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CIÊNCIAS: UMA CONJUNÇÃO PLANETÁRIA OCORRERÁ NOAMANHECER DESTA QUINTA-FEIRA

No alvorecer desta quinta-feira será possível ver uma conjunção planetária se formando no céu entre os planetas Vênus e Júpiter. O espetáculo poderá ser observado a olho nu, mas binóculos ou um telescópio básico são sempre úteis ao observar eventos celestes. Então se prepare, durma cedo nesta quarta-feira e acorde cedo para observar esse lindo fenômeno!

Procure a conjunção Vênus-Júpiter no céu noturno desta semana

Muita coisa vai acontecer no céu no dia 11 de fevereiro. Não só estará especialmente escuro graças à lua nova, mas na quinta-feira de manhã, um pouco antes do nascer do sol, olhe para cima e verá Vênus se aproximando de Júpiter.

Você deve ser capaz de ver essa conjunção planetária acontecer a olho nu, mas binóculos ou um telescópio básico são sempre úteis ao observar eventos celestes.

Como identificar essa conjunção rara? De acordo com o Farmer’s Almanac , cerca de 30 minutos antes do nascer do sol parece baixo no horizonte sudeste. Nesse ponto, os planetas deveriam ter subido o suficiente acima do horizonte para serem vistos. O sol ainda não começou a iluminar o céu, e você deve ser capaz de ver Júpiter e Saturno brilhando muito próximos – apenas 0,4 graus de diferença.

Se você está em uma quinta-feira nublada, tente olhar na manhã de sexta-feira – os planetas também aparecerão juntos.

E se você não tiver um mapa celeste de papel ou mapa para se orientar? Não se preocupe. Você pode usar um aplicativo útil como o Star Walk 2 para encontrar facilmente esses dois gigantes gasosos, exatamente onde você estiver.

Fonte: Good News Network

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BOAS NOTÍCIAS: RARA CONJUNÇÃO PLANETÁRIO COM JÚPITER, SATURNO E MERCÚRIO SERÁ O ESPETÁCULO NOTURNO NESTE FIM DE SEMANA

Neste fim de semana teremos uma rara conjunção planetária tripla, com Júpiter, Saturno e Mercúrio, formarão um triângulo estreito no céu. Será possível observar até mesmo com um simples binóculo. Então, lhe convido a ler o artigo completo a seguir e saber dos detalhes tipo: dia, hora e coordenadas dessa rara conjunção!

Uma rara ‘conjunção tripla’ de planetas irá coroar os céus noturnos neste fim de semana

Olhe para o céu noturno em 10 de janeiro para ver uma rara ‘conjunção tripla’ de planetas, enquanto Júpiter, Saturno e Mercúrio formam um triângulo estreito no céu.

A melhor época para ver esse fenômeno será cerca de 45 minutos após o pôr do sol no domingo, olhando para o céu baixo em direção ao horizonte sudoeste.

Embora você não precise pedir emprestado o equipamento de observação de estrelas dos Observatórios Mauna Kea para ver a conjunção tripla, um par de binóculos domésticos certamente o ajudará a ver esses planetas formarem um botão compacto a apenas 1,6 ° de distância.

Para ter algo com que comparar a conjunção, é uma boa ideia procurar também à noite antes e depois de 10 de janeiro. Dessa forma, você será capaz de rastrear este trio planetário conforme eles se movem juntos e depois se separam.

De acordo com o Espaço , Mercúrio aparecerá cerca de 2,5 vezes mais escuro do que Júpiter e quatro vezes mais brilhante do que Saturno.

Fonte: Good News Network

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TECNOLOGIA: VOCÊ VAI PODER VER A CONJUNÇÃO DE JUPTER E SATURNO EM 21 DE DEZEMBRO. ALGO QUE SÓ ACONTECE A CADA 800 ANOS!

Uma conjunção planetária que só acontece a cada 800 anos vai acontecer no próximo dia 21 de dezembro e poderá ser observada por quem tiver acesso a um telescópio. Os planetas jupter e saturno parecerão mais próximos um do outro do que em oito séculos.

Uma ‘estrela de Natal’ rara chegará em dezembro pela primeira vez em 800 anos

Joe Yates

Olhe para o céu noturno no solstício de inverno deste ano e você terá uma visão rara. Em 21 de dezembro, Júpiter e Saturno aparecerão mais próximos um do outro do que em oito séculos.

Os alinhamentos entre os planetas, conhecidos como ‘conjunção’, são “bastante raros”, explicou o astrônomo da Rice University, Patrick Hartigan, em um comunicado , “mas essa conjunção é excepcionalmente rara por causa da proximidade dos planetas”.

A última vez que esses gigantes gasosos apareceram tão de perto, com uma separação visível de apenas 0,1 grau, foi na Idade Média: antes do amanhecer de 4 de março de 1226.

Claro, o aparecimento da ‘Estrela do Natal’ ou ‘Estrela de Belém’ – assim chamada porque a proximidade dos planetas cria um ponto de luz brilhante – é um fenômeno observado apenas da Terra. Na realidade, Júpiter e Saturno permanecem separados por milhões de quilômetros.

Onde ver a ‘estrela de natal’

Saturno e Júpiter têm se aproximado cada vez mais um do outro desde o verão de 2020.

Vale a pena reservar um tempo para procurar esses planetas nas próximas noites. “Você pode assistir [os planetas] se moverem, o que é super legal, porque você está realmente vendo planetas em órbita” Hartigan disse ao USA Today , e observar o par se juntando antes da noite do solstício tornará a identificação deles um pouco mais fácil no dia 21.

Embora visível em todo o mundo, o melhor lugar para ver a conjunção é perto do equador, entre o anoitecer e logo após o anoitecer, quando o céu está escuro o suficiente para que Saturno apareça mais fraco, mas quando não é tão tarde para que os planetas tenham se movido abaixo o horizonte para a noite.

Olhando para baixo no horizonte ocidental, no solstício de inverno, os dois planetas parecerão estar separados por menos de um quinto do diâmetro de uma lua cheia.

Se você puder acessar um telescópio, várias das maiores luas dos planetas também serão visíveis no mesmo campo de visão naquela noite.

Se estiver nublado onde você está em 21 de dezembro? Júpiter e sábado ainda parecerão mais próximos um do outro durante a semana próxima ao solstício. E se você perder o fenômeno completamente? Sempre há 15 de março de 2080. É quando a próxima conjunção próxima dos planetas deve ocorrer.

Fonte: Good News Network

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CIÊNCIAS: A TRANSIÇÃO PLANETÁRIA E O CORONAVÍRUS

O artigo a seguir foi magistralmente escrito pelo Mestre em Filosofia pela UnB e astrólogo Ricardo Lindemann. O foco é a influência dos astros e da astrologia na origem do coronavírus e a vida na transição para a Era de Aquário. Convido você a ler e entender essa incrível relação!

Tudo o que Você deve Saber sobre a Era de Aquário (Despertar da ...

O vírus e a vida na transição para a Era de Aquário

“A Era de Aquário será um lindo dia ensolarado,
mas temos antes que cruzar a nuvem kármica
de nossas dívidas com o passado, cuja
cobrança estamos assistindo”

O grande desafio do momento parece ser o novo coronavírus (SARS-CoV-2) ou a doença que ele gera, a Covid-19. O vírus é novo, surgiu no fim de 2019, durante a conjunção de Saturno com Plutão; o apego à vida é um problema filosófico bem mais antigo, mas o medo da morte, sua sombra inseparável, tornou-se um problema muito atual. Uma vacina poderia resolver o problema, mas apesar dos esforços de vários países, ainda não está disponível.
Recentemente, na véspera do Ano Novo Astrológico (20/03/2020) e coincidindo com a conjunção de Marte com Júpiter e Plutão, e do ingresso de Saturno em Aquário (22/03/2020), divulgou-se uma primeira inspiradora notícia de um lenitivo: a Hidroxicloroquina.
Tal fato está conforme considerei na minha página do Facebook em 10/02/2020: “A entrada de Saturno em Aquário em 22/03/2020 deverá aliviar mais os efeitos ainda remanescentes da Grande Conjunção de Saturno com Plutão em Capricórnio, cujo processo culminou em 12/01/2020.”
Saturno em Aquário pode produzir insegurança social devido ao impulso aquariano pela excentricidade e pelo
radicalismo, mas pode estabilizar-se pelo conhecimento definido, pela concentração na pesquisa científica e pelo compromisso com metas sociais ou voltadas para o futuro.
Há controvérsias sobre a origem do novo coronavírus, mas a maioria das notícias converge para o seu surgimento
no início de dezembro de 2019, em uma feira de Wuhan na China. Há indícios de que havia ali venda de animais
vivos bastante exóticos para alimentação, incluindo morcegos, e que assim o vírus que estava nos animais teria contaminado os humanos. No início, houve imposição de sigilo e até repressão aos pesquisadores que identificaram a doença. Chegou a ocorrer a morte, pela própria Covid-19, de um médico, Dr. Li Wenliang, que tentou alertar as autoridades sobre a gravidade da crise, em fevereiro. Os efeitos do novo coronavírus se fizeram sentir durante a lunação que abrangeu o plenilúnio do Eclipse Penumbral Lunar de 10/01/2020 e do ápice da conjunção de Saturno com Plutão em 12/01/2020, conforme considerei na minha página do Facebook em 22/06/2019: “…já tenho assinalado aqui, e em meu livro (A Ciência da Astrologia e as Escolas de Mistérios. Brasília: Teosófica, [2020. 4 ed.]), os aspectos de Saturno com Plutão têm se relacionado com crises internacionais. Tais aspectos têm causado crises particularmente entre o Ocidente e o Oriente, como na oposição em 2001, com a queda da torres do World Trade Center, que parece ter sido o estopim da Guerra do Iraque; e na quadratura em 2011, com a caçada a Bin Laden e o início do último conflito na Síria. Teremos o ponto crítico da transformação na conjunção exata em 12/01/2020, mas
os eclipses podem potencializar efeitos antecipados, que tendem a afetar também a economia internacional. No Brasil, uma vez que pelo menos o Plutão já tem estado em conjunção com a cúspide da casa XII ou do Karma, também chamada Inimici ou dos inimigos, tais aspectos poderão agravar as dificuldades já existentes, período óbvio de aceleramento kármico e ajuste de contas com os excessos do passado.”
Num comentário posterior e de retrospectiva dos fatos ocorridos ou atraídos pela conjunção de Saturno com Plutão, também ali considerei em 10/02/2020: “… depois do Eclipse Penumbral da Lua de 10/01/2020. Incidentes ocorridos na proximidade daquela data, cuja gravidade foi aqui antecipada, poderiam ter tido desdobramentos muito
mais sérios, o que é motivo de alívio, como se pode destacar, entre outros: A morte do General Soleimani do Irã,
produzida por um drone norte-americano, e consequente retaliação iraniana; a derrubada do avião ucraniano por míssil iraniano, o processo parcial de impeachment de Trump; a renúncia do premiê russo; o Brexit inglês ou ROMAN GRAC/PIXABAY respectiva saída da União Europeia; o incêndio na Austrália; a erupção do vulcão nas Filipinas; o terremoto na Turquia; a avalanche na Caxemira; e a ainda não encerrada epidemia do coronavírus iniciada na China.”
A Era de Aquário, que é regida por Urano, é esperada há muito tempo como sendo o período da Fraternidade Universal e do fim das guerras, por meio de uma Federação das Nações no modelo da União Europeia ocorri- da em 1993 (conjunção de Urano com Netuno), sendo uma Era Astrológica um período de 2.150 anos que abrange uma constelação sideral dentro do movimento de Precessão dos Equinócios. Um grau de transição representariam 72 anos que seria provavelmente o período que estamos vivendo, embora haja controvérsias de quando teria iniciado, o que é natural para períodos tão longos. Cada vez que um planeta ingressa em Aquário, um novo impulso vibratório se soma na direção da Era de Aquário, mas grande mesmo será a transformação que se iniciará quando Plutão ingressar em Aquário em março de 2023, quando Saturno sairá daquele signo, depois de ter preparado a chegada de Plutão.
O universo é como um grande relógio e tudo indica existirem inteligências que o dirijam, como dizia Blavatskky em A Doutrina Secreta: “A Natureza não é um aglomerado fortuito de átomos.” A Astrologia se baseia na unidade da vida e na interdependência de suas formas de manifestação, bem como no princípio da periodicidade universal e no grande axioma hermé-tico: “Como em cima; assim embaixo.” O que acontece no Céu, se espelha na Terra. Conforme também considerei mais detalhadamente sobre as eras na revista SOPHIA nº 26, de abr/jun/2009, bem como no artigo Nostradamus e a Nova Era, publicado na revista SOPHIA nº 27, de jul/set/2009: “Existe uma dinastia espiritual cujo trono nunca está vazio, cujo esplendor jamais decai; seus membros formam uma corrente de ouro cujos elos jamais poderão romper-se porque eles fazem o mundo retornar para Deus de quem proveio.” É o ser humano que costuma transgredir as leis da harmonia espiritual e da natureza fazendo escolhas pouco sábias, como dizia Platão em A
República: “A responsabilidade é de quem escolhe: Deus está inocente nisso.” Daí surge o karma coletivo da Humanidade, que colhe o que semeou… A ignorância é a causa do mal… Atualmente estamos ingressando no Ano Novo Astrológico (20/03/2020) com Netuno em Peixes, regente da respectiva era anterior e planeta das águas e do contágio (que se dá por perdigotos ou gotículas d’água…), em semiquadratura com Urano, caracterizando uma crise entre os regentes das eras que estão em transição, ao contrário do período glorioso de 1993, quando iniciou a União Europeia, em que eles estavam em conjunção, como se estivessem “passando o bastão do revezamento”. A partir da primeira Conjunção de Júpiter com Plutão em 04/04/2020, que assim caracteriza uma data para haver uma maior clareza ou um despertar para a real dimensão do problema até o dia 12/05/2020, numa progressiva libertação, onde poderia surgir algum remédio ou tratamento lenitivo. Entretanto, se este diagnóstico for correto, de que a conjunção
de Saturno e Plutão teria originado o problema, então deveria ser favorável também o seu maior afastamento neste
semestre, que será em 12/05/2020, porém depois o Saturno iniciará seu movimento retrógrado. Outras datas favoráveis seriam 05/06/2020, quando ocorrerá um novo Eclipse Penumbral Lunar que pareceria diluir os efeitos
do anterior. Datas assim representam ápices de processos que influenciam todo o período da lunação. Melhor será o dia 27/07/2020, quando ocorrerá o sextil de Júpiter com Netuno, compreendendo com especial intuição ou superando a questão do contágio talvez com algum novo remédio ou alguma tão esperada vacina. É, todavia, importante compreender que na Astrologia Mundial, que trata do karma coletivo que envolve um número muito maior de países com interação de variáveis que não se consegue isolar, as previsões e os prognósticos são naturalmente mais probabilísticos do que no estudo de Mapas Astrais de indivíduos. Conforme o clássico provérbio: “Os astros inclinam; mas não determinam.” Embora se possa interpretar a natureza e direção das circunstâncias envolvidas, é difícil quantificar ou mensurar a sua intensidade. Conforme mencionei também no Facebook em 31/12/2017: “‘Saturno em Capricórnio, desde 20/12/2017, onde ficará pelo menos até março de 2020, parece trazer um ano de austeridades, ajuste de contas e tendências mais conservadoras e realistas em busca de segurança. Pode-se fazer uma analogia com o pêndulo que agora oscila para o outro lado, ou um arco que acumula tensão para lançar
a flecha da mudança que virá com Plutão ingressando em Aquário em 2023, e principalmente com o Grande Trígono de Plutão, Urano e Júpiter em 2029, que associo à Federação das Nações simbolizando o fim das guerras na Era de Aquário, conforme publiquei na revista SOPHIA nº 36, de out/dez/2011 (p. 43), se eu tiver interpretado corretamente a profecia do Bispo + C.W. Leadbeater em 1913.’ Será um lindo dia ensolarado de uma nova era de paz, mas temos antes de cruzar a nuvem kármica de nossas dívidas com o passado, cuja cobrança estamos assistindo.”
O novo coronavírus parece fazer parte deste plano divino, que guia as nações, de acordo com as possibilidades do karma coletivo, para mostrar à humanidade que somos todos um, sem as aparentes distinções de raça, crença religiosa, ideologia, classe social, ou como dizia Krishnamurti: “vós sois o mundo.” Também em Aos Pés do Mestre:
“Deus tem um plano, e esse plano é a evolução.”
Por outro lado, o apego à vida ou o medo da morte têm se intensificado com a presença do Covid-19. No mínimo
é importante ressaltar que muitos sábios da antiguidade como Samkara, Buddha, Krishna, Platão e talvez Cristo, também parecem concordar nessa questão da ignorância ser a causa do mal ou do sofrimento, caracterizando um ponto essencial do estudo comparativo entre religião e filosofia. Poderia parecer até que também Cristo concorda
neste tema quando afirma “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” [João VIII: 32], pois sugere que há uma escravidão ou submissão, talvez à matéria, causada pela ignorância ou carência do conhecimento da verdade. Pela ignorância de sua verdadeira natureza espiritual o ser humano se identifica com os corpos com os quais seu espírito se reveste, sendo esta a raiz do egoísmo. O egoísmo também é definido por Ksemaraja, sábio comentado por Taimni em O Segredo da Autorrealização: “A natureza essencial da escravidão, no mundo ilusório da manifestação, é o apaixonar-se pelo próprio poder individual limitado, devido à falta de percebimento daquela Realidade que é a única fonte existente de todo poder.” Dessa identificação com os corpos surge a atração por repetir o prazer ou a repulsão que tenta evitar a dor, abrangendo assim as diversas paixões que aprisionam o ser humano na
matéria, resultando no apego à vida e medo da morte, que reforça assim a ignorância de sua verdadeira natureza espiritual. Dessa forma cria-se um círculo vicioso que tende a reforçar-se, mas o vírus pode ser um agente kármico
ou um instrumento da natureza para quebrar tal círculo e levar a humanidade a meditar na imortalidade da alma e na ciclicidade da vida, como se encontra em A Tradição-Sabedoria. Assim, o ser humano poderá despertar para a importância do autoconhecimento e perceber sua grandeza divina, como se encontra em O Idílio do Lótus Branco:
“A alma do homem é imortal, e o seu futuro é o de algo cujo crescimento e esplendor não têm limites.”

 * Ricardo Lindemann é Doutorando em Ciência da
Religião pela UFJF, Mestre em Filosofia pela UnB,
Presidente do Sindicato dos Astrólogos de Brasília e Ex-Presidente da Sociedade Teosófica no Brasil.

Fonte: Revista Sophia 84ª edição

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