março.

Segundo o RN+ Vacina, plataforma que monitora a imunização no estado, cerca de 122 mil pessoas já foram vacinadas no Rio Grande do Norte, sendo aproximadamente 41 mil já com a segunda dose.

Confira aqui todas as doses já recebidas:

  • 18 de janeiro – CoronaVac: 22.440 doses
  • 18 de janeiro – CoronaVac: 60.000 doses
  • 24 de janeiro – Oxford: 31.500 doses
  • 24 de janeiro – CoronaVac: 14.600 doses
  • 07 de fevereiro – CoronaVac: 29.000 doses
  • 07 de fevereiro – CoronaVac: 17.800 doses
  • 24 de fevereiro – Oxford: 35.500 doses
  • 24 de fevereiro – CoronaVac: 19.400 doses
  • 3 de março – CoronaVac: 40.800
  • 10 de março – CoronaVac: 43.200 doses (falta receber)
Fonte: G1 RN
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ANÁLISE POLÍTICA: BOLSONARO “DILMOU” DIZ O MERCADO, POR JOSÉ NÊUMANNE PINTO

Sábado é dia de ANÁLISE POLÍTICA, aqui no Blog do Saber e hoje temos o irreverente José Nêumanne Pinto com a seguinte pauta: 1 – A elite empresarial paulistana, que ainda não utilizou a própria força para pressionar o chefe do governo a mudar a política negacionista no combate à pandemia, agora diz que ele segue o caminho da ex-presidente petista, por estar interferindo na política de preços da Petrobrás. 2 – O PGR quinta coluna pediu a abertura de inquérito sobre crimes de desacato e infração de medida sanitária pelo deputado federal Daniel O Quê na carceragem da PF no Rio. Mais um sinal de indiferença do chefão da patota golpista. 3. O chefe do Executivo jura que a mãe tomou vacina da AstraZeneca, rejeitada na Europa, e não da Coronavac do Butantan, de que o Ministério da Saúde encomendou mais 30 milhões de doses. Tudo isso e muito mais. Por isso não perca e assista agora!

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: NO INTUITO DE VER SE A VACINAÇÃO EM MASSA REALMENTE DIMINUI A TRANSMISSÃO DO VÍRUS CIDADE INTEIRA SERÁ VACINADA

A partir da semana que vem toda a população adulta da cidade de Serrana no interior de São Paulo será vacinada para saber se a vacinação em massa pode de fato diminuir a transmissão do vírus, controlando assim a infecção. É uma iniciativa do Instituto Butantan e da Prefeitura da cidade para ver qual é a capacidade da Coronavac em modificar o curso da epidemia.  Leia o artigo completo a seguir para conhecer os detalhes dessa matéria!

Cidade inteira será vacinada para ver se controla transmissão da Covid

Toda a população adulta da cidade de Serrana, perto de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, será vacinada contra a covid-19 a partir da semana que vem.

Os 30 mil voluntários acima de 18 anos – entre os 45.644 moradores do município – vão participar de uma pesquisa do Instituto Butantan para saber se a vacinação em massa pode de fato diminuir a transmissão do vírus, controlando assim a infecção.

O Projeto S, como é chamado, foi lançado nesta sexta, 12, pelo Butantan e a prefeitura da cidade, para ver qual é a capacidade da Coronavac em modificar o curso da epidemia.

O ensaio clínico com a população adulta será feito com a vacina produzida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

A vacinação

A imunização começa no dia 17 de fevereiro e a população poderá se cadastrar até o dia 16.

Para facilitar a vacinação em massa, a cidade foi divida em quatro regiões, separadas por cores. A vacinação será feita de quarta-feira a domingo de acordo com o cronograma de cada cor.

Para a primeira dose, serão imunizados os moradores da Região Verde (17 a 20 de fevereiro); em seguida serão os residentes da Região Amarela (24 a 27 de fevereiro), da Região Cinza (3 a 6 de março) e da Região Azul (10 a 13 de março).

Os postos de vacinação serão montados em oito escolas, de acordo com as áreas determinadas para o estudo para a aplicação das doses.

A estimativa é a de que em 13 semanas já será possível obter as respostas necessárias para conhecer os efeitos da imunização em massa.

A escolha

A cidade de Serrana foi escolhida para participar do projeto por ter apresentado dados preocupantes de transmissão do novo coronavírus em um inquérito sorológico realizado pelo Instituto Butantan em 2020. E também por outros motivos:

“É uma cidade relativamente pequena, tinha uma grande porcentagem de caso ativos (5%, de acordo com inquérito sorológico feito em abril do ano passado) e tem mais de 10 mil moradores que viajam todos os dias, circulação que propicia a proliferação de doenças infectocontagiosas”, disse diretor-geral do Hospital Estadual Serrana, Marcos Borges.

A expectativa

O diretor-presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, falou da expectativa: “Se a vacinação controlar o vírus, levar à diminuição da existência do próprio vírus na comunidade é um tipo de resposta. Se o vírus vai continuar circulando, embora haja proteção contra a doença, é outro tipo de resposta que vai exigir novo tipo de planejamento”, explicou.

Dimas Covas disse que as variantes do novo coronavírus são uma preocupação das autoridades médicas e especialmente a variante brasileira que surgiu no Amazonas, que pode trazer problemas para algumas vacinas baseadas na proteína S (AstraZeneca , Sputnik V, Pfizer, Moderna e Johnson & Johnson).

“A vacina do Butantan é diferente porque é baseada no vírus inteiro inativado, quebrado aos pedaços e são esses pedaços que formam a vacina. Quando o indivíduo recebe, ele produz uma resposta imunológica ampla contra vários pedaços do vírus. Portanto, a chances dessa vacina ter problemas com essas variantes é menor. Já estamos fazendo o monitoramento dessas variantes”, explicou.

O estudo foi desenvolvido pelo Instituto Butantan, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP, aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e é realizado em parceria com a Secretaria de Saúde e a Prefeitura Municipal de Serrana. O estudo está registrado na base de dados internacional ClinicalTrials.gov.

A participação é voluntária e os dados dos cidadãos que tomarem a vacina são sigilosos.

Um assistente virtual pelo WhatsApp vai tirar dúvidas da população e ajudar a monitorar efeitos da vacinação

“A Tainá, nossa assistente virtual, vai ser fundamental para a divulgação do Projeto S e o acompanhamento da população de Serrana após a vacinação”, concluiu Dimas Covas, diretor-presidente do Instituto Butantan.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Só Notícia Boa

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MAIS UM LOTE DE 46.800 DOSES DA CORONAVAC DESEMBARCAM NO RN

Governo do RN recebe novo lote de vacinas contra a Covid-19

08 fev 2021

Resultado de imagem para Governo do RN recebe novo lote de vacinas contra a Covid-19

O Rio Grande do Norte recebeu mais um lote de vacinas contra a Covid-19. O desembarque das 46.800 doses da CoronaVac no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante aconteceu no fim da manhã deste domingo (7) e foi acompanhado pela governadora Fátima Bezerra.

Os imunizantes recebidos pela equipe da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) vão atender os idosos do RN, começando pelos acamados e os que estão acima dos 90 anos. Na sequência serão imunizados os idosos com mais de 85 anos, a partir da organização de cada município.

“Toda a logística já está pronta para fazer a distribuição aos municípios. Fazemos o apelo para que se tenha todo o cuidado no sentido de evitar aglomerações”, afirmou a governadora Fátima. “Os idosos acamados que começarão a ser vacinados agora serão atendidos em suas casas através das equipes de saúde dos municípios. Depois daremos início à vacinação dos idosos em geral a partir dos 90 anos, de forma decrescente, do mais idoso ao menos idoso”, completou a chefe do Executivo.

A escolha desses grupos prioritários para vacinação se deu conforme a disponibilidade das doses da vacina por parte do Ministério da Saúde. As doses que serão encaminhadas aos municípios seguem a divisão dos lotes anteriores, com base na estimativa populacional.

“O Ministério da Saúde sinalizou que a partir de agora estaremos recebendo as vacinas semanalmente. É importante que a população não fique ansiosa e não se dirija às unidades de saúde de forma desorganizada exatamente para que não cause aglomeração”, destacou a subsecretária de planejamento e gestão da Sesap, Lyane Ramalho.

A entrega das vacinas aos municípios seguirá os planos anteriores, com o transporte dos imunizantes até as Unidades Regionais de Saúde Pública, com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.

SEGUNDA DOSE

No início desta semana a Sesap vai distribuir o estoque para aplicação da segunda dose da CoronaVac para os potiguares atendidos com o primeiro lote de vacinas

A vacinação deste público deverá ocorrer em até duas etapas: de 10 a 17 de fevereiro e de 15 a 19 de fevereiro, devendo ser respeitado o intervalo de 21 a 28 dias entre a primeira e a segunda dose.

Fonte: Política em Foco

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O CHILE DEVE COMEÇAR A VACINAÇÃO EM MASSA DA POPULAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA (3) UTILIZANDO A CORONAVAC

O CHILE DEVE COMEÇAR A VACINAÇÃO EM MASSA DA POPULAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA (3) UTILIZANDO A CORONAVAC
Empty vials that contained the Pfizer-BioNTech COVID-19 vaccine sit in a pile at the Posta Central Hospital in Santiago, Chile, Wednesday, Jan. 13, 2021. (AP Photo/Esteban Felix)

Chile começa vacinação em massa com Coronavac nesta quarta-feira (3)

Giulia Alecrim*, da CNN, em São Paulo
02 de fevereiro de 2021 às 10:38 | Atualizado 02 de fevereiro de 2021 às 10:55
Chile utilizará a Coronavac, importada de Pequim, para iniciar vacinação em massChile utilizará a Coronavac, importada de Pequim, para iniciar vacinação em massa Foto: Thomas Peter/Reuters

O Chile deve começar nesta quarta-feira (3) a vacinação em massa da população utilizando a Coronavac, de acordo com o anúncio feito pelo presidente Sebastian Piñera. Inicialmente, a prioridade será para os grupos de risco, que correspondem a cinco milhões de pessoas, previstos para serem imunizados em fevereiro e março.

A vacinação com profissionais da saúde já havia sido iniciada em 24 de dezembro de 2020 com o imunizante da Pfizer, aprovado pelo país na semana anterior ao natal. Já o uso da Coronavac foi aprovado no dia 20 de janeiro deste ano.

O país recebeu nesta semana quase 4 milhões de doses importadas da vacina desenvolvida pela empresa Sinovac, e que no Brasil está sendo produzida em parceira com o Instituto Butantan, responsável pela introdução da Coronavac na América Latina, com exceção do Chile e do Uruguai.

Na semana passada, o Chile autorizou o uso da vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, tornando-se a terceira candidata disponível no país. Além disso, está prevista a aquisição de outras quatro milhões de doses da Johnson&Johnson, ainda que não tenha sido aprovada. A meta é vacinar 15 milhões de chilenos até a metade deste ano.

O país registrou 730.888 casos confirmados e 18.537 mortes pelo novo coronavírus, de acordo com a Universidade Johns Hopkins, e já imunizou mais de 67 mil pessoas, de acordo com o World In Data.

Sob supervisão Julyanne Jucá

Fonte: CNN Brasil

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ANÁLISE POLÍTICA: CHINA NEGA INSUMOS PARA VACINA APÓS SER INSULTADA POR BOLSOBARO, POR JOSÉ NÊUMANE

Estamos de volta com o irreverente e destemido José Nêumanne Pinto, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA, comentando dentre outros assuntos sobre a Indignação dos chineses com insultos proferidos pela famiglia Bolsonaro e pelo chanceler Ernesto Araújo, que passaram a dificultar entrega de insumos para vacinas coronavac e da AstraZeneca, o que impede Pazuello de dar datas do plano de vacinação na resposta ao STF. 2 – Fiocruz não produziu uma só das 160 milhões que Ministério da Saúde diz que Brasil comprou na vacina da AstraZeneca, de fato produzida no laboratório indiano Serum. 3 – Ministro da Saúde espera entrega de 2 milhões de doses em Mumbai, mas Brasil fica fora da lista dos países para os quais a Índia anuncia exportação da vacina. O vídeo está imperdível. Então, comece logo a assistir!

Fonte:

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BOAS NOTÍCIAS: CAMPANHA DE VACINAÇÃO NACIONAL CONTRA COVID-19 COMEÇA NESTA QUARTA-FEIRA

Enfim anuncio oficial, feito pelo Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre o início da vacinação para quarta-feira em todo o Brasil. A vacinação será iniciada com as vacinas coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan e com a vacina de Oxford em parceria com a Astrazeneca. Leia o artigo completo a seguir e saiba mais!

Ministério da Saúde anuncia para quarta-feira vacinação contra Covid no Brasil

O Ministério da Saúde informou neste domingo, 17, que a vacinação contra a Covid-19 no Brasil terá início na quarta-feira, 20, às 10h.

A distribuição da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo Instituto Butantan com a Sinovac, e aprovada pela Anvisa também neste domingo, começará a ser distribuída aos estados às 7h da segunda-feira, 18.

“Está dado o primeiro passo para o início da maior campanha de vacinação do mundo contra o coronavírus”, afirmou o ministro da Saúde , Eduardo Pazuello.

O anúncio foi feito logo após a aprovação do uso emergencial da CoronaVac e da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca pela Anvisa.

Repasse

O governador de São Paulo, João Doria, por meio das redes sociais, confirmou que estava determinando o repasse ao Governo Federal das doses solicitadas ao Butantan.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ressaltou ainda que a imunização começará simultaneamente em todo o Brasil e criticou a aplicação da primeira dose em São Paulo.

Segundo Pazuello, a aplicação da vacina na enfermeira Mônica Calazans, está “em desacordo com a lei”.

“Poderíamos num ato simbólico ou numa jogada de marketing iniciar a primeira dose em uma pessoa, mas em respeito a todos os governadores, prefeitos e todos os brasileiros, o Ministério da Saúde não fará isso”, acrescentou o ministro.

Alerta

O ministro afirmou ainda que os cuidados contra a transmissão da Covid-19 não devem ser interrompidos “em hipótese alguma”, apesar do início da vacinação.

“Volto a dizer: não podemos em hipótese alguma relaxar as medidas preventivas. Uso de máscara, álcool em gel na mão, distanciamento social – situações como esta que estamos, por exemplo [entrevista coletiva]… [Evitar] aglomerações… As empresas e estabelecimentos que têm autorização para trabalhar e devem trabalhar, a economia não deve parar, elas devem ter as medidas de cuidados muito claras”.

Com informações da Veja e G1

Fonte: Só Notícia Boa

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VEJA A LOGÍSTICA E DIVISÃO DETALHADA DO ENVIO DAS DOSES DA CORONAVAC AOS ESTADOS

Plano detalha envio da Coronavac aos estados; veja logística e divisão de doses

Por Diego Freire, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 18 de janeiro de 2021 às 02:55

Embalagem oficial da Coronavac, vacina do Instituto ButantanEmbalagem oficial da Coronavac, vacina que será produzida pelo Instituto Butantan no BrasilFoto: Divulgação/Instituto Butantan

Em nota divulgada neste domingo (17), o Ministério da Saúde comunicou o início do processo que levará a todos os estados e ao Distrito Federal seis milhões de doses da Coronavac. O imunizante foi aprovado pela Anvisa para uso emergencial e já teve as primeiras aplicações em São Paulo.

Na sexta-feira, o Instituto Butantan confirmou a entrega de 6 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 ao órgão federal, que prevê iniciar a imunização nacional na quarta-feira (20), a partir das 10h (de Brasília).

Segundo o Ministério da Saúde, as doses estão no Departamento de Logística em Saúde (DLOG), em São Paulo, e começarão a ser distribuídas nacionalmente na manhã desta segunda-feira.

“Nesta segunda-feira, às 7h, a distribuição das vacinas irá para todos os estados brasileiros, para que cada governo possa dar início ao plano de vacinação. O DLOG vai fracionar, agora, as quantidades corretas para cada estado. A Força Aérea Brasileira vai fazer a entrega nos pontos focais. A partir daí, os estados fazem a distribuição local”, explicou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em coletiva de imprensa no Rio de Janeiro durante o domingo.

Logística de distribuição

De acordo com o ministério, a distribuição das vacinas será realizada por aviões e uma frota de 100 caminhões com áreas de carga refrigeradas, sistema de rastreamento e bloqueio via satélite.

Até o final de janeiro, a pasta projeta contar com mais 50 veículos destinado a levar as vacinas aos postos de saúde.

Para as rotas aéreas, o Ministério da Saúde terá o apoio da Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias Azul, Gol, Latam e Voepass, qua transportarão gratuitamente a vacina contra a Covid-19 às unidades federativas.

Veja, abaixo, a quantidade prevista para ser distribuída a cada estado, segundo o Ministério da Saúde – considerando 6 milhões de doses fornecidas pelo Instituo Butantan.

Previsão de distribuição da Coronavac
Foto: Ministério da Saúde/ Reprodução
Doses distribuição Coronavac - página 2
Foto: Ministério da Saúde/ Reprodução

Fonte: CNN

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RESUMO DA SEMANA: CAOS NO AMAZONAS, IMPEACHMENT DE TRUMP AVANÇA E EFICÁCIA DA CORONAVAC

Neste 3º domingo de 2021, aqui na coluna RESUMO DA SEMANA, já temos muito assunto e notícias em apenas 3 semanas, pois o ano começou eletrizante, com o caos no Amazonas em virtude da explosão do coronavírus, o impeachment de Trump que caminha para o seu desfecho final e a polêmica sobre a eficácia da Coronavac. Então, aproveite para se atualizar assistindo o vídeo completo a seguir com Nicole Fusco da Jovem Pan.

Fonte:

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O INSTITUTO BUTANTAN CONFIRMA O REPASSE AO GOVERNO FEDERAL DE 6 MILHÕES DE DOSES DA VACINA CORONAVAC

Butantan confirma entrega de 6 milhões de doses da Coronavac à União

Guilherme Venaglia,

da CNN, em São Paulo

15 de janeiro de 2021 às 19:58

Embalagem oficial da Coronavac, vacina do Instituto ButantanEmbalagem oficial da Coronavac, vacina do Instituto Butantan Foto: Divulgação/Instituto Butantan

Instituto Butantan enviou nesta sexta-feira (15) um ofício ao Ministério da Saúde confirmando o repasse ao governo federal de 6 milhões de doses da Coronavac, a vacina contra a Covid-19 produzida pela entidade em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Na mensagem a Roberto Dias, diretor de Logística em Saúde do Ministério, o Butantan informa o faturamento das doses requisitadas mais cedo pela pasta, como noticiou o colunista da CNN Caio Junqueira.

O ofício enviado pela entidade ligada ao Governo de São Paulo questiona o Ministério da Saúde sobre a data de início de uma campanha de vacinação contra a Covid-19 no país, ainda não anunciada pelo governo federal.

A Fundação Butantan, gestora do Instituto, ainda pergunta quantas das 6 milhões de doses serão direcionadas ao Estado de São Paulo. Como é de praxe nas vacinas produzidas pelo Butantan em São Paulo, a parcela direcionada à população paulista já é entregue diretamente à secretaria estadual de Saúde do estado.

A entrega das vacinas — e a possibilidade de que seja iniciada a imunização — acontecerá, segundo o Instituto Butantan, assim que a Coronavac for autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A diretoria colegiada da Anvisa se reúne neste domingo (17) para analisar o pedido de uso emergencial da vacina, pedido pelo Butantan.

Primeira opção do governo federal para iniciar a imunização, a vacina de Oxford também será avaliada pela agência, mas há perspectiva de atraso na disponibilização depois que a Índia pediu ao Brasil que não enviasse já um avião que iria ao país buscar 2 milhões de doses do imunizante.

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ACORDO DO BUTANTAN COM MAIS DE 180 CIDADES PARA FORNECER CORONAVAC SERÁ CANCELADO PELO INSTITUTO

Butantan vai cancelar acordo com mais de 180 cidades para fornecer Coronavac

Pedro Duran, da CNN, no Rio de Janeiro

Atualizado 14 de janeiro de 2021 às 17:26

Instituto Butantan amplia mão de obra para produção da vacina Coronavac

O Instituto Butantan deve comunicar na próxima segunda-feira (18) que todos os acordos com cidades estão cancelados. O presidente do instituto, Dimas Covas, explicou que todas as doses da vacina serão entregues ao Ministério da Saúde, assim que a Anvisa aprovar o uso emergencial ou o registro da vacina. O órgão discute no próximo domingo (17) o pedido para que 6 milhões de doses da vacina tenham a autorização de uso para grupos específicos no país.

Covas explicou à CNN que, assim que o acordo for fechado, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que assume a distribuição da vacina. “O critério é populacional. Todos os estados vão receber da mesma maneira. O acordo com os municípios era para o caso de o Ministério se recusar a comprar a vacina, mas como firmamos a parceria isso não vai acontecer”, disse ele.

Com a eficácia anunciada em 78% para casos mais leves e 100% para casos graves, a Coronavac teve 184 municípios interessados, que procuraram diretamente a direção do Instituto Butantan para pedir a vacina. São municípios de fora do estado de São Paulo que escolheram contar com um ‘plano B’, caso o plano de vacinação do Ministério da Saúde não avançasse. O levantamento foi feito pela Secretaria de Desenvolvimento Regional do Governo de São Paulo junto ao Butantan. Os dados foram confirmados pelo secretário Marco Vinholi.

A maior da lista é a capital fluminense. O próprio prefeito eleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, firmou um acordo de cooperação com o órgão ligado ao governo de São Paulo para ter acesso à vacina, mesmo acreditando em um calendário nacional.

São ao todo 26 cidades do Rio de Janeiro. A prefeitura de Maricá, que tem pouco mais de 160 mil habitantes, pediu 440 mil doses ao Butantan e queria manter o acordo, mesmo depois da investida do Ministério sobre a vacina. Já a prefeitura de Niterói decidiu comprar 1,1 milhão de doses da vacina coronavac por R$ 57 milhões, pagando 10 dólares por dose. Cerca de 300 mil chegariam no fim de janeiro para vacinar profissionais da saúde e idosos, o que não vai mais acontecer.

Outras grandes capitais como Curitiba e Belo Horizonte também pleiteiam o uso da coronavac e assinaram compromisso de compra da vacina. O prefeito da capital paranaense, Rafael Greca, tinha fechado o acordo no início de dezembro para imunizar profissionais da saúde da cidade. Esse também era o foco da vacinação prevista pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil.

A diretoria do Butantan recebeu ainda o pedido de 10 associações de municípios de diversos estados. Nas contas do setor técnico do órgão paulista, se somadas todas as cidades que integram esses coletivos, seriam mais de 1000 municípios de olho na vacina chinesa.

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DADOS DA CORONAVAC SÃO REQUISITADOS AO BUTANTAN PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Ministério da Saúde requisita dados da Coronavac ao Butantan

Caio Junqueira

Por Caio Junqueira, CNN  

Atualizado 11 de janeiro de 2021 às 21:25

O Ministério da Saúde encaminhou agora há pouco um ofício ao Instituto Butantan pedindo informações sobre as 10 milhões de doses da Coronavac que foram produzidas na China e que o Governo de São Paulo pretende aplicar aqui no Brasil.

O documento a que a CNN teve acesso é endereçado ao diretor-geral do Butantan, Dimas Covas. O ofício, assinado pelo secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, diz o seguinte:

“Para alcançarmos nosso objetivo mútuo – ou seja, a imunização completa da população brasileira -, muito agradeceria a gentileza de enviar informações e esclarecimentos porventura disponíveis sobre as 10,8 milhões de doses produzidas pela Sinovac, na China, as quais vêm sendo amplamente anunciadas em rede nacional de comunicação, mas que não constam das informações recebidas por este Ministério”, escreve a pasta.

Com isso, o Ministério reforça a demanda que a Anvisa vem fazendo da necessidade de o Butantan prestar os esclarecimentos necessários sobre as doses da Coronavac que foram produzidas pela China, já que no pedido de uso emergencial faltaram muitos dados considerados essenciais pelas autoridades sanitárias brasileiras.

Os questionamentos da Anvisa em relação ao uso emergencial consideram também as vacinas fabricadas no Brasil, pelo Butantan.

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PONTO DE VISTA: O ILUSIONISTA JOÃO DORIA É O MAIOR ILUDIDO NESSA PARCERIA COM A CHINA

Caro(a) leitor(a),

Um compromisso meu assumido aqui, na coluna PONTO DE VISTA é onde acompanhar todos os movimentos desse impostor chamado João Dória. Há coisas que vagam no imaginário da população, que todos sabem, mas que não temos como provar. Uma delas é que esse impostor é, antes de mais nada, um homem de negócios inescrupuloso e que por trás dessa negociação com a coronavac existe enorme interesse financeiro. Qualquer um que tenha um pouco de cognição consegue juntar as peças desse quebra cabeça e entender que o Doria, sem sombra de dúvidas deve sair dessa negociação com os bolsos cheios de dinheiro para fazer uma campanha para presidente da república bilionária. Outra coisa muito óbvia e ululante é que o governo chinês tem um forte interesse nessa parceria porque tudo que Xi Jinping mais quer é colocar o seus tentáculos na América Latina e não existe país melhor para ele fazer isso do que o Brasil. Esse plano já vem sendo implementado há anos com a aquisição de muitas áreas imensas para a agricultura e também através da compra de várias empresas estratégicas, como é o caso da BAND TV e agora da GLOBO. Essa escalada não pode continuar. Mas se Doria se eleger presidente do Brasil nos estamos ferrados de vermelho, cor da bandeira do Partido Comunista Chinês. Se o Partido Comunista Chinês colocar os dois pés aqui dentro não vai ter pra ninguém. Nem mesmo para o iludido do Doria, que acha que vai ter vez. Não vai ter não! Então gente vamos abrir o olho e divulgar artigos como esse a seguir, o máximo possível para o povo se conscientize que a ameaça é real e iminente! 

Dados da Coronavac relatados à Anvisa não estão claros, diz médico

Publicado em 

Divulgação | O Estado de São Paulo

 

Em entrevista à CNN neste domingo (10), o diretor do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor), Jorge Kalil, frisou que faltaram informações sobre a Coronavac nos documentos divulgados pelo governo de São Paulo à Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Deve ter alguma razão para essa lacuna, pois os dados requisitados pela Anvisa são simples. Esses esclarecimentos são fundamentais para que recebamos a vacina de forma tranquila”, disse Kalil.

De acordo com ele, falta transparência.

“Pode ser que não existam algumas confirmações e tudo bem. Mas isso precisa ser dito, tudo precisa ser claro e não está”, completou.

Conforme noticiamos, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou neste sábado (9) que está incompleta a documentação entregue pelo Instituto Butantan no pedido para uso emergencial da vacina contra coronavírus.

A substância foi desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo.

“Após a triagem de todos os documentos fornecidos, os técnicos da Anvisa verificaram que ainda faltam dados necessários à avaliação da autorização de uso emergencial”, disse a Anvisa, em nota.

Veja a declaração do diretor do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor), Jorge Kalil, na íntegra!

Secretário de Saúde de SP

O secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse na noite de sábado (9) que, para ele, as exigências da Anvisa causaram “estranhamento”.

“O instituto Butantan passou dossiê para a Anvisa com 10 mil páginas. Dessas constam todos os dados de todos os voluntários envolvidos. O que me causa um espanto tremendo [a solicitação de documentos que faltam]“, disse o secretário, em entrevista à GloboNews.

“Isso faz parte dos registros do cabeçalho antes de começar cada um dos estudos. Sabemos quem são os indivíduos, quem recebeu a vacina e quem recebeu o placebo”, completou.

Documentação entregue 

Entre a noite de sábado e a manhã deste domingo (10), o Instituto Butantan enviou para a Anvisa os novos dados.

A documentação já foi incluída no processo de aprovação emergencial da Coronavac.

Até às 09h de hoje (10), o percentual de documentos considerados insuficiente caiu de 59,63% para 53,01%. .

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

Fonte: Conexão Política

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PARA ANÁLISE DO USO EMERGENCIAL DA CORONAVAC ESTÃO FALTANDO DADOS, SEGUNDO A ANVISA

Anvisa diz que faltam dados para análise de uso emergencial da Coronavac

Leonardo Lellis, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 09 de janeiro de 2021 às 20:04

Anvisa: Faltam dados para autorizar uso emergencial da CoronaVac - Notícias - R7 Saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, neste sábado (9), que o Instituto Butantan não apresentou todos os dados necessários para a análise do uso emergencial da Coronavac. Segundo a Anvisa, não se trata de informações novas, mas que já tinham sido solicitadas previamente.

“Após a triagem de todos os documentos fornecidos, os técnicos da Anvisa verificaram que ainda faltam dados necessários à avaliação da autorização de uso emergencial”, diz a agência, em nota. A Anvisa explica que os documentos são essenciais essenciais à análise sobre a eficácia e segurança da vacina.

Segundo a Anvisa, o Instituto Butantan foi notificado às 11h20 deste sábado sobre a documentação prevista no Guia 42/2020, que reúne os requisitos para submissão de solicitação de autorização temporária de vacinas contra a Covid-19. O instituto e agência também fizeram uma reunião em que foram discutidos prazos para a apresentação dos dados.

“A submissão dos documentos técnicos previstos no Guia é condição necessária para viabilizar a avaliação, conclusão e a deliberação sobre a autorização de uso emergencial das vacinas. No dia de hoje, sábado, as equipes técnicas da Anvisa e do Instituto Butantan já realizaram duas reuniões tratar da questão”, prossegue a agência.

“O Instituto Butantan informou que apresentará os dados com brevidade e a Anvisa continuará a avaliar a documentação que já foi enviada, de forma a otimizar esforços para uma decisão célere sobre o pedido. Adicionalmente, a Anvisa esclarece que seguirá com a análise de todos os documentos já submetidos, de modo a agilizar o máximo possível o processo de avaliação e autorização de vacinas Covid-19. Além disso, os dados já avaliados pela Anvisa submetidos pelo procedimento de submissão contínua não precisarão ser reanalisados pela agência”, conclui a agência.

De acordo com a Anvisa, as informações faltantes são as seguintes:

1. Características demográficas e basais críticas da população do estudo (idade, sexo, raça, peso ou IMC) e outras características (por exemplo, função renal ou hepática, comorbidades). Essas características demográficas e basais críticas devem ser apresentadas por braços do estudo e tipo de população de análise “intenção-de-tratamento” (ITT) e “por protocolo”(PP), de forma a permitir a comparabilidade dos grupos de tratamento.

2. Resultados do estudo por população de “intenção-de-tratamento” (ITT).

3. Dados sobre a disposição dos participantes, com uma contabilidade clara de todos os participantes que entraram no estudo. O número de pacientes que foram randomizados e que entraram e completaram cada fase do estudo (ou cada semana/mês do estudo) devem ser fornecidos, bem como as razões para todas as interrupções pós-randomização, agrupados por tratamento e por motivo principal (perda de acompanhamento, evento adverso, pobre conformidade, etc.).

4. Descrição dos desvios de protocolo ocorridos no estudo com a adequada classificação de impacto e de categoria.

5. Listagem de participantes com desvios de protocolo, divididos por centro.

6. Dados de imunogenicidade do estudo fase 3″

Outro lado

Procurado, o Instituto Butatan afirmou que considera que sejam “pedidos normais” por parte da Anvisa. Além disso, o Butantan informou que fez duas reuniões neste sábado para sanar todas essas pendências com a agência.

“O fato da Anvisa solicitar mais informações, que estão sendo prontamente atendidas pelo Butantan, não afeta o prazo previsto  para autorização de uso do imunobiológico”, disse o Instituto em nota.

com informações de Iuri Pitta

Fonte: CNN

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PARA TRATAR DO USO EMERGENCIAL DA CORONAVAC A ANVISA RECEBE BUTANTAN

Anvisa recebe Butantan para tratar de uso emergencial da Coronavac

Natália André, da CNN, em Brasília

 Atualizado 05 de janeiro de 2021 às 21:13

Indonésia iniciará vacinação contra Covid-19 usando a CoronavacInstituto apresentará documentos sobre a vacina para a agência

O Instituto Butantan se reúne, nesta quarta-feira (6), com a Anvisa para discutir os últimos detalhes sobre a documentação de entrada no pedido de uso emergencial da Coronavac, assim como a Fiocruz fez na segunda (4) e terça-feira (5) sobre a vacina de Oxford.

O encontro virtual será conduzido pelo diretor-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da agência, Gustavo Mendes, às 17h. De acordo com fontes da Anvisa, a conversa será para o alinhamento de estimativas e documentação.

Assim, quando o Butantan submeter o pedido, a agência vai conseguir aprová-lo mais rapidamente.

Pelo regulamento, a resposta para o uso emergencial das vacinas contra a Covid-19 precisa ser dada em até 10 dias corridos. A expectativa da Anvisa é receber os pedidos do Butantan e da Fiocruz até sexta-feira (8), quando a agência terá uma reunião virtual com o Ministério da Saúde.

Sobre a Pfizer, essas mesmas fontes disseram que não acreditam que o pedido de uso emergencial vai acontecer tão cedo no Brasil, já que a empresa segue criticando a agência e o Ministério da Saúde não fechou um contrato.

É preciso ter as doses, pelo menos, acordadas, para fazer o pedido. Uma vez que, se a agência libera, a empresa não consegue começar a vacinação de urgência porque não tem as doses no país.

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RESUMO DA SEMANA: MAIA X GOVERNO, PRODUÇÃO DA CORONAVAC, LULA VAI PARA CUBA

Domingo é dia de RESUMO DA SEMANA onde você vai ver tudo que rolou na política nacional na semana que passou, sob o comando de Marcelo Matos. As farpas entre Maia e o governo, a produção da Coronavac, a ida de Lula para Cuba para participar de um documentário e muito mais. Então, prepara a pipoca, senta ai na sua poltrona e se atualize!

Fonte:

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CHEGA AO BRASIL PRIMEIRO LOTE DA VACINA CORONAVAC

Primeiro lote da vacina Coronavac chega ao Brasil

Murillo Ferrari, da CNN,
em São Paulo
 Atualizado 19 de novembro de 2020 às 08:30

O avião com o primeiro lote de doses prontas da vacina Coronavac, vindas da China, chegou nesta quinta-feira (19) ao aeroporto de Guarulhos. O imunizante é testado em estudo em estágio avançado de Fase 3 no Brasil pelo Instituto Butantan.

A chegada de 120 mil doses do imunizante – suficientes para vacinar 60 mil pessoas – havia sido adiantada no começo da semana pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Ainda neste mês, o Butantan espera receber 600 litros de matéria-prima da Sinovac para iniciar a produção local da vacina – Covas estima que o instituto será capaz de produzir 46 milhões de doses de vacinas até janeiro.

Dados preliminares dos testes clínicos com a vacina publicados na terça-feira (17) na revista médica The Lancet mostraram que a vacina induziu uma rápida resposta imune, mas o nível de anticorpos produzidos foi menor do que o visto em pessoas que se recuperaram da doença.

Embora os testes em estágios inicial e intermediário não tenham sido desenvolvidos para determinar a eficácia da Coronavac, os pesquisadores disseram que ela pode fornecer proteção suficiente, com base na experiência com outras vacinas e em dados de estudos pré-clínicos em macacos.

As descobertas da Sinovac, publicadas em artigo revisado por outros cientistas na Lancet são dos testes clínicos em Fases 1 e 2 realizados na China, com mais de 700 participantes.

Fonte: CNN
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RESUMO DA SEMANA: BOLSONARO VOLTA A CRITICAR ISOLAMENTO, TESTES DA CORONAVAC E SEGUNDA ONDA NO BRASIL?

Domingo é dia de atualização na política. Por isso a nossa coluna RESUMO DA SEMANA está recheada de fatos que ocorreram ao longo desta semana que termina. Portanto, é hora de se atualizar. Então sente na sua poltrona e assista, sob o comando de Vitor Brown o SEMANA DA PAN e fique por dentro!

Fonte:

Jovem Pan News

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LAUDO DIZ QUE VOLUNTÁRIO DA CORONAVAC MORREU POR INTOXICAÇÃO DE OPIOIDES E ÁLCOOL

Voluntário da Coronavac morreu por intoxicação de opioides e álcool, diz laudo

Sinara Peixoto, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 12 de novembro de 2020 às 17:54

Intoxicação por opioides causou morte de voluntário da Coronavac, diz laudo

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo emitiu nota na tarde desta quinta-feira (12), confirmando os resultados dos laudos sobre a morte do voluntário que participava dos testes da Coronavac em São Paulo.

Segundo a SSP, “os resultados apontam que a morte se deu em consequência de uma intoxicação exógena por agentes químicos. Foram constatadas as presenças de opioides, sedativos e álcool no sangue na vítima”.

A Secretaria também informou que os laudos “dos institutos de Criminalística (IC) e Médico Legal (IML) do referido caso foram concluídos e encaminhados à autoridade policial do 93º DP (Jaguaré)”.

Interrupção e retomada dos testes

A morte do voluntário foi o evento adverso grave que levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a suspender a fase 3 dos estudos da Coronavac na segunda-feira (9), que está sendo conduzida pelo governo de São Paulo em parceria com o Instituto Butantan. Segundo apuração da CNN, este voluntário cometeu suicídio.

Após a liberação da Anvisa na quarta-feira (11), o Butantan informou retomou os testes clínicos com a Coronavac no mesmo dia.

Fonte: CNN

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GOVERNO DE SÃO PAULO E O INSTITUTO BUTANTAN AVALIAM ADOTAR O USO EMERGENCIAL DA CORONAVAC

Governo de São Paulo discute com Anvisa uso emergencial da coronavac

Por Pedro Durán, da CNN em São Paulo

 Atualizado 28 de agosto de 2020 às 23:12

O governo de São Paulo e o Instituto Butantan avaliam seguir a China e adotar o uso emergencial da coronavac. Pra isso, a Anvisa precisaria desenvolver um protocolo. Foi justamente esse um dos pedidos dos membros do governo que foram a Brasília se reunir com representantes do Anvisa e do Ministério da Saúde.

A informação foi confirmada pelo presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, à reportagem da CNN. Ele explicou que o Ministério da Saúde precisaria definir uma política nacional de imunização, mas que entende que o melhor seria priorizar os mais vulneráveis à Covid-19.

“Na minha opinião começaríamos com populações mais expostas, como profissionais das áreas da saúde e segurança e depois pessoas com comorbidades e idosos. Na sequência viriam professores e alunos”, disse.

5 milhões chegam em outubro

O estado de São Paulo conta com a primeira grande remessa da coronavac chegando na primeira quinzena de outubro. Mas no caso de uma mudança mais rápida do protocolo, as doses poderiam ser antecipadas pela Sinovac, fabricante da vacina na China, que já tem estoque.

Chineses vacinados

O protocolo de uso emergencial da coronavac na China já teve 24 mil vacinados. Até agora, 5,2% deles tiveram algum tipo de efeito colateral, como dores no local onde a vacina foi aplicada.

A aprovação foi no mesmo sentido do que quer o governo paulista, priorizando populações de alto risco.

Fonte: CNN

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DENÚNCIA: DÓRIA FAZ PARCERIA COM LABRATÓRIO SUSPEITO PARA PRODUÇÃO DE VACINA

Caro(a) leitor(a),

Reafirmando o nosso compromisso de fiscalizar e acompanhar os movimentos e comportamento dos principais atores da política nacional, estamos publicando uma DENÚNCIA do colaborador Ricardo Paz acerca da parceria anunciada pelo governador de São Paulo, João Dória, com o laboratório Sinovac Biotech para a obtenção da vacina contra o coronavírus. Trata-se de ilicitudes cometidas pelo laboratório e envolvimento em escândalo anteriormente. Leia o texto completo a seguir e saiba os detalhes!

Doria anuncia que Butantan será parceiro de laboratório chinês para vacina contra o coronavírus em fase final de testes | São Paulo | G1

O governador João Dória anunciou parceria, e desembolsará R$85 milhões, com um dos maiores laboratórios privados do mundo, Sinovac Biotech, da China, para obtenção da vacina CoronaVac. Ocorre que, esse laboratório também se envolveu em escândalo na própria China, acusado em 2014 de ter pago cerca de US$50 mil a um membro do partido comunista, responsável pela liberação de drogas, para ajudar a Sinovac a ter suas drogas aprovadas. Fatos como este colocam a lisura da parceria sob suspeição, principalmente diante das fortes desconfianças, veiculadas nas redes sociais, de que Dória tem planos de “vender” São Paulo a China, e tirar comissão de cada negócio. Quem acha que a informação sobre o escândalo da Sinovac é “fake news”, leia o artigo do The New York Times, seção de Business, entitulado “China’s Coronavirus Vacine Drive Empowers a Troubled Industry”, de 4/5/2020.
Ricardo Paz
Empresário
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