ANÁLISE POLÍTICA: CAMPANHA PROIBIDA, POR ALEXANDRE GARCIA

Segunda-feira é dia de Alexandre Garcia aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA com seus comentários muito pertinentes sobre política nacional e hoje comenta a censura sobre o livre debate eleitoral. Então fique ligado e assista ao vídeo completo a seguir para se atualizar e entender o que está acontecendo no centro da política nacional.  

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ANÁLISE POLÍTICA: RECADOS TELEGRÁFICOS, POR ALEXANDRE GARCIA

Na nossa coluna ANÁLISE POLÍTICA desta segunda-feira, como sempre postamos a comentário elegante, polido e super inteligente do incrível Alexandre Garcia que fala sobre a censura que a Constituição proíbe no Telegram. Então não perca tempo, dê o play e se atualize. 

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ANÁLISE POLÍTICA: LOCK DOWN NÃO FUNCIONA, POR CAIO COPPOLLA

No Boletim Coppolla desta segunda-feira o nobre incrível bacharel em Direito, dublê de jornalista fala sobre o estudo científico da Universidade Johns Hopkins sobre a ineficácia do lock down. O estudo científico que foi censurado pelo “Consórcio de Imprensa” e por causa disso você não ficou sabendo. Então, se você quer ficar atualizado sobre o que realmente está acontecendo por ai assista ao vídeo completo a seguir. 

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DEPARTAMENTO DE ESTADO AMERICANO DIVULGOU QUE O PAÍS TEM 3.750 OGIVAS NUCLEARES

Após censura de Trump, EUA revelam ter 3.750 ogivas nucleares

Número foi divulgado em meio ao esforço de Joe Biden para retomar as negociações sobre o controle de armas com a Rússia

INTERNACIONAL

 por AFP

 Departamento de Estado americano divulgou que país tem 3.750 ogivas nuclearesDepartamento de Estado americano divulgou que país tem 3.750 ogivas nuclearesPIXABAY

O Departamento de Estado americano divulgou nesta terça-feira (5), pela primeira vez em quatro anos, o número de ogivas nucleares que o país armazena, depois que o ex-presidente Donald Trump censurou os dados.

Em 30 de setembro de 2020, o Exército dos Estados Unidos mantinha 3.750 ogivas nucleares ativas e inativas, 55 a menos que no ano anterior e 72 a menos que na mesma data de 2017. O número também é o mais baixo desde que o arsenal nuclear americano atingiu seu pico, no auge da Guerra Fria, em 1967, quando eram contabilizadas 31.255 ogivas.

O inventário foi divulgado em meio ao esforço do governo de Joe Biden para retomar as negociações sobre o controle de armas com a Rússia, depois que elas foram paralisadas por Trump. “Aumentar a transparência das reservas nucleares dos Estados é importante para os esforços de não proliferação e desarmamento”, assinalou o Departamento de Estado.

Trump também se retirou de outro acordo crucial, o Tratado Novo Começo, congelado no ano passado antes do seu vencimento, em 5 de fevereiro. O documento limita o número de ogivas nucleares mantidas por Washington e Moscou, e permitir que ele expirasse poderia ter provocado uma reversão da redução das ogivas por ambos os países.

Trump disse que queria um novo acordo, o qual incluísse a China, que possui apenas uma fração das ogivas de Estados Unidos e Rússia. Biden, que assumiu o cargo em 20 de janeiro, propôs de imediato uma extensão de cinco anos para o Novo Começo, com a qual o presidente russo, Vladimir Putin, concordou rapidamente.

Na semana passada, diplomatas russos e americanos tiveram conversas a portas fechadas em Genebra para começar a discussão de um tratado para suceder ao Novo Começo e o controle das armas convencionais.

Segundo um cálculo de janeiro de 2021 feito pelo Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo, que inclui ogivas aposentadas (não incluídas nas cifras do Departamento de Estado), os Estados Unidos possuíam 5.550 ogivas, em comparação com 6.255 da Rússia, 350 da China, 225 da Grã-Bretanha e 290 da França. Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte juntos tinham cerca de 460 ogivas nucleares, de acordo com o instituto.

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FAKE NEWS NÃO SÃO COMBATIDAS COM CENSURA, AFIRMA BOLSONARO AO COMENTAR MP

Ao comentar MP, Bolsonaro diz que não se combate fake news com censura

Medida provisória publicada na véspera do feriado de 7 de Setembro restringe o bloqueio de conteúdos publicados em redes sociais; cinco partidos entraram com ação no STF contra decisão

Marcos Corrêa

PR Rayssa Motta e Daniel Weterman,

do Estadão Conteúdo

 

Após requisição da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), o governo federal enviou esclarecimentos sobre a medida provisória (MP) editada pelo presidente Jair Bolsonaro para regular a remoção de conteúdo pelas redes sociais.

A MP foi publicada na véspera do feriado de 7 de Setembro, aniversário da Independência do Brasil, quando a base bolsonarista se mobilizou dentro e fora da internet.

Os documentos foram elaborados pela Advocacia Geral da União (AGU), que defende judicialmente os interesses do Planalto, e pela Secretaria-Geral da Presidência da República.

A ministra havia dado dois dias para que o governo se manifestasse em ações apresentadas por cinco partidos (PSB, Solidariedade, PSDB, PT e Novo) e pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

O governo rebate os pontos levantados pelos partidos e defende a permanência da MP. De acordo com o Planalto, a medida foi pensada para proteger a liberdade e o direito dos usuários, assim como para trazer segurança jurídica às relações entre internautas e provedores, ‘preservando a internet como instrumento de participação democrática’.

“Evitar que os provedores façam uma seleção dos conteúdos postados, afastando-se de qualquer possibilidade de censura e enaltecendo o Princípio da Liberdade de Expressão”, diz a AGU. “A livre iniciativa não afasta a regulação do Estado, que pode continuar exercendo suas atividades fiscalizadoras”, segue a pasta.

De acordo com o texto, as redes sociais só podem excluir postagens ou suspender contas nas hipóteses previstas no texto – perfis falsos, contas controladas por robôs, publicações que contenham nudez, incitem crimes e ‘atos contra a segurança pública, defesa nacional ou segurança do Estado’, promovam atos de ameaça ou violência, entre outros. O texto também proíbe o uso de critérios ‘de ordem política, ideológica, científica, artística ou religiosa’ para censurar materiais compartilhados nas redes.

Em seu parecer, a Secretaria-Geral da Presidência diz que as redes sociais devem garantir aos seus usuários o ‘direito de liberdade para emitirem suas opiniões e crenças’. “As empresas que controlam as grandes redes sociais não podem ter o poder absoluto para definir livremente o que os cidadãos podem ou não dizer no ambiente virtual, sob pena de excluir do debate público diferentes formas de pensar. Ademais, as big techs não podem impor à sociedade as linhas de pensamento que mais lhe interessam”, afirma a Secretaria.

Sobre a remoção de fake news, a pasta afirma que a MP não impede o combate de desinformação ou busca promover um ‘salvo-conduto para postagens indevidas’, mas exige uma análise ‘criteriosa’ e dentro das hipóteses previstas no texto.

“Por outro lado, não havendo justa causa, não se permite que a rede social, por imposição de padrões morais ou ideológicos próprios, decida de antemão e de modo unilateral o que deve ou não deve ser publicado. O combate às fake news deve se dar, principalmente, no campo da própria informação. Não se combate fake news com censura, seja ela prévia ou posterior, e sim com mais informação, sobretudo informação de qualidade”, diz a pasta.

Relatora das ações, Rosa Weber pediu informações ao presidente, à AGU e à Procuradoria-Geral da República antes de tomar uma decisão sobre a MP.

Senado avalia MP para decisão até início desta semana

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), deve decidir nesta próxima semana de trabalhos do Congresso o futuro da medida provisória. As manifestações de 7 de Setembro com a participação do presidente aumentaram a pressão contra a MP.

“Vai ser uma avaliação técnica, criteriosa. Há alguns apontamentos relativamente a ela quanto a eventuais inconstitucionalidades e, como se trata de algo muito sério, é preciso ter um aprofundamento técnico de embasamento jurídico para uma decisão correta da presidência do Congresso Nacional”, disse Pacheco.

Como presidente do Congresso, Pacheco pode devolver uma medida provisória se considerar que a norma é inconstitucional. Na prática, devolver a medida significa anular os efeitos da mudança assinada por Bolsonaro.

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RESUMO DA SEMANA: REGULAMENTAÇÃO DA IMPRENSA É CENSURA?

Neste domingo você vai ver, aqui na coluna RESUMO DA SEMANA a repercussão das declarações de ex-presidiário Lula da Silva sobre a regulamentação da imprensa, uma censura camuflada com o nome de “regulamentação”. Assista ao debate que rolou nos programas e canais de mídia ao longo da semana. 

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PARA PGR A PRISÃO DE ROBERTO JEFFERSON REPRESENTA CENSURA PRÉVIA DE LIBERDADE DE EXPRESSÃO

PGR diz que se manifestou contra prisão de Roberto Jefferson

Segundo Aras, a prisão “representaria uma censura prévia à liberdade de expressão, o que é vedado pela Constituição Federal”

Basília Rodrigues

Por Basília Rodrigues, CNN  

 Atualizado 13 de agosto de 2021 às 16:05

O procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifestou contra a prisão do presidente do PTB, Roberto Jefferson, por compreender que “representaria uma censura prévia à liberdade de expressão, o que é vedado pela Constituição Federal”. De acordo com fontes da PGR, ouvidas pela CNN, o parecer com opinião contrária à prisão foi encaminhado ontem à noite ao Supremo Tribunal Federal.

Na decisão de prender o ex-deputado, o ministro Alexandre de Moraes afirma, no entanto, que até a decretação da prisão não havia ocorrido qualquer manifestação da PGR. A ordem de prisão foi expedida ontem e cumprida nesta sexta-feira (13).

Moraes afirma que encaminhou o pedido de prisão à PGR na quinta-feira passada, 5 de agosto, e fixou 24 horas para Aras se manifestar. A posição do ministro, em fixar um prazo, causou indignação entre interlocutores do procurador.

Após críticas por não ter supostamente se manifestado, a procuradoria divulgou nota em que argumenta ter se manifestado em tempo oportuno. Enfatiza ser contrária à prisão, que não divulgará detalhes do parecer em respeito ao sigilo legal e observa ser medida cautelar que atinge pessoa sem prerrogativa de foro junto aos tribunais superiores.

Roberto Jefferson não possui mais mandato de deputado federal. Por isso, em tese, a PGR não poderá seguir com investigações sobre o caso, mas a primeira instância do Ministério Público.

Bolsonaro

Na mesma nota, a PGR ressalta que “não contribuirá para ampliar o clima de polarização que, atualmente, atinge o país, independentemente de onde partam e de quem gere os fatos ou narrativas que alimentam os conflitos”.

A instituição declara que segue dentro das leis, da Constituição e da jurisprudência do STF. Diretrizes que também serão adotadas no posicionamento da procuradoria no caso em que o presidente Jair Bolsonaro responde por espalhar mentiras sobre as urnas eletrônicas. “Haverá manifestação no tempo oportuno, no foro próprio e conforme a lei aplicável às eventuais condutas ilícitas sob apreciação do Ministério Público”.

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ANÁLISE POLÍTICA: FUI PRO PAU NO STF CONTRA A CENSURA, POR CAIO COPPOLLA

Neste sábado, aqui na coluna ANÁLISE POLÍTICA o Extraordinário Caio Coppolla, literalmente, VAI PRO PAU NO STF CONTRA A CENSURA bancada com dinheiro público pelo Presidente do Senado, sr. Rodrigo Pacheco. O jornalista acaba de impetrar um Mandado de Segurança no Supremo para garantir nosso direito constitucional de liberdade de expressão e de acesso à informação: ao bloquear suas redes sociais OFICIAIS pra evitar críticas e cobranças da opinião pública, o Senador Rodrigo Pacheco está discriminando e censurando o povo brasileiro. E então ele pede: Se você concorda que a “PRAÇA (VIRTUAL) É DO POVO” e que a Justiça deve obrigar o Senador Pacheco a superar sua COVARDIA POLÍTICA, que o ajude de duas formas: 👉🏼 COMPARTILHE ESTE VÍDEO (e, se possível, mande o link nos seus grupos de WhatsApp!); 👉🏼 MARQUE NOS COMENTÁRIOS uma pessoa querida que seja ESTUDANTE OU PROFISSIONAL DO DIREITO (advogados, promotores, juízes, defensores públicos, delegados…). Ele também quer saber a opinião deles sobre a tese jurídica que ele defende neste vídeo e que está embasada em votos recentes da Ministra Cármen Lúcia sobre atos de censura por autoridades públicas. Críticas são mais que bem-vindas! Portanto, se você, assim como eu, está indignado com esse abuso do presidente do congresso compartilhe com força essa postagem e ajude o Brasil a ser VERDADEIRAMENTE um país democrático!

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OPINIÃO: JÁ ESTAMOS VIVENDO UM ESTADO DE EXCEÇÃO, POR WAGNER BRAGA

Caro(a) leitor(a),

Quando foi a última vez que você viu ou ouviu falar alguém ou algum jornalista pudesse ir preso por causa das suas palavras? Particularmente eu só vi isso acontecer durante os governos militares. Lembro de Juca Chaves ter ido preso por ter dito a célebre frase: Sabe como se reconhece um ladrão? Médici dos pés a cabeça! Em pleno governo do General Emílio Garrastazu Médici, uma ditadura. Depois disso nunca mais ouvi falar em coisas desse tipo. Recentemente tivemos o episódio do Oswaldo Eustáquio, preso porque falou a verdade e depois apareceu paraplégico, numa cadeira de rodas, dentro da cadeia numa circunstância muito tenebrosa, ainda sem uma explicação plausível. Quando um jornalista, como Caio coppolla vem a público dizer que corre risco de ser censurado, investigado e preso, algo de muito estranho está acontecendo num país que se diz democrático. São tempos muito estranhos o que estamos vivendo e não pode continuar assim. Temos de fazer alguma coisa. Temos que pelo menos apoiar o Caio Coppolla nessa empreitada do Impeachment. Dar as mãos a ele e deixar bem claro para todos os poderes que a sociedade brasileira está de acordo com ele. Mais de 3 milhões já fizeram isso. Desta forma para colocar Caio Coppolla na cadeia será necessário colocar todos os 3 milhões de abaixo assinados. Quero ver quem vai ser o cabra macho!

Caio Coppolla diz que corre o risco de ser censurado, investigado e preso

Redação

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Reprodução | CNN Brasil

Bacharel em direito e comentarista político da CNN Brasil, Caio Coppolla voltou a dizer que ele pode ser censurado pelo Supremo Tribunal Federal, alvo de investigações da Polícia Federal e até mesmo preso arbitrariamente após criar, no dia 15 deste mês, um abaixo-assinado virtual para pressionar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O analista decidiu gravar um vídeo comentando uma matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, assinada pela jornalista Mônica Bergamo, em que juristas e advogados rebateram argumentos que foram apresentados por ele em críticas ao ministro Alexandre de Moraes.

“Eu tenho fundadas razões para acreditar que estou prestes a ser censurado pelo STF, investigado pela Polícia Federal e até preso arbitrariamente. Até o final do vídeo vocês vão entender porque estou correndo esses riscos”, disse.

“No dia 22 de março, a Folha de S. Paulo, que vive publicando informações falsas a meu respeito, quebrou o seu silêncio constrangedor e se manifestou sobre o abaixo-assinado pela análise do pedido impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes. Para surpresa de ninguém, a Folha ficou do lado errado e publicou uma coluna difamatória contra mim, defendendo a coluna do ministro Alexandre de Moraes (…) Eis o título do texto, assinado por Mônica Bergamo: ‘Juristas e advogados defendem Alexandre de Moraes contra ‘ataques’ de Caio Coppolla, da CNN. Comentarista tem feito mobilização pelo impeachment do magistrado’”, questionou.

Para Caio, a Folha serve de “assessoria de imprensa de imprensa de advogados milionários e juristas militantes que são bajuladores do STF”.

“(…) É uma iniciativa legitima, republica e pacífica que engajou milhões de brasileiros. Mas a Folha de S. Paulo optou por não noticiar essa mobilização histórica em defesa da Constituição e da liberdade de expressão. Preferiu servir de assessoria de imprensa de advogados milionários e juristas militantes que são bajuladores do STF, onde os seus clientes mais poderosos são julgados. E, para fazer o serviço sujo, esses profissionais do direito utilizaram os serviços da jornalista Mônica Bergamo”, prosseguiu o comentarista.

Coppolla fez questão de confrontar as entidades que assinaram o documento, considerando que essas, segundo ele, servem de ‘peso artificial’ no debate público.

“Perceberam o perfil de quem me ataca gratuitamente? (…) Essa manifestação contra mim e contra o abaixo-assinado é nitidamente política. Não deveria ter nenhuma credibilidade jurídica (…) Por serem reputados como especialistas no direito, essas entidades ganham peso artificial no debate público, mesmo que os fatos narrados sejam flagrantemente falsos. (…) Percebam a quantidade de mentiras que a Folha de S. Paulo veiculou a meu respeito, usando como pretexto a publicação de manifestação militante. Se a senhora Mônica Bergamo tiver um pingo de decência jornalística (…) Ela vai me conceder direito de resposta (…) Eu faço aqui um apelo à sua ética profissional. Me conceda esse justo direito de resposta na sua coluna”, acrescentou.

Por fim, ele lamentou a seletividade no âmbito jurídico, frisando grupos de esquerda. Segundo ele, a Folha de S. Paulo tem gerado desinformação para resultar numa eventual ação de censura contra ele, além de uma possível prisão.

“Sabem quais os objetivos dessas entidades e da Folha de S. Paulo ao veicular esse tipo de desinformação? É criar um contexto jurídico e midiático para ensejar medidas judiciais de censura, de investigação e de prisão contra mim com base na Lei de Segurança Nacional (…) Preparei uma série de conteúdos que serão publicados por outros influenciadores, inclusive no exterior, caso eu seja preso injustamente e minhas contas nas redes sociais sejam bloqueados por uma ordem judicial censora (…) O mais triste é perceber que espírito democrático dos advogados e juristas da esquerda é muito seletivo. Eles só defendem os direitos de quem pensa como eles”, finalizou.

Fonte: Conexão Política

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SENADO DEVE SE MOBILIZAR PARA DIFICULTAR A PERMANÊNCIA DE FILIPE MARTINS NO GOVERNO BOLSONARO

Senado deve decidir nesta semana voto de censura a Filipe Martins

Os parlamentares marcaram para arbitrar nesta terça (30) sobre o requerimento de voto de censura “pelos gestos racistas e preconceituosos” em sessão na Casa

Sinara Peixoto, da CNN, em São Paulo

 Atualizado 29 de março de 2021 às 03:18

Senado deve decidir nesta semana voto de censura a Filipe Martins

O Senado Federal deve se mobilizar, nesta semana, para dificultar a permanência do assessor especial para assuntos internacionais da Presidência, Filipe Martins, no governo Bolsonaro.

Os parlamentares marcaram para decidir, na terça-feira (30), sobre o requerimento de voto de censura contra Martins, feito pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES), “pelos gestos racistas e preconceituosos usados durante a 19ª Sessão de Debates Temáticos realizada no Plenário do Senado Federal, em 24 de março de 2021”.

De acordo com o pedido, Martins fez gestos compatíveis com um movimento supremacista branco durante o discurso de Rodrigo Pacheco, na audiência em que os parlamentares sabatinavam o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, sobre a condução da pasta diante da pandemia do novo coronavírus

Segundo o requerimento, o gesto, registrado pelas câmeras da TV Senado, representa a sigla WP – ‘White Power’–, em português, ‘Poder Branco’. O símbolo tem sido replicado por membros da extrema-direita e por simpatizantes do movimento supremacista branco em protestos e redes sociais.

“O gesto por si só pode representar um convite à manifestação e à ação de grupos supremacistas brancos que são, tradicionalmente, conhecidos por sua violência e virulência. Vislumbra-se, portanto, o cometimento de uma série de crimes, como, por exemplo, o de incitamento à discriminação com base em raça e etnia (art. 20, Lei nº 7.716, de 1989)”, disse Contaratto.

Na proposta do voto de censura, o senador também disse que esse tipo de atitude é recorrente em Martins.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que repudia todo e qualquer ato racista ou obsceno, caso tenha sido essa a conotação do gesto, e determinou que a Polícia Legislativa abra uma investigação contra Martins.

No perfil que mantém no Twitter, Filipe Martins alegou, na quarta-feira (24), que apenas arrumava a lapela do paletó.

“Um aviso aos palhaços que desejam emplacar a tese de que eu, um judeu, sou simpático ao ‘supremacista branco’. Porque em suas mentes doentias enxergaram o gesto autoritário em uma imagem que me mostra ajeitando minha lapela”.

Fonte: CNN

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DIREITO-JUSTIÇA: CAIO COPPOLLA CORRE O RISCO DE SER MAIS UMA VÍTIMA DA TIRANIA DE ALEXANDRE DE MORAES

Caio Coppolla adverte que está sob risco de censura, investigação e prisão e pede ajuda (veja o vídeo)

Fotomontagem reproduçãoFotomontagem reprodução

Há poucos dias, o jovem comentarista político Caio Coppolla iniciou um movimento que ganhou enorme dimensão.

Corajoso, culto, inteligente, deu o pontapé inicial requerendo o impedimento de um ministro do STF.

Elaborou um abaixo-assinado pedindo o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Tudo dentro dos limites da lei, de modo que, no caso da aceitação do pleito pelo Senado Federal, siga o devido processo legal, com ampla defesa e contraditório.

Entretanto, o jornal Folha de S.Paulo, por intermédio da colunista Mônica Bergamo tenta dar outra conotação a atitude extremamente democrática do comentarista político.

Diante disso, Caio Coppolla produziu um ‘manifesto’ e um vídeo onde esclarece a atitude e as reais intenções do jornal e os riscos que está correndo.

Abaixo, veja a íntegra do texto de Coppolla e, na sequência, o vídeo:

Advogados e juristas militantes, publicados pela Folha de S. Paulo, ATRIBUÍRAM A MIM CRIMES CONTRA A LEI DE SEGURANÇA NACIONAL.

Estou sob risco iminente de CENSURA, INVESTIGAÇÃO e PRISÃO, por ter organizado o “Abaixo-Assinado pela Análise do Pedido de Impeachment contra o Ministro Alexandre de Moraes” do STF, que já conta com 2.643.129 assinaturas. Por favor, COMPARTILHE ESSE VÍDEO antes que o conteúdo fique indisponível!

Solicito DIREITO DE RESPOTA à Folha de S. Paulo apelando à ética profissional da colunista Mônica Bergamo – chamada carinhosamente por Lula de “minha jornalista”.

A matéria intitulada “Juristas e advogados defendem Alexandre de Moraes contra ataques de Caio Coppolla, da CNN” imputa crimes à minha conduta, usando, como pretexto para isso, citações de uma MANIFESTAÇÃO CRIMINOSA – pois difamatória e caluniadora – assinada por 3 entidades:

– o GRUPO PRERROGATIVA$, de advogado$ progressista$ e bem-sucedido$, em que, segundo a jornalista do UOL, Thais Oyama, “quase todo$ têm cliente$ pendurado$ na Lava-Jato”;

– O Sindicato dos Advogados de São Paulo (SASP), linha auxiliar radicalizada da OAB que se descreve em seu site oficial como “uma ampla união de advogados […] com o objetivo central de resistência ao projeto neoliberal”;

– E a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), que nasceu de uma Frente de Juristas formada pra denunciar “O GOLPE”(?), ou seja, o impeachment constitucional da sra. Dilma Roussef, reconhecido pelo próprio STF.

Ao invés de informar seus leitores sobre O MAIOR ABAIXO-ASSINADO DA HISTÓRIA RECENTE DO BRASIL – fato inédito, democrático e pacífico – a Folha deu voz a ELITES BAJULADORAS de um Ministro que chegou ao cúmulo de CENSURAR MATÉRIA (VERÍDICA!) DA IMPRENSA (“O amigo do amigo de meu pai”, da Revista Crusoé e do site O Antagonista).

Em tempos de autoritarismo judiciário, o texto veiculado na coluna de Mônica Bergamo pode ensejar medidas de CENSURA, INVESTIGAÇÃO e PRISÃO contra mim, com base na Lei de Segurança Nacional.

Por isso, reitero o pedido de direito de resposta, com a mesma quantidade de caracteres e comentários habilitados (em homenagem à liberdade de expressão).

Por favor, COMPARTILHE

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OPINIÃO: UMA ESQUERDA CONSCIENTE E RESPONSÁVEL NÃO PODE CONCORDAR COM ESSA CENSURA SOBRE TRUMP

Caro(a) leitor(a),

Qualquer ativista político consciente e responsável sabe que o principal alicerce da Democracia é a liberdade, no seu mais amplo sentido e a liberdade de expressão é não apenas um símbolo disso, mas o seu maior legado. Mas não podemos confundir “liberdade” com libertinagem. Libertinagem tem vários sentidos e um deles é depravação. A depravação no seu mais amplo sentido é falta de limites. Então, a “liberdade” para ser plenamente exercida, quando em sociedade, possui seus limites, que estão expressos em uma legislação. Ao tomar a decisão de bloquear Donald Trump em suas redes sociais seus diretores excederam ou extrapolaram essa legislação e cometeram o crime de cerceamento da liberdade de expressão do líder americano. E qualquer que seja o crime cometido por um cidadão, seja aqui, na China ou no Japão deve ser punido dentro da lei. Portanto, apesar de ser uma contumaz esquerdista, até mesmo a líder alemã, Angela Merkel, não poupou os responsáveis pelos ataques a Donald Trump de cometerem um desatino à liberdade de expressão, mostrando claramente a ameaça ditatorial se insurgindo sempre que tem uma oportunidade e isso nós não podemos permitir! 

O repúdio de Angela Merkel aos ataques sofridos por Donald Trump

Publicado em 

Reuters

Conforme registramos mais cedo, a censura sofrida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está gerando debates entre autoridades globais.

Angela Merkel foi uma das líderes que criticou duramente a decisão do Twitter de banir o republicano.

Para a chanceler alemã, as medidas contra Trump trata-se de uma ‘problemática’ do ‘direito fundamental à liberdade de expressão’.

“É possível interferir na liberdade de expressão, mas de acordo com os limites definidos pela legislação”, afirmou o porta-voz da chanceler, Steffen Seibert, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (11).

“Não baseando-se na decisão da direção de uma empresa”, prosseguiu.

E completou: “É por isso que a chanceler considera problemático que as contas do presidente dos Estados Unidos nas redes sociais sejam fechadas definitivamente”.

Donald Trump foi banido permanentemente do Twitter na última sexta-feira, 8, dois dias após os conflitos que ocorreram no edifício do Capitólio.

A empresa disse que suspendeu a conta do líder norte-americano por temer que ele pudesse incitar mais violência.

O Facebook, por sua vez, suspendeu a conta do presidente por alguns dias.

A previsão é que o bloqueio prevaleça até a posse de Joe Biden, marcada para 20 de janeiro.

Porém, para Merkel, o governo dos EUA deveria seguir o exemplo da Alemanha na adoção de leis que restringem o incitamento online, em vez de deixar que plataformas como Twitter e Facebook definam suas próprias regras.

Professor, cristão, colunista, e redator. Amo ciências políticas, sou conservador e nordestino com orgulho.

Fonte: Conexão Política

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ANÁLISE POLÍTICA: A CENSURA ESTÁ SENDO USADA E ABUSADA PELAS AUTORIDADES AO SEU BEL PRAZER

O destaque da coluna ANÁLISE POLÍTICA desta segunda-feira é o irreverente jornalista José Nêumanne Pinto que comenta sobre a juíza Cristina Serra Sodré da 33.ª Vara Cível do Tribunal de Justiça Federal, que proibiu o Jornal Nacional da TV Globo de mostrar documentos produzidos pelo MP-RJ na investigação em que Flávio Bolsonaro é acusado de desviar dinheiro do contribuinte para pagar despesas pessoais, financiar imóveis e lavar dinheiro numa loja de chocolates num shopping da Zona Sul. Ele afirma que a juíza sofreu críticas severas do presidente da ANJ, Marcelo Rech, e do presidente da ABI, Paulo Jeronimo, que comparou o ato autoritário com o que “existia no tempo da ditadura militar e do AI-5. O senador Flávio Bolsonaro, notoriamente parvo, comemorou nas redes sociais e acusou os meios de comunicação de criminosos”. Então não deixe de assistir o vídeo completo e se atualize com os fatos da política nacional!

Fonte:

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BLOG DO BG É ACUSADO POR JUIZ DO RN DE ATACAR HONRA DE PROCURADOR, E PEDIU QUE SITE FOSSE PROIBIDO DE FAZER PUBLICAÇÕES SEMELHANTES

Juiz manda blog do RN apagar críticas a procurador e é criticado por “censura”

Fernando Rocha acusou “Blog do BG” de atacar a sua honra e pediu que matérias fossem retiradas do ar e que o site fosse proibido de voltar a fazer publicações semelhantes

Por Redação – Publicado em 30/07/2020 às 00:51

Editor do “Blog do BG”, Bruno Giovanni

O juiz Mário Azevedo Jambo, da 2ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, mandou o “Blog do BG” apagar três publicações que faziam críticas ao procurador da República Fernando Rocha. As matérias, que entraram no ar no dia 18 de julho e logo ganharam repercussão nas redes sociais, acusavam o membro do Ministério Público Federal de incoerência. A decisão se estende às redes sociais do editor do blog, Bruno Giovanni.

Vídeos obtidos pelo blog mostravam Fernando Rocha em uma academia de ginástica poucos dias depois de os estabelecimentos serem reabertos em Natal. O procurador foi criticado porque, antes de ser flagrado na academia, vinha defendendo a manutenção do fechamento das atividades econômicas na cidade como medida de prevenção do novo coronavírus.

Logo após a divulgação do vídeo e das matérias no “Blog do BG”, o grupo de trabalho do Ministério Público do qual Fernando Rocha fazia parte – para elaborar ações de enfrentamento da pandemia no Rio Grande do Norte – divulgou uma nota informando que o procurador pediu desculpas pelo comportamento “pessoal e isolado” e que ele deixaria o grupo por causa disso.

Na queixa apresentada à Justiça, Fernando Rocha acusou o blog de atacar a sua honra e pediu que as matérias fossem retiradas do ar e que o site fosse proibido de voltar a fazer publicações semelhantes. Apenas a primeira parte do pedido foi atendida pelo juiz. A segunda, na avaliação do magistrado, configuraria “censura prévia”, o que não é permitido pela Constituição.

“O teor de cada uma delas (publicações) parece transbordar do democrático e precioso direito constitucional à liberdade de expressão e de crítica ao trabalho e atuação do Procurador da República, ingressando no indesejado âmbito de agressões e ofensas pessoais”, escreveu o juiz.

Apesar de mandar o blog apagar as publicações, Mário Jambo argumentou que a medida decretada não era censura nem ataque ao princípio de liberdade de expressão. “Tais direitos, apesar de constarem no texto constitucional, não são absolutos, encontrando limites em outros direitos e garantias constitucionais, como o direito à dignidade, à privacidade, à intimidade, à honra e à imagem das pessoas”, afirmou.

Ainda segundo o magistrado, expressões e adjetivações usadas pelo blog para criticar Fernando Rocha – ligando a pessoa ao cargo público que ocupa – “apresentam, em tese, potencialidade lesiva suficiente para ofender a honra e a reputação do querelante (procurador)”.

Críticas à censura

Assim que foi publicada, a decisão do juiz federal gerou reações de jornalistas e de entidades, que classificaram a medida como “censura”. Em nota, o editor do “Blog do BG”, Bruno Giovanni, informou que as matérias foram retiradas do ar. Ele, porém, contestou a decisão e afirmou que, ao procurar a Justiça para que as publicações fossem apagadas, Fernando Rocha fez “ilações” e atentou contra a liberdade de expressão.

“O senhor procurador chega a cometer o exagero de afirmar que ‘sequer se sente seguro para sair de casa’ depois de situação supostamente criada por este comunicador. Acontece que a situação não foi criada por mim, mas pelo próprio procurador, que inclusive reconheceu a incoerência em frequentar a academia”, escreveu Bruno Giovanni, em artigo no seu blog, negando ainda qualquer perseguição a Fernando Rocha.

O Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Norte (Sindjorn) se solidarizou com Bruno Giovanni e afirmou que, sem liberdade de expressão, “é impossível viver num estado democrático de direito”.

“E o pior, censura essa pedida por um membro do Ministério Público, entidade que, por vezes, é acusada de ‘noticiar’ e ‘agredir’ a honra de terceiros (…)”, escreveu o sindicato.

Jornalista profissional com mais de 50 anos de atuação, o professor aposentado de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Cassiano Arruda Câmara disse que a decisão de Mário Jambo é “inaceitável”.

“A Constituição que não permite a censura prévia também não autoriza ninguém a censurar a posteriori nenhum meio de comunicação. Quem assim agir termina se igualando a quem, por ventura, cometeu um crime capitulado na lei de imprensa. Não existe cobertura legal para a prática da censura”, escreveu Cassiano, no blog “Território Livre”.

Diretor-presidente do Grupo Agora RN, o jornalista Alex Viana disse que a decisão representa um “retrocesso”.

“Sem negar o direito do procurador se defender de eventuais exageros da crítica, se fosse o caso, o que se tem é uma decisão judicial censurando uma opinião cujo direito é assegurado pela Constituição. A meu ver, está clara a censura, o que é abominável sob todos os aspectos possíveis. Talvez fosse o caso de o procurador pleitear um direito de resposta, e olhe lá se caberia, visto que no nosso país, até onde se sabe, é livre a manifestação do pensamento e a expressão de opinião. A censura é grave e representa um retrocesso, na medida em que vivemos numa democracia teoricamente plena”, afirma.

Diretor-executivo do jornal Tribuna do Norte, o jornalista Daniel Cabral também comentou: “Quando a imprensa é atacada, coloca-se mordaça contra quem põe à luz o abscôndito, inclusive a soberba”.

O jornalista Dinarte Assunção, editor do “Blog do Dina” e comentarista da 96 FM, pediu um pronunciamento do Ministério Público Federal. “A decisão (…) deve ser repudiada e nos empurra para uma pergunta que se impõe: o @MPF_PRRN concorda que sua imagem seja arrastada para essa trama? Precisa dizer se sim ou se não”, escreveu, pelo Twitter.

Advogado e jornalista, Gustavo Negreiros afirmou que a decisão é “a mais absurda da história do RN”. “A decisão (…) é (…) reflexo das piruetas jurídicas cometidas pelo STF. Podar a liberdade de expressão é rasgar a Constituição”, escreveu, em seu blog.

Fonte: Agora RN

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PONTO DE VISTA: SÓ O POVO PODE PARAR O STF!

Caro(a) leitor(a),

É simplesmente incrível e surreal o que está acontecendo no Brasil. Isso só encontra paralelo na China. O que o togado Alexandre de Moraes está produzindo no judiciário brasileiro não tem precedentes na história da nossa república. O STF é um tribunal inquisidor dentro de uma pseudo democracia. Que democracia o que? Isso que nós vivemos nunca foi e nem será uma democracia em lugar nenhum no mundo. Isso é uma zorra, uma baderna o que está acontecendo. A reação de Bolsonaro através da AGU com uma ADIN para ser analisada, veja só, pelo próprio órgão inquisidor. São coisas que as pessoas por mais que tentem não conseguem explicar. Eu venho avisando aqui há bastante tempo que precisamos promover o impeachment de pelo menos um ou dois desses bandidos do STF. Quando isso acontecer eles param na hora com essa escalada autoritária. E só o povo tem condições de fazer isso, mais ninguém!

Exclusivo: Empresário que teve conta no Twitter derrubada pelo STF abre o verbo e faz revelações (veja o vídeo)

Após decisão de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o Twitter e o Facebook suspenderam diversas contas, entre elas a do empresário Otavio Fakhoury. Além dele, tiveram os perfis suspensos o presidente do PTB, Roberto Jefferson, os jornalistas Allan dos Santos e Bernardo Küster, a ativista Sara Winter, e os empresários Luciano Hang e Edgard Corona, entre outros. Fakhoury concedeu uma entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online, comentando o caso.

“Isso é um claro ato de censura à liberdade de expressão”, ressaltou o empresário, que apresentou ao STF uma Reclamação Constitucional, com pedido de tutela de urgência, contra o ato do ministro Alexandre de Moraes, lembrando que a Procuradoria Geral da União já foi favorável ao desbloqueio, em habeas corpus já impetrado e sob a relatoria do ministro Edson Fachin.

Em maio deste ano, Fakhoury já tinha sido alvo de busca e apreensão, com a justificativa de que ele financiava pessoas que produziam fake news.

“Não existe isso, nunca financiei ninguém para espalhar mentiras sobre outra pessoa. Essa tese que influenciadores, jornalistas, pessoas do governo… estariam interconectadas, recebendo comandos de cima, de não sei quem, do gabinete de não sei quem… essa tese não se sustenta, eles já sabem. As pessoas agem de forma espontânea, ninguém recebe ordem ou comando. Vou falar de mim, especificamente, nunca publiquei nada por ordem de ninguém, nunca paguei ninguém para mentir sobre outra pessoa, difamar outra pessoa”, afirmou o empresário.

Luciano Ayan em lives com Angelo Coronel sobre liberdade de expressão

Fakhoury lembra que o inquérito das fake news é baseado em informações de Luciano Ayan, que hoje está preso, acusado de lavagem de dinheiro.

“Essa tese foi abraçada pelo MBL, que tem nos seus quadros um cara também preso por lavagem de dinheiro, Mônaco. Eles criaram essa tese, passaram para deputados, como Joice Hasselmann e Alexandre Frota. Alexandre Frota levou para a CPMI das Fake News, passou para dona Lídice de Mata e Angelo Coronel, que usaram isso só para convocar apoiadores do presidente. E Ayan, ele mesmo era investigado no inquérito, porque ele tinha espalhado uma mentira sobre Marielle. De repente, como ele começou a colaborar com eles, passou os relatórios falsos, dona Lídice de Mata esqueceu que ele era investigado e foi participar de congresso com ele. Angelo Coronel participava de lives sobre liberdade de expressão com ele”, apontou o empresário.

Abaixo a censura!

Pessoas de vários partidos diferentes declararam repúdio à atitude de censura do STF, como os deputados Paulo Ganime e Vinicius Point, do partido Novo; e Daniel Coelho, do Cidadania. O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) também divulgou uma nota sobre a censura da toga.

Não é uma questão de ataque aos bolsonaristas, é algo muito maior, que envolve os direitos constitucionais de todos os brasileiros, independente da posição política.

O presidente Jair Bolsonaro, por meio da Advocacia-Geral da União, anunciou, no sábado (25), uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra decisões judiciais de bloqueio, interdição ou suspensão de contas de redes sociais.

Assista a entrevista:

da Redação

Fonte: Jornal da Cidade Online

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PONTO DE VISTA: VAMOS ACABAR COM O CORPORATIVISMO E A ESCALADA AUTORITÁRIA DO STF

PONTO DE VISTA: VAMOS ACABAR COM O CORPORATIVISMO E A ESCALADA AUTORITÁRIA DO STF
Wagner Braga no Bossa Nova Mall

Caro(a) leitor(a),

Estamos assistindo placidamente o ativismo judicial avançar dia a dia sobre a sociedade brasileira travestida de democracia, através de atos autoritários e ditatoriais. Tudo isso capitaneado pela instância máxima do judiciário brasileiro. Parafraseando, mais uma vez, o ilustre Rui Barbosa: “A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer.”Veja, isso é muito sério, pois estamos a deriva e sem ter a quem recorrer, pois o STF, agora de forma coesa, resolveu exorbitar suas prerrogativas única e exclusivamente com o intuito de se defender e encobrir os crimes cometidos pelos seus membros, provando explicitamente o que muito se fala, mas não é provado: o corporativismo judicial. É o que todos já sabemos que ocorre dentro do judiciário, onde a maior punição de juízes criminosos é a aposentadoria compulsório com salário integral, ou seja, diante da situação é um prêmio de loteria. O artigo a seguir expõe com clareza as atitudes e esse ativismo. Então, está na hora de acabar com esse corporativismo com a escalada autoritária do STF. Vamos pra rua novamente mostrar para esse togados criminosos quem é que manda. Por favor, divulgue essa postagem com força. As pessoas precisam acordar, sair da zona de conforto e ir a luta!

COLUNA | O ativismo judicial não irá parar até censurar todas as críticas e manifestações legítimas

Filipe Altamir

Publicado em 21.06.2020

Reprodução

 

Novas diligências foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes e a Polícia Federal deflagrou novos mandados de busca e apreensão contra influenciadores, políticos e jornalistas componentes da base de apoio do governo Bolsonaro.

Só que dessa vez, em um inquérito que supostamente investiga atos considerados como “antidemocráticos” por aqueles se colocam como monopolizadores do significado semântico de Democracia para justificar todos os tipos de atrocidades arbitrárias que já testemunhamos nos últimos dias.

Conforme eu já falei exaustivamente sobre as déspotas ações do STF, qualquer órgão, entidade ou instituição que torna-se autoritária, costuma expandir sua esfera de poder executando uma série de ações absurdas, inconstitucionais e que desafiam qualquer ordenamento jurídico com a finalidade de dimensionar o próprio poder arbitrário e o grau de passividade e aceitação da sociedade civil.

Enquanto a sociedade civil não aumentar o tom contra as transgressões absurdas do STF, eles não vão parar e vão continuar, pois a passividade garante a confiança do poder burocrático em transgredir direitos fundamentais básicos da população.

Todo esse ciclo retroalimentar acontece por quem controla a linguagem e subverte semanticamente os significados de certos termos que possuem grande poder institucional e constitucional. Como eu já havia apontado em artigos anteriores, se eles controlam e determinam o que significa Democracia e quais ações são ameaçadoras às instituições, eles conseguem abrir um leque de legitimidade jurisdicional para operar com inúmeras ações autoritárias utilizando o próprio jogo linguístico cujo regramento foi elaborado por eles mesmos.

Se eles definem que são a incorporação da Democracia em si mesmos e a instituição do STF, então essa interpretação distorcida do princípio administrativo da impessoalidade torna-se um poderoso canal de blindagem contra quaisquer críticas direcionadas isoladamente aos membros como indivíduos, mesmo que essas críticas não amparem as instituições que eles ocupam. Ou seja, na guerra linguística que eles mesmos propagam e monopolizam, ao incorporarem a instituição e a democracia em si, quaisquer críticas contra membros do supremo torna-se automaticamente um ataque contra a democracia e contra o STF em si.

Toda essa dinâmica linguística, que visa controla o fluxo de informações e a liberdade de expressão da sociedade civil, marcou presença em vários contextos históricos ditatoriais. Na URSS, quando Lenin tomou o poder na base da força, umas das medidas de policiamento para a manutenção do poder ditatorial do regime comunista foi a criação de um departamento especializado em fiscalizar e receptar denúncias de supostos “conspiradores” que propagavam “mentiras contra o regime”, que na verdade eram denúncias e críticas contra as ações arbitrárias do próprio regime comunista. A história sempre foi marcada por regimes totalitários que configuravam como “fake news” e “conspirações” quaisquer denúncias justas ou críticas dos seus cidadãos contra o estamento burocrático.

Aqueles que estão no poder e agem de maneira totalitária sempre irão encontrar na linguagem um respaldo que pavimenta a via gradual de ações autoritárias e uma suposta legitimidade. Os anos se passam e mesmo que tenhamos conhecimentos das atrocidades cometidas no passado, muitos burocratas replicam o mesmo modus operandi de ditadores sanguinários do século XX para os tempos atuais. Calar-se e manter-se inerte diante dessas ações estapafúrdias do STF é comunicar passividade. Comunicar passividade significa transmitir mais confiança para que haja maior escalada de ações ditatoriais pelos ministros do supremo até que haja qualquer outro meio que barre suas ações. Eles não vão parar até que a própria sociedade civil utilize dos meios institucionais cabíveis para neutralizar os desmandos da própria corte constitucional.

O que eles fazem é semelhante à novilíngua descrita por Orwell e o Tribunal da Verdade, pois eles controlam a linguagem e encontram nesse mecanismo linguístico o credenciamento para agir em nome da manipulação semântica que fazem com as palavras ‘mágicas’. Os Ministros incorporaram a si mesmos a própria Democracia e a própria Instituição do STF, de modo que se blindaram de quaisquer críticas, mesmo que essas sejam direcionadas às pessoas individualizadas. É uma extensão interpretativa tresloucada do princípio da impessoalidade da administração pública. Eles não são mais seres divisíveis e peculiares, são a democracia em si agora, e enquanto perdurar a noção de que eles são imbuídos de legitimidade democrática e institucional, a guerra assimétrica contra os inimigos do povo e do presidente da República irá perdurar, pois atribuir legitimidade para déspostas que não reconhecem a legitimidade do povo enquanto espinha dorsal da democracia é auxiliar na expansão de seus poderes de dominação.

Escritor formado em Direito, conservador e analista político.

Fonte: Conexão Política

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OPINIÃO: O QUE HÁ POR TRÁS DOS PROTESTOS ANTI-RACISTAS QUE SE ESPALHAM PELO MUNDO

Há muito mais por trás dos protestos anti-racistas que se espalham pelo mundo do que a sua vã filosofia possa imaginar e é algo que não dá para explicar apenas nessa postagem, mas dá para que você desperte, tenha noção e possa pesquisar mais sobre o assunto. Junte as três coisas: protestos, censura e perseguição à direita e entenda o que está acontecendo. Por isso lhe convido a ler o artigo completo a seguir, refletir e tirar suas conclusões!

O que há em comum entre os protestos, a censura e a perseguição à direita?

Redação

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O que há em comum entre os protestos, a censura e a perseguição à direita?

Eventualmente, faz-se necessária uma visita aos fóruns de pensamentos progressistas a fim de estar a par da disseminação das atuais ideias revolucionárias. Um exemplo é o Global Transition Initiative (GTI). Paul Raskin, um dos principais responsáveis pela criação do GTI em 1995, é conhecido como pai de uma teoria chamada “eco-comunalismo”, espécie de comunismo libertário (pesquisem sobre essa palavra), e criador do certificado Global Reporting Initiative (GRI). Trata-se de uma organização filiada à ONU, cujo objetivo é monitorar os índices de sustentabilidade das corporações; em outras palavras, é um mecanismo pelo qual se mede o nível de adoção da agenda globalista por parte de uma empresa. Curiosamente, Paul é membro do Clube de Roma, também frequentado por Fernando Henrique Cardoso.

No editorial de 2020 do GTI, publicado em janeiro, uma das articulistas clama pela reorganização da esquerda mundial sob a égide de um comitê global. Sua ideia é a criação de um “partido mundial”, organizado verticalmente nos moldes das Internacionais Comunistas anteriores, todavia, com o envolvimento de novos grupos progressistas (como, por exemplo, o grupo feminista, LGBTQI+ etc.). Essa nova formação envolveria todos os partidos progressistas do globo. Na ocasião, isto é, em janeiro de 2020, o intuito da autora era clamar por uma espécie de Primavera Árabe, entretanto, agora com o objetivo muito claro de que o movimento tenha proporções mundiais; ou seja, desestabilização para uma nova proposta de “estabilização”. Tal documento encerra com a notícia de que uma “nova esquerda global” ressurge nos jovens.

O mês no qual o editorial foi publicado passou, o ano seguiu, e em março, o mundo foi posto em estado de alerta, a crise econômica bateu em nossas portas e entrou em nossos lares, mas foi apenas no dia 25 de maio que o mundo começou a acompanhar o que seria uma onda de protestos violentos nos EUA, e que rapidamente vem se espalhando para o Brasil, Inglaterra, França, Austrália, etc. Não obstante o tema do protesto varie de acordo com o local, o plano de desestabilização global está em curso, como se existisse um cardápio de opções direcionado para a desordem.

No Brasil, de um lado, temos lutado verdadeiramente contra as investidas do controle da liberdade de expressão e do direito de ir e vir e contra a perseguição aos veículos de comunicação de conteúdos conservadores (desde a limitação do alcance das postagens em redes sociais e seu engajamento até a interrupção das receitas através de denúncias e bloqueio de apoio financeiro); enquanto isso, do outro lado, observamos a grande mídia divulgando protestos violentos intitulados “democráticos”. Além disso, temos visto nos últimos dias artistas e “jovens” influenciadores iniciarem uma cruzada contra os produtores de conteúdos e professores de direita.

Quando analisamos o que há em comum entre todos os últimos acontecimentos, podemos chegar à conclusão de que a intenção da censura transpassa o controle da liberdade de expressão e revela-se determinante no impedimento do combate à doutrinação ideológica. Resumindo: a guerra, hoje, não é mais por controle de territórios, mas sim por controle das mentes (especialmente daquelas cujo primeiro voto será nas próximas eleições) – estamos numa verdadeira cruzada aberta pela mente e a educação do jovem.

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