CHEGA AO RN O REFORÇO DE MAIS TRÊS LOTES DE VACINAS CONTRA COVID-19

Vacinação no RN é reforçada com a chegada de mais três lotes de imunizantes

Redação / Portal da Tropical

 Atualizado em:

Foto: Sandro Menezes

A vacinação contra um Covid-19 no Rio Grande do Norte tem um importante reforço neste sábado (3). Ao longo do dia, divididas em três lotes, uma Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebe 108.130 doses de imunizantes.

São vacinas da Janssen, de dose única, da AstraZeneca / Fiocruz e da Pfizer. O primeiro lote pousou no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante por volta das 10h, com 28.080 doses da Pfizer.

De acordo com o Ministério da Saúde, ainda entre o fim da tarde e o início da tarde entregues mais 47.750 doses da AstraZeneca / Fiocruz e 32.300 da Janssen, respectivamente, em voos vindos do Rio de Janeiro e de São Paulo.

A equipe da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) está trabalhando ao longo do fim de semana para agilizar o processamento dos carregamentos e encaminhar as vacinas o mais rápido possível aos municípios.

Estes carregamentos servirão para atender os novos públicos prioritários para vacinação pactuados entre a Sesap e os municípios, bem como dar continuidade ao processo de imunização de grupos anteriores e o escalonamento por idade.

Até acordar da manhã deste sábado, a plataforma RN + Vacina apontava o registro de 1.623.041 vacinas aplicadas. São 1.188.490 de potiguares que receberam ao menos uma dose, sendo 434.551 completamente imunizadas.

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GRAÇAS AO AVANÇO DA VACINAÇÃO AS RESTRIÇÕES CONTRA COVID-19 CHEGAM AO FIM NA ISLÂNDIA

Islândia anuncia o fim de todas as restrições contra a covid-19

Avanço na vacinação permitiu que país abandonasse regras de distanciamento social, uso de máscara e outras medidas

INTERNACIONAL  

por AFP

Restrições deixarão de vigorar a partir deste sábado (26)

Após quinze meses de sucessivas medidas reforçadas ou suavizadas, a Islândia anunciou nesta sexta-feira (25) o levantamento de todas as restrições contra a covid-19, graças ao avanço da vacinação.

“É uma sensação um tanto estranha, depois de ter estado muitas vezes aqui ou em outro lugar para anunciar o endurecimento das medidas, mas hoje é o dia em que vamos suspendê-las”, declarou em coletiva de imprensa a primeira-ministra Katrín Jakobsdottir.

Suíça libera entrada de turistas brasileiros que estiverem vacinad

As regras de distanciamento, uso de máscara, o número reduzido de pessoas reunidas em espaços públicos e os horários de abertura de bares e restaurantes deixarão de vigorar a partir de sábado, 26 de junho.

“Na realidade, estamos restaurando a sociedade a que estávamos acostumados e à qual aspiramos”, desde a entrada em vigor das primeiras restrições, em 16 de março de 2020, afirmou o ministro da Saúde islandês, Svandís Svavarsdóttir.

Esta decisão, a primeira na Europa, foi tomada de acordo com o cronograma de quatro etapas para eliminar as restrições no território islandês.

Revelada no final de abril, a decisão previa o levantamento de todas as medidas nacionais na segunda quinzena de junho “quando cerca de 75% da população – com mais de 16 anos – tiver recebido pelo menos uma dose da vacina”.

No total, 87,6% desse segmento de idade, cerca de 295 mil pessoas de uma população total de 365 mil, já tinha recebido pelo menos uma dose da vacina contra a covid-19 até 24 de junho.

As restrições vão permanecer em vigor nas fronteiras, onde os visitantes não vacinados são obrigados a apresentar um teste de PCR negativo na chegada e, em seguida, passar por outro teste após cinco dias de isolamento.

Pessoas que apresentem certificado de vacinação ou tenham sido previamente infectadas com a covid-19, e que até agora precisavam ser testadas assim que chegavam à Islândia, estarão isentas desta obrigação a partir de 1º de julho.

Fonte: R7
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TURISMO: CHEGA AOS 20 ANOS E BANCADO POR MULTIBILIONÁRIOS O TURISMO ESPACIAL

Turismo espacial chega aos 20 anos dependente de multibilionários

Setor é bancado por empresários que carregam o sonho infantil de chegar ao espaço – ou então a ambição de explorar financeiramente esse sonho

Eduardo Geraque, colaboração para a CNN Brasil

 Atualizado 28 de abril de 2021 às 11:07

Uma palavra em russo, traduzida por “maravilhosamente”, saiu da boca de um norte-americano a caminho do espaço no dia 28 de abril de 2001. O milionário Dennis Tito, ex-engenheiro da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, alimentou um sonho de criança até os 60 anos. Com um bilhete comprado  na  época por aproximadamente US$ 20 milhões, ele se tornou o primeiro turista espacial da história.

Ao contrário das pioneiras missões espaciais da história, realizadas por EUA e União Soviética, países protagonistas da Guerra Fria no século passado, o início do turismo espacial, 20 anos atrás, já tinha o enredo que se repete agora. Ele permanece totalmente dependente de multibilionários que carregam o sonho infantil de chegar ao espaço – ou então a ambição de explorar financeiramente esse sonho.

Exibindo a bandeira americana no braço, Tito decolou para a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) a bordo da Soyuz-U, uma nave russa. Ele deixou a Terra a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. Eram 4h37 pelo horário de Brasília.

No início do voo que atingiria 320 quilômetros de altura, Tito respondeu em russo, após ser questionado em inglês, sobre como se sentia. Pouco importava que a missão dele, nos sete dias que ficaria em órbita, era apenas tirar fotos da ISS e do espaço.

Empresa pioneira fechou as portas

Empresários russos no final do século passado criaram a MirCorp, empresa que pretendia usar a estação espacial Mir, em vias de ser desativada, de forma privada. Ou seja, levando turistas para lá.

O plano não deu certo. A estação russa e a empresa não existem mais. Porém, antes de fechar as portas, os empresários conseguiram cumprir uma das missões — ou seja, mandar ao menos alguns turistas para o espaço. Tito não foi para a Mir, mas conseguiu chegar à ISS.

Projetos dominados por trio de multibilionários

Os últimos anos foram difíceis para as agências estatais dos Estados Unidos e da Rússia. Sem a corrida espacial a todo vapor, como ocorreu durante a Guerra Fria, está cada vez mais difícil conseguir verbas bilionárias para novos programas espaciais estatais dentro dos dois países.

Na última década, a Nasa teve de cortar os lançamentos dos ônibus espaciais e desidratar vários programas científicos. Apesar de manter a Soyuz voando, os russos também estão com o orçamento mais apertado.

Nesse contexto, o turismo espacial está totalmente dependente de multibilionários, como os norte-americanos Elon Musk, dono da SpaceX e CEO da Tesla, e Jeff Bezos, da Amazon, que controla a Blue Origin. O britânico Richard Branson, do grupo Virgin, completa um trio peso pesado de empresários do setor aeroespacial por meio da Virgin Galactic.

“Não há dúvida de que a SpaceX está muito à frente das outras. Pelo menos uns dois degraus a mais”, afirma o brasileiro Lucas Fonseca, engenheiro aeroespacial e empreendedor do setor, hoje radicado nos Estados Unidos.

Custo cai, mas ainda é alto

Fonseca avalia que o avanço do turismo espacial nestes últimos 20 anos, desde a MirCorp, poderia ter sido mais rápido. “Mesmo assim, nos próximos anos, o setor terá cada vez mais viagens, ainda para um grupo restrito, mesmo com o custo caindo bastante”, afirma.

Se em 2001 as estimativas falavam em dezenas milhões de dólares, hoje, com menos de meio milhão, uma pechincha, já é possível pensar em se arriscar em alguma viagem espacial.

As opções mais viáveis atualmente apontam três alternativas: subir a uns 30 km de altura em uma cápsula presa a um balão; fazer voos suborbitais, a menos de 100 km de altitude – foco principal da Virgin Galactic –, e alcançar o espaço propriamente dito, indo à ISS ou dando uma voltinha pela Lua, por enquanto, sem descer.

“Caminhada” no espaço

Mas mesmo esses itinerários básicos já podem contar com alguma sofisticação. Que tal visitar a ISS nas próximas férias e poder, também, andar pelo lado de fora da base, protagonizando um verdadeiro spacewalk?

Essa possibilidade, ainda dentro da apertada nave Soyuz, acaba de ser anunciada, apesar de o preço continuar sob sigilo. A agência russa Roscosmos, por meio do seu braço comercial, a Glavkosmos, pretende liberar em 2023, numa parceria com a empresa americana Space Adventures, uma caminhada pelo lado de fora da Estação Espacial. Isso, claro, se tudo der certo, o que nem sempre ocorre em se tratando de planejamentos espaciais.

O autor ou autora da façanha será o primeiro ser humano civil a fazer um spacewalk. Os treinamentos serão severos, dizem as duas empresas, e tudo será supervisionado por um cosmonauta.

A parceria entre a Space Adventures e os russos já rendeu oito viagens turísticas à ISS. O forte da empresa, entretanto, é vender bilhetes para voos suborbitais, ou seja, a menos de 100 km de altura.

Avanços de Elon Musk

Enquanto os produtos espaciais ganham corpo, as conquistas recentes da SpaceX reforçam a tese de que a empresa está na vanguarda da área, mesmo em projetos não voltados ao turismo.

“Eles fizeram algo inédito na história do desenvolvimento aeroespacial. Eles testam e desenvolvem protótipos de forma muito rápida. O que proporciona um aprendizado enorme. Isso não ocorreu nem nos tempos da Guerra Fria, quando havia muitos cientistas debruçados sobre projetos, mas poucos protótipos realmente montados”, analisa Lucas Fonseca.

De acordo com o engenheiro, o fato de alguns testes nos últimos anos terem terminado em explosão não significa fracasso, muito pelo contrário. “Na verdade, em alguns desses casos, eu teria me surpreendido se a aterrissagem tivesse sido perfeita”, afirma.

Um dos projetos da SpaceX com a Nasa, a nave Crew Dragon, não apenas foi testado como está aprovado. A moderna e confortável nave está neste exato momento no espaço. A primeira parte da missão da espaçonave, a chegada na ISS com mais quatro astronautas – Shane Kimbrough e Megan McArthur, da Nasa, Akihiko Hoshide, da Agência Espacial Japonesa, e Thomas Pesquet, da Agência Espacial Europeia –, foi concluída com sucesso no último sábado (24). Nesta quarta-feira (28), deve começar o voo de volta. A Dragon é a primeira nave privada a levar astronautas ao espaço.

O projeto Starship, que teve protótipos testados e destruídos nos últimos anos, corre em paralelo. Essa é uma espaçonave projetada para viagens interplanetárias de longa duração. O que isso quer dizer? Levar carga e seres humanos até a Lua e, como apontam os sonhos de Elon Musk, também a Marte.

Em 2023, o projeto deve promover o seu primeiro voo tripulado, este sim por turistas, para dar uma voltinha na Lua, sem aterrissagem. A viagem está sendo paga pelo empresário japonês Yusaku Maezawa. Os companheiros dele estão sendo selecionados. E existem candidatos brasileiros.

Como viver na Lua e chegar a Marte?

O que ainda parece um filme de ficção científica, viver uma temporada em uma base lunar ou até mesmo no planeta vermelho, talvez não esteja tão distante assim, segundo Lucas Fonseca. As estimativas indicam que isso pode ser uma realidade, principalmente para quem tem hoje menos de 50 anos.

No caso da Lua, que está em média a 380 mil km da Terra, a questão é bem menos complexa do que um deslocamento a Marte. Mesmo assim, desde 1972, os humanos não pisam no satélite natural. Construir uma base lá significa que os turistas terão que estar protegidos de vários problemas, desde aspectos físicos e emocionais até riscos de acidente.

A falta de gravidade pode fazer com que alguém seja atingido por um meteorito, por exemplo. “Costumo dizer que estes anos 20 [2020] serão lunares e, os de 30, serão de Marte. Não estou falando de turismo ainda, mas de pousos nesses lugares”, diz Fonseca.

Sobre Marte, a complexidade ainda é gigantesca. Como não dá para fazer bate e volta – a distância, quando os planetas estão alinhados, é de 230 milhões de km e mais do que dobra quando eles passam para lados opostos do Sol –, o retorno fica inviável sem muita energia a bordo.

Sem a possibilidade de carregar muito combustível na ida, por questão de peso e de segurança, a solução seria encontrar maneiras de produzir energia “made in Marte”. Mas esse é apenas um dos problemas. Como respirar? Como se alimentar? Como produzir água? São perguntas que até agora só em tese podem ser respondidas. Na prática, tudo deve ser diferente. Ainda mais para pessoas sem o mesmo tipo de treinamento dos astronautas.

Novos negócios e muitos riscos

Independentemente do que ocorrer nas próximas décadas, alguns desdobramentos são praticamente certos. Há, por exemplo, empresas que estão construindo hotéis espaciais que poderão ser usados com alguma frequência. Eles ficam perto da Terra, assim como a Estação Espacial Internacional.

O desenvolvimento dos foguetes pelas empresas privadas também poderá tornar possível voos espaciais da Terra para a Terra, o que significa ser transportado de Pequim a Nova York, por exemplo, em uma ou duas horas.

Mas como todo negócio, o turismo espacial vai precisar se sustentar financeiramente. Fora as questões de saúde, que afetam inclusive os astronautas que ficam meses no espaço, acidentes serão inevitáveis e provocarão impacto nas contas das empresas e na demanda de clientes. “Um monte de gente provavelmente morrerá no começo”, disse o próprio Elon Musk esta semana. Para o dono da SpaceX, a missão espacial para Marte será “árdua e perigosa” mas, ao mesmo tempo, “uma aventura gloriosa”.

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SECRETÁRIO DE ESTADO AMERICANO CHEGA AO AFEGANISTÃO PARA APRESENTAR PLANO DE RETIRADA DE TODAS AS TROPAS DO PAÍS

Secretário de Estado dos EUA vai ao Afeganistão discutir saída de tropas

Viagem não estava na agenda oficial de chefe da diplomacia norte-americana e acontece um dia após anúncio de Joe Biden

INTERNACIONAL

 Do R7

Secretário de Estado americano, Antony Blinken, em visita oficial ao Afeganistão

AFGHAN PRESIDENTIAL PALACE / AFP

O secretário de Estado americano, Antony Blinken, chegou nesta quinta-feira (15) ao Afeganistão para uma visita surpresa, durante a qual apresentará o plano do governo Joe Biden de retirada de todas as tropas do país até 11 de setembro, quando os atentados de 2001 completam 20 anos.

A viagem, que não estava na agenda oficial, acontece um dia depois do anúncio do presidente dos Estados Unidos sobre a retirada de tropas, que acontecerá quatro meses depois da data limite de 1º de maio estabelecida pelo acordo do ex-presidente Donald Trump com os talibãs em fevereiro de 2020.

Blinken se reuniu com o presidente afegão, Ashraf Ghani, e comandantes militares americanos no Afeganistão para debater o anúncio de Biden de que chegou o momento de “acabar com a guerra mais longa dos Estados Unidos”, que começou em 2001.

“Quero demonstrar com minha visita que permanece em vigor o compromisso dos Estados Unidos com a República Islâmica e o povo do Afeganistão”, afirmou o secretário de Estado após a reunião com o presidente afegão.

“A aliança está mudando, mas a aliança persiste”, completou.

Durante outra reunião com o primeiro-ministro Abdallah Abdallah, que lidera a delegação afegã nas negociações de paz com os talibãs, Blinken disse que “começa um novo capítulo que estamos escrevendo juntos”.

Washington mantém 2.500 soldados no Afeganistão, que integram a missão da Otan no país da Ásia Central.

Antes do encontro com Ghani, Blinken se reuniu na embaixada dos Estados Unidos em Cabul com vários comandantes militares americanos.

“O que vocês e seus antecessores fizeram nos últimos 20 anos é realmente extraordinário”, afirmou o chefe da diplomacia.

A notícia da retirada das tropas americanas gerou certa surpresa no Afeganistão e muitos analistas acreditam que pode levar o país a uma nova guerra civil ou permitir o retorno ao poder dos talibãs, que foram derrubados no fim de 2001.

“Podemos perder tudo pelo que trabalhamos e lutamos juntos durante os últimos 20 anos e isto pode colocar em risco a segurança de todos no Afeganistão”, lamentou Metra Mehran, ativista em Cabul dos direitos das mulheres.

Washington, no entanto, considera que chegou o momento da retirada militar, após 20 anos de guerra e 2.400 soldados mortos.

“Não podemos seguir o ciclo de estender ou expandir nossa presença militar no Afeganistão esperando criar as condições ideais para uma retirada”, afirmou Biden na quarta-feira.

Mas o adiamento da retirada em quatro meses irritou os insurgentes afegãos.

“Isto abre o caminho para os mujahedines do Emirado Islâmico para que façam ações em resposta”, afirmaram os talibãs em um comunicado divulgado após a chegada de Blinken ao Afeganistão.

O porta-voz dos insurgentes, Zabihullah Mujahid, advertiu que “se o acordo for quebrado e as forças estrangeiras fracassarem em abandonar o país na data estabelecida, isto agravará os problemas e aqueles que não respeitaram o acordo assumirão as responsabilidades”.

Os confrontos entre o exército afegão e os talibãs não param, apesar de meses de negociações de paz entre os dois lados no Catar.

Há uma década, os Estados Unidos tinham 100 mil soldados no Afeganistão. No fim da presidência Trump, o número caiu para 2,5 mil. Em fevereiro, a Otan contava com quase 10 mil soldados no país.

Fonte: R7
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CHEGA AO RN MAIS 69 MIL DOSES DE VACINAS CONTRA COVID-19, SEGUNDO ANÚNCIOU DA GOVERNADORA FÁTIMA

Por G1 RN

 

Doses da CoronaVac em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV CabugiDoses da CoronaVac em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), anunciou, através de uma rede social, que o estado vai receber um novo lote com mais 69 mil doses da vacina contra Covid-19. Segundo a gestora, a confirmação foi dada pelo Ministério da Saúde.

Ao todo, serão 32 mil imunizantes da CoronaVac e 37 mil de Oxford/AstraZeneca. Fátima Bezerra afirmou que “esse montante será direcionado para a 1ª dose em idosos e trabalhadores das forças de segurança” e para “2ª dose de trabalhadores de saúde e idosos de 74 a 70 anos, segundo a orientação do PNI/MS (Plano Nacional de Imunização do Ministério da Saúde)”.

O lote mais recente recebido no estado foi há exatamente uma semana, no dia 1º de abril, com cerca de 150 mil doses – a maior carga já enviada pelo Ministério da Saúde ao Rio Grande do Norte desde o início da campanha nacional de imunização, em janeiro.

Avançando na faixa etária de vacinação, algumas cidades do estado, como Natal, imunizam idosos a partir de 64 anos atualmente. Outras, como Mossoró, vacinam idosos de 63 anos. Com a chegada de mais doses, a expectativa é de que haja um novo avanço nessa faixa de idade.

De acordo com a plataforma RN+ Vacina, o Rio Grande do Norte recebeu até o momento 685.690 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 572.040 da CoronaVac e 113.650 de Oxford/AstraZeneca. O sistema aponta ainda que mais de 356 mil pessoas foram vacinadas no estado até o momento.

Fonte: G1 RN
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CHEGA A FASE FINAL DE TESTES EM ANIMAIS O SORO ANTI-COVID-19 DESENVOLVIDO NO INSTITUTO BUTANTAN

Soro anti-Covid, do Instituto Butantan, chega à fase final de testes em animais

Anvisa ainda precisa liberar a testagem em humanos

Diego Pavão, da CNN, em São Paulo

Atualizado 06 de março de 2021 às 18:38

Soro anti-Covid, do Instituto Butantan, chega à fase final de testes em animais

O Instituto Butantan anunciou que conseguiu avançar em um estudo que pode contribuir para o tratamento do novo coronavírus. O soro anti-Covid chega à fase final de testes pré-clínicos, e os resultados preliminares são promissores.

O soro anti-Covid está sendo feito a partir da aplicação do vírus SARS-CoV, inativado em labortório, em cavalos. O organismo destes animais reage ao vírus e produz anticorpos. Depois de purificados, estas respostas imunológicas são usadas para o desenvolvimento do soro.

A diferença do soro para a vacina é que, no caso do soro anti-Covid, é oferecido ao paciente um anticorpo pronto, capaz de reconhecer o vírus e bloquear seus efeitos e propagação nas células. Já a vacina é profilática:, quando injetada, o sistema imunilógico é o responsável por gerar o anticorpo; assim, em caso de contato com o vírus, o corpo consegue se defender.

O soro anti-Covid já foi testado em camundongos infectados pelo novo coronavírus e o resultado foi saitsfatório.

“O animal estava com a sintomatologia clara da doença. Nós analisamos a doença como uma doença já de moderado para grave e, um dia depois da administração do soro, o que nós vimos no pulmão destes animais foi uma proteção muito grande das estruturas”, afimou Ana Marisa Chudzinski, diretora do Centro de Desenvolvimento e Inovação do Butantan.

Segundo Chudzinski, uma vez aprovado pela Anvisa, o soro entra em uma fase de estudo clínico em humanos.

Fonte: CNN

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CHEGA AO RIO DE JANEIRO O AVIÃO COM VACINAS DE OXFORD TAZIDAS DA ÍNDIA

Avião com vacinas de Oxford trazidas da Índia chega ao Rio de Janeiro

Daniel Fernandes, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 22 de janeiro de 2021 às 22:27

Avião com vacinas de Oxford chega no Rio de JaneiroAvião com vacinas de Oxford chega no Rio de Janeiro

Foto: CNN (22.jan.2021)

O avião que transporta 2 milhões de doses da vacina de Oxford importadas da Índia para o Brasil aterrizou no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, por volta das 22h desta sexta-feira (22).

Depois de decolar na Índia na noite de quinta-feira (21), o avião chegou ao Brasil nesta sexta às 17h30. A aeronave passou primeiro por São Paulo e às 21h decolou de Guarulhos rumo ao RJ.

Os ministros Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo, o embaixador da Índia e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, vão participar da cerimônia que celebra a chegada dos imunizantes do

Em São Paulo, o carregamento foi recepcionado em São Paulo por três ministros. Eduardo Pazuello, da Saúde; Ernesto Araújo, das Relações Exteriores; e Fábio Faria, das Comunicações. Eles estavam acompanhados do embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy.

aeronave deixou o país asiático por volta das 20h da quinta-feira (21) em direção a Dubai. De lá, o imunizante foi embarcado em um voo comercial da companhia aérea Emirates até o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

distribuição das vacinas aos estados pelo ministério deve acontecer no sábado (23), após as caixas passarem por um processo de rotulagem. Segundo a Fiocruz, que será a responsável pelo procedimento, o processo deve durar de três a quatro horas.

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PINIÃO: A ERA MAIA CHEGA AO FIM

O fim de uma era…

Rodrigo MaiaRodrigo Maia

Na semana que passou o Supremo Tribunal Federal (STF) acabou com a possibilidade de reeleição dos presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia, que pretendiam continuar no comando das duas Casas.

Confirmando o que já era esperado, os ministros do Supremo, por maioria, resolveram dar fim a uma era que durou quatro anos, cujo início foi a renúncia do ex-deputado federal, Eduardo Cunha, em julho de 2016.

A Corte, por maioria, seguiu o disposto no artigo 57, § 4º, da Constituição Federal, que veda a recondução, na mesma legislatura, para os mesmos cargos. Por outro lado, o Regimento Interno do Senado, norma típica secundária, determina a proibição de reeleição para o período imediatamente subsequente. A recondução para membro da mesa só pode ser para outro cargo, diverso do que o parlamentar ocupava antes.

Para completar, o STF entendeu que a norma do parágrafo quarto do art. 57 da CF/88 não é de reprodução obrigatória pelas constituições estaduais, pois não se constitui num principio constitucional estabelecido (STF, RTJ, 163,52).

Para Alcolumbre, o prejuízo não é tanto, já que ele está na presidência apenas por um mandato. Para Rodrigo Maia, o prejuízo é enorme, pois ele está à frente da Câmara há três mandatos, desde junho de 2016, tendo comandado importantes medidas legislativas nestes últimos tempos, a exemplo da emenda constitucional do teto de gastos e as reformas trabalhista e previdenciária, entre outras.

Sob forte pressão desde quando o STF barrou a tentativa de reeleição, Maia iniciou um movimento para emplacar uma pessoa de sua confiança no comando da Casa. Como demorou muito, o deputado Artur Lira (PP-AL) saiu na frente, inclusive com o apoio do presidente Bolsonaro. Os outros possíveis candidatos são os deputados Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da reforma tributária, e o presidente do MDB, Baleia Rossi (SP).

Maia ainda tentou outros pretendentes, como o vice-presidente da Câmara, deputado Marcos Pereira e o seu amigo de longas datas, deputado Elmar Nascimento (DEM/BA), mas, pelo visto, a demora fez muita gente debandar para o bloco de Lira.

Não restam dúvidas de que as maiores dificuldades enfrentadas por Jair Bolsonaro no Congresso foram sua insistência em desprezar a politica já consagrada entre nós e a atitude independente de Rodrigo Maia, que segurou o quanto pôde inúmeras pautas vindas do Executivo.

Quando Bolsonaro resolveu ouvir os seus conselheiros políticos sobre a necessidade de criar vasos comunicantes com o Congresso, a coisa mudou. Agora ele possui uma base parlamentar suficiente para eleger o presidente da Câmara. E o nome certo pode ser Artur Lira.

Rodrigo Maia saiu fragilizado. Considerando que uma nova correlação de forças está prestes a emergir dessa eleição para a presidência da Câmara e do Senado, vai ser difícil derrotar qualquer nome proposto por Bolsonaro. Força ele tem para ganhar, pois têm cargos, ministérios e influência para atrair votos para o seu candidato.

Com a nomeação do seu indicado para o STF, Nunes Marques, o presidente mandou dizer a Rodrigo Maia que, a partir de agora, quem manda é ele, e que entrará em 2021 com um Congresso a seu favor, pronto para apoiá-lo nas reformas econômicas e nas demais. A Maia, só resta tentar se reeleger deputado, o que não está tão fácil, pelo menos no momento.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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CHEGA AO BRASIL PRIMEIRO LOTE DA VACINA CORONAVAC

Primeiro lote da vacina Coronavac chega ao Brasil

Murillo Ferrari, da CNN,
em São Paulo
 Atualizado 19 de novembro de 2020 às 08:30

O avião com o primeiro lote de doses prontas da vacina Coronavac, vindas da China, chegou nesta quinta-feira (19) ao aeroporto de Guarulhos. O imunizante é testado em estudo em estágio avançado de Fase 3 no Brasil pelo Instituto Butantan.

A chegada de 120 mil doses do imunizante – suficientes para vacinar 60 mil pessoas – havia sido adiantada no começo da semana pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Ainda neste mês, o Butantan espera receber 600 litros de matéria-prima da Sinovac para iniciar a produção local da vacina – Covas estima que o instituto será capaz de produzir 46 milhões de doses de vacinas até janeiro.

Dados preliminares dos testes clínicos com a vacina publicados na terça-feira (17) na revista médica The Lancet mostraram que a vacina induziu uma rápida resposta imune, mas o nível de anticorpos produzidos foi menor do que o visto em pessoas que se recuperaram da doença.

Embora os testes em estágios inicial e intermediário não tenham sido desenvolvidos para determinar a eficácia da Coronavac, os pesquisadores disseram que ela pode fornecer proteção suficiente, com base na experiência com outras vacinas e em dados de estudos pré-clínicos em macacos.

As descobertas da Sinovac, publicadas em artigo revisado por outros cientistas na Lancet são dos testes clínicos em Fases 1 e 2 realizados na China, com mais de 700 participantes.

Fonte: CNN
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PESSOAS QUE VIVEM ABAIXO DA LINHA DA POBREZA NO RN, CHEGA A 1,3 MILHÃO

Por G1 RN

 

Mapa extrema pobreza por região no Brasil — Foto: Editoria de Arte/g1Mapa extrema pobreza por região no Brasil — Foto: Editoria de Arte/g1

O Rio Grande do Norte tem 1.329.000 pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza em todo seu território. É o que aponta a Síntese dos Indicadores Sociais 2020 divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (13).

Esse número representa 38% do total de 3.506.000 de habitantes do estado.

Estar abaixo da linha da pobreza, segundo o IBGE, é viver com rendimento domiciliar per capita inferior a 5,5 dólares por dia, o que dá cerca de R$ 436 mensais.

O relatório, que é referente ao ano de 2019, também apontou que cerca 10,2% da população potiguar vive na condição de extrema pobreza.

Dados do Brasil da população em extrema pobreza ano a ano desde 2012 — Foto: Economia G1Dados do Brasil da população em extrema pobreza ano a ano desde 2012 — Foto: Economia G1

Isso significa que o rendimento per capita é inferior a 1,9 dólar por dia, o que dá cerca de R$ 151 mensais.

Ao todo, esse grupo é composto por 362.000 potiguares.

25% dos jovens não trabalha nem estuda

A pesquisa também levantou que um em cada quatro jovens potiguares não estudava e nem trabalhava em 2019. Ou seja, 25% dessa população no Rio Grande do Norte.

Ao todo, esse dado representa 195 mil pessoas entre 15 e 29 anos que viveram nesta situação em 2019.

Com esse percentual, o RN está abaixo da média do Nordeste (28%) e acima da média do Brasil (22%).

23% a menos de vagas intermitentes

O IBGE indicou ainda que o saldo de vagas de trabalho intermitentes caiu 23,5% no RN em 2019. O estado foi um dos três do país com queda.

Em 2018, o saldo foi de 1.382 vagas nessa modalidade. Em 2019, esse número foi de 1.057.

Além do RN, apenas Tocantins (- 66,1%) e Piauí (- 35,3%) também reduziram o saldo no mesmo período.

Implantada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.417/2017), a vaga intermitente é uma modalidade de prestação de serviços não contínua, em que ocorre alternância de períodos determinados em horas, dias ou meses de acordo com a demanda do empregador.

O empregado tem a carteira assinada e é remunerado conforme o período trabalhado. Bares e restaurantes são exemplos de estabelecimentos que adotam essa modalidade.

Vagas gerais também caem

O RN também registrou queda nas vagas formais: – 37% no saldo de empregos.

Em 2018, a criação de vagas teve um saldo positivo de 5.934 empregos. Em 2019, as admissões superaram as demissões em 3.741 vagas.

Na região Nordeste, apenas Piauí (-66,4%) e Ceará (-56%) também apresentaram redução no saldo geral de empregos formais em 2019.

Para esta análise, a Síntese dos Indicadores Sociais (SIS) utilizou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo Federal.

Síntese de Indicadores Sociais

A Síntese de Indicadores Sociais 2020 reúne análises sobre qualidade de vida e os níveis de bem-estar das pessoas, famílias e grupos populacionais, a efetivação de direitos humanos e sociais, bem como o acesso a diferentes serviços, bens e oportunidades, por meio de indicadores que visam abranger a heterogeneidade da sociedade brasileira sob a perspectiva das desigualdades sociais.

A principal fonte de informação para a construção dos indicadores foi a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua de 2012 a 2019.

Fonte: G1 RN

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NÚMEROS ATUALIZADOS DA COVID-19 NO RN

Por G1 RN

 

Evolução dos casos confirmados e mortes por coronavírus no RN
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde através de comunicados e boletins epidemiológicos

O Rio Grande do Norte chegou à marca de 45.184 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia. Além disso, o estado soma 1.636 morte por Covid-19 durante este período. Os dados foram atualizados no boletim da doença da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) nesta quarta-feira (22).

O aumento nas últimas 24 horas foi de 917 novos casos confirmados e de 15 novos óbitos registrados. No boletim de terça-feira (21), o estado tinha 44.267 casos confirmados e 1.621 óbitos.

De acordo com o relatório desta quarta, o Rio Grande do Norte ainda 57.202 casos suspeitos e 69.857 descartados. Ao todo, 200 mortes estão sob investigação.

O número de recuperados da doença também subiu para 17.457 – 1.235 a mais que os 16.222 divulgados no boletim anterior.

Am relação às internações, 496 pessoas seguem internadas com Covid-19 no RN, sendo 340 na rede pública e 156 na rede privada. Em relação aos leitos críticos (semi intensivo e UTIs), a taxa de ocupação na rede pública é de 86,05% e na rede privada de 49%.

De acordo com o boletim, o RN já realizou 122.585 testes do novo coronavírus, sendo 53.984 RT-PCR e 68.601 testes sorológicos.

Números do coronavírus no RN

  • 45.184 casos confirmados
  • 1.636 mortes
  • 17.457 confirmados recuperados
  • 57.202 casos suspeitos
  • 69.857 casos descartados
Fonte: G1 RN
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