OPINIÃO: PARA SALVAR HOMEM CUECA ALCOLUMBRE PASSA POR CIMA DA ÉTICA E DE TUDO

Caro(a) leitor(a),

Parece que o Senado virou, definitivamente, casa da mãe Joana e puxadinho da casa do senador Davi Alcolumbre. Nesta sexta-feira ele resolveu passar por cima de tudo e de todos, inclusive da liturgia do cargo para beneficiar e até premiar o “homem cueca”, por suas travessuras. Demonstrando autoridade máxima, tipicamente ditatorial, resolveu de uma canetada só autorizar a licença do super “herói” para tratar de interesse particular, que deveria ter sido submetido à votação pelo plenário, bem como a posse do filho do senador licenciado à vaga do pai, completando assim a lambança desenfreada. São coisas do Brasil! Um país tupiniquim de dimensões continentais que o seu povo insiste em continuar dormindo em berço esplendido, enquanto as outras nações seguem em frente rumo  ao desenvolvimento social, cultural, econômico, intelectual e político. Mantendo no poder escórias como essa da nossa sociedade. É triste, mas é verdade!

Alcolumbre atropela tudo para ‘salvar’ Chico Cueca

Chico Rodrigues e Davi AlcolumbreChico Rodrigues e Davi Alcolumbre

O caso do senador Chico Rodrigues, flagrado com dinheiro entre as nádegas, que pediu licença para tratar de interesse particular à Mesa Diretora do Senado, deveria ter sido submetido à votação pelo plenário.

Essa é a prática já adotada por inúmeras vezes.

Recentemente, na própria gestão de Davi Alcolumbre, o caso de um senador – Cid Gomes – que pediu afastamento por 122 dias, foi lido e votado pelo plenário.

Casos anteriores, em gestões de outros presidentes, também foram submetidos ao plenário.

Porém, com o senador ‘Cueca’ o tratamento foi diferenciado.

Alcolumbre decidiu sozinho, sem ouvir ninguém.

Com isso, o filho do senador licenciado assume a vaga do pai e Alcolumbre vai aguardar para ver se o caso esfria.

Fonte: Jornal da Cidade  Online

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CHICO RODRIGUES: ALÉM DE DINHEIRO NA CUECA, SENADOR RESPONDE POR CRIMES DE OCUPAÇÃO DE TERRAS PÚBLICAS E FRAUDE EM LICITAÇÃO

Chico Rodrigues tem processos por invasão de terras e fraude em licitação

Fernando Molica

Por Fernando Molica, CNN  

Atualizado 20 de outubro de 2020 às 23:13

Chico Rodrigues tem processos por invasão de terras e fraude em licitação | CNN Brasil

Flagrado com dinheiro na cueca pela Polícia Federal, o senador licenciado Chico Rodrigues (DEM-RR) responde na Justiça Federal por crimes como ocupação de terras públicas e fraude em licitação.

Levantamento feito pela CNN encontrou sete ações em andamento que citam o senador (a relação não inclui processos eleitorais). Ele foi excluído de uma das ações por conta de um erro no processo: a denúncia feita pelo Ministério Público Federal foi recebida pela Justiça antes de ter sido autorizada pela Assembleia Legislativa de Roraima (na época, Rodrigues era vice-governador e a licença é exigida pela Constituição estadual).

A mulher do senador, Selma Maria Ferreira Rodrigues, continua como ré no processo, acusada de invasão de terras públicas. Ela recorreu ao Supremo Tribunal Federal para ser excluída da ação, mas não obteve sucesso.

Há outros três processos relacionados a questões de ocupação de terras. Um deles é movido pelo Incra, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.

A maior parte das ações corre em segredo de Justiça, o que dificulta a obtenção de detalhes sobre seus andamentos. O extrato de um dos processos informa apenas que se trata de investigação em torno de fraude em processo licitatório.

Em 2017, o MPF recorreu contra uma absolvição de Rodrigues, acusado de desviar verba de R$ 1 milhão que era destinada ao plantio de café no município de São Luiz do Anauá (RR).

Os recursos foram obtidos por emenda parlamentar proposta pelo próprio Rodrigues, então deputado federal. Ele foi absolvido na primeira instância da Justiça Federal por falta de provas.

Oito pessoas, acusadas de terem atuado em conluio com o hoje senador chegaram a ser condenadas em outro processo relacionado ao caso. A empresa beneficiada com a verba federal pertencia a parentes de Rodrigues.

A investigação começou em 2010, quando o Supremo Tribunal Federal aceitou denúncia contra o então deputado. Por conta da legislação que prevê prerrogativa de foro para ocupantes de determinados cargos públicos, o processo ainda passou pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Tribunal Reginal Federal da 1ª Região, onde agora tramita o recurso do MPF.

A busca e apreensão na casa de Rodrigues, ocorrida na semana passada, foi motivada por suspeita de desvios de verbas federais destinados ao combate ao novo coronavírus em Roraima.

Fonte: CNN

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POLÍTICA: ERA PRA PAGAR OS FUNCIONÁRIOS O DINHEIRO QUE A PF ENCONTROU NA CUECA DE CHICO RODRIGUES

 

Senador pediu para ir ao banheiro, mas volume no short chamou a atenção da PF

Pressionado a se licenciar do mandato, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) começou a montar uma estratégia de defesa para tentar conquistar o apoio dos colegas e evitar o afastamento dele.

Em mensagem enviada a senadores, ele disse que “nunca tinha sido acordado pela polícia” e que, “num ato de impulso, protegi o dinheiro do pagamento das pessoas que trabalham comigo.”

Senadores que receberam a mensagem avaliam que a explicação de Chico Rodrigues vai ser questionada e que ele precisa comprovar principalmente a origem do dinheiro que estava em sua casa. Se não disser a origem, a avaliação é que o dinheiro seria ilegal.

Com 30 anos de Congresso, Chico Rodrigues tem histórico de envolvimento com corrupção

Na mensagem encaminhada a seus colegas nos últimos dias, ele afirmou que reagiu de impulso porque foi acordado “em meio a pessoas estranhas em meu quarto”.

Ele acrescenta, nas mensagens, que reagiu daquela forma porque “se levassem aquele dinheiro ninguém iria receber naquela semana”. Segundo afirmou o senador a colegas, “não era dinheiro de corrupção.”

Em uma operação da Polícia Federal, que investiga desvio de recursos de combate ao coronavírus em Roraima, o senador Chico Rodrigues foi flagrado pelos agentes federais escondendo mais de R$ 33 mil na cueca.

O caso acabou levando o ministro Luís Roberto Barroso a decidir pelo afastamento do senador por 90 dias, medida que vai ser analisada pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (21).

No Senado, um grupo de senadores não quer dar aval à decisão de Barroso, alegando que foi uma medida monocrática e que um ministro do STF não poderia afastar um senador nestas condições. O temor destes senadores, porém, é a mensagem que será passada para a população ao salvarem um colega que escondia dinheiro na cueca.

Imagem do relatório da PF mostra momento em que dinheiro foi encontrado na cueca do senador Chico Rodrigues — Foto: Reprodução/PF

Imagem do relatório da PF mostra momento em que dinheiro foi encontrado na cueca do senador Chico Rodrigues — Foto: Reprodução/PF

Na busca de se explicar para esses colegas, Chico Rodrigues decidiu enviar a mensagem para senadores, entre eles o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. No texto, ele diz ainda que só conseguiu falar agora com seus pares “porque estava sem forças e ainda estou”.

Ele acrescentou que “fui massacrado pelo meu silêncio, fui ridicularizado, fui humilhado”.

Em sua defesa, ele diz que “jamais desviaria dinheiro público” e que não é “chefe de uma organização criminosa”. Afirmou ainda que “nenhum centavo” das suas emendas parlamentares foi “sequer licitado”. As investigações da PF apontam, porém, que o senador teria envolvimento no desvio de recursos destinados ao combate ao coronavírus.

No final da mensagem, ele pede tempo para se explicar e para que não o “condenem previamente”, acrescentando que o inquérito não revelaria nenhum crime que teria sido cometido por ele. Chico Rodrigues encerra o texto dizendo que estava protegendo seu próprio dinheiro e pede que o “julguem de maneira sábia.”

Fonte: G1
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SOBRE O CASO CHICO RODRIGUES, RANDOLFE DIZ QUE SENADO NÃO PODE SER UM CLUBE DE AMIGOS

Senado não pode ser um clube de amigos, diz Randolfe sobre caso Chico Rodrigues

Da CNN, em São Paulo

 Atualizado 16 de outubro de 2020 às 20:24

Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), durante entrevista à CNN nesta sexta-feira (16), afirmou que o Senado Federal não pode ser um “clube de amigos” ao falar sobre o caso do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado com R$ 33 mil em dinheiro vivo dentro da cueca durante uma operação da Polícia Federal.

O Rede Sustentabilidade é um dos partidos que protocolou hoje um pedido no Conselho de Ética do Senado para abertura do processo de investigação e cassação do mandato do senador.

“Qualquer casa legislativa é a casa da representação popular. A chamada independência dos poderes (…) não serve para acorbertar impunidade. Então, por não ser um grupo de amigos e por compreender que o caso é constrangedor e lamentável, não é fácil qualquer medida mais dura em relação a nenhum colega”, explicou.

Rodrigues acrescentou a fala dizendo ainda que está em jogo a credibilidade do Senado da República. “Está em jogo o conceito de ética e decoro parlamentar”.

“Espero, sinceramente, que os colegas julguem à luz disso. Não é confortável, mas, enfim, é a nossa tarefa”.

(Edição: Sinara Peixoto)

Fonte: CNN

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DECISÃO DO SUPREMO DE AFASTAR CHICO RODRIGUES É CRITICADA POR ALGUNS SENADORES QUE VEEM PRECIPITAÇÃO

Senadores criticam Supremo e veem afastamento de Chico Rodrigues como decisão precipitada

 POLÍTICA

Senadores criticam STF e veem afastamento de Chico Rodrigues como decisão precipitada - Agora RN

decisão de Luís Roberto Barroso de afastar Chico Rodrigues (DEM-RR) do cargo despertou um instinto de preservação entre políticos do centrão e aliados. Senadores dizem ver uma ação precipitada do ministro do Supremo e passaram a discutir a possibilidade de barrar a remoção do colega, apesar da repercussão do dinheiro na cueca. Pessoas próximas de Davi Alcolumbre (DEM-AP) afirmam que ele avalia questionar o STF se decisão assim pode afastar parlamentar do mandato.

“Foi uma ação afoita [do Barroso]. Não pode tomar decisão assim. E o direito ao contraditório?”, disse Ângelo Coronel (PSD-BA), que é integrante do Conselho de Ética do Senado. “Mesmo num caso midiático como esse, não pode ser assim”, completou.

Essa ala de parlamentares, da qual Davi faz parte, defende que Rodrigues deve ser ouvido. Depois, sendo as acusações consistentes, ele poderia ser afastado num processo de cassação –mas não por uma decisão do STF. Eles lembram o caso de Aécio Neves (PSDB-MG), que teve o afastamento derrubado pelo plenário do Senado. Em fevereiro, a Câmara salvou Wilson Santiago (PTB-PB).

“O caso pode ser, digamos, bizarro, mas é contra a democracia quem acha que decisão monocrática pode afastar mandato popular”, afirmou Esperidião Amin (PP-SC). Outros, no entanto, discordam. “Não contem comigo pra nada disso”, disse Cid Gomes (PDT-CE).

O Painel ouviu outros quatro titulares do Conselho de Ética que também se colocaram contra a decisão do Barroso. O órgão conta com 15 cadeiras, uma delas é ocupada por Chico Rodrigues.

Fonte: Blog do BG

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