A BRILHANTE ANÁLISE DE COPPOLLA SOBRE A ANULAÇÃO DOS PROCESSOS DO EX-PRESIDENTE LULA NA LAVA JATO

Coppolla dispara contra o STF e afirma que ministros não atuam de forma jurídica (veja o vídeo)

Foto: Reprodução/InternetFoto: Reprodução/Internet

O comentarista da CNN Brasil Caio Coppolla fez brilhante análise sobre a anulação de todos os processos em que Lula foi julgado e condenado, dentro da “Operação Lava Jato”.

“Por que, só agora, depois de tantos anos, a ‘justiça’ constatou que a 13º Vara de Curitiba não tem jurisdição, não tem legitimidade, não tem poder pra processar e julgar a conduta criminosa do ex-presidente Lula”, questionou.

E prosseguiu:

“A resposta é simples: a atuação do Supremo Tribunal Federal não é mais jurídica. A atuação do Supremo é política”.

E completou:

“Quando a Constituição não serve aos propósitos do STF, os ministros ignoram, reinterpretam e até reescrevem a lei com a maior desfaçatez, sem o menor pudor. Por isso que o Supremo, contrariando décadas de jurisprudência, decidiu que corruptos não podem ser presos; mesmo se condenados duas vezes: por um juiz e por um tribunal”, criticou, ironizando a conduta dúbia dos integrantes da Corte Maior do Brasil.

Coppolla disse ainda que, contra o STF, não há a quem apelar, porque o único mecanismo constitucional para frear abuso de autoridade seria o impeachment de ministros.

“Mas, infelizmente, quem julga a admissibilidade, o mérito dessas denúncias por crime de responsabilidade é o Senado e quase metade dos senadores é investigado ou responde a ações penais. Muitas delas, no próprio STF”, finalizou.

Confira o vídeo:

 

Fonte: Jornal da Cidade Online

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OPINIÃO: HUMILDADE, CONHECIMENTO E SABEDORIA,PAUTARAM O SHOW DE JORNALISMO DESSAS TRÊS GERAÇÕES

Alexandre Garcia, Lacombe, Coppolla e um show de jornalismo

 Alexandre Garcia, Luís Ernesto Lacombe e Caio Coppolla

Luís Ernesto Lacombe, Alexandre Garcia e Caio Coppolla, um encontro de três gerações. Profissionais, dinâmicos, bem conceituados e informados dentro de suas respectivas linhas de pensamento. Um show de jornalismo!

Humildade, conhecimento e sabedoria pautaram a resenha dessas três gerações em uma superlive que parou mais de 100.000 pessoas que estavam desejosas para escutá-los.

Para quem gosta de um bom jornalismo teve a oportunidade de aprender e conhecer um pouco da profissão por pessoas que apresentaram três momentos do jornalismo: do tradicional à atualidade, mostraram muito bem o seu papel.

O respeito do “menino” – Coppolla – quando se dirigia aos seus colegas de profissão, respeitando não somente a idade, mas o respeito maior pelo profissional e peso da história de cada um.

Podemos dizer que é um “jovem senhor” – Luís Lacombe – tratando seus convidados de live e colegas de profissão com muito respeito. Alinhado e respeitoso às ideias do governo Federal, contudo ponderou o cuidado que o jornalista deve ter para não se transformar em militante, pois na profissão de jornalista não podemos perder o “time”, os detalhes da história.

O “decano” e experiente – Alexandre Garcia – o que posso falar de um homem desses? Seus pensamentos já são uma aula, imagine suas falas e trabalhos nos sendo apresentados em uma conversa de 1h sem interrupções comerciais? Simplesmente um momento ímpar na comunicação atual.

Houve ensinamento sim, tanto para os que já exercem a profissão há certo tempo, como para os mais novos jornalistas que buscam espaço e notoriedade de seus trabalhos. Que tenha sido um ensinamento suficiente para que os profissionais do jornalismo já não olhem mais para os “mortais” com arrogância e desprezo por se julgarem “donos da verdade”.

Lacombe, Coppolla e Alexandre passearam por vários assuntos que permeiam o trabalho jornalístico. Dentre os vários assuntos foi falado do jornalismo que invadiu as redes sociais e estas são imediatas no retorno das notícias, mostrando para o interlocutor a verdadeira democracia, com resposta na hora da fala, o que na maioria das vezes é odiado por aqueles que gostam de fazer vitimismo ou até falar algo que não é verdade. A velocidade da noticia e sua veracidade tem comprovação simultânea.

A conversa entre os jornalistas reafirmou que temos que respeitar as pessoas que discordam de nós. É necessário deixar o ceticismo e o vício da vaidade. A profissão de jornalismo por anos vem sendo vista como de exclusividade comunista, o que não é verdade, pois temos muitos jornalistas que são conservadores, prezam pela verdade e imparcialidade, mas, por suas ideias conservadoras sofrem por frequentarem um ambiente intolerante. Isso mesmo, o mercado de trabalho na área da comunicação tem “exigido” uma personalidade militante, radical, que na maioria das vezes não mede as consequências das informações lançadas nas mídias. A preocupação, nos dias atuais, é impactar…

Na superlive, os comunicadores citaram a admiração pelo trabalho de Ana Paula Henkel e suas conquistas na profissão do esporte, bem como de comentarista política. Comentário interessante e admirável que ressalta a importância da valorização de quem se predispõe a contribuir com a comunicação brasileira.

Creio que teremos bons momentos no jornalismo, todos estão tendo a visão do que era encoberto pelos grandes poderes midiáticos. Jornalista que respeita sua profissão não tem como mudar o acontecido, só relata e transmite a história.

Em Novos tempos que venha o novo jornalismo!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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