BOAS NOTÍCIAS: SIMPLICIDADE DO PRESIDENTE DE PORTUGAL É EXEMPLO PARA O MUNDO

A nossa Boa Notícia deste sábado na nossa coluna BOAS NOTÍCIAS é um exemplo a ser seguido por muito outros governantes, pela sua simplicidade, autenticidade e humildade ao ponto de encarar uma fila de supermercado guardando o distanciamento social e usando máscara. Por isso lhe convido para ler a reportagem completa a seguir e conhecer melhor esse líder popular. 

Presidente de Portugal de máscara no mercado dá exemplo ao mundo

Uma foto do Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, 71 anos, vestindo bermudas e tênis e usando uma máscara na fila de um supermercado – obedecendo o mantendo distanciamento – está correndo o mundo.

A cena “gente como a gente” viralizou nas redes sociais portuguesas e ganhou destaque em jornais internacionais como ABC e El País e também em publicações do México, do Chile, do Brasil e da Bélgica.

A imagem foi registada pelo humorista Eduardo Madeira no domingo, 17 de Maio, num supermercado em Cascais e foi divulgada no perfil dele Instagram.

Cidadão comum

Para muitos portugueses é só mais uma situação em que Marcelo se mostra como um cidadão comum, mas o exemplo dele, para prevenção do coronavírus, está deixando o mundo espantado.

“A fórmula” do presidente português, segundo o El País, “é agir como um cidadão comum. A campanha eleitoral dele foi a mais barata de todas”, lembra o jornal.

“A sua presença não causou nenhuma surpresa entre os cidadãos, habituados a este tipo de comportamento de Marcelo de Sousa, agora numa fila de mercado, assim como servindo comida a pessoas sem abrigo, ainda que pareça surpreendente aos estrangeiros”, completa o El País.

Pelas redes sociais, há muitos espanhóis que fazem comparação com Pedro Sánchez, o primeiro-ministro de Espanha que mal se atreve a sair à rua, com medo das críticas pela forma como tem gerido a pandemia de covid-19.

Muitos internautas, pelo mundo, comentaram: “Gente como a gente.” E outros: “Quando políticos são pessoas e não personagens”.

Com informações Zap Portugal

Fonte: Só Notícia Boa

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ECONOMIA: OS RICOS E PODEROSOS NUNCA PRECISARAM DO CAPITALISMO, MAS O CIDADÃO COMUM SIM

O destaque da coluna ECONOMIA desta quarta-feira é um artigo escrito com muita maestria pelo economista Donald Bourdreaux sobre uma velha questão: quem é mais beneficiado pelo capitalismo? Na opinião do autor o cidadão comum é o mais beneficiado em detrimento dos ricos e poderosos que nunca precisaram do capitalismo. Leia o artigo completo a seguir e tire suas conclusões!

O grande beneficiado pelo capitalismo foi o cidadão comum, e não os ricos e poderosos

Os ricos e poderosos nunca precisaram do capitalismo

Responda rápido: quem realmente foi o grande beneficiado pelo capitalismo?

Se você respondeu “os ricos”, você nunca estudou história.

A história nos mostra que todo o progresso industrial, todos os aperfeiçoamentos mecânicos e elétricos, todas as grandes maravilhas tecnológicas da era moderna, e todas as grandes conveniências e facilidades que hoje nos são disponíveis teriam significado relativamente pouco para os ricos e poderosos em qualquer época da história.

Por exemplo: um sistema moderno de saneamento básico, com rede de esgoto e água encanada, teria trazido benefícios adicionais para os ricos da Grécia Antiga? Dificilmente, pois eles tinham servos para lhes garantir todas essas comodidades. Os servos faziam o papel da água corrente.

Os nobres da Roma Antiga teriam maior qualidade de vida caso houvesse televisão e rádio? Improvável, pois eles podiam ter os principais músicos e atores da época fazendo apresentações exclusivas em suas mansões, como se fossem seus serventes.

Roupas manufaturadas, máquinas de lavar, microondas e supermercados? Os ricos e poderosos nunca precisaram se preocupar com essas coisas. Roupas e alimentos eram feitos e mantidos por seus serventes, que lhes entregavam tudo em mãos.

Que tal coisas mais modernas, como máquinas fotográficas ou mesmo smartphones para fazer selfies? Isso teria trazido pouquíssimos benefícios adicionais para os aristocratas da antiga, pois eles podiam simplesmente ordenar que os melhores e mais talentosos artistas do reino pintassem quadros com seus retratos e os retratos de outros membros da realeza.

Avancemos as comparações agora para o mundo moderno. Hoje, no smartphone de cada cidadão comum há inúmeros aplicativos que trazem grandes comodidades. Irei destacar dois: o GPS e os serviços de transporte, como Uber, Cabify e Lyft.

Pergunta: como exatamente os ricos e poderosos são beneficiados por um GPS e pelo Uber? Eles dificilmente precisam dessas duas comodidades, pois raramente dirigem por conta própria e ainda mais raramente pegam um taxi. Além de terem motoristas particulares, eles andam de limusines próprias e viajam de jatinhos, e possuem toda uma equipe de funcionários para esquematizar e cuidar de todos os detalhes de suas viagens.

Por outro lado, pense nos enormes benefícios que o GPS, a Uber e o Cabify trouxeram para o cidadão comum, que agora não apenas pode ir a qualquer lugar com seu próprio carro como também pode se deslocar de forma barata e luxuosa em sua própria cidade. E sem precisar de toda uma equipe de funcionários para fazer os preparativos e arranjos.

Os exemplos são inúmeros e podem ser expandidos infinitamente: desde toda a enciclopédia de informações trazidas pela internet ao cidadão comum (os ricos e poderosos nunca tiveram dificuldade de acesso à informação), passando pelas facilidades de lazer, entretenimento e cultura (hoje, você lê todos os livros em seu smartphone e assiste a todos os filmes na comodidade de sua casa, sob demanda; acesso a livros e filmes nunca foi problema para os ricos e poderosos), e culminando na fartura e na facilidade de acesso à alimentação e moradia.

Nada disso nunca foi problema para os ricos e poderosos. Já o capitalismo disponibilizou tudo para o cidadão comum.

Por isso, Ludwig von Mises sempre dizia que o capitalismo não é simplesmente produção em massa, mas sim produção em massa para satisfazer as necessidades das massas. No capitalismo, os grandes inovadores não produzem artigos caros, acessíveis apenas às classes mais altas: produzem bens baratos, que podem satisfazer as necessidades de todos.

Ao passo que, séculos atrás, toda a produção funcionava a serviço da gente abastada das cidades, existindo quase que exclusivamente para corresponder às demandas dessas classes privilegiadas, o surgimento e a expansão do capitalismo geraram a produção de artigos acessíveis a toda a população. Produção em massa para satisfazer às necessidades das massas.

Por isso, todas as grandes conquistas do capitalismo resultaram primordialmente no benefício do cidadão comum. Essas conquistas disponibilizaram para as massas confortos, luxos e conveniências que, antes, eram prerrogativa exclusiva dos ricos e poderosos.

Uma porção desproporcional dos benefícios do capitalismo, do livre mercado, da inovação, da invenção de novos produtos, do comércio e dos avanços tecnológicos vai para o cidadão comum, e não para os ricos e poderosos.

Eis o que disse Joseph Schumpeter sobre o poder do capitalismo em aprimorar o padrão de vida dos comuns:

O motor do capitalismo é, acima de tudo, um motor de produção em massa, o que inevitavelmente também significa produção para as massas. […]

Verificar isso é fácil. Sem dúvidas, há bens e serviços disponíveis hoje ao cidadão comum atual que o próprio Luis XIV adoraria ter: por exemplo, a odontologia moderna. […] Por outro lado, a luz elétrica não representaria um grande conforto ou dádiva para uma pessoa poderosa o suficiente para comprar um grande número de velas e ter servos para mantê-las constantemente acesas. Até mesmo a velocidade com que se viajava à época não deve ter sido objeto de grande consideração para um cavalheiro tão distinto.

Roupas fartas e baratas, fábricas de seda e algodão, sapatos, automóveis e vários outros bens são as típicas façanhas da produção capitalista. Por si sós, elas não representam aprimoramentos que mudariam enormemente a vida do homem rico e poderoso.

A Rainha Elizabeth sempre teve meias de seda. A façanha do capitalismo não consiste em fornecer mais meias de seda para as rainhas, mas sim em disponibilizá-las para as mulheres trabalhadoras em troca de quantidades de esforço continuamente decrescentes.

Apenas leia esse último parágrafo de novo. Deveríamos estar ensinando isso para as nossas crianças. No entanto, o que elas estão sendo ensinadas neste exato momento é que, sob o capitalismo, os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres, cada vez mais pobres. O exato oposto da realidade.

Conclusão

Progressistas que dizem que todos os ganhos de uma economia de mercado vão para os ricos são ignorantes da realidade que os cerca. Apenas pense no tanto que essas pessoas estão erradas da próxima vez que você usar seu laptop, tablet, smartphone, GPS, Spotify, ou se deslocar utilizando Uber, Lyft ou Cabify.

A única entidade que pode afetar, atrasar e atrapalhar todo esse progresso incrível, dificultando o acesso do cidadão comum a essas comodidades que melhoram seu padrão de vida, é o governo e suas políticas que destroçam a economia e o poder de compra das pessoas.

Fonte: Mises Brasil

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