APÓS FRACASSO DO PRIMEIRO-MINISTRO DE ISRAEL O PRESIDENTE ENCARREGOU OPOSITOU DE FORMAR UM GOVERNO

Presidente de Israel dá a opositor a tarefa de tentar formar governo

Após Netanyahu perder o prazo para formar uma coalizão com maioria no Knesset, Yair Lapid ganha chance

INTERNACIONAL

 Da AFP

O centrista Lapid buscará consenso para formar o próximo governo de Israel

OREN BEN HAKOON / AFP – 5.5.2021

O presidente israelense, Reuven Rivlin, encarregou nesta quarta-feira (5) o chefe da oposição, Yair Lapid, de formar um governo, após o fracasso do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em fechar uma coalizão com maioria no Knesset, o Parlamento de Israel.

“Falei com Yair Lapid e disse a ele que estou dando a ele o mandato para formar um governo”, anunciou Rivlin durante um discurso oficial na sede da Presidência em Jerusalém.

O prazo concedido a Netanyahu após as eleições de 23 de março expirou à meia-noite sem que ele conseguisse formar uma maioria de 61 deputados de 120 no Knesset com vistas a uma coalizão governamental.

Após esse fracasso, que ainda não significa a saída do primeiro-ministro mais longevo da história de Israel, Rivlin teve três dias para decidir o próximo passo para tirar o país de dois anos de crise política.

Reuven Rivlin recebeu Lapid esta manhã, assim como o líder da formação de extrema direita Yamina, Naftali Bennett. Ambos pediram-lhe mandato para formar o próximo governo.

Paralelamente, o chefe de Estado israelense pediu aos partidos que lhe apresentassem possíveis candidatos ao cargo.

“Ficou claro pelas recomendações recebidas que Lapid tem uma chance melhor de formar um governo”, declarou o presidente israelense.

Lapid, cuja formação Yesh Atid (“Há um futuro”) ficou em segundo lugar com 17 deputados nas eleições legislativas, busca formar um governo de união nacional para tirar Netanyahu do poder, julgado por corrupção e peculato. Israel já passou por quatro eleições em menos de dois anos por conta de diferentes impasses na formação de uma coalizão.

“Chegou o momento para um novo governo, É uma oportunidade histórica para quebras as barreiras que dividem a sociedade israelense, para unir os religiosos e os laicos, a esquerda, a direita e o centro”, disse o centrista Lapid esta semana.

“Mais chances”

O presidente de Israel recebeu na quarta de manhã, em duas reuniões separadas, Lapid e o líder do partido de extrema-direita Yamina, Naftali Bennett. Ambos pediram a ele a permissão de formar o próximo governo do país.

Paralelamente, o chefe de Estado israelense pediu aos partidos que apresentassem eventuais candidatos ao cargo de primeiro-ministro.

“De todas as recomendações que recebi, fica muito claro que é Lapid quem teria mais chances de formar um governo”, declarou Rivlin.

Naftali Bennett, cujo partido elegeu 7 deputados na última eleição, se coloca entre o “bloco de direita”, que Netanyahu tentou unir sem sucesso, e o “bloco da mudança”, que Lapid tenta consolidar.

No Knesset, 65 dos 120 deputados são membros de partidos abertamente de direita. Mas dois deles, o Yamina e o “Nova Esperança”, comandado por Gideon Saar, se negaram a fazer parte da coalizão de Netanyahu.

Lapid e Bennett também poderiam tentar formar o governo juntos. De acordo com uma pesquisa feita pela emissora israelense 13, divulgada nesta quarta, 43% das pessoas apoiariam uma coalizão Lapid-Bennet.

No entanto, em um cenário político hiperfragmentado, os partidos de Lapid e Bennett não deveriam se unir apenas à esquerda, ao centro e à direita decepcionada com Netanyahu, mas possivelmente também a um partido árabe.

Pela primeira vez em sua carreira política, o líder do Yamina se reuniu com Mansur Abas, líder de um pequeno partido árabe e islamista que poderia ser a peça que falta para chegar ao número mágico de 61 deputados.

Se a oposição conseguir formar um governo de unidade, seria o ponto final de uma página importante da história de Israel, com a saída de Netanyahu, que está no poder nos últimos 12 anos.

Caso contrário, os isralenses podem se ver obrigados a votar pela quinta vez em dois anos. Segundo uma pesquisa publicada nesta quarta pelo Instituto Democrático de Israel, um centro de análise de Jerusalém, 70% dos entrevistados esperam que novas eleições sejam realizadas.

Fonte: R7
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A MINISTRA DO STF CÁRMEN LÚCIA FOI A SORTEADA RELATORA DA NOTÍCIA- CRIME APRESENTADA NA CORTE CONTRA O MINISTRO DO MEIO AMBIENTE

Cármen Lúcia é sorteada relatora de ação da PF contra Salles

O então chefe da PF no Amazonas Alexandre Saraiva solicitou nesta quarta-feira (14) que o Supremo investigue Salles

Gabriela Coelho, da CNN, em Brasília

 Atualizado 16 de abril de 2021 às 18:13

Cármen Lúcia é sorteada relatora de ação da PF contra Ricardo Salles

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, foi sorteada relatora da notícia-crime apresentada na Corte contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

O então chefe da PF no Amazonas Alexandre Saraiva solicitou nesta quarta-feira (14) que o Supremo investigue Salles. A notícia-crime enviada ao STF é assinada pelo próprio Saraiva.

Nela, a PF pede que haja apuração contra Salles por obstrução de investigação criminal. Ele aponta que o ministro atuou para auxiliar alvos de uma operação de extração ilegal de madeira.

Na quinta-feira (15), após o pedido de investigação, o novo diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino, decidiu tirar o comando da superintendência do Amazonas das mãos de Alexandre Saraiva. O novo superintendente da PF na região será Leandro Almada da Costa.

Ação contra madeireiros

A Polícia Federal no Amazonas enviou ao Supremo, na última quarta-feira (14), notícia-crime contra Salles e o senador Telmário Mota (PROS-RR).

No documento, Alexandre Saraiva afirma que 200 mil metros cúbicos de madeira extraídas ilegalmente no valor de R$ 130 milhões foram apreendidos pela instituição. Segundo ele, tanto Salles quanto o senador teriam feito declarações contrárias à operação e defendido a legalidade do material e da ação dos madeireiros.

Para Saraiva, “os dois usaram o argumento de que as terras de onde foi retirada a madeira está autorizada para extração”. No entanto, de acordo com as investigações, as terras são de grilagem.

Quanto ao senador Telmário Mota, a PF diz que ele teria “citado em redes sociais acusações diretas ao delegado Alexandre Saraiva, o que seria uma vingança contra a operação da PF”, segundo o texto da notícia-crime.

Ainda segundo a PF,  Salles e Telmário “tinham uma parceria com o setor madeireiro, com intuito de atrapalhar as investigações de crimes ambientais” – Salles teria se reunido com madeireiros para tratar do assunto e realizar postagens  defendendo uma solução para o caso.

Notícia-crime é um recurso utilizado para chamar atenção das autoridades quanto ao ilícito.

À CNN, o ministério afirmou que “a resposta será dada em juízo”. Já Telmário afirmou estar “convicto que a notícia-crime será arquivada de plano pelo MPF”.

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EM MAIO GOVERNO DO RN VAI PAGAR MAIS UMA PARCELA DOS ATRASADOS, AFIRMA SECRETÁRIO

Secretário diz que governo vai pagar mais uma parcela dos atrasados em maio

07 abr 2021

Blog do Miquéas Capuxú: SECRETÁRIO DIZ QUE GOVERNO DO RN VAI PAGAR MAIS UMA PARCELA DOS ATRASADOS EM MAIO

Secretário chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves afirmou que o Governo do Estado deve dar continuidade ao pagamento dos salários atrasados de 2018 no próximo mês de maio.

Em entrevista à Rádio Rural de Mossoró nesta segunda-feira, ao ser questionado sobre o assunto, ele respondeu: “Em janeiro, demos início ao pagamento do 13º de 2018. Vamos pagar uma segunda parcela em maio. De quanto é e qual a forma de pagamento, ainda não estão definidos”.

Raimundo Alves disse que o governo vai ter uma reunião com o Fórum dos Servidores, que é o grupo de sindicatos, na segunda quinzena de abril, para discutir esse pagamento.

“Vamos definir junto com os servidores qual será o formato de pagamento e os valores que a gente vai poder disponibilizar. Nós tínhamos uma expectativa [dos valores de pagamento], mas veio essa segunda onda da pandemia, que fez a arrecadação cair e os custos aumentarem, mas vamos cumprir com a promessa de pagar mais uma etapa [do 13º de 2018] neste mês de maio”, acrescentou.

A atual gestão assumiu o governo com quatro folhas salariais atrasadas, das quais duas foram quitadas: o restante de novembro de 2017 e o 13º do mesmo ano. Eram as duas menores folhas.Em janeiro deste ano, iniciou o pagamento do 13º de 2018, com o repasse para quem recebe até R$ 3,5 mil. A expectativa agora é de que haja o anúncio do restante do 13º de 2018. Já a folha de dezembro de 2018, deve ser paga somente em 2022.

Fonte: Política em Foco

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CHEFE DO EXECUTIVO POTIGUAR E DEMAIS GOVERNADORES SE REUNIRÃO COM MINISTRO DA SAÚDE EDUARDO PAZUELLO

Fátima Bezerra e demais governadores se reunirão com Pazuello amanhã

16 fev 2021

Resultado de imagem para Fátima Bezerra e demais governadores se reunirão com Pazuello amanhãConfirmada para amanhã a reunião dos governadores, inclusive da chefe do Executivo potiguar, com o ministro da Saúde Eduardo Pazzuello.

Segundo o governador do Piauí, Wellington Dias, o fórum de governadores aguarda os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e do Senado (Pacheco), Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para que os dois auxiliem no diálogo com Bolsonaro para que a MP que acelera a aprovação de vacinas para uso emergencial seja aprovada. Segundo o governador do Piauí, o fórum de governadores aguarda os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e do Senado (Pacheco), Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para que os dois auxiliem no diálogo com Bolsonaro para que a MP que acelera a aprovação de vacinas para uso emergencial seja aprovada.

“Apesar de Lira já ter se configurado a favor da medida, o da Anvisa, Antônio Barra Torres, solicitou que Bolsonaro faça vetos no texto original, pois considera o prazo de 5 dias um risco grave para o país”, anunciou ele. Apesar de Lira já ter se configurado a favor da medida, o da Anvisa, Antônio Barra Torres, solicitou que Bolsonaro faça vetos no texto original, pois considera o prazo de 5 dias um risco grave para o país.

Fonte: Política em Foco
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APÓS ALEGAÇÕES DE QUE HAVIA RECEBIDO A VACINA ANTES DOS GRUPOS PRIORITÁRIOS, CHEFE DO ESTADO -MAIOR DA ESPANHA RENUNCIA AO CARGO

Chefe do Estado-Maior espanhol renuncia após acusação de furar fila da vacina

Da Reuters

 Atualizado 23 de janeiro de 2021 às 18:23

O chefe do Estado-maior da Espanha, Miguel Angel VillaroyaO chefe do Estado-maior da Espanha, Miguel Angel Villaroya

O chefe do Estado-maior da Espanha renunciou ao cargo neste sábado (23), após as alegações de que havia recebido a vacina contra Covid-19 antes dos grupos prioritários.

A ministra da Defesa, Margarita Robles, pediu explicações ao general Miguel Angel Villaroya, chefe do Estado-Maior de Defesa do país, depois dos relatos da mídia na última sexta-feira (22) sobre a sua vacinação.

Em um comunicado sobre a demissão do general, o Ministério da Defesa indicou, mas não afirmou explicitamente, que Villaroya havia sido vacinado. “O general nunca pretendeu tirar proveito de privilégios injustificáveis que manchariam a imagem das Forças Armadas e colocariam em dúvida a sua honra”, disse.

Ainda de acordo com o órgão, “Villaroya tomou decisões que considerou corretas, mas que prejudicaram a imagem pública das Forças Armadas”.

No início da pandemia, o general comentou na mídia o papel dos militares em ajudar na limpeza dos asilos e no cuidado com os idosos residentes.

Os espanhóis reagiram com indignação à notícia. Outros líderes militares também foram acusados de se vacinarem antes do indicado pelo plano de vacinação do país.

“General Villarroya e outros colegas, meu companheiro tem 67 anos, tem Alzheimer e é cego. Estamos esperando a vacina. Um balconista e uma ex-enfermeira e nós estamos no primeiro grupo. Você é mais importante?” tweetou um usuário com o nome de @ Marcosendra1.

As taxas de infecção em todo o país aumentou desde o final de dezembro. Foram 42.885 novos casos adicionados à contagem na sexta-feira, elevando o número a um total de 2.499.560 casos. Mais 400 novas mortes foram notificadas, contabilizando um total de 55.441 vítimas do vírus.

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POLÍTICA: DEVIDO A SAÍDA DA FORD DO BRASIL, MAIA FAZ DURAS CRÍTICAS A BOLSONARO E É DESMENTIDO PELO CHEFE DA SECOM

Maia “mente” sobre a saída da Ford do Brasil e é desmascarado por chefe da Secom

FotomontagemFotomontagem

Parece que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não aceitou muito bem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir a sua reeleição à presidência da casa. A poucos dias de “entregar” o lugar. possivelmente para o favorito do pleito, Arthur Lira (PP-AL), o deemista tem feito duras e inacreditáveis críticas ao Governo Bolsonaro.

A mais recente “tacada” de “Botafogo” veio após o anúncio do fechamento de fábricas da Ford no Brasil. No Twitter, Maia comentou a determinação da empresa americana e disse que era o reflexo da “falta de credibilidade” do governo em segurança jurídica e sistema tributário.

Em resposta, o chefe da Secretaria Especial de Comunicação (Secom), Fábio Wajngarten, disse que Maia busca holofotes e que a deliberação da marca não tem relação com a situação atual do país.

“O fechamento da Ford é uma demonstração da falta de credibilidade do governo brasileiro, de regras claras, de segurança jurídica e de um sistema tributário racional. O sistema que temos se tornou um manicômio nos últimos anos, que tem impacto direto na produtividade das empresas”, alegou Maia.

E continuou:

“Espero que essa decisão da Ford alerte o Governo e o parlamento para que possamos avançar na modernização do Estado e na garantia da segurança jurídica para o capital privado no Brasil”.

Fábio Wajngarten não deixou “passar em branco” a publicação de Maia e acusou o atual presidente da Câmara de mentir sobre o assunto.

“A verdade dos fatos: a Ford mundial fechou fábricas no mundo porque vai focar sua produção em SUVs e picapes, mais rentáveis. Não tem nada a ver com a situação política, econômica e jurídica do Brasil. Quem falar o contrário mente e quer holofotes”, disparou o secretário de comunicação, também no Twitter

A decisão de encerrar a produção de veículos de passeio é global e foi tomada há dois anos. A Ford concluiu que reina absoluta na venda entre as picapes e utilitários. A “F-Series” é um fenômeno comercial e há vários anos emplaca a menor caminhonete da linha, a F-150, como o veículo mais vendido dos Estados Unidos. Porém, com os veículos leves, não acontece o mesmo. Além de não serem os modelos preferidos nas Terras do Tio Sam, vêm sofrendo fortíssima concorrência das montadoras europeias e asiáticas.

Assim, a matemática da montadora tem sido clara: ao invés de investir milhões de Euros no desenvolvimento de carros elétricos, como faz as concorrentes, a empresa resolveu apostar todo o seu conhecimento em caminhonetes, SUVs e o lendário Mustang.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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A CHEFE DO FMI PEDIU A IMPLEMENTAÇÃO IMEDIATA DE UMA NOVA ESTRUTURA DO G20 PARA AJUDAR OS PAÍSES MAIS POBRES DO MUNDO

Por covid, FMI pede expansão do alívio de dívida para outros países

Em reunião do G20, Georgieva disse que é fundamental operacionalizar esta estrutura de maneira rápida e eficaz

ECONOMIA

por Reuters

Georgieva falou em reunião do G20

A chefe do FMI (Fundo Monetário Internacional), Kristalina Georgieva, pediu neste domingo (22) a implementação imediata e efetiva de uma nova estrutura do G20 criada para ajudar os países mais pobres do mundo a obter alívio permanente de dívida, mas disse que outros países também precisam de ajuda.

“É fundamental operacionalizar esta estrutura de maneira rápida e eficaz”, disse a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, em um comunicado após se dirigir aos líderes do grupo das 20 maiores economias.

“Daqui para frente, devemos também ajudar os países não cobertos por essa estrutura a endereçar vulnerabilidades de suas dívidas para que suas economias possam se tornar mais resilientes.”

Bolsonaro no G20: ‘O que apresento aqui são fatos, e não narrativas’

A estrutura de tratamento para dívida endossada pelos líderes do G20 neste domingo se aplica a 73 países que são elegíveis para um congelamento temporário nos pagamentos oficiais de suas dívidas.

Fonte: R7
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JOE BIDEN ESCOLHEU RON KLAIN, UM VETERANO DO PARTIDO DEMOCRATA, PARA SER SEU CHEFE DE GABINETE

 

Ron Klain: quem é o chefe de gabinete escolhido por Joe Biden para tentar ‘curar’ a polarização nos EUA

Veterano do Partido Democrata, o assessor está na política desde os anos 1980, quando começou a trabalhar com o presidente eleito quando ele ainda estava no Senado

INTERNACIONAL

por BBC NEWS BRASIL

Ron Klain (esq.) já trabalhou com diversos candidatos democratas à Presidência em debates eleitorais

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, escolheu um veterano do Partido Democrata para ser seu chefe de gabinete na Casa Branca.

Ron Klain trabalha próximo ao democrata desde os anos 1980, primeiro no Senado e, depois, quando Biden se tornou vice-presidente.

Também foi assessor sênior da Casa Branca no governo de Barack Obama e chefe de gabinete do vice-presidente Al Gore.

Conhecedor dos meandros de Washington, ele chegou a ser interpretado pelo ator Kevin Spacey no filme Recontagem (2008), sobre as eleições presidenciais do ano 2000.

O cargo de chefe de gabinete é mais próximo do de Ministro da Casa Civil no Brasil. Seu titular administra a agenda do presidente e é considerado uma espécie de conselheiro. É um indicado e não precisa de confirmação pelo Senado.

Biden ressaltou os atributos de Klain em um comunicado divulgado na quarta-feira (11/11) pela equipe de transição.

“A experiência rica e profunda e a capacidade de trabalhar com pessoas de todo o espectro político são exatamente o que eu preciso de um chefe de gabinete em um momento como este, em que atravessamos um momento de crise e precisamos reunificar nosso país”, declarou o presidente eleito.

No mesmo comunicado, Klain disse estar lisonjeado pela confiança depositada nele por Biden.

“Espero poder ajudá-lo e à vice-presidente eleita a reunir um time talentoso e diversificado para trabalhar na Casa Branca, enquanto nos dedicamos a uma agenda ambiciosa de mudança, que busca curar as divisões em nosso país.”

Operador do Partido Democrata

Klain foi consultor-chefe do Comitê Judiciário do Senado entre 1989 e 1992, quando o órgão era chefiado por Biden. Também foi conselheiro das campanhas malsucedidas de Biden para a Casa Branca em 1988 e 2008.

Na sequência, entre 2009 e 2011, foi chefe de gabinete de Biden, em seus primeiros anos como vice de Obama.

Alguns anos depois, em 2014, atuou como “czar do ebola” de Obama durante os episódios de surto da doença.

Como operador do Partido Democrata, ele também se envolveu na campanha presidencial de Bill Clinton e foi conselheiro de John Kerry em 2004, quando este se candidatou à Presidência.

Treinou Bill Clinton, Al Gore, John Kerry, Barack Obama, Hillary Clinton e Biden para seus respectivos debates eleitorais.

Foi como chefe de gabinete de Al Gore que protagonizou uma disputa polêmica à Casa Branca com George W. Bush no ano 2000 e foi parar no cinema, em Recontagem.

Naquele ano, quem decidiu as eleições foi o Estado da Flórida, depois de uma polêmica recontagem de votos que deu vitória ao candidato republicano.

Klain até hoje fala sobre o episódio. “As pessoas vivem me dizendo que eu deveria esquecer as eleições de 2000 e a recontagem de votos. Não esqueci e acho que nunca vou esquecer”, disse um post publicado em sua conta no Twitter ano passado.

Depois da passagem pela campanha de Gore, ele trabalhou como lobista em Washington para uma grande empresa de hipotecas e uma farmacêutica que estavam sendo investigadas pelo Congresso.

Bagagem política

Ele e Biden chegaram a se afastar cinco anos atrás, quando Klain mergulhou na campanha de Hillary Clinton. Biden, então vice-presidente, ainda tinha ambição de ser a indicação do partido para as eleições de 2016.

“É difícil pra mim ter contribuído para o declínio de Biden”, escreveu em um e-mail ao chefe de campanha de Hillary, John Podesta, em outubro de 2015.

“Estou morto para eles, mas feliz por estar no time da HRC”, acrescentou, usando as iniciais de Hillary.

A mensagem foi divulgada pelo site Wikileaks após ser hackeada. Desde então, vinha trabalhando para reconquistar a confiança de Biden.

Durante a campanha desde ano, Donald Trump mencionou o nome do democrata algumas vezes em seus ataques contra Biden, relembrando comentários críticos feitos por ele sobre a forma como o governo lidou com a pandemia de H1N1 entre 2014 e 2015, quando Obama era presidente.

Cerca de 12,5 mil americanos morreram por causa da doença, que é bem menos letal do que a covid-19.

“Fizemos tudo errado. 60 milhões de americanos que contraíram H1N1 naquela época”, disse ele em um painel em 2019. “Foi puro acaso isso não ter virado um dos piores desastres da histórica americana.”

Trump usou as afirmações de Klain na tentativa de questionar as promessas de Biden de que traria competência e experiência para o combate à pandemia de covid-19.

Fonte: R7

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JUSTIÇA: CHEFE DE JUSTIÇA DOS EUA AUTORIZOU INVESTIGAÇÃO DE SUPOSTAS IRREGULARIDADES NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Chefe do Departamento de Justiça dos Estados Unidos autoriza investigação sobre fraudes em todo o país

William BarrWilliam Barr

Definitivamente não há presidente eleito nos Estados Unidos e tudo pode mudar, caso as fraudes, denunciadas pelo presidente Donald Trump, sejam efetivamente comprovadas.

E um passo importante foi dado nesse sentido…

O procurador-geral William Barr, chefe do Departamento de Justiça americano, autorizou que procuradores federais investiguem “alegações substanciais” de irregularidades na votação antes que a eleição presidencial de 2020 seja certificada.

Barr anotou que as investigações “podem ser conduzidas se houver alegações claras e aparentemente críveis de irregularidades que, se verdadeiras, poderiam impactar o resultado de uma eleição federal em um estado individual”.

Os estados têm até 8 de dezembro para resolver as disputas eleitorais, incluindo recontagens e disputas judiciais sobre os resultados.

Os membros do Colégio Eleitoral se reúnem em 14 de dezembro para finalizar o resultado.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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FAXINEIRA QUE GANHOU A ELEIÇÃO SÓ ENTROU NA CAMPANHA À PEDIDO DO CHEFE QUE QUERIA SER REELEITO

 

Como aliado de Putin perdeu uma eleição para a faxineira do próprio gabinete

Eleita com 62% dos votos, Marina Udgodskaya só se tornou candidata porque seu chefe queria ser reeleito e pediu que ela entrasse como sua rival

INTERNACIONAL

por 

BBC NEWS BRASIL

 

Marina Udgodskaya só entrou como candidata nas eleições para atender a um pedido do chefe, que queria ser reeleito

BBC

Nos últimos quatro anos, Marina Udgodskaya faxinou o prédio da administração local em Povalikhino, vilarejo rural na Rússia.

Agora, a faxineira de 35 anos está aposentando a vassoura para assumir a cadeira do chefe, depois de vencer uma eleição no início deste mês em que só havia entrado para permitir que ele fosse reeleito.

Quando ninguém no vilarejo (a 530 km de Moscou) se inscreveu para desafiar Nikolai Loktev, que é do partido pró-Kremlin Rússia Unida, ele persuadiu Udgodskaya a se registrar como sua “rival”. Assim, ele garantiria o requisito mínimo de dois candidatos nas eleições.

O tiro saiu pela culatra quando a faxineira o venceu de lavada.

“Eu pedi a ela, e ela concordou. Se tivesse tido outra opção para candidato, não teria pedido”, justifica Loktev. “As pessoas apoiaram ela. Muito bom para ela. Não vejo nada de incomum em sua vitória. Estou grato a ela por ter aceitado.”

‘Ela ficou pasma’

“Nikolai Loktev achou que ninguém votaria nela e que ele permaneceria no cargo. Mas as pessoas se cansaram e escolheram Marina Udgodskaya”, disse uma integrante da comissão eleitoral local à BBC.

“Ele ficou surpreso e ela ficou pasma!”, disse a mulher, que não quis ser identificada, rindo na linha telefônica.

Ela diz que ouviu pessoalmente Loktev pedir à faxineira que concorresse com ele.

Udgodskaya foi inundada com telefonemas depois que sua vitória surpreendente chegou às manchetes nacionais.

‘Não fiz nada’

Desde então, ela parou de atender o telefone e está se mantendo discreta antes de sua posse no final desta semana.

Em uma das primeiras entrevistas ela pareceu surpresa com sua vitória, descrevendo-se como uma candidata “falsa” que “não estava pronta”.

“Se as pessoas me elegeram, vou trabalhar para elas”, afirmou.

“Não achei que as pessoas realmente fossem votar em mim”, disse ela ao canal de notícias Podyom, do Telegram. “Eu não fiz nada!”

Mesmo assim, ela conquistou quase 62% dos votos. Seu chefe conseguiu apenas 34%.

Nenhum dos candidatos fez campanha ativamente antes da eleição: nenhum cartaz, nenhum folheto, nenhuma reunião com eleitores. Os locais argumentam que não é necessário, já que todo mundo conhece todo mundo.

Povalikhino, uma vila de prédios de madeira pintados em cores vivas, é a maior das 30 vilas que estão sob a égide da administração que Udgodskaya vai comandar agora. A vila possui apenas 242 habitantes.

“Fiz tudo o que era necessário no trabalho; não há problemas na aldeia”, disse Loktev à BBC em um de seus últimos dias no cargo.

“É evidente que as pessoas queriam mudança”, concluiu o ex-policial de 58 anos.

‘Ela vai aguentar’

Alguns sugeriram que o resultado foi um protesto contra o partido Rússia Unida, ao qual Loktev pertence e que vem caindo nas pesquisas em todo o país. Em Kostroma, divisão federal onde fica Povalikhino, o partido obteve apenas 32% dos votos para o Parlamento regional.

Em outros lugares, a estratégia de voto inteligente promovida pelo político da oposição Alexei Navalny – de apoiar o candidato com maior probabilidade de derrotar o Rússia Unida, trouxe alguns rostos novos para a política.

Mas em Povalikhino, uma lojista da vila insiste que o resultado foi pessoal: Loktev simplesmente parou de demonstrar qualquer interesse em suas responsabilidades.

“Se pudéssemos ter votado contra tudo, teríamos votado, mas tínhamos a opção de votar na Marina, então o fizemos”, explicou Irina.

Getty Images

“Acho que ela vai aguentar. A aldeia inteira vai ajudar. Embora, é claro, sua educação precise de um incentivo.”

Goste ou não, Udgodskaya está presa a seu novo emprego. Se ela recusar o cargo, o Partido dos Pensionistas, que a apoia, diz que ela terá que pagar para que toda a eleição seja disputada novamente.

O partido prefere pintar sua candidata como uma figura de uma “Cinderela” do que a de uma vencedora acidental.

“Ela trabalhava na administração como faxineira e viu como tudo era feito e, é claro, em seu coração, teve a ideia de participar”, diz o porta-voz Valery Gromov, ignorando sua falta de experiência.

“Svetlana Tikhanovskaya era dona de casa e também não sabia de nada! Agora ela está no auge de sua popularidade”, argumenta ele, referindo-se à líder da oposição em Belarus.

Até que ela assuma seu novo papel, Marina Udgodskaya continuará com seu trabalho de limpeza enquanto o homem que ela derrotou empacota seus pertences.

“Não estou chateado”, insistiu Nikolai Loktev. “As pessoas votaram nela, então deixe-a fazer seu trabalho.”

Em seguida, acrescentou: “Não acho que haja nada de ruim em ela ser a responsável pelo lugar que costumava limpar. Isso significa que ela sabe o que fazer”.

Fonte: R7

 

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VEREADOR FERNANDO LUCENA (PT), FEZ DURAS CRÍTICAS E ACUSAÇÕES AO SECRETÁRIO DE SAÚDE, A GOVERNADORA FÁTIMA E A PRÓPRIO PARTIDO

VÍDEO: Lucena chama secretário Cipriano de “vagabundo”, “chefe da picaretagem” e diz que Governo Fátima quer contratar OSCIP “criminosa”

 POLÊMICAPOLÍTICA

 

Na Sessão da última quinta-feira (1º) na Câmara Municipal de Natal, o vereador Fernando Lucena (PT) fez duras críticas e acusações e não poupou ninguém. Sobrou para o secretário de Saúde Cipriano Maia, a governadora Fátima Bezerra e o próprio partido.

“O Cripriano ‘treme-treme’, aquele vagabundo, secretário que eu não tinha um posto de saúde pra dar para aquele vagabundo está contratando uma OSCIP” (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), diz o vereador. E continua, “Eu estou denunciando isso aqui para depois ninguém dizer que Lucena do PT está encobrindo safadeza”, afirmou e não parou por aí, mas adiante ele diz: “Eu Tô denunciando aqui é a picaretagem! Quem é o chefe da picaretagem? Cipriano Maia”.

“Onde essa gente [OSCIP] passou não tem nada sério”, exclamou o vereador. “Tem picaretagem e eu vou denunciar ao Ministério Público Federal, Estadual, todos os órgãos de fiscalização”, completou.

Lucena afirmou também acreditar na inocência do ex-presidente Lula: “Se eu soubesse que o Lula era ladrão, o que eu não acredito, eu estava dizendo a mesma coisa com ele, mas como até agora não me provaram nada”, disse.

As palavras dirigidas à governadora Fátima Bezerra foram as seguintes: “A fumacinha da corrupção começa a sair. Sra. Fátima Bezerra, zele pelo seu passado e mande apurar. Eu vou pedir apuração, a senhora goste ou não”, falou Lucena. “Se mantiverem o contrato com essa OSCIP, a picaretagem chegou no Estado”.

Ele finaliza: “Eu sou do PT mas não sou da safadeza, não”.

Fonte: Blog do BG

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POLÍTICA: PROTESTOS CONTRA GOVERNO DE BELARUS SÃO FINANCIADOS PELOS EUA, DIZ RÚSSIA

Rússia diz que EUA financiam protestos contra governo de Belarus

Chefe da inteligência russa afirma que norte-americanos enviaram cerca de US$ 20 milhões a ONGs antigoverno do país

INTERNACIONAL

Do R7

 

Eleições tiveram suspeita de fraude em Belarus

O chefe do Serviço de Inteligência Estrangeiro da Rússia (SVR, na sigla em russo), Sergey Narishkin, acusou nesta quarta-feira (16) os Estados Unidos de patrocinarem com dezenas de milhões de dólares os protestos contra o governo de Belarus.

“Embora no plano público Washington tente se manter nas sombras, após o início dos protestos de rua em massa, os americanos aumentaram várias vezes o financiamento das forças anti-governamentais de Belarus”, disse Narishkin, em comunicado divulgado por agências de notícias russas.

Narishkin estimou esse financiamento em “várias dezenas de milhões de dólares” e lembrou que “o Ocidente começou a preparar os protestos muito antes das eleições em Belarus”.

“Só entre 2019 e o início de 2020, eles enviaram cerca de US$ 20 milhões por meio de ONGs a organizações antigovernamentais”, disse ele.

Em sua opinião, os EUA tentaram organizar uma “nova revolução das cores” e um “golpe inconstitucional”, mas que seus objetivos nada têm em comum com os interesses de Belarus.

“De acordo com os dados do SVR, os Estados Unidos desempenham um papel fundamental nos eventos atuais em Belarus”, afirmou.

Narishkin assegurou que Washington patrocinou a líder da oposição que está exilada, Svetlana Tijanovskaya, e outros opositores que ele apresenta como “líderes populares” e futuros líderes de um “Belarus democrática”.

Com o apoio da União Europeia (UE), os EUA pedem que seja exercida uma pressão sobre Minsk para que obrigue o presidente Aleksandr Lukashenko, a abrir um diálogo com o Conselho de Coordenação da oposição para a transferência de poder.

Lukashenko, que durante a campanha eleitoral acusou o Kremlin de tentar desestabilizar a situação na ex-república soviética, em meados de agosto acusou os Estados Unidos de estarem à frente dos protestos antigovernamentais e os membros da UE de jogarem seu jogo.

Na última segunda-feira, Aleksandr Lukashenko recebeu, durante encontro em Sochi, o apoio do presidente da Rússia, Vladimir Putin, que lhe prometeu US$ 1,5 bilhão em empréstimos e o incentivou a reformar a Constituição para sair da atual crise.

Fonte: R7 

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GENERAL DEFENDE LÍDERES MILITARES APÓS COMENTÁRIO DE TRUMP

Após comentários de Trump, general defende líderes militares

Chefe do Estado Maior do Exército, general James McConville, não fez um comentário direto, mas disse que os militares deveriam ficar fora da política

INTERNACIONAL

por Reuters – Internacional

Chefe do Estado Maior do Exército, general James McConville, defendeu militares

Um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusar as lideranças militares do país de buscarem guerras para manter os fabricantes de armas satisfeitos, o general mais graduado do Exército norte-americano disse na terça-feira (8) que os líderes das Forças Armadas só recomendam enviar tropas ao combate quando é do interesse da Segurança Nacional dos Estados Unidos ou em última instância.

Perguntado sobre as críticas de Trump sobre os líderes do Pentágono, o chefe do Estado Maior do Exército, general James McConville, se recusou a fazer um comentário direto, dizendo que os militares deveriam ficar fora da política, principalmente perto de uma eleição.

“Muitos destes líderes têm filhos e filhas que servem nas Forças Armadas, muitos destes líderes têm filhos e filhos que já estiveram em combate ou estão em combate agora”, disse McConville, que foi indicado por Trump ao cargo, durante um fórum online organizado pela Defense One, uma organização de imprensa focada nas Forças Militares dos EUA.

“Eu posso garantir ao povo americano que os principais líderes só recomendam enviar nossas tropas para o combate quando isso é requisitado pela Segurança Nacional, e como último recurso. Levamos muito, muito a sério como fazemos nossas recomendações”, disse McConville.

Trump cada vez mais tem enfrentado líderes do Pentágono por conta de uma série de questões após inicialmente oferecer cargos importantes para generais aposentados em seu governo.

Trump busca a reeleição no dia 3 de novembro e enfrentará o candidato democrata, Joe Biden.

Em uma entrevista coletiva na Casa Branca na segunda-feira, Trump criticou Biden, descrevendo-o como um defensor de “guerras sem fim” antes de voltar suas críticas aos líderes militares que ele mesmo indicou, dizendo que eles estão interessados em conflitos para satisfazer a indústria bélica militar.

Fonte: R7

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