AZIZ CLASSIFICOU COMO “GRAVES” AS ACUSAÇÕES FEITAS POR WITZEL DURANTE DEPOIMENTO NO SENADO

Aziz diz que CPI não fará ‘ouvido de mercador’ às acusações de Wilson Witzel

Presidente da comissão no Senado confirma foco em instituições federais do Rio de Janeiro

Da CNN, em São Paulo

17 de junho de 2021 às 17:19

Aziz diz que CPI não fará 'ouvido de mercador' às acusações de Wilson Witzel

O senador Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI da Pandemia, classificou como “graves” as acusações feitas pelo ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSC) durante depoimento no Senado. As informações são da âncora da CNN Daniela Lima.

Aziz afirmou que a comissão não vai fazer “ouvido de mercador” às alegações de Witzel sobre o  sistema de saúde federal do Rio. Na oitiva de quarta-feira (16), o ex-governador chegou a dizer que a saúde do estado tinha dono e  insinuou atuação de organizações criminosas. Esse, segundo Aziz, será o novo foco da CPI a partir de agora.

ausência do empresário Carlos Wizard, que supostamente integrou um gabinete paralelo que aconselhava o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a pandemia, foi chamada de “desrespeito” por Omar Aziz.

Wizard deveria ser ouvido pelos senadores nesta quinta-feira (17), mesmo dia em que o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Figueiredo prestaria depoimento, mas a sessão foi suspensa.

Para Aziz, Wizard faltou com respeito não só com a CPI, mas também com o Supremo Tribunal Federal (STF), pois ele recorreu e obteve habeas corpus que o garantiu o direito de silêncio durante a oitiva, mas se negou a comparecer sem justificar mesmo assim.

O presidente da comissão voltou a citar condução coercitiva do empresário é a opção que mais tem força entre os integrantes da CPI da Pandemia e disse que objetivo dos senadores é cumprirem com o seu dever, que é convocar e utilizar os instrumentos que lei dá para chegar a esses fins. No entanto, se o Supremo entender diferente, nós respeitaremos a decisão, afirmou Aziz.

Fonte: CNN

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POLÍTICA: LÍDER DO GOVERNO DO RN CLASSIFICOU COMO “ELEITOREIRA” A CPI DA COVID-19

CONTRADIÇÃO: Líder do governo Fátima defende CPI contra Bolsonaro, mas critica investigação no RN

O líder do Governo Fátima Bezerra (PT) na Assembleia, deputado estadual Francisco do PT, classificou como “eleitoreira” a CPI da Covid que está prestes a ser instalada no parlamento para apurar as ações e omissões da gestão estadual no curso da pandemia.

“A motivação desta CPI nada mais é do que as eleições de 2022, essa é a nossa opinião”, disse o deputado petista em entrevista nesta quarta-feira (16) à 96 FM.

Quando questionado se sua opinião é a mesma em relação à CPI da Covid em curso no Senado, que está apurando as ações e omissões do Governo Federal durante a pandemia, a fala do deputado muda.

“A CPI do Senado ela atingiu os requisitos regimentais, segundo o próprio Supremo Tribunal Federal, portanto ela foi instalada em razão disso. Se ela for transformada em palanque eleitoral também está errado”, pontuou o deputado. Ele acrescenta que “há uma série de ações inadequadas do Governo Federal que justificam aquela CPI”.

Fonte: Blog do BG

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TRIBUNAL DA RÚSSIA CLASSIFICOU COMO EXTREMISTA AS ORGANIZAÇÕES DO OPOSITOR ALEXEY NAVALNY

Justiça russa classifica organizações de Navalny como extremistas

Decisão abre a possibilidade de fechamento de movimento e escritórios regionais ligados ao opositor do presidente Putin

INTERNACIONAL

 Do R7

Sessão foi realizada a portas fechadas em um tribunal de Moscou

DIMITAR DILKOFF / AFP – 9.6.2021

Um tribunal da Rússia classificou nesta quarta-feira como extremistas as organizações do opositor Alexey Navalny, um ponto culminante para a liquidação do seu movimento e que abre caminho para uma repressão maior a seus apoiadores.

O opositor, 45, que cumpre pena de dois anos e meio de prisão por um caso de fraude que ele considera político, afirmou no Instagram que não desistirá.

O veredito, proferido após uma audiência a portas fechadas, é anunciado após meses de repressão a opositores, marcada pelo envio de Navalny à prisão, pelo exílio de ativistas que fazem parte do seu movimento e por medidas contra a imprensa independente e outras vozes críticas.

A poucos meses das eleições legislativas de setembro, um tribunal de Moscou ordenou hoje a liquidação das organizações de Navalny. A decisão tem como alvos principais o Fundo de Luta contra a Corrupção (FBK), organização que apresentou investigações sobre o estilo de vida e a corrupção na elite russa, e os escritórios regionais que convocam manifestações e animam campanhas eleitorais.

“Fica comprovado que essas organizações não só difundiam voluntariamente informações que incitavam ao ódio e à hostilidade contra os representantes do poder, mas que além disso cometiam crimes e delitos extremistas”, declarou aos jornalistas um representante da Promotoria, Elexey Jafiarov, após a decisão judicial.

Uma mensagem publicada esta noite na conta de Navalny no Instagram convoca seus apoiadores a não recuarem e pede que eles se unam à sua equipe para as eleições legislativas do outono local. “Iremos nos organizar, evoluir, iremos nos adaptar. Mas não iremos recuar em nossos objetivos e ideias. É o nosso país e não temos outro”, publicou Navalny após o veredito.

Os Estados Unidos e o Reino Unido denunciaram a decisão judicial. “Instamos a Rússia a parar de abusar das designações de ‘extremismo’ para atingir organizações não violentas, a acabar com a repressão ao Sr. Navalny e seus apoiadores e a cumprir suas obrigações internacionais de respeitar e garantir os direitos humanos e as liberdades fundamentais”, declarou o porta-voz do Departamento de Estado americano, Ned Price.

A audiência judicial durou mais de 12 horas, segundo os advogados da equipe Komanda 29, que defendia em particular o FBK e que anunciou que irá apelar.

O Ministério Público russo celebrou o que considerou um julgamento “legal e justificado”. O resultado do processo deixava poucas dúvidas, uma vez que a rede de escritórios regionais de Navalny já havia sido incluída, em abril, na lista de organizações “extremistas” pelo serviço de vigilância financeira. Consequentemente, a própria rede havia se dissolvido, para evitar que seus membros fossem processados.

A Justiça ordenou hoje a liquidação das organizações restantes, entre elas o FBK. Os colaboradores das formações consideradas “extremistas” correm o risco de serem condenados a longas penas de prisão e se veem privados de participar das eleições, após uma lei promulgada na semana passada pelo presidente Vladimir Putin.

Para a oposição, o texto visa a neutralizar os candidatos perigosos para o governo antes das legislativas, que se anunciam delicadas para o partido no poder, Rússia Unida, em declínio nas pesquisas, em um contexto de estancamento econômico.

Nos últimos meses, a repressão à oposição foi dirigida não apenas contra o movimento de Navalny, mas também contra outros críticos do Kremlin.

Fonte: R7
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